Por causa do que aconteceu, de ver a Samanta e meu irmão transando, minha visão da minha cunhada mudou. Perdi o interesse em várias coisas que eram tudo maquiado pela beleza da minha cunhada. A Samanta sempre foi uma mulher valiosa aos olhos de toda a família, sempre cuidando do meu sobrinho com todo carinho.
Assim como o cuidado pessoal dela, o corpo dela e o jeito dela se vestir, isso deixava meu irmão feliz pra caralho, sempre mantendo ela bem arrumadinha pra ele.
E pra mim, óbvio que meus olhos sempre iam pro corpo dela e como ela era gostosa, toda arrumadinha na casa da minha mãe todas as tardes antes do meu irmão chegar... Isso não mudava nada quando eles saíam pra passear, sempre bem arrumadinha com seus buquês de rosas que tanto fascinavam ela...
Essa paixão e esse tesão que eu tinha pela minha cunhada só foi crescendo cada vez mais, mas eu sempre me segurava na frente da minha família. Ela nunca percebeu o jeito que eu olhava pra ela, mas notava que eu era mais atencioso com ela... Com o tempo, meu irmão e a Samanta começaram a se dar melhor por causa do trabalho dele, meu sobrinho entrou no jardim de infância, e isso fez com que a Samanta pudesse trabalhar como instrutora numa academia.
Do pai dela... Já a via menos em algumas ocasiões, sendo eu o único em casa. Fui buscá-la no trabalho poucas vezes, porque se não era meu irmão, era o pai dela quem a levava pra casa. Isso fazia com que eu pudesse admirar a beleza dela pelo menos nos dias em que eu ficava responsável...
O fato de eu me aproximar mais dela e ir buscá-la no trabalho formalizou uma relação mais séria, a gente criou uma confiança danada, ela até ficou mais compreensiva comigo... Isso me fez alongar o jeito dela se vestir, e os agradecimentos dela vinham com um sorriso cúmplice, porque ela adorava ouvir que era uma gostosa.
Fotos que tirei pra mim e pro meu irmão, com uma dedicatória de amor pra começar o dia de trabalho dele.. logo os resultados desse amor foram pro primeiro carro dele, comprar mais coisas pra casa e, pra eles, tudo era felicidade plena.
Aquele carro foi cúmplice de muitas coisas que rolaram depois... Por estarmos todos gratos, tanto a Samanta quanto meu irmão e minha família, fomos todos comer pra celebrar o carro e como o casamento deles ia bem. Mas foi aí que, pela segunda vez em mais de três anos, minha tarada pela Samanta e seus descuidos aumentou ainda mais... Durante a comida com minha família, tomei um baita susto, porque tudo era felicidade e os descuidos das pernas da minha cunhada estavam na cara, bem diante dos meus olhos...

Observando as pernas torneadas e delicadas dela combinando com a calcinha branca, todas essas fotos foram tiradas enquanto eu via os movimentos da minha cunhada, sabendo que ela deixava as pernas à mostra sem cuidado. Isso foi o motivo das minhas punhetas por meses, porque era a segunda coisa mais gostosa que eu tinha dela. Já não me importava mais com nada, só queria continuar com esses jogos sujos que ecoavam na minha cabeça... Nada podia ser melhor nos meses seguintes, até que veio a pequena brecha que eu aproveitei, graças à confiança do meu irmão. Era o pouco tempo que eles se viam por causa do trabalho, o carro parado o dia inteiro, meu sobrinho largado sem sair de casa, e minha cunhada com uma rotina monótona de casa pro trabalho. Eu entendia os dois lados, mas foi isso que de algum jeito quebrou minha relação: o tempo sem nos vermos por causa do trabalho... Agora, as caras fechadas em casa eram evidentes dos dois lados.
Tava em casa e vi as pernudas da minha cunhada desenhadas naquela saia curtinha, as bundona dela toda à mostra. Aí pensei: por que não sair pra dar um rolê enquanto meu irmão tá trabalhando? Isso podia ajudar nós dois, até eu chamar ela pro cinema com meu sobrinho. Esperava que fosse mais difícil, mas a Samanta topou na hora, e foi assim a primeira vez que saímos pra passear sem pedir permissão de ninguém, só da gente.
Nessa primeira saída a gente se divertiu pra caramba, lembro que assistimos o filme do Homem-Aranha e comprei um monte de coisa pro meu sobrinho. Dava pra ver isso na cara da minha cunhada, que não parava de agradecer pela quantidade de coisa que eu dava pra ele, e o pouco que ela deixava eu comprar pra ela... Com o tempo, fiquei sabendo que dessas umas três saídas que tive com eles, meu irmão não sabia de nada. Não que ele tenha ficado puto, mas se sentiu mal por não estar lá...
Às vezes, até pro parque faziam a Samanta se vestir mais arrumada, ficando toda gostosa pra ocasião, e sempre cheia de tesão pelos convites. Meu sobrinho chegava toda tarde-noite cansado e dormindo, o que abriu brecha pra Samanta e meu irmão se darem aquele gostinho de sair juntos, sendo cúmplices eu e minha família no cuidado do meu sobrinho... As tardes eram nossas, com saídas pra todo canto, e as noites, do meu irmão e da Samanta...
Os dois pareciam agora mais felizes do que nunca e agradecidos com todos, mas principalmente comigo, por ajudar minha cunhada e meu sobrinho a relaxar. O pagamento que meu irmão sempre me fazia era uma dívida que um dia ele pagaria com juros... O próximo é o último relato do que, até hoje, acontece entre eu e a Samanta..
Assim como o cuidado pessoal dela, o corpo dela e o jeito dela se vestir, isso deixava meu irmão feliz pra caralho, sempre mantendo ela bem arrumadinha pra ele.
E pra mim, óbvio que meus olhos sempre iam pro corpo dela e como ela era gostosa, toda arrumadinha na casa da minha mãe todas as tardes antes do meu irmão chegar... Isso não mudava nada quando eles saíam pra passear, sempre bem arrumadinha com seus buquês de rosas que tanto fascinavam ela...
Essa paixão e esse tesão que eu tinha pela minha cunhada só foi crescendo cada vez mais, mas eu sempre me segurava na frente da minha família. Ela nunca percebeu o jeito que eu olhava pra ela, mas notava que eu era mais atencioso com ela... Com o tempo, meu irmão e a Samanta começaram a se dar melhor por causa do trabalho dele, meu sobrinho entrou no jardim de infância, e isso fez com que a Samanta pudesse trabalhar como instrutora numa academia.
Do pai dela... Já a via menos em algumas ocasiões, sendo eu o único em casa. Fui buscá-la no trabalho poucas vezes, porque se não era meu irmão, era o pai dela quem a levava pra casa. Isso fazia com que eu pudesse admirar a beleza dela pelo menos nos dias em que eu ficava responsável...
O fato de eu me aproximar mais dela e ir buscá-la no trabalho formalizou uma relação mais séria, a gente criou uma confiança danada, ela até ficou mais compreensiva comigo... Isso me fez alongar o jeito dela se vestir, e os agradecimentos dela vinham com um sorriso cúmplice, porque ela adorava ouvir que era uma gostosa.
Fotos que tirei pra mim e pro meu irmão, com uma dedicatória de amor pra começar o dia de trabalho dele.. logo os resultados desse amor foram pro primeiro carro dele, comprar mais coisas pra casa e, pra eles, tudo era felicidade plena.
Aquele carro foi cúmplice de muitas coisas que rolaram depois... Por estarmos todos gratos, tanto a Samanta quanto meu irmão e minha família, fomos todos comer pra celebrar o carro e como o casamento deles ia bem. Mas foi aí que, pela segunda vez em mais de três anos, minha tarada pela Samanta e seus descuidos aumentou ainda mais... Durante a comida com minha família, tomei um baita susto, porque tudo era felicidade e os descuidos das pernas da minha cunhada estavam na cara, bem diante dos meus olhos...

Observando as pernas torneadas e delicadas dela combinando com a calcinha branca, todas essas fotos foram tiradas enquanto eu via os movimentos da minha cunhada, sabendo que ela deixava as pernas à mostra sem cuidado. Isso foi o motivo das minhas punhetas por meses, porque era a segunda coisa mais gostosa que eu tinha dela. Já não me importava mais com nada, só queria continuar com esses jogos sujos que ecoavam na minha cabeça... Nada podia ser melhor nos meses seguintes, até que veio a pequena brecha que eu aproveitei, graças à confiança do meu irmão. Era o pouco tempo que eles se viam por causa do trabalho, o carro parado o dia inteiro, meu sobrinho largado sem sair de casa, e minha cunhada com uma rotina monótona de casa pro trabalho. Eu entendia os dois lados, mas foi isso que de algum jeito quebrou minha relação: o tempo sem nos vermos por causa do trabalho... Agora, as caras fechadas em casa eram evidentes dos dois lados.
Tava em casa e vi as pernudas da minha cunhada desenhadas naquela saia curtinha, as bundona dela toda à mostra. Aí pensei: por que não sair pra dar um rolê enquanto meu irmão tá trabalhando? Isso podia ajudar nós dois, até eu chamar ela pro cinema com meu sobrinho. Esperava que fosse mais difícil, mas a Samanta topou na hora, e foi assim a primeira vez que saímos pra passear sem pedir permissão de ninguém, só da gente.
Nessa primeira saída a gente se divertiu pra caramba, lembro que assistimos o filme do Homem-Aranha e comprei um monte de coisa pro meu sobrinho. Dava pra ver isso na cara da minha cunhada, que não parava de agradecer pela quantidade de coisa que eu dava pra ele, e o pouco que ela deixava eu comprar pra ela... Com o tempo, fiquei sabendo que dessas umas três saídas que tive com eles, meu irmão não sabia de nada. Não que ele tenha ficado puto, mas se sentiu mal por não estar lá...
Às vezes, até pro parque faziam a Samanta se vestir mais arrumada, ficando toda gostosa pra ocasião, e sempre cheia de tesão pelos convites. Meu sobrinho chegava toda tarde-noite cansado e dormindo, o que abriu brecha pra Samanta e meu irmão se darem aquele gostinho de sair juntos, sendo cúmplices eu e minha família no cuidado do meu sobrinho... As tardes eram nossas, com saídas pra todo canto, e as noites, do meu irmão e da Samanta...
Os dois pareciam agora mais felizes do que nunca e agradecidos com todos, mas principalmente comigo, por ajudar minha cunhada e meu sobrinho a relaxar. O pagamento que meu irmão sempre me fazia era uma dívida que um dia ele pagaria com juros... O próximo é o último relato do que, até hoje, acontece entre eu e a Samanta..
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