Neste relato começa a história da Lupita, uma colega do ensino médio que me contou como começou no sexo. Depois do meu castigo, só saía pra ir pra escola e voltar pra casa. Hécto, meu policial, rondava minha casa tentando me ver, e também passava pela escola. Como me sentia vigiada, só dava um oi pra ele, até porque ele tava na viatura e não ia ficar bem uma estudante parar pra conversar com um policial — bom, era o que eu achava. Passaram-se vários dias e a gente só se cumprimentava de longe, até que um dia, indo pra escola, eu o cumprimentei e ele me mandou um beijo. Foi embora e uma colega chegou do meu lado e perguntou: "É teu namorado?" Claro que não, respondi. "Pois parece que já tem uns dias que eu vejo você flertando com ele." "Isso é coisa da sua cabeça", respondi, e continuamos andando pra escola. Ela era a Lupita, tava há pouco tempo na escola. A família dela tinha acabado de se mudar pro bairro Enrique Rangel, umas três quadras da escola. Eu morava no Infonavit La Huasteca, um pouco mais longe, umas dez quadras. Antes dessa conversinha, a gente nunca tinha trocado ideia. Depois disso, viramos amigas e conversávamos no intervalo ou quando algum professor faltava. Na saída não dava, porque eu tinha que chegar rápido em casa por causa do castigo. Nessas conversas, a gente falava de tudo: da escola, da família, programas de TV, comida. Lupita morava mais perto da escola do que eu, e começou a me acompanhar até em casa, então a gente conversava ainda mais. Até que um dia ela soltou de supetão: "Teu namorado, o policial, já te comeu?" "Eu? Como assim?" "Nada, só curiosidade", ela disse. "E você, já te comeram?" Ela baixou a cabeça: "Já, sim." "Conta, conta!" "Mas não vai contar pra ninguém, jura?" "Juro", falei. Então ela começou a contar que na outra escola tinha uma galera de moleques que se juntavam do lado de fora, que não eram alunos, e tinha um que se destacava, com uns 16 ou 17 anos. Ela na época tinha 12, indo pra 13, e tinha acabado de entrar no ensino médio. Descrevo ele: moreno, bonitinho. Cara, pernas muito bonitas, peituda de 36D e uma bunda linda e empinada. De uniforme não dava pra notar tanto por causa da saia larga, mas com roupa normal até a calça jeans mais folgada destacava a bunda dela. Ela diz que como nunca tinha tido namorado, começou a gostar do Toño, era assim que ele se chamava, e ele a acompanhava perto da casa dela, que ficava no turno da tarde. E como escurece mais cedo, um dia ele aproveitou e deu um beijo nela. Daí em diante, sem se declarar, viraram namorados, e cada dia ele ficava mais ousado, já não se contentava com beijinhos, agora toda vez que beijava ela enfiava a língua toda e metia a mão na buceta dela e pegava nos peitos. Ela diz: "Claro que eu gostava, mas às vezes a boca dele tinha um gosto estranho, acho que ele tava chapado de maconha." Um dia que ele tava assim, tirou o pau dele e fez ela tocar. Nunca tinha tocado num antes. Depois de um tempo, ele pegou na cabeça dela e falou: "Chupa", mas ela não quis, tinha gente na rua. Ele disse: "Já sei o que te falta", meteu a mão por baixo da saia dela e enfiou dois dedos dentro da buceta dela. Ali foi embora a virgindade dela, porque saiu sangue. Com dor, ele continuava enfiando os dedos, e ela chorando pediu pra parar, mas ele não ligou, só falava: "Só paro quando você chupar ele." Ela disse: "Tá bom, mas aqui não." Ele levou ela pra uma rua mais deserta, com o pau dele pra fora. Sentaram no meio-fio, ela se abaixou e começou a chupar. Tinha um gosto estranho, até que sentiu cheiro de mijo. O pau dele cheirava a mijo, deu nojo. Ele tava segurando o cabelo dela e ela não conseguiu se soltar. Ele movia a cabeça dela pra cima e pra baixo. Depois fez ela levantar e, metendo a mão por baixo da saia, puxou a calcinha dela. Ela tava excitada, mas também assustada, nunca tinha passado por isso. Sempre pensou que a primeira vez dela ia ser algo bonito, com carinho, com amor, numa intimidade, e nada, tava prestes a fazer amor com violência, na rua. E ele, ao ver a calcinha molhada dela, disse: "Tá bem cachorra, bem molhadinha." Em parte era isso, mas era sangue de onde ele meteu os dedos e rompeu ela. Ele falou: "Senta no meu pau." Ele ainda tava sentado. Ela foi. sentando em cima do agarro, minha cintura e eu ia descendo, não teve contemplação, me sentou de uma vez e foi tudo pra dentro, senti muita dor, gritei e tentei levantar, ele não deixou, me abraçou por trás, eu tentei inutilmente, assim ficamos uns 5 minutos, não senti ele gozar, mas ouvi gente andando e falei "meu pai vem vindo", ele me soltou, me desvencilhei e corri, só ouvi ele gritar "amanhã te espero aqui", bom que aquele dia era sexta e só segunda eu voltaria pra aula. Na segunda, ao sair da escola, queria ir escondida, mas o plano deu errado e ele me encontrou, foi abraçado comigo o caminho todo e falava "quero te comer de novo", falei que tava menstruada e ele dizia "então bora naquele cuzão que você tem", "não, se for pra fazer, que seja normal, só deixa terminar". Acho que ele não tava drogado porque me deixou ir, naquela semana não rolou nada, só me beijava e me apalpava, claro que me esquentava, só as mãos dele já me deixavam com tesão, ele tinha percebido que eu adoro quando pegam na minha bunda, como apertavam e mais ainda quando metia a mão no meio delas. Na semana seguinte, ele me levou pra uma casa vazia, um amigo dele foi com a gente, a casa não tinha porta nem janela, entramos nós três e ele falou "você fica entre o segundo e o terceiro quarto, daqui dá pra ver se alguém vai entrar, se vier alguém, assobia, a gente vai pro fundo". Chegamos no último quarto e ele começou a me apalpar, foi direto pra minha bunda, depois meteu uma mão dentro da minha calcinha no meio das nádegas e a outra também dentro da calcinha enfiando dedos na minha buceta, eu me contorcia pra todo lado, ele disse "levanta sua saia até a cintura e segura ali". Agora sim, tava bem molhadinha com meus próprios sucos, ele molhava os dedos e enfiava nos dois buracos, eu tava gemendo, ele tirou o pau pra fora, não falou nada, eu sozinha me abaixei pra chupar, e lá estava o amigo dele também com o pau de fora se masturbando vendo eu chupar o amigo, fiz sinal pro Toño e ele disse "deixa ele ver o que é bom e aprender". Ela soltou uma risada, pela primeira vez eu tava gostando de chupar uma pica, não sabia se tava fazendo certo ou errado, mas adorei fazer aquilo. Ela tirou da minha boca, me levantou, me levou pra um canto do que seria a cozinha da casa e meteu de novo. Agora sim, não doeu tanto, sentia gostoso cada enfiada de pica, ainda mais porque ela separava minhas nádegas com os polegares, bem perto do meu cu, tava me excitando. Ela diz: "Você devia ver como é gostoso daqui, vendo como você chupa meu pau. Ajoelha e se apoia na parede." Eu fiz isso, ela também se ajoelhou atrás de mim e continuou comendo minha bucetinha. Pela primeira vez gozei, senti meus fluidos escorrendo. Falei pra ela: "Quando terminar, goza fora." Daí a pouco ela levantou, me virou de frente e depositou o esperma na minha cara e no meu cabelo, até na parede respingou, gozou muito. Virei e o amigo dela também tava gozando. Toño falou: "Limpa com a língua." Eu, bem obediente, fiz isso. O amigo dele perguntou: "Pode me limpar também?" Toño me olhou e disse: "Quer?" Respondi: "Sim, por que não?" E fiquei limpando os dois. "Você gostaria de ficar com os dois?" Respondi: "Sou sua namorada, você decide." Toño respondeu: "Sim, mas hoje não. Tá ficando tarde e você tem que ir." Quando me levavam pra casa, o amigo, que depois descobri que se chamava Manuel, falou: "Parece com a mãe dela." Toño olhou pra ele como quem diz "já era", então eu encarei perguntando por que ele disse aquilo. Toño falou: "Cara, não sabe o que tá dizendo." Falei pra Toño: "Por acaso você comeu minha mãe?" Ele disse: "Não, claro que não. Olha, já vimos sua mãe transando, mas nós não." Falei: "Por favor, me conta." "Tem certeza que quer saber?" "Sim, quero." "Beleza, vou te contar. Você aguenta?" "Sim, já falei." "Bom, um dia fui te procurar, mas não ia bater na porta da sua casa, então levei o Manuel pra me ajudar a pular o muro da sua casa e também pra me dar cobertura com seu irmão, caso ele enchesse o saco. Quantos irmãos você tem?" Respondi: "Um." "Estuda na universidade?" "Sim." "Eu sabia que era só um. E seu pai?" "Não, eles se divorciaram há muito tempo, quando eu tinha uns 4 anos." "Por quê?" "Bom, isso é outra história... Nós demos uma volta pela casa e, como eu não sabia qual era o teu quarto, começamos a espiar pelas janelas e vimos a tua mãe pelada. Ela é bem gostosa, quantos anos ela tem? 36, e meu irmão 18. Ela teve ele com 17 e eu com 24. E daí? Porque você viu ela se despir, é por isso? Os dois caíram na risada, e eu fiquei ainda mais curioso. Toño me disse: "Claro que o olho comeu bem, mas isso foi só o começo." "Me conta o que aconteceu", respondi. "Então, a gente tava nessa quando ouvimos ela conversando com alguém. Eram dois caras jovens, um se aproximou pela frente e o outro por trás, abraçaram ela e começaram a beijar ela toda, até que ela caiu de joelhos no meio deles e começou a chupar a rola de um. Um tinha a pica bem grande, o outro nem tanto. Levaram ela pra cama, colocaram ela de quatro, e enquanto um metia nela, o outro recebia um boquete foda. Depois de um tempo, trocaram de posição. Sério, tua mãe gemia bem gostoso a cada metida, ela rebolava, gritava, fazia umas caras bem safadas e dizia que era a putinha deles, que adorava rola. E eu acho que sim, porque depois fizeram uma dupla penetração." "Como é isso?", perguntei. "Um meteu na buceta e outro no cu ao mesmo tempo." Eu só falei: "Não imaginava que dava pra fazer isso." Na minha mente, tentava imaginar, mas a conversa já tinha me deixado muito excitado. "E aí, o que aconteceu?" "Bom, aí o Manuel fez barulho e a gente não viu mais nada. Sem fazer barulho, vazamos, foda-se." "Mmm", eu fiz, como quem tá decepcionado. A gente se despediu e eles foram embora.
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