Colega de Trabalho 2

Já fazia um tempo que eu estava comendo escondido da minha esposa a minha coleguinha do trabalho, quando aconteceu um evento na empresa: os chefes iam tirar férias por um bom tempo no Brasil. Em uma situação normal, eles iriam e a gente ficaria trabalhando, mas dessa vez eles decidiram que nós, funcionários, também poderíamos sair de férias. Eles só iam ficar uma semana fora, e era num período em que as vendas realmente não decolavam, então estar ou não estar era quase a mesma coisa.

No fim, eles decidiram que todos sairíamos de férias naquela semana. Eu planejava ficar em casa e sair para passear com minha namorada (atual esposa), mas, curiosamente, Shirley, minha colega de trabalho, me perguntou se eu queria aproveitar essas férias numa fazenda que um amigo dela ia emprestar para ela e o filho. Claramente, eu não poderia simplesmente desaparecer, então não contei nada para minha namorada/esposa sobre as férias que nos deram, e combinei de vê-la quando a semana acabasse, num domingo, dia em que voltaríamos para a cidade depois de ficar na fazenda.

E assim foi. Nós fomos — Shirley, o filho dela e eu — para a fazenda do amigo dela. O lugar era muito bonito e espaçoso. O pequeno imediatamente quis sair para explorar, e eu aproveitava para apalpar a mãe dele sempre que ele não estava olhando ou estava um pouco mais longe. Na primeira noite, o menino foi dormir, enquanto Shirley e eu ficamos do lado de fora bebendo, até que, depois da meia-noite, levei ela para o quarto, onde fiquei abrindo o cuzinho dela por um bom tempo. Me deu um pouco de pena do garoto, mas enquanto meu pau estava feliz, nada mais importava.

Ao amanhecer, lembro que acordei com Shirley debaixo dos lençóis, dormindo em cima do meu pau e pelada. Me levantei como pude para não acordá-la, tomei banho e saí do quarto. O menino estava por aí e parecia estar com fome, então preparei um café da manhã para ele na hora, até que Shirley saiu do quarto, recém-banhada e vestida com uma roupa de ginástica que... A verdade marcava toda a sua bunda e a boceta de um jeito delicioso. Levamos o menino para passear numa trilha que tinha perto, claro que não fiz nada divertido para mim, mas à noite eu me cobraria com ela. Terminado o dia, a safada deu cedo para o menino dormir e vestiu uma lingerie preta de renda muito gostosa de se ver. Enquanto ela fazia um striptease, minha namorada/esposa me ligou, eu atendi e ela falava sobre como estava, que sentia minha falta. Enquanto conversávamos, Shirley esfregava aquele par enorme de nádegas brancas e redondas no meu pau de um jeito tão quente que eu podia garantir que aquela puta era uma especialista. Minha namorada perguntou se poderia me visitar, já que sentia minha falta, eu disse que não porque amanhã teria um dia pesado no trabalho e queria descansar. Shirley estava rindo enquanto tirava meu pau pra fora e começava a lamber e chupar, me olhando nos olhos. Finalmente, minha namorada se despediu, dizendo o quanto me amava e que tinha um presentinho para domingo. Enquanto minha namorada falava tudo isso, Shirley estava se engasgando com meu pau e sussurrando para eu desligar a ligação e dar a ela o que queria: "meu pau na sua bunda, arrombando todo o seu cu". Eu me despedi da minha namorada, desliguei e deixei Shirley me dar uma boa chupada como devia ser, até que ela me fez gozar e, como a boa puta que era, gozei na sua boca e ela engoliu toda a porra. Ela perguntou se minha namorada também engolia, e eu disse que sim. Shirley pareceu ficar chateada, mas foi a melhor decisão, porque logo em seguida ela se levantou e começou a cavalgar em mim como se estivesse no cio, enquanto me dizia que me faria gozar mais vezes e mais rápido que minha namorada. Eu só conseguia pensar em aproveitar minha companheira, apertando suas nádegas e abrindo, enfiando dois dedos no seu cu enquanto a ajudava a cavalgar, pegando bem gostoso a sua boceta, até que nós dois gozamos ao mesmo tempo. Ela se levantou devagar e ficou de quatro, me dizendo... Pronto, papi, estou pronta para você. Me arrebenta!" Eu passei o resto da noite metendo nela pelo cu, duro e fundo, até ficar exausto de tanto gozar na bunda dela. Quando acordei no dia seguinte, ela já estava acordada e se vestindo, me olhou e disse que não demoraria porque o menino queria passear. Na hora pensei: "merdinha de criança". Mas enfim, depois de passar o dia com o menino, era minha vez de novo à noite, dessa vez me vinguei bem, pois amarrei ela exatamente do jeito que ela gostava, a prendi como se fosse um porco, com a mordaça na boca impedindo ela de reclamar. Já tinha passado um tempo desde a primeira vez que fiz isso com ela, e agora eu tinha dildos e outros brinquedinhos a meu dispor. Passei muito, muito tempo enfiando dildos nela e torturando sua buceta e cu. Tanto que, quando enfiei meu pau, ela gozou só de sentir. A cama cheirava a puta, mas cheirava muito a puta. Suspeito que passei umas 3 horas masturbando ela com os dildos na buceta, movendo de um lado para o outro, penetrando até o fundo até parecer doer, e no cu dela testando bolinhas chinesas, dildos e protuberâncias nos próprios dildos várias vezes, enquanto ao mesmo tempo estimulava o clitóris com um vibrador ou a penetrava vaginalmente com um dildo bom. Depois disso, comecei a penetrar ela enquanto ainda mantinha os brinquedos no cu. Quando amanheceu, ela estava tão fodida e exausta que o menino bateu na porta e ela gritou: "Não atrapalha! Vai fazer alguma coisa aí e deixa a mamãe descansar". Eu ri e a recompensei com uma boa metida intensa na buceta, ela me abraçou com as pernas e gritou para não parar de foder. Quando terminei, deixei ela no quarto bem cheinha de porra e fui dar atenção ao filho, pelo menos para ele não se machucar ou ficar sem comer. Eu estava fodendo a mãe dele e adorava transformá-la na minha putinha pessoal, mas não por isso maltrataria o pirralho. A semana passou com uma rotina mais confortável para mim, a mãe tomava banho comigo. transando no banho. A gente saía um pouco para divertir o pivete, ela tomava café da manhã no meu pau e porra e jantava a mesma coisa todo dia, até passei a comer ela enquanto ela cozinhava, minha namorada ligava de vez em quando e eu simplesmente atendia e dizia o quanto amava ela enquanto estava comendo o cu da minha colega ou mergulhando minhas bolas na boca dela. Quando voltei pra casa fui no domingo como falei ver minha namorada e foi tão tarado. Porque minha namorada tinha comprado uma lingerie que combinava com uma coleira de cachorro e ela mesma me entregou como se aceitasse que eu fosse seu dono. (Soma a isso que minha esposa é negra e ela me tratar como se eu fosse seu dono enquanto eu sou branco, né...) Pra terminar conto pra vocês que continuei comendo a Shirley escondido da minha esposa até que parei de trabalhar lá e ela foi pra outra cidade com um cara que queria casar com ela.

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