Oieeee, como vocês estão? Voltei porque ontem à noite lembrei de um episódio que rolou comigo faz um tempo e queria contar pra todos os meus seguidores. Eu tinha ido na feira do livro na Rural e depois de dar uma volta e comprar umas coisas, decidi voltar pra casa. Fui pro metrô linha D e, pra minha desgraça, a plataforma parecia a saída de um show de tanta gente. Pra dar mais azar ainda, tinha rolado jogo do River e os trens vinham tão lotados que era impossível entrar. Passou um, dois, três, quatro e a gente continuava lá. No quinto, vi um espaço e me joguei, conseguindo entrar antes da porta fechar. Fiquei presa entre duas senhoras que conversavam reclamando da situação e um cara de uns 40 anos encolhido contra o lado dos bancos. Fiquei encostada sem querer, claro, quase na altura da braguilha dele, mas não podia reclamar, a situação tava insuportável. Primeira estação e ninguém desceu nem se mexeu. Quando o metrô arrancou, deu um tranco que me fez encostar a bunda de cheio no cara. Virei a cabeça e pedi desculpas, e ele falou "tranquila, não tem problema". Outra estação e continuava igual, parecia que o terminal era o destino de todo mundo. Outra arrancada do metrô e aconteceu o que não me surpreendeu por já ter passado por isso várias vezes antes, as mulheres vão entender: senti o cara me apertando. O pior é que não podia falar nada porque a gente tava como sardinha enlatada. Mas foi só o começo. Comecei a sentir que o cara tinha ficado duro e, descaradamente, fazia eu sentir aquilo na minha bunda. Virei e ele sorriu, o filho da puta. Ele se atreveu a mais e me agarrou pela cintura, me puxando contra ele. Aqui não vou fingir de santinha, vou falar a verdade: EU GOSTEI! Deixei ele fazer e esquentei mais ainda, mexendo minha bunda em cima da rola dele, totalmente dura. Agora era eu que pedia pra ninguém descer, tava com a buceta fervendo. Pelo menos um golpe de sorte: ninguém desceu. Senti as mãos dele apalpando minha bunda, estendi uma das minhas e passei a mão na rola dele por cima da calça. Senti os gemidos dele e fiquei mais excitada. De repente, uma das mãos dele esticou parte de trás da minha legging pra se enfiar e senti o aperto direto na pele das minhas nádegas. Tentei abaixar o zíper, mas era uma manobra desconfortável e não consegui. Próxima estação e, como eu imaginava, íamos todos pra Catedral e ninguém se mexeu. Não sei bem como consegui, mas me virei e fiquei de frente pro intruso. O cara sorriu pra mim e, cúmplice, devolvi o sorriso. Ele entendeu minha intenção e enfiou a mão na parte da frente da minha legging, chegando na minha buceta. Puxou a tanga e passou um dedo pelos lábios da minha buceta, que era um rio. No meu ouvido, ele disse: "Que molhada você tá, sua puta". Aí sim consegui e puxei a rola dele, abaixando o zíper. Rola linda. Ele ficava de olho pra ver se ninguém tinha notado, olhando pra todos os lados. Cada um na sua, e a gente se punhetando mutuamente. O cara enfiou 2 dedos na minha buceta e eu não aguentei, gozei mordendo os lábios e abafando o grito com a mão livre na boca. Uns segundos depois, senti a porrada de leite transbordando na minha mão. A porra escorria pela palma e pelos meus dedos. "Boa puta", e disfarçadamente lambi minha mão. Ele ajeitou minha legging e eu guardei a rola dele e subi o zíper. Estação Tribunais e, pedindo licença, o intruso desceu, me agradecendo: "Valeu, gostosa". Esperava mais, tipo descer junto e ir pra um hotel, mas não. Cheguei na Catedral e, ao descer, notei que parte da porra tinha ficado na minha legging. Ri e voltei pra casa.
Oieeee, como vocês estão? Voltei porque ontem à noite lembrei de um episódio que rolou comigo faz um tempo e queria contar pra todos os meus seguidores. Eu tinha ido na feira do livro na Rural e depois de dar uma volta e comprar umas coisas, decidi voltar pra casa. Fui pro metrô linha D e, pra minha desgraça, a plataforma parecia a saída de um show de tanta gente. Pra dar mais azar ainda, tinha rolado jogo do River e os trens vinham tão lotados que era impossível entrar. Passou um, dois, três, quatro e a gente continuava lá. No quinto, vi um espaço e me joguei, conseguindo entrar antes da porta fechar. Fiquei presa entre duas senhoras que conversavam reclamando da situação e um cara de uns 40 anos encolhido contra o lado dos bancos. Fiquei encostada sem querer, claro, quase na altura da braguilha dele, mas não podia reclamar, a situação tava insuportável. Primeira estação e ninguém desceu nem se mexeu. Quando o metrô arrancou, deu um tranco que me fez encostar a bunda de cheio no cara. Virei a cabeça e pedi desculpas, e ele falou "tranquila, não tem problema". Outra estação e continuava igual, parecia que o terminal era o destino de todo mundo. Outra arrancada do metrô e aconteceu o que não me surpreendeu por já ter passado por isso várias vezes antes, as mulheres vão entender: senti o cara me apertando. O pior é que não podia falar nada porque a gente tava como sardinha enlatada. Mas foi só o começo. Comecei a sentir que o cara tinha ficado duro e, descaradamente, fazia eu sentir aquilo na minha bunda. Virei e ele sorriu, o filho da puta. Ele se atreveu a mais e me agarrou pela cintura, me puxando contra ele. Aqui não vou fingir de santinha, vou falar a verdade: EU GOSTEI! Deixei ele fazer e esquentei mais ainda, mexendo minha bunda em cima da rola dele, totalmente dura. Agora era eu que pedia pra ninguém descer, tava com a buceta fervendo. Pelo menos um golpe de sorte: ninguém desceu. Senti as mãos dele apalpando minha bunda, estendi uma das minhas e passei a mão na rola dele por cima da calça. Senti os gemidos dele e fiquei mais excitada. De repente, uma das mãos dele esticou parte de trás da minha legging pra se enfiar e senti o aperto direto na pele das minhas nádegas. Tentei abaixar o zíper, mas era uma manobra desconfortável e não consegui. Próxima estação e, como eu imaginava, íamos todos pra Catedral e ninguém se mexeu. Não sei bem como consegui, mas me virei e fiquei de frente pro intruso. O cara sorriu pra mim e, cúmplice, devolvi o sorriso. Ele entendeu minha intenção e enfiou a mão na parte da frente da minha legging, chegando na minha buceta. Puxou a tanga e passou um dedo pelos lábios da minha buceta, que era um rio. No meu ouvido, ele disse: "Que molhada você tá, sua puta". Aí sim consegui e puxei a rola dele, abaixando o zíper. Rola linda. Ele ficava de olho pra ver se ninguém tinha notado, olhando pra todos os lados. Cada um na sua, e a gente se punhetando mutuamente. O cara enfiou 2 dedos na minha buceta e eu não aguentei, gozei mordendo os lábios e abafando o grito com a mão livre na boca. Uns segundos depois, senti a porrada de leite transbordando na minha mão. A porra escorria pela palma e pelos meus dedos. "Boa puta", e disfarçadamente lambi minha mão. Ele ajeitou minha legging e eu guardei a rola dele e subi o zíper. Estação Tribunais e, pedindo licença, o intruso desceu, me agradecendo: "Valeu, gostosa". Esperava mais, tipo descer junto e ir pra um hotel, mas não. Cheguei na Catedral e, ao descer, notei que parte da porra tinha ficado na minha legging. Ri e voltei pra casa.
18 comentários - Intruso no metrô D (amador real)