Chegou o dia. Naquela tarde, convidei a Ana para almoçar e disse para ela liberar a tarde. Como ela trabalha por conta própria, não teve problema. Comemos num restaurante perto do trabalho dela. Disse que fui convidado para um aniversário e queria que ela me acompanhasse, mas que antes tomaríamos uns drinks para animar a tarde. Comecei a falar coisas quentes no ouvido dela, enquanto passava a mão na virilha. Ana estava usando uma saia justa que marcava a bunda redonda e uma blusa transparente que deixava ver o sutiã e os peitos grandes por trás. Ela ficou um pouco desconfortável pelo lugar, mas disfarçadamente aceitava minhas carícias.
Quando já estava meio tonta e excitada, ela disse que queria fazer amor comigo na hora e que esquecêssemos da festa. Comentei que só passaríamos um momento com meus amigos para cumprir o combinado e depois iríamos para casa fazer o que ela quisesse. Chegamos no prédio e subimos no elevador. Nesse momento, a beijei e meti a mão na buceta dela, dizendo o quanto a desejava.
Chegamos no apartamento e, como combinado, Armando estava sozinho. Ana se surpreendeu, mas não suspeitou de nada. Entramos e perguntei ao Armando pelo resto do povo. Ele disse que éramos os primeiros a chegar. Ele nos ofereceu dois drinks e começamos a conversar. Como planejado, perguntei ao Armando o que ele estava fazendo, já que fazia tempo que não o via. Ele disse que, por causa da crise, estava trabalhando como stripper.
Disse: "Por que não faz um show para minha esposa enquanto os convidados chegam?" Ele respondeu que não tinha problema, desde que Ana concordasse. Ela não sabia o que dizer, mas, como nos viu com tanta intimidade, aceitou. Armando colocou uma música apropriada e começou a mexer o corpo. Ana tentava disfarçar e desviava o olhar, mas eu insistia para que ela olhasse, já que era dedicado a ela. Ela estava muito tensa, sem saber o que fazer. Foi quando... Tive a ideia de dizer ao Armando que eu ia imitar ele para aprender e depois fazer em casa com minha esposa.
Na hora, a Ana concordou porque achou engraçado, no começo ela ria às gargalhadas do meu show, mas prestava atenção especial nos movimentos do Armando. Quando estávamos lá dentro, a Ana sorriu de modo safado, me aproximei e perguntei se ela estava gostando, e ela respondeu que sim.
Coloquei minha mão por baixo da saia dela enquanto o Armando continuava se mexendo. No início ela resistiu porque ficou com vergonha, mas insisti dizendo que ela com certeza estava molhada, ela negava, mas no final aceitou. Enquanto ela olhava fixamente para o Armando, eu enfiava meus dedos nela e sussurrava coisas no seu ouvido. Pedi ao Armando que se aproximasse para que a Ana tirasse a cueca dele como se fosse um show de verdade, e como ela estava ardendo, disse sim, satisfeita.
Ela baixou a cueca e quando viu aquela massa de carne na frente dos seus olhos, virou para me olhar, eu, cúmplice, concordei e vi como ela de bom grado colocava aquele pau grande e negro na boca. Ela tirou e começou a passar a língua de cima a baixo naquele pau, seus olhos brilhavam, ela sabia que o marido estava realizando a fantasia dela.
Tirei a roupa dela e ela se deitou no móvel, enquanto chupava o Armando, eu desci até sua buceta para chupá-la, ela estava inundada de fluidos, gemendo de prazer, se contorcendo, enquanto engolia aquele pau negro. Ela pedia para eu chamá-la de puta e dizer que eu era um corno que deixava ela chupar outro homem. Quando eu disse o que ela pedia, ela soltou um grito de prazer como nunca antes. Tinha alcançado um orgasmo.
Ela se sentou no móvel e decidiu tomar as rédeas da situação, afinal, era a fantasia dela. Ela me mandou sentar em outra cadeira, abriu bem as pernas e ordenou ao Armando que a penetrasse, devagar, para sentir o pau enorme dele, enquanto ela me olhava, impotente, diante daquele espetáculo que eu tinha proporcionado. Ela estava suando, pedia ao negro que a fura-se, que lhe desse prazer, que a tratasse como uma puta, agarrava os próprios seios e me agradecia por ser tão compreensivo. Eu estava a ponto de explodir, pedi que ela me deixasse comê-la e ela recusou, disse que queria me ver me masturbando enquanto o negro a fodia. Eu estava alucinando e aceitei o pedido, me masturbei até gozar vendo aquele cenário grotesco, mas excitante.
Quando Armando estava prestes a gozar, ela ordenou que ele colocasse na boca dela e gozasse dentro. Ele fez, não sei quanta porra ele despejou, mas foi muita, escorria pela comissura dos lábios dela. Ela engoliu o que pôde e me pediu para me aproximar para me dar um beijo, um beijo cheio de porra de um desconhecido.
Depois ela se levantou do móvel, foi ao banheiro e pouco depois saiu banhada e vestida. Pediu que saíssemos dali, não sem antes agradecer a Armando por realizar sua fantasia.
Durante o caminho para casa não conversamos, entramos em casa, tomei banho e quando saí vi Ana dormindo com um doce sorriso no rosto.
Fiquei muito perturbado naquela noite. Ao amanhecer, Ana foi trabalhar muito cedo. À noite, quando voltei, ela estava lá me esperando sentada na sala, com um baby-doll transparente e insinuante. Disse que se sentia estranha, mas que não se sentia mal nem culpada. Abriu as pernas, me mostrou a buceta e reafirmou que, embora outro homem a tivesse penetrado, sua vagina e todo o seu ser eram apenas meus. Nos abraçamos, demos um doce beijo e fomos para a cama fazer amor como nunca havíamos feito antes.
Para as pessoas que lerem este relato, devo confessar que, embora tenha ficado muito perturbado, atordoado e confuso depois do que aconteceu, também tenho que dizer que superei muito bem, com aceitação do que foi, apenas uma fantasia realizada, já que nossa relação e nossas vidas se consolidaram muito mais a partir daquele dia. E muito mais.
Quando já estava meio tonta e excitada, ela disse que queria fazer amor comigo na hora e que esquecêssemos da festa. Comentei que só passaríamos um momento com meus amigos para cumprir o combinado e depois iríamos para casa fazer o que ela quisesse. Chegamos no prédio e subimos no elevador. Nesse momento, a beijei e meti a mão na buceta dela, dizendo o quanto a desejava.
Chegamos no apartamento e, como combinado, Armando estava sozinho. Ana se surpreendeu, mas não suspeitou de nada. Entramos e perguntei ao Armando pelo resto do povo. Ele disse que éramos os primeiros a chegar. Ele nos ofereceu dois drinks e começamos a conversar. Como planejado, perguntei ao Armando o que ele estava fazendo, já que fazia tempo que não o via. Ele disse que, por causa da crise, estava trabalhando como stripper.
Disse: "Por que não faz um show para minha esposa enquanto os convidados chegam?" Ele respondeu que não tinha problema, desde que Ana concordasse. Ela não sabia o que dizer, mas, como nos viu com tanta intimidade, aceitou. Armando colocou uma música apropriada e começou a mexer o corpo. Ana tentava disfarçar e desviava o olhar, mas eu insistia para que ela olhasse, já que era dedicado a ela. Ela estava muito tensa, sem saber o que fazer. Foi quando... Tive a ideia de dizer ao Armando que eu ia imitar ele para aprender e depois fazer em casa com minha esposa.
Na hora, a Ana concordou porque achou engraçado, no começo ela ria às gargalhadas do meu show, mas prestava atenção especial nos movimentos do Armando. Quando estávamos lá dentro, a Ana sorriu de modo safado, me aproximei e perguntei se ela estava gostando, e ela respondeu que sim.
Coloquei minha mão por baixo da saia dela enquanto o Armando continuava se mexendo. No início ela resistiu porque ficou com vergonha, mas insisti dizendo que ela com certeza estava molhada, ela negava, mas no final aceitou. Enquanto ela olhava fixamente para o Armando, eu enfiava meus dedos nela e sussurrava coisas no seu ouvido. Pedi ao Armando que se aproximasse para que a Ana tirasse a cueca dele como se fosse um show de verdade, e como ela estava ardendo, disse sim, satisfeita.
Ela baixou a cueca e quando viu aquela massa de carne na frente dos seus olhos, virou para me olhar, eu, cúmplice, concordei e vi como ela de bom grado colocava aquele pau grande e negro na boca. Ela tirou e começou a passar a língua de cima a baixo naquele pau, seus olhos brilhavam, ela sabia que o marido estava realizando a fantasia dela.
Tirei a roupa dela e ela se deitou no móvel, enquanto chupava o Armando, eu desci até sua buceta para chupá-la, ela estava inundada de fluidos, gemendo de prazer, se contorcendo, enquanto engolia aquele pau negro. Ela pedia para eu chamá-la de puta e dizer que eu era um corno que deixava ela chupar outro homem. Quando eu disse o que ela pedia, ela soltou um grito de prazer como nunca antes. Tinha alcançado um orgasmo.
Ela se sentou no móvel e decidiu tomar as rédeas da situação, afinal, era a fantasia dela. Ela me mandou sentar em outra cadeira, abriu bem as pernas e ordenou ao Armando que a penetrasse, devagar, para sentir o pau enorme dele, enquanto ela me olhava, impotente, diante daquele espetáculo que eu tinha proporcionado. Ela estava suando, pedia ao negro que a fura-se, que lhe desse prazer, que a tratasse como uma puta, agarrava os próprios seios e me agradecia por ser tão compreensivo. Eu estava a ponto de explodir, pedi que ela me deixasse comê-la e ela recusou, disse que queria me ver me masturbando enquanto o negro a fodia. Eu estava alucinando e aceitei o pedido, me masturbei até gozar vendo aquele cenário grotesco, mas excitante.
Quando Armando estava prestes a gozar, ela ordenou que ele colocasse na boca dela e gozasse dentro. Ele fez, não sei quanta porra ele despejou, mas foi muita, escorria pela comissura dos lábios dela. Ela engoliu o que pôde e me pediu para me aproximar para me dar um beijo, um beijo cheio de porra de um desconhecido.
Depois ela se levantou do móvel, foi ao banheiro e pouco depois saiu banhada e vestida. Pediu que saíssemos dali, não sem antes agradecer a Armando por realizar sua fantasia.
Durante o caminho para casa não conversamos, entramos em casa, tomei banho e quando saí vi Ana dormindo com um doce sorriso no rosto.
Fiquei muito perturbado naquela noite. Ao amanhecer, Ana foi trabalhar muito cedo. À noite, quando voltei, ela estava lá me esperando sentada na sala, com um baby-doll transparente e insinuante. Disse que se sentia estranha, mas que não se sentia mal nem culpada. Abriu as pernas, me mostrou a buceta e reafirmou que, embora outro homem a tivesse penetrado, sua vagina e todo o seu ser eram apenas meus. Nos abraçamos, demos um doce beijo e fomos para a cama fazer amor como nunca havíamos feito antes.
Para as pessoas que lerem este relato, devo confessar que, embora tenha ficado muito perturbado, atordoado e confuso depois do que aconteceu, também tenho que dizer que superei muito bem, com aceitação do que foi, apenas uma fantasia realizada, já que nossa relação e nossas vidas se consolidaram muito mais a partir daquele dia. E muito mais.

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