Tarde de buceta

Vi como são os grupos de WhatsApp que toda hora ficam mandando merda. Num que eu tô, só tem homem e o tempo inteiro tão mandando pornô de todo tipo. Um membro do grupo mandou um vídeo bem conhecido de uma travesti, a Jessy Dubai, que tá comendo um cara que por sua vez tá em cima de uma gostosa e tá metendo nela. E com as estocadas brutas da travesti é o suficiente pra fazer a gostosa que tá embaixo de tudo gozar. Esse vídeo me deixou com muito tesão e lembrei que faz tempo que não tenho uma experiência bi, ou seja, faz tempo que não como um rabo. Até que nesse tempo tô de boa, porque tenho umas gostosas pra foder com certeza, mas não tô com muito tempo e não rolou nada bissexual. Então falei pra mim mesmo: amanhã vou comer uma pica. Como fazia tempo que não me comiam, tinha que preparar o cu. De manhã, aproveitando que tava sozinho em casa, entrei no chuveiro e peguei uma seringa daquelas grandes que são pra cozinha e comecei a enfiar água com sabão morna no cu, segurava uns segundos e soltava na banheira. Fiz isso várias vezes até que o que saía do meu cu era só água limpa igual à que eu tinha enfiado. Depois peguei no armário um vidrinho de água oxigenada comprido que tem o diâmetro de uma pica pequena. Passei um pouco de condicionador de cabelo nele e também passei um pouco no meu cu e com cuidado enfiei um pouco. Conforme meu cu foi se acostumando e a dor passou, enfiei mais um pouco com cuidado e comecei a me masturbar com o vidro, enfiando e tirando. Depois de alguns minutos, quando já não sentia mais dor e meu cu tava dilatado, tirei o vidrinho e ele tava impecavelmente limpo, sem resto de merda. Mesmo assim limpei bem e guardei. Depois peguei um secador de azulejos que minha esposa usa pra secar o box, que tem um cabo de plástico que parece uma pica média e gordinha no meio. Passei mais condicionador nele e bem devagar enfiei no meu cu. Fiquei um tempão debaixo do chuveiro. com o cabo no cu enquanto eu me masturbava, já que a pica tinha endurecido. Depois de um tempo, já estava com o cu limpo e não tão apertado pra poder receber uma pica de carne. Limpei tudo e guardei a seringa e comecei a pensar como ia seguir meu dia pra arrumar uma pica. As opções eram algum aplicativo e ver o que rolava, mas na maioria das vezes tem mais histeria do que ação. Ir a algum escort travesti, mas nem todos os travestis te comem, às vezes são meio brutas, ou muito piconas e eu não gosto de picas gigantes que depois você fica vários dias com dor no cu ou podem te machucar. A opção mais razoável era ir ao cinema pornô, onde várias vezes me diverti muito e muitas vezes com caras mais velhos que são mais delicados na hora de te penetrar. Então à tarde fui direto pro cinema. Era uma quarta-feira, geralmente nesse dia tem bastante gente já que com a entrada de sábado ou domingo te dão um ticket pra entrar de graça terça e quarta. A maioria do pessoal volta na quarta. Umas 16h entrei no cinema e, assim que a vista se acostuma, vejo que tem pouca gente. Sentei um pouco pra assistir o filme e vi vários caras que entravam e saíam do quartinho escuro que o cinema tem. O quartinho é totalmente escuro e dividido em duas partes por uns armários. Na parte da frente ficam quase sempre os caras com a pica pra fora se masturbando, esperando alguém passar e pegar na pica e chupar ali ou atrás da porta, e se for pra algo mais, vão pra uma parte mais reservada de um metro por um metro na frente do banheiro feminino que fica trancado. Atrás dos armários do quartinho é onde ficam os caras que ali rola de tudo e às vezes você tem que entrar apertado porque não é muito grande e tem muita gente. Depois de já ter a vista bem acostumada e a pica meio dura por causa do filme, vejo que no salão não éramos mais de 5 pessoas e 2 estavam dormindo nas cadeiras. Então levantei e fui pro quartinho. Ao entrar, com o reflexo O filme dava pra ver 2 velhos se punhetando e outros 2 que estavam se pegando como 2 adolescentes e quando eu entrei, eles foram pro reservado. Aí fui pra trás dos armários e não dava pra ver nada, mas dava pra perceber que tinha muita gente. Dava pra ouvir o gemido de que estavam comendo alguém e, ao passar por entre algumas pessoas, sentia elas passarem a mão em mim pra tocar meu pau e minha bunda, e com minhas mãos eu roçava nas picas que alguns tinham duras. Ali mesmo me acomodei de lado e baixei bem a calça, deixando meu pau e minha bunda no ar. Enquanto sentia o movimento do cara que tava comendo outro, com minhas mãos eu toco eles e sinto que alguém tava ajoelhado chupando o cara que tava sendo comido. O cheiro de pica e sexo fez meu pau ficar bem duro e, na hora, vários se ajoelharam e começaram a me chupar. Eles se alternavam pra chupar. Aparentemente, no grupo tinha mais passivos. Só um pegou minha mão e levou até o pau dele meio duro pra eu começar a punhetar ele. Fiz isso enquanto outros se alternavam me chupando. O velho que eu tava punhetando começou a passar a mão na minha bunda e tentava enfiar um dedo no meu cu. Me posicionei pra deixar ele mais à vontade pra fazer isso, e ele ficava esfregando os dedos na entrada do meu cu. Quando o pau dele já tava meio duro, ele se colocou atrás de mim e tentou encostar a pica na minha bunda, então eu falei: sem camisinha não. Aí dei uma camisinha pra ele e ele colocou. Enchi minha mão de saliva, passei na minha bunda, peguei no pau dele e tentei enfiar no meu cu. Mal tentava enfiar, o pau dele amolecia. Eu punhetava um pouco e ele endurecia de novo. Mas quando tentava me penetrar de novo, amolecia outra vez. Mesmo quando alguém chupou ele bem e guiou a pica, não teve jeito: amolecia, enquanto eu continuava sendo chupado alternadamente. Nisso, sinto que outro cara se coloca do meu lado e sinto o pau dele bem duro e já com camisinha. Me afasto um pouco pro lado dele e me posiciono. enfiar o cu inteiro e sinto o pau dele bem encostado no meu rego. Ele me pega pela cintura e aperta bem o pau contra minha bunda e, bem na hora que eu pego no pau dele pra enfiar no meu cu, ele me vira e me coloca de frente pra ele e tenta me beijar enquanto enfia a mão por baixo da minha camiseta pra pegar nos meus peitos. Eu não deixo e falo que não me sinto confortável com aquilo, e ele, sem tentar me comer, se afasta. Fiquei ali mais um tempo, mas pelo visto não tinha ninguém pra me penetrar, só uns caras que continuavam chupando meu pau e quem tava sendo comido continuava levando e os gemidos continuavam. Cansei daquela situação toda e levantei minha calça, lutando com quem queria continuar chupando meu pau. Saí pro salão e ainda tava vazio. Pelo visto não ia ter sorte de alguém me comer. Então não perdi mais tempo e fui embora. Já na rua, caminhava pensando que tinha preparado o cu à toa e, como tava com tesão, mandei mensagens pros contatinhos fixos que eu tinha pra ver se conseguia fazer algo, mas todas estavam ocupadas. Nisso, passei pela galeria Tansa — quem é de Mendoza sabe que nos banheiros às vezes funcionam como teteras e dá pra conseguir algo. Anos atrás recebi umas boas chupadas e quem sabe por ali conseguia algo. Então fui passando pelos banheiros e a maioria tava fechado. Quando fui no de cima, que fica em frente a uma sexshop, também tava fechado. Do lado da sexshop tem um lugar com cabines pra ver filmes pornô. Na época da pandemia era o único lugar onde dava pra ir e fazer algo, então fazia tempo que não ia, mas já fui várias vezes e algumas vezes me diverti e outras não rolou nada. Então, já dando por perdido, entrei no local da frente, onde você escolhe o filme, e enquanto procurava um filme entram dois caras: um de uns 18 anos com uma legging preta bem apertada que marcava bem a bunda e também o volume, e outro de uns 30 anos. Eles entraram reclamando que o DVD não tava aparecendo. Depois que escolhi o filme todos juntos fomos pro local da frente e antes de colocar meu filme, troquei de cabine porque o reprodutor não tava funcionando. Aí ele colocou o filme que eu escolhi numa cabine que ficava do outro lado, na frente da desses caras. As cabines, algumas são maiores, outras menores. Tem uma TV velha de 29 polegadas e uma mesinha com o reprodutor de DVD, só um sofá de cano e uma cortina pra dar privacidade. Quando o filme começou, que tava com uma qualidade bem ruim, eu baixei a calça e abri a cortina até a metade, enquanto me masturbava sentado. Não tava nem aí pro filme, ficava olhando pra fora pra ver o que rolava nas outras cabines. A maioria tava com a cortina fechada, mas a dos caras que eu tinha visto antes tava aberta, então eu levantei com a calça toda pra baixo e fiquei mais perto da cortina pra aparecer de fora. Uns minutos depois, os dois caras entraram na minha cabine e fecharam a cortina. Enquanto o mais novo pegou na minha pica e começou a me bater uma, o outro acariciou minha bunda enquanto os dois baixaram as calças pra fazer uma punheta cruzada. Na real, eu tava batendo uma pros dois enquanto o mais novo não parava de me masturbar e o outro enfiava a mão por baixo da minha bunda pra massagear minhas bolas e, aos poucos, meter o dedão no meu cu. Ficamos assim por um tempo até que o mais velho falou: "Ajoelha na cadeira". Enquanto eu me ajoelhava, os dois tiraram minha calça completamente e deixaram em cima da mesa, e eles também tiraram as calças deles. Assim, nós três nus da cintura pra baixo, o mais velho ficou atrás de mim e começou a chupar meu cu. A sensação era muito gostosa porque ele tinha uma barbicha estilo cavanhaque, então ele passava a barba inteira no meu ânus enquanto já tava comendo meu cu com a língua. Tava bem dilatado e limpo, então ele conseguia meter a língua dura bem fácil dentro do meu cu. Eu continuei batendo uma pro outro, e ele me masturbava como dava pelo meu pau. Posição. De vez em quando, o cara que tava chupando meu cu parava e ficava na minha frente pra eu chupar a rola dele. Eu me inclinava pra frente, ainda de joelhos na cadeira, e mamava aquela rola comprida. Não era muito grossa nem cabeçuda, mas era bem longa. Por causa da posição, eu mal conseguia enfiar até a metade na garganta.

O outro cara sim tinha uma rola de respeito, bem cabeçuda, grossa e cheia de veia. Depois de alguns minutos, o mais velho, com a rola dura pra caralho, pegou uma caixa de camisinha da pochete que tava no peito dele e me deu uma pra colocar na rola dele, enquanto também tirava um lubrificante. Ali na minha cara, ele passou um monte de lubrificante na rola que já tava de camisinha. A rola dele tava pulando que nem adolescente.

Ele ficou atrás de mim e senti o frio do lubrificante que ele tava passando no meu cu. Aí ele encostou a cabeça da rola no meu cu e, bem devagar, começou a enfiar. A altura da cadeira tava perfeita, deixando meu cu na altura da rola dele. Assim, ele foi comendo meu cu gostoso pra caralho. Bem devagar, ele tirava quase até a cabeça e enfiava até o fundo. Às vezes, dava umas porradas que me empurravam pra frente bem na hora que eu tinha começado a chupar a rola preta do outro.

Era um prazer imenso toda vez que ele tirava a rola toda pra fora e, sem mais, só com a bacia, apontava de novo pro meu cu e enfiava até o fundo. O cara mais novo pediu o lubrificante e uma camisinha, e eu pensei que agora era ele quem ia me comer. Fiquei meio assustado porque, apesar de estar bem dilatado, não sabia se ia aguentar aquela rola grossa.

Na real, ele tirou a rola do meu cu, mas me fez levantar e colocou de novo. Enquanto um me comia, o outro se ajoelhou e chupava as gotinhas de porra que saíam da minha rola. Em seguida, ele colocou a camisinha e passou lubrificante no cu dele. Ficou na minha frente e se inclinou pra frente pra eu penetrar ele.

E foi o que eu fiz. Apontei a rola pro cu dele e entrei como se nada, mesmo ele Tava apertado. Então, a gente tava num trenzinho que quem dirigia era o cara que tava me comendo, já que ele dava o ritmo. Num momento, os dois pararam e eu comecei a ditar o ritmo, rebolando a cintura pra frente e pra trás, enfiando a pica no cu e, ao mesmo tempo, enfiando a minha no outro. Não aguentei muito mais, agarrei a rola do cara e enfiei bem fundo, e aí comecei a gozar. Na mesma hora, o que tava me comendo acelerou o ritmo e gozou também. O mais velho tirou uns lenços de papel da bolsinha dele, e a gente se limpou um pouco. A rola dele ainda tava dura pra caralho. Ele me sentou na cadeira, pegou na minha cabeça e levou até a pica dele pra eu chupar. Enquanto eu tava com ela na boca, o outro enfiou a mão por trás dele e começou a massagear as bolas dele, e eu também comecei a bater uma pra ele enquanto chupava. Até que ele começou a acelerar a respiração e soltou uns jatos de porra na minha boca. Quando terminou, cuspi tudo. A gente se vestiu, e eles entraram em outra cabine que não era a deles. Depois que me ajeitei todo, fui embora relaxado, porque tinha conseguido o que planejei desde cedo. Daí, um tempo depois, vi no celular uma mensagem de uma gatinha que eu tinha mandado mensagem antes pra transar, dizendo que tinha se liberado e perguntando se eu queria passar lá. Pra ser sincero, eu ainda tava com tesão e minha pica tava pronta, então fui terminar tarde com ela.

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