Que memórias vívidas de prazer tenho ao lembrar, Pedro tinha a mão dentro da minha saia, já tinha empurrado minha calcinha e me masturbava com seus dedos largos.
Ele mantinha o olhar fixo nos meus olhos, via minhas caretas que agradeciam sua mão brincalhona, minha buceta ficava molhada esperando ansiosa que ele enfiasse as falanges bem fundo em mim, mas não, ele fazia-se de desejado. Me acariciava quase me torturando, mas sabendo pelos meus gestos que eu me contorcia de prazer.
Minha boca estava seca, entreaberta sem conseguir pegar ar.
Meus mamilos estavam duros, apareciam marcados pelo meu top dourado apertado. Minha saia preta, super curtinha mal cobria seus movimentos inquietos.
Um gole de um gin tônica me fez recuperar levemente a compostura e lembrar que ao meu redor, havia pessoas jantando enquanto nós naquele box de um restaurante muito elegante de Puerto Madero, estávamos brincando como dois adolescentes no cio.
Se dependesse de mim, eu ficava de quatro sobre a mesa para aquele velho depravado me comer enquanto me apalpava com seus 20 anos de idade. Eu não sabia me controlar, mas ele sim, sabia muito bem como fazer isso.
Ele tirou a mão e com os dedos molhados dos meus fluidos, levantou o braço fazendo o gesto para pedir outra rodada de bebidas.
A garçonete, muito bonita ela, típica desse tipo de lugar, sorriu sem perceber nada e foi imediatamente para o bar.
Da minha parte, fiquei como uma criança que tiram seu doce, queria chorar por não tê-lo entre minhas pernas. Minha calcinha preta de renda estava completamente encharcada. Disfarçadamente tirei e dei na mão dele. Ele levou até sua barba grisalha, cheirou e me devolveu. Guardei na minha bolsa e fiquei sem, caso meu homem decidisse brincar comigo de novo.
Ao nosso redor, mesas de negócios, casais muito ricos e alguns grupos de amigos de classe alta.
Todos olhavam de vez em quando especulando que eu era sua prostituta.
Mal era nosso segundo encontro.
Embora ele me recebeu com o presente da bolsa na qual guardei O thong era só um agrado do Pedro para mim. Por que eu não poderia gostar daquele homem?
Ele não era um senhor super atraente, mas era tarado e me tratava mais do que bem... Na vida não se pode ter tudo.
Talvez, uma das coisas que mais me atraía nele era que ele tentava disfarçar o olhar para os meus peitos. Ele já me tinha visto engolir toda a pica dele, mas mesmo assim, ele disfarçava para olhar meu decote pronunciado, que tantas mesas ao nosso redor se deliciavam.
Me dava ternura. Depois eu lembrava que de terno ele tinha pouco. Cada beijo, ele gostava de morder meus lábios como quem marca território, me beijava com muita paixão, sem me soltar até que ele decidisse.
A calça social dele pouco disfarçava a ereção, a mesa e o box eram a única coisa que o resguardava. Felizmente a luz baixa favorecia ainda mais.
No entanto, ele notou meu olhar no volume e, sem nenhum tipo de vergonha, baixou o zíper para libertar o pênis. Levou minha mão ao seu falo e me convidou a massageá-lo. Tarefa que não recusei, o jantar, os drinks e a carteira o faziam merecedor dessa masturbação.
Movia de cima para baixo com um ritmo bem suave, pouca pressão nos dedos, quase dando carícias e brincando com a cabecinha dele.
Ele me olhava enquanto eu lhe dava prazer naquele restaurante. Tinha um olhar penetrante, quase intimidador.
Senti a nossa garçonete se aproximar e não parei, não tive coragem de desafiar seus olhos. Sua exigência.
Ela deixou os drinks enquanto eu continuei com meu vai e vem que, quase inconscientemente, endureci, exercendo um ou dois pontos a mais de pressão na hora de segurar aquele membro.
Cruzei o olhar com a garçonete enquanto ela ia embora, ela me olhava com nojo, não porque tivesse percebido a cena, mas porque me via como uma puta que transava com aquele velho.
A forma dela me menosprezar foi um combustível que acelerou o movimento da minha mão. Já era uma masturbação com todas as letras. Seus olhos já estavam fechados e a cabeça jogada para trás.
Dei um beijo no pescoço dele para poder disfarçar um pouco. a cena vergonhosa que estávamos dando.
Pela primeira vez senti medo de sermos descobertos, mas longe de me fazer parar, simplesmente continuei com meu dever.
Ele abriu os olhos e com os copos cheios, sem ter tomado um gole, ajeitou a calça tirando minha mão sutilmente.
Deixou uma quantidade importante de dinheiro sobre a mesa que cobria generosamente a gorjeta da garçonete e me levou pela mão até lá fora.
Sem calcinha percorri todo o salão com minhas nádegas vermelhas pelo calor interno que sentia. Seus olhos se cravaram em nós, algo estávamos tramando, seus olhares nos julgavam.
Entramos na garagem que estava a poucos metros e na escuridão daquele lugar, sem chegar a entrar no carro, ele me fez ajoelhar para chupar seu pau contra seu BMW azul.
Meus joelhos estavam sobre aquele chão sujo, com restos de terra e graxa.
Meus lábios, com restos do líquido pré-seminal do meu amante que em segundos estava me afogando com seu pau.
Não era enorme, mas o suficiente para me tirar o ar e fazer com que dos meus olhos escapassem algumas lágrimas.
Uma das minhas mãos acompanhava o movimento da minha cabeça, masturbando aquele pau que meu homem me servia. A outra das minhas mãos, respondia às minhas necessidades e acariciava meu clitóris enquanto me dedicava a dar prazer a Pedro.
Senti uns jatos quentes na minha garganta, Pedro gozava na minha boca e eu respondi como uma dama, lambendo cada gota que ele me oferecia.
Cuidei para dar a ele o que merecia, cuidei para continuar impecável para ele, nem uma gota escapou dos meus lábios.
Se ele me pedisse, teria continuado de joelhos até que se cansasse de me ter pendurada em sua glande.
Só porque ele quis, subimos em seu carro e ele me levou a um hotel muito famoso de Puerto Madero.
A suíte era incrível, estava nos esperando com um champanhe dentro de uma geladeira e uma vista da cidade imperdível.
"A cidade está linda à noite, mas sua bunda é ainda melhor." Ele me elogiou enquanto eu estava embasbacada olhando pela enorme janela. Você acha? Não viu tudo ainda..."
Pedro estava sentado numa poltrona de couro, contemplando a vista, mas o meu corpo.
Balangando de costas pra ele, fui descendo a minissaia - meu fio-dental estava guardado na bolsa, então não tinha nada pra esconder minha nudez.
Balancei a bunda suavemente, dançando de modo sensual e terminando de tirar o top. Fiquei sem nada além do olhar atento dele sobre mim, com a cidade ao fundo.
Virei pra encará-lo e ele já estava se masturbando, deixando o pau bem duro.
Não consegui segurar o desejo de ajudá-lo. Fiquei de joelhos naquele carpete e me aproximei engatinhando.
Meus olhos cravaram no membro dele, minhas mãos acariciavam seu falo enquanto mordia os lábios pra expressar meu desejo de engolir tudo.
"Quer que eu chupe todinho de novo?" falei da maneira mais putinha que me saiu.
"Acha que é algo que eu poderia recusar?" foi a resposta dele.
Eu responderia, mas já estava no clima e com o pau dele dentro da minha boca mais uma vez.
Sentia um desejo enorme de ser a putinha dele, mesmo que, ao mesmo tempo, evitasse o olhar várias vezes porque não era ele que me encantava. Me concentrava naqueles centímetros de carne que não tinham idade - eu gostava sem discussão.
Ele, por sua vez, percorria meu corpo todo com as mãos, olhos ou língua. Não perdia uma chance de provar minha pele macia.
Ele me puxou pelo cabelo e levantou meu rosto. Nossos olhares se cruzaram enquanto minha língua ainda estava pra fora, pingando saliva. Seu pau brilhando do meu oral.
Ele me colocou no colo e começamos a nos devorar de beijos. Eu completamente pelada e ele ainda de roupa, mas com o pau pra fora.
Aquele momento foi estranho pra mim. A paixão com que ele me beijava não era nem de perto a mesma que eu sentia por aquele senhor. Suas mãos não perdiam a chance de apalpar todos os meus buraquinhos, os dedos alternando entre minha buceta e meu cu. Os únicos momentos em que a barba dele não estava nos meus lábios eram quando ele se distraía chupando meus peitos, coisa que fazia muito bem e me transportava para fantasias lindas.
Sentia os dedos dele brincando entre minhas pernas, entrando e saindo da minha buceta molhada de tanto atrito.
Eu era uma garotinha no colo dele, a diferença de idade entre a gente fazia tudo parecer muito real.
Ele me levantou e me levou até a cama, que estava a poucos metros dali. Deitada de costas, ele se dedicou a percorrer toda a minha fisionomia com a língua. Em minutos, todos os meus cantinhos estavam cobertos pela saliva dele, eu estava marcada pelo meu macho naquela noite.
Me virou e foi direto pro meu booty. Abriu minhas nádegas com as mãos e percorreu todo o meu cu com a língua. Era incrível a paixão com que aquele senhor se dedicava a me dar prazer oral. Como ele adorava lamber meu cuzinho.
Eu gemida de maneira genuína, meu corpo relaxava ao mesmo tempo que minhas costas se arqueavam torcidas de prazer.
Senti a língua dele descer até minha buceta e fiquei de quatro na frente dele. Um dedinho entrou no meu booty e a língua dele acariciava meu clitóris.
Ele continuou esse processo com muita facilidade, até adicionou outro dedo no meu booty que não ofereceu nenhuma resistência.
Isso deu muita confiança a ele, ele sabia o que estava por vir, era tarde para eu negar. Senti um cuspe no meu cu e o que veio em seguida foi a pressão do pau dele que começou a entrar devagarzinho.
Minha bunda era o desejo dele naquela noite e ele não ia ficar com vontade.
Eu também não pensava em dizer não. Aquele homem me tratava como uma verdadeira putinha malcriada.
De quatro como estava, relaxei meu corpo e deixei o pau dele entrar, que com muita facilidade se perdeu entre minhas nádegas.
Ele começou com uma foda tranquila, agarrando meus glúteos com muita força mas com um ritmo suave, cuidando de mim.
Eu rebolava para ele enquanto ele fazia seu vai e vem.
O ritmo foi aumentando quase sem vergonha, o que começou tranquilo rapidamente se transformou num anal violento que me deixou imóvel e mordendo o cobertor caro daquele hotel.
Pedro esqueceu da mulher inocente com quem estava e se dedicou a arrombar meu cu, pra isso ele veio e isso ele ia fazer. fazer. Meus gritos abafados não eram algo que o detivesse, pelo contrário, incentivavam-no ainda mais, a enfiadas mais profundas e a tapas na minha bunda que deixavam os dedos dele marcados na minha nudez. Ele metia e tirava num ritmo voraz, estava destruindo minha bunda. "Por... Deus... Você está... Arrebentando... Meu cu..." Meu comentário fez com que eu ganhasse os dedos dele na minha boca, calando meus pensamentos. Ele buscou maior profundidade nas suas investidas, meus olhos reviravam, meus gemidos viraram gritos e ofegos, sentia a boca seca. O pau dele continuava me arrebentando sem piedade. Pensei que ele ia me atravessar, foram longos minutos sentindo o corpo do Pedro em cima de mim, o peso dele caía sobre mim a cada avanço e abria ainda mais minha bunda arrombada. Ele tirou os dedos da minha boca e pude voltar a falar. "Deus... Deus... Deus..." Ele não ia me salvar por mais que eu o chamasse múltiplas vezes. Aquele velho pensava em brincar com meu corpo de vinte e poucos anos até cansar. "Você gosta, putinha, não é?" Me acusou Pedro usando palavras que nunca tinham saído da boca dele até então. "Está quietinha agora, né? Custa admitir que você é uma puta?" Pah... Pah... Pah... a pélvis dele continuava batendo contra minha bunda. O pau dele estava enterrado dentro de mim e eu não era capaz de responder. "Vou encher esse rabo divino de porra, me ouviu?" Sim, eu tinha ouvido muito bem. Nunca ia dizer não pra ele. Mas também não conseguia falar para afirmar sua vontade. Também não precisou. Todos esses insultos esquentaram meu macho e fizeram com que ele descarregasse o sêmen quente dentro de mim. Meu rabinho foi se enchendo enquanto sentia o pau dele pulsar dentro. Meu cu finalmente relaxou e comecei a gozar com ele, senti meu corpo tremendo e uma eletricidade percorreu minhas costas enquanto Pedro deixava as últimas gotas de porra no exterior do meu ânus. Eu estava feliz de ver a expressão dele, sabia que tinha feito meu trabalho bem e até aprovado com louvor. O pau dele já Mole, estava deitada sobre uma das minhas pernas, a mesma que começava a ter um filete de porra escorrendo do interior da minha bunda.
Pedro beijou uma das nádegas da minha raba.
"Por favor, que brinquedo lindo esse" foi a frase que acompanhou aquele gesto terno.
"Vou tomar um banho e vou embora, mas o quarto está pago. Você pode ficar."
Fiquei sozinha na cama e o vi se afastar.
Acabei dormindo, completamente exausta.
Na manhã seguinte, o sol que entrava por aquela janelona que começou tudo me acordou de forma agressiva.
Estava meio desorientada, vi minhas roupas em cima de uma cadeira, e havia outra por cima dela.
Não pude evitar, pulei da cama e fui verificar. Aquele anal que tantas vezes dei de presente para aquele idiota do meu ex me fez ganhar mais mil dólares.
Voltei feliz para a cama até que o café da manhã chegou.
Ele mantinha o olhar fixo nos meus olhos, via minhas caretas que agradeciam sua mão brincalhona, minha buceta ficava molhada esperando ansiosa que ele enfiasse as falanges bem fundo em mim, mas não, ele fazia-se de desejado. Me acariciava quase me torturando, mas sabendo pelos meus gestos que eu me contorcia de prazer.
Minha boca estava seca, entreaberta sem conseguir pegar ar.
Meus mamilos estavam duros, apareciam marcados pelo meu top dourado apertado. Minha saia preta, super curtinha mal cobria seus movimentos inquietos.
Um gole de um gin tônica me fez recuperar levemente a compostura e lembrar que ao meu redor, havia pessoas jantando enquanto nós naquele box de um restaurante muito elegante de Puerto Madero, estávamos brincando como dois adolescentes no cio.
Se dependesse de mim, eu ficava de quatro sobre a mesa para aquele velho depravado me comer enquanto me apalpava com seus 20 anos de idade. Eu não sabia me controlar, mas ele sim, sabia muito bem como fazer isso.
Ele tirou a mão e com os dedos molhados dos meus fluidos, levantou o braço fazendo o gesto para pedir outra rodada de bebidas.
A garçonete, muito bonita ela, típica desse tipo de lugar, sorriu sem perceber nada e foi imediatamente para o bar.
Da minha parte, fiquei como uma criança que tiram seu doce, queria chorar por não tê-lo entre minhas pernas. Minha calcinha preta de renda estava completamente encharcada. Disfarçadamente tirei e dei na mão dele. Ele levou até sua barba grisalha, cheirou e me devolveu. Guardei na minha bolsa e fiquei sem, caso meu homem decidisse brincar comigo de novo.
Ao nosso redor, mesas de negócios, casais muito ricos e alguns grupos de amigos de classe alta.
Todos olhavam de vez em quando especulando que eu era sua prostituta.
Mal era nosso segundo encontro.
Embora ele me recebeu com o presente da bolsa na qual guardei O thong era só um agrado do Pedro para mim. Por que eu não poderia gostar daquele homem?
Ele não era um senhor super atraente, mas era tarado e me tratava mais do que bem... Na vida não se pode ter tudo.
Talvez, uma das coisas que mais me atraía nele era que ele tentava disfarçar o olhar para os meus peitos. Ele já me tinha visto engolir toda a pica dele, mas mesmo assim, ele disfarçava para olhar meu decote pronunciado, que tantas mesas ao nosso redor se deliciavam.
Me dava ternura. Depois eu lembrava que de terno ele tinha pouco. Cada beijo, ele gostava de morder meus lábios como quem marca território, me beijava com muita paixão, sem me soltar até que ele decidisse.
A calça social dele pouco disfarçava a ereção, a mesa e o box eram a única coisa que o resguardava. Felizmente a luz baixa favorecia ainda mais.
No entanto, ele notou meu olhar no volume e, sem nenhum tipo de vergonha, baixou o zíper para libertar o pênis. Levou minha mão ao seu falo e me convidou a massageá-lo. Tarefa que não recusei, o jantar, os drinks e a carteira o faziam merecedor dessa masturbação.
Movia de cima para baixo com um ritmo bem suave, pouca pressão nos dedos, quase dando carícias e brincando com a cabecinha dele.
Ele me olhava enquanto eu lhe dava prazer naquele restaurante. Tinha um olhar penetrante, quase intimidador.
Senti a nossa garçonete se aproximar e não parei, não tive coragem de desafiar seus olhos. Sua exigência.
Ela deixou os drinks enquanto eu continuei com meu vai e vem que, quase inconscientemente, endureci, exercendo um ou dois pontos a mais de pressão na hora de segurar aquele membro.
Cruzei o olhar com a garçonete enquanto ela ia embora, ela me olhava com nojo, não porque tivesse percebido a cena, mas porque me via como uma puta que transava com aquele velho.
A forma dela me menosprezar foi um combustível que acelerou o movimento da minha mão. Já era uma masturbação com todas as letras. Seus olhos já estavam fechados e a cabeça jogada para trás.
Dei um beijo no pescoço dele para poder disfarçar um pouco. a cena vergonhosa que estávamos dando.
Pela primeira vez senti medo de sermos descobertos, mas longe de me fazer parar, simplesmente continuei com meu dever.
Ele abriu os olhos e com os copos cheios, sem ter tomado um gole, ajeitou a calça tirando minha mão sutilmente.
Deixou uma quantidade importante de dinheiro sobre a mesa que cobria generosamente a gorjeta da garçonete e me levou pela mão até lá fora.
Sem calcinha percorri todo o salão com minhas nádegas vermelhas pelo calor interno que sentia. Seus olhos se cravaram em nós, algo estávamos tramando, seus olhares nos julgavam.
Entramos na garagem que estava a poucos metros e na escuridão daquele lugar, sem chegar a entrar no carro, ele me fez ajoelhar para chupar seu pau contra seu BMW azul.
Meus joelhos estavam sobre aquele chão sujo, com restos de terra e graxa.
Meus lábios, com restos do líquido pré-seminal do meu amante que em segundos estava me afogando com seu pau.
Não era enorme, mas o suficiente para me tirar o ar e fazer com que dos meus olhos escapassem algumas lágrimas.
Uma das minhas mãos acompanhava o movimento da minha cabeça, masturbando aquele pau que meu homem me servia. A outra das minhas mãos, respondia às minhas necessidades e acariciava meu clitóris enquanto me dedicava a dar prazer a Pedro.
Senti uns jatos quentes na minha garganta, Pedro gozava na minha boca e eu respondi como uma dama, lambendo cada gota que ele me oferecia.
Cuidei para dar a ele o que merecia, cuidei para continuar impecável para ele, nem uma gota escapou dos meus lábios.
Se ele me pedisse, teria continuado de joelhos até que se cansasse de me ter pendurada em sua glande.
Só porque ele quis, subimos em seu carro e ele me levou a um hotel muito famoso de Puerto Madero.
A suíte era incrível, estava nos esperando com um champanhe dentro de uma geladeira e uma vista da cidade imperdível.
"A cidade está linda à noite, mas sua bunda é ainda melhor." Ele me elogiou enquanto eu estava embasbacada olhando pela enorme janela. Você acha? Não viu tudo ainda..."
Pedro estava sentado numa poltrona de couro, contemplando a vista, mas o meu corpo.
Balangando de costas pra ele, fui descendo a minissaia - meu fio-dental estava guardado na bolsa, então não tinha nada pra esconder minha nudez.
Balancei a bunda suavemente, dançando de modo sensual e terminando de tirar o top. Fiquei sem nada além do olhar atento dele sobre mim, com a cidade ao fundo.
Virei pra encará-lo e ele já estava se masturbando, deixando o pau bem duro.
Não consegui segurar o desejo de ajudá-lo. Fiquei de joelhos naquele carpete e me aproximei engatinhando.
Meus olhos cravaram no membro dele, minhas mãos acariciavam seu falo enquanto mordia os lábios pra expressar meu desejo de engolir tudo.
"Quer que eu chupe todinho de novo?" falei da maneira mais putinha que me saiu.
"Acha que é algo que eu poderia recusar?" foi a resposta dele.
Eu responderia, mas já estava no clima e com o pau dele dentro da minha boca mais uma vez.
Sentia um desejo enorme de ser a putinha dele, mesmo que, ao mesmo tempo, evitasse o olhar várias vezes porque não era ele que me encantava. Me concentrava naqueles centímetros de carne que não tinham idade - eu gostava sem discussão.
Ele, por sua vez, percorria meu corpo todo com as mãos, olhos ou língua. Não perdia uma chance de provar minha pele macia.
Ele me puxou pelo cabelo e levantou meu rosto. Nossos olhares se cruzaram enquanto minha língua ainda estava pra fora, pingando saliva. Seu pau brilhando do meu oral.
Ele me colocou no colo e começamos a nos devorar de beijos. Eu completamente pelada e ele ainda de roupa, mas com o pau pra fora.
Aquele momento foi estranho pra mim. A paixão com que ele me beijava não era nem de perto a mesma que eu sentia por aquele senhor. Suas mãos não perdiam a chance de apalpar todos os meus buraquinhos, os dedos alternando entre minha buceta e meu cu. Os únicos momentos em que a barba dele não estava nos meus lábios eram quando ele se distraía chupando meus peitos, coisa que fazia muito bem e me transportava para fantasias lindas.
Sentia os dedos dele brincando entre minhas pernas, entrando e saindo da minha buceta molhada de tanto atrito.
Eu era uma garotinha no colo dele, a diferença de idade entre a gente fazia tudo parecer muito real.
Ele me levantou e me levou até a cama, que estava a poucos metros dali. Deitada de costas, ele se dedicou a percorrer toda a minha fisionomia com a língua. Em minutos, todos os meus cantinhos estavam cobertos pela saliva dele, eu estava marcada pelo meu macho naquela noite.
Me virou e foi direto pro meu booty. Abriu minhas nádegas com as mãos e percorreu todo o meu cu com a língua. Era incrível a paixão com que aquele senhor se dedicava a me dar prazer oral. Como ele adorava lamber meu cuzinho.
Eu gemida de maneira genuína, meu corpo relaxava ao mesmo tempo que minhas costas se arqueavam torcidas de prazer.
Senti a língua dele descer até minha buceta e fiquei de quatro na frente dele. Um dedinho entrou no meu booty e a língua dele acariciava meu clitóris.
Ele continuou esse processo com muita facilidade, até adicionou outro dedo no meu booty que não ofereceu nenhuma resistência.
Isso deu muita confiança a ele, ele sabia o que estava por vir, era tarde para eu negar. Senti um cuspe no meu cu e o que veio em seguida foi a pressão do pau dele que começou a entrar devagarzinho.
Minha bunda era o desejo dele naquela noite e ele não ia ficar com vontade.
Eu também não pensava em dizer não. Aquele homem me tratava como uma verdadeira putinha malcriada.
De quatro como estava, relaxei meu corpo e deixei o pau dele entrar, que com muita facilidade se perdeu entre minhas nádegas.
Ele começou com uma foda tranquila, agarrando meus glúteos com muita força mas com um ritmo suave, cuidando de mim.
Eu rebolava para ele enquanto ele fazia seu vai e vem.
O ritmo foi aumentando quase sem vergonha, o que começou tranquilo rapidamente se transformou num anal violento que me deixou imóvel e mordendo o cobertor caro daquele hotel.
Pedro esqueceu da mulher inocente com quem estava e se dedicou a arrombar meu cu, pra isso ele veio e isso ele ia fazer. fazer. Meus gritos abafados não eram algo que o detivesse, pelo contrário, incentivavam-no ainda mais, a enfiadas mais profundas e a tapas na minha bunda que deixavam os dedos dele marcados na minha nudez. Ele metia e tirava num ritmo voraz, estava destruindo minha bunda. "Por... Deus... Você está... Arrebentando... Meu cu..." Meu comentário fez com que eu ganhasse os dedos dele na minha boca, calando meus pensamentos. Ele buscou maior profundidade nas suas investidas, meus olhos reviravam, meus gemidos viraram gritos e ofegos, sentia a boca seca. O pau dele continuava me arrebentando sem piedade. Pensei que ele ia me atravessar, foram longos minutos sentindo o corpo do Pedro em cima de mim, o peso dele caía sobre mim a cada avanço e abria ainda mais minha bunda arrombada. Ele tirou os dedos da minha boca e pude voltar a falar. "Deus... Deus... Deus..." Ele não ia me salvar por mais que eu o chamasse múltiplas vezes. Aquele velho pensava em brincar com meu corpo de vinte e poucos anos até cansar. "Você gosta, putinha, não é?" Me acusou Pedro usando palavras que nunca tinham saído da boca dele até então. "Está quietinha agora, né? Custa admitir que você é uma puta?" Pah... Pah... Pah... a pélvis dele continuava batendo contra minha bunda. O pau dele estava enterrado dentro de mim e eu não era capaz de responder. "Vou encher esse rabo divino de porra, me ouviu?" Sim, eu tinha ouvido muito bem. Nunca ia dizer não pra ele. Mas também não conseguia falar para afirmar sua vontade. Também não precisou. Todos esses insultos esquentaram meu macho e fizeram com que ele descarregasse o sêmen quente dentro de mim. Meu rabinho foi se enchendo enquanto sentia o pau dele pulsar dentro. Meu cu finalmente relaxou e comecei a gozar com ele, senti meu corpo tremendo e uma eletricidade percorreu minhas costas enquanto Pedro deixava as últimas gotas de porra no exterior do meu ânus. Eu estava feliz de ver a expressão dele, sabia que tinha feito meu trabalho bem e até aprovado com louvor. O pau dele já Mole, estava deitada sobre uma das minhas pernas, a mesma que começava a ter um filete de porra escorrendo do interior da minha bunda.
Pedro beijou uma das nádegas da minha raba.
"Por favor, que brinquedo lindo esse" foi a frase que acompanhou aquele gesto terno.
"Vou tomar um banho e vou embora, mas o quarto está pago. Você pode ficar."
Fiquei sozinha na cama e o vi se afastar.
Acabei dormindo, completamente exausta.
Na manhã seguinte, o sol que entrava por aquela janelona que começou tudo me acordou de forma agressiva.
Estava meio desorientada, vi minhas roupas em cima de uma cadeira, e havia outra por cima dela.
Não pude evitar, pulei da cama e fui verificar. Aquele anal que tantas vezes dei de presente para aquele idiota do meu ex me fez ganhar mais mil dólares.
Voltei feliz para a cama até que o café da manhã chegou.
9 comentários - Gostosa (2)