Instructor de GYM 1

Há vários anos, um amigo me disse que o jeito mais fácil de transar com todo tipo de mulher era sendo instrutor de academia. Não acreditei muito, porque todo mundo já viu aquele instrutor babaca dando em cima das minas que geralmente nem ligam, mas, pô, não custava tentar.

Muita gente acha que os instrutores são uns crânios, mas não, na maioria das academias é só você estar em forma e ter um conhecimento básico. Além disso, fiz uma proposta: ajudar de sexta a domingo em troca de não pagar a mensalidade e ganhar uma garrafa de água por dia. Saía muito mais barato pra eles do que pagar um salário, então toparam.

Por mais absurdo que pareça, a camiseta com a palavra "trainer" parece fazer mágica. Várias minas (e caras também, mas isso não vem ao caso) vinham pedir ajuda, e uma boa parte delas ficava toda putinha. E não, eu não tava interpretando errado, porque elas esfregavam a bunda na minha perna, no meu pau, passavam a mão por cima do meu volume, e não entendo por que agem assim com o instrutor. Não sei se tem algum fetiche estranho na vida das garotas de dar mole pro instrutor, pro professor, sei lá, mas eu tava adorando.

Marissa, uma loira magrinha e gostosa, foi meu primeiro alvo. O tipo de mina que entra na academia um mês antes de ir pra praia pra ver se consegue dar um jeito na bunda e nas pernas. Dediquei toda minha atenção pra ela, sem discrição nenhuma. Fazia "treinos personalizados" que na verdade eu tirava da internet, e se você já foi em academia, sabe que os primeiros resultados aparecem rápido. Meu plano tava funcionando perfeitamente.

Uns dias antes de Marissa ir pra praia mostrar o corpão novo, ela disse que ia comprar biquínis. Falei que podia acompanhar pra ver qual ficava melhor nela e que talvez até bancasse alguns. Ela, achando que tava me manipulando... Talvez, aceito. Fomos comprar uns num shopping e eu disse que podíamos ir pra minha casa pra ela me mostrar.

Ela entrou no banheiro pra se trocar e saiu pra me mostrar o primeiro, o segundo, e quando entrou pra vestir o terceiro, eu entrei no banheiro com ela. Ela já estava de tanguinha e ia fechar o top quando eu, já com a pica pra fora, me encostei nas costas dela e comecei a beijar o pescoço enquanto pegava nos peitos dela. Desci a mão pra acariciar a buceta dela, ali mesmo, na pia, na frente do espelho, puxei a tanguinha pro lado e comecei a penetrar ela sem camisinha. Não tava tão molhada ainda, e roçava quando eu tentava meter. Usei a cabeça da pica pra acariciar a buceta dela e, quando senti que tava mais molhadinha, penetrei devagar. Assim que minha pica entrou quase toda, comi ela com muita força e velocidade. Aquela putinha magra parecia que ia se desmontar com a trepada violenta. Fomos pra sala e continuamos transando no sofá. Sentei e ela se ajoelhou na minha frente pra chupar minha pica. Levantei as pernas e lá estava ela, lambendo desde o meu cu até as bolas e das bolas até a ponta da minha pica, pra engolir o que cabia antes de se engasgar. Brincamos com várias posições no sofá até eu gozar. Gozei no meu corpo e puxei a cara dela contra minha barriga pra ela limpar meu leite com a boquinha dela. Quando ela engoliu tudo, beijei ela e começamos as preliminares pra uma segunda rodada.

Desde aquele dia até ela viajar de férias, continuamos transando na minha casa depois do treino, mas nessas duas semanas que ela ficou de férias, eu já tava começando a tramar meu plano pra próxima putinha.Instructor de GYM 1


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