Depois que ela aceitou meu trato com ela de cumprir e satisfazer ela na cama do jeito que o namorado dela não podia nem queria, em troca de dinheiro. Durante o dia inteiro ela não saiu do meu lado, até minha melhor amiga tava ficando com ciúme, porque via que a Mayra não parava de falar comigo e eu, claro, não perdia tempo e passava a mão nas coxas dela e entre as coxas, e quando dava mais chance, abraçava ela de leve, pegando nos peitos dela. Se alguém via alguma coisa, não era problema, porque quase todos os professores e todo mundo no grupo sabia o que eu fazia com as minhas amigas que sentavam do meu lado durante as aulas. Mas no final, minha melhor amiga chegou perto da Mayra e de mim pra perguntar por que a gente tava tão próximo. Eu simplesmente expliquei que a Mayra precisava de mim pra resolver uns problemas que ela tinha sobre um assunto da aula. Óbvio que minha amiga não acreditou, mas também não podia fazer nada. Fui com a Mayra pra minha casa. A ideia era ir pra casa dela, mas ela disse que não dava por causa do namorado, que tinha o costume de aparecer sem avisar. Eu ia receber meu dinheiro do mesmo jeito, então pra mim tava de boa. Quando chegamos na minha casa, fiz ela entrar e deixei ela no meu quarto. Perguntei se ela tava com medo do que a gente ia fazer. Ela sorriu pra mim e disse que não tinha pago pra eu me preocupar com ela. Isso me irritou um pouco, então na hora olhei pra ela com ódio, dei um tapa na cara dela e me joguei por cima, dominando os braços e a cabeça dela. Tirei meu cinto e amarrei os braços dela com ele, deixando ela de costas na cama. Ela ainda tava toda vestida, então começou a resistir, como se fosse um estupro de verdade. Isso começou a me divertir e me excitar. Peguei ela pelo cabelo e bati a cabeça dela várias vezes contra a cama, entre os travesseiros, pra não machucar muito. Bati uma vez, outra, até ela cansar de lutar e ficar ofegante, toda agitada. Levantei e amarrei as pernas dela abertas na cama com uma corda, deixando a buceta dela exposta. Olhei pra ela. Nos olhamos nos olhos e eu disse: "tá bom, pensei em ter um pouco de pena de você". Em seguida, puxei um canivete que sempre carregava comigo e passei pelo rosto dela, descendo com o lado afiado sobre a roupa, rasgando e cortando tudo. Até deixá-la só de calcinha e sutiã. Eu a despi literalmente cortando a roupa dela com meu canivete. A lingerie dela era vermelha, muito sexy. Quando vi, dei uma risadinha e chamei ela de puta e vagabunda, bem antes de cortar o sutiã dela ao meio, deixando aqueles peitos lindos caírem livres pelo próprio peso. Apertei e massageei os peitos dela com força, comecei a apertar e puxar os bicos. Ela gritava e gemia, dizendo que tava doendo pra caralho, mas eu não tava nem aí. Continuei usando aqueles peitos deliciosos do meu jeito. Subi nela e tirei minha pica pra fora, em cima daquelas tetonas enormes, redondas e macias. Apertei elas e comecei a me masturbar com os peitos dela. Ela olhava pro meu roto e depois baixava o olhar, tentando ver os peitos dela sendo usados pra minha ereção. Gozei em cima das tetas dela e, quando olhei nos olhos dela, cuspi na cara dela e esfreguei minha mão no rosto dela, com minha saliva e as tetas todas leitosas, misturando minha cusparada e meu esperma nos peitos e na cara dela. Levantei, peguei ela pelo queixo e falei, olhando nos olhos dela, que a culpa era dela por ter aquele rostinho de porcelana lindo e perfeito com um corpo tão nojento e sujo, com aquele par de tetonas gigantes. Mostrando aquelas fotos na internet. Ela tava chorando e gemendo, mas com um sorrisinho no rosto que ela tentava disfarçar, como se realmente estivesse curtindo a "falsa violência" dela. Forcei ela a abrir a boca e a asfixiei enquanto apertava os peitos dela. Ela se contorcia e arqueava até que os movimentos pararam e ela começou a gemer. A boca aberta dela tava sendo fodida pela minha pica, e parecia que ela só percebeu quando sentiu minha pica atravessando a boca aberta dela, esmagando a língua e expandindo o interior. Asfixiei ela enquanto a forçava a me fazer um boquete profundo. Usei a cara dela por um bom tempo. Tempo, como eu já sabia que ela tava adorando, comecei a masturbar ela esfregando o clitóris dela na calcinha molhada. Ela tava molhada demais, toda quente, e pra ser sincero, acho que ficou assim desde que amarrei ela na cama. Quando gozei, ela vomitou e tremeu o corpo inteiro. Eu cuspi de novo na cara dela e gritei que ela era uma puta inútil, que aquele corpo todo só servia pra ser uma puta. Esfreguei o rosto dela com minha saliva, meu gozo escorrendo da boca dela e o vômito, misturando tudo na cara dela antes de dar um tapa que fez ela gemer e soluçar. Ela me olhava com medo nos olhos, mas a boca dela tava se lambendo. Cheguei perto das pernas dela e, com o canivete, rasguei a calcinha, deixando ela completamente nua. A buceta dela tava tão molhada que brilhava com a luz da lâmpada. Resolvi ser um pouco mais sádico e mostrei o cabo do meu canivete, passando por todo o corpo dela até embaixo, entre as pernas, onde fiz ela sentir o cabo do canivete penetrando. Masturbei ela usando o cabo do canivete como um dildo, acompanhando com meus dedos, masturbando devagar, com paciência e firmeza em cada toque. Ela gozou jorrando, não dava pra acreditar. Era o primeiro orgasmo dela e já tinha sujado minha cama inteira. Peguei a calcinha rasgada dela, limpei os fluidos com ela e coloquei na boca dela antes de dar um tapa e gritar que ela era uma puta nojenta. Ela tava ofegante e soluçando, os gemidos dela eram bem baixinhos e abafados, mas o corpo entregava, a facilidade com que ela ficava excitada e o rápido que gozava era muito claro. Antes de continuar, fiz ela olhar enquanto eu falava com minha namorada. Ela tinha me ligado perguntando se eu queria sair. Eu tava dizendo que não enquanto a Mayra tava ali amarrada olhando. Eu falei pra minha namorada: "Desculpa, amor, uma colega pediu ajuda pra estudar porque parece que ela é uma inútil em tudo." Minha namorada perguntou se tava tudo bem falar assim dela, eu expliquei que ela não tava perto e continuei: "É, ela é uma inútil, nem sei como ela Pode ser tão idiota na vida. Ouvi dizer que o namorado dela tentou ajudar, mas nem assim conseguiu melhorar." Depois disso, terminei de conversar com minha namorada e voltei pra Mayra. Sorri pra ela e falei: "Ouviu? E olha que nem te falei que você é uma puta nojenta que só serve pra ser comida." Voltei pras pernas dela e mostrei como eu tirava um dildo roxo e enorme que estava guardado numa gaveta. Antes de meter, expliquei: "Geralmente minha namorada usa e eu esterilizo antes, mas já que você não merece meu tempo, vou usar assim mesmo, ok?" E comecei a penetrar ela com ele. O dildo entrou com tanta facilidade que até ri de ver como uma das mais gostosas da sala era tão rodada. O dildo era daqueles que usam corrente e podem girar, então liguei ele dentro dela. Ela começou na hora a se contorcer e gemer. Deixei o dildo enfiado na buceta dela, girando lá dentro. Deixei ela assim por umas meia hora enquanto eu fui almoçar. Tipo, eu tinha acabado de chegar e tava com fome, e não ia esperar por ela não. Já tinha dado o bastante deixando ela com o dildo enfiado. Quando voltei, ela tava chorando e gemendo, com uma poça de fluidos debaixo da bunda dela. O colchão não tinha dado conta de absorver tudo. Tirei o dildo e nunca ouvi um grito igual. Ela gritou gemendo como se tivesse gozando só de tirar aquilo de dentro dela. Dei um tapa pra calar a boca dela e voltei a sufocar ela enquanto me colocava por cima, com meu pau esfregando na buceta quente e molhada dela. Falei no ouvido dela: "Não encara isso como algo especial, é que eu quero esvaziar minhas bolas, tá bom?" E comecei a foder ela enquanto a sufocava e metia sem pena, uma porrada atrás da outra. Quando gozei dentro dela, levantei e limpei meu pau na blusa dela. Peguei o dildo de novo e enfiei no cu dela dessa vez. Prendi bem pra não sair, deixando ele pressionado contra a cama, atravessando o cu dela. O dildo ligado tava coçando o interior do cu dela e ela não podia fazer nada pra impedir. Enquanto isso, fiquei olhando pra ela e falei "sinceramente, me surpreende que você seja tão obscena". Fui até meu armário e tirei de lá um brinquedo daqueles de soprar bolha, a parada... o brinquedo era maior que qualquer pau, era grosso, arredondado e cheio de relevos ao longo, até com umas protuberâncias pequenas. Comprei porque achei engraçado e porque sabia que ia usar melhor eu do que uma criança. Com o brinquedo, comecei a penetrar ela uma vez e outra, enfiava até onde não dava mais e fazia um pouco de força pra chegar bem no fundo. Ela virou os olhos, gemia e gritava com força. Fiquei nessa até simplesmente me cansar de dar diversão pra ela com os brinquedos. Tirei o dildo e o brinquedo, e dessa vez desamarrei ela e coloquei de quatro, amarrando de novo, prendendo as mãos nas pernas dela, deixando ela mordendo o travesseiro com a bunda levantada igual um porquinho. Comecei a bater nas nádegas dela uma vez e outra até deixar tudo vermelho, ela gritou até o fim, mas até teve um descuido onde soltou muitos fluidos. Apertei os quadris dela e comecei a foder ela analmente, metia no cu dela uma vez e outra, a bunda dela tava esticada e machucada pelo dildo que não teve pena dela, mas mesmo assim ela gemia como se tivesse no cio, sendo completamente dominada. Passaram mais horas, desde 1 da tarde que a gente tinha chegado em casa até umas 6 da tarde que terminei de usar ela, alternando entre meu pau, o dildo, o brinquedo de bolha. Trocando de posição toda vez que eu gozava dentro dela, intercalando entre a boca dela, o cu e a buceta. Desamarrei ela e dei umas roupas que minha ex-namorada tinha deixado na minha casa, com isso ela me beijou como se fosse minha namorada e falou que foi incrível. Me deixou a calcinha dela toda rasgada de lembrança e foi embora. No dia seguinte, voltando pra universidade, ela sentou do meu lado de novo, só que dessa vez me cumprimentou com um beijo na A boca dela bem molhada. Ela me disse que não tinha dinheiro, mas que assim que conseguisse, eu desse a dose dela, mas que não a afastasse de mim, que ela precisava pelo menos provar meu gozo pra se sentir bem e não pensar mais naquilo que aqueles caras fizeram com ela anos atrás.
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