Conheci a Carolina na universidade, no primeiro dia de aula do meu curso. No início não éramos amigos, pois andávamos em grupos diferentes, mas nos cumprimentávamos de vez em quando e tínhamos as mesmas matérias. Depois acabei conhecendo ela melhor, já que comecei a sair com sua melhor amiga, Inês, que também fazia o mesmo curso que eu. No começo, quando comecei a conviver com a Carolina, ela não me chamava a atenção nenhum pouco e as coisas continuaram assim por muito tempo, praticamente durante toda a minha graduação. Apesar disso, nos tornamos muito amigos.
Pouco antes de nos formarmos, terminei com Inés e parei de ver Carolina, porque todo mundo sabe que as mulheres ficam com as amigas do mesmo gênero quando um relacionamento acaba. Cada um seguiu seu caminho. Até que quatro anos depois, ao começar uns cursos de pós-graduação, me surpreendi ao descobrir que ela também ia fazer os mesmos estudos e que, mais uma vez, dividiríamos as salas de aula da universidade.
Mas o que mais me chamou a atenção não foi o fato de que íamos voltar a estudar juntos, e sim o quanto a Carolina tinha ficado gostosa naquele tempo que deixei de vê-la. Ela tinha refinado pra caralho, tinha comprado roupas chiques que caíam super bem nela, tinha emagrecido (também não é que antes fosse gorda) e até tinha feito um tratamento de ortodontia que, sem dúvida, contribuía pra melhorar o visual dela.
Pra vocês terem uma ideia do bombom que eu tô falando, vou descrever ela. É uma mulher de 26 anos, não muito alta (na verdade é baixinha, deve ter uns 1,65m ou menos), cabelo preto bem liso e um pouco acima dos ombros, magra, mas com "carne pra pegar", pele morena, traços um pouco indígenas mas atraentes, lábios finos mas sugestivos e umas pernas muito bonitas. Mas o que mais me impactou nesse "segundo encontro" com a Carolina foi a qualidade da bunda dela.
Definitivamente, o melhor que já vi na minha vida. É difícil traduzir em palavras a deliciosa imagem oferecida por aquelas duas nádegas de tamanho perfeito, com uma firmeza que desafiava a gravidade. Duas montanhas de carne turgente nas quais dá vontade de se perder por um bom tempo, para poder explorá-las até o fundo. O único "defeito" da Carolina é que ela era bem deficiente no quesito peitos (não eram grande coisa, isso dava pra ver de longe, embora ela também não fosse totalmente plana), mas com uma bunda desse calibre e seu apelo geral, o resto não importava.
Desde aquele dia em que a vi de novo, surgiu em mim a firme intenção de comer ela. A aproximação não foi difícil, porque já tínhamos uma amizade anterior, então a ideia de fazer trabalhos e estudar juntos surgiu naturalmente, oportunidades de conviver que eu buscava sob qualquer pretexto.
Num sábado à tarde, resolvi ser mais ousado. Liguei pra casa dela e a convidei pra sair naquela noite. Ela topou e combinamos que eu passaria pra buscá-la às oito. Cheguei pontualmente e apertei o interfone do apartamento dela. Quando ela desceu e eu a vi, fiquei de pau duro na hora, e aquilo só piorou quando dei uma olhada naquele rabo fantástico dela no momento em que abri a porta do carro pra ela entrar. Ela estava usando uma calça branca bem justa, que realçava aquele bumbum magnífico, deixando claro que ela usava uma calcinha fio-dental.
Não sei como consegui disfarçar e não me jogar em cima dela. De resto, ela estava muito bem vestida. Usava uma camisa preta, também bem justa, de manga longa, o cabelo preso e umas sandálias de salto médio que deixavam à mostra os pés mais bonitos e bem cuidados que já vi em uma mulher. Além disso, ela cheirava muito gostoso, o que só aumentava minha excitação.
A gente tinha combinado de tomar alguma coisa num lugar tranquilo, pra poder conversar. Nos sentamos numa mesa de um lugar que estava bem na moda e pedimos umas taças de vinho e comemos umas besteiras. Ficamos duas horas batendo papo sobre os velhos tempos da faculdade. Já tínhamos bebido um pouco mais do que devíamos e chegamos, por acaso, em assuntos muito mais picantes. Falando por acaso do meu antigo relacionamento com a Inês, a Carolina, desinibida pelo álcool, me disse:
Vocês como casal eram uma merda e passavam o dia brigando, mas segundo a Inés me contava, na cama vocês se davam maravilhosamente. A Inés dizia que você era um fodedor de primeira.
Não consegui evitar de corar e, depois de engolir seco, retruquei:
Então é assim, né? Vocês duas ficavam fofocando sobre nossa vida sexual? Olha só, olha só.
Ah, vai bancar o bobo dizendo que não sabe que nós mulheres contamos essas coisas umas pras outras?
Bom, a verdade é que eu lembro que a Inés me contava umas coisas suas, Carolina. Ela me contou como o Federico, o namorado que você tinha naquela época, te deu uma metida no estacionamento de um shopping e depois foram descobertos pelos seguranças porque você começou a gritar que nem uma louca.
Dessa vez quem ficou vermelha foi ela, mas logo disse, sorrindo:
O que acontece é que uma das minhas fantasias era transar em um lugar público, sentindo o perigo de ser descoberta...
E depois de uma breve pausa, ela me perguntou, com malícia:
E as suas fantasias, quais são?
Naquele momento, decidi arriscar tudo e inventei uma resposta que, sem dúvida, era falsa, mas que serviria aos meus propósitos:
Minha maior fantasia na faculdade foi fazer um menage com você e a Inés...
Pensei que naquela hora ela ia me dar um tapa, mas a resposta dela foi um olhar cheio de intenção, e depois ela falou, com uma voz sedutora:
A verdade é que não sei se podemos contar com a Inés para cumprir, mas se você se contentar comigo, buceta, acho que podemos passar um momento inesquecível. Não pense que não percebi as olhadas que você tem me dado ultimamente.
Minha resposta foi que cinco minutos depois eu já tinha pago a conta e estávamos no meu carro, indo para um motel bem exótico – e caro – da cidade, com pretensões de ser um lugar das mil e uma noites. O lugar era perto, então em pouco tempo estávamos nos beijando freneticamente num quarto decorado com motivos orientais, uma cama redonda, um espelho no teto e uma espécie de cavalete para experimentar posições extravagantes.
Mal nos demos o primeiro beijo, já comecei a explorar toda a sua anatomia, ainda por cima da roupa, e o primeiro contato das minhas mãos com o seu precioso bumbum foi incrível. Era melhor do que eu poderia ter sonhado, e ainda tinha muita coisa pela frente. Com frenesi, tirei a camisa dela e comecei a acariciar os peitos por cima do sutiã. Eram pequenos, como eu esperava, mas os mamilos eram de um tamanho considerável e estavam duros e bem empinados.
De repente ela pediu para a gente parar, e eu aceitei de má vontade depois que ela prometeu que o que vinha a seguir eu ia gostar bastante. Ela me mandou tirar a roupa, ficar só de cueca e deitar na cama. Obedeci as ordens dela. Do nada, ela ligou o sistema de som do quarto e colocou uma música suave. Ela ainda estava de sutiã e calça. Já tinha tirado as sandálias e soltado o cabelo.
No ritmo da música, ela começou uma dança bem sugestiva, mexendo os quadris como uma gata no cio. Estava claro que ela ia fazer um striptease. Meu pau estava quase explodindo. Primeiro, ela tirou o sutiã e seus peitos ficaram livres. E depois, sabendo que aquilo ia me matar, ela virou de costas para mim e começou a abaixar a calça.
Diante dos meus olhos atônitos ficou exposta sua bunda maravilhosa, sem imperfeições, com nádegas firmes de pele morena que pediam para ser tocadas, chupadas e aproveitadas. O fio dental branco que ela usava se incrustava deliciosamente na sua fenda. As pernas também eram espetaculares, lindamente torneadas. Lentamente ela tirou a calcinha e ficou à minha vista sua bocetinha, completamente depilada, depois do que ela se aproximou de mim e subiu na cama.
Eu estava no paraíso diante de uma visão tão apetitosa. Com atitude decidida, Carolina tirou minha cueca e começou a me masturbar lentamente, fazendo com que um abundante líquido pré-ejaculatório saísse do meu pau. Depois, enfiou meu pau na boca e começou a me fazer um boquete de cinema. Lambia, chupava, enfiava o pau até a garganta. Não havia nada que ela não soubesse fazer com aquela boquinha maravilhosa. De repente, pedi que mudássemos de posição para fazer um 69. Enquanto ela continuava a me chupar divinamente, comecei a passar minha língua por sua bucetinha depilada.
O cheiro da sua buceta era incrível, pois exalava um aroma especial que lembrava pêssego, e seus fluidos eram doces. Comecei a chupar seu clitóris com frenesi e a enfiar a língua na sua fenda. Gozamos juntos, ela soltando uns gritos bem altos enquanto eu jorrava três porradas de porra na sua boca, que ela engoliu todinhas.
Enquanto nos recuperávamos, ficamos nos abraçando, nos beijando e explorando nossos corpos com uma impaciência ardente. Quando consegui ficar duro de novo (o que não foi muito difícil), fui buscar as camisinhas, porque não ia deixar mais tempo passar sem meter nela. Ela me disse que não precisava, que tomava pílula e queria fazer no natural. Sem pensar duas vezes, obedeci, abri as pernas dela, coloquei sobre meus ombros e enfiei meus 19 centímetros de pau até o fundo da buceta.
Ela gritou de prazer. Comecei a meter nela devagar, com penetrações profundas. Depois comecei a meter com força e ela gemeu, soltou gritos e disse, enquanto cravava as unhas nas minhas costas:
Sim, sim, papi, me fode gostoso!
Eu acelerei o ritmo e estava claro que a Carolina estava quase gozando, porque dos seus peitões jorravam jatos de líquido quente. O orgasmo dela foi descomunal e barulhento. As pernas tremiam de tanto prazer que ela estava sentindo.
Eu estava com o pau duro feito uma barra de ferro incandescente, mas ainda não pretendia gozar. Havia um banquete que eu estava esperando saborear antes do final da noite: o cu dela. O problema é que, até onde eu sabia, a Carolina era resistente a praticar sexo anal. Pelo menos, durante os anos da faculdade, ela ficou horrorizada quando a Inés contou que eu comia ela pelo cu.
A oportunidade de pedir que ela me desse o cuzinho surgiu logo depois que tirei meu pau da buceta dela. Ela me disse com tesão:
Papi, que foda gostosa. Em troca, estou disposta a fazer o que você quiser.
Eu não esperei para responder:
Bom, gata, eu adoraria enfiar nesse seu cuzinho de deusa que você tem!
Ela hesitou por uns momentos, mas acho que estava tão excitada que acabou aceitando. Só me avisou que era a primeira vez dela ali, então eu tinha que ser delicado.
Perguntei se ela tinha alguma pomada na bolsa e ela disse que tinha um pote de hidratante. Falei que serviria. Para deixar a coisa mais excitante, levantei ela da cama e coloquei na frente do cavalete, apoiando o tronco dela e deixando suas lindas nádegas empinadas e expostas.
A primeira coisa que fiz foi chupar o cuzinho dela por um tempo. Isso deu um prazer enorme nela, o que facilitou minhas primeiras tentativas de dilatação, enfiando um e depois dois dedos no ânus. Quando consegui deixar bem aberto, passei um pouco de creme no meu pau e coloquei a cabeça na entrada do cu dela. Ela estava um pouco nervosa, mas também muito excitada. Comecei a enfiar milímetro por milímetro, sentindo a resistência dela ceder. Pouco tempo depois já estava todo dentro. Carolina soltou um gritinho, uma mistura de dor e prazer. A visão daquele rabo à mercê do meu pau era incrível.
Depois de deixar ela se acostumar um pouco com aquele pedaço de carne enfiado no seu rabo, comecei o vai e vem, primeiro devagar e depois mais rápido. A Carolina estava de olhos revirados e respiração ofegante, mas não pedia para tirar, então continuei, castigando com o meu pau o seu cu até então virgem. De repente ela começou a gritar: “Arrebenta meu cu, cabrão! Arrebenta, arrebenta!”. Seus desejos viraram ordens e comecei a meter com fúria.
Ela gritava cada vez mais alto, enquanto com uma das minhas mãos eu estimulava o clitóris dela. Aquilo deixou ela a mil. Ela começou a tremer e eu também estava perto do meu orgasmo. Pouco tempo se passou até que meu pau explodiu e enchi o cu dela de porra, enquanto ela gritava: "Caraaaalho, que delícia do caralho!
Quando tirei o pau do cu dela, ele estava coberto de um pouco de sangue. Pra ser sincero, eu tinha tratado ela um pouco mal, mas ela não reclamou e tinha curtido muito. Depois de nos acariciarmos um pouco e conversar, caímos no sono. Lá pelas quatro da madrugada ela me acordou e pediu que a levasse pra casa, onde a deixei. Espero que esse encontro possa se repetir logo, porque desde então a imagem do cu da Carolina não me deixa dormir.
DEIXEM SEUS PONTOS E COMENTEM, SAUDAÇÕES A TODA A COMUNIDADE P!
Pouco antes de nos formarmos, terminei com Inés e parei de ver Carolina, porque todo mundo sabe que as mulheres ficam com as amigas do mesmo gênero quando um relacionamento acaba. Cada um seguiu seu caminho. Até que quatro anos depois, ao começar uns cursos de pós-graduação, me surpreendi ao descobrir que ela também ia fazer os mesmos estudos e que, mais uma vez, dividiríamos as salas de aula da universidade.
Mas o que mais me chamou a atenção não foi o fato de que íamos voltar a estudar juntos, e sim o quanto a Carolina tinha ficado gostosa naquele tempo que deixei de vê-la. Ela tinha refinado pra caralho, tinha comprado roupas chiques que caíam super bem nela, tinha emagrecido (também não é que antes fosse gorda) e até tinha feito um tratamento de ortodontia que, sem dúvida, contribuía pra melhorar o visual dela.
Pra vocês terem uma ideia do bombom que eu tô falando, vou descrever ela. É uma mulher de 26 anos, não muito alta (na verdade é baixinha, deve ter uns 1,65m ou menos), cabelo preto bem liso e um pouco acima dos ombros, magra, mas com "carne pra pegar", pele morena, traços um pouco indígenas mas atraentes, lábios finos mas sugestivos e umas pernas muito bonitas. Mas o que mais me impactou nesse "segundo encontro" com a Carolina foi a qualidade da bunda dela.
Definitivamente, o melhor que já vi na minha vida. É difícil traduzir em palavras a deliciosa imagem oferecida por aquelas duas nádegas de tamanho perfeito, com uma firmeza que desafiava a gravidade. Duas montanhas de carne turgente nas quais dá vontade de se perder por um bom tempo, para poder explorá-las até o fundo. O único "defeito" da Carolina é que ela era bem deficiente no quesito peitos (não eram grande coisa, isso dava pra ver de longe, embora ela também não fosse totalmente plana), mas com uma bunda desse calibre e seu apelo geral, o resto não importava.
Desde aquele dia em que a vi de novo, surgiu em mim a firme intenção de comer ela. A aproximação não foi difícil, porque já tínhamos uma amizade anterior, então a ideia de fazer trabalhos e estudar juntos surgiu naturalmente, oportunidades de conviver que eu buscava sob qualquer pretexto.
Num sábado à tarde, resolvi ser mais ousado. Liguei pra casa dela e a convidei pra sair naquela noite. Ela topou e combinamos que eu passaria pra buscá-la às oito. Cheguei pontualmente e apertei o interfone do apartamento dela. Quando ela desceu e eu a vi, fiquei de pau duro na hora, e aquilo só piorou quando dei uma olhada naquele rabo fantástico dela no momento em que abri a porta do carro pra ela entrar. Ela estava usando uma calça branca bem justa, que realçava aquele bumbum magnífico, deixando claro que ela usava uma calcinha fio-dental.
Não sei como consegui disfarçar e não me jogar em cima dela. De resto, ela estava muito bem vestida. Usava uma camisa preta, também bem justa, de manga longa, o cabelo preso e umas sandálias de salto médio que deixavam à mostra os pés mais bonitos e bem cuidados que já vi em uma mulher. Além disso, ela cheirava muito gostoso, o que só aumentava minha excitação.
A gente tinha combinado de tomar alguma coisa num lugar tranquilo, pra poder conversar. Nos sentamos numa mesa de um lugar que estava bem na moda e pedimos umas taças de vinho e comemos umas besteiras. Ficamos duas horas batendo papo sobre os velhos tempos da faculdade. Já tínhamos bebido um pouco mais do que devíamos e chegamos, por acaso, em assuntos muito mais picantes. Falando por acaso do meu antigo relacionamento com a Inês, a Carolina, desinibida pelo álcool, me disse:
Vocês como casal eram uma merda e passavam o dia brigando, mas segundo a Inés me contava, na cama vocês se davam maravilhosamente. A Inés dizia que você era um fodedor de primeira.
Não consegui evitar de corar e, depois de engolir seco, retruquei:
Então é assim, né? Vocês duas ficavam fofocando sobre nossa vida sexual? Olha só, olha só.
Ah, vai bancar o bobo dizendo que não sabe que nós mulheres contamos essas coisas umas pras outras?
Bom, a verdade é que eu lembro que a Inés me contava umas coisas suas, Carolina. Ela me contou como o Federico, o namorado que você tinha naquela época, te deu uma metida no estacionamento de um shopping e depois foram descobertos pelos seguranças porque você começou a gritar que nem uma louca.
Dessa vez quem ficou vermelha foi ela, mas logo disse, sorrindo:
O que acontece é que uma das minhas fantasias era transar em um lugar público, sentindo o perigo de ser descoberta...
E depois de uma breve pausa, ela me perguntou, com malícia:
E as suas fantasias, quais são?
Naquele momento, decidi arriscar tudo e inventei uma resposta que, sem dúvida, era falsa, mas que serviria aos meus propósitos:
Minha maior fantasia na faculdade foi fazer um menage com você e a Inés...
Pensei que naquela hora ela ia me dar um tapa, mas a resposta dela foi um olhar cheio de intenção, e depois ela falou, com uma voz sedutora:
A verdade é que não sei se podemos contar com a Inés para cumprir, mas se você se contentar comigo, buceta, acho que podemos passar um momento inesquecível. Não pense que não percebi as olhadas que você tem me dado ultimamente.
Minha resposta foi que cinco minutos depois eu já tinha pago a conta e estávamos no meu carro, indo para um motel bem exótico – e caro – da cidade, com pretensões de ser um lugar das mil e uma noites. O lugar era perto, então em pouco tempo estávamos nos beijando freneticamente num quarto decorado com motivos orientais, uma cama redonda, um espelho no teto e uma espécie de cavalete para experimentar posições extravagantes.
Mal nos demos o primeiro beijo, já comecei a explorar toda a sua anatomia, ainda por cima da roupa, e o primeiro contato das minhas mãos com o seu precioso bumbum foi incrível. Era melhor do que eu poderia ter sonhado, e ainda tinha muita coisa pela frente. Com frenesi, tirei a camisa dela e comecei a acariciar os peitos por cima do sutiã. Eram pequenos, como eu esperava, mas os mamilos eram de um tamanho considerável e estavam duros e bem empinados.
De repente ela pediu para a gente parar, e eu aceitei de má vontade depois que ela prometeu que o que vinha a seguir eu ia gostar bastante. Ela me mandou tirar a roupa, ficar só de cueca e deitar na cama. Obedeci as ordens dela. Do nada, ela ligou o sistema de som do quarto e colocou uma música suave. Ela ainda estava de sutiã e calça. Já tinha tirado as sandálias e soltado o cabelo.
No ritmo da música, ela começou uma dança bem sugestiva, mexendo os quadris como uma gata no cio. Estava claro que ela ia fazer um striptease. Meu pau estava quase explodindo. Primeiro, ela tirou o sutiã e seus peitos ficaram livres. E depois, sabendo que aquilo ia me matar, ela virou de costas para mim e começou a abaixar a calça.
Diante dos meus olhos atônitos ficou exposta sua bunda maravilhosa, sem imperfeições, com nádegas firmes de pele morena que pediam para ser tocadas, chupadas e aproveitadas. O fio dental branco que ela usava se incrustava deliciosamente na sua fenda. As pernas também eram espetaculares, lindamente torneadas. Lentamente ela tirou a calcinha e ficou à minha vista sua bocetinha, completamente depilada, depois do que ela se aproximou de mim e subiu na cama.
Eu estava no paraíso diante de uma visão tão apetitosa. Com atitude decidida, Carolina tirou minha cueca e começou a me masturbar lentamente, fazendo com que um abundante líquido pré-ejaculatório saísse do meu pau. Depois, enfiou meu pau na boca e começou a me fazer um boquete de cinema. Lambia, chupava, enfiava o pau até a garganta. Não havia nada que ela não soubesse fazer com aquela boquinha maravilhosa. De repente, pedi que mudássemos de posição para fazer um 69. Enquanto ela continuava a me chupar divinamente, comecei a passar minha língua por sua bucetinha depilada.
O cheiro da sua buceta era incrível, pois exalava um aroma especial que lembrava pêssego, e seus fluidos eram doces. Comecei a chupar seu clitóris com frenesi e a enfiar a língua na sua fenda. Gozamos juntos, ela soltando uns gritos bem altos enquanto eu jorrava três porradas de porra na sua boca, que ela engoliu todinhas.
Enquanto nos recuperávamos, ficamos nos abraçando, nos beijando e explorando nossos corpos com uma impaciência ardente. Quando consegui ficar duro de novo (o que não foi muito difícil), fui buscar as camisinhas, porque não ia deixar mais tempo passar sem meter nela. Ela me disse que não precisava, que tomava pílula e queria fazer no natural. Sem pensar duas vezes, obedeci, abri as pernas dela, coloquei sobre meus ombros e enfiei meus 19 centímetros de pau até o fundo da buceta.
Ela gritou de prazer. Comecei a meter nela devagar, com penetrações profundas. Depois comecei a meter com força e ela gemeu, soltou gritos e disse, enquanto cravava as unhas nas minhas costas:
Sim, sim, papi, me fode gostoso!
Eu acelerei o ritmo e estava claro que a Carolina estava quase gozando, porque dos seus peitões jorravam jatos de líquido quente. O orgasmo dela foi descomunal e barulhento. As pernas tremiam de tanto prazer que ela estava sentindo.
Eu estava com o pau duro feito uma barra de ferro incandescente, mas ainda não pretendia gozar. Havia um banquete que eu estava esperando saborear antes do final da noite: o cu dela. O problema é que, até onde eu sabia, a Carolina era resistente a praticar sexo anal. Pelo menos, durante os anos da faculdade, ela ficou horrorizada quando a Inés contou que eu comia ela pelo cu.
A oportunidade de pedir que ela me desse o cuzinho surgiu logo depois que tirei meu pau da buceta dela. Ela me disse com tesão:
Papi, que foda gostosa. Em troca, estou disposta a fazer o que você quiser.
Eu não esperei para responder:
Bom, gata, eu adoraria enfiar nesse seu cuzinho de deusa que você tem!
Ela hesitou por uns momentos, mas acho que estava tão excitada que acabou aceitando. Só me avisou que era a primeira vez dela ali, então eu tinha que ser delicado.
Perguntei se ela tinha alguma pomada na bolsa e ela disse que tinha um pote de hidratante. Falei que serviria. Para deixar a coisa mais excitante, levantei ela da cama e coloquei na frente do cavalete, apoiando o tronco dela e deixando suas lindas nádegas empinadas e expostas.
A primeira coisa que fiz foi chupar o cuzinho dela por um tempo. Isso deu um prazer enorme nela, o que facilitou minhas primeiras tentativas de dilatação, enfiando um e depois dois dedos no ânus. Quando consegui deixar bem aberto, passei um pouco de creme no meu pau e coloquei a cabeça na entrada do cu dela. Ela estava um pouco nervosa, mas também muito excitada. Comecei a enfiar milímetro por milímetro, sentindo a resistência dela ceder. Pouco tempo depois já estava todo dentro. Carolina soltou um gritinho, uma mistura de dor e prazer. A visão daquele rabo à mercê do meu pau era incrível.
Depois de deixar ela se acostumar um pouco com aquele pedaço de carne enfiado no seu rabo, comecei o vai e vem, primeiro devagar e depois mais rápido. A Carolina estava de olhos revirados e respiração ofegante, mas não pedia para tirar, então continuei, castigando com o meu pau o seu cu até então virgem. De repente ela começou a gritar: “Arrebenta meu cu, cabrão! Arrebenta, arrebenta!”. Seus desejos viraram ordens e comecei a meter com fúria.
Ela gritava cada vez mais alto, enquanto com uma das minhas mãos eu estimulava o clitóris dela. Aquilo deixou ela a mil. Ela começou a tremer e eu também estava perto do meu orgasmo. Pouco tempo se passou até que meu pau explodiu e enchi o cu dela de porra, enquanto ela gritava: "Caraaaalho, que delícia do caralho!
Quando tirei o pau do cu dela, ele estava coberto de um pouco de sangue. Pra ser sincero, eu tinha tratado ela um pouco mal, mas ela não reclamou e tinha curtido muito. Depois de nos acariciarmos um pouco e conversar, caímos no sono. Lá pelas quatro da madrugada ela me acordou e pediu que a levasse pra casa, onde a deixei. Espero que esse encontro possa se repetir logo, porque desde então a imagem do cu da Carolina não me deixa dormir.
DEIXEM SEUS PONTOS E COMENTEM, SAUDAÇÕES A TODA A COMUNIDADE P!
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