Preparando tudo pra festa
Sabem, amanhã é meu aniversário e em qualquer outro momento da minha vida seria um momento de tristeza, talvez, ou para ser mais correto, decepção, mas sei que desta vez será diferente. Na manhã seguinte...
As coisas definitivamente tinham mudado alguns dias atrás, pensei, enquanto estava deitado na minha cama.
No entanto, era real, não era? O estranho foi que, com essa coisa dos anéis, eu poderia ir muito mais longe. Se quisesse, poderia ter minhas irmãs, mãe, vizinha, colegas, professoras ou qualquer garota bonita como minha escrava sexual. Um pensamento que não parecia tão ruim na verdade. Fiquei de pau duro só de pensar nessa possibilidade, mas, de qualquer forma... quer saber? Vai se foder, VADIAS!
- Luz - Sim, mestre.
- Mãe - Sim, mestre.
Embora eu goste da ideia de ser o mestre delas, quero que tenham personalidade, então aqui estão novas instruções...
Vamos dormir...
Na manhã seguinte...
Não sei se as coisas iam sair do controle hoje, mas acho que vou me sair bem, ou pelo menos é o que espero. Já era hora de levantar.
Tive a sensação de que ia precisar ficar de pau duro hoje, então não fazia sentido resolver isso agora como normalmente faria.
Eram 9h quando desci as escadas. Ouvi vozes. Sabia que Luz e mamãe já estariam lá, esperando que estivessem cuidando do café da manhã. Felizmente, estavam. Elas não tinham se incomodado em se vestir ainda. Luz estava usando uma camiseta branca e uma calcinha fio-dental, seus peitos quase aparecendo através do tecido fino e apertado. Mamãe estava usando uma calcinha fio-dental preta que realçava suas curvas. Dei bom dia e recebi uma resposta alegre das duas. Elas realmente não pareciam se importar com o novo estilo de vida. Quando Luz se inclinou sobre a mesa para colocar alguns pratos, não pude resistir e dei um tapinha suave em sua bunda nua. Ela ficou um pouco corada, mas simplesmente continuou pondo a mesa. Quando ela se virou com o pão, belisquei sua bunda, o que causou a mesma reação. Então a mesa estava posta e tivemos um café da manhã bem tranquilo. A mãe cozinhou alguns ovos e se certificou de que eu comesse três deles. Quando todos terminamos, ajudei a Luz a limpar a mesa enquanto a mãe foi para sua sessão de treino junto com a Cristina. Na hora da limpeza, não perdi a oportunidade de tocar a Luz. Quando ela estava enxaguando os pratos na pia, coloquei minhas mãos por baixo da blusa dela e agarrei firme seus peitos. Um pouco depois, puxei a blusa por cima da cabeça dela e joguei longe. O resto da limpeza ela fez sem reclamar, só usando seu fio-dental. Seus lindos peitos balançavam levemente a cada movimento. Eu não conseguia esperar mais. Minha pica estava doendo dentro do meu shorts. — Luz, preciso que você me chupe!
— Luz — Aahh, achei que você nunca ia pedir!
— Luz — Onde você quer?
Sentei na mesa. Ela enfiou a mão no meu shorts e pegou minha pica. Com um pouco de esforço, conseguiu tirá-la completamente. Com um grunhido de fome, ela enterrou o rosto no meu púbis. Primeiro, trabalhou minha pica com as mãos e a boca. Mas, aos poucos, as mãos dela se soltaram e só ficou a boca. Com as mãos, pegou minhas mãos e colocou sobre sua cabeça. Agarrei o cabelo dela e controlei completamente o ritmo. Usei a boca dela como se fosse algum tipo de boneca inflável. Às vezes devagar, deixando a língua dela trabalhar na ponta, e outras vezes enfiava tudo com força fundo na garganta dela. Quando estava prestes a gozar, puxei sua cabeça completamente para mim, de forma que a testa dela tocava meu ventre. Gozei jorrando dentro da boca dela. Pude sentir ela lutando contra o fluxo, mas conseguiu fazer com que tudo fosse direto para sua garganta. — Uau, isso foi incrível!
Luz continuou lambendo os lábios e engolindo as últimas gotas de porra.
Sabe... Embora eu gostasse da ideia da mãe e da minha irmã serem umas vadia submissas, acho que no final das contas é divertido vê-las sendo normais ao seu jeito, é por isso que ontem fiz esses ajustes e espero que possam me entender, afinal elas continuam sendo minhas. -Luz- É, obrigada por me deixar te chupar. Não, obrigado você! Viu? Prefiro essa iniciativa do que um "sou a putinha do amo". -Luz- Pode me chamar a qualquer hora que eu tô disponível! Com isso, ela foi para o seu quarto. Fiquei na sala de jantar lendo o jornal. Eram 9:45 e eu estava exausto. Precisava trabalhar na minha resistência se quisesse manter esse estilo de vida. Por outro lado, só precisava praticar bastante... Sabia que estava sendo ganancioso, mas se conseguisse fazer a Luz e a mamãe agirem assim, nada me impediria de fazer o mesmo com as outras. Provavelmente poderia ter quem eu quisesse, só precisava me esforçar. Enquanto pensava, o telefone tocou. Era hora de ir para a escola. Sabe, em qualquer outro momento da minha vida eu teria entrado às 7, mas hoje acabou essa história. Subo para me trocar e pedir à Luz que me leve, porque, por mais que seja legal dirigir, prefiro ter motorista. -Luz- Amo, aqui estão os 4 convites que você pediu ontem. Já está pronto, Amo? Tô indo, Luz. Deixa eu pegar umas coisas. Vou levar 5 anéis, não sei o que pode acontecer. No caminho para a escola, depois... Luz, você sabe quando minha outra irmã vai chegar? Lembra que ela levou dois anéis e vocês e mamãe têm que resolver isso. -Luz- Falei para ela vir só à tarde, para termos tempo para nós e para a festa. Obrigado, Luz, por me trazer. Eu te ligo para você me buscar. Viu? É melhor assim: uma mulher que seja minha putinha, mas que tenha livre-arbítrio, ou pelo menos um pouco. Caralho, o guarda de outra vez não tá mais aqui... Bom dia, precisava falar com a diretora. Já tinha uma reunião marcada com ela. Aqui está minha identificação. -Guarda- Deixa eu falar com ela e te passo... Ramon... pode entrar, ela já confirmou. Obrigado... Olá, diretora, posso me sentar? -Diretora- Sim, amo. Viu? Isso é chato, então putinha escuta bem...
Uma série de instruções pervertidas depois...
- Diretora: Sim, amo, suas instruções foram claras, gosta que eu chame a Sharon para avisar que você está aqui.
Sim, por favor, e depois de falar com ela, quero você de joelhos.
- Diretora: Sim, querido, me dá um momento...
Professora Sharon, o amo está aqui e precisa de você no meu escritório urgentemente.
- Sharon: Já vou então, estou na sala dos professores.
- Diretora: Pronto, amo, precisa que eu tire o vestido?
Sim, assim eu aproveito um pouco mais, mas rápido...
> Uma porta se abre <
- Sharon: Amo, já estou aqui, para que precisa de mim?
Queria falar com vocês sobre minha festa hoje às 20h, a festa tem tema e será na minha casa, então vou precisar que vocês vão de vestido preto com muito decote e que pareça elegante, com calcinha de renda vermelha e que consigam uma máscara preta ou vermelha, deixo à escolha de vocês.
- Sharon: Sim, amo.
- Diretora: Sim, awogh.
Já pode ir, Sharon, na festa explico o que faremos... e mais uma coisa, quero vocês bem depiladas.
- Sharon: Sim, amo, vou me depilar bem para seu prazer e te vejo na sua casa às 20h.
Diretora, já pode parar, agora é minha vez, fica de quatro que esse rabo vou estrear antes da festa.
- Diretora: Me fode como a vadia no cio que sou, filho de puta!
Embora eu fosse quem estava no comando naquela situação, aquela era uma ordem mais do que disposta a cumprir. Guiado por seu instinto de homem, continuou movendo o quadril até que com a cabeça do pau sentiu a caverna úmida e quente da Diretora e então, aos poucos, foi entrando nela, sentindo como as paredes vaginais daquela mulher o apertavam um pouco. Finalmente chegou no mais profundo que pôde daquela buceta e então, soube o que vinha a seguir: bombear. Começou a mover seus quadris com força, para frente e para trás para começar a foder aquela vadia como ela merecia e o efeito foi imediato: enquanto o abraçava e enterrava as unhas na costas.
A diretora gemeu de forma abafada enquanto me dizia: Isso, meu machão! Sim! Assim! Me dá mais! Me dá mais como a vadia que eu sou! Me fode! Mais forte!
Tudo isso com gemidos que inflavam o ego do Ramon ao saber que estava dando a foda da vida dela. No entanto, pouco tempo depois de estar nessa posição, suas forças começaram a falhar novamente e, antes de parar o "entra e sai", ele lembrou de uma coisa: essa mulher é minha vadia, vai fazer o que eu quiser. Era hora de ver até onde. Ele parou de embestir e, embora parecesse que a Diretora ia reclamar, se conteve quando viu que Ramon ia dizer algo:
Quero que você monte em mim, vaqueirinha. A Diretora entendeu a ordem, beijou-o nos lábios e disse:
Sim, meu dono...
Eles trocaram de posição. Santiago deitou na mesa com o pau bem duro apontando para o teto, enquanto a Diretora o olhava de pé. Ela passou uma perna sobre o quadril dele para ficar com a buceta em cima do pau dele, então pegou o membro do seu macho e assim pôde ir calculando quando seus joelhos baixaram para que o pau do Ramon entrasse sem problemas.
Logo, aqueles movimentos tão gostosos tiveram o efeito desejado quando ele começou a sentir que um orgasmo se formava. Ele pegou a garota pelos quadris para obrigá-la a parar e deixou tudo fluir: tanto a onda de prazer por todo o seu corpo, quanto o seu sêmen enchendo o útero da sua vadia, que só soltou um gemido de prazer ao sentir aquela substância viscosa e quente enchendo suas entranhas.
Passado um tempo, ambos se vestiram.
Ok, isso foi bom, agora preciso que você fale com a professora Araceli, por favor. Preciso que ela seja como você também.
— Diretora — Sim, meu machão, agora mesmo vou chamar aquela vadia para te chupar...
— Diretora — Olá, Araceli, preciso que venha à minha sala. Preciso conversar com você sobre o caso de um aluno.
— Araceli — Me dê 20 minutos para terminar minha aula.
— Diretora — Aqui te espero, obrigada.
Muito bem, vadia, agora preciso conversar umas coisas com você... Sua filha deverá levar para a festa...
Além disso, deverá...
- Diretora: Sim, meu macho
Agora sente-se e espere a professora Araceli enquanto eu saio para a recepção. Você me chamará quando tiver inventado uma desculpa e precisar da minha presença. Pode dizer que tenho problemas em casa, de qualquer forma estarei ouvindo tudo, porque faremos uma chamada. Entendido?
Sabe, deixei espaço para cada uma das minhas escravas me chamarem como quiserem, mas demonstrando que eu sou superior a elas e acho que meu macho e machote é um dos meus favoritos.
Passados 25 minutos...
- Araceli: De que garoto precisamos falar, diretora?
- Diretora: É esse garoto, Ramon, do 6ADAP.
Isso tá ficando foda, fiquem ligados. Reescrevendo a parte 3 e mais do mesmo com a 4, adicionei mais personagens e nada, espero que estejam gostando. Talvez não consiga atualizar muito esta semana nem na próxima, mas tentarei deixar um capítulo toda terça.
Tchau 🫶
Sabem, amanhã é meu aniversário e em qualquer outro momento da minha vida seria um momento de tristeza, talvez, ou para ser mais correto, decepção, mas sei que desta vez será diferente. Na manhã seguinte...
As coisas definitivamente tinham mudado alguns dias atrás, pensei, enquanto estava deitado na minha cama.
No entanto, era real, não era? O estranho foi que, com essa coisa dos anéis, eu poderia ir muito mais longe. Se quisesse, poderia ter minhas irmãs, mãe, vizinha, colegas, professoras ou qualquer garota bonita como minha escrava sexual. Um pensamento que não parecia tão ruim na verdade. Fiquei de pau duro só de pensar nessa possibilidade, mas, de qualquer forma... quer saber? Vai se foder, VADIAS!
- Luz - Sim, mestre.
- Mãe - Sim, mestre.
Embora eu goste da ideia de ser o mestre delas, quero que tenham personalidade, então aqui estão novas instruções...
Vamos dormir...
Na manhã seguinte...
Não sei se as coisas iam sair do controle hoje, mas acho que vou me sair bem, ou pelo menos é o que espero. Já era hora de levantar.
Tive a sensação de que ia precisar ficar de pau duro hoje, então não fazia sentido resolver isso agora como normalmente faria.
Eram 9h quando desci as escadas. Ouvi vozes. Sabia que Luz e mamãe já estariam lá, esperando que estivessem cuidando do café da manhã. Felizmente, estavam. Elas não tinham se incomodado em se vestir ainda. Luz estava usando uma camiseta branca e uma calcinha fio-dental, seus peitos quase aparecendo através do tecido fino e apertado. Mamãe estava usando uma calcinha fio-dental preta que realçava suas curvas. Dei bom dia e recebi uma resposta alegre das duas. Elas realmente não pareciam se importar com o novo estilo de vida. Quando Luz se inclinou sobre a mesa para colocar alguns pratos, não pude resistir e dei um tapinha suave em sua bunda nua. Ela ficou um pouco corada, mas simplesmente continuou pondo a mesa. Quando ela se virou com o pão, belisquei sua bunda, o que causou a mesma reação. Então a mesa estava posta e tivemos um café da manhã bem tranquilo. A mãe cozinhou alguns ovos e se certificou de que eu comesse três deles. Quando todos terminamos, ajudei a Luz a limpar a mesa enquanto a mãe foi para sua sessão de treino junto com a Cristina. Na hora da limpeza, não perdi a oportunidade de tocar a Luz. Quando ela estava enxaguando os pratos na pia, coloquei minhas mãos por baixo da blusa dela e agarrei firme seus peitos. Um pouco depois, puxei a blusa por cima da cabeça dela e joguei longe. O resto da limpeza ela fez sem reclamar, só usando seu fio-dental. Seus lindos peitos balançavam levemente a cada movimento. Eu não conseguia esperar mais. Minha pica estava doendo dentro do meu shorts. — Luz, preciso que você me chupe!
— Luz — Aahh, achei que você nunca ia pedir!
— Luz — Onde você quer?
Sentei na mesa. Ela enfiou a mão no meu shorts e pegou minha pica. Com um pouco de esforço, conseguiu tirá-la completamente. Com um grunhido de fome, ela enterrou o rosto no meu púbis. Primeiro, trabalhou minha pica com as mãos e a boca. Mas, aos poucos, as mãos dela se soltaram e só ficou a boca. Com as mãos, pegou minhas mãos e colocou sobre sua cabeça. Agarrei o cabelo dela e controlei completamente o ritmo. Usei a boca dela como se fosse algum tipo de boneca inflável. Às vezes devagar, deixando a língua dela trabalhar na ponta, e outras vezes enfiava tudo com força fundo na garganta dela. Quando estava prestes a gozar, puxei sua cabeça completamente para mim, de forma que a testa dela tocava meu ventre. Gozei jorrando dentro da boca dela. Pude sentir ela lutando contra o fluxo, mas conseguiu fazer com que tudo fosse direto para sua garganta. — Uau, isso foi incrível!
Luz continuou lambendo os lábios e engolindo as últimas gotas de porra.
Sabe... Embora eu gostasse da ideia da mãe e da minha irmã serem umas vadia submissas, acho que no final das contas é divertido vê-las sendo normais ao seu jeito, é por isso que ontem fiz esses ajustes e espero que possam me entender, afinal elas continuam sendo minhas. -Luz- É, obrigada por me deixar te chupar. Não, obrigado você! Viu? Prefiro essa iniciativa do que um "sou a putinha do amo". -Luz- Pode me chamar a qualquer hora que eu tô disponível! Com isso, ela foi para o seu quarto. Fiquei na sala de jantar lendo o jornal. Eram 9:45 e eu estava exausto. Precisava trabalhar na minha resistência se quisesse manter esse estilo de vida. Por outro lado, só precisava praticar bastante... Sabia que estava sendo ganancioso, mas se conseguisse fazer a Luz e a mamãe agirem assim, nada me impediria de fazer o mesmo com as outras. Provavelmente poderia ter quem eu quisesse, só precisava me esforçar. Enquanto pensava, o telefone tocou. Era hora de ir para a escola. Sabe, em qualquer outro momento da minha vida eu teria entrado às 7, mas hoje acabou essa história. Subo para me trocar e pedir à Luz que me leve, porque, por mais que seja legal dirigir, prefiro ter motorista. -Luz- Amo, aqui estão os 4 convites que você pediu ontem. Já está pronto, Amo? Tô indo, Luz. Deixa eu pegar umas coisas. Vou levar 5 anéis, não sei o que pode acontecer. No caminho para a escola, depois... Luz, você sabe quando minha outra irmã vai chegar? Lembra que ela levou dois anéis e vocês e mamãe têm que resolver isso. -Luz- Falei para ela vir só à tarde, para termos tempo para nós e para a festa. Obrigado, Luz, por me trazer. Eu te ligo para você me buscar. Viu? É melhor assim: uma mulher que seja minha putinha, mas que tenha livre-arbítrio, ou pelo menos um pouco. Caralho, o guarda de outra vez não tá mais aqui... Bom dia, precisava falar com a diretora. Já tinha uma reunião marcada com ela. Aqui está minha identificação. -Guarda- Deixa eu falar com ela e te passo... Ramon... pode entrar, ela já confirmou. Obrigado... Olá, diretora, posso me sentar? -Diretora- Sim, amo. Viu? Isso é chato, então putinha escuta bem...
Uma série de instruções pervertidas depois...
- Diretora: Sim, amo, suas instruções foram claras, gosta que eu chame a Sharon para avisar que você está aqui.
Sim, por favor, e depois de falar com ela, quero você de joelhos.
- Diretora: Sim, querido, me dá um momento...
Professora Sharon, o amo está aqui e precisa de você no meu escritório urgentemente.
- Sharon: Já vou então, estou na sala dos professores.
- Diretora: Pronto, amo, precisa que eu tire o vestido?
Sim, assim eu aproveito um pouco mais, mas rápido...
> Uma porta se abre <
- Sharon: Amo, já estou aqui, para que precisa de mim?
Queria falar com vocês sobre minha festa hoje às 20h, a festa tem tema e será na minha casa, então vou precisar que vocês vão de vestido preto com muito decote e que pareça elegante, com calcinha de renda vermelha e que consigam uma máscara preta ou vermelha, deixo à escolha de vocês.
- Sharon: Sim, amo.
- Diretora: Sim, awogh.
Já pode ir, Sharon, na festa explico o que faremos... e mais uma coisa, quero vocês bem depiladas.
- Sharon: Sim, amo, vou me depilar bem para seu prazer e te vejo na sua casa às 20h.
Diretora, já pode parar, agora é minha vez, fica de quatro que esse rabo vou estrear antes da festa.
- Diretora: Me fode como a vadia no cio que sou, filho de puta!
Embora eu fosse quem estava no comando naquela situação, aquela era uma ordem mais do que disposta a cumprir. Guiado por seu instinto de homem, continuou movendo o quadril até que com a cabeça do pau sentiu a caverna úmida e quente da Diretora e então, aos poucos, foi entrando nela, sentindo como as paredes vaginais daquela mulher o apertavam um pouco. Finalmente chegou no mais profundo que pôde daquela buceta e então, soube o que vinha a seguir: bombear. Começou a mover seus quadris com força, para frente e para trás para começar a foder aquela vadia como ela merecia e o efeito foi imediato: enquanto o abraçava e enterrava as unhas na costas.
A diretora gemeu de forma abafada enquanto me dizia: Isso, meu machão! Sim! Assim! Me dá mais! Me dá mais como a vadia que eu sou! Me fode! Mais forte!
Tudo isso com gemidos que inflavam o ego do Ramon ao saber que estava dando a foda da vida dela. No entanto, pouco tempo depois de estar nessa posição, suas forças começaram a falhar novamente e, antes de parar o "entra e sai", ele lembrou de uma coisa: essa mulher é minha vadia, vai fazer o que eu quiser. Era hora de ver até onde. Ele parou de embestir e, embora parecesse que a Diretora ia reclamar, se conteve quando viu que Ramon ia dizer algo:
Quero que você monte em mim, vaqueirinha. A Diretora entendeu a ordem, beijou-o nos lábios e disse:
Sim, meu dono...
Eles trocaram de posição. Santiago deitou na mesa com o pau bem duro apontando para o teto, enquanto a Diretora o olhava de pé. Ela passou uma perna sobre o quadril dele para ficar com a buceta em cima do pau dele, então pegou o membro do seu macho e assim pôde ir calculando quando seus joelhos baixaram para que o pau do Ramon entrasse sem problemas.
Logo, aqueles movimentos tão gostosos tiveram o efeito desejado quando ele começou a sentir que um orgasmo se formava. Ele pegou a garota pelos quadris para obrigá-la a parar e deixou tudo fluir: tanto a onda de prazer por todo o seu corpo, quanto o seu sêmen enchendo o útero da sua vadia, que só soltou um gemido de prazer ao sentir aquela substância viscosa e quente enchendo suas entranhas.
Passado um tempo, ambos se vestiram.
Ok, isso foi bom, agora preciso que você fale com a professora Araceli, por favor. Preciso que ela seja como você também.
— Diretora — Sim, meu machão, agora mesmo vou chamar aquela vadia para te chupar...
— Diretora — Olá, Araceli, preciso que venha à minha sala. Preciso conversar com você sobre o caso de um aluno.
— Araceli — Me dê 20 minutos para terminar minha aula.
— Diretora — Aqui te espero, obrigada.
Muito bem, vadia, agora preciso conversar umas coisas com você... Sua filha deverá levar para a festa...
Além disso, deverá...
- Diretora: Sim, meu macho
Agora sente-se e espere a professora Araceli enquanto eu saio para a recepção. Você me chamará quando tiver inventado uma desculpa e precisar da minha presença. Pode dizer que tenho problemas em casa, de qualquer forma estarei ouvindo tudo, porque faremos uma chamada. Entendido?
Sabe, deixei espaço para cada uma das minhas escravas me chamarem como quiserem, mas demonstrando que eu sou superior a elas e acho que meu macho e machote é um dos meus favoritos.
Passados 25 minutos...
- Araceli: De que garoto precisamos falar, diretora?
- Diretora: É esse garoto, Ramon, do 6ADAP.
Isso tá ficando foda, fiquem ligados. Reescrevendo a parte 3 e mais do mesmo com a 4, adicionei mais personagens e nada, espero que estejam gostando. Talvez não consiga atualizar muito esta semana nem na próxima, mas tentarei deixar um capítulo toda terça.
Tchau 🫶
1 comentários - Doméstica a cualquiera 03