Morbo na minha esposa gostosa

Naquele dia, ela estava vestida pra aula de pole dance, um vestido bem curtinho e tomara-que-caia, daqueles que só vão até a parte de cima dos peitos. Por baixo, ela usava um top, uma tanguinha bem pequena, e por cima da tanguinha, um short legging bem justo, daqueles de fazer yoga. A ideia era que, quando chegasse na aula, ela só tirasse o vestido e já tivesse pronta.

Aconteceu quando ela saiu da aula, umas 10 da noite, e tinha que pegar o metrô. Quando chegou na estação, o último trem tava passando. Ela entrou rapidão e conseguiu embarcar no último vagão. Tinha que atravessar quase a cidade inteira, então a viagem ia ser longa. Como quase não tinha ninguém, já que era a segunda estação do trajeto, ela sentou, morta de cansada do dia, do trabalho, das aulas, enfim. Acabou que ela ficou meio dormindo, encostada num separador de vidro. O banco dela era bem do lado da porta, e as estações iam passando, a gente foi descendo até que o vagão ficou quase vazio, até porque quase ninguém entra no último vagão.

Quando ela foi se trocar depois da aula pra ir pra casa, ela tirou o top e o short pra se refrescar no banheiro, limpar um pouco o suor, arrumar o cabelo e tal. Só que, vendo que tava muito em cima da hora, ela vestiu o vestido e, como não tinha o top, puxou ele mais pra cima do que o normal pra não deixar os peitos escaparem. Não percebeu que não tinha colocado o short de volta.

Tão cansada, quase dormindo, e achando que tava de short, ela não se preocupou em como tava colocando as pernas, nem se deu ao trabalho de ajeitar o vestido. Tava encostada na parede de vidro, com uma perna no banco do lado, quase como se fosse deitar nos bancos. Quando já quase não tinha mais ninguém, ela notou pelo reflexo do vidro dois caras que tavam olhando muito pra ela, até fingindo que não, mas encarando mesmo. Um tava na diagonal, na frente dela, e o outro do outro lado. frente, e mais um par de garotas vidradas nos celulares.
Quando chegou na estação onde precisava fazer baldeação, desceu o mais rápido que pôde, como quem quer logo chegar pra descansar.
Caminhou em direção às cabines junto com as pessoas que desceram de outros vagões pra pegar as cabines — como estava no último vagão, ia na última fila, era a antepenúltima. Quando subiu na cabine e se acomodou num dos cantos no fundo, pra descansar enquanto chegava ao destino, notou que os dois caras subiram também: um deles, uns 40 anos, de corpo grosso; o outro, um jovem de uns 20 ou 25. Não deu importância, já que tinha se acomodado, dessa vez mais relaxada. Sentou e, no canto, deslizou pra frente e abriu um pouco as pernas pra não escorregar de vez e ter estabilidade. Com os olhos semiabertos, percebeu que o de 40 se acomodou do lado dela, no outro canto, e o outro ficou bem na frente dela, noutro canto. Achou lógico, já que é o lugar preferido pra descansar um pouco. Fechou os olhos e ouviu as portas da cabine se fechando. Não demorou muito e ela dormiu.

Ela dormia quando sentiu uma mão que percorreu desde o joelho dela até a parte de cima da coxa, bem lá em cima, com a intenção de levantar o vestido. Era uma mão calejada de trabalho pesado. Acordou de repente e olhou pro cara na frente, que encarou ela com cara de assustado, e depois baixou o olhar pra entreperna dela. Aí ela percebeu que o cara tava de pau duro, e viu que o vestido estava levantado sem os shorts, só com a calcinha fio dental de renda transparente, que deixava ver as bordas dos lábios grossos da buceta dela e, no centro, através da calcinha, uma buceta bem depilada.
Olhou rápido pro velho do lado, enquanto levantava a bunda pra conseguir abaixar o vestido, já que, ao sentar, a parte de trás ficou presa pra cima, subindo ainda mais o vestido.
Enquanto levantou O cu do assento fez a calcinha fio dental dela se enterrar ainda mais entre os lábios da buceta rosada dela e, por um instante, a vagina até pareceu inchar, deixando ela mais perto do garoto na frente e mostrando tudo na primeira fila.
Sem saber o que fazer e quase chegando na próxima estação, pensou em descer, mas o operador já estava fechando as portas das cabines que subiam vazias, já não tinha quase ninguém. Ficou olhando ele fechar as portas pra ver se deixava alguma aberta, mas o sistema automático fechou as da cabine dela, então ela continuou ali.
Se deixou vencer pelo cansaço e, vendo que ela não fez nada demais, o velho se aproximou dela e colocou a mão de novo no joelho dela. Instintivamente, lembrando que não podia abrir as pernas porque não estava de shorts, ela fechou na hora, mas bateu os joelhos no garoto da frente. Ela, que continuava de olhos fechados, sentiu um frio na barriga de medo e adrenalina, e uma excitação que fez ela apertar o jovem sem querer.
A respiração dela começou a acelerar, e a excitação e aquela sensação não deixaram ela agir. Então o velho, sem mais, levantou toda a parte de baixo do vestido curto, mostrando uma vagina linda, de lábios grossos, escondida entre as pernas que apertavam mais o garoto. Ela sabia que tinha que fazer alguma coisa, mas a excitação não deixou.
O velho tocou as pernas quase juntas, separadas só pelos joelhos do jovem que só observava. Chegavam na próxima estação e, bem sutilmente, se levantaram pra não dar na vista. Quando saíram daquela estação, o velho mandou a mão direto na vulva. A garota, que não parecia disposta a ceder, abriu as pernas, mas também não disse nada. Deixou o velho ficar passando a mão nas pernas e enfiando os dedos entre as coxas dela, e como se fosse uma alavanca, foi fazendo uma força leve em direção à buceta dela, na medida que ela permitia. Os dois caras viram como os mamilos dela ficaram duros. querendo sair, já que ao levantar o vestido descobriu a parte dos seios quase na altura dos mamilos, finalmente o velho chegou na buceta dela e ela abriu as pernas, ela olhava pro jovem que se tocava por cima da calça, dava pra ver toda a ereção dele se masturbando por cima.
O velho puxou a calcinha fio dental pro lado, mostrando pro jovem a buceta toda em primeira fila, e pra surpresa dos dois ela estava encharcada de tesão desenfreado. O velho não hesitou e enfiou dois dedos na buceta, o que deu uma sensação estranha nela. Ela se arqueou pra frente, levantando a buceta com os dedos do velho que não tirava, momento que ele aproveitou pra terminar de subir o vestido.
Quando ela se sentou e se endireitou de novo, deixou as pernas mais abertas. Nesse ponto, o velho começou a bombar aquela buceta com os dedos, e ela só gemia e se mexia de prazer com movimentos pélvicos profundos. De repente, ela não aguentou mais e se inclinou pra frente pra desabotoar a calça do jovem, abaixou o zíper e começou a dar um jeito de tirar a cueca dele, quando perceberam que estavam chegando na próxima estação. Ela se endireitou e tentou tirar a mão do velho, que sutilmente tinha abaixado a calcinha fio dental dela até os tornozelos enquanto ela tentava puxar o pau do jovem, que parecia que ia rasgar a cueca. Ela não conseguiu tirar a mão do velho, e não trocavam uma palavra. A porta começou a abrir e ela terminou de tirar a calcinha com os pés, deslizando ela pra trás debaixo da cadeira, bem no cantinho, pra esconder, porque não sabia o que podia rolar na estação. O jovem se cobriu com a bolsa, e ela abaixou o vestido tampando a mão do velho, que fuçava com habilidade aquela xota encharcada, pedindo pra ser penetrada. Se alguém entrasse ou espiasse, notaria que ela estava sem calcinha, porque do lado do velho o vestido todo estava levantado, e dava pra ver a bunda dela nua. O velho se aproximou mais dela, e fingiram que nada estava acontecendo.
Assim que a A cabine saiu daquela estação, o velho começou a bombar bruscamente a buceta dela, como se quisesse enfiar mais um dedo, mas não cabia porque a buceta dela era muito apertada. Ela soltou um gemido e tirou a bolsa do jovem de entre as pernas dele, que já estava com a mão dentro da cueca se masturbando. Ela, sem mais delongas, baixou a cueca do garoto e viu um pauzão, com uma ereção no limite. Imediatamente, se inclinou mais, arrumou o cabelo e meteu a boca naquele pau, com as duas mãos masturbando ele enquanto o devorava, igual uma puta no cio. O movimento dela fez com que a bunda ficasse mais exposta e quase toda levantada da cadeira, e o velho teve que se inclinar para o lado deles, já que não queria tirar a mão da buceta. Finalmente, ele tirou a mão, e ela se ajeitou melhor para chupar o garoto — queria fazê-lo gozar rápido, queria sentir o leite quente daquele moleque descendo pela garganta dela. Achou que o velho já tinha o que queria, pois não sentia mais ele. Acontece que o de 40 tirou uma camisinha da bolsa e colocou. Ela sentiu quando o cara abriu a bunda dela e se jogou para chupar a buceta e o cu dela ao mesmo tempo. De repente, ele parou, ajeitou ela e meteu o pau de uma vez na buceta dela com um movimento brusco. Ela gemeu de prazer e aumentou a intensidade no garoto, fazendo com que ele gozasse na boca dela. Longe de tirar o pau da boca, ela engoliu e engoliu, continuou chupando e chupando, para não deixar nada. O garoto tentou pará-la, mas ela estava sincronizada com as investidas do velho. Finalmente, ela tirou o pau da boca e continuou masturbando ele, vendo que ainda estava duro e ereto. O velho terminou e tirou o pau da buceta dela. Ela se levantou, deu as costas para o jovem, fechou as pernas dele, baixou a calça até os tornozelos e foi se sentando em cima dele. Pegou o pau do garoto e guiou até a buceta dela, começando a cavalgar em cima dele. O jovem agarrou os peitos dela, um em cada mão, e começou a beijar o pescoço dela. Ela virou a cabeça como se fosse uma... Contorcionista profissional procurando a boca do garoto, ele duro depois do encontro antes que ela se distraia.
O jovem massageia os peitos dela, um em cada mão, no ritmo que ela leva. Ela monta em cima dele, fazendo movimentos pélvicos, em círculo, pra dentro e pra fora, de um lado pro outro enquanto sobe e desce, enquanto se beijam apaixonadamente, explorando com as línguas a boca um do outro. O velho, que já tinha arrumado a calça, sentou no lugar onde a jovem estava, bem na frente deles, e começou a massagear sutilmente o clitóris dela num bom ritmo, e ao mesmo tempo passava a mão no corpo todo dela com a outra mão.

Ela diz que sentiu o garoto se levantar um pouco da cadeira, fazendo força pra cima, e abraçou ela pela pelve, puxando pra baixo, buscando aumentar a penetração. Sentiu ele empurrar o colo do útero dela, e ela respondeu fazendo mais pressão contra o garoto, enquanto se movia em círculo rapidamente. O garoto chupou a língua dela e esguichou o resto de porra que tinha na vagina dela. Ela fez mais força contra ele, impedindo que ele tirasse o pau. De novo o garoto quis tirar o pau, mas dessa vez da vagina dela. Ela continuou se movendo em círculos, e o velho aumentou muito o ritmo, e um gemido saiu dela, de muito prazer.

Ela se levantou devagar, se afastando do garoto e se inclinando pra pegar as coisas dela. Como estava de costas, não percebeu que já estavam quase chegando no destino. O velho soltou a primeira e última palavra: "Já tamo chegando", o que assustou ela. Ela pegou a calcinha, abaixou o vestido enquanto a cabine entrava na estação, saiu da cabine com a calcinha na mão e foi guardando na bolsa, porque não deu tempo de vestir. Ela não virou, não olhou pra trás, saiu arrumando o vestido, que também só deu tempo de colocar por cima dos peitos. O guarda ficou olhando pra ela porque, na hora que ela saiu da cabine, estava desarrumada, com os peitos quase pra fora. Pelo meio, recolhendo.
Terminou de arrumar a roupa, o cabelo e o resto na cadeira e, depois, pensando em tudo o que aconteceu, foi se tocando na buceta suavemente durante o trajeto até que pegou no sono na janela do ônibus. Finalmente chegou e eu vi ainda restos de porra e líquido vaginal, e a calcinha fio dental dela entre a bolsa e uma buceta mais larga que o normal e judiada, com uns lábios vermelhos, e ela me conta.Morbo na minha esposa gostosaenquanto me masturba imaginando a cena.

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