Doméstica pra qualquer um 03

Preparando tudo pra festa.



Sabem, amanhã é meu aniversário e em qualquer outro momento da minha vida seria um momento de tristeza talvez ou, pra ser mais correto, decepção, mas sei que dessa vez vai ser diferente. Na manhã seguinte...

As coisas definitivamente tinham mudado uns dias atrás, pensei, enquanto estava deitado na minha cama.

Mas era real, né? O estranho foi que, com essa parada dos anéis, eu podia ir muito além. Se quisesse, podia ter minhas irmãs, mãe, vizinha, colegas, professoras ou qualquer garota gostosa como minha escrava, uma possibilidade. Um pensamento que não parecia tão ruim, na real. Fiquei de pau duro só de pensar nessa possibilidade, mas, de qualquer forma... sabe o quê? Foda-se, VADIAS!

-Luz- Sim, meu amo.
-Mãe- Sim, meu amo.

Embora eu goste da ideia de ser o amo delas, quero que tenham personalidade, então aqui estão umas novas instruções...

Vamos dormir logo...

Na manhã seguinte...

Não sei se as coisas iam sair do controle hoje, mas acho que vou me sair bem, ou pelo menos espero isso. Já era hora de levantar.

Tive a sensação de que ia precisar ter uma ereção hoje, então não fazia sentido cuidar disso agora, como normalmente faria.

Eram 9 da manhã quando desci as escadas. Ouvi vozes. Sabia que a Luz e a mãe já estariam lá, esperando que estivessem cuidando do café da manhã. Felizmente, estavam. Não tinham se preocupado em se vestir ainda. A Luz estava usando uma camiseta branca e uma tanga, os peitos quase aparecendo através do tecido apertado e fino. A mãe estava usando uma tanga preta que realçava aquelas curvas. Dei bom dia e recebi uma resposta animada das duas. Realmente não parecia que se importavam com o novo estilo de vida. Quando a Luz se inclinou sobre a mesa pra colocar alguns pratos, não resisti e dei um tapinha suave na bunda nua dela. Ela corou um pouco, mas simplesmente continuou arrumando a mesa. Quando se virou com o pão, belisquei a bunda dela, o que causou a mesma reação. reação. Então a mesa estava posta e tivemos um café da manhã bem tranquilo. Mamãe cozinhou uns ovos e fez questão de que eu comesse três deles. Quando todo mundo terminou, ajudei a Luz a limpar a mesa enquanto mamãe foi pra sessão de treino dela com a Cristina. Na hora da limpeza, não perdi chance de pegar na Luz. Enquanto ela enxaguava os pratos na pia, coloquei minhas mãos por baixo da camiseta dela e apertei firme os peitos dela. Um pouco depois, puxei a camiseta por cima da cabeça dela e joguei longe. O resto da limpeza ela fez sem reclamar, só de calcinha fio dental. Os peitos lindos dela balançavam de leve a cada movimento. Não dava mais pra esperar. Meu pau tava doendo dentro do shorts. Luz, preciso que você me chupa!

- Luz - Aaah, achei que nunca fosse pedir!
- Luz - Onde você quer?

Sentei na mesa. Ela enfiou a mão no meu shorts e segurou meu pau. Com um pouco de esforço, conseguiu tirar ele inteiro pra fora. Com um gemido de fome, enfiou a cara no meu púbis. Primeiro, trabalhou meu pau com as mãos e a boca. Mas aos poucos, soltou as mãos e ficou só na boca. Com as mãos, pegou as minhas e colocou na cabeça dela. Agarrei o cabelo dela e controlei o ritmo por completo. Usei a boca dela como se fosse uma boneca inflável. Às vezes devagar, deixando a língua dela trabalhar na ponta, e outras vezes empurrava com força tudo lá no fundo da garganta dela. Quando tava quase gozando, puxei a cabeça dela totalmente pra mim, de um jeito que a testa dela encostou na minha barriga. Gozei jorrando dentro da boca dela. Senti ela lutando contra o fluxo, mas conseguiu fazer tudo descer direto pra garganta. Uau, isso foi foda!

Luz continuava lambendo os lábios dela e engolindo as últimas gotas de porra.

Sabe... Embora eu gostasse da ideia de mamãe e minha irmã serem umas putinhas submissas, acho que no fim das contas é divertido ver elas sendo normais do jeito delas, por isso ontem fiz esses ajustes e espero que consigam me entender, no fim das contas ainda são minhas.

-Luz- É, valeu por deixar eu te dar um boquete.

Não, valeu você! Prefiro essa iniciativa a um "sou a puta do amo".

-Luz- A qualquer hora pode me chamar que tô disponível!

Com isso ela foi pro quarto dela. Fiquei na sala de jantar e li o jornal. Eram 9:45 e eu tava exausto. Precisava trabalhar minha resistência se quisesse manter esse estilo de vida. Por outro lado, só tinha que praticar bastante...

Sabia que tava sendo ganancioso, mas se eu conseguia fazer a Luz e a mamãe agirem assim, nada me impedia de fazer o mesmo com as outras. Provavelmente podia ter quem eu quisesse, só precisava me esforçar. Enquanto pensava nisso, o telefone tocou, já era hora de ir pro colégio. Sabe, em qualquer outro momento da minha vida eu teria entrado às 7, mas hoje foi o fim disso.

Subo pra me trocar e pedir pra Luz me levar, porque, mesmo dirigindo sendo legal, prefiro ter motorista.

-Luz- Amo, aqui estão os 4 convites que você me pediu ontem. Já tá pronto, Amo?

Tô indo, Luz. Deixa eu pegar umas coisas, vou levar 5 anéis, nunca se sabe o que pode rolar.

Um caminho pro colégio depois...

Luz, sabe quando minha outra irmã vai chegar? Lembra que ela levou dois anéis e vocês têm que resolver isso, você e a mamãe.

-Luz- Falei pra ela vir só de tarde, pra ter tempo pra gente e pra festa.

Valeu, Luz, por me trazer. Vou te ligar pra você passar me pegar. Sabe, é melhor assim: uma mulher que seja minha puta, mas que tenha livre arbítrio, ou pelo menos um pouco.

Caralho, o guarda da outra vez não tá mais...

Bom dia, preciso falar com a diretora, já tinha uma reunião marcada com ela. Aqui está meu crachá.

-Guarda- Deixa eu ligar pra ela e te passo... Ramon... pode entrar, ela já confirmou.

Valeu... Oi, diretora, posso sentar?

-Diretora- Sim, amo.

Sabe, isso é chato pra caralho, então, puta. Me escuta bem...
Uma série de instruções tortuosas depois...

- Diretora - Sim, amo, suas instruções foram claras. Quer que eu fale com a Sharon pra avisar que você está aqui?

Sim, por favor. E já que vai falar com ela, quero você de joelhos.
- Diretora - Sim, querido, me dá um minuto...

Professora Sharon, o amo está aqui e precisa da senhora urgente na minha sala.

- Sharon - Já vou então, estou na sala dos professores.

- Diretora - Pronto, amo, precisa que eu tire o vestido?

Sim, assim eu te curto um pouco mais, mas rápido...

>Uma porta se abre<

- Sharon - Amo, já cheguei. Pra que o senhor precisa de mim?

Queria falar com vocês sobre minha festa hoje às 20h. A festa é temática e vai ser na minha casa, então vou precisar que vocês vistam um vestido preto bem decotado e elegante, com uma calcinha e sutiã de renda vermelha, e arrumem uma máscara preta ou vermelha — fica a escolha de vocês.

- Sharon - Sim, amo.

- Diretora - Sim, awogh...

Já pode ir, Sharon. Na festa eu explico o que vamos fazer... E mais uma coisa: quero vocês bem depiladas.

- Sharon - Sim, amo. Vou me depilar direitinho pro seu prazer e te vejo na sua casa às 20h.

Diretora, já pode parar. Agora é minha vez. Fica de quatro que essa bunda vou estrear antes da festa.

- Diretora - Me fode como a puta no cio que eu sou, filha da puta!

Embora eu fosse o que estava no comando naquela situação, essa era uma ordem que eu estava mais do que disposto a cumprir. Guiado pelo instinto de homem, continuei movendo a cintura até sentir com a cabeça do meu pau a caverna molhada e quente da Diretora, e então, aos poucos, fui me introduzindo nela, sentindo as paredes da buceta daquela mulher me apertando um pouco. Finalmente, cheguei ao fundo daquela vagina e soube o que vinha a seguir: bombar. Comecei a mover meus quadris com força, pra frente e pra trás, pra começar a foder aquela puta como ela merecia, e o efeito foi imediato: enquanto ela me abraçava e cravava as unhas nas minhas costas... costas.
A diretora gemia de forma abafada enquanto me dizia: "Isso, meu macho! Isso! Assim! Me dá mais! Me dá mais como a puta que eu sou! Me come! Mais forte!"
Tudo isso com gemidos que inflavam o ego de Ramon, sabendo que ele estava dando a foda da vida dela. No entanto, depois de um tempo nessa posição, as forças começaram a falhar de novo e, antes de parar o "vai-e-vem", ele lembrou de uma coisa: aquela mulher é minha puta, vai fazer o que eu quiser. Era hora de ver até onde. Ele parou de meter e, embora a Diretora parecesse prestes a reclamar, se conteve quando viu que Ramon ia falar algo:

"Quero que você monte em mim, vaqueirinha." A Diretora entendeu a ordem, beijou ele nos lábios e disse:
"Sim, meu amo..."

Trocaram de posições. Santiago se deitou na mesa com o pau bem duro apontando pro teto, enquanto a Diretora o olhava de pé. Ela passou uma perna por cima do quadril dele, ficando com a buceta em cima do pau, depois pegou o membro do macho e foi calculando enquanto os joelhos dela desciam pra que o pau de Ramon entrasse sem problemas.

Logo, aqueles movimentos gostosos tiveram o efeito desejado quando comecei a sentir que um orgasmo se formava nela. Ele agarrou a garota pelas cadeiras pra forçá-la a parar e deixou tudo fluir: tanto a onda de prazer pelo corpo todo, quanto o sêmen enchendo o útero da sua puta, que só soltou um gemido de prazer ao sentir aquela substância viscosa e quente preenchendo suas entranhas.

Depois de um tempo, os dois se vestiram.

"Ok, isso foi bom. Agora vou precisar que você fale com a professora Araceli, por favor. Preciso que ela também seja igual a você."

— Diretora: "Sim, meu macho. Vou chamar aquela puta agora pra te chupar..."

— Diretora: "Oi, Araceli, preciso que você venha à minha sala. Preciso conversar sobre o caso de um aluno."

— Araceli: "Me dá 20 minutos pra terminar minha aula."

— Diretora: "Espero você aqui, obrigada."

"Muito bem, putinha. Agora preciso falar umas coisas com você... Sua filha vai ter que levar pra festa...

Além disso, ela vai ter que...

- Diretora - Sim, meu macho.

Agora senta aí e espera a professora Araceli enquanto eu vou pra recepção. Você me chama quando tiver inventado uma desculpa e precisar da minha presença, sei lá, pode falar que tô com problemas em casa. Vou estar ouvindo tudo, porque vamos fazer chamada. Entendido?

Sabe, eu deixei espaço pra cada uma das minhas escravas me chamarem como quiserem, mas mostrando que eu sou superior a elas. E acho que meu macho e machão é um dos meus favoritos.

25 minutos depois...

- Araceli - De que garoto a gente precisa falar, diretora?

- Diretora - É esse garoto Ramon, do 6ADAP.

Isso tá ficando pesado, fiquem ligados. Reescrever a parte 3 e mais do mesmo na parte 4, adicionei mais personagens e é isso, espero que estejam gostando. Talvez eu não consiga atualizar muito essa semana nem a próxima, mas vou tentar deixar um capítulo toda terça.

Tchau 🫶

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