Minhas Aventuras 2

Olá de novo. No relato anterior, contei como perdi minha virgindade nas mãos (ou melhor, na pica do meu primeiro namorado). Ficamos assim por uns meses, ele me comia toda semana, mas eu queria mais. Ele me chamava pra ir na casa dele, mas eu nunca aceitava porque sempre tinha gente lá. A gente ia pro mesmo mato nos sábados, já que eu falava em casa que ia pra bailes. Até que um dia eu tava chupando ele e, na empolgação, a gente nem percebeu e a polícia nos pegou. A gente sempre ficava de olho quando ouvia algum carro, mas eles chegaram a pé. Levantei ainda com fios de porra na boca. Eles disseram que iam nos levar pra delegacia, eu me caguei de medo e comecei a chorar. Pediram dinheiro pra ele, e ele respondeu bem tranquilo que se tivesse grana, teria me levado pra um hotel. Aí perguntaram como ele ia fazer, ele pediu permissão pra ir em casa ver quanto conseguia. Pediram um valor, e ele falou: "já volto". Eles riram e disseram: "Vamos, é muita gente. Ela fica aqui ou a gente leva vocês dois pra sua casa, ou pra delegacia, ou esperamos aqui, mas ela fica." "Tá bom, já volto." "Onde você mora?" Ele respondeu: "No centro." Como a gente tava na periferia, ele disse: "Demoro uns 30 minutos." "A gente espera aqui." Ele foi, e eu fiquei com eles. Eles falavam: "Que mina gostosa do caralho, o que seus pais vão dizer?" Eu não parava de chorar. Um deles chegou perto e disse: "Nossa, você parece uma delícia chupando pica. A gente já tinha te visto outra vez, mas não quis agir." Eu pedia pra ele me deixar ir. "Quer ir? E o que você dá em troca?" Falei: "O que você quiser." Ele sorriu, abaixou o zíper da calça e puxou a pica pra fora. Quando vi, me assustei: uma pica enorme e grossa, nunca tinha visto uma assim. Ele começou a bater uma e ela cresceu mais. Chegou perto de mim, me pegou pela cabeça e me ajoelhou. Eu já sabia o que vinha. Só abri a boca e, esticando a língua, comecei a lamber. Naquele momento, eu já tava com tesão e queria provar aquele pedaço de carne balançando na minha frente. Chupei ela e enfiei a cabeça inteira, não cabia. Do grosso, ele me agarrou pela cabeça e meteu o mais fundo que conseguiu. Eu sentia que estava me afogando, porque chegava até a campainha da minha garganta. De repente, ele enfiou tudo, acho que empurrou a campainha e passou pra minha garganta. Começou a meter mais e tirava um pouco, tava me comendo pela boca. Eu falava pro outro policial: "Olha, faz barulho de pato", era pelo som da minha garganta, eu tava engasgada de pau. O outro policial ficou atrás de mim, levantou minha saia, enfiou a mão na minha buceta, sentiu minha calcinha molhada e me perguntou: "Seu namorado já te comeu?" Falei que não, e ele: "Então por que você tá tão molhada?" "Não sei", respondi. "É que eu quero chupar sua buceta e não quero provar porra dos outros." Os dois riram, e abaixando minha calcinha, ele enfiou a língua. Levantou a cabeça e, rindo, falou pro outro: "Tem um gostinho bom, os suquinhos dela." E meteu a língua de novo, enquanto eu gozava com o pau do outro. Aí o que tava me chupando fez um comentário que me deixou gelada: "Seu primo tinha razão, essa gostosa é uma puta." O outro respondeu: "Verdade, é sim." Nisso, ele encheu minha boca de porra, como eu não esperava, e tava até a garganta. Engoli tudo, até porque ele me segurava bem pela cabeça. Então o que tava me chupando desabotoou a calça, se levantou e colocou o pau na minha cara: "Agora sou eu." Comecei a chupar ele, enquanto o outro se ajoelhou atrás de mim e procurou meu cu. Pensei: "Vai me destruir." Comecei a chorar e implorar pra ele não meter ali. Aí ele buscou minha buceta, tava quase enfiando, quando ouviu o barulho de um carro. Eles se levantaram, e eu aproveitei pra puxar minha calcinha e sair correndo. Pensei que iam me seguir, mas não. Enquanto ia, lembrei que meu namorado tinha me contado que tinha um parente que era policial. Aí caiu a ficha: tinha certeza que ele armou tudo. Cheguei em casa sem reparar como tava. Quando entrei, só minha mãe tava na sala. Ia correr pro meu quarto, mas ela me parou, me sentou no sofá e disse: "Quero falar com você." Tão idiota, pensei que já tinham ido. Os policiais, mas não sabiam onde eu morava, só meu namorado. Minha mãe me disse: "Você tá se cuidando pra não engravidar?" Eu perguntei: "Por que você diz isso?" Ela respondeu: "Porque olha como você vem, com o sutiã desajustado, mostrando os bicos, a blusa manchada de porra, a saia com grama." Eu falei que vinha correndo e caí, e "que porra? Não sei o que é isso." Ela respondeu: "Não se faz de sonsa, garota. Eu lavo sua roupa e várias vezes sua saia, sua blusa e até sua calcinha vêm com porra, ou seja, gozo de homem. Você sabe o que faz, só peço que se cuide, porque se aparecer grávida, até esse momento você mora aqui." Eu ia rebater, porque sabia que ela dava chifre no meu pai (essa é outra história que conto depois), mas preferi calar a boca e fui pro meu quarto. Naquela noite, não consegui dormir pensando no que aconteceu, mas ainda tava com tesão, principalmente lembrando da pica do policial. Pena que só senti um pouquinho. Na minha cama, fiquei pensando: queria que ele tivesse enfiado tudo. Nunca mais transei com meu namorado.

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