De repente ele se levantou, me puxou pra ele como se eu fosse uma boneca e me colocou de costas. Começou a acariciar entre meus lábios da buceta, molhava os dedos com meus fluidos… eu tava completamente extasiada. Ele me olhava, observava cada expressão do meu rosto, meu olhar, minha boca, meu corpo. Tava curtindo pra caralho. Eu só podia me deixar levar e me perdi como nunca, me perdi como ninguém. Ele me penetrou de novo naquela posição, de quatro me faz chegar ao céu e tocar as estrelas, conseguiu, outro orgasmo. E meu corpo continuava respondendo pra ele, como era possível? Ninguém tinha conseguido algo assim comigo antes. Eu me deixei cair, não aguentava mais, tava tremendo toda, mas meu corpo não dizia a mesma coisa, continuava muito tesuda. De repente os dedos dele entraram na minha buceta, meu mel escorria, e ele aproveitou tudo pra me mostrar outra forma de sentir prazer, uma que nem eu mesma tinha pensado. Eu tava totalmente entregue a ele. E de repente senti os dedos dele no meu cu, acariciava tão devagar que mal percebi. Ele brincava com toda aquela parte, minha buceta, meu clitóris, meu cu… e eu não podia acreditar. Será que ele ia mesmo fazer isso? Eu ia deixar? Ia doer? Ah, eram perguntas demais na minha cabeça, nunca tinha feito por ali, meu marido já tinha pedido pra dar e deixar pegar por ali, mas eu nunca deixei. Me concentrei em sentir; todos os movimentos dele me relaxavam, ele dizia que eu tava muito molhada e eu podia sentir. Podia sentir como os dedos dele se moviam livremente por toda aquela parte, e pressionava bem devagar no meu cu, bem lentamente. Ele tomou o tempo suficiente pro meu corpo responder. E acho que respondeu, porque de repente ele me colocou de quatro, eu não sabia se queria, mas ele não parou. Soltei uns "não" entrecortados, ele perguntou se queria que parasse, eu disse "sim" sem força… na verdade queria experimentar, mas tava com medo do tamanho do pau dele. E ele me entendeu, entendeu minha linguagem sem palavras. Então ele me preparou tão bem que a pontinha entrou em mim com um pouco de… Fácil, eu me perguntava se tava doendo, e a real é que tava sim.
Era diferente, gostoso, prazeroso, muita dor mas diferente, eu gostava daquela sensação de dor misturada com prazer conforme ele ia enfiando. Comecei a gemer bem alto por causa da sensação de dor, sentia muita vontade de fazer cocô, mas ele disse que era normal, que eu relaxasse. Fui relaxando e o pau dele entrava cada vez mais fundo. Meu cu foi se acostumando com ele, ainda sentia dor e prazer e uma sensação estranha de querer ir ao banheiro e me sentir super cheia, e então aconteceu: ele conseguia entrar e sair livremente de mim. Ele conseguiu ser o primeiro e tenho certeza que o único até agora a estar no meu cuzinho virgem. O maior prazer dele era eu. E ele me tinha à mercê dele, disposta a tudo, deixando ele fazer de tudo comigo.
Ele abriu caminho pelo meu cu e, assim que enfiou até o fundo, começou a me meter como um animal, com uma violência desmedida. Parecia louco de prazer e desejo, abrindo minha bunda uma e outra vez. Entrava e saía com tanta facilidade, e doía tanto quanto me dava prazer. Meus gemidos viraram gritos descontrolados por causa da violência da foda. Não tava nem aí se meu filho ouvia, eu tava adorando ser empalada pelo cu. Me senti uma puta e queria que ele rasgasse minha bunda toda.
começou a tirar de dentro do meu cu e meter na minha buceta, tirava da minha buceta e metia no meu cu e assim por diante, eu tava ficando louca, amava aquilo, tava virando a putinha dele, e eu só recebia o pau dele por onde ele quisesse meter. Ele me comeu tão forte que eu não aguentava mais de dor e implorava pra ele gozar, mas ele continuava metendo do mesmo jeito forte. Tive que implorar pra ele encher meu cu de porra pra ele gozar e inundar toda minha bunda pequenininha com o esperma quente dele. Pelo tamanho do pau dele, cada estocada era uma dor muito forte, mas muito gostosa. Eu gritava de dor, sentia minhas lágrimas escorrendo, enquanto pelas minhas bochechas eu dizia: Não, não... dói, dói, mas não paraaaa, me come, me come. — Sim, putinha?? Tá doendo?? Agora você vai pedir mais. Ele começou o mete e tira, e agora eu gritava, mas de prazer. Com uma mão segurava um peito e com a outra brincava com meu clitóris enquanto ele me dizia... — Mmmm, assim, assim, que gostoso, assim, mamãe, goza pra mim, sente minha pirocaaaa. Agora eu me mexia no pau dele, em círculos, pra fora, pra dentro. — Sim, siiiiiiiiiim, mais, me dá mais, mete fundo,... — Toma, mamãe, toma, assim, assim, minha putinha, asssssssssiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh
Ele me segurou pela cintura e tirou o pau inteiro do meu cu, deixando um vazio imenso na minha bunda que eu nunca tinha sentido. "Monta você, minha puta divina, agora é sua vez, sempre pelo cu, bebê." O tom dele tinha mudado, mas não a excitação dele nem a minha, então eu montei nele. Peguei o pau dele, apoiei na minha bunda e sentei, deslizando ele rapidamente pra dentro de mim. Meu buraquinho já estava tão dilatado e lubrificado que, apesar do tamanho, entrou feito peixe na água, nadando lá dentro. Ele se deitou na cama e falou: "Dá uns sentões no meu pau." Subi, me coloquei por cima dele e encostei o pau dele, todo molhado, na entrada do meu cu, e comecei a sentar devagarzinho. De novo, o pau dele foi abrindo caminho aos poucos. Comecei a dar sentões devagar, mas ele me pegou pela cintura e começou a controlar a montada rapidinho. Eu sentia o pau dele chegando até o fundo de mim. Me mexia em cima dele, fazendo sair quase completamente e depois entrar de uma só estocada. Ficamos assim um tempo, até que ele me virou de costas pra ele. Minha bunda estava dolorida, mas o transe da excitação era muito mais forte, eu tava adorando a situação. Sentia o suor escorrendo pelo meu peito, rolando entre minhas tetas. Continuava o vai e vem dos meus quadris no púbis dele, enterrando o pau dele em mim com violência. Eu perdia o equilíbrio naquela posição por causa da força das estocadas. Sentia o corpo inteiro dele batendo no meu enquanto os quadris dele pareciam colados na minha bunda. Eu gemia, quase chorava pedindo descanso. Ele, implacável, se agarrava em mim, tirando meu ar, fazendo eu sentir cada centímetro da penetração dele.

Eu tava gritando igual uma puta no cio, subindo e descendo que nem louca, quando de repente a porta abre de uma vez. Na hora virei rápido e vi meu filho parado na porta, olhando fixo pra gente. Nesse momento, tentei sair de cima, mas o Will não deixava, ele continuava extasiado. Fiquei perplexa, sentindo o Will me penetrando, e fiquei paralisada uns segundos enquanto meu filho nos via transando e me vendo ser empalada. Voltei à realidade e falei pro Will que meu filho tava nos vendo. Ele me soltou na hora, eu levantei, tirei o pau dele da minha buceta de uma vez, desci da cama e vesti meu roupão o mais rápido que pude. Peguei ele pela mão e perguntei por que não tava vendo os desenhos. Ele respondeu que tinha me ouvido gritar e veio ver se eu tava bem. Falei que a gente tava brincando de luta, pra ele não se preocupar. Ele respondeu que queria brincar também. Nessa hora, o Will começou a rir e falou: "Agora não dá, campeão, mas vai chegar sua hora de brincar e detonar uma puta igual sua mãe. Já empalei ela toda, e olha que ela é uma gostosa. Depois vai ser sua vez de comer uma puta e fazer ela gritar." Eu olhei feio pro Will, e ele se calou. Meu filho me olhou confuso, e eu falei: "Não é nada." Mas meu filho não é bobo, perguntou por que a gente tava pelado e se eu não tinha me machucado, porque eu tava chorando. Tinha lágrimas no meu rosto por causa da dor da penetração. "A gente tá pelado porque tá muito calor, e eu e ele somos muito amigos, então tem confiança. E eu tava chorando porque ele me fez rir até chorar. Vai ver seus desenhos." Meu filho saiu do quarto, e eu fechei a porta de novo, mas dessa vez com o trinco. Voltei pra cama, e o Will me virou de bruços, com minhas pernas juntas. Minha resistência já tinha ido embora, mas a excitação dos dois não. De bruços na cama, com um travesseiro debaixo da minha barriga, ele me penetrou de novo, dessa vez com uma só enfiada, que me fez gritar. Eu sentia o pau dele me enchendo completamente, agora ainda mais gostoso. peso que caía controlado sobre meu corpo. Minha bunda se abria pra ele a cada investida, sentia o corpo dele nas minhas costas e a respiração ofegante na minha nuca enquanto ele se deliciava me sodomizando. Não podia negar que o prazer pra mim era máximo, mesmo assim, eu acabava silenciosamente me entregando só pelas contrações involuntárias do orgasmo.


Eu gemi e gritei de novo, tava adorando o pau dele dentro de mim, porra. Ele se levantou, saindo do meu corpo, e eu fiquei estirada na cama, toda banhada no suor dele e no meu. Ele pegou um gel lubrificante das coisas dele, abriu minhas nádegas e deixou cair um pouco no meu cu. Na hora eu não entendi, já que tava curtindo o sexo numa boa. Sem falar nada, ele começou a enfiar um dedo, dois, três, fazendo eles vibrarem um pouco e girando. Senti ele me penetrando mais forte, de um jeito que eu nunca tinha sentido antes. Naquela hora, um orgasmo veio violento, e eu senti ele ainda mais dentro de mim, mas diferente, uma sensação dura e fria. Perguntei o que ele tava fazendo, não dava pra ver por causa da posição. Ele me mostrou uma garrafinha de água mineral, que foi girando e enfiando devagar no meu cu até quase entrar toda. Ele mexia, afundava em mim até me fazer gemer, e eu só ligava pro prazer e pro olhar dele. Curtindo essa sensação nova pra mim, curtindo o tesão que dava no meu homem me violar daquele jeito com uma garrafa. Já tava doendo minhas pernas, minha buceta e meu cu, não aguentava mais, caí do lado dele exausta, e a piroca dele ainda tava dura, mesmo depois de tanto tempo nessa putaria. Fechei os olhos enquanto ouvia ele falar. — Você não vai ficar pra trás agora, vamos, vida, me olha. Ele me beijou na boca de leve, enfiou a língua rodeando meus dentes, depois beijou só meus lábios, molhando eles com a língua. Essa suposta violentada tava ficando meiga, pensei rindo. Ele pareceu ler minha mente e respondeu abrindo minhas pernas com os joelhos, levantando minha bunda pra enfiar de novo no meu cu nessa posição, de barriga pra cima. Minha xota sentia os roçados do corpo dele e reagia com choques de prazer. Tentei levar a mão até lá pra tocar meu clitóris, mas meu macho tirou, dizendo que não, que não era a hora. Ela sozinha conseguiu os orgasmos dela, misturados com a potência dos anais. Eu me sentia morrer de Prazer. Nunca perdi o contato visual com meu homem, o olhar dele fixo no meu, a expressão dele, os lábios dele.



Pouco a pouco, senti ele se aproximando do fim. O ritmo acelerado da respiração dele acompanhava as palavras que anunciavam a chegada do orgasmo compartilhado. Senti a essência dele me preenchendo por dentro, acalmando minha putaria como um sedativo mágico no meu cu. Ficamos os dois deitados na cama, um do lado do outro, suados e completamente satisfeitos. Depois disso, só conversamos um pouco sobre como foi bom e como manteríamos o segredo pra poder repetir quantas vezes quiséssemos (como spoiler, posso dizer que foram muitos encontros depois disso). E sobre meu filho, enquanto o Will se vestia, saí primeiro pra ver o que ele tava fazendo, encontrei ele dormindo no sofá, então falei pro Will sair rápido e comer um pouco. O café da manhã foi rápido e normal, toda vez que a gente se olhava, a gente ria, e assim foi até ele terminar de comer. — Tá doendo? — ele perguntou. — Dói um pouco minha bunda e minha barriga, mas eu gosto, gosto muito de você e seu pau é uma delícia. O Will se despediu de mim com um beijo rápido, dizendo que tinha passado a melhor noite da vida dele, e eu respondi algo parecido. Assim que ele saiu do meu apartamento, comecei a limpar a cozinha e lavar a louça sem conseguir parar de lembrar das sessões de sexo intensas. Entrei no banheiro e demorei umas horas me ensaboando e me limpando pra perder o cheiro de sexo que tava saindo de mim. Quando terminei de tomar banho, me olhei no espelho como na noite passada e comecei a rir, pensando que deixei meu lado de dona de casa de lado pra virar uma puta por uma noite. Tava com hematomas na bunda, chupões nos peitos, no pescoço, na barriga, em tudo quanto é lugar. Tava dolorida, o cu e a buceta vermelhos. Naquele dia, não saí do apartamento de jeito nenhum, só andava de roupão pela casa, passando creme no corpo e me massageando pra sumir com os chupões que o Will tinha deixado. Nos dias seguintes, conversava com o Will por telefone, entre conversas normais e putaria que me faziam ficar com tesão e meter o dedo uma vez. Depois que a ligação terminou, eu não aguentava mais, fiquei toda molhada e sem nada na minha buceta. Assim, com o passar dos dias, fui me tornando uma puta promíscua, porque durante toda a semana seguinte à noite de sexo com o Will, nossas ligações viraram sexo telefônico. Com o que o Will me dizia, eu beliscava meus mamilos, enfiava os dedos e gemia no telefone, enquanto ele também ofegava se masturbando. Se vocês estão se perguntando por que o Will não vinha no meu apê me comer, era porque meu filho mais velho veio passar uns dias comigo, já que minha mãe viajou, e também tínhamos combinado que nossos encontros seriam nas noites em que o amigo dele estivesse de porteiro, ou nos dias em que ele vinha fazer manutenção na piscina ou algum serviço pros meus vizinhos. Assim passamos duas semanas com ligações e punhetas virtuais. Eu não aguentava mais o tesão, queria a pica do Will na minha boca ou na minha buceta, e não podia porque o filho da puta do pai dos meus filhos não voltava pra casa, nem pra me comer um pouco, e meu filho passava o tempo todo em casa. Continua.
Era diferente, gostoso, prazeroso, muita dor mas diferente, eu gostava daquela sensação de dor misturada com prazer conforme ele ia enfiando. Comecei a gemer bem alto por causa da sensação de dor, sentia muita vontade de fazer cocô, mas ele disse que era normal, que eu relaxasse. Fui relaxando e o pau dele entrava cada vez mais fundo. Meu cu foi se acostumando com ele, ainda sentia dor e prazer e uma sensação estranha de querer ir ao banheiro e me sentir super cheia, e então aconteceu: ele conseguia entrar e sair livremente de mim. Ele conseguiu ser o primeiro e tenho certeza que o único até agora a estar no meu cuzinho virgem. O maior prazer dele era eu. E ele me tinha à mercê dele, disposta a tudo, deixando ele fazer de tudo comigo.
Ele abriu caminho pelo meu cu e, assim que enfiou até o fundo, começou a me meter como um animal, com uma violência desmedida. Parecia louco de prazer e desejo, abrindo minha bunda uma e outra vez. Entrava e saía com tanta facilidade, e doía tanto quanto me dava prazer. Meus gemidos viraram gritos descontrolados por causa da violência da foda. Não tava nem aí se meu filho ouvia, eu tava adorando ser empalada pelo cu. Me senti uma puta e queria que ele rasgasse minha bunda toda.
começou a tirar de dentro do meu cu e meter na minha buceta, tirava da minha buceta e metia no meu cu e assim por diante, eu tava ficando louca, amava aquilo, tava virando a putinha dele, e eu só recebia o pau dele por onde ele quisesse meter. Ele me comeu tão forte que eu não aguentava mais de dor e implorava pra ele gozar, mas ele continuava metendo do mesmo jeito forte. Tive que implorar pra ele encher meu cu de porra pra ele gozar e inundar toda minha bunda pequenininha com o esperma quente dele. Pelo tamanho do pau dele, cada estocada era uma dor muito forte, mas muito gostosa. Eu gritava de dor, sentia minhas lágrimas escorrendo, enquanto pelas minhas bochechas eu dizia: Não, não... dói, dói, mas não paraaaa, me come, me come. — Sim, putinha?? Tá doendo?? Agora você vai pedir mais. Ele começou o mete e tira, e agora eu gritava, mas de prazer. Com uma mão segurava um peito e com a outra brincava com meu clitóris enquanto ele me dizia... — Mmmm, assim, assim, que gostoso, assim, mamãe, goza pra mim, sente minha pirocaaaa. Agora eu me mexia no pau dele, em círculos, pra fora, pra dentro. — Sim, siiiiiiiiiim, mais, me dá mais, mete fundo,... — Toma, mamãe, toma, assim, assim, minha putinha, asssssssssiiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh
Ele me segurou pela cintura e tirou o pau inteiro do meu cu, deixando um vazio imenso na minha bunda que eu nunca tinha sentido. "Monta você, minha puta divina, agora é sua vez, sempre pelo cu, bebê." O tom dele tinha mudado, mas não a excitação dele nem a minha, então eu montei nele. Peguei o pau dele, apoiei na minha bunda e sentei, deslizando ele rapidamente pra dentro de mim. Meu buraquinho já estava tão dilatado e lubrificado que, apesar do tamanho, entrou feito peixe na água, nadando lá dentro. Ele se deitou na cama e falou: "Dá uns sentões no meu pau." Subi, me coloquei por cima dele e encostei o pau dele, todo molhado, na entrada do meu cu, e comecei a sentar devagarzinho. De novo, o pau dele foi abrindo caminho aos poucos. Comecei a dar sentões devagar, mas ele me pegou pela cintura e começou a controlar a montada rapidinho. Eu sentia o pau dele chegando até o fundo de mim. Me mexia em cima dele, fazendo sair quase completamente e depois entrar de uma só estocada. Ficamos assim um tempo, até que ele me virou de costas pra ele. Minha bunda estava dolorida, mas o transe da excitação era muito mais forte, eu tava adorando a situação. Sentia o suor escorrendo pelo meu peito, rolando entre minhas tetas. Continuava o vai e vem dos meus quadris no púbis dele, enterrando o pau dele em mim com violência. Eu perdia o equilíbrio naquela posição por causa da força das estocadas. Sentia o corpo inteiro dele batendo no meu enquanto os quadris dele pareciam colados na minha bunda. Eu gemia, quase chorava pedindo descanso. Ele, implacável, se agarrava em mim, tirando meu ar, fazendo eu sentir cada centímetro da penetração dele.

Eu tava gritando igual uma puta no cio, subindo e descendo que nem louca, quando de repente a porta abre de uma vez. Na hora virei rápido e vi meu filho parado na porta, olhando fixo pra gente. Nesse momento, tentei sair de cima, mas o Will não deixava, ele continuava extasiado. Fiquei perplexa, sentindo o Will me penetrando, e fiquei paralisada uns segundos enquanto meu filho nos via transando e me vendo ser empalada. Voltei à realidade e falei pro Will que meu filho tava nos vendo. Ele me soltou na hora, eu levantei, tirei o pau dele da minha buceta de uma vez, desci da cama e vesti meu roupão o mais rápido que pude. Peguei ele pela mão e perguntei por que não tava vendo os desenhos. Ele respondeu que tinha me ouvido gritar e veio ver se eu tava bem. Falei que a gente tava brincando de luta, pra ele não se preocupar. Ele respondeu que queria brincar também. Nessa hora, o Will começou a rir e falou: "Agora não dá, campeão, mas vai chegar sua hora de brincar e detonar uma puta igual sua mãe. Já empalei ela toda, e olha que ela é uma gostosa. Depois vai ser sua vez de comer uma puta e fazer ela gritar." Eu olhei feio pro Will, e ele se calou. Meu filho me olhou confuso, e eu falei: "Não é nada." Mas meu filho não é bobo, perguntou por que a gente tava pelado e se eu não tinha me machucado, porque eu tava chorando. Tinha lágrimas no meu rosto por causa da dor da penetração. "A gente tá pelado porque tá muito calor, e eu e ele somos muito amigos, então tem confiança. E eu tava chorando porque ele me fez rir até chorar. Vai ver seus desenhos." Meu filho saiu do quarto, e eu fechei a porta de novo, mas dessa vez com o trinco. Voltei pra cama, e o Will me virou de bruços, com minhas pernas juntas. Minha resistência já tinha ido embora, mas a excitação dos dois não. De bruços na cama, com um travesseiro debaixo da minha barriga, ele me penetrou de novo, dessa vez com uma só enfiada, que me fez gritar. Eu sentia o pau dele me enchendo completamente, agora ainda mais gostoso. peso que caía controlado sobre meu corpo. Minha bunda se abria pra ele a cada investida, sentia o corpo dele nas minhas costas e a respiração ofegante na minha nuca enquanto ele se deliciava me sodomizando. Não podia negar que o prazer pra mim era máximo, mesmo assim, eu acabava silenciosamente me entregando só pelas contrações involuntárias do orgasmo.


Eu gemi e gritei de novo, tava adorando o pau dele dentro de mim, porra. Ele se levantou, saindo do meu corpo, e eu fiquei estirada na cama, toda banhada no suor dele e no meu. Ele pegou um gel lubrificante das coisas dele, abriu minhas nádegas e deixou cair um pouco no meu cu. Na hora eu não entendi, já que tava curtindo o sexo numa boa. Sem falar nada, ele começou a enfiar um dedo, dois, três, fazendo eles vibrarem um pouco e girando. Senti ele me penetrando mais forte, de um jeito que eu nunca tinha sentido antes. Naquela hora, um orgasmo veio violento, e eu senti ele ainda mais dentro de mim, mas diferente, uma sensação dura e fria. Perguntei o que ele tava fazendo, não dava pra ver por causa da posição. Ele me mostrou uma garrafinha de água mineral, que foi girando e enfiando devagar no meu cu até quase entrar toda. Ele mexia, afundava em mim até me fazer gemer, e eu só ligava pro prazer e pro olhar dele. Curtindo essa sensação nova pra mim, curtindo o tesão que dava no meu homem me violar daquele jeito com uma garrafa. Já tava doendo minhas pernas, minha buceta e meu cu, não aguentava mais, caí do lado dele exausta, e a piroca dele ainda tava dura, mesmo depois de tanto tempo nessa putaria. Fechei os olhos enquanto ouvia ele falar. — Você não vai ficar pra trás agora, vamos, vida, me olha. Ele me beijou na boca de leve, enfiou a língua rodeando meus dentes, depois beijou só meus lábios, molhando eles com a língua. Essa suposta violentada tava ficando meiga, pensei rindo. Ele pareceu ler minha mente e respondeu abrindo minhas pernas com os joelhos, levantando minha bunda pra enfiar de novo no meu cu nessa posição, de barriga pra cima. Minha xota sentia os roçados do corpo dele e reagia com choques de prazer. Tentei levar a mão até lá pra tocar meu clitóris, mas meu macho tirou, dizendo que não, que não era a hora. Ela sozinha conseguiu os orgasmos dela, misturados com a potência dos anais. Eu me sentia morrer de Prazer. Nunca perdi o contato visual com meu homem, o olhar dele fixo no meu, a expressão dele, os lábios dele.



Pouco a pouco, senti ele se aproximando do fim. O ritmo acelerado da respiração dele acompanhava as palavras que anunciavam a chegada do orgasmo compartilhado. Senti a essência dele me preenchendo por dentro, acalmando minha putaria como um sedativo mágico no meu cu. Ficamos os dois deitados na cama, um do lado do outro, suados e completamente satisfeitos. Depois disso, só conversamos um pouco sobre como foi bom e como manteríamos o segredo pra poder repetir quantas vezes quiséssemos (como spoiler, posso dizer que foram muitos encontros depois disso). E sobre meu filho, enquanto o Will se vestia, saí primeiro pra ver o que ele tava fazendo, encontrei ele dormindo no sofá, então falei pro Will sair rápido e comer um pouco. O café da manhã foi rápido e normal, toda vez que a gente se olhava, a gente ria, e assim foi até ele terminar de comer. — Tá doendo? — ele perguntou. — Dói um pouco minha bunda e minha barriga, mas eu gosto, gosto muito de você e seu pau é uma delícia. O Will se despediu de mim com um beijo rápido, dizendo que tinha passado a melhor noite da vida dele, e eu respondi algo parecido. Assim que ele saiu do meu apartamento, comecei a limpar a cozinha e lavar a louça sem conseguir parar de lembrar das sessões de sexo intensas. Entrei no banheiro e demorei umas horas me ensaboando e me limpando pra perder o cheiro de sexo que tava saindo de mim. Quando terminei de tomar banho, me olhei no espelho como na noite passada e comecei a rir, pensando que deixei meu lado de dona de casa de lado pra virar uma puta por uma noite. Tava com hematomas na bunda, chupões nos peitos, no pescoço, na barriga, em tudo quanto é lugar. Tava dolorida, o cu e a buceta vermelhos. Naquele dia, não saí do apartamento de jeito nenhum, só andava de roupão pela casa, passando creme no corpo e me massageando pra sumir com os chupões que o Will tinha deixado. Nos dias seguintes, conversava com o Will por telefone, entre conversas normais e putaria que me faziam ficar com tesão e meter o dedo uma vez. Depois que a ligação terminou, eu não aguentava mais, fiquei toda molhada e sem nada na minha buceta. Assim, com o passar dos dias, fui me tornando uma puta promíscua, porque durante toda a semana seguinte à noite de sexo com o Will, nossas ligações viraram sexo telefônico. Com o que o Will me dizia, eu beliscava meus mamilos, enfiava os dedos e gemia no telefone, enquanto ele também ofegava se masturbando. Se vocês estão se perguntando por que o Will não vinha no meu apê me comer, era porque meu filho mais velho veio passar uns dias comigo, já que minha mãe viajou, e também tínhamos combinado que nossos encontros seriam nas noites em que o amigo dele estivesse de porteiro, ou nos dias em que ele vinha fazer manutenção na piscina ou algum serviço pros meus vizinhos. Assim passamos duas semanas com ligações e punhetas virtuais. Eu não aguentava mais o tesão, queria a pica do Will na minha boca ou na minha buceta, e não podia porque o filho da puta do pai dos meus filhos não voltava pra casa, nem pra me comer um pouco, e meu filho passava o tempo todo em casa. Continua.
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