Mi plan para follarme a la que me gusta.

Desta vez é outra história de cuck. Quando eu comecei na faculdade, tinha uma mina muito gostosa, meio alta, magrinha, peito pequeno mas bem formado, rabo lindo, cara de anjo, descendente de indiana, cabelo liso e olhos castanhos. O nome dela era Luísa. A putinha sempre chegava junto com a amiga dela, que era ainda mais gostosa, mas eu tava afim da Luísa, não da amiga, então tentava me aproximar dela, e ela sempre me ignorava, sem eu saber por quê. As outras amigas dela não largavam do meu pé, uma vez até brigaram pra ver quem ganhava mais atenção minha. Aí resolvi chamar a Luísa pra sair, ela aceitou e fomos comer. Enquanto comíamos, começamos a falar sobre os gostos de cada um, e ela não hesitou nem um segundo em dizer que gostava de homens negros. Na hora eu pensei: "Claro, por isso nem me dá bola". Ao mesmo tempo, lembrei que um cara que eu odiava era negro, e ela não parava de falar com ele. No dia seguinte, cheguei com um plano pronto. E olha, eu não queria que ela fosse minha namorada, só queria meter uma foda nela e pronto. Pra isso, usei minhas amigas que eram negras. Fiz a Luísa ver como as minas negras não queriam papo com ele, e sim comigo. Eu sabia que, além disso, uma das amigas tinha um namorado negro e ainda não tinha transado com ele. Essa mina era a Angie. Uma gostosa curvilínea, com uma bunda e uns peitos enormes, e claro, era negra. A Angie era minha amigona e sabia que eu não me envolvia com sentimentos com ninguém. Aí cheguei nela e comecei a conversar sobre se ela já tinha feito com ele, como ela gostaria que fosse. Bom, tive a conversa que uma amiga teria com ela, e funcionou, porque a Angie me contou que tinha medo de decepcionar o namorado, que eles só tinham transado uma vez, e foi só um boquete. Eu dei o conselho de ela praticar com objetos (também não ia ficar parecendo um desesperado). No dia seguinte, a Angie sentou do meu lado e disse: "Testei o que você falou, e acho que não funciona. Preciso saber se tô fazendo direito." Eu me fiz de... O mal-entendido da situação e, depois, ao sair das aulas, ela me fala: "E se eu fizer com alguém? Alguém que não vá dar problema nem achar que quero algo só porque deixo ele me comer." Eu só falei: "Se você acha que isso vai funcionar, tudo bem." Na sequência, Angie sorriu pra mim e gritou que era eu quem devia fazer, que eu tinha que ajudá-la. No começo, recusei só pelo tesão de vê-la implorando pra eu comer ela, e aceitei quando ela fez isso.

Depois de uma semana, Angie já estava pronta e preparada. Levei ela pra minha casa, um lugar mais tranquilo que um motel e mais confiável pra ela, já que ela já tinha estado lá antes. Ao chegar em casa, Angie sentou na minha cama e perguntou o que faríamos agora. Eu falei que, se ela queria agradar o namorado, tinha que saber como esquentar ele. Ela se levantou e fez um striptease pra mim — um bem quente, por sinal. Até comentei que, pra ser virgem, ela mandava muito bem. Ela só respondeu que tinha visto num pornô.

Depois de me deixar bem duro com o striptease, chamei a atenção dela e falei que ainda faltava algo. Ela se ajoelhou de calcinha e sutiã bem sexy. Desabotoou minha calça e tirou minha pica (não sei se sou o único, mas minha pica costuma ter um cheiro bem forte — não quero dizer que é suja, é mais que o cheiro natural dela é muito intenso). Ela cheirou minha pica, suspirou, engoliu seco e falou: "Tem um cheiro... estranho, mas eu gosto." E começou a lamber e chupar.

Passaram uns minutos e eu vi como ela literalmente mudou de uma expressão nervosa e preocupada pra uma de safada e satisfeita, igual criança chupando um pirulito (isso é outra coisa: além do cheiro forte, as mulheres, não importa se novinhas ou mais velhas, sempre falam que tem um gosto bom). Ela tava ali me fazendo um oral que tenho certeza que nunca fez no namorado. Mesmo eu tendo gozado em 15 minutos, ela quis continuar. Engoliu meu leite, me mostrou como engolia e continuou chupando minha pica. Quando ficou satisfeita, levantou, se mexeu... Coloquei a calcinha de lado e ela sentou em cima de mim, colocou os peitos na minha cara e começou a cavalgar. Dava sentadas uma atrás da outra. Os gemidos dela eram de dor e as mãos castigavam minhas costas cravando as unhas enquanto cavalgava meu pau com a buceta dela sendo desvirginada. Depois de uns 30 minutos, ela deixou a dor de lado e começou a gemer de prazer. Os movimentos dela mudaram pra uns mais sensuais e gostosos, os peitões dela quicavam no meu rosto até que aquela gostosa me fez gozar e, ó surpresa, ela deu uma sentada tão forte que tremeu e gritou com uns leves tremores enquanto eu gozava dentro dela. Claro, ela se levantou cansada e disse: "bem, o que achei?" Eu ri da pergunta e puxei ela pra cama, deitei ela com força, abri as pernas dela e meti de uma vez. Ela gemeu de novo e arqueou as costas. Me disse entre gemidos enquanto eu enfiava uma e outra vez: "Deus! Pensei que você tinha acabado... meu namorado goza uma vez e pronto, acaba tudo..." Eu comecei a sufocar ela enquanto fodava com força e persistência. Fiquei ali por mais 30 minutos, me levantei e tirei o pau devagar, a buceta dela deixou um fio de viscosidade entre meu pau e a buceta suja dela. Ela sentou e me olhou nos olhos, depois desceu e viu meu pau que ainda tava duro. Ela suspirou e me perguntou: "por que meu namorado só goza uma vez e depois me deixa parada? Será que não satisfaço ele?" Eu me levantei na cama e fiquei de pé na frente dela com meu pau tocando o campo de visão dela, bem na frente do rosto dela, meu pau molhado com os sucos dela e meu gozo misturados. Falei: "me mostra de novo que você também sabe fazer." Ela pegou meu pau e começou a me masturbar enquanto chupava minhas bolas, me disse baixinho: "tudo que sei fazer vi em filme pornô." Eu peguei ela pelo cabelo e forcei ela a me dar um garganta profunda, ela engasgou e gemeu enquanto fazia uma cara de puta insaciável. Gozei na boca dela depois de um tempo. Ela sorriu, lambeu os lábios, limpou a boca com um dedo e chupou o dedo, sendo sincero, aquilo Só tinha visto isso nos pornôs. Era verdade, ela tava tentando recriar o que tinha visto e não era ruim nisso. Desci da cama e coloquei ela de quatro, ela riu e falou "sim, papai, me ensina a foder". Enfiei a piroca tão forte e rápido que ela gozou na hora. Castiguei ela com palmadas e continuei metendo na buceta dela uma vez e outra, ficamos tipo uma hora naquela posição, deixando a buceta dela tão cheia de porra que parecia uma Oreo com creme demais. Depois disso, a gente se vestiu, ela quis tomar um banho antes de sair. Depois do banho, se vestiu, me deu um beijo, me pagou uma grana pelo favor e foi pra casa. Quando chegamos no dia seguinte, ela sentou do meu lado de novo, mandou minha melhor amiga sair e se sentou no lugar dela. Ou seja, eu tava com minha melhor amiga na esquerda e a Angie na direita. Perguntei pra Angie como tinha sido com o namorado dela. Ela falou "terminei com ele". Perguntei por quê, e ela disse "se não vai me foder direito, então não quero nada com ele". Naquele dia, a Angie foi comigo pra casa de novo, era sexta-feira, então fiquei com ela muito mais tempo grudada na minha piroca. O ex-namorado dela ligou, e a safada atendeu e mandou uma foto da minha piroca pra ele. Isso sim, não mostrou o rosto dela. Era uma puta, mas não queria que os outros a tratassem como tal. Nem sei o que ele escreveu, mas depois que largou o telefone, ela ficou ainda mais safada que antes. Tudo isso foi notado pela Luísa, porque ela começou a falar mais com a Angie e a perguntar sobre o namorado dela. Angie, claro, só dizia que tinha terminado porque ele não dava tudo que ela queria.

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