Pato y un trio con un colageno.


Olá, como vocês estão? Vim contar uma história gostosa de sábado à noite.

Aquela noite foi diferente de todas as outras. O Pato e eu fomos num pub moderno, com luzes de neon fracas e música eletrônica vibrante. Ela tava usando umas calças justas que marcavam todas as curvas dela e uma regata decotada sem sutiã, deixando os bicos dos peitos aparecendo por baixo do tecido. Aos 46 anos, ela continuava sendo uma MILF irresistível, e eu sabia que ela sempre tinha algum plano safado na cabeça quando a gente se aventurava junto nesses lugares. "Sabe o que eu mais amo nesses bares?" ela disse enquanto a gente tomava nossas bebidas no balcão. "Que você nunca sabe quem pode conhecer... ou o que pode rolar." Eu sorri, sentindo aquela mistura familiar de expectativa e tesão. Sabia exatamente o que ela queria dizer. O Pato tinha aquele talento único de encontrar situações inesperadas e transformar tudo em algo inesquecível. Enquanto a gente conversava, percebi que o Pato tava olhando pra pista de dança com um sorriso safado. Segui o olhar dele e vi um moleque novo, uns 21 anos, dançando sozinho perto do balcão. Tinha um corpo atlético, cabelo escuro bagunçado e uma confiança nos movimentos que chamava atenção. Tava de camiseta justa e jeans preto, e parecia nem ligar pros olhares que atraía. "O que cê acha dele?" perguntou o Pato, apontando com a cabeça de leve. Fiquei observando ele por um instante, sentindo o coração bater um pouco mais rápido. "É... interessante," respondi, tentando parecer descolado. O Pato abriu um sorrisão, como se já tivesse um plano na cabeça. "Vamo conhecer ele," falou, pegando na minha mão e me puxando pra pista antes que eu pudesse reclamar.

Chegamos perto do moleque, que olhou pra gente com uma mistura de surpresa e curiosidade. O Pato não perdeu tempo e já começou a dar em cima na cara dura. "Oi," disse ele, com um sorriso radiante. "A gente tava te observando lá do balcão. Cê dança pra caralho." O moleque sorriu, claramente lisonjeado. "Valeu," respondeu, com uma voz suave mas firme. "Não esperava que alguém fosse me notar aqui." "Ah, é impossível não te notar," cortou o Pato, chegando mais perto. A regata decotada dele deixava pouco pra imaginação, e eu vi os olhos do moleque desviarem sem querer pro decote. "Sou o Pato, e esse é o Andrés." Ele me apontou com um gesto casual, e o moleque olhou direto nos meus olhos. "Sou o Mateo," disse, estendendo a mão pra mim. Apertei, sentindo um arrepio na espinha ao sentir a firmeza do aperto dele. Mateo não demorou pra entrar na nossa conversinha. O Pato levou ele pra pista de dança, onde começaram a se mexer no ritmo da música. Eu fiquei um pouco atrás, observando como ela tocava nele de leve, deslizando as mãos pelos braços e pela cintura dele. Mateo parecia estar adorando, seguindo cada movimento dela com uma mistura de timidez e confiança. Da onde eu estava, dava pra sentir a situação ficando mais intensa. O Pato olhou pra mim por cima do ombro do Mateo, com um sorriso que dizia claramente:Isso ainda não acabou.
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vadiaFinalmente, Pato voltou pro meu lado, deixando o Mateo dançando sozinho por um instante. "O que você achou?" ele me perguntou, com um tom brincalhão. "Sei lá," respondi, tentando esconder meu nervosismo. "É... diferente." Pato sorriu, se aproximando de mim. "Diferente pode ser divertido," murmurou no meu ouvido. "Além disso, você viu como ele é forte? É um baita garanhão... é aquele tipo 'colágeno'." Ele riu baixinho, mas o tom era sugestivo. Antes que eu pudesse responder, o Mateo chegou perto da gente, visivelmente animado com a música e o clima. "Querem beber alguma coisa?" ele perguntou, apontando pro bar. Pato concordou. "Claro, por que não? Mas depois quero que a gente vá pra um lugar mais reservado. Depois de umas rodadas de bebida e uma putaria sutil entre eles, decidimos ir pra um hotel perto dali — na real, eles que decidiram. Entramos no carro, eu dirigindo, ela no banho do carona e o Mateo atrás, que já foi logo passando a mão nos peitos da minha mulher sem perder tempo. Num sinal vermelho, a Pato saiu do carro e foi pro banco de trás com nosso novo amiguinho. Foram se pegando e se apalpando o caminho inteiro como prelúdio do que ia rolar — por sorte era perto, não queria que ninguém visse a gente. Chegamos no hotel, pedi o quarto que tava vago. Assim que estacionei, falei que já podiam descer, porque continuavam lá atrás sentados como se nada. Era um lugar discreto mas chique, com luz baixa e um clima íntimo que já chamava pro inevitável. Assim que entramos no quarto, a Pato assumiu o controle na hora. Sentou na beirada da cama, cruzou as pernas devagar enquanto olhava pro Mateo e pra mim, alternando. "Beleza," falou, com um sorriso safado. "Agora que tamo aqui, acho que é hora de dar uma divertida.Uma vez no quarto, as coisas escalaram rápido. Pato virou pra mim, com um sorriso safado. "Quero que veja isso," falou, apontando pro Mateo. "Vem aqui." Mateo obedeceu, se aproximando dela com uma mistura de confiança e timidez. Pato se ajoelhou na frente dele, deslizando as mãos pela barriga até chegar na virilha. "É impressionante," murmurou, com um misto de admiração e tesão na voz. "Tão grande, tão grosso... e tão duro." Eu observava de um canto, sentindo o coração bater forte. Pato começou a puxar a calça dele pra baixo, deixando exposto um pau que, do jeito que ela descreveu, era impressionante: grande, comprido, com veias que pareciam que iam estourar a pele do pau dele e uma cabeça que parecia cromada.
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Ela foi deslizando os lábios devagar pelo comprimento dele enquanto Mateo fechava os olhos, curtindo cada carícia.

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Olha só isso, Andrés," disse Pato, olhando diretamente nos meus olhos. "Esse é o tipo de coisa que vai fazer do Mateo o nosso colágeno favorito. Não é incrível? Melhor nem comparar, hahaha" Concordei em silêncio, incapaz de desviar o olhar da cena na minha frente. Sentia como cada palavra, cada movimento, me fazia sentir mais exposto, mais vulnerável... mas também mais excitado. 
Num dado momento, o Pato virou pra mim. "Agora é sua vez," ele falou, com um sorriso debochado. "Vem cá." Fui me aproximando devagar, sentindo meu corpo responder às palavras dele. O Pato deslizando as mãos pelas minhas coxas, já tava pelado, claro, enquanto começava a chupar minha rola. "Ah, sim," ele murmurou, com a voz meio trêmula de prazer. "Não que eu reclame do seu tamanho, mas não é a mesma coisa, amor.
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Sao JoaoEnquanto isso, Mateo se posicionou atrás da Pato, penetrando ela com cuidado no começo, mas logo aumentando a intensidade. Pato gemia baixinho, mexendo a bunda pra trás pra receber cada estocada. "Meu Deus," murmurou, com uma mistura de prazer e expectativa. "Tão fundo... tão forte." Ela quase nem chupava mais, tava em transe sentindo aquela porra de pau dentro dela.esposa gostosa

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Finalmente, chegou o momento que o Pato tava esperando: a penetração anal. Mateo era o único que podia realizar o desejo dela de se sentir completamente preenchida.

"Andrés", disse o Pato, me olhando direto nos olhos, "quero que você veja isso. Quero que sinta o que outro homem pode fazer por mim e pela minha bucetinha apertada... algo que você já não consegue mais igualar." Mateo se posicionou atrás do Pato, se lubrificou com saliva e foi deslizando o pau devagar dentro do cu dela. Enfiava uns centímetros e parava, pra rabeta da minha mulher ir se acostumando com aquele tamanhão.

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Ah, Deus," murmurou Pato, arqueando as costas enquanto ele entrava. "Tão grande... tão duro. Me sinto tão cheia." Mateo começou a se mover devagar no começo, mas logo acelerou o ritmo, metendo com força enquanto Pato gemia cada vez mais alto. "Não para... continua assim," ela murmurou, com a voz entrecortada pelo prazer. "Vou gozaaaaaaaar... ahhhhh!vadia


Pato soltou um gemido profundo, arqueando as costas enquanto o corpo tremia com o primeiro orgasmo da noite. Mateo continuou metendo nela, garantindo que ela sentisse tudo por completo. Tirou o pau e arrancou a camisinha, e jorrou uma porrada de porra nas costas e na bunda da minha amada esposa.
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caraÉ inacreditável," murmurou Pato, recuperando o fôlego. "Nunca tinha sentido algo assim.Depois de uma pausa rápida, Mateo já tava pronto pra mais. A pica dele tava dura de novo, parecia pedra. Eu ainda não tinha gozado, mas continuei batendo uma lentamente, curtindo toda a cena.
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Dessa vez, ela se posicionou por cima do Mateo, montando nele enquanto eu me aproximava pra beijá-la com paixão.

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Olha só," disse Mateo, com um sorriso safado. "Tão gostosa e insaciável." Pato riu baixinho, rebolando enquanto me olhava. "Você gosta de ver isso, Andrés? Gosta de ver outro homem me fazer gozar?
Sao Joao

esposa gostosaNão pude evitar concordar com a cabeça, me sentindo completamente exposto mas também excitado. Pato gozou pela segunda vez logo depois, gemendo alto enquanto o corpo dele relaxava sobre o Mateo.colageno
Mateo, graças à sua juventude e energia, ainda não estava satisfeito. "Acho que você precisa de mais," disse ele, com uma voz cheia de confiança. Pato sorriu, se deixando cair na cama enquanto ele se posicionava novamente sobre ela. Dessa vez, eu não participei. Mateu a penetrou com força, enquanto Pato gemia sem parar. "Tão novo, tão duro, não para!!" murmurou ela, olhando diretamente nos meus olhos. "Tá vendo a diferença, Andrés? Isso é o que um verdadeiro garanhão faz." Cada palavra era como uma facada, mas também me excitava ainda mais. Pato chegou ao terceiro orgasmo logo depois, gritando de prazer enquanto Mateo continuava se movendo dentro dela.Pato y un trio con un colageno.


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Finalmente, Mateo decidiu mudar de posição. Colocou a Pato de quatro, penetrando ela de novo por trás. "Essa é a última rodada," ele disse, com um sorriso safado. "Quero que você se sinta completamente satisfeita." Pato soltou um gemido profundo, arqueando as costas enquanto ele acelerava o ritmo.

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Não aguento mais... vou gozar de novo," ela murmurou, com a voz entrecortada pelo prazer. O cara era um verdadeiro garanhão, filho da puta, nunca tinham dado tanto pra minha mulher, pelo menos na minha frente.
O quarto orgasmo dela foi explosivo, deixando-a tremendo. Mateo continuou um pouco mais,

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E na hora de gozar, ele disse: “quero que você prove meu gozo, topa engolir tudo que tenho pra você?” Pato se posicionou pra receber todo o néctar quente dele. Jorros saíam como borbotões pelos cantos dos lábios dela.cara

cuckTrago o que deu, o resto escapou. E do jeito que tava, cheia de porra nos lábios e um pouco dentro da boca, ela me chamou. E começou a me beijar com força na boca, fazendo eu sentir o gosto do nosso amigo. Eu não aguentei mais, e gozei na hora, com aquele beijo. cuckold

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esposa gostosaQuando tudo acabou, nós três nos deitamos na cama, recuperando o fôlego. Pato me olhou com um sorriso radiante. "O que você achou?" perguntou, acariciando minha bochecha. "Incrível," respondi, sentindo uma mistura de satisfação e espanto. "Nunca pensei que faria algo assim." Mateo, que ainda estava visivelmente excitado, sorriu. "Valeu por me deixar fazer parte disso," disse, com uma sinceridade que me fez sentir ainda mais conectado. Pato riu baixinho. "Essa noite foi só o começo," disse, piscando um olho. "Quem sabe que outras aventuras nos esperam.

Comentarios Destacados

colageno

asi se le marcan los pezones.... ven que no miento.
para morderselos
Amo el cuerpo de tu mujer! me encanta
Wowwwww que deliciosos pezones... Me gustaria cogerla mientras miras

7 comentários - Pato y un trio con un colageno.

años leyendo estos relatos...y teniendole ganas a pato!!! al fin la proxima semana ando en san juan y ansio que se me de la oportunidad jaja