Aviso: Conto a história, com um toque de review, não é algo 100% pra galera se mandar.
Primeiro, sobre nós:
Eve, minha mulher, tem 32 anos. Tem 1,70m, um bumbum lindo, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo definido, mas sem chegar a estar marcado, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado até no inverno.
Eu tenho 40, 1,75m, magro, músculos pouco definidos, cabelo castanho escuro e olhos verdes escuros.
A Eve mora fora, veio por algumas semanas e, pra variar um pouco a rotina, saímos pra ir a uma dessas casas noturnas. Temos muita experiência no meio liberal, mas nunca havíamos pisado em um clube específico. Uns amigos nos recomendaram o Sweet, disseram que é o melhor. (Pra gente não está comprovado, mas vários falaram).
Fomos numa sexta, nos disseram que é mais tranquilo que aos sábados. Eu fui de jeans, tênis social (o dress code diz sapatos, tênis não, mas se o tênis não for esportivo ou de cores chamativas, eles deixam entrar), camiseta preta. A Eve foi com um vestidinho preto decotado justo ao corpo e botas. Uma gostosa.
Entramos por volta da meia-noite, embaixo funciona um bar, mas pulamos essa parte. Ao encarar a escada, uma garota nos pegou e explicou tudo o que nossos amigos já tinham nos contado.
Embaixo tem uma pista, o bar e uma sala para trios, que é onde os "solteiros" podem entrar acompanhados de um casal. Em cima tem outra para troca de casais.
Isso teoricamente, porque entramos várias vezes e a coisa desanda bastante uma vez lá dentro, principalmente depois das 3h da manhã.
A entrada para casais é barata, inclui 2 consumações, guarda-volumes onde você tem que deixar quase tudo que estiver levando, menos a grana. Proibido celulares, óbvio, bolsa, tudo tudo. A Eve quis pegar umas camisinhas da bolsa e disseram que não, que vendem no bar. Mesmo assim, eu tinha um par no bolso e passou.
Entrar sozinho com certeza custa mais se for homem, menos se for mulher, até um dia free, não lembro como era.
Subimos a escada e chegamos na pista, automaticamente todo mundo olhando pra gente, como esperado, ainda mais com a Eve vestida do jeito que estava, bem putinha. Damos uma voltinha pra nos orientar, fomos pro bar, os caras do bar eram gente boa, a mina da caixa também, a senhora mais velha da caixa estava com cara de cu as 3 vezes que passamos, não sei se é sempre assim ou foi algo daquela noite específica.
Pegamos nossos copos, as mesinhas estavam todas ocupadas e não queríamos chegar perto de ninguém, começamos a dançar e comentar o que víamos perto do palco, apoiamos os copos lá no palco, coisa que dá pra fazer até começar o show.
O clima é estranho, a maioria eram casais de várias idades, mas a maioria bem mais velhos que a gente, um grupo de minas que estavam num despedida de solteira, uns caras sozinhos, caçadores, mas respeitosos, exceto um que deu em cima da Eve 4 vezes, na quarta eu falei firme que ela já tinha dito não 3 vezes e que respeitasse. Ele estava bem bêbado, mas mesmo assim, respeito é a base disso, ele fez isso na frente da galera da balada que estava do nosso lado, não disseram nada, mas mais uma e eu ia pedir pra tirar ele porque estava incomodando minha mulher, coisa que acabou acontecendo quando ele encheu o saco de uma mina da despedida de solteira. Convidaram ele a se retirar e achei perfeito.
Nos aproximou um casal mais ou menos da nossa idade, Pablo e Gise gente boa, não eram feios, dos mais bonitos que tinha pra ser sincero, mas não pegamos a vibe naquele momento, ainda estávamos nos ambientando. Mesmo assim conversamos um pouco, eles costumavam ir, mas poucas vezes faziam swing e nos contaram algumas coisas.
O show estava pra começar e subimos, do primeiro andar se vê melhor e tem menos gente dando em cima.
O show de um casal transando na verdade achamos meio vulgar, mas era o esperado, depois tem uns animadores que ficam a noite toda, gente boa. Dançou uma gostosinha do lugar e subiram mais algumas gatinhas que tenho quase certeza que eram do público, uns caras também, foi bem divertido isso.
Em um momento distribuíram bebida direto da garrafa, não sei o que era, diziam que era tequila, mas era uma garrafa de vinho branco com uma bebida colorida. Todo mundo bebendo no mesmo bico. Algo bem fora dos nossos limites (soa estranho numa balada swinger isso).
Quando descemos pra pegar uns drinks, justo estavam as meninas da despedida de solteira, a Eve começou a conversar com uma no balcão, disse que queria entrar nas salas, mas não fazer nada. Fomos com ela na sala de ménage pra ver qual era, naquele momento tinha bastante gente transando, super respeitosos, a moça olhou e um minuto depois tava lá fora, com a Eve ficamos nos beijando e nos apalpando, mas decidimos sair, pegar mais uns drinks e voltamos lá pra cima.
Alguns casais se aproximaram da gente e nada, não tinha muito o que fazer. Ninguém nos inspirava.
Fomos pra sala de casais, que fica no primeiro andar, lá já era uma putaria sem fim, nos abraçamos, nos beijamos, ficávamos girando e nossos olhos não davam conta de entender tudo que tava acontecendo.
Minha rola ficou dura, virei ela pra encostar a bunda, continuamos girando, comentando o que víamos. Casais, grupos de três, de quatro, lá no fundo um grupo que nem conseguimos contar quantos eram. Por uns vidros dava pra ver a pista com a gente dançando, bem bizarro, mas excitante como nunca.
Vi um lugar livre contra uma parede, me apoiei, comecei a beijar a Eve. Peguei as mãos dela, levei até minha rola, ela abriu meu jeans, se agachou e começou a me chupar. Na hora apareceu um casal, ficaram do nosso lado fazendo a mesma coisa, demorei pra perceber porque dá pra ver muito pouco, mas era o casal com quem tínhamos conversado antes, com o Pablo trocamos olhares e dissemos que se as meninas quisessem tava tudo ok.
A Gise agarrou a Eve e deu um beijo nela. Logo em seguida a Eve indicou pra ela me chupar, depois ela chupou o Pablo, as duas chuparam ele juntas, depois entre as duas pra mim.
Elas trocaram de posição, cada uma chupando o marido da outra.
Passei uma camisinha pro Pablo pra ele colocar, botei uma em mim, as minas se levantaram, tiraram as calcinhas e nós as comemos apoiando a bunda delas enquanto elas se beijavam.
Pablo gozou na hora, eu não consegui gozar e as minas também não.
Sugerimos de ir pra outro lugar, alguma casa ou um hotel, mas elas não quiseram, nos cumprimentaram com um beijo na bochecha e foram embora.
Tudo muito excitante, muito quente, mas ao mesmo tempo estranho, costumamos ter experiências swing, mas não desse estilo.
Voltamos pra pista, lá embaixo, ficamos de olho pra ver se dava pra chegar em mais alguém, mas nenhum casal nos agradou.
Eve estava super cansada, mas a gauchita deu um gás, assim que chegou, tirou toda a roupa e me disse "me come assim você tira o leite".
Não perdi um segundo, tirei toda a roupa, comi ela apoiando a bunda e gozei rapidinho enchendo a buceta de porra e nós dois acabamos dormindo.
Como final:
-Voltaríamos a ir. Já sabemos com o que vamos nos deparar.
-Iríamos com casais amigos com os quais não fizéssemos swing. Pode ir tipo balada, serve pra fazer algo diferente. Quem quiser entrar um tempinho nas salas pra se divertir, que vá.
-Grupo de amigos homens eu não iria, não acho que eu me divertiria, ou na verdade prefiro fazer outras coisas com meus amigos.
-Grupo de meninas, Eve diz que também não iria, as gatinhas sozinhas são alvo do assédio constante de casais e de solteiros.
-Dá pra ir e não fazer nada, pode ir pra tomar alguma coisa, dançar e pronto, a maioria das pessoas é muito respeitosa.
-Se você tem smartwatch, quando está perto do bar ele consegue se conectar ao celular que fica no guarda-volumes, logo embaixo e você recebe as notificações. Pelo menos o meu.
-Sempre usem camisinha e obriguem a usar.
Tem mais uma escada que não subimos. Na verdade nos esquecemos de fuçar.
Primeiro, sobre nós:
Eve, minha mulher, tem 32 anos. Tem 1,70m, um bumbum lindo, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo definido, mas sem chegar a estar marcado, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado até no inverno.
Eu tenho 40, 1,75m, magro, músculos pouco definidos, cabelo castanho escuro e olhos verdes escuros.
A Eve mora fora, veio por algumas semanas e, pra variar um pouco a rotina, saímos pra ir a uma dessas casas noturnas. Temos muita experiência no meio liberal, mas nunca havíamos pisado em um clube específico. Uns amigos nos recomendaram o Sweet, disseram que é o melhor. (Pra gente não está comprovado, mas vários falaram).
Fomos numa sexta, nos disseram que é mais tranquilo que aos sábados. Eu fui de jeans, tênis social (o dress code diz sapatos, tênis não, mas se o tênis não for esportivo ou de cores chamativas, eles deixam entrar), camiseta preta. A Eve foi com um vestidinho preto decotado justo ao corpo e botas. Uma gostosa.
Entramos por volta da meia-noite, embaixo funciona um bar, mas pulamos essa parte. Ao encarar a escada, uma garota nos pegou e explicou tudo o que nossos amigos já tinham nos contado.
Embaixo tem uma pista, o bar e uma sala para trios, que é onde os "solteiros" podem entrar acompanhados de um casal. Em cima tem outra para troca de casais.
Isso teoricamente, porque entramos várias vezes e a coisa desanda bastante uma vez lá dentro, principalmente depois das 3h da manhã.
A entrada para casais é barata, inclui 2 consumações, guarda-volumes onde você tem que deixar quase tudo que estiver levando, menos a grana. Proibido celulares, óbvio, bolsa, tudo tudo. A Eve quis pegar umas camisinhas da bolsa e disseram que não, que vendem no bar. Mesmo assim, eu tinha um par no bolso e passou.
Entrar sozinho com certeza custa mais se for homem, menos se for mulher, até um dia free, não lembro como era.
Subimos a escada e chegamos na pista, automaticamente todo mundo olhando pra gente, como esperado, ainda mais com a Eve vestida do jeito que estava, bem putinha. Damos uma voltinha pra nos orientar, fomos pro bar, os caras do bar eram gente boa, a mina da caixa também, a senhora mais velha da caixa estava com cara de cu as 3 vezes que passamos, não sei se é sempre assim ou foi algo daquela noite específica.
Pegamos nossos copos, as mesinhas estavam todas ocupadas e não queríamos chegar perto de ninguém, começamos a dançar e comentar o que víamos perto do palco, apoiamos os copos lá no palco, coisa que dá pra fazer até começar o show.
O clima é estranho, a maioria eram casais de várias idades, mas a maioria bem mais velhos que a gente, um grupo de minas que estavam num despedida de solteira, uns caras sozinhos, caçadores, mas respeitosos, exceto um que deu em cima da Eve 4 vezes, na quarta eu falei firme que ela já tinha dito não 3 vezes e que respeitasse. Ele estava bem bêbado, mas mesmo assim, respeito é a base disso, ele fez isso na frente da galera da balada que estava do nosso lado, não disseram nada, mas mais uma e eu ia pedir pra tirar ele porque estava incomodando minha mulher, coisa que acabou acontecendo quando ele encheu o saco de uma mina da despedida de solteira. Convidaram ele a se retirar e achei perfeito.
Nos aproximou um casal mais ou menos da nossa idade, Pablo e Gise gente boa, não eram feios, dos mais bonitos que tinha pra ser sincero, mas não pegamos a vibe naquele momento, ainda estávamos nos ambientando. Mesmo assim conversamos um pouco, eles costumavam ir, mas poucas vezes faziam swing e nos contaram algumas coisas.
O show estava pra começar e subimos, do primeiro andar se vê melhor e tem menos gente dando em cima.
O show de um casal transando na verdade achamos meio vulgar, mas era o esperado, depois tem uns animadores que ficam a noite toda, gente boa. Dançou uma gostosinha do lugar e subiram mais algumas gatinhas que tenho quase certeza que eram do público, uns caras também, foi bem divertido isso.
Em um momento distribuíram bebida direto da garrafa, não sei o que era, diziam que era tequila, mas era uma garrafa de vinho branco com uma bebida colorida. Todo mundo bebendo no mesmo bico. Algo bem fora dos nossos limites (soa estranho numa balada swinger isso).
Quando descemos pra pegar uns drinks, justo estavam as meninas da despedida de solteira, a Eve começou a conversar com uma no balcão, disse que queria entrar nas salas, mas não fazer nada. Fomos com ela na sala de ménage pra ver qual era, naquele momento tinha bastante gente transando, super respeitosos, a moça olhou e um minuto depois tava lá fora, com a Eve ficamos nos beijando e nos apalpando, mas decidimos sair, pegar mais uns drinks e voltamos lá pra cima.
Alguns casais se aproximaram da gente e nada, não tinha muito o que fazer. Ninguém nos inspirava.
Fomos pra sala de casais, que fica no primeiro andar, lá já era uma putaria sem fim, nos abraçamos, nos beijamos, ficávamos girando e nossos olhos não davam conta de entender tudo que tava acontecendo.
Minha rola ficou dura, virei ela pra encostar a bunda, continuamos girando, comentando o que víamos. Casais, grupos de três, de quatro, lá no fundo um grupo que nem conseguimos contar quantos eram. Por uns vidros dava pra ver a pista com a gente dançando, bem bizarro, mas excitante como nunca.
Vi um lugar livre contra uma parede, me apoiei, comecei a beijar a Eve. Peguei as mãos dela, levei até minha rola, ela abriu meu jeans, se agachou e começou a me chupar. Na hora apareceu um casal, ficaram do nosso lado fazendo a mesma coisa, demorei pra perceber porque dá pra ver muito pouco, mas era o casal com quem tínhamos conversado antes, com o Pablo trocamos olhares e dissemos que se as meninas quisessem tava tudo ok.
A Gise agarrou a Eve e deu um beijo nela. Logo em seguida a Eve indicou pra ela me chupar, depois ela chupou o Pablo, as duas chuparam ele juntas, depois entre as duas pra mim.
Elas trocaram de posição, cada uma chupando o marido da outra.
Passei uma camisinha pro Pablo pra ele colocar, botei uma em mim, as minas se levantaram, tiraram as calcinhas e nós as comemos apoiando a bunda delas enquanto elas se beijavam.
Pablo gozou na hora, eu não consegui gozar e as minas também não.
Sugerimos de ir pra outro lugar, alguma casa ou um hotel, mas elas não quiseram, nos cumprimentaram com um beijo na bochecha e foram embora.
Tudo muito excitante, muito quente, mas ao mesmo tempo estranho, costumamos ter experiências swing, mas não desse estilo.
Voltamos pra pista, lá embaixo, ficamos de olho pra ver se dava pra chegar em mais alguém, mas nenhum casal nos agradou.
Eve estava super cansada, mas a gauchita deu um gás, assim que chegou, tirou toda a roupa e me disse "me come assim você tira o leite".
Não perdi um segundo, tirei toda a roupa, comi ela apoiando a bunda e gozei rapidinho enchendo a buceta de porra e nós dois acabamos dormindo.
Como final:
-Voltaríamos a ir. Já sabemos com o que vamos nos deparar.
-Iríamos com casais amigos com os quais não fizéssemos swing. Pode ir tipo balada, serve pra fazer algo diferente. Quem quiser entrar um tempinho nas salas pra se divertir, que vá.
-Grupo de amigos homens eu não iria, não acho que eu me divertiria, ou na verdade prefiro fazer outras coisas com meus amigos.
-Grupo de meninas, Eve diz que também não iria, as gatinhas sozinhas são alvo do assédio constante de casais e de solteiros.
-Dá pra ir e não fazer nada, pode ir pra tomar alguma coisa, dançar e pronto, a maioria das pessoas é muito respeitosa.
-Se você tem smartwatch, quando está perto do bar ele consegue se conectar ao celular que fica no guarda-volumes, logo embaixo e você recebe as notificações. Pelo menos o meu.
-Sempre usem camisinha e obriguem a usar.
Tem mais uma escada que não subimos. Na verdade nos esquecemos de fuçar.
8 comentários - Primeira vez no Sweet. Balada Swinger
Lo que no conté es el nivel de droga que vi ahí y estados realmente desagradables llevados por el exceso de droga y alcohol. Para que te des una idea soy DJ de música electrónica, salgo mucho a fiestas electrónicas, pero ese nivel de droga lo vi pocas veces. Y mucho peor si es una fiesta swinger gay, fui a pasa