Primeira vez:
Já faziam 5 dias desde que chupei um pau pela primeira vez. O gosto e a textura viscosa do sêmen ainda estavam na minha boca, me deixando molhada.
Pensar de novo em quanto gozaram em cima de mim me deixava tão completa... No final, fiquei nos banheiros até minha boca doer. Limpar o sêmen de desconhecidos foi complicado. No começo usei um pouco do papel que a senhora da entrada me deu, mas acabei chupando tudo, pegando com os dedos.
Não percebi o tempo passar, e quando saí já estava totalmente escuro. Caminhei com um pouco de cuidado, mas acabei pedindo um Uber.
O cheiro de sêmen era forte demais, tanto que o motorista percebeu, mas não disse nada. Cheguei em casa sem problemas.
Entrei na banheira e, deitada, senti o cheiro da saia que ainda guardava o aroma de todo o sêmen que escorreu pelas minhas costas. Eu queria mais paus.
Minha virilha estava tão encharcada que não pude evitar apertar as pernas e tocar meu clitóris com um dedo, imaginando como alguns caras poderiam me foder.
— Quero voltar amanhã...
Mas e se eu tentasse experimentar outro lugar?
Onde tem mais lugares assim?
Onde quero perder a virgindade?
Onde for — disse uma vozinha na minha cabeça, a mesma que ouvi durante o boquete no velho.
Acabei passando a noite pesquisando alguns lugares no Google e no Google Maps para virar a putinha de alguém.
Encontrei alguns cinemas pornô, mais banheiros públicos, cabines e saunas.
Nos cinemas, só me deixavam entrar na seção de casais; nos banheiros públicos, eu já tinha ido; as cabines me chamavam a atenção, e nas saunas diziam que tinha herpes.
— Quero ir ao cinema...
Não me deixariam entrar na seção masculina... Talvez uma maquiagem e roupas largas...?
Não... E se eu tentasse?
Não...
Cabines. Quero ir nas cabines. Quero deixar as prostitutas de lá com ciúmes...
Só um vestido cinza... E se eu usar um biquíni tão pervertido que eles não tenham escolha a não ser me violentar?
Sim...
Acabei dormindo com os dedos dentro da minha buceta.
Não consegui gozar, queria guardar isso para quando algum desconhecido me maculasse. Com meu vestido cinza, decidi passar rapidinho por um shopping.
Comprei dois biquínis.
Então, de biquíni azul e vestido cinza, saí do meu apartamento e fui em direção ao centro da cidade. Aparentemente, naquela área havia vários lugares parecidos com o banheiro público, e o horário de pico era depois das 6 da tarde — nada surpreendente, já que a maioria dos trabalhadores devia estar saindo nessa hora.
A ideia era simplesmente pagar minha entrada e deixar rolar o que eu queria que acontecesse.
No entanto, enquanto caminhava pela avenida, encontrei um corredor enorme, com várias lojinhas e, no fundo, uma cortininha. Minhas pernas, mesmo fracas, conseguiram me levar pela pequena praça. Entre os diversos locais, dava pra ver pôsteres promovendo filmes pornô antigos. Cheirava a mofo e, embora alguns homens interessados no meu corpo passassem ao meu lado, me olhando com desejo, não passava de um olhar. Eles se aproximavam de uma janelinha, deixavam dinheiro ali e, em troca, recebiam um bilhete, mostrando-o para um guarda que ficava em pé ao lado da entrada.
Depois que a janelinha esvaziou, decidi me aproximar. Havia algumas placas tapando a visão da janela: o preço e as regras do lugar — proibida a entrada de menores, mulheres e atos indecentes nas imediações.
Mas na internet diziam outras coisas…
Tirei o dinheiro da pequena pulseira com porta-moedas que eu usava, e a pessoa na janelinha me disse:
— Não é permitida a entrada de mulheres.
— Sou trans… — respondi, fazendo a voz o mais grossa que consegui.
Ouviu-se um suspiro atrás da janelinha, e o bilhete saiu pelo buraco de qualquer jeito. O guarda só coçou o nariz enquanto eu passava por ele, evitando olhar na minha cara.
Depois de passar pelas cortinas pesadas, um cheiro forte de cloro, suor e sêmen encheu meu nariz. A escuridão só era quebrada pelo filme projetado — um par de garotas chupando um pau bem grande. Não dava pra ver o rosto de quem estava comigo na sala, mas conseguia ver suas silhuetas, algumas… sentadas, outras se masturbando, outras oferecendo sexo oral e, num canto, havia uma fila da qual eu só conseguia ouvir os gemidos fortes de outros homens.
Havia alguns homens rondando a área, e vários assentos vazios. Por quê?
Decidi me sentar. O tecido do assento era duro e, mesmo com a luz tão baixa, consegui ver as manchas pretas que não foram limpas.
O filme não me provocava nada, mas os gemidos dos outros frequentadores me faziam apertar as pernas.
Ao meu lado parou um senhor de aproximadamente 40 anos. Ele tocou meu ombro, sorriu e abaixou o zíper da calça. Puxou o membro para fora na minha frente e começou a se masturbar ao meu lado. Só pude olhar atônita, balancei a cabeça e olhei ao redor. Era isso que faziam os que rondavam a área... Procuravam com quem...
"Não quer?" ele perguntou, notando que eu não fazia nada.
Assenti com a cabeça e o peguei com uma mão para levá-lo à minha boca. Sua mão acariciava minhas bochechas até deslizar para meus seios.
Alguém mais se aproximou. De nós.
Um idoso, provavelmente de 60 anos, sentou ao nosso lado e começou a acariciar meus seios enquanto tocava minhas pernas e começava a subir por elas. Eu estava concentrada em chupar o meu primeiro amigo de cinema, então não pude notar completamente o olhar que eles trocavam. Senti o idoso se ajoelhar na minha frente, sua barba por fazer arranhava o interior das minhas coxas, mas não me desagradava.
O que eu estava chupando se concentrava em apertar meus seios.
Senti a língua do velho acariciando desajeitadamente meus lábios inferiores, mas, por ser uma sensação tão nova, só consegui apertar as pernas, segurar sua cabeça e levar o pau do cara mais para dentro da minha garganta.
Engasguei com ele e, na minha garganta, me senti enojada pela sensação viscosa, mas a sensação na minha virilha não parava de ser tão boa que só tive que engolir meu nojo.
"Vamos te foder, sua puta suja", disse o senhor que eu estava chupando. A isso Você veio, dá pra perceber.
Assenti nervosa. Agachei a cabeça e olhei para o velho, coberto pelo vestido, sentindo sua língua ir de cima a baixo enquanto só conseguia sentir as mãos do meu amigo de cinema me agarrando pela cintura, me levantando e me colocando sobre o assento desmantelado daquela sala de cinema suja. Senti seu pênis úmido entre minhas nádegas e vi o velho se levantar na minha frente, estava desabotoçando a calça, consegui morder meus lábios enquanto meu olhar se desviava para o filme. Dois homens entrando em uma única mulher.
Era eu nesse momento.
Entrou de uma vez, senti uma dor aguda e só consegui abafar um gemido, o velho aproveitou para enfiar seu pau na minha boca, ia e vinha. O cheiro de suor e a sensação de movimento me sobrecarregavam e me faziam sentir completa.
Essa era a vida que eu sempre quis.
A dor, o prazer, a obscenidade.
O homem se movia e a cada vez eu sentia mais força nas suas metidas. Mordi sem querer o pau do velho, que só puxou meu cabelo em retaliação, mesmo assim era bom.
Senti o homem sair e antes que eu percebesse já havia outro segurando meu quadril.
Já faziam 5 dias desde que chupei um pau pela primeira vez. O gosto e a textura viscosa do sêmen ainda estavam na minha boca, me deixando molhada.
Pensar de novo em quanto gozaram em cima de mim me deixava tão completa... No final, fiquei nos banheiros até minha boca doer. Limpar o sêmen de desconhecidos foi complicado. No começo usei um pouco do papel que a senhora da entrada me deu, mas acabei chupando tudo, pegando com os dedos.
Não percebi o tempo passar, e quando saí já estava totalmente escuro. Caminhei com um pouco de cuidado, mas acabei pedindo um Uber.
O cheiro de sêmen era forte demais, tanto que o motorista percebeu, mas não disse nada. Cheguei em casa sem problemas.
Entrei na banheira e, deitada, senti o cheiro da saia que ainda guardava o aroma de todo o sêmen que escorreu pelas minhas costas. Eu queria mais paus.
Minha virilha estava tão encharcada que não pude evitar apertar as pernas e tocar meu clitóris com um dedo, imaginando como alguns caras poderiam me foder.
— Quero voltar amanhã...
Mas e se eu tentasse experimentar outro lugar?
Onde tem mais lugares assim?
Onde quero perder a virgindade?
Onde for — disse uma vozinha na minha cabeça, a mesma que ouvi durante o boquete no velho.
Acabei passando a noite pesquisando alguns lugares no Google e no Google Maps para virar a putinha de alguém.
Encontrei alguns cinemas pornô, mais banheiros públicos, cabines e saunas.
Nos cinemas, só me deixavam entrar na seção de casais; nos banheiros públicos, eu já tinha ido; as cabines me chamavam a atenção, e nas saunas diziam que tinha herpes.
— Quero ir ao cinema...
Não me deixariam entrar na seção masculina... Talvez uma maquiagem e roupas largas...?
Não... E se eu tentasse?
Não...
Cabines. Quero ir nas cabines. Quero deixar as prostitutas de lá com ciúmes...
Só um vestido cinza... E se eu usar um biquíni tão pervertido que eles não tenham escolha a não ser me violentar?
Sim...
Acabei dormindo com os dedos dentro da minha buceta.
Não consegui gozar, queria guardar isso para quando algum desconhecido me maculasse. Com meu vestido cinza, decidi passar rapidinho por um shopping.
Comprei dois biquínis.
Então, de biquíni azul e vestido cinza, saí do meu apartamento e fui em direção ao centro da cidade. Aparentemente, naquela área havia vários lugares parecidos com o banheiro público, e o horário de pico era depois das 6 da tarde — nada surpreendente, já que a maioria dos trabalhadores devia estar saindo nessa hora. A ideia era simplesmente pagar minha entrada e deixar rolar o que eu queria que acontecesse.
No entanto, enquanto caminhava pela avenida, encontrei um corredor enorme, com várias lojinhas e, no fundo, uma cortininha. Minhas pernas, mesmo fracas, conseguiram me levar pela pequena praça. Entre os diversos locais, dava pra ver pôsteres promovendo filmes pornô antigos. Cheirava a mofo e, embora alguns homens interessados no meu corpo passassem ao meu lado, me olhando com desejo, não passava de um olhar. Eles se aproximavam de uma janelinha, deixavam dinheiro ali e, em troca, recebiam um bilhete, mostrando-o para um guarda que ficava em pé ao lado da entrada.
Depois que a janelinha esvaziou, decidi me aproximar. Havia algumas placas tapando a visão da janela: o preço e as regras do lugar — proibida a entrada de menores, mulheres e atos indecentes nas imediações.
Mas na internet diziam outras coisas…
Tirei o dinheiro da pequena pulseira com porta-moedas que eu usava, e a pessoa na janelinha me disse:
— Não é permitida a entrada de mulheres.
— Sou trans… — respondi, fazendo a voz o mais grossa que consegui.
Ouviu-se um suspiro atrás da janelinha, e o bilhete saiu pelo buraco de qualquer jeito. O guarda só coçou o nariz enquanto eu passava por ele, evitando olhar na minha cara.
Depois de passar pelas cortinas pesadas, um cheiro forte de cloro, suor e sêmen encheu meu nariz. A escuridão só era quebrada pelo filme projetado — um par de garotas chupando um pau bem grande. Não dava pra ver o rosto de quem estava comigo na sala, mas conseguia ver suas silhuetas, algumas… sentadas, outras se masturbando, outras oferecendo sexo oral e, num canto, havia uma fila da qual eu só conseguia ouvir os gemidos fortes de outros homens.
Havia alguns homens rondando a área, e vários assentos vazios. Por quê?
Decidi me sentar. O tecido do assento era duro e, mesmo com a luz tão baixa, consegui ver as manchas pretas que não foram limpas.
O filme não me provocava nada, mas os gemidos dos outros frequentadores me faziam apertar as pernas.
Ao meu lado parou um senhor de aproximadamente 40 anos. Ele tocou meu ombro, sorriu e abaixou o zíper da calça. Puxou o membro para fora na minha frente e começou a se masturbar ao meu lado. Só pude olhar atônita, balancei a cabeça e olhei ao redor. Era isso que faziam os que rondavam a área... Procuravam com quem...
"Não quer?" ele perguntou, notando que eu não fazia nada.
Assenti com a cabeça e o peguei com uma mão para levá-lo à minha boca. Sua mão acariciava minhas bochechas até deslizar para meus seios.
Alguém mais se aproximou. De nós.
Um idoso, provavelmente de 60 anos, sentou ao nosso lado e começou a acariciar meus seios enquanto tocava minhas pernas e começava a subir por elas. Eu estava concentrada em chupar o meu primeiro amigo de cinema, então não pude notar completamente o olhar que eles trocavam. Senti o idoso se ajoelhar na minha frente, sua barba por fazer arranhava o interior das minhas coxas, mas não me desagradava.
O que eu estava chupando se concentrava em apertar meus seios.
Senti a língua do velho acariciando desajeitadamente meus lábios inferiores, mas, por ser uma sensação tão nova, só consegui apertar as pernas, segurar sua cabeça e levar o pau do cara mais para dentro da minha garganta.
Engasguei com ele e, na minha garganta, me senti enojada pela sensação viscosa, mas a sensação na minha virilha não parava de ser tão boa que só tive que engolir meu nojo.
"Vamos te foder, sua puta suja", disse o senhor que eu estava chupando. A isso Você veio, dá pra perceber.
Assenti nervosa. Agachei a cabeça e olhei para o velho, coberto pelo vestido, sentindo sua língua ir de cima a baixo enquanto só conseguia sentir as mãos do meu amigo de cinema me agarrando pela cintura, me levantando e me colocando sobre o assento desmantelado daquela sala de cinema suja. Senti seu pênis úmido entre minhas nádegas e vi o velho se levantar na minha frente, estava desabotoçando a calça, consegui morder meus lábios enquanto meu olhar se desviava para o filme. Dois homens entrando em uma única mulher.
Era eu nesse momento.
Entrou de uma vez, senti uma dor aguda e só consegui abafar um gemido, o velho aproveitou para enfiar seu pau na minha boca, ia e vinha. O cheiro de suor e a sensação de movimento me sobrecarregavam e me faziam sentir completa.
Essa era a vida que eu sempre quis.
A dor, o prazer, a obscenidade.
O homem se movia e a cada vez eu sentia mais força nas suas metidas. Mordi sem querer o pau do velho, que só puxou meu cabelo em retaliação, mesmo assim era bom.
Senti o homem sair e antes que eu percebesse já havia outro segurando meu quadril.
2 comentários - Sou Aiko 2