Vou contar pra vocês um episódio lindo que vivi nas férias. Como é meio longo, vou mandar em duas partes. Espero que curtam tanto quanto eu curti. Escolhemos passar as férias numa pousada numa cidade perto de um lago. O lugar tinha várias piscinas ao ar livre, um parque com mesas e cadeiras, alguns espreguiçadeiras com telhadinho e tule pra não encher de mosquito, e quartos muito bem arrumados, espalhados pelo jardim enorme. O clima era familiar, com idosos, pais com filhos pequenos, casais e algumas pessoas sozinhas. Eu tava com minha mulher, minha irmã e uma sobrinha. Depois de fazer o check-in, como tava um calor do caralho, fomos pra piscina nos refrescar. Foi aí que ela apareceu, uma mulher linda, loira, uns 35 anos, pele rosadinha, uns 1,60m mais ou menos, e pelo vestido solto de algodão preto dava pra ver o corpão dela, principalmente as pernas maravilhosas. Me fazendo de desentendido, observei quando ela tirou o vestido, ainda sentada na espreguiçadeira. A parte de cima do biquíni dela, que tinha um babado, deixava ver que ela não tinha muito peito, mas quando ela se levantou e se inclinou pra largar o vestido, aquele rabo majestoso se apresentou diante dos meus olhos. Olhei o resto da cena e ninguém pareceu notar uma aparição daquelas. Ela entrou na piscina pela escada e ficou boiando, se refrescando. Pouco depois saiu, e de dentro da piscina, pude ver a água escorrendo do cabelo preso dela, descendo pelas costas e sumindo no meio da racha da bunda, coberta pela fio dental do biquíni preto. Aquela raba enorme era sustentada por um par de pernas grossas, bem torneadas e curvilíneas, que afinavam de um jeito magistral até chegar nos pés. Os tornozelos eram finos, os pés pequenininhos, mas a bunda dela era digna de monumento. No fim da tarde, enquanto tomávamos uns mates numa das mesas do parque, ela apareceu com uma das bicicletas do lugar. Queria encher o pneu. As rodas e a entrada de ar estavam bem na nossa frente. Ela já tinha se trocado, agora estava com o cabelo solto, o que a deixava ainda mais gostosa, uma regatinha solta e decotada e um mini short que deixava o final da bunda dela de fora e a fazia parecer muito sexy. Como vi que ela não conseguia encher os pneus da bicicleta, me aproximei pra ver se podia ajudar. Me apresentei: oi, sou Federico, mas pode me chamar de Fede, sem problema, e perguntei se ela queria ajuda. Ela respondeu: oi, sou Karina, não sei o que tá rolando, mas não consigo encher o pneu. Quando me abaixei pra ver o motivo, a Kari se inclinou pra olhar o que eu tava fazendo e pude perceber que ela não tava de sutiã, e os peitos dela balançaram na minha frente numa dança de apresentação que me tirou o fôlego. Consegui achar o problema e o pneu encheu, a Kari suspirou aliviada, me agradeceu e, olhando pras minhas acompanhantes, disse: valeu pelo empréstimo, devolvo pra vocês. Antes de sair, me olhou e falou bem baixinho: te devo uma, e sorrindo, saiu pedalando, rebolando a bunda magistralmente. No dia seguinte, no café da manhã, ela apareceu com um vestido curto, inteiro, de cor violeta. Dessa vez tava de sutiã e sentou na mesa com o número do quarto dela, o 23! Quando passei perto dela, levando meu café pra minha mesa, ela disse: bom dia, e baixando a voz completou: hoje não tô de calcinha. E sorrindo, foi pegar o café dela, marcando bem o passo pra saia balançar e deixar ver que não tinha marca de elástico nenhuma, e pra eu ver que ela não tava mentindo. Eu achei que ela não tinha percebido quando eu olhei pros peitos dela. Mas me enganei. E de novo, fiquei sem ar. Mais tarde, a gente tava na piscina e a Kari apareceu com o vestido preto dela. Ela pegou uma espreguiçadeira, deixou a toalha e, de pé, tirou o vestido de costas pra piscina. Dessa vez, ela tava de biquíni animal print com vários tons de verde, e pude ver bem que era booty less. A bunda dela me invadiu. A mente e, ao se virar, a parte de cima do biquíni mal cobria os peitos dela. Meus olhos a banharam antes que a água da piscina. Eu tinha que disfarçar, estava com minha mulher, minha irmã e minha sobrinha. Mas, mesmo assim, consegui dar um jeito de apreciar o espetáculo que Kari estava proporcionando, deitada na espreguiçadeira, tomando sol de costas. A bunda dela brilhava por causa do protetor solar e parecia ainda maior e mais apetitosa. Tive que esconder a ereção debaixo da toalha, porque a sunga que eu estava usando já não aguentava mais. Já de noite, depois do jantar, fui para uma das espreguiçadeiras do jardim descansar um pouco. A previsão era de chuva para o dia seguinte, mas parece que adiantou e começou a chover cada vez mais forte, até virar uma cortina d'água. Não tive escolha a não ser me abrigar debaixo de uma das varandas que davam para os quartos, já que o meu ficava longe e com muitos trechos descobertos. Nisso, uma das portas se abre e vejo Karina saindo com o roupão de banho que deixavam no banheiro, para ver como estava a chuva. Fiquei admirando porque as pernas dela estavam de fora, até que ela se virou para voltar para o quarto e foi só nesse momento que percebeu minha presença. Surpresa por me ver ali, molhado e sozinho, ela sorriu e disse: "Fede, o que você está fazendo aí? Quer entrar até a chuva passar um pouco?" Hesitando, falei que estava nas espreguiçadeiras e a chuva me pegou de surpresa, mas que se ela não se importasse, não tinha problema. Não acreditava no que estava vivendo naquele momento. O quarto era parecido com o meu, mas um pouco menor, porque só tinha a cama de casal e, como não queria sentar lá, me sentei naqueles sofás que costumam colocar na frente. Tive que tirar umas roupas íntimas que estavam em cima e deixei na cama. Karina tinha ido ao banheiro e me trouxe uma toalha para eu secar um pouco o rosto e meu cabelo já ralo. Os peitos dela balançavam livremente porque não estava usando sutiã e o roupão cobria mais na frente do que atrás, já que a imensidão da bunda dela não deixava cobrir completamente. Desculpa, ela disse, não esperava ninguém, estava tomando banho quando começou a chover e saí pra ver. Sem problema, respondi, enquanto Kari pegava as roupas dela e levava pro banheiro. Fiquei admirando a bunda dela, porque o roupão me dava uma imagem que dificilmente vou esquecer. Eu estava com uma camiseta de algodão amarela que, por causa da água, tinha grudado no corpo e deixava ver meus mamilos e também minha barriguinha de cerveja. Também estava com uma bermuda jeans clara, que não conseguiu esconder minha ereção incipiente. Parece que você tá com frio, Kari disse do banheiro. Não, por quê?, falei, hesitando. Fala sério, dá pra perceber, Kari dizia, vindo do banheiro com outro roupão. Tira essa roupa molhada e veste o roupão, assim ficamos os dois iguais, Kari falou com voz suave. Minha pica não aguentou mais e endureceu ao extremo. Vai pro banheiro, Kari disse, eu te espero. Cobrindo minha virilha com o roupão, me levantei como pude e fui até o banheiro. Fechei a porta e tirei tudo, menos a cueca. Coloquei o roupão e voltei pro quarto. Eu tenho um metro e oitenta e o roupão mal cobria as pernas da cueca, que estavam enroscadas. Karina estava deitada em cima da colcha, recostada com os travesseiros na cabeça, o cabelo molhado e solto, o roupão amarrado mas deixando ver os peitos se insinuando, e de pernas cruzadas, enquanto ficava trocando os canais da TV. Deixou um onde passa música e, fazendo sinal pra eu deitar do lado dela, perguntou sobre minhas colegas. Contei a história e ela estranhou a combinação, foi assim que surgiu a viagem, falei. E você?, perguntei. Karina disse que o marido tinha deixado ela por causa do trabalho e que talvez ele aparecesse algum dia enquanto ela estivesse lá. Sabe, a chuva me deixa carente, Karina disse com voz sexy, e você? Com você do lado, muito, respondi e, enquanto falava, me Me inclinei pra dar um beijo nela, a Kari correspondeu segurando meu rosto e enfiando a língua na minha boca. Enquanto eu fazia o mesmo com a minha língua na boca dela, a Karina baixou uma mão e foi direto na minha virilha. Ela se afastou rápido da minha boca e falou: te falei pra gente ficar igual! E pegando na minha mão, levou até os peitos dela e fez eu acariciar. Sem soltar minha mão, foi descendo pela barriga dela até chegar no ventre, onde senti uns pelinhos e depois os lábios já molhados, sem achar nenhuma roupa. Que pele macia e linda que a Kari tem! Aproveitei pra tocar os lábios dela e mal passei os dedos, ela gemeu suspirando. Tirei minha mão da virilha dela e a Kari se virou e se ajeitou de frente pra mim, na altura dos meus joelhos. Pegou o elástico da cueca e puxou pra baixo de uma vez. Minha ereção tava tão grande que ficou presa, e a Kari entre risadinhas falou: opa, que que a gente tem aqui, Fede? E levantando meu roupão, destravou a cueca e meu pau deu um tapa na minha barriga, fazendo um barulho de chicote. A Kari abriu meu roupão e segurou meu pau com força na mão direita, tenho o pau cabeçudo e meio grosso, de tamanho normal. A Kari fez um mmmm e falou: que cabeçudo! E começou a lamber a glande, depois de um tempo desceu e enfiou a cabeça descoberta, que já tava roxa de tão dura, inteira na boca. Enquanto chupava com gosto, com a mão esquerda ela acariciava minhas bolas e de vez em quando enfiava um dedo no meu cu, que confesso, não me desagrada nem um pouco. A Kari percebia, porque eu me ajeitava pra deixar minha raba à mercê dela e meu pau mais confortável pra ela chupar sem problemas. Enquanto isso, eu acariciava o cabelo cacheado da Kari, que ainda tava molhado, e também aproveitava pra acariciar os peitos dela, que ainda estavam dentro do roupão. Quando a Kari achou que já tinha chupado o suficiente, ela se levantou e eu aproveitei pra beijar ela de novo, adoro sentir o gosto do meu pau na boca de uma mulher. Abri o roupão dela e me deparei então ela era mais peituda do que eu imaginava, os bicos dos peitos eram redondos, avermelhados e com um botão bem marcado e generoso. Aproveitei pra beijá-los, lamber e acariciar. Enquanto descia pra barriga dela entre beijos e lambidas, a Karina tirou o roupão e se acomodou na cama com as pernas abertas, me deixando ver ela toda. Me afastei dela e fiquei admirando por um instante, enquanto eu também tirava o roupão, ela era realmente muito gostosa. Lá fora, a chuva não parava, enquanto no quarto a gente tava os dois completamente pelados e pegando fogo. Peguei um dos travesseiros que a Kari tinha na cabeça, beijei ela na boca, beijei o pescoço, beijei os bicos dos peitos, lambi o umbigo e também os pelinhos da pussy e coloquei o travesseiro debaixo da bunda linda dela. Fiquei com a pussy na mercê da minha boca, abri as pernas dela devagar, me deitei de barriga pra baixo entre elas e comecei a lamber os lábios da bucetinha dela. Levantando o olhar, pedi permissão: Kari, posso continuar chupando? Ela concordou sem me olhar, de olhos fechados. Então coloquei minha língua a serviço do prazer dela: deixei a língua entre mole e dura e lambi os lábios de baixo pra cima, beijei o clitóris e com a mão direita, brincava com o tufo de pelos que coroava a pussy dela. Abri um pouco os lábios (ela tava com a pussy fechadinha) e comecei a lamber em círculos. Enrolei os dentes com os lábios e dei um apertãozinho no clitóris dela, senti a Kari tremer, enquanto ela cravava as unhas na minha cabeça. Continuei lambendo a pussy aumentando o ritmo, com as mãos ia acariciando a barriga dela, os peitos, os bicos e também pegava e apertava as nádegas da bunda magnífica dela. A Karina cada vez gemia mais e mais, os peitos dela já estavam durinhos e a pussy passou de úmida pra molhada a ponto de manchar o travesseiro que eu tinha colocado debaixo da bunda dela. Já tava doendo um pouco a nuca, então levantei um pouco o olhar e vi a cara de êxtase que a Kari tava fazendo. Voltei a descer E desta vez, entre lambidas e chupadas, comecei a enfiar dois dedos dentro da bucetinha dela. Inclinei a falange do dedo indicador e encontrei o ponto G. Tava gigante e inchado, e comecei a brincar com ele enquanto não parava de chupar ela num ritmo frenético. Kari fervia por dentro, e os sucos dela inundavam a pussy, minha boca e chegavam até o travesseiro. Os gemidos da Kari eram entrecortados e rítmicos, e me deixavam louco; eu continuava chupando, lambendo, enfiando os dedos com uma mão e brincando com o cu molhado dos sucos dela com a outra. Ela acariciava minha cabeça entre gemidos e gritos abafados, dizendo: "Fede, não para, não para, continua, continua." E eu obedeci. Já tinha enfiado um dedo inteiro na Booty e comecei a meter o segundo sem encontrar resistência ou negação; com a outra mão, já tinha dois dedos dentro da pussy da Kari e continuava lambendo e chupando até que ela se arqueou pra cima, cravando o clitóris na minha boca e soltando um grito surdo. Ela gozou com um jorro viscoso que engoli sem hesitar. Kari desabou na cama, as pernas tremendo e o rosto com um sorriso incrível. Tirei os dois dedos da Booty e me levantei, peguei ela pelo lado, passei o braço por trás da cabeça dela e beijei fundo. Ela fez o mesmo, virando e jogando a cabeça pra trás. Enquanto isso, Kari aproveitava pra esfregar a bunda magnífica no meu cock duro, que naquela altura já tava pulsando. "Você mereceu", ela disse. "Me fez gozar como poucas vezes." Kari desceu e começou a chupar ele de novo; eu falei pra ela parar porque não ia aguentar muito. "Não", ela gritou, tirando o cock da boca. "Quero ele todinho dentro da Booty." Eu não sabia se tava sonhando, minha wife não me dava a Booty nem por ordem de um juiz!!! Contra uma das paredes laterais do quarto, tinha um espelho enorme, de mais de dois metros de altura e um de largura. Karina se ajeitou de quatro na cama, de Na frente do espelho. Ela colocou um travesseiro debaixo da barriga e abriu bem as pernas, a bunda dela se escancarou toda e dava pra ver como o cu dela brilhava com os próprios sucos. Virou a cabeça, me olhou e disse: é todo seu, aproveita e me faz gozar de novo. Eu me ajoelhei na cama e comecei a lamber e beijar as coxas grossas da Kari, e alternando entre as pernas dela, fui subindo até a bunda dela. Sentia a Kari tremer a cada beijo e lambida que eu dava no cu dela. Eu aproveitava e também lambia a buceta dela, que ainda tava mais que molhada. Tava nisso quando ouvi a Karina dizer quase como um pedido: coloca na minha raba, por favor, não aguento maaaaais. Peguei um pouco do fluxo dela com a boca e espalhei junto com minha saliva no cu dela. Busquei mais fluxo da buceta dela com a cabeça do meu pau e encostei na entrada. Me ajeitei e comecei a penetrar ela enquanto olhava pelo espelho, a Kari me ajudou com o resto. Foi ela que começou a se aproximar de mim, enquanto eu via em primeiríssimo plano como meu pau sumia dentro da bunda majestosa dela. Quando o corpo dela encontrou o meu, ela parou. Eu tava segurando ela pela cintura, a Kari aproveitou e tirou uma mão do colchão, primeiro se acariciou os peitos e depois se masturbou um pouco o clitóris enquanto gemia e abaixava o tronco pra enfiar a cara no colchão pra que os gemidos dela não virassem gritos e o prédio inteiro viesse ver o que tava rolando. Ela se ajeitou de novo e já com as duas mãos no colchão, começou a se mover pra frente e pra trás. Primeiro devagar e depois foi aumentando o ritmo até que eu comecei a ouvir como as nádegas dela batiam contra minhas coxas, que estavam encharcadas do fluxo dela. Uhhh, como você me deixa louca, quase gritou a Kari sem diminuir o ritmo e eu falei: Kari, não aguento mais, você é incrível! E depois de mais duas sacudidas, ela deixou a bunda bem colada no meu corpo e, rebolando a cintura, me fez explodir dentro dela. Sentia como a goza jorrava do meu pau, tava tão quente que parecia que Queimava e Kari não parava de rebolar a bunda. Nisso, Kari não aguentou mais e soltou um berro, por sorte caiu um raio que abafou o grito. Ela levantou o olhar procurando o meu no espelho e, quando nos encontramos, me pediu desculpas e rimos juntos. Sem problema, Kari, tá tudo bem, eu a tranquilizei e ela, tirando a bunda do meu pau, se espalhou na cama sorrindo. Me acomodei na cama e Kari apoiou os peitos no meu lado e me abraçou bem forte. Meu pau ainda estava soltando restos de porra, Kari pegou ele com uma das mãos e, me olhando, levou à boca e lambeu até a última gota. Encaixou ele entre minhas pernas, me abraçou de novo, me encarou firme e disse: te falei que queria tudo dentro. E nós dois caímos na risada.
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