Muito poucas coisas que não aceito quando se trata de sexo, sou bem mente aberta, mas não aceito zoofilia, pedofilia, sadomasoquismo, violência, drogas e qualquer coisa que não seja legal. Mas nesse caso foi a única vez que quebrei meus próprios limites sobre sexo. Talvez pela idade ou porque não era tão grave assim.
Há muitos anos atrás, quando eu era um moleque, uns vizinhos do bairro iam viajar e não queriam deixar a casa sozinha, então me pediram pra cuidar. Era só ir regar as plantas, e à noite dormir lá pra parecer que tinha alguém e evitar que entrassem pra roubar.
Assim, de manhã eu ia, dava comida pro cachorro, pra cadela e pros passarinhos que eles tinham. Regava as plantas e à noite ia dormir. Só pediram pra não deixar ninguém entrar. Então, na primeira noite, depois de um calor infernal o dia inteiro, fui dormir na casa.
Ao entrar na casa, era como entrar num forno, o calor que tinha se acumulado com o dia todo fechado era impressionante. Naquela época ninguém tinha ar condicionado, no máximo um ventilador. Deitei num quarto que o casal usava pra visitas, e o calor era insuportável. Em minutos, já estava encharcado de suor.
Levantei, tomei um banho e saí molhado e pelado, coloquei o colchão na sala, que tinha uma janela maior e ventilador de teto. Então empurrei a mesa, coloquei o colchão no chão debaixo do ventilador e, ainda todo molhado do banho, tentei dormir. O calor continuava sufocante, mas o vento do ventilador batia direto nas minhas bolas e me refrescava um pouco.
Essa brisa nas bolas fez meu pau começar a endurecer, e assim fui pegando no sono, pelado no colchão no chão, de barriga pra cima com as pernas abertas pra sentir todo o ar do ventilador. Depois de um tempo, já dormindo, comecei a sentir algo estranho nas minhas bolas. Ao abrir os olhos, vi a cadela entre minhas pernas, com as patas dianteiras amassando minhas bolas. E de tanto massagem, meu pau ficou duro. E aí... passei de massagear as bolas pra lamber elas. A língua era áspera e fria. Eu abri mais as pernas pra dar espaço pra ele me lamber tudo com facilidade. Assim, com a cabeça dele entre minhas pernas, o putinho lambia minhas bolas e, se eu levantava a pélvis e as pernas, ele ia pro meu cu e, quando eu abaixava as pernas, ele lambia a base da minha pica dura que não parava de pulsar, até começar a sair gotas de porra da ponta. De repente, ele parou de lamber e, com as patas, massageou minhas bolas de novo, e isso fez minha pica jorrar longos jatos grossos de porra que caíram na minha barriga e no púbis, escorrendo pelo tronco da minha pica. O putinho, ao ver isso, começou a chupar todo o sêmen até chegar na ponta da pica. Sentir a língua áspera na ponta da pica foi igual a um choque, e isso não deixou minha pica amolecer. Ela continuava dura e pulsando enquanto o putinho lambia. Ficou assim até acabar todo o sêmen, e de repente minha pica começou a soltar jorros de porra de novo. Fiquei parado até o putinho lamber todo o sêmen e voltar a chupar as bolas. Depois de um tempo, minha pica começou a dormir, e a língua começou a arder um pouco a pele das bolas. Então eu tirei ele e fechei as pernas. Depois de um tempo, dormi bem deslechado. Na noite seguinte, repeti a mesma rotina de dormir no colchão no chão pelado, esperando o putinho voltar, e acabei dormindo esperando. No meio da noite, senti ele entrar pela janela miando, e então me virei de novo de barriga pra cima com as pernas bem abertas. O putinho continuou miando e andando por ali. Então eu levantei, peguei ele, me deitei e coloquei a cabeça dele nas minhas bolas, e ele só começou a lamber minhas bolas suadas. E assim tive a mesma coisa da noite anterior. Com as lambidas e massagens do putinho, eu soltava porra pra todo lado, e o putinho tomava tudo. Fiquei assim os 10 dias que cuidei da casa. Todas as noites, o putinho chupava minhas bolas e chupava minha pica e tomava meu sêmen. No dia que os donos da casa voltaram. A senhora dava beijos na buceta da puta, e eu pensava: se soubesse, coitada, onde estava metendo a boca. Essa foi a única vez que cheguei perto do que é zoofilia, se é que dá pra chamar aquilo assim.
Há muitos anos atrás, quando eu era um moleque, uns vizinhos do bairro iam viajar e não queriam deixar a casa sozinha, então me pediram pra cuidar. Era só ir regar as plantas, e à noite dormir lá pra parecer que tinha alguém e evitar que entrassem pra roubar.
Assim, de manhã eu ia, dava comida pro cachorro, pra cadela e pros passarinhos que eles tinham. Regava as plantas e à noite ia dormir. Só pediram pra não deixar ninguém entrar. Então, na primeira noite, depois de um calor infernal o dia inteiro, fui dormir na casa.
Ao entrar na casa, era como entrar num forno, o calor que tinha se acumulado com o dia todo fechado era impressionante. Naquela época ninguém tinha ar condicionado, no máximo um ventilador. Deitei num quarto que o casal usava pra visitas, e o calor era insuportável. Em minutos, já estava encharcado de suor.
Levantei, tomei um banho e saí molhado e pelado, coloquei o colchão na sala, que tinha uma janela maior e ventilador de teto. Então empurrei a mesa, coloquei o colchão no chão debaixo do ventilador e, ainda todo molhado do banho, tentei dormir. O calor continuava sufocante, mas o vento do ventilador batia direto nas minhas bolas e me refrescava um pouco.
Essa brisa nas bolas fez meu pau começar a endurecer, e assim fui pegando no sono, pelado no colchão no chão, de barriga pra cima com as pernas abertas pra sentir todo o ar do ventilador. Depois de um tempo, já dormindo, comecei a sentir algo estranho nas minhas bolas. Ao abrir os olhos, vi a cadela entre minhas pernas, com as patas dianteiras amassando minhas bolas. E de tanto massagem, meu pau ficou duro. E aí... passei de massagear as bolas pra lamber elas. A língua era áspera e fria. Eu abri mais as pernas pra dar espaço pra ele me lamber tudo com facilidade. Assim, com a cabeça dele entre minhas pernas, o putinho lambia minhas bolas e, se eu levantava a pélvis e as pernas, ele ia pro meu cu e, quando eu abaixava as pernas, ele lambia a base da minha pica dura que não parava de pulsar, até começar a sair gotas de porra da ponta. De repente, ele parou de lamber e, com as patas, massageou minhas bolas de novo, e isso fez minha pica jorrar longos jatos grossos de porra que caíram na minha barriga e no púbis, escorrendo pelo tronco da minha pica. O putinho, ao ver isso, começou a chupar todo o sêmen até chegar na ponta da pica. Sentir a língua áspera na ponta da pica foi igual a um choque, e isso não deixou minha pica amolecer. Ela continuava dura e pulsando enquanto o putinho lambia. Ficou assim até acabar todo o sêmen, e de repente minha pica começou a soltar jorros de porra de novo. Fiquei parado até o putinho lamber todo o sêmen e voltar a chupar as bolas. Depois de um tempo, minha pica começou a dormir, e a língua começou a arder um pouco a pele das bolas. Então eu tirei ele e fechei as pernas. Depois de um tempo, dormi bem deslechado. Na noite seguinte, repeti a mesma rotina de dormir no colchão no chão pelado, esperando o putinho voltar, e acabei dormindo esperando. No meio da noite, senti ele entrar pela janela miando, e então me virei de novo de barriga pra cima com as pernas bem abertas. O putinho continuou miando e andando por ali. Então eu levantei, peguei ele, me deitei e coloquei a cabeça dele nas minhas bolas, e ele só começou a lamber minhas bolas suadas. E assim tive a mesma coisa da noite anterior. Com as lambidas e massagens do putinho, eu soltava porra pra todo lado, e o putinho tomava tudo. Fiquei assim os 10 dias que cuidei da casa. Todas as noites, o putinho chupava minhas bolas e chupava minha pica e tomava meu sêmen. No dia que os donos da casa voltaram. A senhora dava beijos na buceta da puta, e eu pensava: se soubesse, coitada, onde estava metendo a boca. Essa foi a única vez que cheguei perto do que é zoofilia, se é que dá pra chamar aquilo assim.
0 comentários - Parece que vi uma putinha gostosa