Tava começando a gostar da ideia de dar pra outro que não fosse meu marido.
Mas a curiosidade sobre o nome foi mais forte que eu e perguntei em quem ele tinha pensado. Quando ele falou o nome do Raúl, que era marido da minha melhor amiga, e que era realmente gostoso, já comecei a mudar de ideia. Lembrei que no clube as mulheres contavam, quando a esposa dele não estava por perto, que ele era um safado, que não deixava mulher quieta e que sabia fazer as gostosas gozarem pra caralho. Além disso, sabia pelo meu marido, que via ele no vestiário quando tomavam banho depois de alguma partida de tênis, que o Raúl merecia mesmo o apelido de "três pernas" que às vezes usavam com ele, porque tinha uma pica descomunal.
Eu fiquei com tanta curiosidade de ver ele, que até me dá vergonha contar, que num fim de semana que passamos os quatro juntos na casa dele, aproveitei que tanto a mulher dele quanto meu marido estavam batendo papo com uns vizinhos pra entrar disfarçada no quarto pegar alguma coisa depois que ele tinha saído do banho. Não sei o que passava pela minha cabeça naquele momento, mas dei tanto azar que quando entrei de repente no quarto, ele se assustou e se cobriu rapidinho, sem eu conseguir ver nada. Que decepção, me arrisquei igual uma puta gostosa e no fim não vi porra nenhuma.
Então aceitei a proposta do meu marido e repeti pra ele que precisava prometer discrição e silêncio total. Adorava a ideia de transar com o Raul, mas não queria que ninguém soubesse. Se minha amiga descobrisse, ia virar o maior barraco e nossa amizade de tantos anos ia pro caralho, sem contar que ia ficar mal com o resto dos nossos amigos.
O dia chegou. Aproveitamos que os caras iam ficar fora a tarde inteira daquele sábado e ele disse pra mulher dele que ia ver um jogo de futebol com meu marido. A desculpa perfeita.
Quando ela chegou, a gente tomou uns whiskies e foi direto pro quarto. Quando ela me beijou na boca, senti o fogo subindo. Ela começou a me acariciar bem devagar e, quando chegou na minha buceta, senti que ia desfalecer, fazia tanto tempo que eu queria aqueles carinhos.
Ele foi se despindo enquanto meu marido observava tudo. Eu não tinha coragem de tocar nele e, quando ele me deitou suavemente na cama, levou minha mão até o pau dele, que ainda mole já era grande. Ali senti que ele começava a crescer e que realmente não tinham mentido pra mim.
Me deixei levar e ele começou a me beijar dos pés à cabeça enquanto as mãos dele se agarravam nos meus peitos. Quando chegava no lugar, passava reto, e isso me esquentava cada vez mais. Meus bicos pareciam que iam explodir. Tavam tão duros e excitados que só o roçar dos dedos dele já me levava à beira do clímax. Comecei a tremer igual uma louca.
Ele finalmente levou os dedos até minha buceta e enfiou dois na minha xota ao mesmo tempo em que com o polegar começava a massagear meu clitóris delicadamente. A língua e os dedos dele pareciam se multiplicar para estimular meus centros mais sensíveis.
Em dado momento, ela apoiou a cabeça na minha buceta e me deu várias lambidas no clitóris até que, finalmente, me penetrou com a língua e ali eu explodi sem me segurar e tive meu primeiro orgasmo. Meu marido me olhava sem entender nada.
Nessa altura, o pau dele parecia cada vez maior. Era descomunal. Ele me colocou debaixo dele e me penetrou devagarzinho.
Seu pau deslizava devagar pra dentro de mim e quando tava bem lá dentro começou a entrar e sair da minha buceta, avançando com cada estocada vários centímetros pro fundo da minha buceta. A gente tava chegando no orgasmo. Ele continuava bombando e o ritmo violento das investidas já tava insuportável pra mim.
Esqueci quem estava por cima de mim e que meu marido estava observando tudo. Fechei meus olhos e me deixei flutuar no meu orgasmo, que foi uma coisa maravilhosa.
Quando ele terminou, foi pro banheiro e, enquanto isso, eu fiz sinal pro meu marido se aproximar e comecei a masturbá-lo, e logo fiz ele gozar. Antes que espalhasse toda a porra, enfiei o pau dele na minha boca e deixei bem limpinho. Ele me agradeceu com o olhar.
Raúl voltou e eu comecei a acariciar ele suavemente, e notei que o pauzão dele ficou duro de novo. Eu queria gozar mais e montei em cima dele. Foi um momento glorioso porque ele me segurou com uma mão no umbigo enquanto acariciava um peito com a outra. Parada assim, baixei o olhar e vi o pau dele bem durinho e brilhoso, e eu mesma tive que tomar a iniciativa: me ergui sobre o joelho, peguei o pau dele pelo tronco, coloquei na entrada da minha pussy e me deixei cair devagar, sentindo cada centímetro de poronga entrando, gozando como uma slut.
Depois começou o movimento. Que jeito de foder! Meu marido ficou nos olhando com cara de surpreso e o pau dele já tava duro de novo, então fiz um sinal pra ele se aproximar e coloquei ele de novo dentro da minha boca — sabia que ele adorava isso — e comecei a chupar ele. Logo nós três gozamos gostoso, com orgasmos intensos, e ficamos exaustos, deitados na cama sem falar nada.
Depois de um tempinho, bateu uma vontade de chupar a do Raúl, então fui me virando devagar até ficar num 69 perfeito. Aproximei meu rosto da glande, segurando firme o pau dele pelo tronco enquanto acariciava os ovos com a outra mão. Passei os lábios na cabeça e vi aparecer na boquinha do pau o líquido pré-ejaculatório, que tinha todo aquele cheiro de macho. Eu tava soltinha e comecei meu fellatio, engolindo aquela porra descomunal, chupando com gosto e me arrepiando cada vez que ele bombeava devagar com a boca em busca dos sucos da minha buceta.
Raúl abriu minhas pernas e começou a me lamber. A língua dele entrava em cada cantinho da minha buceta. Ele rodeava meu clitóris com os lábios e fingia que ia chupar ele. Meu marido disse que queria participar e pediu pra eu ficar de quatro sem parar de chupar o Raúl. Ele se ajoelhou atrás de mim. Eu tava excitadíssima e implorei pra ele meter. Minha buceta tava bem exposta, com os lábios inchados. Ele separou eles e enfiou um dedo na minha cavidade quente e supermolhada. Eu não parava de gemer e mexia a bunda, provocando ele pra meter de uma vez, mas o pau dele não subia totalmente. Então continuei chupando a piroca grossa do marido da minha amiga, que tava dura, enquanto esperava a investida do meu marido.
Não sei se pelo que eu tava vendo ou porque tinha que acontecer, meu marido ficou duro de um jeito que nunca vi nem senti. Enfiou até o fundo da minha buceta molhada e começou a meter num ritmo descomunal. Achei que ia desmaiar. Que trepada ele me deu! Nunca imaginei. Ele me comia de novo como nos melhores dias.
Meu marido estava tão empolgado que me propôs comer minha bunda enquanto o Raúl metia na minha buceta. Não hesitei um segundo, parei de chupar o pau do meu amigo, virei e montei nele, deixando a raba bem empinada pra facilitar pro meu marido. Pra lubrificar, ele passou a língua no meu cuzinho e eu comecei a ficar louca quando ele foi enfiando devagar pra não me machucar. Fazia tanto tempo que eu não dava por ali que tinha esquecido o prazer que isso me dava.
Dois caras estavam me comendo ao mesmo tempo.
Raúl se mandou prometendo ficar de boca fechada sobre tudo, mas antes disso disse que a gente podia contar com ele quando quisesse. Falou que tinha se divertido pra caralho e esperava que a gente também. Pelo olhar que eu dei nele na hora, acho que ele sacou que eu me diverti pra cacete.
Meu marido me disse que, apesar de ter transado com o Raúl, na verdade ele tinha feito amor comigo, e disse que essa era a fórmula, por isso a insistência dele por tanto tempo. Eu não sei se foi realmente assim, porque eu gozei pra caralho com o outro e, por momentos, eram dois me penetrando, mas se ele ficou satisfeito com a experiência, não tenho por que tirar essa ideia da cabeça dele.
Desde então, a gente teve outros encontros desse tipo sem medo e seguros do que sentimos.
Mas a curiosidade sobre o nome foi mais forte que eu e perguntei em quem ele tinha pensado. Quando ele falou o nome do Raúl, que era marido da minha melhor amiga, e que era realmente gostoso, já comecei a mudar de ideia. Lembrei que no clube as mulheres contavam, quando a esposa dele não estava por perto, que ele era um safado, que não deixava mulher quieta e que sabia fazer as gostosas gozarem pra caralho. Além disso, sabia pelo meu marido, que via ele no vestiário quando tomavam banho depois de alguma partida de tênis, que o Raúl merecia mesmo o apelido de "três pernas" que às vezes usavam com ele, porque tinha uma pica descomunal.
Eu fiquei com tanta curiosidade de ver ele, que até me dá vergonha contar, que num fim de semana que passamos os quatro juntos na casa dele, aproveitei que tanto a mulher dele quanto meu marido estavam batendo papo com uns vizinhos pra entrar disfarçada no quarto pegar alguma coisa depois que ele tinha saído do banho. Não sei o que passava pela minha cabeça naquele momento, mas dei tanto azar que quando entrei de repente no quarto, ele se assustou e se cobriu rapidinho, sem eu conseguir ver nada. Que decepção, me arrisquei igual uma puta gostosa e no fim não vi porra nenhuma.
Então aceitei a proposta do meu marido e repeti pra ele que precisava prometer discrição e silêncio total. Adorava a ideia de transar com o Raul, mas não queria que ninguém soubesse. Se minha amiga descobrisse, ia virar o maior barraco e nossa amizade de tantos anos ia pro caralho, sem contar que ia ficar mal com o resto dos nossos amigos.
O dia chegou. Aproveitamos que os caras iam ficar fora a tarde inteira daquele sábado e ele disse pra mulher dele que ia ver um jogo de futebol com meu marido. A desculpa perfeita.
Quando ela chegou, a gente tomou uns whiskies e foi direto pro quarto. Quando ela me beijou na boca, senti o fogo subindo. Ela começou a me acariciar bem devagar e, quando chegou na minha buceta, senti que ia desfalecer, fazia tanto tempo que eu queria aqueles carinhos.
Ele foi se despindo enquanto meu marido observava tudo. Eu não tinha coragem de tocar nele e, quando ele me deitou suavemente na cama, levou minha mão até o pau dele, que ainda mole já era grande. Ali senti que ele começava a crescer e que realmente não tinham mentido pra mim.
Me deixei levar e ele começou a me beijar dos pés à cabeça enquanto as mãos dele se agarravam nos meus peitos. Quando chegava no lugar, passava reto, e isso me esquentava cada vez mais. Meus bicos pareciam que iam explodir. Tavam tão duros e excitados que só o roçar dos dedos dele já me levava à beira do clímax. Comecei a tremer igual uma louca.
Ele finalmente levou os dedos até minha buceta e enfiou dois na minha xota ao mesmo tempo em que com o polegar começava a massagear meu clitóris delicadamente. A língua e os dedos dele pareciam se multiplicar para estimular meus centros mais sensíveis.
Em dado momento, ela apoiou a cabeça na minha buceta e me deu várias lambidas no clitóris até que, finalmente, me penetrou com a língua e ali eu explodi sem me segurar e tive meu primeiro orgasmo. Meu marido me olhava sem entender nada.
Nessa altura, o pau dele parecia cada vez maior. Era descomunal. Ele me colocou debaixo dele e me penetrou devagarzinho.
Seu pau deslizava devagar pra dentro de mim e quando tava bem lá dentro começou a entrar e sair da minha buceta, avançando com cada estocada vários centímetros pro fundo da minha buceta. A gente tava chegando no orgasmo. Ele continuava bombando e o ritmo violento das investidas já tava insuportável pra mim.
Esqueci quem estava por cima de mim e que meu marido estava observando tudo. Fechei meus olhos e me deixei flutuar no meu orgasmo, que foi uma coisa maravilhosa.
Quando ele terminou, foi pro banheiro e, enquanto isso, eu fiz sinal pro meu marido se aproximar e comecei a masturbá-lo, e logo fiz ele gozar. Antes que espalhasse toda a porra, enfiei o pau dele na minha boca e deixei bem limpinho. Ele me agradeceu com o olhar.
Raúl voltou e eu comecei a acariciar ele suavemente, e notei que o pauzão dele ficou duro de novo. Eu queria gozar mais e montei em cima dele. Foi um momento glorioso porque ele me segurou com uma mão no umbigo enquanto acariciava um peito com a outra. Parada assim, baixei o olhar e vi o pau dele bem durinho e brilhoso, e eu mesma tive que tomar a iniciativa: me ergui sobre o joelho, peguei o pau dele pelo tronco, coloquei na entrada da minha pussy e me deixei cair devagar, sentindo cada centímetro de poronga entrando, gozando como uma slut.
Depois começou o movimento. Que jeito de foder! Meu marido ficou nos olhando com cara de surpreso e o pau dele já tava duro de novo, então fiz um sinal pra ele se aproximar e coloquei ele de novo dentro da minha boca — sabia que ele adorava isso — e comecei a chupar ele. Logo nós três gozamos gostoso, com orgasmos intensos, e ficamos exaustos, deitados na cama sem falar nada.
Depois de um tempinho, bateu uma vontade de chupar a do Raúl, então fui me virando devagar até ficar num 69 perfeito. Aproximei meu rosto da glande, segurando firme o pau dele pelo tronco enquanto acariciava os ovos com a outra mão. Passei os lábios na cabeça e vi aparecer na boquinha do pau o líquido pré-ejaculatório, que tinha todo aquele cheiro de macho. Eu tava soltinha e comecei meu fellatio, engolindo aquela porra descomunal, chupando com gosto e me arrepiando cada vez que ele bombeava devagar com a boca em busca dos sucos da minha buceta.
Raúl abriu minhas pernas e começou a me lamber. A língua dele entrava em cada cantinho da minha buceta. Ele rodeava meu clitóris com os lábios e fingia que ia chupar ele. Meu marido disse que queria participar e pediu pra eu ficar de quatro sem parar de chupar o Raúl. Ele se ajoelhou atrás de mim. Eu tava excitadíssima e implorei pra ele meter. Minha buceta tava bem exposta, com os lábios inchados. Ele separou eles e enfiou um dedo na minha cavidade quente e supermolhada. Eu não parava de gemer e mexia a bunda, provocando ele pra meter de uma vez, mas o pau dele não subia totalmente. Então continuei chupando a piroca grossa do marido da minha amiga, que tava dura, enquanto esperava a investida do meu marido.
Não sei se pelo que eu tava vendo ou porque tinha que acontecer, meu marido ficou duro de um jeito que nunca vi nem senti. Enfiou até o fundo da minha buceta molhada e começou a meter num ritmo descomunal. Achei que ia desmaiar. Que trepada ele me deu! Nunca imaginei. Ele me comia de novo como nos melhores dias.
Meu marido estava tão empolgado que me propôs comer minha bunda enquanto o Raúl metia na minha buceta. Não hesitei um segundo, parei de chupar o pau do meu amigo, virei e montei nele, deixando a raba bem empinada pra facilitar pro meu marido. Pra lubrificar, ele passou a língua no meu cuzinho e eu comecei a ficar louca quando ele foi enfiando devagar pra não me machucar. Fazia tanto tempo que eu não dava por ali que tinha esquecido o prazer que isso me dava.
Dois caras estavam me comendo ao mesmo tempo.
Raúl se mandou prometendo ficar de boca fechada sobre tudo, mas antes disso disse que a gente podia contar com ele quando quisesse. Falou que tinha se divertido pra caralho e esperava que a gente também. Pelo olhar que eu dei nele na hora, acho que ele sacou que eu me diverti pra cacete.
Meu marido me disse que, apesar de ter transado com o Raúl, na verdade ele tinha feito amor comigo, e disse que essa era a fórmula, por isso a insistência dele por tanto tempo. Eu não sei se foi realmente assim, porque eu gozei pra caralho com o outro e, por momentos, eram dois me penetrando, mas se ele ficou satisfeito com a experiência, não tenho por que tirar essa ideia da cabeça dele.
Desde então, a gente teve outros encontros desse tipo sem medo e seguros do que sentimos.
0 comentários - terrible trio