Essa história começou quando eu tinha 12 e minha prima Maria tinha 14-15 anos. Ela é baixinha, uns 1,55m, pele bem branca e cabelo preto como carvão, que batia quase no rabo de tão comprido. Ela é magra, mas não demais, e os peitos dela são tamanho normal, não são gigantes nem perfeitos, mas o que se destacava mesmo eram os bicos dos peitos, perfeitos, e a bunda grande que ela tem. Ela veio pra Málaga de férias (ela é de Madrid) com a família dela, e aí a gente começou a ter muito mais contato e intimidade. Durante esses dias, a gente não se desgrudava um do outro quase nunca, a ponto de ficar se provocando o dia inteiro. O melhor era quando a gente falava de sexo, algo que a gente quase não via naquela época. Ninguém fez nada até o último dia, quando ela tava indo embora. Na despedida, sem ninguém por perto, eu criei coragem e a gente se beijou. Primeiro foi um selinho, com muito medo da reação dela, e depois de uma pausa curta, a gente se pegou de língua com uma paixão e um tesão dignos do clima de sacanagem da situação. Bem na hora que a gente parou, a mãe dela apareceu, e a gente não fez mais nada. Ela só foi embora, e a gente nunca mais tocou no assunto naquele momento.
Passaram uns 4 anos (eu tinha 15 e ela 17) até ela voltar de férias de novo. Óbvio que fui ver ela. Naquela época, eu morava só com a minha mãe, mas ela nunca tava em casa. Fiquei com Maria numa boa, colocando o papo em dia sobre tudo, mas sem mencionar nada do que tinha rolado. Até que no fim da tarde/noite, ela tocou no assunto, e eu fiquei todo sem graça. Ela começou a contar as experiências sexuais dela e perguntou das minhas. Eu só tinha transado uma vez, a mina gozou e me deixou na mão. Aí ela começou a contar, enquanto eu perguntava:
Eu: "Supondo que você também não é mais virgem, né, prima?"
Maria: "Hahaha, óbvio que não, primo. Tenho namorado lá em Madrid, só que ele não pôde vir porque na casa da vovó ele não poderia ficar."
Eu: "Então melhor, né? Hahaha"
Maria: "Oiii, melhor sim, porque, seu safado, eu teria adorado mostrar Málaga pra ele, poxa."
Eu: "Porque pelo que você me contou (ela tava... (criticando ele e usando isso como desculpa) Não gosto dele e não acharia graça ter alguém assim por perto.
Maria: Claro, só por isso, né?
Eu: Bãão, sim, porque senão ia ser o quê?
Maria: Sei lá, do jeito que da última vez você foi tão cara de pau, vai que vai com as mesmas intenções.
Eu: Nah, relaxa, também não vou tentar nada estranho hahaha
Maria: Mais queria você que acontecesse algo "estranho", hein, safadinho hahaha
Eu: Eu? Mais queria você, safada.
Maria: Ué, quem se jogou foi você, vou te lembrar hahaha
Eu: E quem não se afastou e me seguiu foi você, então não vem de santa hahaha
Maria: Não, se de santa tenho pouco, mas não se anima que não vai rolar nada hahaha
Eu: No máximo, você ia se animar, hehe
Maria: Mas se você é praticamente virgem, se eu tivesse que te ensinar tudo!
Eu: Isso é o que você pensa, eu me viro melhor do que imagina.
Maria: Isso aí teria que ser testado, pena que não vou fazer isso.
Eu: Também não ia te dar esse privilégio, hehe
Depois disso, fomos dar uma volta pela cidade e, após uma tarde de risadas e flertes leves, ficou tarde e decidimos pedir janta e comer algo na minha casa com a minha mãe. Ficamos batendo papo sobre coisas bem banais com a minha mãe, mas bem de boa, e percebemos que já passava da meia-noite. Aí minha mãe sugeriu que ela dormisse em casa, que ela ficava na cama dela (ela geralmente dorme em uma cama de solteiro porque não gosta de casal) e a gente ficasse na cama grande. Para minha grata surpresa, ela topou e ligou pra mãe dela pra avisar. Fomos pra cama e o que eu não esperava era como a conversa começou a fluir:
Maria: Ei, não trouxe pijama, você não tem um pra me emprestar?
Eu: Não tenho nem pra mim hahaha, sempre durmo de cueca, é mais confortável, mas como você tá aqui, ia dormir de moletom.
Maria: Então, quer saber? Vou dormir de fio dental e camiseta, hein, então vira de costas que vou ficar confortável.
Eu: Tá bom, nem se eu quisesse te ver ou algo assim hahaha *Ela começou a baixar a calça e eu olhava pra ela* de rabo de olho, mas bem descarado, pra ela que era o que eu queria me viu olhando e falou:
Maria: ei, você não disse que não queria me ver, safado?
Eu: fiquei curioso kkkk
Maria: bom, então olha se quiser, mas não vai encostar em nada, já vou avisando pra não criar expectativas.
* ela tira a camiseta de costas pra mim e tira o sutiã, se vira pra mim segurando os peitos pra não mostrar, mesmo deixando quase tudo à mostra *
– não vai me dar nem uma camiseta ou o quê?
Eu: pega essa aqui (como eu tinha tomado banho antes e me trocado, a camiseta tava limpinha)
* tirei a camiseta e joguei pra ela pegar no ar, e ela por reflexo pegou, deixando um peito à mostra e tampando rápido *
Maria: ei, você fez de propósito, né?
Eu: era pra testar seus reflexos kkkk
Maria: é claro, olha, falo sério, não acha que vai rolar nada, hein
Eu: tá bom, tá bom, não me bate também. Aí eu levantei e falei: se você dorme assim confortável, então eu também, porra, e tirei a calça, deixando bem claro que por baixo da cueca já tava começando a despertar. Ela ficou olhando fixa pro meu pau, mas não falou nada, só desviou o olhar e fingiu que nada, deitando e se cobrindo, e eu fiz o mesmo.
Maria: ei, o que a gente faz? Eu ainda não tô com sono, primo
Eu: vemos um filme ou algo?
Maria: tá bom, mas onde a gente vê?
Eu: tenho o app no celular onde vejo de tudo, fala um que a gente vê agora.
Maria: vemos Harry Potter?
Eu: tanto faz, vou ver se tem.
Colocamos o filme e estávamos os dois na cama de roupa íntima, confortáveis, eu com um braço debaixo da coberta e o outro segurando o celular, enquanto não parava de olhar como os peitos dela marcavam, e ela com um braço pra fora da coberta e o outro debaixo, sabendo que eu tava olhando e facilitando meu trabalho, apertando a camiseta mais contra os peitos de vez em quando. Aqui começa a parte boa, e o que aconteceu me pegou totalmente de surpresa:
Maria: ei, para de olhar pros meus peitos agora e olha o filme, né? Eu: (totalmente em choque porque não sabia como reagir) só dei uma olhadinha, é que chama a atenção kkkk Maria: sei que você gosta, mas disfarça pelo menos kkkk Eu: vou tentar kkkk (a mão que eu tinha debaixo do cobertor coloquei na coxa dela, um pouco acima do joelho) Ao sentir as pernas dela nuas e ficar olhando pra aqueles peitos, fiquei muito excitado e comecei a ficar de pau duro. Maria: que mãozinha quente você tem, primo (aproveitei a situação e subi um pouco a mão pra ver se ela falava algo) — você não tá entendendo nada do filme, né? Kkkk Eu: tô ligado em outras coisas mais interessantes kkkk (subi um pouco mais, chegando perto de roçar a calcinha fio dental dela, mas não subi mais pra não incomodar também) Ela não reagia negativamente, só me deixava fazer o que eu queria, então me atrevi e rocei com o dedo mindinho um pouco da calcinha dela, tocando a buceta dela, e ela só soltou um gemido breve e tímido que me deixou a mil. Maria: ei, o que cê tá fazendo? (Com uma cara de prazer digna do tesão da situação proibida que a gente tava vivendo) Eu: nada que você não goste, pelo que tô vendo (enquanto me aproximava dela, olhando com muita vontade) Maria: Ei! Cê tá de pau duro!? (O cobertor era um lençol fino e dava pra perceber) Ela disse isso enquanto, inesperadamente, colocou a mão no meu pau por cima da cueca e tirou rapidinho, aí o tesão da situação já me dominou e eu só me deixei levar. Eu: normal, mas vamos, você não fica atrás, com certeza *enquanto meti a mão direto na buceta dela por baixo da calcinha fio dental e ia tocar, mas tava tão molhada que o dedo entrou sozinho* viu? Tá toda molhada. Aí a tensão nos dominou e a gente começou a se beijar com uma paixão e um tesão que até hoje nenhuma conseguiu igualar. Comecei a meter dois dedos e enquanto ela gemia, ela tinha a mão no meu pau, mas por cima, até que de repente ela parou e disse: isso, nem uma palavra pra ninguém, nunca, vale? Eu: óbvio. Ela se enfiou debaixo do cobertor sem pedir e me abaixou a A pouca roupa que eu tinha e ela começou a me dar o que ainda é o melhor boquete da minha vida. Quando eu estava quase gozando, ela parou e disse: "Ei, sua mãe não vai ouvir o barulho?" Eu respondi que, com cuidado, não. Então a Maria tirou o cobertor, deixando meu pau de fora, tirou a calcinha fio dental e montou em cima de mim sem enfiar o pau, só nos beijando. Percebendo minha vontade, ela disse: "Com cuidado pra não nos ouvirem", e me beijou de língua enquanto, com a mão, guiava meu pau até o buraco dela, onde entrou sozinha e fez uma cara de prazer, tendo que tapar a boca pra segurar o gemido. Começou a cavalgar devagar pra sentir se a cama não fazia barulho, enquanto gemia baixinho. Quando viu que tava safe, começou a pular, praticamente me fodendo com força. Quando estávamos no auge do tesão, ouvimos passos bem leves e nos assustamos. Ela se deitou em cima de mim e virou pro lado, fingindo que estávamos dormindo. Quase na mesma hora, minha mãe entrou procurando algo no armário. A gente continuou como se estivesse dormindo e, depois de uns minutos, ela foi embora. Depois disso, ela me olhou e riu porque, com o lençol fino, dava pra ver meu pau duro transparente. Ela me beijou de novo e disse pra eu ficar por cima, que assim ela sentia mais. Fiz isso, mas parei pra chupar o pescoço dela. Quanto mais eu beijava, mais gemidos eu ouvia no meu ouvido. Comecei a chupar os peitos dela sem tocar no mamilo. Dava pra ver que ela tava desesperada pra eu fazer isso, a ponto de ter meu pau na mão dela. Quando lambi o mamilo, ela colocou na entrada da buceta dela e me empurrou pra eu foder na hora. Aí continuamos fodendo por um bom tempo, entre os gemidos dela, as gozadas dela, o cansaço e o suor, até que eu ia gozar e avisei. Ela me empurrou, me deixou de barriga pra cima e chupou até eu gozar como nunca, dentro da boca dela. Ela engoliu um pouco, mostrou a língua pra eu ver meu leite e a prova de que eu era o putinho dela, engoliu o resto e limpou meu pau chupando mais um pouco enquanto eu me contorcia de prazer. Ela me deu um beijo. Lento e cheio de tesão e cansaço acumulado, e a gente dormiu abraçado. O que rolou no dia seguinte é muito melhor, com mais sexo, boquete e anal, que deixo pra uma segunda parte se isso tiver apoio. Na segunda parte, vou postar fotos mais atuais da bunda dela, se quiserem. Apoiem aí que eu subo logo.
Passaram uns 4 anos (eu tinha 15 e ela 17) até ela voltar de férias de novo. Óbvio que fui ver ela. Naquela época, eu morava só com a minha mãe, mas ela nunca tava em casa. Fiquei com Maria numa boa, colocando o papo em dia sobre tudo, mas sem mencionar nada do que tinha rolado. Até que no fim da tarde/noite, ela tocou no assunto, e eu fiquei todo sem graça. Ela começou a contar as experiências sexuais dela e perguntou das minhas. Eu só tinha transado uma vez, a mina gozou e me deixou na mão. Aí ela começou a contar, enquanto eu perguntava:
Eu: "Supondo que você também não é mais virgem, né, prima?"
Maria: "Hahaha, óbvio que não, primo. Tenho namorado lá em Madrid, só que ele não pôde vir porque na casa da vovó ele não poderia ficar."
Eu: "Então melhor, né? Hahaha"
Maria: "Oiii, melhor sim, porque, seu safado, eu teria adorado mostrar Málaga pra ele, poxa."
Eu: "Porque pelo que você me contou (ela tava... (criticando ele e usando isso como desculpa) Não gosto dele e não acharia graça ter alguém assim por perto.
Maria: Claro, só por isso, né?
Eu: Bãão, sim, porque senão ia ser o quê?
Maria: Sei lá, do jeito que da última vez você foi tão cara de pau, vai que vai com as mesmas intenções.
Eu: Nah, relaxa, também não vou tentar nada estranho hahaha
Maria: Mais queria você que acontecesse algo "estranho", hein, safadinho hahaha
Eu: Eu? Mais queria você, safada.
Maria: Ué, quem se jogou foi você, vou te lembrar hahaha
Eu: E quem não se afastou e me seguiu foi você, então não vem de santa hahaha
Maria: Não, se de santa tenho pouco, mas não se anima que não vai rolar nada hahaha
Eu: No máximo, você ia se animar, hehe
Maria: Mas se você é praticamente virgem, se eu tivesse que te ensinar tudo!
Eu: Isso é o que você pensa, eu me viro melhor do que imagina.
Maria: Isso aí teria que ser testado, pena que não vou fazer isso.
Eu: Também não ia te dar esse privilégio, hehe
Depois disso, fomos dar uma volta pela cidade e, após uma tarde de risadas e flertes leves, ficou tarde e decidimos pedir janta e comer algo na minha casa com a minha mãe. Ficamos batendo papo sobre coisas bem banais com a minha mãe, mas bem de boa, e percebemos que já passava da meia-noite. Aí minha mãe sugeriu que ela dormisse em casa, que ela ficava na cama dela (ela geralmente dorme em uma cama de solteiro porque não gosta de casal) e a gente ficasse na cama grande. Para minha grata surpresa, ela topou e ligou pra mãe dela pra avisar. Fomos pra cama e o que eu não esperava era como a conversa começou a fluir:
Maria: Ei, não trouxe pijama, você não tem um pra me emprestar?
Eu: Não tenho nem pra mim hahaha, sempre durmo de cueca, é mais confortável, mas como você tá aqui, ia dormir de moletom.
Maria: Então, quer saber? Vou dormir de fio dental e camiseta, hein, então vira de costas que vou ficar confortável.
Eu: Tá bom, nem se eu quisesse te ver ou algo assim hahaha *Ela começou a baixar a calça e eu olhava pra ela* de rabo de olho, mas bem descarado, pra ela que era o que eu queria me viu olhando e falou:
Maria: ei, você não disse que não queria me ver, safado?
Eu: fiquei curioso kkkk
Maria: bom, então olha se quiser, mas não vai encostar em nada, já vou avisando pra não criar expectativas.
* ela tira a camiseta de costas pra mim e tira o sutiã, se vira pra mim segurando os peitos pra não mostrar, mesmo deixando quase tudo à mostra *
– não vai me dar nem uma camiseta ou o quê?
Eu: pega essa aqui (como eu tinha tomado banho antes e me trocado, a camiseta tava limpinha)
* tirei a camiseta e joguei pra ela pegar no ar, e ela por reflexo pegou, deixando um peito à mostra e tampando rápido *
Maria: ei, você fez de propósito, né?
Eu: era pra testar seus reflexos kkkk
Maria: é claro, olha, falo sério, não acha que vai rolar nada, hein
Eu: tá bom, tá bom, não me bate também. Aí eu levantei e falei: se você dorme assim confortável, então eu também, porra, e tirei a calça, deixando bem claro que por baixo da cueca já tava começando a despertar. Ela ficou olhando fixa pro meu pau, mas não falou nada, só desviou o olhar e fingiu que nada, deitando e se cobrindo, e eu fiz o mesmo.
Maria: ei, o que a gente faz? Eu ainda não tô com sono, primo
Eu: vemos um filme ou algo?
Maria: tá bom, mas onde a gente vê?
Eu: tenho o app no celular onde vejo de tudo, fala um que a gente vê agora.
Maria: vemos Harry Potter?
Eu: tanto faz, vou ver se tem.
Colocamos o filme e estávamos os dois na cama de roupa íntima, confortáveis, eu com um braço debaixo da coberta e o outro segurando o celular, enquanto não parava de olhar como os peitos dela marcavam, e ela com um braço pra fora da coberta e o outro debaixo, sabendo que eu tava olhando e facilitando meu trabalho, apertando a camiseta mais contra os peitos de vez em quando. Aqui começa a parte boa, e o que aconteceu me pegou totalmente de surpresa:
Maria: ei, para de olhar pros meus peitos agora e olha o filme, né? Eu: (totalmente em choque porque não sabia como reagir) só dei uma olhadinha, é que chama a atenção kkkk Maria: sei que você gosta, mas disfarça pelo menos kkkk Eu: vou tentar kkkk (a mão que eu tinha debaixo do cobertor coloquei na coxa dela, um pouco acima do joelho) Ao sentir as pernas dela nuas e ficar olhando pra aqueles peitos, fiquei muito excitado e comecei a ficar de pau duro. Maria: que mãozinha quente você tem, primo (aproveitei a situação e subi um pouco a mão pra ver se ela falava algo) — você não tá entendendo nada do filme, né? Kkkk Eu: tô ligado em outras coisas mais interessantes kkkk (subi um pouco mais, chegando perto de roçar a calcinha fio dental dela, mas não subi mais pra não incomodar também) Ela não reagia negativamente, só me deixava fazer o que eu queria, então me atrevi e rocei com o dedo mindinho um pouco da calcinha dela, tocando a buceta dela, e ela só soltou um gemido breve e tímido que me deixou a mil. Maria: ei, o que cê tá fazendo? (Com uma cara de prazer digna do tesão da situação proibida que a gente tava vivendo) Eu: nada que você não goste, pelo que tô vendo (enquanto me aproximava dela, olhando com muita vontade) Maria: Ei! Cê tá de pau duro!? (O cobertor era um lençol fino e dava pra perceber) Ela disse isso enquanto, inesperadamente, colocou a mão no meu pau por cima da cueca e tirou rapidinho, aí o tesão da situação já me dominou e eu só me deixei levar. Eu: normal, mas vamos, você não fica atrás, com certeza *enquanto meti a mão direto na buceta dela por baixo da calcinha fio dental e ia tocar, mas tava tão molhada que o dedo entrou sozinho* viu? Tá toda molhada. Aí a tensão nos dominou e a gente começou a se beijar com uma paixão e um tesão que até hoje nenhuma conseguiu igualar. Comecei a meter dois dedos e enquanto ela gemia, ela tinha a mão no meu pau, mas por cima, até que de repente ela parou e disse: isso, nem uma palavra pra ninguém, nunca, vale? Eu: óbvio. Ela se enfiou debaixo do cobertor sem pedir e me abaixou a A pouca roupa que eu tinha e ela começou a me dar o que ainda é o melhor boquete da minha vida. Quando eu estava quase gozando, ela parou e disse: "Ei, sua mãe não vai ouvir o barulho?" Eu respondi que, com cuidado, não. Então a Maria tirou o cobertor, deixando meu pau de fora, tirou a calcinha fio dental e montou em cima de mim sem enfiar o pau, só nos beijando. Percebendo minha vontade, ela disse: "Com cuidado pra não nos ouvirem", e me beijou de língua enquanto, com a mão, guiava meu pau até o buraco dela, onde entrou sozinha e fez uma cara de prazer, tendo que tapar a boca pra segurar o gemido. Começou a cavalgar devagar pra sentir se a cama não fazia barulho, enquanto gemia baixinho. Quando viu que tava safe, começou a pular, praticamente me fodendo com força. Quando estávamos no auge do tesão, ouvimos passos bem leves e nos assustamos. Ela se deitou em cima de mim e virou pro lado, fingindo que estávamos dormindo. Quase na mesma hora, minha mãe entrou procurando algo no armário. A gente continuou como se estivesse dormindo e, depois de uns minutos, ela foi embora. Depois disso, ela me olhou e riu porque, com o lençol fino, dava pra ver meu pau duro transparente. Ela me beijou de novo e disse pra eu ficar por cima, que assim ela sentia mais. Fiz isso, mas parei pra chupar o pescoço dela. Quanto mais eu beijava, mais gemidos eu ouvia no meu ouvido. Comecei a chupar os peitos dela sem tocar no mamilo. Dava pra ver que ela tava desesperada pra eu fazer isso, a ponto de ter meu pau na mão dela. Quando lambi o mamilo, ela colocou na entrada da buceta dela e me empurrou pra eu foder na hora. Aí continuamos fodendo por um bom tempo, entre os gemidos dela, as gozadas dela, o cansaço e o suor, até que eu ia gozar e avisei. Ela me empurrou, me deixou de barriga pra cima e chupou até eu gozar como nunca, dentro da boca dela. Ela engoliu um pouco, mostrou a língua pra eu ver meu leite e a prova de que eu era o putinho dela, engoliu o resto e limpou meu pau chupando mais um pouco enquanto eu me contorcia de prazer. Ela me deu um beijo. Lento e cheio de tesão e cansaço acumulado, e a gente dormiu abraçado. O que rolou no dia seguinte é muito melhor, com mais sexo, boquete e anal, que deixo pra uma segunda parte se isso tiver apoio. Na segunda parte, vou postar fotos mais atuais da bunda dela, se quiserem. Apoiem aí que eu subo logo.
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