Sua mãe é uma Gostosa 2

Já sabendo que a mãe do meu amigo não só queria algo comigo, mas também me tratava como se eu fosse o putinho dela — ou pelo menos foi o que ela me fez sentir —, parei de me preocupar tanto em inventar desculpas pra ir na casa dela. No começo, claro, eu falava aquelas coisas tipo "ei, sua mãe nos convidou pra comer" ou "vamos passar em tal lugar e de quebra você cumprimenta sua mãe", e até que tava funcionando, porque o Luis, meu amigo, já tava começando a desconfiar que algo estranho rolava. Essa história de ir na casa dela praticamente sem motivo, e a mãe dele mandar ele sair direto enquanto eu ficava sozinho com ela, era meio óbvia demais.

Mas a mãe do Luis deu um jeito nisso. Como já contei em outra história, eu tava estudando pra ser professor, e isso vinha desde a escola, então eu era muito bom nas matérias. Tanto que outros alunos me pediam ajuda ou até me pagavam pra fazer os trabalhos deles. Quando passei pra uma fase mais avançada, decidi transformar isso num negócio: cobrava dos colegas pelas explicações, mas depois foi crescendo e acabei fazendo trabalhos e textos pra uns universitários ou adultos que estudavam em curso acelerado. Enfim, a mãe do Luis aproveitou isso e fez com que o filho de uma das sobrinhas dela fosse pra casa dela nas tardes. Ela explicou pro filho que queria que eu desse aulas particulares pro menino. Com isso, o Luis não me acompanhava mais, porque eu ia "trabalhar" — só que ele não sabia que eu ia, na verdade, trabalhar a mãe dele.

É verdade que o menino aparecia, mas ela deixava ele num quarto vendo TV, e até um dia a sobrinha veio buscá-lo mais cedo, e ele ficou só o tempo suficiente pra, se o Luis aparecesse, não desconfiar de nada. Quando eu ficava sozinho com ela, virou rotina eu chegar, beijá-la, e na hora ela se deitava na cama de pernas abertas, me chamando com os dedos pra chupar toda aquela buceta dela. E vou ser bem sincero... Honesto. Essa história de ser o putinho pessoal de uma mulher não me agrada, mas aquela senhora era tão gostosa que valia totalmente a pena, então eu não reclamava e, como um bom menino, ia e me agarrava nas coxas dela pra lamber e chupar de tudo. Até ela ter um orgasmo ou se sentir satisfeita, eu não soltava ela nem um pouco. Pode ser que eu fosse mais novo, mas nunca perdoei uma buceta. Fazia aquela mulher gritar e se agarrar no meu cabelo, e isso me excitava ainda mais. Os sucos dela eram meio ácidos, mas cheiravam bem e eram muito gostosos. E pra ser uma mulher da idade que tinha e com um filho, ela tinha uma buceta muito bonitinha. Assim que ela gozasse na minha boca ou ficasse satisfeita, ela me fazia deitar de barriga pra cima na cama dela, colocava a calcinha dela no meu rosto como se fosse uma máscara e me batia de vez em quando com tapas na cara ou me arranhava o peito. Foi tanto assim que uma vez minha namorada me perguntou por que eu estava tão arranhado, e eu tive que dizer que foi porque minha gata deitou no meu peito e começou a me arranhar, e sem perceber me deixou todo marcado. Como eu realmente tinha uma gata e ela era bem violenta, minha namorada acreditou fácil. Mas claro, a verdade é que a mãe do meu amigo Luís montava no meu pau como se fosse uma cavalgada ou uma daquelas coisas que você monta no bicho até ele te derrubar, só que eu não queria derrubar ela. Ela sempre se agarrava com força e mexia os quadris de um jeito tão gostoso que no começo me fez gozar muito rápido, mas quando comecei a me acostumar com ela, era ela quem gemia e tremia várias vezes antes de eu gozar. Depois que ela ficava feliz de ter me montado, então, segundo ela, me dava minha recompensa, que era continuar comendo ela, mas dessa vez eu escolhia a posição. Eu normalmente alternava as posições, mas a que eu sabia que ela amava e que, pela minha experiência, as mulheres mais amam é de quatro, como preferir chamar. Mas antes de comer ela, eu gostava de lembrar que eu era o Homem e ela, a mulher. Então eu torturava ela com açoites, palmadas e também deixava ela marcada do mesmo jeito. E foi tão forte que um dia ela me disse que o namorado dela (porque ela tinha namorado, pelo visto...) tinha brigado com ela ao ver como ela estava com as costas e a bunda machucadas de arranhões e chicotadas, e que os peitos dela estavam cheios de chupões e mordidas. Depois da tortura, eu dava uma trepada tão gostosa nela que ela quase sempre gozava umas 5 ou 6 vezes (sei que parece exagero, mas é a mesma coisa que faço com minha esposa e, sinceramente, quase nunca faço ela gozar menos que isso). No fim da sessão de "trabalho", ela me dava um prêmio a mais com um boquete de garganta profunda até espremer bem a minha pica, e depois ela ficava na roupa de casa, tipo pijama — o pijama mais chamativo que ela tivesse — e eu ia embora pra casa. Peguei um certo tesão em escrever pra ele assim que saía, pro meu amigo que já estava saindo do trabalho na casa da mãe dele.

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