Oi, somos Sergio e Sara, estamos juntos há 9 anos e hoje finalmente posso dizer que minha fantasia se realizou: ver minha mulher com outro homem. Não sei quando começou essa obsessão de vê-la nos braços de outro... bem, na verdade acho que sei, eu lembro. Uma noite qualquer, sonhei que estávamos fazendo amor, eu deitado de costas enquanto ela chupava meu pau de quatro. No meio do ato, ela disse que tinha convidado um amigo para se juntar a nós, e quando menos esperava, ele estava atrás dela, comendo ela. Foi uma sensação estranha, muito estranha: raiva, ciúmes, desconfiança... um monte de coisas. Mas como ela estava me chupando, aos poucos foi virando excitação e, de repente, acordei! Com a dúvida: o que tinha acontecido? Levei um tempo para assimilar e comentei com Sara. Disse que tinha sonhado com outro homem fodendo ela e que a ideia não me desagradava nem um pouco, pelo contrário, tinha sido excitante. (O quêêê? Você tá maluco, eu nunca faria isso, você não tá bem, não é normal o que você conta e muito menos se me pede) Foi o que ela respondeu quando propus. O assunto ficou por ali, mas eu fui tocando no tema, já que a situação me deixava muito excitado. Fui vendo páginas, vídeos, imagens (cuckolding) – era a definição do que eu queria. Sempre que fazíamos amor, quando a masturbava, apalpava ou chupava sua buceta, eu aproveitava essas situações. Sussurrava no ouvido dela para fechar os olhos e imaginar outro homem, até ela gozar, para ver se assim mudava de opinião. Depois de tanta insistência, disse que a levaria para fazer uma massagem tântrica. Ela topou, sem saber o que era uma massagem tântrica (vale destacar que ela ama massagens). Quando chegamos lá, expliquei do que se tratava. Ela aceitou e me surpreendeu – claro, eu estaria presente. Chegamos no local, entramos no quarto, um cara jovem, musculoso, bem cuidado e, sobretudo, educado. Ela ficou fascinada. Quando se despiu na frente dele, deitada de bruços só de calcinha... pfff, que situação mais... excitante, não comi ela, foi uma massagem com masturbação, já que ela se deixou levar, mas deixei ela na dúvida do que teria acontecido, se...
Os dias foram passando, os meses, e o assunto voltou à tona. Depois de muito tempo, ela finalmente topou. Baixamos vários aplicativos de encontro, ela conversou com um monte de homens e ninguém a convenceu. Até que um dia ela foi a uma despedida de solteira, conheceu o Victor, um stripper gato, e gostou dele. Conversou com ele, e entre uma brincadeira e outra, perguntou se ele fazia serviços de garoto de programa ou algo do tipo, claro que pagando. Trocaram os números, foram conversando. Com o passar dos dias, ela foi contando o que tínhamos em mente e se ele topava, claro que sem cobrar. Ele aceitou.
Chegou o tão esperado dia. Marcamos de tarde/noite num bar para o primeiro contato, e se todos estivéssemos à vontade, iríamos para um hotel por horas que eu tinha reservado antes (espelhos no teto, laterais da cama, um sofá de Kama Sutra, uma cama redonda, um jacuzzi... basicamente tudo o que tem de pornográfico pra se ver). Acho que dos três, o mais relaxado era eu. Até o Victor me confessou que era a primeira vez que fazia aquilo, mas que tava com muita vontade, queria viver essa experiência.
Ao entrar no quarto, nossos corações começaram a bater mais rápido, a respiração ficou um pouco ofegante, o nervosismo. Ficamos parados na entrada e, como os três somos inexperientes, ninguém dava o primeiro passo. Não sabíamos por onde começar e até onde poderíamos ir. Os limites fui eu que coloquei. No começo, eu era relutante com a ideia de eles se beijarem na boca, mas lembrei que isso é uma das coisas que mais a excita. Aceitei isso. Sexo anal, aí não, por ali só eu entraria 😅
Sentei no jacuzzi, fiquei confortável. Via os dois nervosos, com risadas, olhares que não se fixavam em lugar nenhum, assim por um minuto. Até que ele tomou a iniciativa, pegou ela pela mão, levou até a cama, começou a dançar para ela, a encostou na parede e começou a apalpá-la. Primeiro as costas, beijos suaves, umas carícias... o clima já estava esquentando. Ela com as mãos nas costas dele e me olhando de soslaio, eu... Falei pra ela se acalmar, que tudo ia ficar bem e que era pra curtir. Eles ficaram frente a frente, respirando o mesmo ar, se olhando com cumplicidade, um pouco de excitação e o coração a mil. E aí veio o primeiro beijo. (Eu sabia que não tinha mais volta, o que fosse acontecer naquele quarto ia acontecer.) Um daqueles beijos que você dá quando tá muito excitado, com as mãos na bunda dela, apertando pra sentir o pau dele duro. Ele sentou ela na cama, foi beijando o pescoço e começou a tocar os peitos. Eu já tava excitado e falei pro Victor que, se ele quisesse deixar ela muito cachorra, tinha que chupar os peitos dela, que era o que mais excitava ela. Ele me respondeu: se ela deixasse. Eu balancei a cabeça. Ele baixou as alças do vestido, deslizou ele pelos ombros até revelar os seios lindos dela. Começou a chupar um enquanto apertava o outro, alternando, claro. Ela tava extasiada, e no rosto dela dava pra ver que ela queria mais, sem eu perder um segundo da cena. Ele deitou ela na cama e começou a esfregar a pussy já molhada dela, subindo e descendo, sentindo meu coração quase explodir de vê-la assim. Ele tirou o pau pra fora e começou a se masturbar pra deixar ainda mais duro. A Sara foi ficando mais confiante e foi tocando todo o corpo robusto e musculoso dele, passando a mão pelas partes. Quando ela me viu, com um gesto eu disse pra ela masturbá-lo. Eles começaram a se masturbar mutuamente, e no rosto dela dava pra ver que ela queria aquela rola dentro. O Victor me perguntou se eu tinha alguma objeção a ele chupar ela. Nenhuma, foi o que respondi. Ele levantou o vestido dela até a altura dos quadris, abriu as pernas dela e foi tirando o thong, com carícias e beijos, até deixá-la completamente nua. Foi passando a língua pelas pernas dela até chegar no paraíso. Quando enfiou a língua, a Sara jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido. Não sei como ele comeu, mas ela adorava — as expressões dela me diziam tudo. O Victor se sentou pra colocar a camisinha, e ela só se observava no espelho do teto, com um Cara, que excitação, desespero e ainda um pouco de nervosismo enquanto eu ia roçando no pau dele. Vi como ele jogou a cabeça pra trás de novo, mas com mais intensidade. Aí pude notar que ela enfiou – ela foi apertando as costas, empurrando pra dentro enquanto rebolava os quadris pra encontrar mais prazer. Foram mudando de posição, ele a colocou de lado, ainda de joelhos, ficou encantado porque podia ver as expressões: os olhos, os lábios sendo mordidos, aqueles movimentos com as pernas, a cara de prazer que ela fazia. Estávamos hipnotizados, os dois observando.
Victor se deitou na cama ao lado de Sara, a tinha de lado, penetrando nela com as pernas fechadas. Me aproximei discretamente e levantei a perna dela pra poder ver como ele enfiava. Houve um momento que nos conectamos os três – eles dois se olhando no espelho, desenfreados, corpos nus se deixando levar pela paixão do momento. Enquanto ele a fodia, eu via os peitos dela balançando. Eu, de frente, curtindo aquele espetáculo. Interrompi porque queria mais, então disse pra Sara: "Põe ela por cima, sei que ela adoraria". Com uma voz e um sorriso diabólico e angelical ao mesmo tempo, ela disse que sim.
Aí começou o show dela. Estar por cima dá a ela controle sobre tudo o que quer – marca o ritmo, decide como quer que enfiem. Ela mandava, se sentia empoderada, desejada. Com uns movimentos de quadril espetaculares, ela montou em cima. Ela mesma pegou no pau dele e o introduziu com movimentos lentos e suaves. Foi esfregando os peitos nos pectorais definidos dele sem parar de olhar. Pude notar que Sara estava encantada. Agora quem mandava era ela, com umas cavalgadas que eu ouvia Victor gemer e dizer baixinho: "Que delícia, mas me dá muita vergonha gritar na frente do seu marido".
Uma bunda de invejar, umas pernas espetaculares, uns peitos não muito pequenos nem muito grandes – perfeitos. Uma cara tímida mas extasiada de desejo sexual e descontrole. Uma fantasia realizada, um amontoado de sentimentos conflitantes. Eu a via como... Peguei aquela safada pulando em cima dele, os sucos dela escorrendo pelos ovos enquanto se beijavam apaixonadamente. Achei que o Victor já tinha gozado, porque ele não parava de gemer. Quando mudaram de posição, perguntei pra Sara se tava tudo bem. Ela respondeu: "Até agora, ótimo. O único problema é que, depois de 9 anos sem usar camisinha, tá bom, mas não como ela gostaria". Por um segundo, passou pela minha cabeça a ideia de eles fazerem sem proteção, mas ainda não nos conhecíamos tão bem nem tínhamos tanta confiança, então passei lubrificante. Mandei ela ficar de quatro e, enquanto ele a comia, não aguentei mais. Abaixei a calça, tirei o pau pra fora e enfiei na boca dela. Fazia tempo que eu queria ver e viver essa situação. Foi um espetáculo. Vi ele metendo nela enquanto eu ia comendo a buceta dela.
Eles mudaram de posição de novo, ele a colocou de bruços, ficando por cima, acariciando suas costas, segurando suas mãos, beijando-a de lado. Vê-la submissa àquele homem, mexendo os pés de um lado para o outro... não dava para ver o rosto dela, mas dava para ouvir os gemidos. Mudaram de posição, ela de bruços com os pés entre seus ombros, e ele começou de novo – aqueles gestos, aquelas mãos percorrendo todo o corpo dela, aqueles gemidos de prazer, metendo cada vez mais forte enquanto ela rebolava os quadris para aproveitar ainda mais. Tirou os pés dos ombros e colocaram na posição papai e mamãe. Não pensei duas vezes, fui para trás para ver e me deleitar com aquela imagem: como ele a penetrava, como o pau entrava e saía da buceta dela, como ela mexia as pernas com os saltos ainda calçados – isso dava ainda mais asas à imaginação. Quando estavam quase gozando, eu interrompi para dar mais luz no quarto e não perder nada. Victor se sentou, ela de costas, e ele voltou à carga, mas com mais força. Sara gritando, gozando, gemendo... tudo já estava bem molhado e lubrificado, pffff, que espetáculo. Sara gozou, agarrando os lençóis, dobrando os pés e gemendo de prazer, com aqueles gestos que me deixam louco. "Mais, mais, mais, não para, me dá mais, mais, papai!" foi o que ela gritou quando terminou. Ela olhou fixamente nos olhos dele e, com a voz e respiração ofegantes, disse: "Agora é sua vez". E começaram de novo. Ele foi com mais força ainda, os sons de aplausos pareciam uma ovação. Sara só olhava para ele, queria que ele gozasse como ela tinha gozado. E, com um grito de "uauuuuu", ele gozou – aquelas enfiadas, aquela penetração foram diminuindo. Eles gozaram juntos, mas Sara veio com os olhos abertos; pude ver como o corpo dela tremia cada vez que ela gozava, como ela fazia aquela cara de satisfação, e eu me perguntava por que ela tinha gostado tanto e não sentia culpa. Quando Victor acabou, ele disse que nunca tinha pensado em gozar daquele jeito, e destacou o quanto o corpo da minha mulher era espetacular. Ela pediu água, mas ainda não se separavam, com a respiração ofegante... fortes e rápidas devido ao orgasmo que tiveram juntas, Sara com as mãos na cabeça disse: antes disso eu queria fazer uma lipoaspiração, mas agora não quero mais...(Digo que ela estava um pouco insegura com o corpo, tive que ser uma terceira pessoa para fazê-la acreditar que é perfeita) Quando tirei, ela fez a expressão de novo, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Depois de 60 minutos de paixão, luxúria, sexo, trocando fluidos e beijos na boca. Elas se separaram, foi para o chuveiro e depois de um tempo foi embora, nos deixando sozinhos. Não vou entrar em detalhes do que fizemos depois, mas sim, aproveitamos o sofá Kama Sutra e o jacuzzi🤤, antes nem passava pela minha cabeça fazer esse tipo de coisa, mas agora já combinamos de repetir, por enquanto com o mesmo.
Os dias foram passando, os meses, e o assunto voltou à tona. Depois de muito tempo, ela finalmente topou. Baixamos vários aplicativos de encontro, ela conversou com um monte de homens e ninguém a convenceu. Até que um dia ela foi a uma despedida de solteira, conheceu o Victor, um stripper gato, e gostou dele. Conversou com ele, e entre uma brincadeira e outra, perguntou se ele fazia serviços de garoto de programa ou algo do tipo, claro que pagando. Trocaram os números, foram conversando. Com o passar dos dias, ela foi contando o que tínhamos em mente e se ele topava, claro que sem cobrar. Ele aceitou.Chegou o tão esperado dia. Marcamos de tarde/noite num bar para o primeiro contato, e se todos estivéssemos à vontade, iríamos para um hotel por horas que eu tinha reservado antes (espelhos no teto, laterais da cama, um sofá de Kama Sutra, uma cama redonda, um jacuzzi... basicamente tudo o que tem de pornográfico pra se ver). Acho que dos três, o mais relaxado era eu. Até o Victor me confessou que era a primeira vez que fazia aquilo, mas que tava com muita vontade, queria viver essa experiência.
Ao entrar no quarto, nossos corações começaram a bater mais rápido, a respiração ficou um pouco ofegante, o nervosismo. Ficamos parados na entrada e, como os três somos inexperientes, ninguém dava o primeiro passo. Não sabíamos por onde começar e até onde poderíamos ir. Os limites fui eu que coloquei. No começo, eu era relutante com a ideia de eles se beijarem na boca, mas lembrei que isso é uma das coisas que mais a excita. Aceitei isso. Sexo anal, aí não, por ali só eu entraria 😅
Sentei no jacuzzi, fiquei confortável. Via os dois nervosos, com risadas, olhares que não se fixavam em lugar nenhum, assim por um minuto. Até que ele tomou a iniciativa, pegou ela pela mão, levou até a cama, começou a dançar para ela, a encostou na parede e começou a apalpá-la. Primeiro as costas, beijos suaves, umas carícias... o clima já estava esquentando. Ela com as mãos nas costas dele e me olhando de soslaio, eu... Falei pra ela se acalmar, que tudo ia ficar bem e que era pra curtir. Eles ficaram frente a frente, respirando o mesmo ar, se olhando com cumplicidade, um pouco de excitação e o coração a mil. E aí veio o primeiro beijo. (Eu sabia que não tinha mais volta, o que fosse acontecer naquele quarto ia acontecer.) Um daqueles beijos que você dá quando tá muito excitado, com as mãos na bunda dela, apertando pra sentir o pau dele duro. Ele sentou ela na cama, foi beijando o pescoço e começou a tocar os peitos. Eu já tava excitado e falei pro Victor que, se ele quisesse deixar ela muito cachorra, tinha que chupar os peitos dela, que era o que mais excitava ela. Ele me respondeu: se ela deixasse. Eu balancei a cabeça. Ele baixou as alças do vestido, deslizou ele pelos ombros até revelar os seios lindos dela. Começou a chupar um enquanto apertava o outro, alternando, claro. Ela tava extasiada, e no rosto dela dava pra ver que ela queria mais, sem eu perder um segundo da cena. Ele deitou ela na cama e começou a esfregar a pussy já molhada dela, subindo e descendo, sentindo meu coração quase explodir de vê-la assim. Ele tirou o pau pra fora e começou a se masturbar pra deixar ainda mais duro. A Sara foi ficando mais confiante e foi tocando todo o corpo robusto e musculoso dele, passando a mão pelas partes. Quando ela me viu, com um gesto eu disse pra ela masturbá-lo. Eles começaram a se masturbar mutuamente, e no rosto dela dava pra ver que ela queria aquela rola dentro. O Victor me perguntou se eu tinha alguma objeção a ele chupar ela. Nenhuma, foi o que respondi. Ele levantou o vestido dela até a altura dos quadris, abriu as pernas dela e foi tirando o thong, com carícias e beijos, até deixá-la completamente nua. Foi passando a língua pelas pernas dela até chegar no paraíso. Quando enfiou a língua, a Sara jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido. Não sei como ele comeu, mas ela adorava — as expressões dela me diziam tudo. O Victor se sentou pra colocar a camisinha, e ela só se observava no espelho do teto, com um Cara, que excitação, desespero e ainda um pouco de nervosismo enquanto eu ia roçando no pau dele. Vi como ele jogou a cabeça pra trás de novo, mas com mais intensidade. Aí pude notar que ela enfiou – ela foi apertando as costas, empurrando pra dentro enquanto rebolava os quadris pra encontrar mais prazer. Foram mudando de posição, ele a colocou de lado, ainda de joelhos, ficou encantado porque podia ver as expressões: os olhos, os lábios sendo mordidos, aqueles movimentos com as pernas, a cara de prazer que ela fazia. Estávamos hipnotizados, os dois observando.
Victor se deitou na cama ao lado de Sara, a tinha de lado, penetrando nela com as pernas fechadas. Me aproximei discretamente e levantei a perna dela pra poder ver como ele enfiava. Houve um momento que nos conectamos os três – eles dois se olhando no espelho, desenfreados, corpos nus se deixando levar pela paixão do momento. Enquanto ele a fodia, eu via os peitos dela balançando. Eu, de frente, curtindo aquele espetáculo. Interrompi porque queria mais, então disse pra Sara: "Põe ela por cima, sei que ela adoraria". Com uma voz e um sorriso diabólico e angelical ao mesmo tempo, ela disse que sim.
Aí começou o show dela. Estar por cima dá a ela controle sobre tudo o que quer – marca o ritmo, decide como quer que enfiem. Ela mandava, se sentia empoderada, desejada. Com uns movimentos de quadril espetaculares, ela montou em cima. Ela mesma pegou no pau dele e o introduziu com movimentos lentos e suaves. Foi esfregando os peitos nos pectorais definidos dele sem parar de olhar. Pude notar que Sara estava encantada. Agora quem mandava era ela, com umas cavalgadas que eu ouvia Victor gemer e dizer baixinho: "Que delícia, mas me dá muita vergonha gritar na frente do seu marido".
Uma bunda de invejar, umas pernas espetaculares, uns peitos não muito pequenos nem muito grandes – perfeitos. Uma cara tímida mas extasiada de desejo sexual e descontrole. Uma fantasia realizada, um amontoado de sentimentos conflitantes. Eu a via como... Peguei aquela safada pulando em cima dele, os sucos dela escorrendo pelos ovos enquanto se beijavam apaixonadamente. Achei que o Victor já tinha gozado, porque ele não parava de gemer. Quando mudaram de posição, perguntei pra Sara se tava tudo bem. Ela respondeu: "Até agora, ótimo. O único problema é que, depois de 9 anos sem usar camisinha, tá bom, mas não como ela gostaria". Por um segundo, passou pela minha cabeça a ideia de eles fazerem sem proteção, mas ainda não nos conhecíamos tão bem nem tínhamos tanta confiança, então passei lubrificante. Mandei ela ficar de quatro e, enquanto ele a comia, não aguentei mais. Abaixei a calça, tirei o pau pra fora e enfiei na boca dela. Fazia tempo que eu queria ver e viver essa situação. Foi um espetáculo. Vi ele metendo nela enquanto eu ia comendo a buceta dela.
Eles mudaram de posição de novo, ele a colocou de bruços, ficando por cima, acariciando suas costas, segurando suas mãos, beijando-a de lado. Vê-la submissa àquele homem, mexendo os pés de um lado para o outro... não dava para ver o rosto dela, mas dava para ouvir os gemidos. Mudaram de posição, ela de bruços com os pés entre seus ombros, e ele começou de novo – aqueles gestos, aquelas mãos percorrendo todo o corpo dela, aqueles gemidos de prazer, metendo cada vez mais forte enquanto ela rebolava os quadris para aproveitar ainda mais. Tirou os pés dos ombros e colocaram na posição papai e mamãe. Não pensei duas vezes, fui para trás para ver e me deleitar com aquela imagem: como ele a penetrava, como o pau entrava e saía da buceta dela, como ela mexia as pernas com os saltos ainda calçados – isso dava ainda mais asas à imaginação. Quando estavam quase gozando, eu interrompi para dar mais luz no quarto e não perder nada. Victor se sentou, ela de costas, e ele voltou à carga, mas com mais força. Sara gritando, gozando, gemendo... tudo já estava bem molhado e lubrificado, pffff, que espetáculo. Sara gozou, agarrando os lençóis, dobrando os pés e gemendo de prazer, com aqueles gestos que me deixam louco. "Mais, mais, mais, não para, me dá mais, mais, papai!" foi o que ela gritou quando terminou. Ela olhou fixamente nos olhos dele e, com a voz e respiração ofegantes, disse: "Agora é sua vez". E começaram de novo. Ele foi com mais força ainda, os sons de aplausos pareciam uma ovação. Sara só olhava para ele, queria que ele gozasse como ela tinha gozado. E, com um grito de "uauuuuu", ele gozou – aquelas enfiadas, aquela penetração foram diminuindo. Eles gozaram juntos, mas Sara veio com os olhos abertos; pude ver como o corpo dela tremia cada vez que ela gozava, como ela fazia aquela cara de satisfação, e eu me perguntava por que ela tinha gostado tanto e não sentia culpa. Quando Victor acabou, ele disse que nunca tinha pensado em gozar daquele jeito, e destacou o quanto o corpo da minha mulher era espetacular. Ela pediu água, mas ainda não se separavam, com a respiração ofegante... fortes e rápidas devido ao orgasmo que tiveram juntas, Sara com as mãos na cabeça disse: antes disso eu queria fazer uma lipoaspiração, mas agora não quero mais...(Digo que ela estava um pouco insegura com o corpo, tive que ser uma terceira pessoa para fazê-la acreditar que é perfeita) Quando tirei, ela fez a expressão de novo, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Depois de 60 minutos de paixão, luxúria, sexo, trocando fluidos e beijos na boca. Elas se separaram, foi para o chuveiro e depois de um tempo foi embora, nos deixando sozinhos. Não vou entrar em detalhes do que fizemos depois, mas sim, aproveitamos o sofá Kama Sutra e o jacuzzi🤤, antes nem passava pela minha cabeça fazer esse tipo de coisa, mas agora já combinamos de repetir, por enquanto com o mesmo.
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