Primeira vez... Depois de muito tempo

Primeira vez que escrevo um relato na minha vida (80% real)... Em 2008, eu tinha só 22 anos (vinha de experiências ruins no amor e aproveitei 2 anos de Instituto, longe de todo meu círculo social pra descansar de relacionamentos que só me traziam desilusões tristes...), naquela época as redes sociais de namoro estavam começando, uma das primeiras que conheci foi a que começa com "B", naquele tempo era muito parecida com o Facebook, dava pra colocar corações, comentar as fotos e tinha álbuns de fotos privados que só dava pra ver se o/a autor/a te desse permissão. Na hora comecei a conversar com uma mulher de 30 anos de Rafael Castillo, me surpreendeu, naquela época, uma mulher mais velha me dar trela, porque nunca tinha acontecido comigo. Em menos de uma semana fomos tomar um café perto da estação Flores, já que era um ponto intermediário pra nós dois. Enquanto esperava o ônibus pra ir pra casa dela, nos despedimos com um beijo apaixonado que terminou numa videochamada bem quente pelo MSN. E um compromisso de vir comer umas pizzas em Villa Urquiza na semana seguinte e, claro, ficar pra passar a noite. Dá pra imaginar como eu tava depois de quase 2 anos sem sexo (só na punheta), os dias passavam e pareciam ter 30 horas. Até que chegou o dia, esperei ela com pizzas e cerveja, ela vinha do trabalho com uma calça jeans, tênis e uma regata preta que mal segurava os peitos dela (125), ela era morena, olhos castanhos, pele morena e baixinha. Tava contente e meio tímida, fomos pra sala de jantar e comemos, depois da terceira cerveja e já mais soltos, começamos a falar de sexo, ela custava a acreditar que eu não tinha transado com ninguém em 21 meses, embora tivesse notado minha ereção depois da primeira garrafa. Quando fui buscar a quarta, no caminho pra cozinha, ela me alcançou e disse que queria beber da boca, automaticamente me deu um beijo que eu pude responder com um aperto forte na bunda dela, encostando meu pau. Volumei contra o umbigo dela, e a resposta dela foi se afastar o suficiente pra desabotoar minha calça. Quando sentiu a dureza e a umidade da minha pica, a única coisa que ela disse foi: "Preciso chupar ela". Ela se ajoelhou e começou a chupar minha pica como se fosse um bezerro órfão. Tinha bastante experiência, porque eu sentia que minha cabeçuda tinha entrado no paraíso. Ficamos na cozinha por uns minutos até que eu não aguentei mais e soltei todo meu esperma na boca dela sem avisar. Ela só fez um gemido de surpresa seguido de prazer. Depois, ela me disse que não acreditava, porque nunca tinha tomado tanta porra numa só gozada. Minha resposta foi comer a boca dela com um beijo gostoso e levá-la pro meu quarto, onde coloquei ela de quatro imediatamente na cama. A calça dela ficou enroscada nas pernas enquanto ela me exibia uma linda calcinha fio dental branca de renda e a bunda dela brincando, dizendo: "Tá gostando do que vê? Olha como eu tô depiladinha". Aí, sem falar nada, a única coisa que fiz foi puxar a calcinha dela, que já tava encharcada de lubrificação. Meu instinto disse: "Chupa ela, você tem que tomar tudo isso". E foi exatamente o que fiz. Enfiei minha cara na buceta dela, comi toda a xota sem piedade, tomei todos os sucos dela enquanto com minhas mãos eu abria as nádegas dela. Parecia um animal, e ela uma puta no cio. Ela me deu muito suco pra tomar, e derramou um monte na minha cama. Nessa hora, ela já pedia pica aos gritos, tava desesperada pra sentir. Me levantei e dei umas palmadas nela. Assim que encostei minha pica na entrada da vagina dela, ela se jogou pra trás e entrou toda sem problema. Nós dois gememos ao mesmo tempo, e comecei a bombar como um louco (não esquece: 22 anos e mais de 20 meses sem foder). Ela continuava gozando, molhando todo meu colchão. Não sei dizer quanto tempo ficamos assim, mas foi um bom tempo. Quando finalmente eu tava quase gozando, ela pediu pra eu gozar fora, queria sentir meu esperma quente nas costas dela. E, de fato, meu esperma chegou até a cabeça dela, foi um jato bem carregado e quente. Foi uma sequência que repetimos 2 vezes. às vezes mais, com várias variações, das 00h até umas 05h. A gente repetiu umas quantas vezes, até que um dia ela chamou a prima dela... Quem sabe mais pra frente eu conto essa história...

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