A puta da minha namorada 1

Aqui vai outra história.
espero que vocês curtam.
pronto, vai ter mais
valeu por me ler


Espero não entediar vocês.








Não esquece que amanhã tem o jantar com a galera da academia, céu.


Essas foram as palavras da minha putinha, a gordinha Laura. Fazia dois meses que ela tinha começado na academia e eu já sabia o que ia rolar. Era difícil imaginar a Laura no meio dos colegas sem dar pra ninguém, mas mais difícil ainda era imaginá-la sendo comida por todos ao mesmo tempo. Ficava curioso pra ver como ela voltaria. A verdade é que nunca vi ela dando pra outro. Às vezes duvidava se ela conseguia, sendo cheinha. Era algo que eu precisava saber, e só de pensar nisso já ficava com a pica dura. Fui então armando um jantar com meus amigos, onde faria de tudo pra que eles comessem ela.


Não, não esqueço de jeito nenhum, se você quiser eu vou com você


Laura, não tem nenezinho, vai ficar com ciúme com certeza, lá são tudo uns tarados.


Ciumento eu? Não, bebê. Na real, se você gostar de alguém, até pode dar pra ele, com certeza não vai ser a única mina que vai estar ali.


Laura, sério mesmo que você me deixaria transar com outro? Olha que o Frank, o negão, é um garanhão.


E você tá com muita vontade ou é verdade?


Laura, você sabe o que dizem dos negros, céu, mas olha você também, aí a que não corre voa, amor.


E se eu ficar amigo dele e chamar ele pra minha casa?


Laura, se você fizer isso, me fode, bebê, a tarde inteira me fode, amor, mesmo que eu me quebre toda.


Isso eu teria que ver.


Laura, e por que não, minha vida, vamos pra cama, já me deixou muito excitado, filho da puta.


A gorda me levou pra cama e era verdade que tava toda molhada. Assim que entramos no quarto, ela sentou na cama e tirou minha calça. Em segundos já tava chupando minha pica, na hora percebi o desespero dela pra trepar, então aproveitei e meti até no cu dela.


Laura, como você me comeu, céu, você também ficou com tesão pelo negão Frank?


Deve ter um caralho preto enorme pra encher essa sua bunda, céu, porque ela tá bem aberta, dá pra ver que você usa muito.


Laura, não vou te dizer que ela não bebe.


Já comeu algum dos seus coleguinhas?


Laura só pega o encarregado novinho, aquele que faz a limpeza dos vestiários.


E aí, deu a buceta pra ele, putinha?


Laura, claro, bebê. Você não sabe como aquele filho da puta me quebrou. E ainda ficou rindo da minha cara e da sua.


De mim? E por que logo de mim?


Laura, por ser uma puta, e de você, por ser corno.


Um babaca, e depois disso você não comeu ele de novo, imagino.


Laura, não tem amor, como é que eu não vou comer esse amor, você não sabe o que é aquela fera, céus, além disso, adoro ouvir as barbaridades que ele me fala, amor. Ele me trata como uma puta, não igual você, bebê, e isso eu gosto. Às vezes só deixo ele me comer pra ouvir ele. Ai, papai, você gosta muito que eu faça isso, olha como ficou duro de novo.


Eu comi ela de novo, e dessa vez com toda a minha força, mas percebi que não conseguia castigar ela direito — o tamanho da minha pica não tava ajudando em nada.


Então amanhã você me apresenta ele também.


Laura, amor, vai convidar ele pra casa também? Com os dois não vou dar conta, bebê.


Claro que vai conseguir, sua putinha, quero ver como vão te deixar


Laura, te adoro, minha vida, você é a melhor.






Comi ela de novo, mesmo sabendo que nunca ia conseguir partir ela no meio, tava doido pra ver ela toda arrebentada.

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