Falaaa, esse aqui é um conto totalmente separado da outra história, também recomendo vocês lerem "Minha namorada e meu primo". Essa história é totalmente fictícia, inspirada em contos que curto, com meu toque pessoal. Espero que vocês gostem.
Oi, meu nome é Edson. Essa história eu tava querendo compartilhar há um tempão por causa do tesão que me dá, e como não posso contar pra ninguém, vou escrever aqui.
Tudo começou com meu relacionamento há 2 anos. Minha namorada se chama Susan, conheci ela na escola e desde que viramos amigos senti uma conexão com ela. Pra contextualizar, na escola nós dois éramos gordinhos. Ela tinha uns quilinhos a mais, mas o corpo dela não era ruim. Mesmo assim, depois de um ano de namoro, prometemos mudar e começar a malhar. Cada um treinou do seu jeito e, depois de 1 ano, os resultados nela foram visíveis. Além da força, o corpo dela parecia saber o que fazer. Ela passou de um 4/10 pra um 10/10, um corpo mais magro, pele clara e sem falar no que pra mim é o maior atributo dela: uma bunda que qualquer mulher invejaria. A bunda dela é grande, macia e tem um formato espetacular. Aqui vai uma foto que mostra melhor do que palavras.
Depois de esclarecer isso, podemos começar. Tudo começou nos natais do ano passado. A família da minha namorada tava passando por vários problemas entre os parentes. A Susan me disse que não gostava desse tipo de celebração porque sempre tinha que conviver com o primo dela (uns 5 anos mais novo) e o avô (de uns 62 anos, mas ainda na idade dele, o avô malhava pra caramba e tinha um corpo bem cuidado e forte). Enquanto o primo fazia perguntas estranhas, ela percebia que o avô era bom em dar abraços e essas coisas só pra ela, e isso deixava ela meio desconfortável. Chegou o Natal e a família organizou uma única festa na casa dos avós, já que era a maior e tinha quartos suficientes pra todo mundo. Quando chegamos na casa e cumprimentamos os parentes e amigos da família, notei que várias das suas tias e primas estavam com ciúmes porque o corpo dela distraía os parceiros delas. Isso me deixou com muito tesão e eu falei pra ela assim que ficamos a sós. Vale lembrar que a gente tem um relacionamento muito unido e mente aberta pra contar tudo um pro outro, até se achamos alguém atraente ou qualquer fantasia ou fetiche. As horas passaram e todo mundo se divertiu.
Cada um se divertiu do seu jeito, consegui ver o primo dela que não tirava os olhos da Susan enquanto segurava o celular, então o tarado tava naquela idade em que tudo te deixa excitado, e por outro lado o avô dela não parava de procurar ela pra fazer cócegas e aproveitar o momento pra "passar a mão" um pouco, como de costume eu e a Susan somos sempre os últimos a ir dormir porque aguentamos o álcool muito mais que a família dela.
A gente tava conversando sobre como me excita a ideia de "compartilhar" ela com outra pessoa, e ela não acha ruim porque sente uma certa curiosidade. A gente foi pro quarto pra ficar mais à vontade e, entre brincadeiras e flertes, começamos a jogar verdade ou desafio, óbvio que só pra escolher desafios. Chegou minha vez e eu desafiei ela a se exibir pra alguém, aí ela perguntou "pra quem" e eu, sem pensar duas vezes, respondi: "queria ver como seu avô reage".
Um desafio não é desafio se não for algo difícil. O avô dela estava na sala, então tive uma ideia melhor: "Você tem que provocar ele até que admita o que sente por você e pelo seu corpo.
Então a Susan criou coragem e saiu pra sala só de calcinha e sutiã, com a desculpa de que não achava o celular. Na hora chamou a atenção do velho, que não demorou pra começar a salivar. Aí ela se abaixou pra "procurar" nos vasos ou debaixo dos móveis.

Enquanto eu procurava, notei que o avô dela não tirava os olhos dela, além de ficar massageando a própria virilha. O velho convidou ela pra brindar com ele pelo Natal e inventou um monte de outras desculpas. Como eu disse antes, a gente até aguentava o álcool, mas já estávamos no nosso limite, e o velho sabia disso. Depois que tomaram o shot e passou um tempo, a Susan decidiu dar o braço a torcer e ir embora, mas o álcool já tinha feito efeito. É aí que o plano do velho começa: ele começa a fazer cócegas nela e, como não teve reação negativa, aos poucos aquilo vira um amasso e uns carinhos. Só de ver aquilo, eu já gozei. E do lado dela, a Susan tava mais do que a fim...
Me digam se vocês gostaram e me apoiem pra continuar, qualquer opinião é bem-vinda.
Oi, meu nome é Edson. Essa história eu tava querendo compartilhar há um tempão por causa do tesão que me dá, e como não posso contar pra ninguém, vou escrever aqui.
Tudo começou com meu relacionamento há 2 anos. Minha namorada se chama Susan, conheci ela na escola e desde que viramos amigos senti uma conexão com ela. Pra contextualizar, na escola nós dois éramos gordinhos. Ela tinha uns quilinhos a mais, mas o corpo dela não era ruim. Mesmo assim, depois de um ano de namoro, prometemos mudar e começar a malhar. Cada um treinou do seu jeito e, depois de 1 ano, os resultados nela foram visíveis. Além da força, o corpo dela parecia saber o que fazer. Ela passou de um 4/10 pra um 10/10, um corpo mais magro, pele clara e sem falar no que pra mim é o maior atributo dela: uma bunda que qualquer mulher invejaria. A bunda dela é grande, macia e tem um formato espetacular. Aqui vai uma foto que mostra melhor do que palavras.
Depois de esclarecer isso, podemos começar. Tudo começou nos natais do ano passado. A família da minha namorada tava passando por vários problemas entre os parentes. A Susan me disse que não gostava desse tipo de celebração porque sempre tinha que conviver com o primo dela (uns 5 anos mais novo) e o avô (de uns 62 anos, mas ainda na idade dele, o avô malhava pra caramba e tinha um corpo bem cuidado e forte). Enquanto o primo fazia perguntas estranhas, ela percebia que o avô era bom em dar abraços e essas coisas só pra ela, e isso deixava ela meio desconfortável. Chegou o Natal e a família organizou uma única festa na casa dos avós, já que era a maior e tinha quartos suficientes pra todo mundo. Quando chegamos na casa e cumprimentamos os parentes e amigos da família, notei que várias das suas tias e primas estavam com ciúmes porque o corpo dela distraía os parceiros delas. Isso me deixou com muito tesão e eu falei pra ela assim que ficamos a sós. Vale lembrar que a gente tem um relacionamento muito unido e mente aberta pra contar tudo um pro outro, até se achamos alguém atraente ou qualquer fantasia ou fetiche. As horas passaram e todo mundo se divertiu.Cada um se divertiu do seu jeito, consegui ver o primo dela que não tirava os olhos da Susan enquanto segurava o celular, então o tarado tava naquela idade em que tudo te deixa excitado, e por outro lado o avô dela não parava de procurar ela pra fazer cócegas e aproveitar o momento pra "passar a mão" um pouco, como de costume eu e a Susan somos sempre os últimos a ir dormir porque aguentamos o álcool muito mais que a família dela.
A gente tava conversando sobre como me excita a ideia de "compartilhar" ela com outra pessoa, e ela não acha ruim porque sente uma certa curiosidade. A gente foi pro quarto pra ficar mais à vontade e, entre brincadeiras e flertes, começamos a jogar verdade ou desafio, óbvio que só pra escolher desafios. Chegou minha vez e eu desafiei ela a se exibir pra alguém, aí ela perguntou "pra quem" e eu, sem pensar duas vezes, respondi: "queria ver como seu avô reage".
Um desafio não é desafio se não for algo difícil. O avô dela estava na sala, então tive uma ideia melhor: "Você tem que provocar ele até que admita o que sente por você e pelo seu corpo.
Então a Susan criou coragem e saiu pra sala só de calcinha e sutiã, com a desculpa de que não achava o celular. Na hora chamou a atenção do velho, que não demorou pra começar a salivar. Aí ela se abaixou pra "procurar" nos vasos ou debaixo dos móveis.

Enquanto eu procurava, notei que o avô dela não tirava os olhos dela, além de ficar massageando a própria virilha. O velho convidou ela pra brindar com ele pelo Natal e inventou um monte de outras desculpas. Como eu disse antes, a gente até aguentava o álcool, mas já estávamos no nosso limite, e o velho sabia disso. Depois que tomaram o shot e passou um tempo, a Susan decidiu dar o braço a torcer e ir embora, mas o álcool já tinha feito efeito. É aí que o plano do velho começa: ele começa a fazer cócegas nela e, como não teve reação negativa, aos poucos aquilo vira um amasso e uns carinhos. Só de ver aquilo, eu já gozei. E do lado dela, a Susan tava mais do que a fim...
Me digam se vocês gostaram e me apoiem pra continuar, qualquer opinião é bem-vinda.
2 comentários - Minha namorada e o avô dela