O terno mágico de secretária gostosa

Sou o Pablo, moro num apartamento alugado e trabalho numa empresa de importação de artigos. Um dia, no escritório, fazendo minhas tarefas, cometi um erro e fiz a empresa perder 2 milhões de euros, fui demitido. Sou um especialista em informática e, durante o trabalho, descobri um esquema sujo do meu chefe, que movimentava milhões de euros por fora, mas sempre fiquei calado e me mantive de fora. Só que, ao ser demitido, tive a ideia de investigar mais e tentar desviar dinheiro pra minha conta, como vingança por ele ter me mandado embora e me deixado sem trampo. Eu tinha algumas senhas pra acessar o computador do chefe, mas não conseguia pegar a informação que precisava. Precisava dar um jeito de voltar a trabalhar lá, mas era impossível porque me conheciam. Tinha que me infiltrar de algum jeito, mas não sabia como. Tava sentado na frente do computador quando recebi um e-mail: "— Oi, sei o que você tá tentando fazer e posso te ajudar a se infiltrar na empresa. — Quem é você, como sabe o que eu tô fazendo? — Não posso te dizer quem sou, mas confia em mim, posso te ajudar. — Como você pode me ajudar e por que eu deveria confiar em você se nem te conheço? — Confia em mim, amanhã vai chegar um pacote pra você. Não abre até eu entrar em contato. — Que pacote?" Não respondeu mais, mas fiquei muito intrigado e preocupado. Quem era e como sabia o que eu tava tentando fazer? Fui dormir tarde pensando na mensagem. Acordei às 9 e umas 2 horas depois a campainha tocou. Abri a porta e encontrei uma caixa no chão, sem ninguém. Levei pra dentro e deixei em cima da mesa, olhando pra ela. O que teria dentro? Umas 30 minutos depois, o telefone tocou. Número desconhecido. Atendi: "— Oi, Pablo, já recebeu o pacote? Abre ele. Dentro você vai encontrar uma roupa mágica: saia preta, blusa branca, calcinha, sutiã, meia-calça, salto de uns 5 cm e uma bolsa. — Oi, quem é você e o que eu supostamente vou fazer com isso? — Agora vou te explicar. No fundo tem um envelope, abre ele. Vai ver... Tem uma foto do seu chefe, a documentação que você vai usar e um currículo pra apresentar na sua antiga empresa. Olha, a documentação tava no nome da Selena. — Não tô entendendo nada, o que isso significa? — Porra, veste a roupa e coloca, aí você vai entender. — Como é que eu vou vestir uma roupa de mulher? — Veste ela, com a foto do seu chefe na sua frente. Depois de recusar várias vezes, no fim eu aceitei e vesti a roupa. A saia chegava acima do joelho. Assim que coloquei, senti uma sensação estranha no corpo, percebi minha bunda alargando e se ajustando à saia, meu peito crescendo junto com meu cabelo. — O que tá acontecendo comigo? — Vai se olhar no espelho. Quando me vi no espelho, não acreditei: tinha me transformado numa mulher. Meu cabelo moreno agora era totalmente loiro, minha altura de 1,80 tinha diminuído uns 10 cm, toquei na minha entreperna e não tinha mais volume, tava maquiada, com unhas longas e pintadas de vermelho. — O que aconteceu? Como isso é possível? Me assustei ao me ouvir com uma voz totalmente feminina. — Senta que vou te explicar. Essa roupa é mágica. Cada dia que você vestir, vai ser uma roupa diferente, vai mudar tudo: a cor, sua lingerie, os sapatos, sua maquiagem. Amanhã às 12 você tem uma entrevista com seu chefe pra ser secretária dele. Quando não estiver perto dele, mantenha a foto dele por perto, senão seu corpo volta ao normal. Não pode usar por mais de 12 horas por dia. Se passar muito, você volta ao seu corpo, mas a volta vai ser mais lenta. Foi feita pra que seu chefe se sinta atraído por você e você por ele, pra ganhar a confiança dele, acessar o computador e achar o que procura. Quanto mais tempo ficar perto dele, a roupa vai se adaptando às circunstâncias. Cuidado com isso. A magia da roupa vai fazer de você a escolhida. Amanhã te ligo. — Isso como... E desligou. Bateu uma vontade de ir ao banheiro, fui até ele, que ficava no outro lado do apartamento. Quando entrei e me coloquei na frente do vaso, percebi que... Agia normal como uma mulher. Levantei minha saia, abaixei as meias e a calcinha e comecei a mijar. De repente, me senti estranha de novo e percebi meu corpo começando a mudar e voltar ao normal. A foto estava na sala, a uns 12 metros de distância. Terminei de mijar e, ao subir a calcinha, vi que tinha pinto de novo. Voltei pra sala e, perto da foto, meu corpo mudou de novo. Sentei no sofá e olhei minha documentação nova: identidade, carteira de motorista, cartão do SUS e 2 cartões de crédito, além do currículo que mostrava que eu era uma secretária com muita experiência. Olhei a hora: quase 2 da tarde e já tava com fome. Fui pra cozinha, mas o que tinha não me apeteceu. Voltei pra sala e, como se fosse empurrada por uma força estranha, peguei a bolsa, coloquei a foto dentro e saí na rua com toda naturalidade. Entrei no supermercado, peguei um carrinho, fiz as compras e, quando saí de lá, tinha comprado coisas pra fazer uma salada — algo que nunca tinha feito, já que não curto coisa verde — e uma caixa de absorvente interno, com toda naturalidade, como se sempre fizesse aquilo, pegando direto o que queria. Voltei pra casa, fiz uma salada e comi. Depois de comer, troquei de roupa e voltei ao normal, sentado na cama. Aí voltei pra sala e vi a caixa de absorvente em cima da mesa e pensei: pra que buceta eu comprei aquilo? Fui ver futebol. Depois de um tempo, bateu fome — meu corpo de homem não ia aguentar só com uma salada — e fiz um sanduíche de lombo e comi enquanto via o jogo. A noite chegou rápido, fui pra cama e acordei às 9. Tomei café da manhã, tomei banho. Faltavam 2 horas pra entrevista e ainda tinha tempo — a empresa fica a 20 minutos de carro. Mas comecei a me vestir e fui pegar a foto na sala, que tava na bolsa, e coloquei na mesinha. Comecei pela calcinha, que ficava ridícula marcando meu pacote, o sutiã, meia, saia, blusa e salto alto. E meu... Meu corpo começou a mudar de novo. Me coloquei na frente do espelho e vi meu corpo se transformando: os peitos cresciam, enchendo o sutiã, meus quadris alargavam, meus pés ficavam menores junto com os saltos, minhas pernas perdiam os pelos e ficavam finas e elegantes. O cabelo crescia e ficava loiro, as unhas cresciam e se pintavam de rosa, meu rosto se afinava, minhas sobrancelhas ficavam finas e femininas, os cílios ficaram um pouco mais longos, destacando meus olhos agora azuis, e se maquiavam sozinhos. Por último, senti meu pau sumir pra dentro. Fiquei um tempinho me observando, e de repente a saia mudou de cor, ficando rosa claro, junto com a blusa, que também pegou um tom levemente rosado. Por uma pequena dobra da blusa entre os botões, vi o sutiã ficar rosa. As meias pretas agora eram praticamente transparentes, dando a impressão de que eu não tava usando nada. Os sapatos também mudaram pra rosa. Depois de me observar um pouco, percebi que tava chegando a hora. Fiquei meio nervosa e senti um mal-estar na barriga e uma vontade de mijar. Fui ao banheiro, sentei e, quando me limpei, o papel saiu manchado de sangue. Aí entendi por que tinha comprado os tampões. Peguei um da caixa que já tava na pia e coloquei como se sempre tivesse feito aquilo. Fui pro meu quarto, peguei a foto, me olhei de novo no espelho e percebi que era a típica secretária gostosa que todo chefe sonha em ter. Peguei a bolsa e saí pra entrevista. Entrei no carro e fui pra empresa. Estacionei umas duas quadras acima e caminhei pela rua decidida e confiante. Entrei na empresa e parei na recepção. Lá estava a Carmen, uma ex-colega. — Bom dia, o que a senhorita procura? — Bom dia, tenho uma entrevista de trabalho marcada, agora às 12. — Já imaginava, você é a quarta que vem hoje. Me dá seu RG pra registrar sua entrada. Entreguei pra ela. - Já pode passar, senhorita Selena. O elevador está ali, sobe até o quinto andar.
- Obrigada.
Cruzei com uns ex-colegas que ficaram me encarando, subi sozinha no elevador, sabia muito bem onde tinha que ir. Na frente do elevador tinha uma porta à esquerda, várias mesas com ex-colegas, na frente Marisol, minha antiga colega de mesa que ficava do meu lado, uma mina de 26 anos, gostosa, sexy e provocante, sempre vestia saias curtinhas e mais de uma vez desejei comer ela. Agora olhei com indiferença, cumprimentei e à direita tinham duas garotas sentadas. Sentei ao lado delas, eram minhas rivais. Foram entrando e eu fiquei por último.
- Bom dia, senhorita, já pode passar.
- Bom dia, obrigada.
- Sente-se. Sou Rubén, o diretor da empresa, como devo chamá-la?
- Selena.
Ele me ofereceu a mão como cumprimento e senti uma sensação estranha percorrer meu corpo ao apertá-la.
- Bem-vinda, senhorita Selena, sente-se.
- Obrigada.
Sentei e ele pegou meu currículo, começou a revisar.
- Vejo que tem muita experiência, é ideal para o cargo que precisa ser preenchido.
- Obrigada, sempre trabalhei com isso.
Enquanto ele falava, explicando o que precisavam, eu sentia uma sensação estranha no peito, mas atribuí ao nervosismo.
- O que procuro é uma secretária pessoal exclusivamente para mim, atender ligações, organizar minha agenda, cuidar de algumas contas, me acompanhar em viagens de negócios. Tem algum impedimento para viajar?
- Não, nenhum.
- Está bem, então não preciso saber mais nada, mas não vá embora, espere sentada lá fora.
Marisol recebeu uma ligação e, ao desligar, entrou na sala do chefe, demorou uns 2 minutos para sair, sentou na mesa dela e me chamou.
- Senhorita Selena, venha. – indicando com a mão para eu sentar.
- Sim, sim, já vou.
- Sou Marisol, e dou os parabéns, você foi a escolhida.
- É? Não esperava assim de repente, obrigada.
- Preciso que, o mais rápido possível, me traga o documento de identidade, identidade, cartão do seguro social e dados bancários pra preparar o contrato. — Tá tudo aqui. Procurei na bolsa e entreguei pra ela, ela levantou, fez umas cópias e me devolveu, foi de novo no escritório do chefe e saiu em menos de um minuto. — Agora vou mandar tudo pra contabilidade, o contrato já fica pronto hoje à tarde e amanhã às 8 da manhã você tem que se apresentar aqui pra assinar e começar a trabalhar. Sua mesa vai ser aquela ali. — Obrigada. Era minha mesa e computador antigos. — Selena, bem-vinda, espero que se sinta à vontade na empresa. Até amanhã. — Obrigada, até amanhã. Saí de lá e fui num supermercado fazer compras. Comprei verduras, peixe, iogurtes, leite semidesnatado, bolachas integrais, etc. Daí fui direto pra casa, guardei tudo na geladeira e fui me trocar no quarto. Coloquei minha roupa de homem e fui pra cozinha fazer alguma coisa pra comer. Quando abri a geladeira, fiquei olhando e vi o que tinha comprado. Fiquei parado, encarando, e percebi que nada daquilo me agradava. Como é que eu tinha comprado aquilo? Como tinha macarrão, fiz ele e depois de comer fui ver um filme. No meio da tarde, chegou uma mensagem no celular. — Oi, já tá dentro. Pode procurar o que quiser, mas toma cuidado. — Sim, vou tomar. Obrigada, mas queria saber quem é você. — Você vai saber na hora certa. — Só me diz como você sabia o que eu tava fazendo. — Na hora certa. Boa sorte no seu primeiro dia. Tchau. — Obrigada. A tarde passou rápido. Fui dormir e acordei às 6:45. Me vesti, meu corpo mudou e a roupa também: saia azul, como sempre, acima do joelho, blusa branca, lingerie branca de renda, meia-calça neutra, sapatos pretos. Tomei café com leite desnatado e umas bolachas integrais e saí pro trabalho. Faltando 5 minutos pras 8, já tava no escritório. Marisol já tava lá, tomando café com os colegas. — Bom dia. — Cumprimentei. — Bom dia, Selena. Chega aqui que vou te apresentar os caras e as minas. Me apresentei pra Matilde, Lola, Martín e Julián, que já conhecia, todo mundo me cumprimentou com dois beijos e às 8 em ponto cada um foi pro seu posto e eu fui com a Marisol. - Já tenho aqui o contrato pra você assinar. Ela me entregou, assinei onde ela mandou, e enquanto eu tava fazendo isso, chegou o Rubén, o chefe. - Bom dia, meninas. - Bom dia. - Quando terminar de assinar tudo, vem no meu escritório, Selena. - Sim, senhor. Assinei tudo e fui pro escritório dele. Bati na porta. - Entra, Selena, senta. Tá feliz com o novo trampo? - Tô sim, muito obrigada. De novo senti uma sensação estranha. - Toda manhã quando chegar, a primeira coisa é verificar o e-mail que vou te mandar com as tarefas do dia. Eu nunca chego no mesmo horário, mas a primeira coisa que você vai fazer quando eu chegar é ir buscar um café pra mim no bar do lado. Então, agora antes de continuar, vai pegar ele. Fala pro Roberto, o garçom, que é pra mim. - Sim, senhor. Levantei e fui buscar o café. O filho da puta sempre chegava já com o café dele, e agora eu teria que ir buscar todo santo dia. Subi com o café e entreguei pra ele. - Valeu. - Agora vai pra sua mesa que a Marisol vai te passar as senhas do computador, seu e-mail, e vai te explicar como tudo funciona pra você começar a trabalhar. Qualquer dúvida, pergunta pra ela. - Sim, ok. Saí do escritório dele, falei pra Marisol me explicar as paradas e em 30 minutos já tava sozinha trabalhando. Uma hora depois, o chefe me chamou no escritório dele. - Sim, o que o senhor deseja? - Senta que vou ditar uns e-mails que preciso enviar. Ele me passou um notebook e começou a ditar. De novo comecei a sentir aquela sensação estranha. Depois de uns 15 minutos, percebi que a blusa tava mais justa e, quando olhei, vi que agora tinha um decote bonito, meus peitos tinham crescido. Também notei que a saia tinha encurtado até a metade da coxa. Fiquei assustada, não sabia o que tava rolando, mas disfarcei minha preocupação. Ele parecia não perceber minha mudança. Uns minutos depois: "Já enviei tudo, volta pro seu lugar." Levantei e notei que meus sapatos estavam com o salto mais alto. Saí da sala, sentei na minha mesa rápido pra Marisol não me ver, e de repente tudo voltou ao normal. Perto do meio-dia, o chefe foi embora e aproveitei pra procurar a informação que eu queria, mas não encontrei nada. Às 13h, paramos pra comer num pequeno refeitório que tem lá. Abri a marmita com arroz que tinha feito e um bife de carne que não comi porque a Selena não come carne. De tarde, também não tive sorte e não consegui meu objetivo. Às 17h, acabou o expediente e fui pra casa. Quando cheguei, fui direto pra cozinha e preparei a comida do dia seguinte e a janta de hoje. Enquanto cozinhava, quis ir me trocar, mas quando tava indo pro quarto, percebi que o armário tava empoeirado. Voltei pra cozinha, peguei um pano e o limpador e comecei a limpar. Até pensei em me trocar, mas toda vez que pensava nisso, me distraía com alguma coisa. O corpo da Selena parecia que tava me dominando. Quando terminei de limpar, faltavam 10 minutos pra completar 12 horas vestida daquele jeito. Tirei tudo rápido e tomei um banho. Depois fui jantar e, quando abri a panela, tinha feito verdura e merluza empanada. Pensei: "Isso não pode ser, não gosto de verdura. Vou comer o peixe, que não é que eu goste muito, mas dá pra engolir." Depois de jantar, sentei pra ver TV. Daí a pouco, o celular tocou. Era do homem secreto. — Alô. — Oi, como foi o primeiro dia? — Bem, mas não consegui nada. Só que aconteceu uma coisa estranha: tava com meu chefe na sala dele e meu corpo começou a mudar junto com a roupa. — É normal. Quanto mais tempo você ficar perto dele, mais vai se sentir atraída. O traje percebe e te transforma de acordo com o estilo que seu chefe gosta que a secretária vista. A mudança só você vai notar. Você, ele sempre te vê vestida do jeito que ele gosta e com o corpo que ele gosta. — Como pode ser, não entendo. — Quando você veste o terno, você vê que a saia vai até os joelhos, mas ele te vê com uma minissaia curtinha e justa. Cuidado com isso e tenta passar o mínimo de tempo possível perto dele. — Não sei se quero continuar com isso. — Você não tem outra opção. Se desistir, eu te denuncio pra empresa e você apodrece na cadeia. — O que você ganha com isso? — Muito dinheiro com você. — Comigo. — Sim, vou pegar minha parte. Vou te ligando, tchau. Chegou a manhã seguinte, me vesti e naquele dia meu terno se transformou num vestido rosa rodado acima do joelho, calcinha, meia-calça e sapatos rosas. Fui ao banheiro porque senti que o tampão que coloquei no dia anterior não tinha tirado. Tirei, me lavei bem e sentei pra mijar. Quando me limpei com o lenço umedecido, não saiu sangue e não coloquei nenhum. Fui pro trabalho. O chefe chegou depois das 10, me deu bom dia. Larguei minha mesa, desci pra pegar o café dele e subi. — Obrigado, Selena. Senta, hoje temos muito trabalho. Sentei na frente dele, ele passou o notebook e começou a ditar. Logo senti meu corpo mudar de novo, meus peitos crescendo, minha bunda ficando mais redonda. Meu chefe se levantou, virou a mesa e ficou atrás de mim. O vestido começou a encurtar, os saltos ficaram mais altos, senti a calcinha enfiar entre minhas nádegas. O vestido terminou com uma saia curta e plissada, agora faltavam uns três dedos pra chegar na minha virilha. Achei que a transformação tinha acabado, mas não: a meia-calça se dividiu em duas e desceu pelas minhas coxas, deixando à vista as tiras de uma cinta-liga. De repente, senti a mão do meu chefe no meu ombro, enquanto um cheiro me atingiu, me fazendo aspirar com força, ao mesmo tempo que sentia excitação. Uma hora depois. — Desculpa, senhor, preciso ir ao banheiro. — Sim, eu também preciso. Ele me acompanhou, já que um fica do lado do outro. Quando me levantei... Pô, aí percebi que o vestido tampava só o suficiente pra não mostrar a calcinha. Quando eu abaixei a tanga pra mijar, ela tava toda molhada de tesão que eu senti com o chefe. A gente voltou pro escritório dele pra continuar, mas daí um tempo chamaram ele. — Selena, preciso ir, não volto o dia todo. Fui pra minha mesa e comecei a trabalhar, minha roupa voltou ao normal, mas a calcinha continuou molhada. Mais um dia que fui pra casa sem conseguir informação. Cheguei em casa pensando em me trocar e ir comprar algo pra jantar, mas assim que entrei fui direto pegar o aspirador, passei e passei pano no chão. Depois preparei uns tortelini de espinafre pro dia seguinte e não fiz nada pra jantar, vendo a verdura que não comi no dia anterior. No fim, tomei um banho e me troquei, voltei ao normal e fui jantar. Quando vi aquilo, pensei: "não pode ser só verdura". Comi sem vontade. Os dias foram passando e na segunda sexta-feira cheguei no trabalho com uma saia vermelha, blusa preta, lingerie vermelha com meia-calça neutra e sapatos vermelhos. Quando meu chefe chegou, subi o café dele e comecei a responder os e-mails que ele ia ditando. Logo meu corpo começou a destacar meus atributos femininos: a saia começou a encurtar e apertar mais no meu corpo, a meia-calça mudou pra vermelha e desceu até minhas coxas, deixando ver as tiras da cinta-liga que tinha aparecido. — Selena, vem aqui um momento, quero te mostrar uma coisa. Quando me levantei, percebi que a saia era tão curta que mostrava metade da bunda, mas ao invés de ficar envergonhada, virei a mesa e fiquei do lado dele. Ele mexeu o mouse do PC, mas levou uma mão até minhas pernas e subiu até a bunda. — Selena, acho que você e eu vamos formar uma grande equipe. Você tem tudo que procuro numa secretária: é gostosa, obediente, faz tudo que pedem, provocante na hora de se vestir. Quero ter você como secretária pra tudo. O que acha? Nesse exato momento, ele enfiou a mão entre minhas pernas, fazendo eu abrir as pernas e... tocava minha buceta bem molhadinha. - ahhhh, o que a senhora quiser. - você gosta, putinha. - sim, senhor. De repente, ele tirou a mão da minha buceta. - corre, senta na frente, que minha esposa tá chegando. Quando a esposa entrou, minha roupa já tinha voltado ao normal, embora eu nunca tivesse falado com ela, eu já a conhecia da minha época anterior ali. - oi, querido, o que você faz por aqui? - oi, vim fazer uns recados e passei pra te ver. - me dá dois minutinhos pra explicar a agenda do dia pra Selena e aí a gente desce pra almoçar. Ela nem me cumprimentou, era uma mulher muito metida e cheia de si, mas eu sabia do meu trabalho. Ele me explicou o que eu devia fazer e fui pra minha mesa. Eles foram embora um tempo depois e ela não voltou mais. Os dias foram passando e, sem perceber, quando eu voltava a ser o Pablo, acabava jantando o que a Selena preparava. Quando voltava do trabalho, um ou dois dias por semana, eu fazia compras, mas sempre no meu eu mulher. Quando voltava ao normal, percebia, mas já era tarde pra ir ao mercado. Já tinham passado quase dois meses quando, numa segunda-feira, meu chefe me chamou assim que cheguei: - Bom dia, Selena, vem aqui na minha sala. - Bom dia, senhor Rubén. - Na quarta-feira, tenho uma viagem de negócios e quero que você me acompanhe. - Como o senhor mandar. - Na quarta, já vem com a mala pronta pra dois dias, porque o avião sai ao meio-dia. Os dois primeiros dias passaram normal. Quando ele chegava, eu ia buscar o café dele, ele ditava os e-mails que precisavam ser enviados ou respondidos, enquanto minha roupa e meu corpo mudavam. Dentro dessa normalidade no trabalho, na segunda-feira minha cabeça não parava de pensar em como eu ia fazer pra voltar ao normal nesses dias. Na terça de manhã, ele me passou a agenda das reuniões daqueles dias. Estudei bem e fiz um planejamento das horas livres pra voltar ao normal. Na quarta, cheguei no trabalho com um vestido preto de saia rodada na altura do joelho. Deixei a mala na recepção, totalmente... Vazia, não precisava levar nada e também não tinha roupa de mulher pra vestir. O terno já fazia a mágica dele. Meu chefe já estava no escritório dele quando cheguei na minha mesa, ele me chamou. — Bom dia, Selena, tá tudo pronto pra viagem? — Bom dia, sim, senhor. Vou pegar seu café. — Não precisa, a gente sai daqui a pouco e toma lá fora. Enquanto eu arrumo umas coisas, dá uma olhada se chegou algum e-mail importante e aí a gente vai. Uma hora depois, ele saiu do escritório pra gente viajar. O motorista já esperava na porta. Meu chefe sentou atrás comigo, e a gente foi pro aeroporto, que fica a uns 30 minutos. Comecei a me transformar: meus peitos se ajustaram mais ao vestido, o vestido ficou mais curto, os saltos mais altos. Depois de 10 minutos, ele desviou do caminho e parou num restaurante, onde meu chefe nos convidou pra almoçar. Quando saí do carro, o vestido tinha encurtado tipo uma saia de cheerleader. Depois de um almoço leve, seguimos pro aeroporto, e uma hora depois a gente já tava voando. Quando chegamos no destino, outro motorista nos esperava. Fomos pro hotel, pegaram as chaves dos quartos, que eram um do lado do outro, deixamos as malas e descemos pra comer. — Depois de comer, a gente sobe pro quarto pra descansar um pouco. Eu tenho uma reunião às 5, mas não precisa vir. O motorista vai te levar pra fazer compras pra você se distrair. — Tá bom, tô precisando, tô cansada. Subimos pro quarto e eu tirei o terno pra voltar ao meu corpo, assim podia ficar mais 12 horas até virar a Selena de novo. Às 5, ele me ligou no celular pra dizer que já tava indo, e que quando o motorista voltasse, eu estivesse pronta pra sair pra comprar. 40 minutos depois, recebi uma ligação do motorista dizendo que tava me esperando na porta. Me vesti de novo, dessa vez meu vestido era florido. Desci, entrei no carro, e ele me levou primeiro a uma loja de sapatos. — Oi, Marisa, vim com a Selena, a nova secretária do Rubén. — Oi, Alfonso. , bem-vinda Selena, sou Inma. Ela me deu 2 beijos. - Vem, vamos procurar uns sapatos bonitos pra você, qual número você calça. A verdade é que eu não sabia, mas da minha boca saiu de repente. - Um 38. Ela olhou e pegou 2 pares com uns saltos de uns 12 cm de altura. - Experimenta eles, são do gosto do Rubén. Depois de experimentar, ela colocou numa sacola, me entregou, o motorista pagou, voltamos pro carro e ela me levou pra outra loja de roupa. - Oi Loli, trouxe a Selena pra comprar roupa, a nova secretária. - Oi, bem-vinda, sou Lola. - Vamos ver o que posso achar pra você. Pra mim tanto fazia, era inútil comprar aquela roupa que eu não ia usar, mas tinha que fazer, ela me fez segui-la, parou pra olhar no meio de um corredor cheio de minissaias que pareciam cintos, eram saias de puta, pegou várias, depois pegou vários tops, aí outro corredor com vestidos onde pegou um vestido vermelho de vinil e um de leopardo. - Vamos pro provador ver como ficam em você. Eu segui ela e comecei a experimentar a roupa, as saias além de terem umas cores muito vivas, só tapavam metade da minha bunda e os vestidos a mesma coisa. - Acho muito curtas, com isso não posso sair, e o vestido de leopardo é bonito mas não me vejo usando ele. - São os gostos do Rubén, ele escolheu pra você, pra todas ele compra a mesma coisa. - Ele não espera que eu vá com isso trabalhar, né. - Bom, não sei, vamos deixar isso no balcão e ainda falta mais uma coisa, espera aqui. Esperei uns minutos e ela veio com vários conjuntos completos de lingerie, todos tinham fio dental, meia, liga e sutiã, um deles também de leopardo, ela me mostrou e foi colocando nas sacolas junto com a roupa, me entregou e o motorista pagou, depois parou numa loja de cosméticos e comprou um kit de maquiagem pra mim e daí fomos de volta pro hotel, faltava uma hora pro jantar, subi pro meu quarto, tirei a roupa pra tomar banho, meu corpo mudou de novo e 5 minutos antes das 9 o chefe bateu na minha porta pra descer pra jantar, eu já tava vestida, com um vestido. Vermelho, meias neutras. — Oi, Selena, esse vestido que escolhi pra você ficou uma delícia em você. Eu fiquei confusa, aquele vestido não era nenhum dos que comprei. Fomos pro elevador e, quando chegamos lá embaixo, meu vestido tinha mudado e se transformado naquele vermelho de vinil que eu tinha comprado, junto com as ligas e os saltos altos. Ficou totalmente justo no meu corpo e mostrava um pouco da bunda por trás. Jantamos numa mesa afastada e, depois de jantar: — Que tal a gente subir pro meu quarto e tomar uma taça de champanhe que tenho na geladeira? Minha intenção era recusar, mas minha boca falou o contrário. — Tá bom. Subimos pro quarto dele, ele pegou a garrafa e me levou até o terraço, de onde dava pra ver a cidade muito bem. Também tinha uma jacuzzi. Sentamos na mesa e ele serviu duas taças. Depois de um tempo e mais duas taças: — Vamos entrar na jacuzzi. — Sei não, não tenho roupa pra entrar. — De calcinha e sutiã, se quiser eu vou pra dentro, você se troca e entra, assim não te vejo se ficar com vergonha. — Vale, tá bom. Ele entrou e, quando avisei que já estava, ele saiu completamente pelado com duas toalhas na mão, encheu mais duas taças e se aproximou da jacuzzi. Quis evitar olhar, mas minha vista grudou no pau dele e eu não conseguia parar de olhar. Quando ele entrou, eu respirei aliviada. Depois de alguns minutos, ele se aproximou de mim, passou um braço por cima dos meus ombros e se inclinou pra me beijar. Tentei me afastar, mas meu corpo não respondia, e acabamos nos beijando, enquanto ele acariciava meus peitos com uma mão que rapidamente acabou enfiada entre minhas pernas, metendo os dedos na minha buceta, e uma das minhas mãos agarrando o pau dele e masturbando. Meu chefe já tinha tirado meu sutiã. Meu eu masculino dentro da minha cabeça dizia pra parar, mas meu corpo não obedecia. Ficamos assim uns dez minutos, eu estava totalmente excitada, mas de repente: — Desculpa, Rubén, não dá, tenho que ir. Saí da jacuzzi, peguei o vestido e uma toalha, me enrolei. no corpo e sem me secar, entrei no quarto sem pegar nada, deixando um rastro de água no chão. Tirei a tanga e comecei a me secar enquanto meu corpo voltava ao normal. Sentei na cama pensando no que tinha acontecido — isso já estava indo longe demais e eu precisava parar. Tava imerso nos meus pensamentos quando o celular tocou. Era o personagem misterioso. — Oi, como tá a viagem? — Bem, mas aconteceu uma coisa. — O quê? Explica. Contei o que rolou. — Cuidado com isso e, principalmente, não transe com ele. Se rolar, não deixa ele gozar dentro de você. O traje vai ver como algo normal entre um homem e uma mulher e vai achar que você é uma, aí a magia acaba e você fica preso nesse corpo pra sempre. — Não quero mais, quero parar com isso. — Não pode, tá preso. Tem que seguir em frente, mas toma cuidado. Tchau. Desligou e eu fiquei sentado na cama sem saber o que fazer. O sono me pegou e apaguei. Acordei de manhã, me vesti. Minha roupa hoje era uma saia branca com uma blusa lilás. Chegou uma mensagem do meu chefe perguntando se eu já tava acordada pra descer e tomar café. Respondi que sim e descemos os dois. Quando cheguei lá embaixo, a saia já mal cobria minha bunda. Depois do café. — Tenho uma reunião de negócios, mas não precisa vir. Pode ficar no hotel ou dar um passeio pela cidade. Vai ter que almoçar sozinha hoje, eu vou almoçar com eles. — Vou dar um passeio pra conhecer a cidade. Ele foi embora, minha saia alongou de novo e saí pra andar. Enquanto caminhava, fiquei pensando que era estranho — ele me trouxe aqui como secretária e nas duas reuniões que teve não me levou. Voltei pro hotel perto das duas, almocei e depois fui pra uma sala que tinha uma televisão. Não tinha ninguém lá. Sentei num sofá e comecei a ver o noticiário. Daí a pouco chegou um homem de uns 35 anos, mais ou menos. Me cumprimentou e sentou no outro lado do sofá. Continuei vendo TV e passou... — Um caso de um cara que matou a mulher e depois se matou.
— Já podia ter se matado primeiro, não entendo essas coisas — ele disse em voz alta.
— Eu também não entendo como uma pessoa consegue fazer isso.

A partir daí, começamos a conversar e, depois de um bom tempo:
— Bom, nem me apresentei, me chamo Pedro.
— Eu sou Selena.

Ele se levantou e veio até mim para apertar minha mão, mas eu me levantei e, com toda naturalidade, dei dois beijos nele. Sentamos de novo e continuamos conversando. Quase duas horas depois, meu chefe chegou e veio até lá.

— Já voltei. Vejo que conheceu o Pedro, amigo e sócio meu.
— É, sócio seu.
— É, tinha combinado de encontrar ele aqui há um tempão, mas a reunião se estendeu e cheguei umas duas horas atrasado.
— Bom, vou deixar vocês, quero tomar um banho e descansar um pouco.
— Tá bom, às 9 te chamo pra jantar.

Subi, tirei a roupa pra voltar ao normal e tomei um banho. Me vesti pra descer pra jantar. O Ruben me chamou e descemos juntos. Quando cheguei lá embaixo, meu traje tinha virado um vestido de leopardo que deixava quase metade da bunda de fora. Quis dar meia-volta e voltar pro elevador, mas meu corpo não obedeceu e eu segui meu chefe até o restaurante. Ao entrar, vi o Pedro sentado numa mesa e fomos até lá. Depois de um belo jantar e duas garrafas de um bom vinho, eles sugeriram ir tomar algo numa balada que tinha no hotel. Eu tava acostumada a beber, mas o corpo da Selena nem tanto, e o vinho me subiu um pouco. Entrei no meio dos dois, vestida que nem uma putinha. Meu pensamento dizia "amadurece", mas meu corpo não dava ouvidos.

— O que você vai tomar, gata? — Pedro me perguntou.
— Uma Coca Booty, tô meio tonta.
— Nada de Coca Booty, vamos de cuba-libre.

Ele pediu três cubas e fomos pro fundo sentar. Tava sentada e, sem pensar, levantei e fui dançar do lado de umas minas. Voltava, bebia e voltava a dançar, até que fiquei um pouco cansada e sentei. Tomei o último gole do cuba. Daí a pouco, Pedro foi ao banheiro e voltou com mais três cubas.

— Eu já... Não queria mais, tô tonta. — Relaxa, seu quarto é lá em cima, é só subir e deitar pra dormir. Acordei de repente com dor de cabeça, deitada na cama do meu quarto, completamente pelada. Levantei com dificuldade e fui pro banheiro, sentei pra mijar e foi aí que percebi: tava sem roupa e meu corpo não tinha mudado. Peguei o celular e mandei uma mensagem pro meu chefe. — Bom dia, tô mal, não lembro de nada da noite passada. — Bom dia, normal, você bebeu demais. — Não lembro de nada. Aí ele me ligou. — Então, como eu disse, você bebeu pra caralho e a gente teve que te levar pro quarto. Quando entrei, você se agarrou no meu pescoço e começou a me beijar que nem uma louca, abriu meu cinto, ajoelhou e me deu o melhor boquete que já recebi na vida, engolindo toda minha porra. — Não, não pode ser. — Tô te falando a verdade. Quando você terminou, eu te tirei a roupa e te comi duas vezes gostoso pra caralho, você tava toda no cio, queria mais, mas eu já tava muito cansado e te deixei deitada na cama. Aliás, espero que esteja tomando anticoncepcional, porque você quis que eu gozasse dentro. — Não pode ser, não pode ter acontecido. — Sim, exatamente como eu contei, sua puta. — Não sou nenhuma puta. — É sim, e muito puta. Quando eu ia responder, ele desligou. Aí liguei pro meu caso secreto, mas ele não atendeu. Então procurei a roupa e a única coisa que encontrei foi uma minissaia vermelha, um top, um conjunto de lingerie de renda completo e saltos vermelhos. Não tinha mais nada do que eu tinha comprado. Não posso descer com essa roupa, mas peguei as meias e comecei a vestir uma. Não quero usar isso, mas meu corpo continuava se vestindo. Depois a cinta-liga, a calcinha fio dental, o sutiã, o top e os saltos. Depois de vestida, me olhei no espelho: dava pra ver a calcinha fio dental na frente e metade da bunda. Pensei de novo: como vou descer assim? Mas fui pro banheiro, lá estava o kit de maquiagem e comecei a me maquiar. Nunca tinha feito isso, mas me maquiei sem problemas. Não queria sair de lá. O quarto, mas eu fiz isso. Quando desci, procurei meu chefe e não o encontrei, aí vi o Pedro na sala da TV. — Bom dia, Pedro, viu o Rubén? — O Rubén está prestes a pegar o voo. — Como assim ele foi embora, e eu? — Você fica aqui comigo, agora vai trabalhar pra mim. — Como assim vou trabalhar pra você? — O que você ouviu, e já está vestida com sua nova roupa de trabalho. — O que você está dizendo? — Fui eu quem mandou o terno, seu chefe percebeu que você estava tentando acessar as contas da empresa, e nós dois preparamos isso como castigo. E ontem à noite colocamos uma parada na sua bebida pra te deixar com muito tesão, e você mesma se entregou pro Rubén, e foi assim, ele gozou dentro de você e não tem mais volta. Te falei que você me faria ganhar muita grana. Agora você vai trabalhar como puta no meu clube, vai morar na minha casa comigo e cuidar das tarefas que toda mulher é obrigada a fazer em casa. — Você não pode fazer isso comigo, me deixa voltar atrás. — Não dá, só falta um último passo que vamos dar agora. Por enquanto você lembra da sua vida anterior e pode me responder, mas como uma boa puta, você vai me levar pro seu quarto porque está com muito tesão e morrendo de vontade de dar pra mim. — Não vou fazer isso. Mas eu me dirijo ao elevador com ele do meu lado. Tentei chamar a atenção, mas não consegui emitir nenhuma palavra. Chegamos no quarto, na frente da cama, me ajoelhei na frente dele e comecei a desabotoar a calça dele. — Para com isso, por favor, não me obriga a fazer isso. — Não estou te obrigando, você mesma se ajoelhou e está morrendo de vontade de chupar minha pica. — Não quero, affff. E enfiei a pica na boca e comecei a chupar ele. — Muito bem, que gostoso você faz, viu como você é uma puta? De agora em diante, vai estar sempre ansiosa pra dar, o terno te deixou ninfomaníaca. Na minha cabeça, eu queria parar, mas não conseguia, continuei chupando. De repente, senti ele endurecer e ele soltou uma boa gozada. Continuei chupando até ele parar de gozar, aí me levantei e Comecei a tirar a roupa. — Você sabe bem o seu trabalho, as putas tiram a roupa delas pra satisfazer o cliente. Enquanto ele também se despia, eu fiquei de calcinha e me deitei na cama abrindo as pernas. Ele se deitou do meu lado e levou a mão direto pra minha buceta, afastou a tanga e começou a meter os dedos. — Para, por favor, mmmmm, porra, que gostoso, não para, não quero ser uma puta, ahhhh sim. — Você já é, olha. Fecha as pernas se não é uma puta, ou será que quer abrir mais porque tá morrendo de vontade de ser comida? Abri mais as pernas. — Sim, me come logo, não, não, não quero, sim, quero que me coma. Ele arrancou minha tanga, se enfiou entre minhas pernas e meteu de uma vez, e começou a me foder rápido. Eu comecei a gemer e a reclamar. — Ahhhh, assim, não para, sim, para, não quero, ohhh deus, que gostoso, para, para, por favor. — Olha na minha cara, adoro essa carinha de prazer que você faz, cara de puta. Já já, quando eu encher sua buceta de porra, não vai sobrar nada da Pablo, você vai ser a Selena, a puta ninfomaníaca, amante de paus. — Não, para, ahhhh, sim, assim, assim, não, eu disse para. — Ha ha ha, você não sabe o que quer. Se prepara, vou gozar. — Não, por favor, não faço isso... Sim, mmm, que gostoso sentir a porra quentinha na minha buceta. — Delicioso, né? Vê quem você é. — Selena. — Do que você trabalha? — De puta. — Uma das minhas vadias. Lava essa buceta que a gente vai embora. Me lavei no banheiro e quando fui pegar a tanga, tava rasgada e não tinha outra. Coloquei a minissaia o mais baixo que pude, peguei minha bolsa e o kit de maquiagem, e saímos de lá. Coloquei a bolsa na frente pra me cobrir um pouco. Saímos em busca do carro. Quando sentei, minha buceta ficou totalmente à mostra. Coloquei a bolsa entre as pernas. — Tira essa bolsa daí ou você não tem orgulho de mostrar o que me faz ganhar dinheiro? — Sim, claro que tenho. Ele tava dirigindo e, depois de um tempo, enfiou a mão entre minhas pernas e começou a mexer na minha buceta. Eu abri mais as pernas. e começou a meter os dedos em mim. - você tá bem molhada, sua puta. - sim, hmmm, que gostoso. - você sempre tá com tesão. Ficou um tempinho assim e parou, e aí chegamos na casa dele. Ele tirou minha mala com minhas roupas do porta-malas, me mostrou a casa, me mostrou meu quarto e por último: - e essa é a cozinha, seu lugar. Naquele quarto tem umas coisas pra você ficar entretida: vassoura, esfregão, essas coisas pra você não ficar entediada em casa. São quase 2 horas, você devia preparar alguma coisa pra comer, na geladeira tem de tudo. Fiz dois filés de carne com batatas pra ele e fiz uma salada com uma omelete pra mim. - só isso que você vai comer? Não quer um pedaço de carne? - não, sou vegetariana. - ué, mas hoje de manhã você não fez cara feia pro pedaço de carne que comeu. - engraçadinho, mas uma boa rola sempre dá vontade. Um tempinho depois de comer, ele mandou eu tomar banho porque a gente tinha que ir pro clube. Tomei banho, me vesti com uma das minhas saias de puta e saímos pro clube. Eram 6 da tarde. Quando chegamos, na porta tinha um cartaz dizendo que abria às 8. Entramos no clube, que tava escuro, fomos até o bar. Ele abriu uma porta do lado, me fez passar. Tinha um corredor comprido com 3 portas. Ele abriu a primeira: tinha uma cama. - esse é um dos quartos do seu trabalho. A gente percorreu o corredor, ele me mostrou os 3 quartos. No final, uma escada. Subimos, outro corredor e 4 portas. As 2 primeiras eram quartos com cama, a terceira um quarto com chuveiro e um armário onde, depois do serviço, a gente toma banho e no armário tem roupa pra trocar. A última, quando abriu, tinha uma mesa e um homem sentado. Quando olhei bem, reconheci: já tinha visto ele com o Rubén na empresa. - boa tarde, Guillem. - oi, Pedro. - vim com a Selena, a garota nova. - bem-vinda, já tava ansioso pra te conhecer e ver como o Pablo tinha mudado. - obrigada, quem é Pablo? - um ex-funcionário de um sócio nosso, - disse Pedro. - chega mais perto que eu quero te ver bem. Me aproximei, ele se levantou, levou as mãos pros meus peitos, apalpou, apertou. Meus peitos fazendo eu soltar um gemido, eram muito sensíveis. Me virei, ele me agarrou na bunda, enfiou a mão entre minhas pernas e começou a tocar minha buceta, enfiando os dedos e fazendo eu gemer de novo. — Melhoramos muito as transformações, foi só tocar nela e já tá toda cachorra, a buceta dela tá bem molhada. Ele tirou a mão, me virei e ele me empurrou pelo ombro pra baixo, me fazendo ajoelhar. Sem ele falar nada, desabotoei a calça dele, tirei a pica e comecei a chupar. — É, o traje a gente melhorou muito. — Sim, no começo, recém-transformadas, a gente tinha que forçar e ensinar tudo, e essa já sabe fazer bem o trabalho dela. Eu ouvia, mas não entendia do que eles estavam falando. Uns 5 minutos depois. — Já chega, sua puta, para. Ele não tinha gozado. Me fez levantar. — Me segue, Foxy. Eu segui ele e entramos num quarto. — Tira a roupa e deita na cama. Tirei a roupa e me deitei. Ele também tirou a roupa, começou a se masturbar um pouco, colocou uma camisinha, e na hora que subiu na cama, eu abri minhas pernas pra receber ele entre elas. Ele me comeu gostoso pra caralho. — Toma um banho, no armário tem calcinhas limpas pra você trocar essa que tá toda molhada. A gente te espera no escritório. Se apressa, que já já é hora de começar a trabalhar. Depois do banho, só o Pedro estava me esperando, e eu desci com ele até o clube. Faltavam 10 minutos pras 8, mas a música já tava tocando. Quando entrei, vi umas 6 minas lá que me apresentaram. — Soraya, explica pra Selena o que ela tem que fazer. As primeiras 2 horas passei com ela me explicando. Só entraram uns 2 clientes, que outras minas atenderam. Depois das 10, chegaram 2 caras que sentaram no fundo. — Vamos começar com a prática. Esses 2 caras são pra gente. Vamos. A gente chegou perto e sentou uma de cada lado. — A gente paga uma taça de champanhe pra vocês? — Claro, lindas. Soraya levantou a mão e uma mina que tava atrás do balcão veio. Elas pediram uma... Garrafa e 30 minutos depois, cada uma de nós já tava num quarto transando. Na minha primeira noite, fiz 2 programas. Nos primeiros 2 meses, morei no apartamento do Pedro, até que um dia me falaram que eu ia morar com as meninas num outro apê. No dia seguinte, chegou uma mina nova no clube que o Pedro trouxe, e ele levou ela pra casa dele depois. A gente trabalhava das 8 da noite até as 5 da manhã, o tempo passava rápido. Duas semanas depois da chegada da novata, eu tava de bobeira na internet de tarde e li sobre uns desaparecimentos na cidade. "Mais um homem sumiu na cidade, com esse já são 8 desaparecidos sem deixar rastro nos últimos 2 anos. A polícia tá investigando o caso. Coincidentemente, todos os 8 tinham sido demitidos há poucos dias de uma empresa do Rubén Estella, um empresário conhecido aqui da cidade. Interrogaram todos os funcionários, e o empresário ofereceu ajuda total à polícia." — Meninas, vocês ficaram sabendo dos caras que sumiram na cidade? É muito estranho, todos trabalhavam na empresa do Rubén, o sócio do Pedro. A gente ficou falando sobre isso por um tempo. Todas conhecíamos o Rubén, mas eu não lembrava de ter trabalhado pra ele. Nenhuma disse que tinha trabalhado lá, mas era algo que todas tinham em comum e que nunca seria descoberto. Fim.

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