—Cadê você, mãe?— gritou Alex, de 18 anos, ao entrar na cozinha. A resposta não demorou.
—Aqui, querido— disse a madrasta, Sara, espiando pela porta do banheiro—. Tô no banheiro.
Alex suspirou aliviado. O pai biológico dele, Juan, tinha morrido há um mês, e a solidão que ele sentia era insuportável. Sara, a esposa de Juan, o acolheu de braços abertos, e agora que não tinha mais ninguém em casa, a presença da madrasta se tornava cada vez mais essencial.
—Posso falar com você um minuto?— perguntou Alex.
Sara saiu do banheiro, secou as mãos e se aproximou do enteado. Ela usava um roupão solto que deixava entrever a curva dos peitos e as pernas torneadas. O coração de Alex acelerou ao vê-la. Ele não conseguia evitar que a mente vagasse, lembrando das conversas com os amigos sobre como as mães deles podiam ser gostosas.
—Claro, meu bem, o que foi— disse Sara, com um sorriso cheio de carinho.
Alex contou suas dúvidas, seus medos e sua confusão pela perda que apertava a vida da qual ele agora se sentia tão sozinho. Sara ouviu atentamente, os olhos castanhos cheios de compaixão. A pele dela, mesmo sob a luz do meio-dia, parecia brilhar com uma maciez que desafiava a idade. Ele a via agora com olhos de adolescente, não como a figura materna que lhe dava abrigo.
—Sabe, Alex— disse Sara, acariciando a bochecha dele—, a vida continua. E a gente precisa cuidar um do outro.
As mãos dela pararam por um instante, e Alex não conseguiu evitar um arrepio que percorreu suas costas. Ele a encarava fixamente, tentando decifrar se a madrasta conseguia ler seus pensamentos. A atração que sentia por ela ficava cada vez mais forte, e ele não sabia o que pensar disso.
Mais tarde, Sara preparou a comida favorita de Juan, um gesto que tocou fundo o coração de Alex. Enquanto comia, ele não conseguia tirar os olhos dela. Cada movimento que ela fazia, cada gesto, cada som que a boca dela soltava ao mastigar era, pra ele, uma tentação que ficava cada vez mais difícil de resistir.
— Cê gosta da comida, Alex? — perguntou Sara, percebendo a atenção dele.
— Sim, mãe — respondeu ele, e por um instante, a vida parecia normal de novo.
Mas a normalidade não durou. Quando terminaram de comer, Alex se levantou pra ajudar ela com os pratos, e ao virar a esquina, viu ela. Sara, pelada, saindo do banho. Ela parou de repente, os olhos arregalados, e por um breve momento, se encararam sem saber o que dizer.
— Desculpa — gaguejou Alex, virando as costas pra não invadir a privacidade dela.
Mas a porta se fechou devagar, e a imagem da madrasta, nua e vulnerável, ficou gravada na mente dele, despertando um desejo que ele não conseguia controlar.
— Não tem problema, Alex — sussurrou Sara, sem tentar se cobrir.
Alex se virou devagar, e viu ela parada ali, o corpo dos sonhos iluminado pela luz que entrava pela janela. A barriga lisa, os peitos caídos pelo peso dos anos, e a buceta coberta por uma moita grossa de pelos loiros. Ela sorria tímida pra ele, as bochechas vermelhas pela situação.
Sem saber o que o impulsionou, Alex se aproximou de Sara, o coração batendo forte. Ela olhava pra ele, esperando, os bicos dos peitos duros por causa da brisa que entrava pela janela.
— Mãe... eu não deveria... — começou a gaguejar ele, sem saber o que pensar.
Mas Sara levantou a mão e colocou no peito de Alex, acariciando de leve.
— Não precisa se preocupar com o que os outros pensam, meu amor — disse ela, o hálito quente roçando o pescoço dele —. Às vezes, as coisas simplesmente acontecem.
Os dedos dela deslizaram pela pele dele, descendo devagar, e Alex se rendeu à tentação. A própria excitação dele ficava evidente, o pau já duro pressionando contra a cueca.
Com cuidado, Alex tirou o roupão de Sara, revelando o corpo inteiro dela. Os olhos dele se fixaram na buceta dela, já molhada de tesão. Ela suspirou, aceitando o olhar dele. —Sara... —murmurou, aproximando a boca da madrastra.
O beijo foi suave, tímido, cheio de um desejo reprimido que finalmente transbordava. As línguas se enroscaram, e as mãos se agarraram às costas uma da outra, desejando cada centímetro de pele que o contato permitia.
Com a excitação que não conseguia conter, Alex desceu a mão, acariciando a buceta de Sara. Ela gemeu baixinho, apreciando cada toque. Com a ponta do dedo, começou a fazer círculos ao redor do clitóris dela, que endurecia com o prazer que ele proporcionava.
Sara, por sua vez, desceu a mão do garoto e a colocou no pau dele, começando a massagear suavemente. Alex gemeu, empurrando o quadril em resposta.
—Shh, gostoso —Sara o acalmou, guiando Alex—. Vem aqui.
Ela o empurrou de leve, e Alex caiu de joelhos, o rosto na altura da buceta da madrastra. Com os olhos fechados, aproximou-se dos lábios vaginais dela, que cheiravam a jasmim e a vida em plena maturidade.
—Vai devagar —sussurrou ela, e Alex começou a esfregar o pau na entrada da vagina dela, o prelúdio do que se tornaria uma experiência que marcaria sua vida para sempre.
Cada movimento que fazia, cada toque que sentia, era um fogo que avivava a paixão que já ardia dentro dele. Sara gemeu ao sentir a dureza do pau do enteado, e a respiração dela ficou ofegante. Alex, por sua vez, se sentia embriagado pelo cheiro de sexo e desejo que emanava da madrastra.
Com a ponta do pau, Alex começou a acariciar a entrada da buceta de Sara, que se abria devagar, convidando à invasão. Ela apertava a mandíbula, segurando o grito que engasgava na garganta. O calor, a umidade, a maciez dos lábios dela... tudo era demais para o jovem aguentar por mais tempo.
—Por favor, Alex —ofegou Sara—. Mete logo.
Sem pensar duas vezes, Alex empurrou, deslizando o pau na caverna que a madrastra oferecia. Ela gemeu, e o rosto dela refletiu uma combinação de Prazer e surpresa ao sentir a penetração. Ele se moveu devagar, acostumando o pau à temperatura e ao ajuste que a buceta dela proporcionava.
— Tá gostando? —, sussurrava Alex no ouvido dela, beijando o pescoço.
Sara assentiu, e a respiração dela ficou cada vez mais ofegante. A sensação do pau dele dentro era indescritível, preenchendo cada canto do ser dela, despertando um desejo que ela nem sabia que existia.
Mais adiante, a velocidade das estocadas aumentou, e os sons que saíam da boca de Sara ficaram mais guturais. Alex olhava pra ela, atônito, não conseguia acreditar que estavam fazendo aquilo, que a madrasta dele tava se entregando daquele jeito.
O ritmo ficou frenético, e Sara se agarrou na cadeira pra não cair. As pernas tremiam, e os olhos dela ficaram turvos conforme o orgasmo se aproximava. Alex sentia que a própria vida escapava das mãos dele, que cada empurrão que dava era a vida que ia embora da madrasta.
E de repente, aconteceu. Com um grito, Sara estremeceu no clímax, a buceta apertando o pau de Alex com uma intensidade que deixou ele sem fôlego. O garoto não conseguiu se segurar e gozou, enchendo a cavidade da madrasta com o esperma.
Os dois pararam, ofegantes, se olhando sem saber o que pensar. O quarto ficou num silêncio estranho, quebrado só pelo som da respiração pesada.
— Tá sentindo? —, disse Sara, de cabeça baixa.
Alex assentiu, ainda sem saber o que pensar do que tinha acabado de rolar. Ele tinha cruzado um limite, e agora que tinha cruzado, não conseguia imaginar a vida sem a sensação da buceta de Sara apertando o pau dele.
— Deixa aí, amor —, sussurrou Sara —. Deixa eu sentir a porra dentro.
O garoto tremeu ao ouvir aquilo, e obedeceu. Deixando o pau dentro, sentiu o calor do esperma esquentando as entranhas dela, e a sensação foi estranha e, ao mesmo tempo, irresistível.
Assim foi o começo da relação deles, uma combustão de desejo que os se envolveria num ciclo de incesto e paixão sem fim, onde o sexo viraria a droga que preencheria o vazio que a perda do Juan tinha deixado neles. Conforme as semanas passavam, a depravação foi tomando conta da vida do Alex e da Sara. Cada canto da casa virava um cenário erótico onde eles se aventuravam sem medo de serem descobertos.
Uma noite, no quarto que o Alex agora dividia com a Sara, ele a ouviu chorando baixinho. Intrigado, se aproximou pra consolá-la, e descobriu que a ausência do Juan a atormentava mais do que ele imaginava. Sem pensar, abraçou ela, e ela, com a pele nua e o frio do desejo não saciado, devolveu o abraço com tanta força que o garoto não conseguiu evitar que o pau ficasse duro na hora.
A Sara sentiu a ereção e, sem parar de chorar, sussurrou:
— Você pode me dar, Alex? Preciso que você me encha com seu calor.
Aquilo foi um gesto de consolo que virou um turbilhão de luxúria. Alex, com a dúvida na cabeça, penetrou ela com cuidado, enchendo de vida a buceta que agora era o refúgio dele. Sara se agarrou nele, e os soluços dela viraram gemidos de prazer. A cada estocada, a angústia parecia sumir, substituída pela carne que deslizava, pela união dos fluidos que ficava cada vez mais apaixonada.
O garoto possuía ela sem hesitar, embriagado pelo cheiro de sexo e pela idade madura que a envolvia. Sara, por sua vez, se entregou à fúria da luxúria, acolhendo ele em cada centímetro do ser dela. A noite se encheu de ofegos, de sussurros sujos e da melodia pegajosa do prazer que se soltava em cada canto do quarto.
Conforme o ato avançava, Alex percebeu que a vida sem o Juan já não era uma prisão, mas um espelho que refletia a própria luxúria dele. A cada penetrada, a buceta da Sara se adaptava ao pau dele, que crescia em tamanho e confiança, e o garoto sentia que a vida escapava das mãos dele, que a normalidade se desaparecia em cada gemido que a buceta madura da madrastra arrancava da garganta dele.
Já não conseguia parar. Nem queria. O ciclo de prazer e culpa ficava cada vez mais intenso, e a adrenalina que os acompanhava era a própria vida deles, o próprio sangue que corria em cada orgasmo compartilhado.
Mais adiante, Sara ficou cada vez mais ousada. Mordeu forte as costas dele, gritou obscenidades que nunca teriam passado pela cabeça dela, e mostrou a cara que a vida lhe reservava se não ousasse tomar o controle. E Alex, num ato de rebeldia, dominou ela, meteu sem piedade, encheu ela de porra, marcou ela com a fúria da juventude que desafiava a solidão.
A relação deles foi ficando cada vez mais depravada, e a culpa virou um espelho quebrado onde se olhavam pra ver a besta que a paixão tinha despertado neles. Mesmo assim, não conseguiam parar de se desejar, de se procurar, de se amar na escuridão do pecado. Cada noite era a continuação da anterior, um ciclo sem fim onde o desejo era a corrente que os unia, e a culpa, a corda que apertava o pescoço deles.
Alex descobriu que a experiência de Sara era um oceano sem fundo. Aprendeu a satisfazer ela, a ler os desejos dela, a adorar cada canto daquela anatomia madura. Ela, por sua vez, mostrou pra ele a paixão que se escondia atrás da tristeza da viuvez. Com cada carícia, cada beijo, cada mordida, ela virava a droga que o moleque ansiava toda noite.
Durante o dia, se esforçavam pra manter a fachada de uma relação normal. O luto pelo João ficava cada vez mais distante, e a vida foi se enchendo de silêncios estranhos e sorrisos forçados. Sara ficava cada vez mais sedutora, e Alex não conseguia evitar que os olhos dele escorregassem pelo corpo dela, que as mãos tremessem ao tocar ela sem intenção.
Mas a noite caía, e com ela, a máscara se desfazia. Sara pedia pra Alex possuir ela com fúria, encher ela de vida, fazer ela sentir a perda que a atormentava. E Alex, mergulhado na paixão que não conseguia controlar, a penetrava, beijava, mordia, lambia, acariciava, amava com a violência que o incesto permitia.
Num sábado de manhã, Alex acordou com a boca seca e o gosto de sexo na boca. Sara não estava na cama. Ele se levantou e foi procurá-la, seguindo o cheiro de café que entrava pela porta da cozinha. Ao entrar, viu ela ali, com uma camisa do pai dele que mal a cobria, e o tecido transparente com a luz do sol, mostrando a buceta depilada e molhada. Ela sorria pra ele, a tentação em pessoa.
— Quer café da manhã? — ofereceu.
Alex concordou, a excitação crescendo no peito. O desejo que sentia pela madrasta era insaciável, e toda manhã era um desafio pra não arrastá-la de volta pra cama. Ela se movia com graça, preparando o café, e a visão da bunda redonda e das costas nuas fazia ele tremer.
Mais tarde, a tensão ficava insuportável. Alex não acreditava que a vida tinha lhe dado uma experiência dessas, que a buceta que lhe dava vida toda noite era dele, que o corpo que ele adorava na clandestinidade da noite era o mesmo que agora dividia o café da manhã.
Sara serviu o café, e as mãos deles se tocaram. Ela olhou pra ele, e nos olhos dela, o garoto pôde ver a sede que ela sentia, a que só o pau dele podia saciar. Sem dizer uma palavra, ele se levantou da cadeira e a pegou pela cintura, aproximando o rosto do dela.
O beijo foi o estopim. Sara se agarrou na cintura dele, levantando a camisa pra que o pau dele pudesse acariciar a buceta dela. Alex não resistiu à tentação e empurrou, entrando na buceta madura que o acolhia com o calor do pecado. A mesa rangeu, os pratos caíram, e o café derramou no chão.
Mas nada disso importava. Só importava o prazer que explodia entre os dois, o som da carne batendo na carne, os gemidos que se misturavam com Gritos. Sara se mexia com o desespero de quem busca a vida, e Alex a penetrava com a fúria de quem não quer deixar a noite escapar.
Mais adiante, a vida em que se encontravam virou rotina. A escola, o trabalho, a solidão que a noite lhes dava. No entanto, a tensão sexual se sentia em cada canto da casa. Cada olhar, cada toque casual, virava uma declaração de intenções, um prelúdio pra festa de luxúria que rolava na intimidade do quarto.
Sara, que antes era uma dona de casa dedicada, virou uma viciada em sexo. Ela, que não ousava falar dos seus desejos, agora pedia pro Alex fazer ela gemer, encher ela, fazer ela sentir a vida que lhe faltava. O garoto, que não acreditava na vida sem o pai, amava ela toda noite com a intensidade que a ausência roubava.
E a vida seguiu, com seu ciclo de prazer e culpa, de silêncios e gemidos, de luz e sombra. Toda noite, o quarto se enchia de um brilho que só a paixão podia dar. Os espelhos embaçavam com a vida que se soltava, os móveis reclamavam a cada estocada, e a cama afundava com o peso do desejo que não envelhecia.
Espero que tenham gostado da história.
Se quiserem que eu continue, é só me avisar nos comentários.
—Aqui, querido— disse a madrasta, Sara, espiando pela porta do banheiro—. Tô no banheiro.
Alex suspirou aliviado. O pai biológico dele, Juan, tinha morrido há um mês, e a solidão que ele sentia era insuportável. Sara, a esposa de Juan, o acolheu de braços abertos, e agora que não tinha mais ninguém em casa, a presença da madrasta se tornava cada vez mais essencial.
—Posso falar com você um minuto?— perguntou Alex.
Sara saiu do banheiro, secou as mãos e se aproximou do enteado. Ela usava um roupão solto que deixava entrever a curva dos peitos e as pernas torneadas. O coração de Alex acelerou ao vê-la. Ele não conseguia evitar que a mente vagasse, lembrando das conversas com os amigos sobre como as mães deles podiam ser gostosas.
—Claro, meu bem, o que foi— disse Sara, com um sorriso cheio de carinho.
Alex contou suas dúvidas, seus medos e sua confusão pela perda que apertava a vida da qual ele agora se sentia tão sozinho. Sara ouviu atentamente, os olhos castanhos cheios de compaixão. A pele dela, mesmo sob a luz do meio-dia, parecia brilhar com uma maciez que desafiava a idade. Ele a via agora com olhos de adolescente, não como a figura materna que lhe dava abrigo.
—Sabe, Alex— disse Sara, acariciando a bochecha dele—, a vida continua. E a gente precisa cuidar um do outro.
As mãos dela pararam por um instante, e Alex não conseguiu evitar um arrepio que percorreu suas costas. Ele a encarava fixamente, tentando decifrar se a madrasta conseguia ler seus pensamentos. A atração que sentia por ela ficava cada vez mais forte, e ele não sabia o que pensar disso.
Mais tarde, Sara preparou a comida favorita de Juan, um gesto que tocou fundo o coração de Alex. Enquanto comia, ele não conseguia tirar os olhos dela. Cada movimento que ela fazia, cada gesto, cada som que a boca dela soltava ao mastigar era, pra ele, uma tentação que ficava cada vez mais difícil de resistir.
— Cê gosta da comida, Alex? — perguntou Sara, percebendo a atenção dele.
— Sim, mãe — respondeu ele, e por um instante, a vida parecia normal de novo.
Mas a normalidade não durou. Quando terminaram de comer, Alex se levantou pra ajudar ela com os pratos, e ao virar a esquina, viu ela. Sara, pelada, saindo do banho. Ela parou de repente, os olhos arregalados, e por um breve momento, se encararam sem saber o que dizer.
— Desculpa — gaguejou Alex, virando as costas pra não invadir a privacidade dela.
Mas a porta se fechou devagar, e a imagem da madrasta, nua e vulnerável, ficou gravada na mente dele, despertando um desejo que ele não conseguia controlar.
— Não tem problema, Alex — sussurrou Sara, sem tentar se cobrir.
Alex se virou devagar, e viu ela parada ali, o corpo dos sonhos iluminado pela luz que entrava pela janela. A barriga lisa, os peitos caídos pelo peso dos anos, e a buceta coberta por uma moita grossa de pelos loiros. Ela sorria tímida pra ele, as bochechas vermelhas pela situação.
Sem saber o que o impulsionou, Alex se aproximou de Sara, o coração batendo forte. Ela olhava pra ele, esperando, os bicos dos peitos duros por causa da brisa que entrava pela janela.
— Mãe... eu não deveria... — começou a gaguejar ele, sem saber o que pensar.
Mas Sara levantou a mão e colocou no peito de Alex, acariciando de leve.
— Não precisa se preocupar com o que os outros pensam, meu amor — disse ela, o hálito quente roçando o pescoço dele —. Às vezes, as coisas simplesmente acontecem.
Os dedos dela deslizaram pela pele dele, descendo devagar, e Alex se rendeu à tentação. A própria excitação dele ficava evidente, o pau já duro pressionando contra a cueca.
Com cuidado, Alex tirou o roupão de Sara, revelando o corpo inteiro dela. Os olhos dele se fixaram na buceta dela, já molhada de tesão. Ela suspirou, aceitando o olhar dele. —Sara... —murmurou, aproximando a boca da madrastra.
O beijo foi suave, tímido, cheio de um desejo reprimido que finalmente transbordava. As línguas se enroscaram, e as mãos se agarraram às costas uma da outra, desejando cada centímetro de pele que o contato permitia.
Com a excitação que não conseguia conter, Alex desceu a mão, acariciando a buceta de Sara. Ela gemeu baixinho, apreciando cada toque. Com a ponta do dedo, começou a fazer círculos ao redor do clitóris dela, que endurecia com o prazer que ele proporcionava.
Sara, por sua vez, desceu a mão do garoto e a colocou no pau dele, começando a massagear suavemente. Alex gemeu, empurrando o quadril em resposta.
—Shh, gostoso —Sara o acalmou, guiando Alex—. Vem aqui.
Ela o empurrou de leve, e Alex caiu de joelhos, o rosto na altura da buceta da madrastra. Com os olhos fechados, aproximou-se dos lábios vaginais dela, que cheiravam a jasmim e a vida em plena maturidade.
—Vai devagar —sussurrou ela, e Alex começou a esfregar o pau na entrada da vagina dela, o prelúdio do que se tornaria uma experiência que marcaria sua vida para sempre.
Cada movimento que fazia, cada toque que sentia, era um fogo que avivava a paixão que já ardia dentro dele. Sara gemeu ao sentir a dureza do pau do enteado, e a respiração dela ficou ofegante. Alex, por sua vez, se sentia embriagado pelo cheiro de sexo e desejo que emanava da madrastra.
Com a ponta do pau, Alex começou a acariciar a entrada da buceta de Sara, que se abria devagar, convidando à invasão. Ela apertava a mandíbula, segurando o grito que engasgava na garganta. O calor, a umidade, a maciez dos lábios dela... tudo era demais para o jovem aguentar por mais tempo.
—Por favor, Alex —ofegou Sara—. Mete logo.
Sem pensar duas vezes, Alex empurrou, deslizando o pau na caverna que a madrastra oferecia. Ela gemeu, e o rosto dela refletiu uma combinação de Prazer e surpresa ao sentir a penetração. Ele se moveu devagar, acostumando o pau à temperatura e ao ajuste que a buceta dela proporcionava.
— Tá gostando? —, sussurrava Alex no ouvido dela, beijando o pescoço.
Sara assentiu, e a respiração dela ficou cada vez mais ofegante. A sensação do pau dele dentro era indescritível, preenchendo cada canto do ser dela, despertando um desejo que ela nem sabia que existia.
Mais adiante, a velocidade das estocadas aumentou, e os sons que saíam da boca de Sara ficaram mais guturais. Alex olhava pra ela, atônito, não conseguia acreditar que estavam fazendo aquilo, que a madrasta dele tava se entregando daquele jeito.
O ritmo ficou frenético, e Sara se agarrou na cadeira pra não cair. As pernas tremiam, e os olhos dela ficaram turvos conforme o orgasmo se aproximava. Alex sentia que a própria vida escapava das mãos dele, que cada empurrão que dava era a vida que ia embora da madrasta.
E de repente, aconteceu. Com um grito, Sara estremeceu no clímax, a buceta apertando o pau de Alex com uma intensidade que deixou ele sem fôlego. O garoto não conseguiu se segurar e gozou, enchendo a cavidade da madrasta com o esperma.
Os dois pararam, ofegantes, se olhando sem saber o que pensar. O quarto ficou num silêncio estranho, quebrado só pelo som da respiração pesada.
— Tá sentindo? —, disse Sara, de cabeça baixa.
Alex assentiu, ainda sem saber o que pensar do que tinha acabado de rolar. Ele tinha cruzado um limite, e agora que tinha cruzado, não conseguia imaginar a vida sem a sensação da buceta de Sara apertando o pau dele.
— Deixa aí, amor —, sussurrou Sara —. Deixa eu sentir a porra dentro.
O garoto tremeu ao ouvir aquilo, e obedeceu. Deixando o pau dentro, sentiu o calor do esperma esquentando as entranhas dela, e a sensação foi estranha e, ao mesmo tempo, irresistível.
Assim foi o começo da relação deles, uma combustão de desejo que os se envolveria num ciclo de incesto e paixão sem fim, onde o sexo viraria a droga que preencheria o vazio que a perda do Juan tinha deixado neles. Conforme as semanas passavam, a depravação foi tomando conta da vida do Alex e da Sara. Cada canto da casa virava um cenário erótico onde eles se aventuravam sem medo de serem descobertos.
Uma noite, no quarto que o Alex agora dividia com a Sara, ele a ouviu chorando baixinho. Intrigado, se aproximou pra consolá-la, e descobriu que a ausência do Juan a atormentava mais do que ele imaginava. Sem pensar, abraçou ela, e ela, com a pele nua e o frio do desejo não saciado, devolveu o abraço com tanta força que o garoto não conseguiu evitar que o pau ficasse duro na hora.
A Sara sentiu a ereção e, sem parar de chorar, sussurrou:
— Você pode me dar, Alex? Preciso que você me encha com seu calor.
Aquilo foi um gesto de consolo que virou um turbilhão de luxúria. Alex, com a dúvida na cabeça, penetrou ela com cuidado, enchendo de vida a buceta que agora era o refúgio dele. Sara se agarrou nele, e os soluços dela viraram gemidos de prazer. A cada estocada, a angústia parecia sumir, substituída pela carne que deslizava, pela união dos fluidos que ficava cada vez mais apaixonada.
O garoto possuía ela sem hesitar, embriagado pelo cheiro de sexo e pela idade madura que a envolvia. Sara, por sua vez, se entregou à fúria da luxúria, acolhendo ele em cada centímetro do ser dela. A noite se encheu de ofegos, de sussurros sujos e da melodia pegajosa do prazer que se soltava em cada canto do quarto.
Conforme o ato avançava, Alex percebeu que a vida sem o Juan já não era uma prisão, mas um espelho que refletia a própria luxúria dele. A cada penetrada, a buceta da Sara se adaptava ao pau dele, que crescia em tamanho e confiança, e o garoto sentia que a vida escapava das mãos dele, que a normalidade se desaparecia em cada gemido que a buceta madura da madrastra arrancava da garganta dele.
Já não conseguia parar. Nem queria. O ciclo de prazer e culpa ficava cada vez mais intenso, e a adrenalina que os acompanhava era a própria vida deles, o próprio sangue que corria em cada orgasmo compartilhado.
Mais adiante, Sara ficou cada vez mais ousada. Mordeu forte as costas dele, gritou obscenidades que nunca teriam passado pela cabeça dela, e mostrou a cara que a vida lhe reservava se não ousasse tomar o controle. E Alex, num ato de rebeldia, dominou ela, meteu sem piedade, encheu ela de porra, marcou ela com a fúria da juventude que desafiava a solidão.
A relação deles foi ficando cada vez mais depravada, e a culpa virou um espelho quebrado onde se olhavam pra ver a besta que a paixão tinha despertado neles. Mesmo assim, não conseguiam parar de se desejar, de se procurar, de se amar na escuridão do pecado. Cada noite era a continuação da anterior, um ciclo sem fim onde o desejo era a corrente que os unia, e a culpa, a corda que apertava o pescoço deles.
Alex descobriu que a experiência de Sara era um oceano sem fundo. Aprendeu a satisfazer ela, a ler os desejos dela, a adorar cada canto daquela anatomia madura. Ela, por sua vez, mostrou pra ele a paixão que se escondia atrás da tristeza da viuvez. Com cada carícia, cada beijo, cada mordida, ela virava a droga que o moleque ansiava toda noite.
Durante o dia, se esforçavam pra manter a fachada de uma relação normal. O luto pelo João ficava cada vez mais distante, e a vida foi se enchendo de silêncios estranhos e sorrisos forçados. Sara ficava cada vez mais sedutora, e Alex não conseguia evitar que os olhos dele escorregassem pelo corpo dela, que as mãos tremessem ao tocar ela sem intenção.
Mas a noite caía, e com ela, a máscara se desfazia. Sara pedia pra Alex possuir ela com fúria, encher ela de vida, fazer ela sentir a perda que a atormentava. E Alex, mergulhado na paixão que não conseguia controlar, a penetrava, beijava, mordia, lambia, acariciava, amava com a violência que o incesto permitia.
Num sábado de manhã, Alex acordou com a boca seca e o gosto de sexo na boca. Sara não estava na cama. Ele se levantou e foi procurá-la, seguindo o cheiro de café que entrava pela porta da cozinha. Ao entrar, viu ela ali, com uma camisa do pai dele que mal a cobria, e o tecido transparente com a luz do sol, mostrando a buceta depilada e molhada. Ela sorria pra ele, a tentação em pessoa.
— Quer café da manhã? — ofereceu.
Alex concordou, a excitação crescendo no peito. O desejo que sentia pela madrasta era insaciável, e toda manhã era um desafio pra não arrastá-la de volta pra cama. Ela se movia com graça, preparando o café, e a visão da bunda redonda e das costas nuas fazia ele tremer.
Mais tarde, a tensão ficava insuportável. Alex não acreditava que a vida tinha lhe dado uma experiência dessas, que a buceta que lhe dava vida toda noite era dele, que o corpo que ele adorava na clandestinidade da noite era o mesmo que agora dividia o café da manhã.
Sara serviu o café, e as mãos deles se tocaram. Ela olhou pra ele, e nos olhos dela, o garoto pôde ver a sede que ela sentia, a que só o pau dele podia saciar. Sem dizer uma palavra, ele se levantou da cadeira e a pegou pela cintura, aproximando o rosto do dela.
O beijo foi o estopim. Sara se agarrou na cintura dele, levantando a camisa pra que o pau dele pudesse acariciar a buceta dela. Alex não resistiu à tentação e empurrou, entrando na buceta madura que o acolhia com o calor do pecado. A mesa rangeu, os pratos caíram, e o café derramou no chão.
Mas nada disso importava. Só importava o prazer que explodia entre os dois, o som da carne batendo na carne, os gemidos que se misturavam com Gritos. Sara se mexia com o desespero de quem busca a vida, e Alex a penetrava com a fúria de quem não quer deixar a noite escapar.
Mais adiante, a vida em que se encontravam virou rotina. A escola, o trabalho, a solidão que a noite lhes dava. No entanto, a tensão sexual se sentia em cada canto da casa. Cada olhar, cada toque casual, virava uma declaração de intenções, um prelúdio pra festa de luxúria que rolava na intimidade do quarto.
Sara, que antes era uma dona de casa dedicada, virou uma viciada em sexo. Ela, que não ousava falar dos seus desejos, agora pedia pro Alex fazer ela gemer, encher ela, fazer ela sentir a vida que lhe faltava. O garoto, que não acreditava na vida sem o pai, amava ela toda noite com a intensidade que a ausência roubava.
E a vida seguiu, com seu ciclo de prazer e culpa, de silêncios e gemidos, de luz e sombra. Toda noite, o quarto se enchia de um brilho que só a paixão podia dar. Os espelhos embaçavam com a vida que se soltava, os móveis reclamavam a cada estocada, e a cama afundava com o peso do desejo que não envelhecia.
Espero que tenham gostado da história.
Se quiserem que eu continue, é só me avisar nos comentários.
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