Agora é a vez da minha prima gostosa de rabão.

Depois dessa aventura, eu e minha irmã ficamos mais unidos. Uma vez, quase fomos pegos pela nossa mãe. Liliana estava no boquete matinal de sempre, quando minha mãe voltou pra casa porque esqueceu alguma coisa. — Uff, Lili, cada dia você melhora mais e mais nos seus boquetes. — É que você tem um pau muito gostoso, maninho. — Ela adorava o tom do incesto.Agora é a vez da minha prima gostosa de rabão.- Sabe, você tem umas nádegas e um cu tão apetitoso
- Uff, Edu, demorou pra notar, não acha? Lembra como você deixou o cu da Martha todo arrombado?
Eu me surpreendia cada vez mais com a perversão dela.
- Bom, ela aguentou muito bem enquanto eu arrebentava o cu dela, a putinha não tem só os peitos, as nádegas também são bem gostosas.
- Umas vadias do caralho que você pega, me diz, só nela que você meteu o cu?
- Bom, só na Martha, e adivinha quem mais tá pedindo pra eu dar só no cu? Já virou uma viciada.
- Que puta tá enfiando essa rola no bum dela? Marlene? Karina? Monse?
- Karina.
- Uff, maninho, cê acha que meu bum aguenta?
- Seu cu é de primeira, devia aguentar.
- Quem perguntou de você foi o velho Severino.
- Ufff, esse velho, toda vez que passo lembro daquele dia, como coloquei a camisinha com a boca e fiquei excitada.
- Além da Martha ter deixado ele seco, ele ficou com vontade de carne nova.
- Vou preparar a Karina pra gente comer ela entre eu e o velho, ou então vou arrumar outra putinha. Interessa, maninha?
- Ufff, isso soa bem, duas rolas. Cê me deixaria ter um trio, maninho?
E de uma vez ela engoliu minha rola toda, uffff, a língua dela se mexia como uma louca.
- Se for igual a dela, claro que sim, isso me excita demais, ou com alguém mais velho, uns setenta ou oitenta anos, seria incrível e excitante o contraste de idade.
Eu tinha que ir plantando a ideia.
- E o velho ia ficar de pau duro ou tomar Viagra ou o quê?
Os olhos dela estavam em mim, ela queria saber mais, e isso era bom.
- Claro que sim, tomaria um Viagra, a diversão seria mais duradoura, a gostosa ia gozar com duas rolas pra ela.
- Uff, que putaria deve ser sentir isso.
Ela parou de chupar minha rola e montou de uma vez, enfiou minha rola toda, sentia como roçava no útero dela, ufff, delicioso tudo, estávamos ambos prestes a explodir no clímax.rabao— Liliana, já acordou? Cadê você, meu bem? — A voz da nossa Mãe nos deixou gelados. — Edu, querido, tá acordado? — Levantei o mais rápido que pude pra tampar a porta e impedir que ela entrasse. — O que foi, Mãe? Tô me trocando. — Viu sua irmã? Ela não tá no quarto dela. — Ela falou que ia sei lá onde com sei lá qual amiga. — Falei isso na hora em que minha irmã tava me chupando a pica. — Pensei que você já tivesse no trabalho. — Comentei o mais tranquilo possível. — Esqueci uns papéis, mas já vou indo. Te vejo mais tarde, se comporte. — Eu sempre, Mãe. — Ouvi ela se afastando, tirei minha irmã de perto pra espiar pela janela e ver ela indo embora na caminhonete. Que susto que eu levei, mas parece que isso excitou ainda mais minha irmã. — Anã, você é louca? O que cê pensa? Quase que a gente é pego. — Eu me assustei, mas quando vi que ela não ia entrar, me acalmei. Aí lembrei do que a gente tava falando sobre o velho e fiquei com tesão. — Peguei ela pela cintura, coloquei de quatro, abri as bandas da bunda dela. As nádegas brancas e duras me agradavam, sentir o contraste das rabetas das minhas outras putas, a da Marlen durinha e morena, a da Martha firme e gorda. — Edu, ainda acho que não tô pronta pra você me comer no cu. — Fica tranquila, irmãzinha, só tô vendo quem vai ser a próxima bunda que vou foder hoje. Vou encher você de porra. — A buceta dela já tava mais lubrificada e molhada que uma fonte, coloquei a cabeça da minha pica na entrada dos lábios dela, que gulosos começaram a chupar. — Aí, irmãozinho, que fodas gostosas você me dá. — Escusado dizer que com minha irmã eu transava mais do que com qualquer outra das minhas putas, mas a gente não atrapalhava os deveres ou compromissos um do outro. Chegou o fim de semana e pensei que ia passar uns dias tranquilo e relaxado com minha irmã, já que minha Mãe ia num show com uma amiga dela. Mas bem dizem que a gente faz planos e eles dão errado, porque a amiga chata da minha Mãe fodeu meus planos ao cancelar com ela. Minha Mãe contou pra minha irmã, e por mais que eu tentasse convencê-la a não ir, não adiantou. —Desculpa, Edu, mas eu quero ir sim. Não acho que você vá sentir minha falta. Fala com sua NAMORADA ou com alguma das suas putas que elas vêm correndo. — Eu não sabia o que incomodava mais: ele ter namorada ou ter outra mulher além dela. Com a Karen ele se dava bem, parecia outra pessoa. Cumprimentava ela na escola, na rua, às vezes até estudavam juntos. Eu tava impressionado com a atuação da Lili. A Karen não podia vir porque tinha ido com os pais visitar os avós. Então, sem mais, fui pra casa da Martha. Quando bati na porta, o Carlos abriu. — Cadê minha puta? — Meu tom era calmo, ele tava nervoso, quase assustado. — Edu, o que cê tá fazendo aqui? Não, não, não — repetiu que nem disco arranhado — Ela tá... tá com o menino. — Soltou de uma vez. — Beleza, chama ela. — Quando eu ia entrar, ele me cortou o caminho e fechou a porta atrás de si. — Olha, Edu, eu sei que você quer comer minha esposa, mas te peço pelo amor de Deus, hoje não. — Falou quase se ajoelhando. — E por que isso? — Vão vir uns parentes visitar, meus pais e... — Bom, eles vão descobrir que você é um corno que deixou a esposa peituda na mão de um adolescente. — Falei com sarcasmo. — Edu, eu te imploro, eu sei que falhei com ela e por isso ela tá se vingando, mas te imploro, hoje deixa ela ser minha esposa. — Eu empurrei ele de lado, entrei na casa e vi minha vaca peituda saindo da cozinha. Tava horrível com um vestido longo até o tornozelo e uma blusa grande que escondia as tetonas enormes que ela tem. — Edu, amor — Ela correu pra me beijar, nossas línguas se encontraram. — Como tá minha vaca? — Perguntei massageando os peitos dela. — Bom, meu marido me implorou pra usar isso em troca de depois me deixar ir com meu macho pra onde eu quiser num fim de semana. — Respondeu sorrindo enquanto passava a mão no meu pau. — Que esperta. — O Carlos entrou em casa assustado. — Edu, minha família já chegou, por favor, eu te imploro. — Olha, Carlos, apesar de tudo, não quero destruir seu casamento. Então vou embora, vou deixar minha gostosa pra você, mas em troca vou levar ela uns dias e você não pode reclamar. — Que nada, de boa? — Estendi a mão e ela pegou sem hesitar. Ao sair de casa, os parentes dele ficaram me encarando. Vi dois senhores já de idade, uns 70 ou mais, era o pai e a mãe do Carlos, uma senhora de uns 55 anos e um senhor de uns 75, junto com o que pensei ser uma criança. Olhando melhor, era uma pessoa com nanismo, um cara moreno meio tímido. — E esse rapaz, quem é? — perguntou o pai do Carlos. — Me apresento, sou Edu, vizinho aqui. Queria uns conselhos do senhor Carlos porque tô tendo problemas na vida e ele é um exemplo pra mim. Mas não vou atrapalhar, já vou. Obrigado por me ouvir, senhor, a gente se vê. — Sem falar mais nada, me mandei pra casa, vendo o dia ficar cada vez mais pronto pra chover. Tentei falar com a Pitufina, mas ela tá de castigo por ter brigado com o pai e não vão deixar ela sair por meses. Fiquei deitado pensando no meu azar. Fazer o quê, vou ficar em casa enrolando e jogando videogame. O tempo tava agradável pra não sair, já que parecia que ia começar a chover logo. Almocei alguma coisa, preparei uns petiscos e uns refrigerantes pra não ter que descer tão cedo. Ring! Ring! Ring! O som do telefone me tirou dos pensamentos, mas ignorei a chamada. Não tava a fim de atender ninguém, queria me desconectar do mundo. Não passou nem meia hora e bateram na porta da minha casa. Foi tão alto que não deu pra ignorar. — O que cê tá fazendo aqui? — falei com a maior indiferença que consegui. — Nossa recepção, hein? Não tô de bom humor, Edu. Minha tia falou que você tava sozinho. Quando briguei com a minha mãe, o único lugar que pensei foi aqui. Liguei, mas parece que você tava ocupado. — respondeu minha querida prima. A família da minha tia Lúcia é formada pelos gêmeos, os primos mais novos dela, que têm uns 13 anos e uma energia incontrolável. Depois tem minha prima do meio, Luísa, e por último a Lúcia, a mais velha, que puxou mais à mãe. Eu me dava bem com ela, apesar de ser um ano mais velha que eu. Ei.morena peituda— E aí, vem estragar meu dia? — falei brincando. — Tô toda molhada por causa dessa porra de chuva. — Ela fez biquinho. — Beleza, Lú, entra. Você já sabe onde fica o banheiro. Vou deixar roupa seca pra você, me dá a que tá vestindo que eu ponho pra lavar. — Lú, como a gente chamava pra diferenciar mãe e filha, meu olhar foi direto pra aquele rabo moreno e carnudo. Sem dúvida, ia ficar robusta igual a mãe. Ela entrou no chuveiro, eu fui pegar roupa da Liliana e da minha mãe. Não sabia como ela queria se vestir, mas não queria que ela ficasse me mandando buscar isso e aquilo. Entrei no banheiro, dava pra ver a silhueta dela atrás do box de correr. Peguei a roupa dela e fui pro lavanderia, que ficava em casa.

Comecei a colocar toda a roupa dela na máquina, reparando no jeans, na blusa que ela tava usando, mas o que mais me chamou a atenção foi que não achei calcinha nenhuma. Voltei pro meu quarto pra continuar de onde tinha parado. Não passou nem dez minutos e Lú invadiu meu quarto. — Vou ficar aqui até a chuva passar. — Ela soltou. — E depois, vai pra algum lugar com algum namorado? — perguntei sem tirar os olhos da TV. — Quem me dera ter um namorado, mas ninguém chega em mim. E os que chegam são uns idiotas. — Puxa, não será por isso que ninguém chega? Pelo medo que você passa. — Do que você tá falando? Eu não sou ruim com ninguém. — Fazendo biquinho, ela resmungou. — Você faz isso tão natural que nem percebe quando trata mal alguém. Por que não tenta tratar bem um cara? Aí, aos poucos, alguns vão se aproximar. Claro, os idiotas que só querem te comer, se você não tiver a fim, é só dar um fora. — Como você fala assim, tão fácil. — Não complica. — E me conta dessa namorada que você arrumou. Mamãe diz que ela é linda, que você parece o feio do lado dela. — Tia, sempre tão engraçada. Mas é, minha namorada é linda sim. Olha a foto dela. — Mostrei o fundo de tela do celular, que era uma foto nossa. — Bom, mas parece que você é homem até o fim, hein? A Smurfette mandou mensagem: "Não vou poder fazer companhia, mas vou sentir falta da sua rola gorda". mensagem de texto e leu em voz alta, ficou nervosa. — Acho que você leu algo que não devia. — Não é possível, primo, por isso que não tenho namorado, no final sempre vou ser enganada, e pensei que você fosse diferente. — Você confunde amor com sexo e prazer, olha Lú, com aquela garota só transamos e eu não sinto nada por ela nem ela por mim. — Mas como você pode fazer isso com sua namorada? — Você vai me dizer que nunca pensou num cara com namorada e falou "eu pegaria ele na primeira chance" e não minta. — Bom, uma coisa é pensar, outra é fazer. — É nisso que eu diferencio de você, eu não penso, eu faço. Nisso estávamos quando a luz da casa apagou, só o que me faltava. — Beleza, agora sim você tem minha total atenção. Lú, essa história de só transar com quem você casar é respeitável, mas se quando casar você não souber fazer nada na cama, seu casamento vai fracassar, não acha? — Não, porque vou casar com um homem bom. — Por mais bom que seja, qualquer homem pegaria qualquer mulher na oportunidade. — Mas nisso não tem amor. — Bom, então você vai transar com quem te amar? — Claro, e não só vou transar, vou fazer amor, vou ser dele pra sempre, sem precisar de mais ninguém. — Lú, eu te amo. — Falei e beijei suavemente os lábios dela, ela respondeu meu beijo, nos beijamos por mais de cinco minutos sem nossas línguas, só os lábios. No final do beijo, a luz voltou. — Eu... eu... eu tenho que ir. Quando ela tentou se levantar, eu não tinha reparado que ela estava usando uma saia de Lili e um top que mal segurava aqueles peitos. Quando ela se levantou, já estava na frente dela. — Aonde você vai? Não vai transar comigo? — Do que você tá falando? — Você disse que só com quem te ama, né? Pois eu te amo. — Você tá mentindo, isso não é verdade. — Como você sabe? — Ela ficou em silêncio, pensando. — Lú, já sacou que pra saber se alguém realmente te ama, você precisa conhecer a pessoa a fundo, e isso só se consegue transando, comendo, não tem outro jeito, é a melhor forma de saber se alguém te quer ou não. — Parece que você é o mais velho dos dois, não eu. — Bom, eu já fiz um Um pouco de tudo, e ainda quer ser diferente. Além disso, se faz de recatada e tal, mas anda sem calcinha e sem sutiã. Esse comentário deixou ela vermelha como um tomate. — Não sou recatada, gosto de me tocar, e sutiã me incomoda, assim como calcinha. — Tá, mas imagino que você faça algo pra seus bicos não aparecerem tanto, ou tô enganado? — Claro, adaptei todas as minhas blusas pra não me sentir incomodada. — Fica bem nessa roupa, hein. — Não zoa, porque foi o melhor que você me deu. Mentiu, porque eu tinha dado um moletom largo pra dormir, mas ela escolheu aquilo que não me agradava. Sentou do mesmo jeito no chão, sem fechar as pernas, colocou as mãos atrás da cabeça e se deitou no chão. Eu observei. Vi como os lábios dela começaram a ficar brilhantes. Ela estava excitada. — Prima Lu, posso continuar te beijando? Enquanto perguntava, me deitei ao lado dela. — Não podemos fazer isso, Edu, somos primos. — Qual é, ninguém vai saber, ou vai? — Não, ninguém pode saber de nada do que acontecer aqui. — Bom, se ninguém vai saber, então não tem problema. Sem dizer mais nada, peguei a cabeça dela e comecei a beijá-la suavemente, só lábios, sem língua. Ela segurou meu rosto e apertou, como se não quisesse se desgrudar de mim. — Sabe, muitas das minhas amigas começaram a pedir seu e-mail, número, ou o que tivesse de você, quando te viram uma vez na minha casa. — Ah, é? Bom, pode se gabar que seu primo sabe beijar muito bem. — Não seja idiota, mas posso tirar uma foto nossa e mandar pra uma, não acha? — perguntou. — Não vejo por que não, mas só dos nossos rostos, ok? — Claro, idiota, não vão me ver de saia de colegial. — Por que não? Você tá linda. E sem que ela percebesse, tirei uma foto dela de costas. Ela estava inclinada, procurando o celular na bolsa. Dava pra ver uma bunda linda, redonda e suculenta. Nos ajeitamos: ela na frente e eu atrás, com a bunda dela encostada no meu pau. Sorrindo, ela mandou a foto pras amigas, dizendo: "Olha, tô com meu primo." — Bom, isso vai deixar elas loucas. Eu já estava deitado na minha cama. Ela se aproximou devagar. esperando alguma resposta minha, mas só abracei ela. —Quando você quiser se exibir pro seu primo, pode me pedir sempre. —Valeu, você é um amor, mas meu primo é só meu, não empresto pra nenhuma dessas vadias. —Por que não? —Bom, olha, Mariana diz que só faz sexo anal porque preserva a virgindade dela, a Lola, a de peitão, fala que só usa os peitos e pronto, e a Tiffany é a que tem mais experiência, já comeu professor por nota ou por prazer, acho que é com quem você se daria melhor. —E você nunca nem chegou na segunda base? — perguntei, curioso. —Claro que não, nunca toquei num pau, você é meu segundo beijo. —E o que aconteceu com o primeiro? —Ele meteu a língua, falou que me beijou e sei lá mais o quê. —Ah, sou seu segundo beijo, que merda. —Mas foi melhor, ele só me beijou por uns segundos e pronto, tremendo idiota, achei que seria diferente, mas no fim era só um babaca. —Então vou ser o primeiro, não vou deixar nenhum idiota me ganhar. E sem aviso, tirei minha roupa, fiquei pelado, meu pau meio duro de lado, coloquei a mão dela no meu pau e deixei parada, ela olhava espantada. —Era verdade que você nunca tinha visto um pau. —Claro que não, uau, dá pra ver o sangue pulsando, fica mais duro? — perguntou incrédula. —Claro que sim, move a mão devagar, apertando de leve. —Descobri a glande, já vermelha de sangue, ela começou a subir e descer a mão. —Espera, cospe um pouco pra você mover melhor a mão e não doer tanto em mim. —Ela sentou, colocou a boca no meu pau e deixou a saliva cair, movendo a mão ritmadamente.mamada amadora—Segura que você nunca tinha tocado em nenhuma, porque você faz muito bem.
—Bom, eu já vi uns filmes pornô e minha mãe me deu aquela conversa sobre sexualidade, entre outras coisas, vinha como lubrificar bem uma rola, fosse com creme, saliva ou sabão.
—Vou agradecer à tia por esse conselho tão sábio.
—Nossa, que gorda que tá, como fura, que dura que você tem, primo. Foi beijando e enfiou só a cabeça dentro da boca dela.peitos grandes naturais— O que mais você quer fazer? — perguntei. — Hoje vou ser todo seu, vou realizar todos os seus desejos, Lu. — Bom, sempre quis beijar de língua, e a Mariana diz que um homem que sabe beijar tem que saber dar um bom oral, a Lola fala que tem que saber tratar os peitos, e a Tiffany que saiba foder. — Então seu primo vai te ajudar com tudo isso. Puxei ela pra perto e começamos a nos beijar, aos poucos fomos metendo a língua até acabar numa troca de bocas violenta, minhas mãos não pararam de percorrer o corpo todo dela, a bunda dela mais que tudo, apalpei até cansar. — Bom, um a menos na lista — disse ela, tímida. — Continua, dar um bom oral, então vem, se senta na beirada da cama que eu vou ficar de joelhos pra comer essa buceta tão gostosa. Ela, ainda com vergonha, fez o que eu mandei. Assim que ela abriu as pernas, pude ver uma buceta diferente do que imaginei, era uma buceta com os lábios inchados de tesão, mas não eram tão grandes ou grossos, o cheiro de mulher tomou o quarto, e, respirando fundo, comecei a passar minha língua por toda a buceta dela, uff, tinha um gosto delicioso, sem dúvida ela se cuidava muito; ela começou a respirar mais ofegante, as mãos no meu cabelo, as pernas já em volta do meu pescoço me apertando, me deixando sem escapatória, minha língua encontrou o clitóris dela e não soltei até ela arquear as costas e soltar um grito tão forte quanto os trovões da chuva. — Nossa, nunca senti tanto prazer, você é muito habilidoso, primo — foi a primeira coisa que a Lú disse quando recuperou o fôlego. — Pratiquei pra dar o prazer que uma mulher merece. Deitei do lado dela, peguei um peito dela e comecei a acariciar de leve, meus dedos atacaram o mamilo dela que começou a endurecer, não aguentei mais, montei nela com meus joelhos dos lados, coloquei meu pau duro e ereto entre os peitos dela, cuspi neles pra minha rola deslizar melhor. — Primo, como você consegue ficar tão duro? — entre gemidos, ela comentou. — Lú, é que você me deixa duríssimo mesmo, quero ser sua primeira vez. — Não sei, Edu, acho que não tô pronta pra isso. — Não vou te pressionar, mas pelo menos... Pronto, vou gozar nesses peitos tão gostosos que você tem, então coloca suas mãos apertando eles. Me obedecendo no que pedi, meus dedos pressionaram levemente os bicos dela e o que me surpreendeu foi que, sem eu falar nada, ela colocou a língua pra fora e, quando minha cabeça saía de entre os peitos dela, ela passava a língua. Nos olhos dela, dava pra ver o vício. No fim das contas, era uma adolescente que queria explorar a sexualidade, mas tinha medo de que pensassem que era uma puta. Talvez fosse. Eu já tava perto de gozar e avisei ela. — Você vai ser o primeiro a gozar em cima de mim. — Fui o primeiro que você beijou do jeito certo e fui o primeiro que tocou na sua pica, vou ser o primeiro a gozar em cima de você e vou ser o primeiro a te comer. — E bufando, soltei toda a minha porra no rosto da minha prima que, ao sentir, acho que ela também gozou. Todos os meus jatos de porra acertaram a testa dela e de lá foram escorrendo até os olhos. Saí de cima dela e, sorrindo...prima gostosa- Agora entendo por que chamam o sêmen de cum. E aí, como foram suas primeiras experiências?
- Você não vai acreditar, mas tô super surpresa com tudo que a gente fez. Sempre via nos filmes pornô, mas não entendia por que faziam aquilo. Agora vejo que é pelo vício, pelo prazer do sexo.
- Pois é, Lú, é mais pelo prazer mesmo.
E olhando, vejo ela tirando meu cum dos olhos com os dedos e levando à boca. Fiquei olhando pra ela, surpreso. No fim, ela ia viciar em cum humano mesmo. Depois disso, cada um se trocou e, como ainda tava chovendo, decidimos que ela ia dormir aqui. No dia seguinte, ela foi embora umas 9 da manhã, prometendo voltar pra realizar outras fantasias.

2 comentários - Agora é a vez da minha prima gostosa de rabão.

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