Mãe e Filha no Show

Capítulo 04

Mulher Amante.

Mãe e Filha no Show


Jazmín ficou na ponta dos pés, impulsionada pela rola grossa que afundou na sua buceta. O espanto foi tanto que por um momento ela perdeu a noção da realidade. Talvez fosse por causa do calor insuportável daquele estádio lotado. Seu corpo estava coberto de suor… e suor sempre a deixava com tesão. Toda vez que ela termina sua rotina de fitness fica excitada e adora admirar no espelho seu corpo suado e pelado. Agora ela se sentia exatamente assim; mas com uma rola boa enfiada até o fundo da buceta. Uma rola mais comprida e mais grossa que a do seu marido. Ela estava acostumada a ser penetrada por Néstor… e isso não tinha nada a ver. Fazia anos que ela não sentia uma sensação parecida.
Ela se deixou levar.
Ela moveu o quadril no ritmo da música e afundou ainda mais os dedos no cu da filha. Masturbou-a por trás com vontade... como já havia feito antes com outra mulher. Megadeth aproveitou o momento, segurou-a com força pela cintura e deu quatro enfiadas bem potentes, como se quisesse mostrar que era o amante que uma mulher tão gostosa como Jazmín merecia.
O episódio de ausência não durou muito, por sorte para a Jazmín, que queria manter sua integridade intacta (mais ou menos). Ela voltou à realidade quando viu o rosto da filha. Tinha algo estranho nela… era a mesma cara que a filha tinha no dia em que a interrompeu enquanto transava com aquele rapaz. De repente, ela entendeu tudo: Fiorella estava tendo um orgasmo.
Para Jazmín, isso era inadmissível. Nem ela nem sua filha podiam se permitir uma demonstração de prazer daquelas. Não naquele lugar público. Não enquanto estranhos as apalpavam. Como não queria que o mesmo acontecesse com ela, deu uma cotovelada emMegadethaproveitando que sua mão esquerda havia sido liberada. O cara nem se abalou. Para alguém tão corpulento, uma cotovelada de Jazmín não passava de um leve incômodo. Não iria detê-lo. Ela precisava pensar em outro método; mas nada lhe vinha à mente… e as bombadas continuavam sem parar. Jazmín imaginou que aquele filho da puta devia estar se deleitando com a forma como a sua buceta se abria a cada pirocada.
Naquele momento, a loira a pegou de surpresa novamente. Levantou-se, aproximou-se dela e beijou-a na boca. Assim, Jazmín pôde experimentar o sabor dos fluidos sexuais de sua filha. Isso trouxe memórias invasivas. Teria sido melhor não tê-las, porque ela sentiu novamente uma onda de excitação. Enfiou a língua dentro da boca da loira, como se ali dentro pudesse encontrar mais daquele doce néctar feminino. Depois de alguns segundos de beijo apaixonado, a loira se afastou, perdendo-se na multidão. Parecia que, para aquela garotinha, a aventura já havia terminado; mas para Fiorella e Jazmín ainda havia um longo caminho a percorrer.
Enquanto Jazmín continuava procurando um jeito de escapar da rola deMegadetho cara que estava à sua direita, o da camiseta do Led Zeppelin, pegou a Fiorella pelos ombros e a forçou a ficar de joelhos.
—Não! O que vocês estão fazendo? Deixem ela em paz! —gritou Jazmín, mas seus gritos não foram ouvidos por ninguém. A multidão estava cantando o refrão de uma música grudenta.
Fiorella se viu numa situação bem complicada. De repente, ela tinha dois paus ao lado do rosto. Sim, ela já tinha passado por uma situação assim, no banheiro da sua escola. Mas isso era bem diferente: aqui tinha muita gente… e ela não conhecia esses caras de jeito nenhum. Eles faziam sinais claros para ela começar a chupar e esfregavam os paus pelo rosto dela inteiro. A Fiore se recusava a abrir a boca; quando sentia um pau encostado na bochecha esquerda, virava o rosto para a direita, e vice-versa. Mesmo sendo difícil escapar, já que estava cercada. Os paus eram enormes, e ela lembrava de ter dito para os colegas de classe:Adoro paus grandesMas agora aquilo não lhe parecia tão engraçado. Aqueles membros largos e venosos lhe pareciam intimidantes.
De tanto desviar de paus, Fiorella acabou de joelhos bem na frente da mãe. Ela arregalou os olhos ao ver como o pau deMegadethele afundava na buceta toda. A mãe dela estava bem molhada e a penetração era perfeita. Naquele momento, Fiore percebeu que o homem da jaqueta de couro apontava para a buceta da Jazmín, e quando Fiore olhou para cima, viu o cara formando uma vagina com os dedos e fingindo que lambia.
Fiore ficou petrificada.Você tá me pedindo pra chupar a buceta da minha mãe?O cara apontou de novo pra buceta da Jazmín. Sim, era exatamente isso que ele tava pedindo. Quando a Fiore balançou a cabeça negando, o cara agarrou ela pelo cabelo e enfiou o pau na boca dela.
— Chega! Solta ela! — Gritou Jazmín.
Ficou muito impressionada com a forma como faziam sua filha engolir pica. Ela já tinha visto fotos dela chupando pau, mas era a primeira vez que via ao vivo e a cores. Era realmente... mórbido. Havia algo particular na forma como Fiore chupava paus: Seu rostinho inocente. Jasmim chegou a acreditar por muito tempo que sua filha seria incapaz de sentir atração por práticas sexuais. Uma garota com rostinho tão inocente não poderia demonstrar interesses sexuais. Mas claro, como descobriu depois, pensar isso era uma bobagem. Sua filha estava na idade certa para sentir interesse por sexo. E agora estava no meio de um show de rock, num estádio lotado de gente, com um pau grosso enfiado na boca.
Jazmín não sabia se era Fiorella que se movia ou se era o cara que segurava seu cabelo que comandava os movimentos, mas uma coisa era clara: a cabeça de Fiore balançava para frente e para trás, ritmicamente. O pau entrava e saía, entrava e saía... e com esse vai e vem mecânico, ia ficando cada vez mais lubrificado. Quando saiu completamente, Jazmín pôde ver fios de saliva se formando entre a ponta do pau e a boca de sua filha. Sentiu algo estranho no peito, como se o coração tivesse dado um salto. E essa sensação tão atraente quanto alarmante aumentou quandoSr. ZeppelinEle fez a Fiorella engolir o pau dele. Em poucos minutos, a novinha passou de curtir um show a dar mamada para dois desconhecidos.
A situação trouxe memórias ardentes para Jazmín. O espetáculo que ela estava vendo era muito parecido com a foto para a qual ela mais bateu punheta. Entre as que roubou do celular da filha, havia uma que mostrava Fiorella de quatro no chão, com um pau na boca e olhando para a câmera com olhos grandes e sensuais. Atrás dela havia outro cara que a estava penetrando... e para completar a imagem, dava para ver ao fundo a buceta da professora Brenda Ramallo escorrendo porra. Ela já tinha sido comida... e agora era a vez da Fiore.

orgia

Não foi só a foto que excitou a Jazmín. A conversa com Brenda ficou especialmente picante quando ela narrou com riqueza de detalhes como aqueles dois caras meteram o pau na filha dela. Para representar a penetração, Brenda enfiou os dedos na buceta de Jazmín:Foi assim que fizeram... primeiro devagar e depois aceleraram... assim...A buceta da Jazmín vibrou ao lembrar do jeito que a Brenda Ramallo masturbou ela… ou talvez fosse porqueMegadethele estava comendo ela do mesmo jeito, às vezes metia devagar... e depois acelerava de repente por alguns segundos. O tempo passava e aquele cara parecia não cansar da buceta da Jazmín. Ela não lembrava da última vez que enfiaram o pau nela por tanto tempo sem parar. Sua vagina não estava acostumbrada a um castigo daqueles.
Sabe que não devia ter deixado Brenda tocá-la assim… foi um grande erro. Despertou nela paixões adormecidas. Instintos sexuais reprimidos. E o maldito deMegadethestava fazendo a mesma coisa. Sem perceber, Jazmín apertava mais suas nádegas contra a pélvis daquele homem que não parava de dar socadas, uma atrás da outra, fazendo seu corpo se cobrir de suor e sua buceta ficar encharcada. Ela já tinha se masturbado mil vezes imaginando alguém a comendo com essa fúria… e raramente essa pessoa era seu marido. Mas… traição na imaginação não conta, ou conta?
De repente, algo a tirou daquele mundo de fantasias eróticas reprimidas. Ela sentiu uma língua brincando com seu clitóris. Ao olhar para baixo, se deparou com Fiorella…
Fiore estava tão humilhada quanto furiosa. Aqueles caras tinham enfiado o pau dela goela abaixo na frente da própria mãe. Ela não queria que depois eles fossem contar pros amigos: "Uma gostosa me chupou até o talo durante o show de rock".
Ela avaliou a situação. Tinham lhe oferecido uma alternativa. Ela recusou sem pensar, mas… o que era preferível? Chupar o pau desses dois desconhecidos ou lamber a buceta da própria mãe? Ela já chupou uma boceta no passado, sua professora Brenda é testemunha disso. Lambeu aquela vagina várias vezes… uma vez até fez isso para conseguir as perguntas da prova antes. Mas no fundo ela sabe que fez pela experiência… e pelo tesão.
E agora, de joelhos no chão do estádio, ela sente um tesão descomunal; mas... ainda resta um pouco de integridade nela. Não quer ser a boneca sexual de um bando de desconhecidos.
Ela parou de debater-se e escolheu o menor dos males. Encarou a virilha da mãe e começou a lamber seu clitóris. Logo antes da primeira lambida, pensou que bastaria passar a língua pelo púbis, simular uma chupada na buceta; mas temia que os dois caras percebessem a farsa, então decidiu fazer de verdade.
Megadethele também notou as lambidas da Fiorella, já que seu pau também foi visitado por aquela língua brincalhona, embora a Fiore não tenha feito de propósito. Ela tentou desviar, mas foi impossível. Parece que o cara achou divertido que aquela garota estivesse comendo a buceta da própria mãe, então decidiu dar uma trégua a elas. Ele puxou o pau e o posicionou entre as nádegas firmes da Jazmín, apontando para cima.
A Jazmín foi tomada por uma fúria repentina que cresceu nela como um vulcão prestes a entrar em erupção.
«Mas que porra você tá fazendo?Pensou enquanto a língua da Fiorella entrava na sua buceta molhada. Já era ruim o suficiente ter um estranho enfiando o pau nela, e agora isso... isso...
«Isso é incesto!»
Jazmín não conseguia acreditar no comportamento da filha. Para piorar, ela estava chupando a buceta dela como… como se fossem amantes. Os dois caras que estavam dando pau para ela a deixaram em paz e com meio sorriso nos lábios admiraram como ela comia a buceta da mãe.
—Não… não… Fiore… para… para…!
Jazmín tentou afastá-la, foi inútil. Sua filha não a ouvia e não se mexeu, muito pelo contrário. Agarrou-se com as duas mãos às pernas da mãe e chupou aquela buceta com mais ímpeto. Uma rajada de prazer subiu pela coluna vertebral de Jazmín e foi morrer na sua garganta, em forma de gemido. Foi exatamente a mesma coisa que ela sentiu durante aquela conversa com a professora Brenda Ramallo.
«Minha filha chupou sua buceta? Não acredito. Não consigo imaginar ela fazendo isso... e você está dizendo que gostou? Me desculpe, Brenda... mas não sei como uma mulher poderia gostar que outra mulher faça isso...
E Brenda Ramallo decidiu que o melhor era dar uma aula prática. Ajoelhou-se diante de Jazmín e deu uma boa lambida na buceta. Seu marido nunca tinha sido capaz de lhe proporcionar uma sensação de prazer tão grande. Por que essa mulher conseguia? Jazmín pensou que algo estranho estava acontecendo com sua cabeça. A aventura sexual da filha tinha embaralhado seus fios de alguma forma, caso contrário não dava para explicar.
E o que mais irritou Jazmín foi que sua filha fosse capaz de produzir nela essas mesmas sensações. A fúria a levou a desejar que Fiorella se engasgasse com aquelas grandes picas que ladeavam seu rosto. Antes ela não queria que aqueles caras tocassem sua filha, agora queria que dessem a ela tanto pau até deixá-la coberta de porra. Isso lhe ensinaria uma lição...
«Já estava chupando paus no banheiro da escola… e agora faz de conta que não gosta?», era insuportável. Um insulto.
Ele agarrou a Fiorella pelos cabelos com a mão esquerda e com a direita segurou firme o pau deSr. Zeppelin.Uf… que pauzão. Melhor assim… a Fiore vai engolir um pauzão daqueles. Com isso ela vai aprender a se comportar melhor.Jazmín não costuma apelar para castigos para criar sua filha, mas já estava de saco cheio. Agora sim ela queria dar a ela o castigo que merecia, por tudo… por se comportar como uma putinha na escola; por mandar fotos pelada para um traficante; por comprar essas drogas!; pela revista que tiveram que aguentar na entrada do estádio… Por tudo!
Ele empurrou a cabeça da filha em direção ao pau, segurando o membro com firmeza. Aquele pau venoso foi entrando lentamente na boca de Fiorella, como se fosse uma estocada certeira contra sua integridade (se é que ainda restava alguma).
Fiorella engoliu e engoliu, sem entender muito bem o que estava acontecendo. Por que sua mãe estava a obrigando a chupar esse pau? Que porra é essa? Mas ela continuou engolindo... porque não tinha outra opção.
ParaSr. Zeppelinfoi uma grande surpresa. Ele entendeu que Jazmín já tinha sido quebrada, que estava curtindo tanto a situação que queria ver a filha comendo pica. Os amigos dele interpretaram algo parecido.MegadethEle agarrou os peitos nus da Jazmín e começou a esfregar o pau entre as nádegas imponentes daquela gostosa; mas fez isso com a cabeça apontando para cima. Não estava tentando enfiar em nenhum buraco, só queria se deliciar sentindo o pau apertado entre aquelas bundas durinhas, resultado da academia. Curiosamente, a Jazmín não se incomodou com isso. Ela pensou que, dadas as circunstâncias, isso era o melhor que podia acontecer. Preferia que aquele cara se satisfizesse esfregando o pau na bunda dela… mas por fora.Se continuar fazendo isso, eu largo tudo... só pra ele não enfiar de novo.Ao pensar nisso, um calafrio percorreu sua coluna vertebral ao tomar consciência de que aquele homem tinha dado uma tremenda metida nela... em público. Meteram nela ali, rodeada por milhares de pessoas. E ali mesmo sua filha está comendo pau. Já passou a chupar a do Jorge Campera, porque claro... ele não ia ficar só olhando. Também queria sua boa porção de putinha.
O rosto da Fiorella estava ficando todo coberto de saliva e líquido pré-ejaculatório. Levantaram a blusa dela e agora os peitos dela estavam totalmente à mostra. De vez em quando, os dois caras se inclinavam para apertar um dos mamilos... exatamente como ele estava fazendo...Megadethcom ela. Jazmín olhou em volta, com medo de que alguém percebesse o que estava acontecendo; mas a galera continuava concentrada no palco. Os três caras eram grandalhões e as tinham cercado, então ninguém podia vê-las, a menos que prestasse muita atenção. Do Nestor, nem sinal.Melhor assim… o coitado não merece ver isso.
O primeiro jato de porra pegou Jazmín de surpresa, mas ainda mais a Fiorella, já que foi ela quem teve que receber tudo na cara. Jazmín ficou de boca aberta ao ver o rosto lindo da filha se cobrindo de sêmen. Sentiu um tesão proibido e visceral. Se recriminou, porque essa situação devia dar nojo e nada mais. No entanto, seu coração acelerou ao ver como...Jorge CamperaEle gozava toda a porra na Fiorella e obrigava ela a engolir.
Fiore já tinha engolido porra, mais de uma vez. Mesmo assim, sentiu como se fosse a primeira, porque nunca tinha feito isso na frente da mãe. O que mais a envergonhou foi isso, que Jazmín estivesse vendo. De relance, ela viu a buceta da mãe e percebeu algo surpreendente: ela estava se masturbando. A desgraçada estava esfregando o clitóris. Quando Jazmín percebeu que estava fazendo isso, parou imediatamente, se sentindo ainda mais culpada que antes.Que porra está acontecendo comigo?.
Por que caralho ele achava tão excitante ver a própria filha em contextos sexuais? Era algo que ele se perguntou mil vezes enquanto se masturbava olhando as fotos que roubou do celular dela… e falando em celulares… ele notou que Jorge Campera tinha pegado o da sua filha. Por um instante pensou que o homem estava tentando roubá-lo, mas então entendeu que ele só queria tirar uma foto da garota. Ele conseguiu chegar atéMegadethe Jazmín pôde ver como fotografiaram sua filha. Foi assim que o momento mórbido ficou imortalizado. Fiore com o rosto e os peitos melados de porra e um pau bem grosso enfiado na boca.
 
incesto

Poderia ter pensado em como isso deve ter sido humilhante para Fiorella, ou que os caras já tinham passado dos limites com seus joguinhos sexuais, mas a primeira coisa que Jasmim pensou foi que, por sorte, a foto ficaria registrada no celular da filha, e ela poderia vê-la quantas vezes quisesse.Megadethtambém aproveitou para tirar uma foto dela, fez como se estivesse tirando umaselfiemas a única cara que apareceu foi a da Jazmín... os peitões dela também ficaram na foto. Ela não sorriu. Não queria dar a impressão de que estava gostando ou algo assim.
O que aconteceu em seguida foi uma sucessão de ações muito rápidas. Jazmín não teve tempo para assimilar, nem para evitar que acontecessem.MegadethEle usou toda a força de suas mãos pesadas para forçá-la a ficar de joelhos, apontou o pau para o rosto dela e Jazmín achou que agora seria sua vez de chupar. E, em parte, esse era o plano. O pau entrou em sua boca sem que ela oferecesse resistência. Por que ela não protestou? Talvez porque já tinha chupado o pau de um estranho naquela noite, e fazer isso de novo não parecia tão dramático. Ou talvez para que a situação pudesse acabar o mais rápido possível. O pau deu várias bombadas dentro de sua boca, e enquanto chupava, Jazmín olhou de soslaio para a filha. Ela também estava com um pau sendo enfiado na boca. Fiorella a olhava surpresa, como se com aqueles olhos expressivos estivesse dizendo:Mãe, você tá usando a gente como bonecas sexuais... as duas!»
O sêmen deMegadethEle pulou com tanta violência que Jazmín teve que tirar o pau da boca. Uma boa parte da porra caiu na língua dela, mas o resto foi parar em todo o rosto e um pouco escorreu entre os peitos. O cara se apressou em imortalizar sua obra de arte. Tirou uma foto e depois mostrou a tela para Jazmín. Ela quase infartou ao ver. Tinha o rosto todo pintado de branco de esperma e uma expressão de viciada no rosto, como se estivesse adorando. Se o marido dela visse como a tinham deixado, morreria de desgosto. Para piorar, atrás dela tinha uma garota que percebeu o que aconteceu. Uma linda morena que se afastou imediatamente da cena ao ver como o rosto de Jazmín tinha ficado.

Mae e filha

—Não se preocupa, mamãe… eu limpo você — sussurrou Fiorella no ouvido dela. E começou a lamber.
Ela não fazia como se estivesse participando de um filme pornô, mas sim agia por piedade e cumplicidade com a mãe. Jasmim não ficou brava com ela porque entendeu que era o único jeito... e que ela podia ajudá-la da mesma forma. Para o deleite dos três caras, mãe e filha começaram a se limpar mutuamente. Engoliam toda a porra que caía em suas línguas e lambiam sem pudor cada centímetro de seus rostos, até os lábios. Em alguns momentos, parecia que estavam se beijando.
O martírio de Jazmín estava longe de acabar.MegadethEle a colocou de pé novamente, na mesma posição de antes. Puxou a leggin ainda mais para baixo, até que uma das pernas ficou de fora. Assim, Jazmín ficou completamente exposta. O cara a levantou um pouco com seus braços fortes eSr. ZeppelinEle se aproximou dela com um sorriso malicioso. Ao tê-lo de frente, o coração de Jazmín deu um salto. Ele era um cara de mandíbula quadrada, barba por fazer e olhos encantadores. Não era nada feio... para ser sincera, até o achou atraente. Enquanto ela estava perdida nesses pensamentos intrusivos, o homem aproveitou para penetrá-la.
Foi rápido, ela não teve tempo de fazer nada. Jazmín olhou para baixo e percebeu que o pau já tinha entrado completamente na sua buceta, como se nada. Parece que o cara estava segurando as vontades especificamente para esse momento, porque bastaram quatro ou cinco bombadas para ele soltar todo o seu sêmen.
«Tá me gozando todinha por dentro! Meu Deus… só faltava essa! Encher minha buceta de porra também!»
QuandoSr. ZeppelinEle sacou o pau dessa use the word: buceta, fez sinais para Fiorella. Ela entendeu perfeitamente a mensagem e obedeceu à risca. Fez sem pensar, por pura tentação e desejo. Já tinha chupado a use the word: buceta cheia de porra de Brenda Ramallo e a experiência lhe agradou tanto que queria repeti-la... mesmo que fosse com a própria mãe.
Fiore começou a chupar a buceta e seu rosto ficou novamente encharcado de porra.Jorge CamperaEla pegou o celular e colocou bem entre seus peitos, para deixar uma bela lembrança desse ato lésbico. Jazmín pegou a mão do cara e ele pensou que ela iria impedi-lo de tirar a foto; mas em vez disso, ela o ajudou a enquadrar melhor a imagem. Jazmín não saberia dizer por que agiu assim; mas tinha uma suspeita. Ela tinha ficado viciada nas fotos pornô da filha e queria mais… e que fossem o mais explícitas possível.
«Deus… que porra eu tô fazendo? É a sua filha, Jazmín… se controla um pouco».
Mas foi impossível para ela fazer isso. Enquanto Fiore chupava sua buceta, ela se lembrou de cada sensação que a língua de Brenda Ramallo a fez experimentar. Fiore a chupava com a mesma paixão.
Se fosse só aquela conversa. Um deslize qualquer um pode cometer. Porém Brenda e Jazmín viraram amantes. No dia seguinte marcaram de se encontrar num hotel e dessa vez Jazmín não foi tão passiva. Arremeteu contra a professora e comeu a buceta dela, deixando vir à tona qualquer fantasia lésbica que já tivesse invadido sua mente. Na verdade, Jazmín nunca tinha se imaginado na cama com uma mulher. Pelo menos não como uma possibilidade real. Talvez só em alguma masturbação casual ou enquanto assistia a algum vídeo pornô. Mas fazer isso de verdade? Não, nunca. Isso era uma loucura.
Enquanto eu transava com a Brenda Ramallo naquele quarto, lembrei de uma conversa que tive com minhas amigas. Passamos horas falando mal de uma conhecida, porqueNossa, vocês ficaram sabendo que ela tá traindo o marido com uma mulher? É, com uma mulher mesmo! No final das contas, a mina é sapatão.Essas palavras ecoaram como martilhadas na mente de Jazmín. Ela mesma foi uma das que mais criticou aquela conhecida, não só por trair o marido, mas especialmente por fazer isso com uma mulher.Como é que você pensa nisso? Pra que se casar com um cara se você gosta de mulher? É ridículo...»
Ridículo ou não, ela também acabou na cama com uma mulher, colocando uns belos chifres no marido. Doeu muito ter que mentir para Fiorella quando ela perguntou se ela já tinha chupado uma buceta. Talvez a filha não tivesse levado tão mal… ela mentiu por puro instinto de autopreservação.
Agora Jazmín era "aquela sapatão" de quem as amigas poderiam falar por horas. Ela ficava arrepiada só de imaginar elas sentadas ao redor da mesa, debatendo sobre sua vida íntima.
E o pior de tudo é que não foi só uma vez, como ela tinha prometido.Uma vez só e chega… só pra experimentarMas houve uma segunda, uma terceira, uma quarta… e acabou virando rotina. Todas as sextas ela faltava à academia, sem que o marido soubesse, e se encontrava em um hotel com a linda Brenda Ramallo, uma mulher que a deixava cada dia mais excitada. Ela sonhava com ela e com o sabor doce e feminino de sua buceta.
Ela se perguntou mil vezes se a filha também era amante da Brenda, e a professora nunca quis negar nem admitir. Ficou um grande mistério. Mas a Jazmín desconfia que sim. A filha supostamente vai ao clube de xadrez toda terça. Ela nunca viu a Fiorella jogando xadrez, é provável que ela nem conheça as regras básicas do jogo. Mas religiosamente toda terça ela chega em casa duas ou três horas mais tarde que o normal.
O mais curioso é que essa situação não dá ciúmes na Jazmín. Pelo contrário, dá uma puta tesão nela transar com a mesma mulher que a filha dela. Por quê? Ela não faz a menor ideia. Só acontece, sem que ela consiga evitar.
E essa tesura chegou ao máximo enquanto Fiorella comia a buceta dela e engolia toda a porra que saía.Que puta tarada! Como ela gosta! Dá pra ver que ela adora».
A cabeça de Fiore também era um amontoado de sensações contraditórias. Por um lado, ela se sentia humilhada, envergonhada e exposta; mas por outro… não conseguia parar de chupar. Quanto mais sêmen encontrava, mais forte ela sugava a buceta da sua mãe. Nem ligou que aqueles caras estavam tirando fotos enquanto ela fazia isso. Talvez… seria legal ter uma lembrança. Quantas vezes na vida ela teria a oportunidade de chupar a buceta da própria mãe? Essas coisas a gente aproveita quando acontecem, porque é improvável que se repitam.
A noite ia avançando, as bandas continuavam tocando. Essa mãe e sua filha estavam ficando loucas com o acúmulo de emoções, e os homens ao redor delas estavam cada vez menos comedidos.
Fiorella se levantou, com o rosto ainda coberto de porra, e entrelaçou a língua com a da mãe. Jasmim agarrou a cabeça da filha com as duas mãos e a beijou com paixão, da mesma forma que fazia com Brenda, só que dessa vez tinha bastante porra para lamber. Por mais estranho que parecesse, não a incomodou nem um pouco engolir. Pelo contrário, deu à situação um tempero bem picante.
Naquele momento uma banda que eu não conhecia estava fazendo um cover de Babasónicos. Fiorella e Jazmín ouviram a frase que selou aquele momento mágico.
«Se lambuzem de beijos essa noite... afinal, ninguém vai perceber».

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