Minha degenerada, minha irmã, minha puta, um corno e um velho

Minha irmã continua vendo, aprendendo e se tornando uma viciada em sexo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E tudo estava saindo como planejei, só faltava o fechamento e seria fantástico. O marido da minha puta se escondeu de novo, ela voltou comigo pra cama, bem na hora que minha irmãzinha saía do banheiro. Edu: puta, dá pra vadiazinha o kit de limpeza pra limpar a bagunça dela, depois vocês têm 20 minutos pra se limpar e ficar de novo bem putinhas porque vem a última demonstração pra você, vadiazinha, pra ver se você realmente vai ser uma das minhas fêmeas. Martha, deixa ela usar o banheiro e seu quarto pra fazer isso, você vai pro quarto de hóspedes e lembra, vadiazinha, do que eu te falei. Eu fui pro banheiro de baixo me limpar e só vestir uma cueca, sentei no sofá pra esperar minhas putas, queria ver até onde minha irmãzinha toda excitada iria, então pra isso convidei um velho zelador chamado Severino, era um homem já de idade, media 1,60m, careca, com um pouco de cabelo nas laterais, uma barriga de cerveja, barba mal cuidada, era um velho tarado. Ele trabalhava nuns prédios que ficavam no caminho da escola e sempre que minha irmãzinha passava, ele a devorava com os olhos. Não foi difícil convidá-lo, já que eu tinha dado uns shows pra ele com minha vaca peituda, com a Pitufina e com a Karina num canto do prédio dele. A primeira vez que ele me viu foi com a Pitufina, só observou no escuro. Quando ele me viu com a Karina, aí ficou mais visível pra mim e só levantou o polegar. Já quando ele me viu com a Martha, minha vizinha, aí fiz um sinal pra ele se aproximar. Como era de se esperar, minha puta só sorriu e estendeu a mão pra pegar a rola e bater uma sem parar de chupar. Quando terminamos, só falei: "silêncio tem sua recompensa". Ele só sorriu e disse: "claro".Minha degenerada, minha irmã, minha puta, um corno e um velhoA primeira a aparecer foi minha irmãzinha, veio completamente nua, de salto alto e máscara. Quando chegou na minha altura, sentou no meu colo.
Lili: Uff, Edu, essa noite foi magnífica. Agora entendo por que você adora ficar com a Martha. Mas, e aí, se o marido dela chegar, o que vai acontecer?
Edu: Não se preocupa com isso, só aproveita. O que está por vir vai elevar sua sacanagem a um novo nível, se você se deixar levar. Se não quiser, é só pegar suas coisas e voltar pra casa.
Lili: Se eu decidir ir embora, mesmo assim você ainda vai me querer?
Edu: Claro que sim, anã. Só que esse tipo de relação vai acabar.
Lili: Mmmm... até agora tudo me agradou, e se você diz que vai me deixar ainda mais excitada, então fico até o fim com você.
Ela se aproximou e me beijou. Uff, me surpreendi como ela já beijava bem. Senti um pouco de remorso por estar pervertendo minha irmãzinha, mas assim que ela colocou a mão no meu pau, esqueci tudo. Sem dizer mais nada, ela se ajoelhou sozinha e começou a chupar meu pau, devagar mas fundo. Dava pra ver como ela estava concentrada. Fechei os olhos e me deixei levar pelo prazer.vadiasMartha: sua puta, te falei que a primeira que chegasse ia esperar a outra pra atender nosso homem. Quando vi ela, foi tão impressionante como sempre, com uma bunda empinada igualzinha à da minha irmãzinha, os lábios vermelhos de puta, os saltos altos pretos, uma blusa preta que mal segurava as duas tetonas de vaca dela e uma calcinha rendada. Mesmo sendo muito gostosa, não era o que eu esperava. Edu: calma, puta, melhor me dizer que horas são? Martha: são 7:50 da noite, por quê? Edu: é que em dez minutos chega um convidado especial. Devo um favor a ele, então tratem bem. Minha irmã tirou meu pau da boca e balançou a cabeça positivamente, sorrindo. Martha, com o olhar fixo em mim, aquele olhar carregado de luxúria, sabia que seria ela a usada, porque tinha deixado claro que a putinha ainda estava aprendendo. Bateu 8 horas quando bateram na porta do pátio. Minha puta se levantou pra ir abrir do jeito que estava. Voltou de mãos dadas com o velho que tinha tomado banho. Veio todo arrumado, nem parecia o velho sujo que conhecíamos. Minha irmã, ao vê-lo, ficou tensa e apertou minha mão com força. Severino: caralho, que festa você tá tendo, filho da puta. Edu: quem diria que até água e sabão você conheceria, véio. Severino: quando você disse que eu ia provar uma das suas putas, não pensei que fosse essa madura. Edu: isso é porque você soube ser discreto. Você decide se vai ser só dessa vez ou mais, depende de você. Severino: nem na minha juventude tive putas como essa. Martha ficou de pé na nossa frente o tempo todo. Lili, de joelhos entre minhas pernas, com as mãos no meu pau. Edu: você já conhece minha vaca peituda, e essa é minha nova putinha, ainda tá em treinamento. Severino: uffa, uma putinha novinha. Edu: Martha, leva nosso convidado pra tomar um drink. Martha se aproximou e, a cada passo, as tetonas dela pulavam, hipnotizando o velho tarado. Ela pegou na mão dele e o levou pra cozinha. Lili: melhor eu ir, não sei se consigo fazer isso, irmão. Edu: você fica. É um jogo fácil de ver quem manda, quem é o Alfa e tem que ficar claro que sou eu. Lili: e se não sair como você planejou. Edu: se não confia em mim, pode ir, mas já sabe as consequências. Nossa conversa foi cortada porque eles voltavam pra sala, mas Martha já vinha segurando ele, não mais pela mão, mas pelo pau dele, e o velho vinha incrédulo. Severino: uffff, a língua dessa puta é incrível. Martha: e você ainda não provou meus outros lábios, querido. Severino: bom, Edu, eu vim pra foder, e já que você não deixa essa puta foder, então essa puta vai ser minha. Edu: você esquece que quem manda aqui sou eu. Vai, slutty, prepara o nosso convidado, ele tá louco pra comer a esposa infiel peituda. Lili entendeu na hora, se levantou e com uma caminhada sensual chegou perto de Severino, só a barriga do velho separando eles. Com as mãos, pegou o rosto dele e se jogou num beijo, as línguas brincando uma com a outra. Cortou o beijo e, segurando o velho pelos ombros, empurrou ele pra sentar. Subiu nele e continuou beijando, as mãos do velho indo pras bundas da minha irmã — uffff, que espetáculo. Lili realmente tinha acendido, tava se entregando à luxúria. As mãos do velho começaram a apalpar aquela bunda tão dura, tão gostosa, que os dedos dele procuravam a entrada do cu dela. Martha, vendo aquilo, pegou as mãos do velho e colocou nos peitões dela pra ele começar a brincar com eles. Lili, de repente, desmontou do velho e foi até a mesa onde Martha tinha deixado as camisinhas. Severino: uffff, que puta gostosa você arrumou, filho da puta. Queria ver essa carinha de raposa que ela tem, por que essa máscara? Edu: como eu disse, ela ainda tá em treinamento, é meio tímida ainda, então coloquei essa máscara e tá funcionando pra caralho. Severino: uffff, e esses peitos são exatamente como eu sonhei. Martha: você não sabe como me excita quando brincam com meus peitos, uffff. Severino: adoro seus peitos, sempre que você passava pelo prédio, eu adorava ver eles pulando, são tão gostosos. O corno do seu marido não sabe que puta você é, sabe? Martha: Meu marido é um homem muito doce e carinhoso, ele me satisfaz, mas acho que sou mais puta do que ele imagina. Severino: você chupa a rola dele? Engole o leite? Dá o cu? Martha: uff, que mãos safadas você tem, quase não chupo a rola dele, e nunca engoli o leite nem dei meu cu pro meu marido. Por outro lado, pro meu amante jovem eu deixo ele fazer tudo o que quiser. Severino: Edu, vai deixar essa puta chupar minha rola e dar o cu pra mim, né? Edu: faz com ela o que quiser, mas o cu é só meu. Lili se ajoelhou de novo e, já com a camisinha na boca, começou a colocar no velho, que ao ver minha irmã o que ela pretendia, apertou cada vez mais os peitos de Martha. Lili pegou com as mãos a rola do velho, que era de um tamanho considerável pra satisfazer mais de uma mulher. Os olhos do velho quase saltaram das órbitas ao ver e sentir a boca da minha irmã, que enfiou a rola do velho até a base sem esforço, se a anã tinha aprendido bem. Severino: uff, pequena, não tão rápido, você vai me fazer gozar e eu não quero tão cedo. Lili tirou a boca do membro dele e sorriu ao ouvir essas palavras, continuou mexendo as mãos na rola do velho. Martha, num piscar de olhos, colocou os peitos na boca do velho, que começou desesperado não só a chupar, mas a morder os peitos da minha vizinha infiel. Martha: uffff, que velho tarado que a gente tem aqui, você gosta dos peitos dessa puta? Severiano: uff, que tetas gostosas, puta, entre essas duas vadias vocês vão me fazer gozar. Martha: espero que tenha tomado Viagra, senão a noite vai ser decepcionante. Severino: sonhei tanto com você, puta, que vim super preparado pra noite. Martha: vou ver isso. Num movimento só, ela se sentou na rola do velho, que mordeu mais os peitos dela. Começou um ato desesperado de trepar, Martha subia e descia a bunda, o velho colocou as mãos na bunda dela e começou com uma mão a dar tapas, enquanto com a outra apertava a bunda o máximo que podia. O que ela podia, Martha gemia, estava aproveitando. O velho mal se ouvia, já que não tinha parado de chupar e morder os peitos dela. Lili continuava de joelhos, olhando os amantes perplexa. Eu me virei para olhar, fiz um sinal para ela se juntar aos amantes. Ela se meteu entre as pernas do velho e, com o gemido dele ao sentir o hálito da minha irmã nos seus ovos peludos. Severino: Uffa, que putas boas são essas vadias. Uffa, vou gozar em você, sua cachorra. Martha: Espera, já estou quase terminando também. Oh oh oh, sim, sim, sim, sim. Gemendo, os dois se deixaram levar ao orgasmo. Martha ficou caída em cima do velho, os dois suando. Minha irmã não tinha parado de chupar os ovos do velho, que, quando Martha saiu de cima dele, engoliu a pica do velho de uma vez, tirando a camisinha com os lábios, bem no momento em que estava prestes a enfiar tudo na boca. Ela olhou para Martha, que pediu para compartilhar o prêmio do trabalho dela. Minha irmã se aproximou e as duas aproveitaram a porra do velho. Martha: Uffa, pra ser tão velho, você ainda joga muita porra. Severino: Você conseguiu tirar tanta porra de mim, mas minha pica continua dura pra continuar comendo. Martha: Uffa, deixa eu confirmar que meu marido ainda tá no trabalho e não vai estragar a festa. Ela começou a falar com o marido, que a gente conseguiu ouvir porque ela colocou no viva-voz. Carlos: Desculpa, amor, mas acho que vou sair de madrugada, tenho muitos problemas. Martha: Entendi, esperava poder ter um pouco de ação hoje à noite, amor. Carlos: Desculpa, amor, mas acho que hoje não vou poder transar com você. Martha: Você me deixou muito esquecida. Se continuar assim, vou ter que arrumar um amante. Eu me aproximei da minha irmã, peguei ela pelo rabo de cavalo, coloquei ela na frente de Martha e ela começou a chupar a buceta dela. Inclinei ela um pouco, enfiei minha pica no fundo da buceta dela. Martha: Uffa, hmmmm. Carlos: O que foi? Você tá bem? Martha: Não, amor, tô muito tesuda e preciso de uma pica dentro de mim. Carlos: Quer minha pica? Martha: Não, amor, você não quer me dar. Vou pegar a de um vizinho que me coma gostoso, e outra que meta na minha boca. O velho já estava na frente da Marta, puxou ela pelo cabelo e enfiou a pica até a garganta. Marta: mmmmm cof cof Carlos: já tá com seus brinquedos, né? Marta: ufff simmm, tô imaginando que tem uma pica enorme na minha frente, de um velho tarado com uma pica boa que chega na minha gargantaaaa-. O velho interrompeu ela enfiando a pica de novo até o saco e deixou lá por uns segundos.velho taradoCarlos: que puta você é, tá me deixando bem excitado, amor.
Martha: ufff, sim, já tenho uma rola na minha boca e outra tá atrás de mim, amor, quer me comer, mas a buceta é do meu marido, vai meter no meu cu, amor.
Carlos: não deixa ele meter, nem pra mim você deixou meter no cu.
Martha: ufff, ele tá me dando a entender que putas como eu levam no cu.
Carlos: fala pro cara não meter no cu que você chupa muito bem ele.
Martha: o cara tá usando meus peitos e minha boca, um novinho quer meter no meu cu. Fiz minha irmã abrir bem as nádegas, o cu dela ficou livre pra minha rola, coloquei a ponta e ela já foi pra trás. — ahhhhh uhhhhh entrou no meu cu, amor, uhhhhh ahhhh que dor, amor, fala pra ele não meter tão forte.
Carlos: uffff, não mete tão forte!!!esposa putaO velho viu como ela começou não só a gemer pro marido dela, pegou nas nádegas do velho e de uma vez o convidou pra deixar o pau o mais fundo possível na garganta dela. Os sons guturais não demoraram a aparecer e as babas começaram a escorrer dela, quem mais se beneficiava era minha irmã, que estava debaixo dela. Martha: grrrr vou gozar, querido, esses dois amantes vão me fazer gozar ufff uf uff ahhhhhhhh Siiiiiiiiiiiiiii Carlos: vou gozar!!!!! Martha: ufff love, que delícia de sexo telefônico a gente teve. Carlos: ufff assim que chegar em casa quero meter em você. Martha: vê se meus dois consolos não me deixam irritada, já tô cansada, te vejo mais tarde, querido, me liga antes de sair. Carlos: claro, céu, te amo muito. Severino: que puta você é, Martha uffff continuo duro e já te fiz gozar duas vezes. Martha: ufff que velho safado eu tenho nas mãos, uma putinha que não parou de chupar minha buceta e meu macho arrombando meu cu. Severino: uff preciso usar o banheiro. Martha: claro, me segue-. Pegando o pau dele, guiou ele até o banheiro. Lili: uff maninho, que tesão tudo isso, não pensei que a gente fosse falar com o marido da Martha ufff me deixou com muito tesão isso. Edu: hahaha sim, minha puta se superou, mas antes de encerrar essa sessão quero que você veja o quão puta minha puta pode ser. Guiei ela até o banheiro pra ela contemplar minha puta de joelhos atrás do velho, com as mãos no pau dele apontando pro vaso e a boca no cu dele, chupando o cu dele.esposa gostosaSeverino: que puta, tô me apaixonando por você, puta.
Martha: dá pra ver que vai sentir minha falta quando for embora.
Severino: uffff sim, quero mijar em você toda.
Martha: esse privilégio só meu macho tem.
Severino: uffff sim, que puta gostosa, e se você virar minha puta, larga o Edu por mim, tenho duas pensões que seriam suas se você virar minha puta.
Martha: ufff tentador, Severino, mas sou do Edu, fala com ele.
Severino: que sorte esse filho da puta tem de te ter, e se uma noite a gente sair e você for só minha, sem o Edu?
Martha: se ele me der permissão, sou sua, mas se ele disser não, sinto muito por você, mas tem uma coisa que posso te dar antes de ir: vou deixar você me comer sem camisinha, mas não temos muito tempo.
Assim que parou de mijar no velho, Martha sacudiu a pica dele, virou ele e enfiou a pica do velho na boca dela, ainda com umas gotas de mijo. O velho, vendo ela fazer isso, pegou os cabelos dela e começou a foder a boca dela. Ela, habilidosa como sempre, sentou o velho e de um pulo montou nele, com a pica roçando os lábios da buceta dela.
Severino: uffff amor, que boa você é.
Martha: isso vai ser nosso segredo.
Severino: sim, amor, uhhhh sim — gemeu o velho ao sentir o calor do interior da vizinha safada.
Martha: ufff sim, que gostoso, sim, não goza dentro.
Severino: uff sim, que gostosa, quero encher você com meu leite, amor.
Martha: não, se gozar dentro, o Edu não vai deixar a gente ter próximas vezes.
Severino: larga ele e eu vou te comer sempre.
Martha se levantou na hora, sem hesitar, deixando o velho confuso.
Severino: que? O que foi?
Martha: se você quer continuar me comendo, vai ter que entender que o Edu é meu dono e o que ele disser eu faço sem pensar duas vezes. E se ele disser que não quer ninguém gozando dentro de mim, ninguém vai, entendeu?
Severino: vamos, Martha, não exagera — vendo que a postura de Martha não mudou, ele aceitou de má vontade.
A gente se retirou do nosso ponto.
Lili: não pensei que ele ia te desobedecer, parecia que faria tudo que você mandasse.
Edu: minha puta faz o que eu mando, e é isso. Está planejado. Lili: não entendo por quê? Edu: você vai ver, aquele velho não é só um simples zelador, ele tem várias propriedades no nome dele, então por que não pegar umas pra gente? Sei que ele tem uma fraqueza pela Martha, desde que o conheço, ele não fazia outra coisa senão dizer que daria tudo pra ficar com ela. Então, quando eu disse que tava comendo ela, ele falou que eu tava mentindo. Disse pra ele apostar o que quisesse, então falei que me deixasse usar um chalé das propriedades dele sempre que eu quisesse. Lili: e você, o que perdeu? Edu: uns vídeos da minha linda irmã se masturbando de lingerie. Como você vê, o velho ganhava nas duas apostas. Lili: que filho da puta você é. Edu: tudo é parte de um plano maior. Vem, chupa minha pica que eles não demoram pra sair. Severino: uffff Martha, você é incrível. Martha: ufff, que gostoso você me come, você tá me dando muito prazer, uffff simmm. Severino: ufff sim, você me deixa louco por você, amor. Martha: sim, sim, sim, sim, já chegou, eu vou gozar, eu vou gozar. Severino: sim, amor, goza. Martha: agora não me chama mais de puta ou vagabunda, me chama de amor, será que você tá se apaixonando por mim? Severino: claro que não, puta. Martha: uffff, sua pica ficou mais dura, posso sentir, por que você mente pra mim, meu velhinho? Severino: ahhhh uhhhh, não tô mentindo, não tô me apaixonando por você, puta. Martha: vou fazer você se apaixonar por mim, sua puta infiel, seu velhinho de pica. E mexendo mais as cadeiras, os dois se entregaram a um orgasmo potente. Severino: ufff, você me deixou seco. Martha: esse era o propósito desta noite. Ao saírem os dois pra sala, viram como eu tinha minha irmã chupando minha pica e ela com a bunda empinada dando boas-vindas pra ambos. Severino: Edu, que bunda gostosa essa putinha tem. Edu: ela tá melhorando, essa putinha. E aí, como minha puta te tratou? Severino: é uma das melhores que já provei na vida, mas a bunda dessa puta me chama, vou meter a língua até o fundo. Ele se colocou atrás dela e começou a lamber não só a bunda dela, mas também a bucetinha dela, que tava ansiosa pela minha irmã, que com mais vontade chupava minha pica. Rápido, mais fundo. Martha: Valeu pelas flores, me tocam, mas com essa buceta gostosa difícil ia recusar. Edu: Ele te comeu sem camisinha? Martha: Sim, Edu, desculpa, eu eu... Baixou a cabeça envergonhada. Severino: Foi minha culpa, Edu, ela não queria, mas... Edu: Pode ir embora agora, velho, depois a gente conversa, preciso fazer minha puta entender que o que eu mando é o que ela tem que fazer. Severino: Edu, escuta, garoto, eu fui... Não terminou de falar, porque em poucos passos já tava na frente da minha vizinha. Edu: Fecha a porta ao sair. Falei sem olhar pra ele. — E você, sua puta infiel, não basta enganar seu marido, ainda tem que me desobedecer? Minha mão esquerda foi no pescoço dela, cortando o ar, e com a direita comecei a dar tapas na cara dela. Severino: Edu, espera, ela não quis... Edu: Cada segundo que você demorar pra sair e cada palavra sua, o castigo dela vai ser pior. Já falei, fecha a porta ao sair. Severino: Não, você não pode fazer isso, eu... Martha: Não, velhinho, eu eu vou aceitar meu castigo, meu macho manda em mim, e se ele tem que me castigar, vou receber. Ele demorou uns minutos pra sair, dava uns passos e virava pra ver como a infiel tava sendo maltratada. Minha mão ia de um lado pro outro na cara dela, a cada tapa ela pedia desculpa e agradecia por eu ter ela como puta. Minha irmã não tinha se mexido, tava parada sem saber o que fazer, só olhando até o velho ir embora. Edu: Você é a melhor puta que eu poderia ter. Cheguei perto dela e cuspi na cara dela. Martha: Você não sabe como eu gozei quando soube que tava cumprindo uma ordem sua. Mentira, amor, esse velho sabe como comer uma mulher. Edu: Caiu na armadilha? Martha: Sim, Edu, esse velho me ama cegamente.

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