Mi vecina de la infancia

Tudo começou quando eu era um moleque e fomos morar numa casa nova. Minha mãe ficou muito amiga de uma vizinha, a Ana. Elas foram amigas por um bom tempo, até que aconteceu uma tragédia e tivemos que mudar. Nunca mais soubemos da Ana nem de nenhum dos vizinhos. Eu já tinha 18 anos, recém-completados fazia uns dois meses, e estava navegando na internet numa rede social quando encontrei uma solicitação de amizade de uma mulher chamada Ana. Fiquei surpreso porque ela tinha o mesmo sobrenome da minha ex-vizinha. A gente conversou um tempão e no fim era ela mesma. Ficamos muito felizes e marcamos de tomar um café pra colocar a conversa em dia. Pra ser sincero, me bateu uma nostalgia voltar às minhas origens. Nada era como eu lembrava, exceto o prédio onde morei. A Ana nem parecia a mesma. Quando a conhecemos, ela era uma mulher magra, loira, de olhos azuis e um corpaço. Mas quando a vi, entendi que tudo muda. Agora a Ana era uma mulher loira, de olhos azuis, com sobrepeso. Mas não liguei, porque eu era um garoto e não me interessava por mulheres mais velhas, ainda mais com 18 anos e tendo namorada, e ela com 42. Fomos a um bar e ficamos conversando por um bom tempo. Ela não parava de me olhar. Eu achava que era por causa do tempo e de como eu tinha mudado, mas mais tarde percebi que não. Já eram 8 da noite quando ela disse: "Quer subir e ver de novo onde você morou? A escada e, mesmo não sendo a mesma casa, o formato da minha casa é igual." Então paguei a conta e fomos pra casa dela. Me senti como aquele menino que um dia fui naquele prédio. Entramos na casa da Ana e sentamos no sofá depois de dar uma volta pelo lugar. Ela me ofereceu uma bebida e eu aceitei. Ela ficava me encarando o tempo todo, o que me deixava muito nervoso. Não tinha muita distância entre nós, mas ela se aproximou mais. Nervoso, olhei pra ela. Ela sorriu pra mim, segurou meu queixo com a mão e, sem que eu pudesse reagir, me beijou na boca. Tenho que admitir que não esperava por aquilo. Quando a boca dela... Ela se separou do meu, me disse: "Você é tão gato". Um arrepio percorreu meu corpo, senti um tesão estranho, fiquei sem palavras. Ela, vendo minha reação, me perguntou: "Te incomodou?" Nervoso, falei que não. A verdade é que me deixou com muito tesão, porque na hora que eu disse que não me incomodava, ela me beijou de novo, e dessa vez eu correspondi ao beijo. Eu estava ligado no que tava rolando, sentia a boca molhada dela e ouvia o som dos nossos lábios se tocando. Depois, a gente parou um instante, se olhou e riu. O meu riso era nervoso pela situação. Ela disse: "Você mudou tanto, tá tão gato". Foi aí que ela perguntou minha idade. Eu falei: "Tenho 18". Ela se levantou e sentou no meu colo, dizendo: "Já é um homenzinho". E me beijou de novo. Dessa vez, agarrei a bunda dela, porque senti que o que tava rolando tava me deixando mais e mais excitado. Embora, pra ser sincero, a Ana já não era mais aquela mulher doce e bonita, era mais feinha e gordinha, mas o que tava acontecendo me dava um tesão doido. Ela começou a me tocar também, a beijar meu pescoço e minha orelha. Logo depois, se levantou, me beijou, pegou minha mão e me levou até o quarto dela, enquanto continuava me beijando. Quando chegamos, ela me empurrou na cama e, sem dizer nada, com um olhar fixo no meu rosto, tirou minha calça e depois minha cueca. Senti a mão fria dela pegando no meu pau. Eu continuei olhando, vendo aquela mulher fazer o que queria comigo. Joguei a cabeça pra trás e senti a umidade da boca dela engolindo meu pau sem vergonha nenhuma. Naquele momento, já não conseguia pensar em mais nada. Depois de um tempo, ela subiu até minha cara, ficou em cima de mim, me beijou de novo e perguntou se eu tava gostando. Eu disse que sim. Ela se levantou, e eu vi ela se despir enquanto me olhava. Aí, naquela hora, eu também me levantei, já pelado e envergonhado, e falei: "Deveria ter te dito que tenho namorada". Ela deu uma risada e disse: "Aqui só tem eu e você, bobinho". E a gente se beijou de novo, de pé. Ela envolveu meu pescoço com os braços enquanto me beijava e me levava de volta pra cama, mas dessa vez... Ficamos deitados sobre ela, continuando a nos beijar, sentindo meu pau roçando entre as pernas dela. Aí eu me levantei um pouco, e ela ficou com as pernas abertas, com a buceta toda molhada e gordinha, e umas coxas grossas. Mas aquela cena me dava um tesão, e ela me pediu pra meter, me chamando de neném. Lembro muito bem porque eu estava prestando atenção em cada detalhe do que estava rolando. Ao ouvir aquelas palavras, minha mão pegou no meu pau e por um momento pensei que estava fazendo muito errado, já que ela era uma mulher muito mais velha e eu tinha namorada, mas a tentação fez meu pau querer entrar. Então senti a buceta dela, já toda melada, encharcando a ponta do meu pau, até que vi meu pau totalmente dentro daquela buceta gorda daquela mulher cheia de estrias, mas aquele fluxo vaginal fazia com que entrasse com muita facilidade. Meu pau já estava exageradamente molhado dos fluidos dela, isso me excitou pra caralho porque eu via fios de fluido se soltando entre meu pau e a buceta dela, e aquele som do meu corpo batendo no dela, causado pelos fluidos das nossas partes íntimas se juntando. Eu ouvia ela gemer ao sentir eu enfiar e enterrar todo o meu pau. Quando não aguentei mais, olhando pra ela, falei que ia gozar. Ela só disse "sim, neném, goza", agarrou minha bunda e eu estava disposto a enchê-la. Enterrei o máximo que pude meu pau dentro dela e, quando senti que ia gozar, tirei, vendo um pequeno fio de saindo de dentro dela, e joguei o resto do meu gozo todo na barriga dela. Foi uma situação muito excitante, descobri em mim o tesão do proibido e gostei. Ficamos conversando e no fim ela não tomava pílula e me disse: "eu achei que você ia tirar se fosse gozar". Mas não vi ela me avisar pra tirar ou me dizer "não goza dentro". Aliás, acho que ela queria sentir como era terminar dentro dela, apesar do perigo. E por que digo isso? Porque isso não acabou aqui. Dá like, em breve parte 2.

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