Vou contar essa história que vivi há dois anos, no Dia dos Namorados de 2023. Naquela época, eu tinha 18, quase 19 anos, e tinha uma namorada com quem a gente transava como todo mundo: na casa dela, na minha, metíamos a mão um no outro no cinema, coisas normais. O aniversário dela era 12 de fevereiro, então para o dia 14 de fevereiro de 2023, decidimos ir pela primeira vez juntos a um motel, já que ela tinha atingido a maioridade e não tinha problema de entrar. Não é que eu não quisesse ir antes, mas ela nunca se decidia. Bom, no dia 12, comemoramos o aniversário dela na casa dela, transando à noite como manda o figurino. No dia 13, ela tirou a identidade já como maior de idade. Tudo ia bem até que, nesse mesmo dia 13 de fevereiro, chegando em casa depois de acompanhar minha namorada para tirar o documento, escutei minha mãe discutindo no telefone. Ela estava muito brava, gritava, xingava e tudo mais. Entrei em silêncio para ver o que estava rolando e a vi parada na cozinha com o telefone na mão, discutindo. Ela estava brigando com meu pai porque ele não podia voltar naquele dia nem no seguinte, só no dia 17 de fevereiro. Minha mãe estava histérica, reclamando que ele não ia estar no Dia dos Namorados com ela, que ele devia ter uma vagabunda onde estava e coisas do tipo. Eu entrei no meu quarto até ela se acalmar e depois fui para a sala. Quando me viu, ela disse: "Seu pai não pode vir. Diz que o caminhão quebrou, que vão arrumar amanhã. Já estou farta, toda vez é uma desculpa diferente, e ele vem quando quer." A conversa continuou, e eu falei que na noite seguinte ia sair. Ela disse que tudo bem, só para avisar quando estivesse voltando. Não achei estranho porque sempre foi assim entre ela e meu pai. Agora, para contextualizar: minha mãe é dona de casa, tem 1,50m de altura, tem seus gordinhos, uma bunda mais ou menos grande e uns peitos meio caídos. Não é a mais gostosa, mas sempre atraía qualquer babaca na rua. Já meu pai é gordo, branco, mas meio simpático, então ganhou fama de mulherengo aposentado. Bom, no dia 14, o dia todo começou a se desenrolar desde Acordei e fui normal pra casa da minha namorada. Cheguei lá, a gente saiu, jantou e pegou um taxi pro motel. Quando já ia entrar, ela se arrependeu. Convenci ela e entramos. Já deitados, enquanto eu tirava a roupa, ela se arrependeu de estar ali. Encheu de desculpa, aí eu fiquei puto e saímos de lá. Deixei ela em casa e voltei bolado pra minha casa. Não avisei ninguém, e por causa disso acabei topando com a história mais surreal que já vivi. Quando entrei em casa, tava tudo escuro, mas dava pra ouvir gemidos. Aí pensei que meu pai tinha voltado e tava dando uma trepadinha na minha mãe. Na hora, não me incomodei, porque a comunicação com meu velho sobre sexo é de boa. Mas quando voltei pra porta pra sair e deixar eles sozinhos, ouvi uma voz masculina meio conhecida, mas que não era do meu pai. Como não acreditei que era outra voz, me aproximei em silêncio até o quarto. A porta tava totalmente aberta. No quarto, a única luz que refletia era a que saía por uma fresta da porta do banheiro dos meus pais. E aí pude ver como minha mãe tava sendo comida por um homem que não era meu pai.
Estavam na posse do missionário, transando com uma fúria que eu queria estar transando com a minha namorada. Dava pra ver as pernas da mamãe balançando cada vez que esse homem batia o corpo no dela, via e ouvia a mamãe batendo na cama com as mãos cada vez que esse cara, um pouco mais magro que meu pai, se enterrava bruscamente nela. Ela gemia tipo ayyy ayyy ayyy siii siii ayyyy, enquanto esse homem repetia: você gosta, puta aaaa, gosta de ser comida aaaa, responde, puta, fala, repetia tudo isso a cada investida, com a mamãe respondendo siii, siii, tava precisando disso aghhh, aghhh. Esse senhor continuava fodendo ela com as pernas abertas até que, uns 5 minutos depois que eu tava espiando, ele faz um movimento e coloca as pernas da mamãe nos ombros dele e continua metendo, agora mais forte, fazendo a mamãe gritar cada vez mais alto. Dava pra ver e ouvir as bolas desse senhor batendo na bunda da minha progenitora. Com as pernas no ombro não duraram muito e mudaram pra posição de quatro, por pedido dele que falou "fica de quatro, puta, quero ver essa bunda quicando". A mamãe virou e empinou a bunda pra ele enfiar a rola sem perder tempo, começou de novo as investidas, mas o choque daqueles dois corpos fazia um som que ecoava pela casa toda. A mamãe gemia e gemia enquanto esse senhor começou a falar: você gosta de ser comida, né, puta aaaa, fazia meses que não comia essa bunda gostosa aaaaaaa, você gosta de ser comida pelo seu compadre, não, puta aaaa, você adora essa pica, né aaaa. Vi ele esticar o braço pra frente e puxar pra trás com o cabelo da minha mãe enrolado na mão, levantando a cabeça dela pra se aproximar e falar: e aí, o que acha de transar com seu compadre em vez do seu marido no dia dos namorados aaaa, aaaa, mmm. Agora que dava pra ouvir mais claramente os gemidos e respostas da mamãe, ela só respondia siii, siii, me dá mais, me dá mais, me dá mais, aghhhh, mmmmm mmmm, adoro, pai, adoro. me come, me dá mais, me dá mais aaaa. Essa confissão me chocou, o cara que tava comendo minha mãe era um dos amigos mais próximos do meu pai, era até compadre, padrinho do meu batismo, não sei desde quando esses encontros rolavam, mas pelo que eles disseram não era a primeira vez que eles transavam, só a primeira vez no Dia dos Namorados. Ficaram uns 7 minutos naquela posição com estocadas fortes, acompanhadas de tapas na bunda e gemidos, até que de repente meu padrinho geme que vai gozar. Se afastou bruscamente da minha mãe, agarrou a pica dele, subiu na cama, vi ele jogar a camisinha que cobria a pica dele pro lado da cama e chegar perto da cara da minha mãe dizendo: abre a boca, abre a boca. Pela primeira vez desde que comecei a espiar, consegui ver o perfil do meu padrinho, porque antes só via as costas dele, ele tinha uma barriga menor que a do meu pai, mas uns braços mais musculosos, e a pica dele era menor que a minha, mas umas duas vezes mais grossa. Voltando ao que aconteceu, quando ouvi o que meu padrinho disse, minha mãe abaixou a bunda dela pra ficar deitada completamente, só com a cabeça levantada, recebendo as porradas de leite que se espalharam pela cara toda dela, e ela recebia como uma puta de filme pornô, de boca aberta e falando me dá mais, me dá todo esse leiteee. Meu padrinho também gemia enquanto gozava, quando terminou apertou a pica dele da base até a ponta e minha mãe se aproximou pra chupar a pontinha, meu padrinho ainda ajoelhado na cama bufou e disse: que delícia, porra!!! Minha mãe riu e falou me dá um pano pra me limpar, ele sem hesitar levantou o travesseiro, tirou a fronha e deu pra ela, ela começou a limpar a cara, e eu via a bunda dela vermelha das estocadas e marcas de mão dos tapas, meu padrinho se deitou de lado na cama colocando a cara perto da da minha mãe, enquanto uma mão ele colocou em cima de uma nádega e ficou apalpando, chegou ainda mais perto da cara da minha mãe e deu um beijo nela que estalou, pude perceber que eles tinham Cumplicidade e confiança quando minha mãe ficou de bruços se beijando com meu padrinho, que estava deitado ao lado dela com o pau já mole e todo murcho. Vendo que já tinham terminado de transar, me virei pra porta com uma ereção que vocês não fazem ideia e saí sem fazer barulho, exatamente como entrei. Naquela mesma noite, fui matar tempo num sinuca perto de casa e umas 2 da manhã voltei pra casa, mas minha mãe já tava roncando. Como contei, eles mesmos confessaram que não era a primeira vez, mas não sei se continuaram ou se vão continuar se encontrando — só sei que nunca mais consegui ver eles... Pra concluir, no dia 17 meu pai chegou com um puta buquê de rosas e chocolates, então minha mãe perdoou ele.
Estavam na posse do missionário, transando com uma fúria que eu queria estar transando com a minha namorada. Dava pra ver as pernas da mamãe balançando cada vez que esse homem batia o corpo no dela, via e ouvia a mamãe batendo na cama com as mãos cada vez que esse cara, um pouco mais magro que meu pai, se enterrava bruscamente nela. Ela gemia tipo ayyy ayyy ayyy siii siii ayyyy, enquanto esse homem repetia: você gosta, puta aaaa, gosta de ser comida aaaa, responde, puta, fala, repetia tudo isso a cada investida, com a mamãe respondendo siii, siii, tava precisando disso aghhh, aghhh. Esse senhor continuava fodendo ela com as pernas abertas até que, uns 5 minutos depois que eu tava espiando, ele faz um movimento e coloca as pernas da mamãe nos ombros dele e continua metendo, agora mais forte, fazendo a mamãe gritar cada vez mais alto. Dava pra ver e ouvir as bolas desse senhor batendo na bunda da minha progenitora. Com as pernas no ombro não duraram muito e mudaram pra posição de quatro, por pedido dele que falou "fica de quatro, puta, quero ver essa bunda quicando". A mamãe virou e empinou a bunda pra ele enfiar a rola sem perder tempo, começou de novo as investidas, mas o choque daqueles dois corpos fazia um som que ecoava pela casa toda. A mamãe gemia e gemia enquanto esse senhor começou a falar: você gosta de ser comida, né, puta aaaa, fazia meses que não comia essa bunda gostosa aaaaaaa, você gosta de ser comida pelo seu compadre, não, puta aaaa, você adora essa pica, né aaaa. Vi ele esticar o braço pra frente e puxar pra trás com o cabelo da minha mãe enrolado na mão, levantando a cabeça dela pra se aproximar e falar: e aí, o que acha de transar com seu compadre em vez do seu marido no dia dos namorados aaaa, aaaa, mmm. Agora que dava pra ouvir mais claramente os gemidos e respostas da mamãe, ela só respondia siii, siii, me dá mais, me dá mais, me dá mais, aghhhh, mmmmm mmmm, adoro, pai, adoro. me come, me dá mais, me dá mais aaaa. Essa confissão me chocou, o cara que tava comendo minha mãe era um dos amigos mais próximos do meu pai, era até compadre, padrinho do meu batismo, não sei desde quando esses encontros rolavam, mas pelo que eles disseram não era a primeira vez que eles transavam, só a primeira vez no Dia dos Namorados. Ficaram uns 7 minutos naquela posição com estocadas fortes, acompanhadas de tapas na bunda e gemidos, até que de repente meu padrinho geme que vai gozar. Se afastou bruscamente da minha mãe, agarrou a pica dele, subiu na cama, vi ele jogar a camisinha que cobria a pica dele pro lado da cama e chegar perto da cara da minha mãe dizendo: abre a boca, abre a boca. Pela primeira vez desde que comecei a espiar, consegui ver o perfil do meu padrinho, porque antes só via as costas dele, ele tinha uma barriga menor que a do meu pai, mas uns braços mais musculosos, e a pica dele era menor que a minha, mas umas duas vezes mais grossa. Voltando ao que aconteceu, quando ouvi o que meu padrinho disse, minha mãe abaixou a bunda dela pra ficar deitada completamente, só com a cabeça levantada, recebendo as porradas de leite que se espalharam pela cara toda dela, e ela recebia como uma puta de filme pornô, de boca aberta e falando me dá mais, me dá todo esse leiteee. Meu padrinho também gemia enquanto gozava, quando terminou apertou a pica dele da base até a ponta e minha mãe se aproximou pra chupar a pontinha, meu padrinho ainda ajoelhado na cama bufou e disse: que delícia, porra!!! Minha mãe riu e falou me dá um pano pra me limpar, ele sem hesitar levantou o travesseiro, tirou a fronha e deu pra ela, ela começou a limpar a cara, e eu via a bunda dela vermelha das estocadas e marcas de mão dos tapas, meu padrinho se deitou de lado na cama colocando a cara perto da da minha mãe, enquanto uma mão ele colocou em cima de uma nádega e ficou apalpando, chegou ainda mais perto da cara da minha mãe e deu um beijo nela que estalou, pude perceber que eles tinham Cumplicidade e confiança quando minha mãe ficou de bruços se beijando com meu padrinho, que estava deitado ao lado dela com o pau já mole e todo murcho. Vendo que já tinham terminado de transar, me virei pra porta com uma ereção que vocês não fazem ideia e saí sem fazer barulho, exatamente como entrei. Naquela mesma noite, fui matar tempo num sinuca perto de casa e umas 2 da manhã voltei pra casa, mas minha mãe já tava roncando. Como contei, eles mesmos confessaram que não era a primeira vez, mas não sei se continuaram ou se vão continuar se encontrando — só sei que nunca mais consegui ver eles... Pra concluir, no dia 17 meu pai chegou com um puta buquê de rosas e chocolates, então minha mãe perdoou ele.
1 comentários - Dia dos Namorados da Mamãe e o Amante