Sendo safadinha e mais... parte 1

Oi, sou nova por aqui e quero contar algumas das minhas experiências de vida, agora que estou solteira, coisas que nunca imaginei que aconteceriam comigo. Vim de um relacionamento longo onde fui feita de trouxa, mas enfim, isso é outro assunto e não costumo me envolver com muitos homens, parceiros sexuais juro que foram 3, mas com o que aconteceu por último, aumentou um pouquinho haha.
Sou do Peru e vou dar alguns dados meus, mas obviamente a única coisa que vou mudar será meu nome e o das pessoas envolvidas nas histórias. Sou uma mulher que mora em Trujillo, apesar de não ter nascido nessa cidade, moro com uma das minhas irmãs mais velhas e a família dela, o resto vive por conta própria. Aqui sempre serei Maria, tenho 32 anos, fisicamente tenho a pele morena clara, sou meio baixinha, com sorte chego a 1,65 m.

Carinha bonita, de corpo sou magra, não chego a ser fininha, mas tenho meus bons atributos, bunda não é meu forte, mas malho pelo menos 3 vezes por semana e tô tonificando, principalmente as pernas, enfim, uma bunda normal, mas de quatro tudo fica melhor haha.
O que chama atenção mesmo são meus peitos, sou 38D, têm um tamanhão e principalmente são largos, claro que estão meio caídos pelo volume que tenho, é natural que aconteça e bom, já sou orgulhosamente base 3.

Tenho vida sexual desde os 18 anos e desde a primeira vez eles adoravam meus peitos. Quando conseguiam me deixar bem excitada, eu realizava o desejo deles de fazer uma boa espanhola, e por isso meus peitos acabam se desgastando um pouco. Até hoje tenho dificuldade de aceitar e principalmente me sentir totalmente confortável com o tamanho do meu busto. Admito que é uma das zonas que mais me excita, mas tem que saber levar com calma, sou meio atípica, acho eu, pra me deixar levar.

Porque sim, venho de uma parte da selva, mas deixei minhas conterrâneas mal faladas porque não costumo ser tão fogosa como mulher, já que não me envolvo assim, de qualquer jeito, com outras pessoas, mesmo considerando o que já... vivido ultimamente.
Por isso no sexo não sou de maratonas, se a gente fizer bem durante um tempo regular já tá ótimo e isso varia pra cada mulher. Pra mim, ficar uma hora e meia ou às vezes 2 entre preliminares e tal já tá gostoso e também sei que às vezes deixava alguma das minhas parceiras sem terminar porque demoravam muito e a gente também cansa ficando metendo e metendo. Desculpa fazer a introdução tão longa, mas quis dar esses detalhes pra vocês entenderem melhor meu contexto, vou compartilhar o que vivi porque sinto que também me excita a ideia de desconhecidos saberem minhas experiências, juro que é 100% real.
Bom, vamos lá, na verdade esse relato começa com uma experiência que aconteceu comigo no mês de maio passado, lembro que foi durante a primeira semana que fomos com 2 amigos pra Pimentel, uma praia ao norte de Trujillo. Eu desde que tô solteira costumo fazer de vez em quando essas viagens rápidas pra praias próximas, assim como lugares no interior, e vou sozinha ou também com meu grupo de amigos. Nesse caso estavam Carlos, meu melhor amigo de anos, e Miguel, outro grande amigo que desde já afirmo que foi com esse último que aconteceram os fatos.

Porque com Carlitos, tenho mais que certeza, e com o outro também, mas vocês vão ver como as circunstâncias podem acontecer, mesmo que agora eu continue vendo o Miguel como tal, um amigo, e o que aconteceu, bom, aconteceu e acho que ele deve ter aproveitado na hora.
Partimos cedo, por volta das 7, e fomos rumo a Chiclayo, uma cidade antes da área da praia de Pimentel. Eu tava meio entediada e ao mesmo tempo feliz porque tinha celular de novo, já que tinham roubado o meu num show em Lima, no Ultra que rolou em março, e aí tenho outra história…
Então Carlos passou na minha casa com o Miguel e me disseram pra fazermos algo no feriado de 1º de Maio. Era dia de semana, mas eu gosto desses planos assim, que surgem do nada. Aí arrumei minha mochila, bolsa de praia com biquíni e tal, vestido Vestido longo florido porque amo esse estilo e partimos rumbo à praia, lembro que estava muito calor, no caminho compramos bebidas e lanches, passamos o tempo cantando, eu colocava o Spotify, ríamos, também nos atualizávamos sobre nossas vidas já que por causa do trabalho e outras coisas pessoais a gente acaba se fechando no seu mundinho e tudo bem.

Carlos nos contou que estava saindo com uma garota nova já que, assim como eu, estava bloqueado emocionalmente, e que agora com a Jimena ele estava se divertindo, se conhecendo e tudo mais. Miguel estava na vibe de não estar aberto para interagir muito com mulheres também, não tinha ido muito bem pra ele, pela atitude dele ser mais introvertida, embora às vezes ele mostre um lado mais ousado que até então eu não conhecia.

E por minha parte eu conversava com eles que estava vivendo um dia de cada vez, me conhecendo mais; como eu comento, vim de um relacionamento longo de uns 10 anos mais ou menos e não é que tudo foi ruim, só meio que no final, mas eu não tinha me dedicado a curtir atividades sozinha para mim ou com meus amigos, mas de uma maneira mais frequente. Nós três ficávamos fazendo piadas dos nossos traumas hahaha, tentando ver o lado positivo das coisas, mas meus amigos diziam que a mais fodida era eu e sim, eles tinham razão.

Entre as zoações sobre nossas vidas, como eu falei, estava muito calor e conforme nos aproximávamos de Chiclayo, dava para sentir ainda mais, então meus peitos estavam passando meio mal porque estavam suando, o vestido era bonito mas longo com um decote leve, não costumo mostrar muito, não é meu estilo e acho que só tenho 3 vestidos no máximo que realmente sinto que os deixo muito expostos e raramente penso "que se dane, que pelo menos se alegrem com a vista".

Chegamos em Chiclayo no meio da manhã e obviamente fomos tomar café da manhã em uma cafeteria que eu queria conhecer há um bom tempo (eu amo café haha). Foi lá que no banheiro pude arrumar melhor meus peitos e secá-los com uma toalhinha por causa do Calor insuportável da cidade, já que nos últimos trinta minutos antes de chegar eu tentava secar um pouco do suor, mas estamos no Peru e ao entrar nas cidades tem muitos buracos, crateras e essas coisas.

A questão é que na primeira tentativa de acomodar meus seios e ao mesmo tempo com um pedaço de papel higiênico conseguir secar alguma coisa no caminho, justo um imprudente estava trocando de faixa sem sinalizar, então o Carlos quase bateu nele e fez com que minha manobra de ser o mais natural e recatada possível terminasse com metade do meu seio direito fora do sutiã, mas dentro do vestido, claro. O que ainda era incômodo porque estava me apertando já que não estava no lugar certo. Só aproveitei para passar um pedaço de papel e secar a lateral do meu peito já que era aquele lado que estava fora do sutiã. Além disso, não queria que meu vestido ficasse cheio de suor e manchasse por alguns minutos até secar.

Por isso tive que abrir consideravelmente a taça do meu sutiã do lado direito para poder colocá-lo no lugar e para piorar, restos do papel higiênico ficaram grudados na lateral, então tive que tirar os pedacinhos molhados e para isso puxei meu seio direito para o meio junto com o outro que estava no lugar certo e como eu ia de carona, o Miguel no meio sentado atrás como a viagem toda, se beneficiou do movimento e deve ter apreciado meio seio se juntando com o outro, embora sem chegar a ver meu mamilo nesse primeiro movimento, mas acho que a partir desse momento desconfortável o Miguel se interessou ainda mais pelas minhas amiguinhas.

E para coroar a cena, depois de ter tirado os restos de papel, tive que me arrumar direito e foi quando realmente dei uma boa vista do meu seio direito, já que estiquei a taça e guardei o mais rápido que pude, devem ter sido 3 ou 4 segundos que naquele momento tenho certeza que o Miguel me viu porque quando terminei, virei a cabeça e encontrei o olhar dele fixo no meu peito, já que ele estava apoiado entre os dois bancos. Os caras na frente se inclinando pra frente. Falei meio de brincadeira: "Poxa, não dá mais nem pra se ajeitar porque tem uns olhudos aí", mas falei num tom de boa, tipo uma indireta. Por outro lado, Carlos, concentrado na direção, me diz: "Relaxa, pra mim você é tipo um brother com tetas" e é verdade, tem muita confiança e amizade por trás, tanto faz. Ele completa dizendo que eu termino de me secar quando chegarmos na cafeteria e Miguel responde: "Tranqui, Maria, não foi minha intenção. A culpa foi daquele idiota que cortou o Carlos, foi tudo muito rápido e meio brusco. Você é um brother com tetas, igual o Carlitos falou" e dá uma risada. Ele me passa um pedaço de papel mais generoso e fala: "Vai, se seca o que der porque o calor tá horrível" e, apontando pra própria camiseta e a do Carlos, comenta que eles também estão um tiquinho suados e que gruda na pele. Eu dou risada, pego o papel e só seco por cima do meu busto. Chegamos na cafeteria, a primeira coisa é ir nos banheiros, que são individuais. Lembro rapidinho do momento constrangedor no carro, mas não dou muita bola e saio com a carinha lavada e perfumada, pronta pro lugar que tá espetacular, bem arrumadinho com lanternas, vários tipos de planta e uma varanda com uma vista boa pra um jardim interno enquanto a gente tomava nossos cafés. A gente comentou que tinha que aproveitar o dia porque amanhã, quinta-feira, era nosso dia de trabalhar e a gente tinha que pelo menos chegar de madrugada de volta em Trujillo, já que entramos às 9h no trampo. E foi isso mesmo, terminamos e partimos mais uns trinta minutos pra região da praia de Pimentel. Pra isso, eu já tinha colocado o biquíni e saí disparada pro mar, uma das poucas coisas que me dão paz e relaxam. A gente se instalou com um guarda-sol que alugamos no local, pareôs, umas cervejinhas pra eles porque eu, com sorte, uma ou duas latinhas de cerveja já são suficientes. A praia estava mais ou menos cheia e Carlos com Miguel foram dar uma olhada pra ver se encontravam alguma mina que desse moral. kkkk. Eu já tava de biquíni, que por sinal era bem normal, tipo uma calcinha clássica por baixo e a parte de cima mais ou menos decotada, é uma cor azul levemente escura que eu sempre uso, é uma das minhas favoritas. Eu tava descansando meio sentada apoiada na bolsa e tomando uma cerveja porque o calor não dava trégua, curtindo aqueles minutos sozinha.

Até que apareceram meus amigos e me chamaram pra jogar vôlei enquanto o Carlos colocava mais latas dentro do cooler que eles tinham acabado de comprar. A gente começou a jogar, era passar a bola entre os 3 e quem perdesse o controle da bola mais vezes ia pagar os drinks no almoço.

E assim a gente ficou jogando um bom tempo, claro que com o movimento os peitos balançavam no ritmo dos meus alongamentos e alguns pulos que eu dava pra devolver a bola, eu tava consciente de que isso podia deixar meus amigos sem reação, principalmente o Miguel que tentava me dar o passe com a bola mais seguido com a desculpa de que pra ele era melhor porque senão ele perdia e eu, pra não deixar a bola cair na areia, cheguei a me jogar na areia umas duas vezes pra salvar o ponto.

E sim, óbvio que com tanto movimento e minha vontade de não perder eu me esforcei e fiquei em primeiro lugar com menos perdas de bola, mas a parte de cima do meu biquíni tava com uma das alças pro lado e olha que a alça era grossa, não daquelas finas. Eu continuei jogando de boa quando, quase no final, pra gente ir almoçar, nós três ficamos super competitivos e a gente lançava a bola com mais força e rapidez.

Além disso, o sol era um fator contra porque atrapalhava nossa visão, quando o jogo acabou porque a gente já tava com fome e o Carlos me diz: Ei, se arruma bem que agora sim tá querendo sair com vontade e o Miguel concordando com um "sim, Maria, guarda bem esses melões, você tá desconcentrada" e zoando. Eu dou ouvidos, me arrumo já que tava concentrada no jogo.

E a gente disse últimos 10 minutos, então bora dar tudo. tudo. Enquanto Carlos e Miguel estavam mais perdidos no jogo, eu já me sentia vencedora e foi assim mesmo haha. Mas mesmo assim mantive minha concentração e, principalmente, a mesma vontade de ganhar, então continuei pulando, rindo, até que no final Carlos foi o perdedor quando Miguel, jogando a bola longe de mim, conseguiu dar um grande salto para trás e devolver como pude para qualquer um dos dois, a ponto de até cair haha, e foi aí que Carlos, já na capela, intervém com a bola e faz qualquer coisa, perdendo sua última chance.
Com Miguel dissemos: bebida grátis hahaha e eu naquele momento meio cega pelo sol já recolhendo as coisas junto com os caras quando Miguel, que estava mais perto de mim pegando suas sandálias, me aponta, amiguinha, sua última defesa nos deu de presente a visão de um dos seus mamilos, ele ri e dá meia-volta como quem vai embora e enquanto caminha me diz se afastando: São só um par de tetas, Maria, tranquila haha.

Fiquei gelada, sem reação, e só quando ele disse isso de costas, olho para o meu biquíni e realmente do lado esquerdo estava meio mamilo pra fora e eu morria de vergonha, só consegui dizer: Não foi intencional, desculpa, amigo, me arrumei na hora e saí atrás deles rumo ao restaurante.
Carlos perguntou o que tinha acontecido quando já estávamos sentados e Miguel solta o comentário que ando meio exibicionista e rimos todos, me zoam de boa e eu disse sorry, galera, mas é que com o movimento do vôlei dava essa possibilidade, Carlos acrescenta uma piada dizendo que ando solteira e se agora meu lance é ir mostrando mais, então vai lá, que todo Pimentel se ganhe com você, finalizando com a frase: Advogada peruana (aliás, é minha profissão) visita as praias do litoral norte exibindo levemente suas partes íntimas. Todos rimos e já estavam me pegando no bullying.
À tarde saímos para passear, modo fotos, comendo cremoladas, tudo ótimo e bom, eles de vez em quando com a Cerveja na mão e não os culpo, o calor só tinha abaixado um pouquinho. Nem com os gins do almoço que tomei consegui me refrescar totalmente e a caminhada ajudava a passar o efeito das 3 doses que tomei. O pôr do sol já estava se aproximando e subimos num morrinho onde dava pra ver melhor, era meio perigoso, mas valia a pena. Só tinha poucas pessoas lá, entre elas um casal de jovens, chuto que com 20 anos no máximo, que se aproximaram pra pedir que alguém tirasse umas fotos deles.

E como meus amigos não são muito bons nisso, eu gentilmente me ofereci. Os garotos posaram com o início do pôr do sol ao fundo, consegui tirar boas fotos mesmo com a ventania que fazia minha blusa branca, aquela clássica de praia, abrir e voar, me deixando só de biquíni - o que é normal, estamos na praia, mas o que não é tão comum é encontrar uma mina gata e agora afirmo com mais orgulho, com um belo par de peitos, e pior ainda que eu me agachei meio sentada fazendo meus seios ficarem apertados entre os joelhos. Acho que na hora aqueles dois garotos sortudos estavam olhando pro celular, ah claro...

Por dentro pensei: Nossa, tô meio exibicionista mesmo com essas poses sugestivas mostrando os peitos, e disse que esperava ter alegrado o resto do dia deles, rindo pra mim mesma. Quando acabaram aqueles 5 minutos de fotos, meus amigos já estavam metros adiante conversando e passando o tempo. Aí os dois garotos se aproximaram e se apresentaram. O mais alto se chamava Maurício e o outro, não tão alto quanto o amigo, era o Javier. Eles agradeceram, eu também me apresentei, e imediatamente disseram: "Você é muito bonita, sorte a de um deles" - achando que um dos meus amigos era meu namorado. Eu disse: "Não!!" hahaha, eles são meus melhores amigos e a gente tá passando o dia juntos. Então...

Maurício: "Tá solteira? Dá pra ver que é uma mina alegre, prazer em te conhecer e já queria ter uma chance de te convidar pra tomar alguma coisa."

Maria: "Muito obrigada" e ri dizendo, "pelo menos... Eu devo ter uns 10 anos a mais que você, senão mais, e você também, me referindo ao Javier kkk.
Javier: Sim, nós dois temos 19 anos e estudamos em Chiclayo e… Bom, tentar não custa nada, já que você diz que eles são seus melhores amigos, nós estamos aqui sozinhos passando o dia igual a vocês, eu tenho namorada, mas acho que meu amigo Maurício gostou de você kkkk.
Maria: Kkkk vocês são demais, agradeço o convite, mas estou bem assim, sério gente, obrigada. Falei de forma educada.

Ambos entenderam de boa e se despediram, tanto Maurício quanto Javier com um abraço e um beijo na bochecha como se já fôssemos conhecidos pelo menos. Admito que me surpreendeu a atitude deles, a segurança, e o Maurício foi quem me abraçou um pouco mais forte do que o normal ao se despedir, então obviamente pensei: Deve ter feito isso pra sentir meus peitos. E pensei, que fascinação esses garotos, mas também entendi a cena em que eu estava agachada, dando uma visão generosa onde meus peitos estavam apertados um contra o outro e contra meus joelhos pela minha posição sentada; por um momento pensei em dizer "não exagera", mas pensei, ele é um menino pra mim, e o que eu falei foi direto.
Maria: Não pense que não percebi que aquele abraço foi pra sentir meus… E segurei eles levemente com as duas mãos, mas gostei de você e bom, já estamos nos despedindo, então boa sorte.
Maurício: Foi mal, me entreguei kkkk, é que não queria perder a oportunidade desde que você tirou as fotos, com todo respeito, você fica muito sexy com esse biquíni, e relaxa, a gente vai embora, é só um elogio sincero.
Javier: É Maria, eu tenho namorada, mas acho que é inevitável não reparar, nem que seja por uns segundos, nesses peitos lindos. E ainda finaliza dizendo: Com uma boa queda pelo tamanho, dá pra notar, mas isso deixa mais atraente, mais natural.
Já tinham sido sinceros sobre meu físico.
Maria: Acho que obrigada, mas que diretos. E soltei uma risada nervosa.
Aí lembro que meus amigos chegaram e me perguntaram A gente ia dar uma volta por outra área da praia, já que estava escurecendo, e os caras (Mauricio e Javier) se despediram de mim de boa.
Miguel perguntou como foi com os pivetes (é assim que a gente chama a galera jovem no Peru). Eu comentei que foi de boa, que dei uma flertada com os novinhos e que eles foram ousados, especialmente um que elogiou meus peitos — falei exatamente assim, palavra por palavra. Eles responderam que é normal, que se esbarrassem com uma mulher assim, peituda, tentariam puxar papo, mas como eu sou amiga deles, nada, com esses melões não rola nada hahaha.

Eu só disse: "tinham que ser homens", e entrei na zoeira. Depois de passear e tal, encontramos um lugar maneiro pra jantar, que tinha coquetelaria autoral.
Chegando no lugar, ficamos na área da varanda, onde tinha um bar bem grande na real. Pedimos umas tábuas marinhas com peixe grelhado, frutos do mar e polvo — bem completinha. O Carlos, que já tinha pago a aposta do vôlei, levantou com o Miguel e foram até o balcão. Quando voltaram, estavam felizões com uma garrafa de gin na mão, e eu perguntei:

Maria: "A gente não vai mais pra noite? Você não vai poder dirigir assim" — me referindo ao Carlos.
Carlos: "Já tô tomando cerveja desde a tarde e, mesmo tendo sido só 4 latas, não vou poder mesmo. Além do mais, o restaurante tá massa, vamos ficar que vai ter música ao vivo com uma banda local, já me informei."
Maria: "Sério? Bom, vamos jantando e já que compraram, fazer o quê, né hahaha."

E justo chegou o garçom trazendo gelo com umas tônicas violeta pra misturar.
Miguel: "Vamos brindar pelo Dia do Trabalho, a gente merece, e por essa escapada, mesmo que seja só até amanhã e a gente chegue cansado no trampo."
E todo mundo começou a celebrar enquanto trouxeram nossa tábua marinha. A banda ao vivo chegou, tocando uns temas do Maná, Bacilos e esse estilo de música. O clima foi esquentando e, junto com os drinks, já tinha todo mundo no local cantando junto as Foi aí que paramos pra ficar mais perto da banda que esbarrei nos caras que conheci na praia.
Mauricio: Maria, que bom te encontrar por aqui, hoje é meu dia de sorte haha
Javier: É mesmo! Oi, Maria, quanto tempo haha. Te apresento minha namorada, Carolina.
Nos cumprimentamos e eu também apresentei meus amigos. A questão é que a gente se juntou enquanto cantávamos junto com a banda.
Eles tinham uma garrafa de Jagger na mesa e ficavam tomando shot atrás de shot de vez em quando. Eu também já estava na terceira taça de gin da noite e já estava começando a bater, porque eu tava meio eufórica, já que a gente curte esse tipo de bar com música ao vivo. A noite estava fresca e eu estava com uma blusa branca meio larga e fechada quase até o pescoço, o tecido era leve, fininho, e isso ajudava pro clima praiano. Junto com uma saia longa estilo palazzo quase até o chão, na verdade tava no meu estilo, recatada haha. Mas entre me animar com o ambiente e o álcool, já estava com toda vontade de continuar a farra.
Foi aí que eu esquentei e desabotoei um botão, porque já estava começando a suar e tinha colocado um sutiã fino pra ser tão fresco quanto minha blusa, mas erro, porque depois, com todo mundo pulando e mais colados, senti uns leves roçar com uns toques do Mauricio e até do meu amigo Miguel. Pensei que fosse por causa da euforia do momento e não dei importância.
Depois de um tempo, o Mauricio me pegou pela mão pra dançar, já que começaram a tocar uma salsa, e foi bem natural, ele me puxou pro corpo dele. Ele dançava bem e eu, sou dois pés esquerdos, péssima, tanto que ele tinha dificuldade de me levar, mas acho que a vontade dele de sentir meus peitos voltou, porque minutos depois ele me apertou bem contra o torso dele e senti que meus seios estavam sendo levemente esmagados.
Falei: Ei, você dança bem, mas já sei que quer senti-los…
Continua.

2 comentários - Sendo safadinha e mais... parte 1

Los senos se gastan por hacer rusa? Que se caigan con la edad sí
Siendo objetivo, eso de durar horas y horas solo se ve en el porno.