Chantageada após roubo em casa 7

Olá pessoal, obrigada por me seguirem e lerem minhas histórias, por favor, deixem um comentário no final pra eu saber se vocês gostaram, muito pouca gente comenta 😕 😞 Muito obrigada 🙂

No dia seguinte do que aconteceu com meu avô, eu ainda estava em choque com tudo que tinha rolado com ele, ainda tava impactada, não acreditava, me sentia muito nervosa, tipo, sentia culpa, pensava ou sentia que meu avô ia me dedurar pros meus pais, me sentia preocupada e culpada, embora claro, eu não tinha culpa de nada, mas era assim que me sentia na maior parte do tempo, além de muito preocupada porque já eram três pessoas que tinham me usado, e ainda meu avô tinha visto as fotos e lido as mensagens, entre o Bacal e o Cochino e eu, tava muito nervosa por causa disso, agora ele sabia meu segredo.

Por outro lado, não conseguia parar de lembrar daquele dia, do que tinha acontecido e como meu próprio avô tinha me entregado pra um cara estranho e como ele se masturbava enquanto eu era abusada pelo vendedor, e não só isso, ele gozou no meu rosto, comecei a pensar que talvez o Bacal e o Cochino tenham razão, que quem sabe eu tenho alguma coisa na cara que faz todo mundo querer me comer ou pensar que sou uma puta – pensava – “e se eu realmente for uma, só que eu não sabia?” me sentia muito confusa.

Também lembrava como meu avô me fez andar no segundo andar do shopping sem calcinha, bem colada no parapeito de vidro, e como os caras viravam pra me olhar, alguns muito sem vergonha, tenho certeza que vi mais de um tirando foto, todas essas lembranças me deixam confusa, porque sentia muita vergonha de ter andado daquele jeito, mas ao mesmo tempo sentia uma excitação diferente por me sentir observada pelas pessoas.

Não demorou muito enquanto eu pensava nessas coisas quando recebi uma ligação, olhei e era o Bacal – “oi puta, como você tá puta? já queremos ver você puta, temos algo muito especial pra amanhã, então é melhor você se comportar, como a boa puta que você é, Janice” eu meio que Surpresa, pergunto: "Do que se trata, o que era?" E ele só me responde com alguns xingamentos antes de desligar.

O resto do dia foi normal, só fiquei meio pensativa, mais com o assunto do meu avô. Já no final da tarde, umas 6h mais ou menos, minha mãe saiu de casa pra visitar uma amiga, então fiquei sozinha com meu pai. A gente via TV e conversava quando bateram na porta, e meu pai foi atender. Escutei ele conversando um pouco, e aí ele voltou pra sala e falou: "Ah, coração, é seu avô. Ele disse que aproveitou que viu sua mãe sair pra passar aqui e dar um oi, e queria saber se a gente acompanhava ele comprar umas coisas na cidade. Mas não tô a fim, não. Vai você, acompanha ele, coitado, aproveita que sua mãe não tá. Já viu, ela sei lá por que não quer nem ver ele, mas a briga deles não tem nada a ver com a gente, então você devia ir." Antes que eu respondesse, vi ele entrar na sala e me cumprimentar: "Oi, minha gatinha, como cê tá? Quanto tempo sem te ver. Anda, minha nena, me acompanha, vamos aproveitar que a fera não tá, e você me ajuda. A gente volta antes dela chegar." Eu não tava muito segura de ir, mas meu pai falando pra ir e meu avô também, então não consegui dizer não. Sabia que meu avô não tava tramando nada de bom, ainda mais depois do que rolou na praça, mas não pude recusar, porque meu pai e meu avô estavam pedindo, e os dois são adultos, e eu tenho dificuldade em desrespeitar os mais velhos.

Quando entrei na caminhonete dele, ele me deu uma sacolinha e falou: "Anda, gatinha, se troca, quero que você fique linda." Abri e tinha uma minissaia e um top, ambos bem pequenos, branquinhos, e uma calcinha fio dental branca também. Aí meu avô disse: "Vai, rápido, gatinha, se troca aqui antes que alguém apareça, anda." Sem muitas opções, me troquei na caminhonete, com meu avô não tirando os olhos de mim nem por um segundo.

Quando finalmente consegui me trocar, saímos de casa. Aí meu avô parou na próxima esquina e falou: "Vamos ver, minha gatinha, você vai... chupar a pica do seu vovô, putinha, não quero que você tire da sua boca por nada, entendido, putinha", nisso ele abaixou o short que tava deixando a pica dele à mostra, ela tava dura e molhada, ele pegou com a mão e ficava sacudindo, enquanto me dizia "vem aqui, minha gatinha, tomar seu leite", me segurando com a mão direita na nuca, puxando minha cabeça pra baixo em direção à pica dele, era uma pica bem grossa e cheia de pelos, era um monte de pelo e isso me dava um certo nojo, eu tinha que abrir toda a minha boca pra conseguir meter, sentia o cheiro forte dela e quanto mais entrava na minha boca, meu rosto encostava nos pelos dele, o que eu não gostava, nisso o sujeito segurou o volante apoiando os braços na minha cabeça, fazendo eu engolir mais sem conseguir tirar a pica da minha boca.

Comecei a salivar demais e mal conseguia respirar, ele ligou a caminhonete e dirigiu, não sei quanto tempo foi, mas senti que foi bastante, nisso senti uma das mãos dele na minha cabeça e ele empurrou com toda força pra baixo, fazendo eu praticamente me engasgar, e nisso ouvi ele resmungar e dizer "assim, puta, engole o leite do vovô, puta, assim minha Janice, engole, puta", seguido de vários jatos de porra quente que eu sentia indo direto pro meu estômago, sentia escorrendo pelo canto da boca e eu tentava engolir tudo pra poder respirar.

Depois de alguns segundos ele parou de gozar, mas continuava com a pica dura e ainda empurrando, nisso ele parou e me soltou, fazendo eu conseguir tirar a pica dele da minha garganta.

Comecei a tossir um pouco e tentava respirar, tinha a boca toda, os lábios escorrendo porra do meu avô, nisso eu ia limpar com a mão e ele me deu um tapa, dizendo pra eu nem pensar, me olhando com uma cara que me assustou um pouco, já que ele nunca tinha falado comigo assim e muito menos me dado um tapa, aí eu só balancei a cabeça dizendo "sim".

Comecei a ver onde a gente tinha chegado, não reconhecia nada, ainda estávamos na estrada, mas dava pra ver uma entrada de lado, um caminho de terra.

Meu avô revisava o caminhão e virou pra me olhar – "acho que é aqui, minha gatinha, vamo ver se não passamos do ponto, se passamos é culpa tua por chupar tão gostoso" – ele riu e me pegou de novo com a mão, me levando de volta pro pau dele, que pra minha surpresa ainda tava duro, enfiou de novo na minha boca se apoiando na minha cabeça enquanto dirigia, como a estrada era ruim, cada buraco ou subida da caminhonete fazia minha boca pular pra cima e pra baixo, o que fazia meu avô gemer mais que antes, e em poucos minutos ele gozou de novo na minha boca, só que dessa vez foi pouca porra, senti que quase não me engasguei e senti o pau dele ficando mole devagar na minha boca.

Ele me levanta com a mão e fala – "chegamos, putinha, olha Janice, vamos nos divertir nós dois, ok? então não quero que você seja desobediente, quero que minha gatinha seja uma putinha obediente, não quero te castigar, ok"

Sim, vovô, tá bem, vou me comportar, falo isso enquanto dou um sorriso amigável
Aí pergunto – vovô, onde a gente tá e o que vamos fazer aqui?

– "muito bem, putinha, hoje vamos fazer boas obras, cê vê que sou um bom católico e eu notei que você quase não tá indo na missa com seus pais, então hoje vamos fazer boas ações pra compensar os dias que você faltou"

Ele desceu da caminhonete e pede pra eu descer.

Nisso vejo ele se virar na parte de trás da caminhonete e pegar uma sacola, aí pergunto – o que é isso, vovô?

– "minha gatinha, te falei que vamos fazer boas obras hoje, né? são uns cobertores e umas coisas de comer pra dar pra uns conhecidos, lembra que uns anos atrás eu bati o carro? pois quando me recuperei, foi aqui que me internaram, dizendo que era pra eu não beber tanto e essas merdas, pois é bem aqui e vamos dar isso pra uns parceiros Lugar e mais conhecido pra continuar bebendo.

Então eu achei que a gente ia largar essas paradas e ir pra casa, já que ele tinha gozado duas vezes na minha boca, pensei que já tinha se cansado de mim.

Nesse lugar onde a gente tava, que era tipo uma delegacia ou rancho, dava pra ver poucas casas, pouca iluminação nas ruas, as ruas laterais à principal eram de terra, muitos cachorros de rua. Mesmo não sendo tarde, a cidade tava bem vazia, quase não tinha gente nas ruas, pelo menos na parte onde a gente tava.

A gente desceu da caminhonete e meu avô me mandou segui-lo, fez um sinal com a cabeça pra gente ir.

Tava difícil andar com os saltos que eu tava usando, então ele pegou na minha mão.

A gente caminhou um pouco por uma das ruas de terra até que ele falou: — "Olha, Janice, já chegamos" — apontando com a mão pra última casa, bem no fim do caminho, onde só tinha mato em volta daquela construção velha. Quando chegamos, parecia uma escola primária antiga, com salas típicas que parecem cubos, com janelas espalhadas pelo terreno cheio de mato alto, e tudo cercado por uma cerca de tela metálica.

Entramos numa sala de espera que era praticamente um cubo, com uma TV velha pendurada na parede, daquelas quadradas antigas, uma mesa velha igual às de escola onde os professores sentam, e tinha um cara de uns 55 anos sentado, com uma cara horrível, que cumprimentou meu avô e não parava de me olhar com uns olhos vermelhos, inchados, abertos como pires, saltados, parecia um louco de filme de terror.

Ele falou com meu avô e disse que veio ver tal pessoa, não escutei direito os nomes porque eu tava olhando o lugar todo com um pouco de nojo.

Vi meu avô dar dinheiro pra ele, e o velho se levantou e abriu uma porta que dava pro quintal dos fundos, tirando um cadeado da grade. Nisso, vi ele dar outra chave pro meu avô, que guardou no bolso. Ele fez um sinal pra gente. com a cabeça, como quem diz "passem", meu avô entra e me fala: — "vamos, gatinha, levar isso, esse filho da puta já deu passagem" — falando isso enquanto o outro cara não fazia nenhum gesto, só me olhava sem piscar.

— "Com licença, senhor" — falei, e ele não respondeu nada.

Passei e saímos num pátio cheio de árvores, bem grande, com um caminho marcado por pedras brancas nas laterais, tipo desenhando uma trilha no meio do mato. Lá no fundo dava pra ver umas casinhas ou quartos. Eu continuava andando com muita dificuldade por causa do terreno e dos saltos altos que eu tava usando.

Depois de uns minutos caminhando, chegamos num dos quartos, daqueles pequenos, tipo depósitos, pelo menos pareciam. Chegamos no único que tinha luz acesa dentro e fora; todos os outros estavam no escuro. Nisso, meu avô me fala: — "Ó, gatinha, segura as sacolas pra mim" — e tira a chave do bolso e começa a abrir a porta.

Na sequência, um: — "E aí, pai? Como é que tão esses filhos da puta? Tão uma merda, hein?"

Ouvi muitas risadas e várias pessoas falando ao mesmo tempo. Eu tava fora daquele quarto, sem ver quem era ou o que tava rolando, esperando meu avô entregar as coisas e a gente vazar.

Meu avô: — "Olha só o que eu trouxe pra vocês, seus cachorros, pra vocês verem que eu gosto de vocês. Trouxe uma surpresa."

Nisso, escuto meu avô me mandando entrar e trazer a surpresa. Entro no quarto com as duas sacolas que ele tinha deixado comigo, falo: — "Toma, vô."

Viro e vejo que são 3 pessoas. A verdade é que nunca tinha visto eles antes. Achei que fossem amigos do meu avô da cidade, mas não reconheci ninguém.

Cumprimentei os senhores: — "Oi, tudo bem? Boa noite, prazer" — e entreguei as duas sacolas pro meu avô: — "Toma, vô, aqui estão as coisas."

— "Oi, bonequinha, boa noite. Felizes os olhos que contemplam um anjo tão lindo como você" — falou um deles, enquanto os três me olhavam de cima a baixo.

— "Pois é, é um prazer, coração, conhecer uma flor tão linda. Você é a neta desse velho feio? disse o outro sujeito
Ao que respondi – “sim, claro, é meu avô”

- “não pode ser, neném, como é possível que um anjinho igual você tenha algo a ver com esse bagulho tão feio”

Enquanto os três morriam de rir e, pra ser sincera, eu também tava rindo, porque achava muito engraçado tudo que falavam do meu avô

- “ih, é, filhos da puta, vocês devem estar muito bonitos, hein? Só porque tão de pé e se mexem, os urubus não levam vocês, se tão todos inchados, já parecem podres”
E todo mundo riu de novo dos comentários

“Vamos lá, neném, abre a bolsa”, aí comecei a abrir e, numa que tinha o cobertor, abri e estavam duas garrafas de álcool, uma de mezcal e uma de tequila, eu surpresa, não esperava que meu avô trouxesse aquilo.

Ao abrir a segunda bolsa, tinha coisas como sabonetes, desodorantes, biscoitos e outras coisas assim pra comer.

- “uffa, agora você se mandou, seu burrinho, nos deu uma boa surpresa, uma muito boa” – disse um dos caras.

Um se levantou na hora e falou – “vamos tomar uma, né? Afinal, tamo na reabilitação, que mais vai acontecer?” e todos riram, inclusive eu.

Era um ambiente muito agradável, entre brincadeiras e risadas, senti que eram uns senhores divertidos e legais.

Tiraram uns copos de plástico e começaram a servir um pouco, me deram um copo, mas falei que não bebia, aí meu avô me disse – “fica tranquila, minha gatinha, eu te dou permissão, além disso, não pode desprezar esses velhos, não vê que já tão quase pro outro lado? Da próxima vez que a gente ver eles, pode ser que estejam sendo enterrados” – sinceramente, não consegui evitar de rir muito, igual todo mundo, então peguei o copo.

Eu nunca tinha bebido nada, até que Bacal e Cochino me deram cerveja, mas tinha sido a coisa mais forte que tomei até aquele momento, nunca tequila, só de cheirar já sentia que tava tonta.

Disseram “saúde” e todos beberam, me explicaram que tinha que tomar tudo de uma vez, vi como cada um Eles tomaram como se nada fosse, então peguei meu copo. Foi a pior coisa de todas, sentia queimando minha língua e garganta, sentia deixando ela seca e senti um calor tremendo na garganta e no estômago, foi horrível, não sei que cara fiz porque todos começaram a rir de mim às gargalhadas.

Só com aquele copinho pequeno senti muito calor no corpo e um pouco de tontura, enquanto eles serviam outro eu disse que ia esperar um pouco, aí meu avô falou pra mim: — "O que foi, Janice, não ia ser uma menina obediente? Então não reclama e bebe mais um pouco", e na sequência me passou meu copo com outra rodada daquele tequila.

Tomei, e senti de novo queimando toda minha boca, garganta e até meu estômago.
Eles tomavam como se nada fosse, e olha que serviam o triplo ou o dobro do que me davam.
Eram três senhores da mesma idade do meu avô ou talvez um pouco mais ou um pouco menos, eu calculo entre 60 e 65 anos.

O primeiro deles se chama Pedro, um senhor baixinho, branco de pele, acho que é albino, porque quase não se veem as sobrancelhas e os cílios e a pele dele é quase rosa com o cabelo grisalho e loiro, uma pessoa muito engraçada.

O segundo se chama Priscilo, um cara gordo, muito moreno, quase preto, até parece cubano o senhor, é de altura média, tem o cabelo extremamente crespo, o nariz muito largo, quase gordo, e o rosto cheio de marcas de buraquinhos de acne.

O terceiro é Jorge, um senhor moreno escuro parecido com o Priscilo, magro, de altura média, completamente careca o senhor, com o nariz igualmente muito largo, as narinas bem abertas, pelo que contam é primo do Priscilo.

E meu avô, é uma pessoa de 63 anos, moreno, altura média, também nariz largo, cabelo liso, todo penteado pra trás, nem magro nem gordo, um homem forte com mãos calejadas porque trabalhou a vida inteira no campo.

Tomaram mais uns poucos goles, eu até agora tinha tomado só 3, mas acho que eles umas 6 doses cada um e eu via eles como se nada fosse. Nem os gestos que faziam ao pegar parecia que era água, e eu com aqueles três copinhos me sentia meio tonta.

Todo mundo conversava e ria, mas não tiravam os olhos das minhas pernas, de vez em quando viravam pra me olhar ou não paravam de me encarar, me sentia meio lisonjeada e por mais estranho que pareça, e não sei se por causa do álcool que me deram ou o quê, senti que a situação me agradava, ser observada em detalhes por três homens estranhos.

Já tinham acabado a garrafa de tequila e estavam agora com a de mezcal, me convidaram pra provar mas só consegui tomar três doses, senti mais forte que a tequila, até falei que preferia tequila, o que deu muita risada em todo mundo… eu me sentia meio tonta, pra ser sincera, e eles como se nada.

Nisso, no meio da conversa, começaram a falar de mulheres, falavam de tal pessoa como ela era gostosa, ou o quão puta era, e depois de cada comentário que faziam assim, me diziam: "com todo respeito, mamãe, que você também é bem gostosa" e riam.

Ou diziam: "Ah, sim, aquela vadia era boa pra chupar pau, com todo respeito, bonequinha" e riam.
Eu só ria das coisas que eles falavam.

Nisso, meu avô fala: "Ah, já encheu o saco com tanta lembrança, já até subiu o pau aqui."
E um deles, Priscilo, responde: "Aqui já subiu faz tempo", dizendo isso enquanto me olhava nos olhos, e os outros caras riram.

Nisso, meu avô levanta da cadeira onde estava sentado, desabotoa a calça, abaixa o zíper e tira o pau duro pra fora.

E todos os amigos dele gritando: "Não, seu burro, já tá com essas putarias, guarda essa merda", "Seu viado, mostrando isso, tá com fome?", coisas assim gritavam enquanto desviavam o olhar e bebiam.

Nisso, meu avô começa a rir das coisas que falavam pra ele e me diz: "Vem cá, Janice, vem, gatinha, você sabe o que fazer com o vovô", e pega minha mão me puxando pra perto dele. Levanto da minha cadeira e me ajoelho na frente dele e, sem pensar, começo a chupar o pau dele na frente dos três, chupo bem forte, sem Nenhuma vergonha, acho que foi por causa do álcool, porque em outro momento eu teria resistido mais ou dito alguma coisa, mas dessa vez não foi assim. Só me levantei e enfiei tudo na minha boca, fazendo o possível pra engolir tudo.

Enquanto isso, no quarto, um silêncio enorme tomou conta. Só se ouvia minha boca chupando a pica do meu avô e minha saliva escorrendo. Foi quando ouvi meu avô falar: "Olha, nenenzinha, para um momento." Virei e vi os três amigos dele com as picas pra fora das calças, se masturbando.

— "Minha gatinha linda, para um pouco. Você vai agradar seu avô, né?"
— "Sim, vô."
— "Então, gatinha, o avô gosta de ver como sua neta fica putinha chupando pica. Então quero que você tire o leite dessas picas, ok?"
Respondi: "Sim, vô, vou fazer."

Nisso, me levantei sem brigar, sem dizer nada, me aproximei deles e me ajoelhei no meio dos três.

Um deles disse: — "Pô, você é foda mesmo, Burro. Nunca tivemos uma bebezinha tão gostosa. Vamos aproveitar bem."

Então comecei a sentir eles apalpando meu corpo inteiro. Metiam a mão no meu top, beliscando meus peitos, puxando meus bicos. Tocavam minha bunda pequena e enfiavam a mão por baixo da minha calcinha fio dental. Sentia mãos em cada parte do meu corpo.

Um deles tirou meu top, e os outros tiraram a mini-saia e a calcinha, ficando nua no meio deles, só com meus saltos ainda.

Sentia vários dedos tentando entrar na minha buceta e no meu cu, enquanto me diziam o quanto eu estava molhada e o quanto eu era puta. Só sentia tudo, nem conseguia abrir os olhos. Sentia bocas chupando meus bicos e meu pescoço, enquanto as seis mãos percorriam cada parte do meu corpo.

Seguravam meu rosto com as mãos e me beijavam com um pouco de brutalidade, mordiam meus lábios e minha língua, enfiavam suas línguas sujas até minha garganta. Depois de alguns minutos, sinto eles levantarem minha bunda e ouço meu avô dizer:

— "Aonde você vai com essa pica, porra, Pedro? Pedro: "Como assim, 'pra onde', dar uma pirocada na putinha?"

Meu avô diz: "Nem fodendo, filho da puta, hoje minha putinha só vai tirar leite com a boca. Se quiser, beleza, se não, vai tomar no cu."

Pedro responde: "Ah, não, tá suave, calma lá, meu burro. Claro que quero, só não seja filho da puta e um dia empresta ela, né?"

E todos riram.

Passaram na minha frente e, um por um, foram colocando os paus na minha frente. Eu estava cercada por 3 paus pela primeira vez na vida. Tava nervosa e meu coração batia a mil. Sentia minha buceta não parar de escorrer, via eles gotejando e sentia o cheiro rançoso de cada um. Mas, diferente de outras vezes, isso não me deu nojo, só me fez ficar mais molhada.

O primeiro a meter o pau na minha boca foi o Priscilo. Ele tinha um pau bem grande e preto, quase roxo na cabeça, cheio de pelos. Eu tava com muito trabalho pra respirar, mas pra minha sorte ele durou poucos segundos dentro, porque o Pedro puxou minha cabeça. O Pedro tinha um pau bem diferente, completamente branco pálido, parecia até de plástico. Me surpreendeu porque também era de um tamanho considerável, não tão comprido quanto o do Priscilo, mas quase, e muito grosso. Ele meteu na minha boca e começou a se mexer.

Poucos segundos depois, ele também tirou, e nisso sinto uma coisa enorme entrando na minha boca. Sentia que ia deslocar minha mandíbula de tão grosso e grande. Era um pau preto sem pelos, o que fazia ele parecer ainda mais comprido. Via ele empurrando com força e, mesmo fazendo todo o esforço, sentia que ele chegava só um pouco mais da metade. Queria tirar, mas ele me segurava. Esperava que os outros puxassem minha cara pra eles continuarem, mas ninguém dizia nada. Via eles rindo e me olhando sendo comida de boca.

Meu avô dizia: "Tá gostando dessa piroca, putinha, hein? Hahahaha."

"Você vai matar ela, cachorro, e depois a gente vai brincar com o quê? Hahahaha", diziam os outros enquanto riam, até que finalmente ele tirou o pau da minha boca.

Agora começavam a se revezar, um por um metia o pau na minha boca enquanto pegavam minhas mãos e levavam pros paus deles. Enquanto chupava uma rola, eu masturbava as outras duas. Saía uma da minha boca e entrava outra, e minha mão trocava de rola. Fiquei assim até que o primeiro gozou na minha cara, enchendo meus olhos, nariz e boca de porra. Já não conseguia mais enxergar, ardia um pouco por causa do que tinha entrado nos meus olhos.

Depois, o seguinte gozou, soltando jatos de porra dentro da minha boca e o resto no meu rosto. O sêmen escorria até meu peito e corpo. Em segundos, o terceiro gozou na minha boca e cara. Eu estava com o rosto todo coberto de porra, escorrendo pra todo lado. Nisso, meu avô me disse: — "Não deixa cair, putinha. Puxa com o dedo e leva pra boca."

Então comecei com um dedo a me limpar e comer tudo que puxava. Tentava arrastar tudo pra minha boca. Nisso, sinto mais um dedo me ajudando, levando a porra até minha boca e me fazendo chupar o dedo. Fiquei assim até conseguir abrir um pouco os olhos.

Via todos ao meu redor com as rolas na mão, batendo uma, mas já bem murchas. Nisso, meu avô me levanta e diz: — "Falta a minha gozada, putinha." Vejo ele sentar na cama e me puxar, me colocando de costas pra ele. Enquanto eu estava de pé, ele me pega pelos ombros e me senta no pau dele. Sinto ele entrar na minha buceta, que já estava super ensopada. Quase tive um orgasmo só de sentar nela. Comecei a cavalgar e não dei nem cinco pulinhos quando ouço meu avô gemer e dizer: — "Engole minha porra, puta do caralho!", enquanto começava a me dar tapas muito fortes, um atrás do outro, até ele parar de gritar. Ele me levanta, e todos estavam com cara de quem tinha corrido uma maratona. Diziam que tinha sido uma das melhores noites deles.

— "Assim até dava pra aguentar a reabilitação", disse um, enquanto todos riam. Meu avô me falou: — "Agradece, putinha, porque eles te deram de comer. Se veste, mas dá a calcinha de presente pra eles." Então deixei ela largada na cama.

Falei: — "Muito obrigada, senhores, por me darem de comer. Agradeço muito."

— "De nada, putinha gostosa. Quem diria que o... O burrito tem uma neta tão putinha e obediente, deve ser uma delícia o que eles aprontam”

Eu só sorri e falei: “muito obrigada, senhor”. Aí perguntei se podia lavar o rosto, mas ele disse que não, que as putinhas têm que ter orgulho de ficar com a cara lambuzada de porra de macho e que eu ia ficar assim mesmo, que em casa eu lavava.

Eles beberam mais um pouco, conversando como se nada tivesse acontecido, mas enquanto falavam, ficavam passando a mão no meu corpo, nas minhas pernas, na minha bunda pequenininha, e eu deixava, toda nua no quarto no meio deles. Ficamos assim por mais um tempo até meu avô falar que já era hora de ir. Ele se despediu dos amigos, e todos seguraram ele, dizendo: “Não seja cuzão, Burro, quando você volta? Mas dessa vez deixa a gente brincar de verdade com a putinha”.

— “É, tem que deixar a gente um pouquinho com ela!”
— “Depois a gente vê, seus arrombados. Agora vão tomar no cu, agradeçam que eu tive pena de uns famintos desses” — disse meu avô rindo. “Dá tchau, gatinha, e vamos embora.” Ele saiu do quarto.

Eu fui me despedir, e um deles me puxou, me dando um beijo na boca, me segurando com força, enfiando a língua inteira na minha boca, enquanto eu sentia as mãos dele nas minhas nádegas, separando com força e roçando os dedos no meu cu. Quando ele me soltou, fui puxada por outro que fez a mesma coisa, enquanto os outros dois me apalpavam. Assim até o terceiro me soltar também. Minha boca estava inchada de tanto que chuparam meus lábios, e eu sentia a baba nojenta deles espalhada pelo meu rosto. Mas, mesmo assim, me sentia muito bem, orgulhosa de agradar todos os homens.

— “Agora, putinha, deixa uma lembrança pra eles, dá sua calcinha. Quando voltar, você pega de volta.”
— “Sim, vô, tá bom.”

Eu tirei a calcinha com as duas mãos e entreguei pra um deles, que sorriu e disse: “Vamos deixar ela bem gostosa pra você, putinha, você nem vai querer tirar, hahahaha.”

Me despedi de todos de novo, igual meu avô, e fomos até a caminhonete voltar pra cidade. enquanto meu avô me dizia – “você foi uma boa menina, Janice, viu como aqueles velhos nojentos ficaram felizes? você acabou de fazer uma boa ação, amor, é um anjo, quero que continue se comportando tão bem assim, amor, acho que não quer que papai e mamãe saibam o quão piranha você é, né?”
Ao que eu respondi: não, não, vovô, não quero que eles saibam de nada

– “boa menina, de agora em diante vamos brincar muito, sabia? adoro te ver com outros, então se acostume com isso e com mais jogos que tenho planejados pra você, gatinha”
Sim, vovô, tá bem – respondi




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Chantageada após roubo em casa 7

8 comentários - Chantageada após roubo em casa 7

Espero no tardes tanto en subir en publicar el siguiente y agregar más fotos
Me encantan todos tus relatos. Mamita hermosa, preciosa
muchas gracias por decirmelo y por leerlos muackkkk
@Janice____yanis me fascinan preciosa Janice. Chat
Qué rico poder volver a leer tus relatos 😜😜
muchas graciasss 🙂 muackkk que bueno que te gustooo 🙂