el regreso de nuestra luna de miel

aqui está a próxima parte dessa história
espero que vocês curtam tanto quanto eu


OBRIGADO POR ME LER, POR COMENTAR E PELOS PONTOS QUE ME DÃO




















No domingo, amanheci no sofá, já estava feito, me considerava um corno manso de chifres grandes e estava gostando muito. Dobre o cobertor e deixei de lado, tirei a vodka e os copos e preparei um café com algumas bolachas para o café da manhã. Pensei em chamá-la, mas imaginei que ela estaria muito cansada depois da grande foda que nossos dois vizinhos tinham dado nela. Ainda estava muito excitado com o que tinha visto. Tomei meu café em silêncio e, na cozinha, comecei a lavar tudo da noite anterior, queria deixar a casa como a tinha recebido. Andrea acordou como se nada tivesse acontecido, tomou café da manhã comigo e, enquanto ela arrumava as malas, fui buscar o carro. Para minha surpresa, encontrei os dois no caminho.


Carlos, e aí, Oscar, bom dia!


Alfredo, a gente veio se despedir de vocês e queria convidar vocês pra voltarem quando quiserem


Carlos, aqui em casa tem espaço de sobra para vocês dois, talvez no verão vocês possam voltar


Bom, vamos ver, talvez dê certo. Agora eu vou buscar o carro na cidade, a Andrea ficou em casa terminando de fazer as malas. Desculpa por ter apagado ontem à noite, mas eu já avisei que isso acontece quando eu bebo.


Alfredo e ela, como estão? Você ficou boquiaberto, cara


Carlos, a gente também foi embora logo, ela também precisava descansar


Alfredo, a gente quis te levar pra cama, mas ela não quis, disse que é melhor não te incomodar e te deixar dormir.


Já sei, amanheci no sofá hahaha, se quiserem demiti-la, ela tá em casa


Eu estava de volta buscando minha mulher, sabia que se eles fossem iam comer ela de novo, fui atrás do carro. Eles tiveram tempo de sobra para curtir a Andrea e usar ela à vontade, e foi exatamente isso que aconteceu. Quando cheguei com o carro, abri o porta-malas e entrei em casa. A pobre Andrea estava exausta e ainda tinha aquele cheiro de porra dos caras. Ela pediu para tomar um banho antes de irmos e eu aproveitei para guardar as malas. Quando voltei pro carro, a Andrea era outra: tava de minissaia e uma camiseta bem justinha. No caminho de casa, a gente foi conversando sobre o jantar com nossos vizinhos. Eu queria que ela me contasse como tinha transado com eles, mas a safadinha não falava nada, assim como na despedida. Só ficava dizendo o quanto eles insistiram pra gente voltar no verão. Três horas depois, paramos num boteco, sentamos e pedimos algo pra comer, algo rápido. Tinha uns caminhoneiros comendo também que não paravam de olhar pra ela. Também, né? Com essa minissaia...


amor, você não tinha nada mais gostoso pra vestir? Viu como todo mundo tá te olhando?


Andrea, nossa, que inferno, tudo estava na mala, mas qual é o problema, amor? Você gosta que me olhem, gostosa, me desculpa, vou ao banheiro, não aguentava mais no carro, você come tranquilo.


Quando a vi indo embora, já sabia que algo ia rolar. E foi assim que, quando ela foi ao banheiro, um caminhoneiro foi atrás dela. Andrea demorou muito mais que o normal, e o caminhoneiro voltou pra mesa dele com um sorriso. Depois de um tempo, Andrea voltou pra mesa, e pela maneira como ela tava andando, eu sabia que aquele filho da puta tinha comido ela. Pedi a conta e nós vazamos.


Por que demorou tanto no banheiro, olha como estão suas pernas, toda sujinha, meu bem


Andrea, o que você quer? Aquele banheiro era uma nojeira.


Enquanto dirigia, não conseguia parar de olhar para as pernas da minha esposa. Tinha certeza de que aquelas manchas eram da porra que o caminhoneiro tinha deixado nela depois de ir atrás dela. Só mais tarde percebi que Andrea estava sentada de lado, provavelmente porque aquele safado tinha arrombado o cu da minha esposa. Não conseguia acreditar no quanto a Andrea tinha virado uma puta e em como meus chifres só cresciam. Já chegando em Buenos Aires, precisei abastecer, parei num posto de gasolina.


Beleza, amor, vou abastecer e comprar algo pra viagem. Você aproveita e vai no banheiro, ainda falta muito, mas não demora tanto, hein.


Eu tava no posto pra abastecer quando a Andrea desceu do carro e foi pro banheiro. Um moreno que tava do outro lado seguiu os passos dela. Eu abasteci o carro, demorou um tempão porque tava cheio no posto, até deu tempo de comprar uns refris e uns biscoitos pra viagem. Quando voltei pro carro, lá tava ela sentada de lado esperando.


E agora, o que aconteceu? O banheiro tá sujo de novo, meu bem? Mia, como você tá? Até a pia tá uma miséria, credo.


Andrea, vamos nessa porra, arranca que depois eu te conto


Liguei o carro e saí do posto de gasolina.


Andrea, você não sabe o que aconteceu comigo naquele banheiro, viu o cara negro que veio atrás de mim? Pois é, amor, ele tentou me violentar, eu resisti, juro por Deus, mas não consegui evitar. Você não ouviu meus gritos, meu bem? Por sorte apareceu outro cara e me salvou, mas olha como ele me deixou...


Tá me dizendo que aquele negão te comeu no banheiro?


Andrea, meu bem, mas ele não me penetrou, só me obrigou a chupar ele por um tempo.


Sério que ele não te comeu, amor?


Meu pau estava quase explotando e ela percebeu


Andrea, eu sei que você fica excitada, meu bem, mas não, juro que só chupei ele um momento até que outro cara chegou e tirou ele de mim.


Imaginei minha putinha transando com os dois naquele banheiro imundo da estação, ela desceu o zíper da minha calça e tirou meu pau pra fora, estava duríssimo, ela se agachou e começou a chupar enquanto eu dirigia, não parou até encher a boca com minha porra, engoliu tudo e me disse


Andrea, quando chegarmos em casa, quero que me coma como uma puta, não como sua esposa. Você me deve isso, meu bem. Melhor fazer logo, não me obrigue a procurar um macho pra transar.


eu sei muito bem que você já transou com alguns caras


Andrea, sério que você tá falando isso?


Claro que é sério, até fui testemunha, mas não te culpo, eu me culpo por não ser o macho que você precisa, gata. Me perdoa, por favor, as coisas vão mudar agora.


Andrea, como assim você foi testiga? Me explica isso.


Quando chegarmos em casa eu te explico, gostosa


Andrea, e você gosta de mim?


Você não tem ideia de quantas punhetas eu já bati, amor


Andrea, então você gosta de ser corna, é?


Não sei se gosto, mas se não posso te comer que outro faça, minha vida, se você é feliz assim por mim tudo bem, amor


Andrea, então enquanto você não puder, eu tenho permissão para transar com outros, né? Bom, vou te falar uma coisa, seu tio está me olhando com muita vontade, por isso eu pago a casa de campo e ainda ajudo com a festa. Eu sei que você deve um dinheiro pra caralho pra ele, meu bem, e por isso agora eu vou dar pra ele, assim ele desconta o que você deve, amor.


Como o caminhoneiro no bar ou como os negros da estação?


Andrea não bebe, isso foi só por tesão mesmo, com seu tio eu vou ser uma puta pra ele te deixar em paz.


Voltamos a parar, dirigir por tanto tempo é muito cansativo, encontrei um lugar para parar por acaso, Andrea estava me pedindo para parar, ela já não tinha jeito de sentar sem doer sua bundinha, ela tinha acabado de me contar sobre o caminhoneiro no bar anterior, meu pau estava quase explodindo, o lugar era uma bagunça, tanto o garçom quanto as poucas pessoas que estavam lá dentro davam medo e para piorar, a aparência da Andrea com seu cheiro forte de porra deixava tudo mais excitante ainda, nos sentamos e logo o cara veio nos atender, pedi algo simples para comer para nós dois e foi então que Andrea me disse que ia ao banheiro e perguntou ao garçom onde era, naquele mesmo momento eu soube que ela ia levar muita pica, o banheiro era bem no fundo, quase saindo do bar e entrando no rancho que eles tinham como casa, me pareceu ver o cara levando minha putinha pelo rabo, terminei de comer, o lanche e o refri foram trazidos pelo cozinheiro, o garçom tinha sumido junto com a Andrea, estranhei um pouco o movimento do bar, na verdade eu estava pensando no que a Andrea tinha me dito sobre meu tio, se eu fizesse aquilo e me livrasse de uma dívida daquelas, tudo estaria resolvido e a verdade é que não fazia diferença, minha amada esposa não se cansava de dar para outros, chamei o garçom para pagar, já queria ir embora daquele antro, ele me cobrou e me disse


Garçom, vai buscar sua esposa, ela está no banheiro um pouco passada mal.


Onde fica o banheiro?


Moleque no fundo do corredor, entrando na casa à direita


Cheguei no banheiro com minhas pernas tremendo, quando entrei lá estava ela, sentada num canto com sua mini saia de cinto e sem camiseta, dava pra ver os peitos dela e como aqueles degenerados tinham deixado ela, toda banhada de porra. Peguei a calcinha dela e limpei o corpo dela o melhor que pude, coloquei a camiseta, guardei a calcinha no meu bolso enquanto Andrea tentava lavar o rostinho e levei ela pro carro tentando não olhar na cara do garçom nem de todos que tinham comido ela. Continuei dirigindo com a ideia de não parar mais no caminho, e foi assim que chegamos em casa, minha pobre esposa totalmente acabada. Como pude, dei um banho nela e fomos dormir. Na segunda-feira voltava a trabalhar.

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