depois de um tempo, ela me manda uma mensagem, era um vídeo curto onde eu tava tirando uma foto da bunda dela!! filha da puta, ela tava me gravando.
Ele(a) me disse
-igual não vou contar nada pra ela, fica tranquilo
- filha da puta
Não me insulta, seu virjão de merda, vai bater uma punheta que disso você entende.
a situação tinha ido pra merda
Em casa, fiquei entre reflexão e punheta, assim se passaram alguns dias até que precisei visitar meu amigo de novo pra não levantar suspeitas. Óbvio que tava morrendo de curiosidade pra ver como ela ia reagir depois do que rolou, fui de pau duro até lá.
Toco a campainha, meu amigo me recebe, até entrar em casa, ela e a filha estavam lá.
Aquela filha da puta tava com um vestido curto inteiro, com um zíper que ia da saia até o pescoço. Assim que me viu, deu um sorriso, me cumprimentou como nunca, e ainda me apertou um pouco, fazendo eu sentir os peitos dela.
—como você tá
- bem e você?
Conversa vai, conversa vem, e eu fingia com cara de pôquer. Nos breves momentos em que meu amigo se ausentava, a filha da puta levantava a saia pra me mostrar a tanga vermelha bem enfiada que ela tava usando e fazia sinal de L de perdedor na testa, até quando meu amigo tava falando comigo sem que ele visse. Na cozinha, eu senti a pica dura, e com um reflexo de criança, me afastei, mostrando minha inexperiência com aquela mão boba. Ela sorria de um jeito sádico, sem ninguém perceber, sabendo que tinha tudo sob controle.
Vou até o mercado comprar umas paradas pra noite.
-Pois pega uma grana da minha carteira
—já peguei, vou com a gostosa
Quando ela saiu, percebi que minha pochete tinha sumido, ela tinha ido embora com a grana do marido e com a minha também! Situação que também me excitava, ela tava me usando feito um otário. Fiquei com meu amigo um tempinho até ela voltar do mercado, tava curioso pra saber quanta grana ela tinha tirado de mim. Assim que ela chegou, peguei a pochete, me despedi e vazei.
No caminho pra casa, abri pra ver quanto dinheiro tinha sobrado e, pra minha surpresa, tinha a calcinha fio dental vermelha enrolada lá dentro! Abro a carteira e tava completamente vazia.
Tirei tudo!! Umas 80 pratas no preço de hoje, mando mensagem pra ela.
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Você tirou toda minha grana.
-oi, gostosa, não fica assim, não curtiu a troca?
—Me saiu bem caro!
-haha coloca ela à noite quando você bater uma punheta, assim você lembra de mim
Não sabia o que responder pra ela, óbvio que já tinha me rendido. Uma parte de mim queria parar o jogo, já tinha ido longe demais.
—Isso já foi longe demais, você é uma sem noção.
—Você quem começou com tudo isso, aguenta aí!
- tudo tem um limite, até aqui chegamos
-como você quiser
E aí a conversa morreu. Quando cheguei em casa, bati duas punhetas cheirando e provando a fio dental. O jogo tinha acabado, decidi virar a página e esquecer todo o assunto. Embora eu soubesse bem que o tesão sempre pedia um pouquinho mais, eu precisava botar um ponto final.
Os dias iam passando e quando eu visitava meu amigo na esperança de alguma piscadela, alguma pose dela, algum gesto que me esquentasse, a atitude dela comigo voltou a ser a de sempre: fria, nem me olhava, nem me mandava mensagem.
O tesão começava a sumir, o poder que eu tinha desapareceu por completo, algo dentro de mim sabia que essa indiferença era calculada, lembrava dos momentos de humilhação e ficava de pau duro, via ela por toda a minha casa, com a cara de anjo escondida como um fantasma que espia através do inferno.
Mesmo que eu tenha mantido minha decisão firme, os momentos de tesão não eram fáceis.
Numa vez, andando pelo corredor antes de entrar na casa do meu amigo, cruzei com um vizinho que olhava com sarcasmo, meio sorriso e um boné. A imagem me deixou com o coração na boca.
Essa puta tava dando pro vizinho!! Aquela viseira era a mesma que ela tava usando na praça quando eu vi eles pela primeira vez, e esse filho da puta colocou o boné pra eu perceber, tava se cagando de rir por dentro. Meu amigo um corno manso e eu um perdedor medroso, com uma desculpa idiota saí do apartamento dele pra rua, não aguentava a raiva e a humilhação que me dava saber que outra pessoa de fora sabia da minha condição e ainda por cima me fazer de otário. Não tive outra escolha a não ser tentar botar essa mina nos eixos, peguei o telefone e mandei mensagem.
—Você é o pior, me disse que teve uma tesão com alguém do escritório e no final é o vizinho, você não tem cara.
Parece que você não forneceu o texto em espanhol para tradução. Pode enviar o conteúdo?
-Vi ele quando entrava, com um boné igual ao que você apertava na praça, me olhava e se cagava de rir. Você não tem valores nem respeito pela sua família.
— Tá falando besteira, nem conheço o vizinho. Além disso, você não pode falar de moral se fica tirando foto da mulher do seu amigo, seu sem-vergonha!
A conversa ficou por ali, cheguei em casa e logo o tesão voltou, queria bater uma. Ficava imaginando as coisas que fariam pelas costas do meu amigo, estando no apartamento ao lado, o que pensariam de mim. Não podia acreditar. No meio da punheta, a campainha toca. Quem caralho é agora?
- O que você tá fazendo aqui?
—posso entrar?
Tava parada na porta, vestindo um sobretudo, tava frio. Eu tava de boa com uma camiseta tentando esconder minha ereção, de novo tava nervoso, obviamente deixei ela entrar.
Vim pra conversar.
-Então é verdade a história do vizinho?
—qual foi, te incomoda que seja o vizinho?
- Você não tem cara, não pode sacanear meu amigo assim.
A gente tava conversando de pé, aí ficou um silêncio, ela começou a me olhar de cima a baixo, começou a andar pela minha casa, a observar. Ela viu que eu tinha um rolo de papel toalha em cima da mesa do computador com o celular carregando, o monitor tava desligado, aí ela começou a mexer o mouse pra ver se a imagem voltava.
— O que você tá fazendo?
Ela não respondia, continuava andando, olhando pra minha casa como se fosse dela. Eu tava de pau duro, sabia perfeitamente o que ela tava fazendo antes mesmo de chegar.
—Não vai me pagar nada?
—Pra que cê veio?
— Vim aqui porque você continua me perseguindo, fica me mandando mensagens, você tem muita fantasia, me parece.
Te mandei mensagem porque não consigo acreditar que seja o vizinho
- que foi, te excita que seja ele, você veio correndo se trocar?
Ela me disse enquanto um sorriso maligno se desenhava no rosto dela.
—Que que cê tá falando, me dá raiva que aquele babaca fica rindo na minha cara.
-hahaha, não quer ver o que o vizinho tá comendo?
Se desabotoou o sobretudo na minha frente e tava de meia-calça liga com abertura super gostosa.todo preto era uma loucura, fiquei pasmo, o coração quase saiu pela boca. Ela terminou de tirar o casaco e se virou pra me mostrar a bunda empinada, apoiou as duas mãos na cadeira e, de costas pra mim, mexia a raba na minha direção. Eu tinha virado uma estátua.
-que foi, nunca viu uma bunda?
Não sabia o que dizer, logo veio na minha direção e começou a passar a mão na minha rola por cima da calça, me acariciando a rola com um sorriso diabólico.
A pijinha esquentou?
- Você gosta de putaria?
- Você gosta de ver o que o vizinho come?
tava tremendo, duro igual pinto de estátua, mal consegui balbuciar
- não se excede, por favor
—Que foi, não tá gostando?
pronto, ela desabotoou o botão da minha calça jeans, abaixou o zíper com a mão firme e experiente. Eu não aguentava mais de tesão, tava durasso. Ela baixou minha cueca e começou a me masturbar de leve.
-mmm que fininha a verguinha do promíscuo
Ela me dizia, enquanto me olhava de perto, seu sorriso satânico se desenhava aos poucos. O pulso dela era um contraste com o meu, que voava entre vergonha, humilhação e tesão. Ela acariciava minha rola e mal sussurrava pra mim.
- sabe que bem que o vizinho me come
—me come quando o corno sai
—é a cara do cu que um arrombado como você se meta nessa porra toda.
-um fraco, um inútil
O tesão da situação tinha passado dos limites indescritíveis, eu tinha a pica algemada na mão de satã, estava simplesmente encantado.
—Preciso que você venha na quarta-feira em casa, pode ser?
não saía uma palavra!
soltou minha mão da pica pra eu conseguir conectar dois neurônios e eu falei
- bom
Abotoo o casaco e, antes de se retirar, ela me disse
—não me decepcione
e foi embora, me deixou literalmente de pau duro com a cara vermelha, tremendo e afundado até o fundo do oceano, terminei de bater uma com dois jatos fortes e a porra quase tocou o teto.
Pronto me toquei da minha situação, não tinha mais volta, a ideia da quarta-feira já me enchia de todo tipo de fantasia, meu orgulho tava no chão.
O que viria depois disso?
Ele(a) me disse
-igual não vou contar nada pra ela, fica tranquilo
- filha da puta
Não me insulta, seu virjão de merda, vai bater uma punheta que disso você entende.
a situação tinha ido pra merda
Em casa, fiquei entre reflexão e punheta, assim se passaram alguns dias até que precisei visitar meu amigo de novo pra não levantar suspeitas. Óbvio que tava morrendo de curiosidade pra ver como ela ia reagir depois do que rolou, fui de pau duro até lá.
Toco a campainha, meu amigo me recebe, até entrar em casa, ela e a filha estavam lá.
Aquela filha da puta tava com um vestido curto inteiro, com um zíper que ia da saia até o pescoço. Assim que me viu, deu um sorriso, me cumprimentou como nunca, e ainda me apertou um pouco, fazendo eu sentir os peitos dela.
—como você tá
- bem e você?
Conversa vai, conversa vem, e eu fingia com cara de pôquer. Nos breves momentos em que meu amigo se ausentava, a filha da puta levantava a saia pra me mostrar a tanga vermelha bem enfiada que ela tava usando e fazia sinal de L de perdedor na testa, até quando meu amigo tava falando comigo sem que ele visse. Na cozinha, eu senti a pica dura, e com um reflexo de criança, me afastei, mostrando minha inexperiência com aquela mão boba. Ela sorria de um jeito sádico, sem ninguém perceber, sabendo que tinha tudo sob controle.
Vou até o mercado comprar umas paradas pra noite.
-Pois pega uma grana da minha carteira
—já peguei, vou com a gostosa
Quando ela saiu, percebi que minha pochete tinha sumido, ela tinha ido embora com a grana do marido e com a minha também! Situação que também me excitava, ela tava me usando feito um otário. Fiquei com meu amigo um tempinho até ela voltar do mercado, tava curioso pra saber quanta grana ela tinha tirado de mim. Assim que ela chegou, peguei a pochete, me despedi e vazei.
No caminho pra casa, abri pra ver quanto dinheiro tinha sobrado e, pra minha surpresa, tinha a calcinha fio dental vermelha enrolada lá dentro! Abro a carteira e tava completamente vazia.
Tirei tudo!! Umas 80 pratas no preço de hoje, mando mensagem pra ela.
Você tirou toda minha grana.
-oi, gostosa, não fica assim, não curtiu a troca?
—Me saiu bem caro!
-haha coloca ela à noite quando você bater uma punheta, assim você lembra de mim
Não sabia o que responder pra ela, óbvio que já tinha me rendido. Uma parte de mim queria parar o jogo, já tinha ido longe demais.
—Isso já foi longe demais, você é uma sem noção.
—Você quem começou com tudo isso, aguenta aí!
- tudo tem um limite, até aqui chegamos
-como você quiser
E aí a conversa morreu. Quando cheguei em casa, bati duas punhetas cheirando e provando a fio dental. O jogo tinha acabado, decidi virar a página e esquecer todo o assunto. Embora eu soubesse bem que o tesão sempre pedia um pouquinho mais, eu precisava botar um ponto final.
Os dias iam passando e quando eu visitava meu amigo na esperança de alguma piscadela, alguma pose dela, algum gesto que me esquentasse, a atitude dela comigo voltou a ser a de sempre: fria, nem me olhava, nem me mandava mensagem.
O tesão começava a sumir, o poder que eu tinha desapareceu por completo, algo dentro de mim sabia que essa indiferença era calculada, lembrava dos momentos de humilhação e ficava de pau duro, via ela por toda a minha casa, com a cara de anjo escondida como um fantasma que espia através do inferno.
Mesmo que eu tenha mantido minha decisão firme, os momentos de tesão não eram fáceis.
Numa vez, andando pelo corredor antes de entrar na casa do meu amigo, cruzei com um vizinho que olhava com sarcasmo, meio sorriso e um boné. A imagem me deixou com o coração na boca.
Essa puta tava dando pro vizinho!! Aquela viseira era a mesma que ela tava usando na praça quando eu vi eles pela primeira vez, e esse filho da puta colocou o boné pra eu perceber, tava se cagando de rir por dentro. Meu amigo um corno manso e eu um perdedor medroso, com uma desculpa idiota saí do apartamento dele pra rua, não aguentava a raiva e a humilhação que me dava saber que outra pessoa de fora sabia da minha condição e ainda por cima me fazer de otário. Não tive outra escolha a não ser tentar botar essa mina nos eixos, peguei o telefone e mandei mensagem.
—Você é o pior, me disse que teve uma tesão com alguém do escritório e no final é o vizinho, você não tem cara.
Parece que você não forneceu o texto em espanhol para tradução. Pode enviar o conteúdo?
-Vi ele quando entrava, com um boné igual ao que você apertava na praça, me olhava e se cagava de rir. Você não tem valores nem respeito pela sua família.
— Tá falando besteira, nem conheço o vizinho. Além disso, você não pode falar de moral se fica tirando foto da mulher do seu amigo, seu sem-vergonha!
A conversa ficou por ali, cheguei em casa e logo o tesão voltou, queria bater uma. Ficava imaginando as coisas que fariam pelas costas do meu amigo, estando no apartamento ao lado, o que pensariam de mim. Não podia acreditar. No meio da punheta, a campainha toca. Quem caralho é agora?
- O que você tá fazendo aqui?
—posso entrar?
Tava parada na porta, vestindo um sobretudo, tava frio. Eu tava de boa com uma camiseta tentando esconder minha ereção, de novo tava nervoso, obviamente deixei ela entrar.
Vim pra conversar.
-Então é verdade a história do vizinho?
—qual foi, te incomoda que seja o vizinho?
- Você não tem cara, não pode sacanear meu amigo assim.
A gente tava conversando de pé, aí ficou um silêncio, ela começou a me olhar de cima a baixo, começou a andar pela minha casa, a observar. Ela viu que eu tinha um rolo de papel toalha em cima da mesa do computador com o celular carregando, o monitor tava desligado, aí ela começou a mexer o mouse pra ver se a imagem voltava.
— O que você tá fazendo?
Ela não respondia, continuava andando, olhando pra minha casa como se fosse dela. Eu tava de pau duro, sabia perfeitamente o que ela tava fazendo antes mesmo de chegar.
—Não vai me pagar nada?
—Pra que cê veio?
— Vim aqui porque você continua me perseguindo, fica me mandando mensagens, você tem muita fantasia, me parece.
Te mandei mensagem porque não consigo acreditar que seja o vizinho
- que foi, te excita que seja ele, você veio correndo se trocar?
Ela me disse enquanto um sorriso maligno se desenhava no rosto dela.
—Que que cê tá falando, me dá raiva que aquele babaca fica rindo na minha cara.
-hahaha, não quer ver o que o vizinho tá comendo?
Se desabotoou o sobretudo na minha frente e tava de meia-calça liga com abertura super gostosa.todo preto era uma loucura, fiquei pasmo, o coração quase saiu pela boca. Ela terminou de tirar o casaco e se virou pra me mostrar a bunda empinada, apoiou as duas mãos na cadeira e, de costas pra mim, mexia a raba na minha direção. Eu tinha virado uma estátua.
-que foi, nunca viu uma bunda?
Não sabia o que dizer, logo veio na minha direção e começou a passar a mão na minha rola por cima da calça, me acariciando a rola com um sorriso diabólico.
A pijinha esquentou?
- Você gosta de putaria?
- Você gosta de ver o que o vizinho come?
tava tremendo, duro igual pinto de estátua, mal consegui balbuciar
- não se excede, por favor
—Que foi, não tá gostando?
pronto, ela desabotoou o botão da minha calça jeans, abaixou o zíper com a mão firme e experiente. Eu não aguentava mais de tesão, tava durasso. Ela baixou minha cueca e começou a me masturbar de leve.
-mmm que fininha a verguinha do promíscuo
Ela me dizia, enquanto me olhava de perto, seu sorriso satânico se desenhava aos poucos. O pulso dela era um contraste com o meu, que voava entre vergonha, humilhação e tesão. Ela acariciava minha rola e mal sussurrava pra mim.
- sabe que bem que o vizinho me come
—me come quando o corno sai
—é a cara do cu que um arrombado como você se meta nessa porra toda.
-um fraco, um inútil
O tesão da situação tinha passado dos limites indescritíveis, eu tinha a pica algemada na mão de satã, estava simplesmente encantado.
—Preciso que você venha na quarta-feira em casa, pode ser?
não saía uma palavra!
soltou minha mão da pica pra eu conseguir conectar dois neurônios e eu falei
- bom
Abotoo o casaco e, antes de se retirar, ela me disse
—não me decepcione
e foi embora, me deixou literalmente de pau duro com a cara vermelha, tremendo e afundado até o fundo do oceano, terminei de bater uma com dois jatos fortes e a porra quase tocou o teto.
Pronto me toquei da minha situação, não tinha mais volta, a ideia da quarta-feira já me enchia de todo tipo de fantasia, meu orgulho tava no chão.
O que viria depois disso?
3 comentários - Cuck, a gostosa e o virgem 2