Olá, antes de mais nada, quero pedir desculpas por não ter continuado o relato anterior, porque tive uns problemas, mas tô aqui de novo pra dar uma atualização sobre o que aconteceu. E já vou avisando que aqui não vou censurar os nomes. Bom, esse relato continua dias depois de eu ter escrito o anterior, porque minha meta era falar com minha ex-professora quando a gente se encontrasse no caminho, mas depois de pensar e superar as coisas, decidi puxar assunto. Tudo começou com um "Dona Ana, é a senhora?", e ela, totalmente perdida, me respondeu se eu a conhecia. Aí, mesmo com todo o nervosismo, decidi falar: "A senhora não lembra de mim? Eu fui um dos seus alunos." Ela só me olhou e pediu desculpas por não se lembrar. Evitei lembrar que a gente já tinha se falado no Facebook, então preferi só perguntar o que ela tinha feito da vida e como estava, sabe, uma conversa normal, nada demais. Mas sabendo que precisava pedir o número do WhatsApp ou algo pra manter contato com ela, decidi pedir com a desculpa de que queria fazer uma reunião com os ex-alunos e professores. Ela me deu de boa, e pensando que já tinha conseguido o que queria e sem saber como continuar a conversa, resolvi parar num ponto de ônibus, me despedir dela e, sabendo que não podia apressar as coisas, só dei um abraço e fui embora.
Depois desse momento, decidi mandar mensagem no WhatsApp. Escrevi algo básico, tipo um "olá", e pra não deixar o relato muito longo, ela respondeu dois dias depois. Sinceramente, não sabia o que fazer, porque realmente não sabia o que responder a um "olá". Então, só consegui escrever "o que a senhora tá fazendo?", e, como de costume, ela respondia a cada um ou dois dias com respostas curtas e secas. A verdade é que eu não sabia o que fazer. Sempre tentava manter contato com ela, fazendo alguma pergunta ou contando alguma coisa. Pra ser sincero, era frustrante e eu não sabia mais o que fazer. Aí, um dia, já totalmente desistindo de não saber como agir... avançar com esse assunto e como conseguir levar a dona Ana pra cama. Deitado na minha cama, lembrei de uma colega que sempre se deu bem com a professora Ana e, mesmo na dúvida se devia falar com ela, mandei uma mensagem no Facebook. Depois de algumas horas, ela aceitou meu pedido e a gente ficou conversando, sabe, coisa casual. Depois disso, perguntei se ela ainda tinha contato com as professoras, e ela me disse que não falava com elas, mas que as tinha adicionadas. Ainda com dúvidas e esperando que ela não me julgasse, contei o que queria fazer com a minha ex-professora. No começo, ela se recusou a me ajudar e disse pra eu não falar mais com ela, mas depois de algumas horas, ela mesma me escreveu pra dizer que tudo bem, que me ajudaria, mas que eu tinha que contar tudo o que acontecesse. Aceitando a ajuda dela, contei que precisava que ela falasse com a professora e tirasse informações sobre os relacionamentos dela ou se tinha alguém. Depois de alguns dias, minha colega me contou que a minha ex-professora já tinha respondido, e aí começou toda a aventura. Eu ainda continuava falando com a minha ex-professora, mas preferi tentar coisas mais ousadas, já que sabia que minha colega me contaria tudo o que a dona Ana pensasse ou quisesse fazer. Então, sem mais delongas, perguntei pra dona Ana se ela estava livre no domingo, que queria convidá-la pra tomar algo e colocar o papo em dia, porque realmente achava que por mensagens não conseguia falar direito com ela. Ela disse que tudo bem, mas não naquele domingo, porque tinha um compromisso pendente e preferia que fosse outro dia. Desconfiado do que poderia ser, decidi falar com minha colega, perguntando se a dona Ana tinha marido. Ela disse que não. Então, feito um namorado ciumento, pedi pra minha colega perguntar pra onde ela iria no domingo. Minha colega perguntou, e eu disse que tava morrendo de curiosidade e queria saber se tinha mais alguém. E eu tava certo: minha ex-professora contou pra minha colega que ia sair com alguém, um senhor que a tinha convidado pra sair. nos conhecer melhor, depois de me contar isso, o domingo inteiro não consegui ficar em paz. Naquele dia, lembro que minha colega me disse que a professora contou que o senhor tinha sido muito gentil e que ela realmente se sentia confortável. Cansado disso, decidi parar de pensar na minha ex-professora e largar toda essa besteira. Depois de alguns dias, resolvi sair com meus amigos para um evento do McDonald's, onde iam mostrar todos os brinquedos, tipo um museu. Ficamos lá umas horas e depois cada um foi pra casa. Eu, ainda sem ter almoçado, decidi comer alguma coisa antes de ir embora, e foi aí que encontrei uma das minhas ex-professoras. Era a professora que tinha me ensinado estatística quando estudei pra ser perito. Lembro bem que, quando a vi, pensei rápido em evitar falar com ela, mas depois pensei que isso poderia servir como uma prática pra conversar com mulheres mais velhas. Essa professora se chamava Ingrid, era baixinha, moreninha, com um peito até que bom, mas o que mais se destacava era a bunda enorme dela, que realmente chamava muita atenção. Mesmo com os vestidos que ela usava não sendo reveladores, dava pra notar aquela bunda gigante. Perdendo todo o medo, decidi ir falar com ela usando as mesmas frases que usei com minha ex-professora de artes: "Oi, professora Ingrid, quanto tempo! A senhora lembra de mim?" Ela respondeu: "Oi, como você tem passado?" Eu sabia que ela não lembrava de mim, mas evitei falar mais alguma coisa. Só consegui abraçar ela e perguntar: "E o que a senhora faz aqui?" Ela respondeu que estava comprando umas coisas. Olhando pra ela, notei que estava com quatro sacolas, então me ofereci pra ajudar a levar as sacolas até o ponto de ônibus. Comecei a acompanhá-la até o ponto, e nisso ela disse que precisava comprar umas coisas num armazém que aqui no meu país é conhecido como "la megapaca". Então, sem mais, fui com ela. Entramos e subimos pro segundo andar pra procurar roupas femininas. Aí começamos a conversar sobre o que tínhamos feito, e ela me perguntou se eu estava trabalhando. algo que vai envolver finanças, e eu falei que sim, dizendo que graças a ela eu me formei, e fui direto abraçar ela de novo, mas dessa vez por trás, falando que agradecia muito e esfregando todo o meu pau nela, e ela só conseguiu sorrir e tentar se afastar, comentando que que bom que eu tava trabalhando com aquilo e que realizei meus sonhos, e eu só pude dizer que foi graças a ela e como eu podia agradecer. Nesse ponto, eu já tava muito excitado e queria levar ela pra um motel que ficava umas três quadras dali. Eu sabia que era minha chance, porque a dona Ingrid não tava resistindo, então continuei abraçando ela por trás, tentando forçar um pouco, e sem soltar, falava que ela tinha um cheiro gostoso e que agradecia tudo que ela tinha feito por mim, e ela só me olhava e sorria falsamente. Aí eu, já sem me segurar, falei se a gente não podia ir pra outro lugar conversar, e ela respondeu que não dava, que tava chovendo — coisa que eu nem tinha notado de tão tarado que tava. Então a gente ficou ali mais um tempão, e depois de uns 30 ou 40 minutos a chuva deu uma acalmada e a gente conseguiu sair, embora eu percebesse o quão estranha tava sendo a caminhada até o ponto de ônibus. E é bom explicar que o ponto de ônibus pra onde ela ia ficava umas seis quadras, e entre essas seis, umas duas quadras tinha o armazém, e umas três quadras ficava o motel, depois desse pequeno esclarecimento. Depois disso, a gente continuou andando e começou a chover mais forte, e sem ter o que fazer, ela toda apressada falou pra gente voltar pro armazém, mas eu disse pra gente continuar e, ignorando ela, segui em direção ao ponto de ônibus. Ela me seguiu depois de alguns passos, e já tava no motel, aí eu parei na frente esperando a chuva passar, e ela também chegou perto. No começo, eu falei que se ela quisesse a gente podia entrar, mas ela disse que não, que queria esperar lá fora. que o cara que atendia o motel gritou pra gente falando que se a gente não entrasse, não podia ficar parado do lado de fora. Aí, sem escolha, a dona Ingrid finalmente decidiu entrar. O cara nos deu um quarto e, mesmo a dona se recusando a entrar num desses quartos, o cara falou que ela não podia ficar no corredor e que tinha que entrar. E, mesmo toda puta da vida, ela entrou no quarto. Eu paguei o cara por duas horas. Depois disso, fui entrando no quarto também. Obviamente, eu sabia o que queria e não dava pra esconder: tava com um volume na calça que, quando entrei, a dona Ingrid viu na hora. Depois de deixar as coisas dela numa mesinha, eu me deitei na cama enquanto a dona ficava parada num canto, falando que não devia estar ali e que queria ir embora. Aí, vendo minha chance, levantei e fui abraçar ela por trás, dizendo que nada ia acontecer com ela. E sem me segurar mais, fui roçando todo o meu pau nela. Depois disso, ela tentou andar, e eu, sem aguentar mais, joguei todo o meu peso em cima dela. Os dois caíram na cama, eu por cima dela, e sem pensar duas vezes, tentei levantar o vestido dela, mas ela não deixou e se levantou rápido, falando que aquilo era errado e que não ia permitir. Depois disso, levantei e me aproximei dela, dizendo que ninguém ia saber, além de que já era estranho ela ter entrado num motel, e que se já tava ali, devia aproveitar. No começo, ela se recusou, falando que não ia fazer aquilo e tentando ir embora, mas consegui abraçar ela de novo por trás e, pressionando ela contra a porta, finalmente consegui levantar o vestido dela. Tentando enfiar os dedos, senti que ela tava usando uma espécie de meia-calça por baixo. Mesmo sem saber o que era, pelo tesão que tava, só rasguei aquilo. E, mesmo ela dizendo que não, que era errado, não consegui me segurar e decidi enfiar dois dedos. Senti como a buceta dela era macia e quente. Incrivelmente, isso fez a dona Ingrid gemer, e eu, sem conseguir esperar mais, empurrei ela pra cama. e abaixando minhas calças, fui atrás da minha ex-professora e, embora totalmente surpreso, eu podia ver como minha ex-professora levantava o vestido. A tia Ingrid, a mesma que uma vez me ensinou estatística e para que serviam, estava levantando o vestido e, sem dizer nada, parti pra meter sem camisinha, sem nada, já que não pensei que chegaria tão longe. Ela tava de quatro, eu só conseguia pensar em enfiar ela na cama, não parava de me mexer enquanto ela gemia cada vez que eu penetrava. Ela gemia e se contorcia na cama, e num momento escapou, e ela mesma pegou de novo e enfiou de volta, e eu, sem aguentar mais, tive que gozar dentro dela e, soltando todo o meu peso, abracei ela bem forte por trás e meti tudo lá dentro. Só ouvi ela gritar e falar que não era pra gozar dentro, mas ignorei e tirei depois de ter gozado, mandando ela tirar o vestido todo porque a gente tinha sujado. Ela só conseguiu dizer que eu não podia contar pra ninguém o que a gente tava fazendo, e eu só concordei com a cabeça. Ainda com tesão, decidi subir nela de novo, e sem nenhuma oposição, ela abriu as pernas e guiou meu pau pro lugar certo. Sem pensar muito, continuei me mexendo enquanto ela gemia e me beijava. Num momento, ela apertou minhas pernas com muita força e começou a se mexer até que ficou tremendo. Sem esperar mais, ela montou em mim pela primeira vez. Eu via uma coroa com uma bunda incrível me montando com tanta vontade que parecia que queria arrancar meu pau. Ela se mexia muito bem, parecia que nunca tinha levado pica. Eu queria ficar ali enquanto ela sussurrava pra eu não contar pra ninguém, e depois de um tempo, ela começou a gritar que tava errado enquanto se mexia mais e mais rápido, falando por último que tava muito errado e me fazendo gozar dentro dela de novo. Ficamos abraçados por um momento enquanto ela me olhava e segurava meu pau entre as mãos. Continuo depois. Amanhã, porque já é muito tarde. Só quero saber o que vocês acham, cês acham que eu fiz certo em ter transado com minha professora de estatística? Ou será que eu forcei ela a fazer algo que ela não queria? Me contem o que pensam. Boa noite 🤗 Lembranças da minha ex-professora
Depois desse momento, decidi mandar mensagem no WhatsApp. Escrevi algo básico, tipo um "olá", e pra não deixar o relato muito longo, ela respondeu dois dias depois. Sinceramente, não sabia o que fazer, porque realmente não sabia o que responder a um "olá". Então, só consegui escrever "o que a senhora tá fazendo?", e, como de costume, ela respondia a cada um ou dois dias com respostas curtas e secas. A verdade é que eu não sabia o que fazer. Sempre tentava manter contato com ela, fazendo alguma pergunta ou contando alguma coisa. Pra ser sincero, era frustrante e eu não sabia mais o que fazer. Aí, um dia, já totalmente desistindo de não saber como agir... avançar com esse assunto e como conseguir levar a dona Ana pra cama. Deitado na minha cama, lembrei de uma colega que sempre se deu bem com a professora Ana e, mesmo na dúvida se devia falar com ela, mandei uma mensagem no Facebook. Depois de algumas horas, ela aceitou meu pedido e a gente ficou conversando, sabe, coisa casual. Depois disso, perguntei se ela ainda tinha contato com as professoras, e ela me disse que não falava com elas, mas que as tinha adicionadas. Ainda com dúvidas e esperando que ela não me julgasse, contei o que queria fazer com a minha ex-professora. No começo, ela se recusou a me ajudar e disse pra eu não falar mais com ela, mas depois de algumas horas, ela mesma me escreveu pra dizer que tudo bem, que me ajudaria, mas que eu tinha que contar tudo o que acontecesse. Aceitando a ajuda dela, contei que precisava que ela falasse com a professora e tirasse informações sobre os relacionamentos dela ou se tinha alguém. Depois de alguns dias, minha colega me contou que a minha ex-professora já tinha respondido, e aí começou toda a aventura. Eu ainda continuava falando com a minha ex-professora, mas preferi tentar coisas mais ousadas, já que sabia que minha colega me contaria tudo o que a dona Ana pensasse ou quisesse fazer. Então, sem mais delongas, perguntei pra dona Ana se ela estava livre no domingo, que queria convidá-la pra tomar algo e colocar o papo em dia, porque realmente achava que por mensagens não conseguia falar direito com ela. Ela disse que tudo bem, mas não naquele domingo, porque tinha um compromisso pendente e preferia que fosse outro dia. Desconfiado do que poderia ser, decidi falar com minha colega, perguntando se a dona Ana tinha marido. Ela disse que não. Então, feito um namorado ciumento, pedi pra minha colega perguntar pra onde ela iria no domingo. Minha colega perguntou, e eu disse que tava morrendo de curiosidade e queria saber se tinha mais alguém. E eu tava certo: minha ex-professora contou pra minha colega que ia sair com alguém, um senhor que a tinha convidado pra sair. nos conhecer melhor, depois de me contar isso, o domingo inteiro não consegui ficar em paz. Naquele dia, lembro que minha colega me disse que a professora contou que o senhor tinha sido muito gentil e que ela realmente se sentia confortável. Cansado disso, decidi parar de pensar na minha ex-professora e largar toda essa besteira. Depois de alguns dias, resolvi sair com meus amigos para um evento do McDonald's, onde iam mostrar todos os brinquedos, tipo um museu. Ficamos lá umas horas e depois cada um foi pra casa. Eu, ainda sem ter almoçado, decidi comer alguma coisa antes de ir embora, e foi aí que encontrei uma das minhas ex-professoras. Era a professora que tinha me ensinado estatística quando estudei pra ser perito. Lembro bem que, quando a vi, pensei rápido em evitar falar com ela, mas depois pensei que isso poderia servir como uma prática pra conversar com mulheres mais velhas. Essa professora se chamava Ingrid, era baixinha, moreninha, com um peito até que bom, mas o que mais se destacava era a bunda enorme dela, que realmente chamava muita atenção. Mesmo com os vestidos que ela usava não sendo reveladores, dava pra notar aquela bunda gigante. Perdendo todo o medo, decidi ir falar com ela usando as mesmas frases que usei com minha ex-professora de artes: "Oi, professora Ingrid, quanto tempo! A senhora lembra de mim?" Ela respondeu: "Oi, como você tem passado?" Eu sabia que ela não lembrava de mim, mas evitei falar mais alguma coisa. Só consegui abraçar ela e perguntar: "E o que a senhora faz aqui?" Ela respondeu que estava comprando umas coisas. Olhando pra ela, notei que estava com quatro sacolas, então me ofereci pra ajudar a levar as sacolas até o ponto de ônibus. Comecei a acompanhá-la até o ponto, e nisso ela disse que precisava comprar umas coisas num armazém que aqui no meu país é conhecido como "la megapaca". Então, sem mais, fui com ela. Entramos e subimos pro segundo andar pra procurar roupas femininas. Aí começamos a conversar sobre o que tínhamos feito, e ela me perguntou se eu estava trabalhando. algo que vai envolver finanças, e eu falei que sim, dizendo que graças a ela eu me formei, e fui direto abraçar ela de novo, mas dessa vez por trás, falando que agradecia muito e esfregando todo o meu pau nela, e ela só conseguiu sorrir e tentar se afastar, comentando que que bom que eu tava trabalhando com aquilo e que realizei meus sonhos, e eu só pude dizer que foi graças a ela e como eu podia agradecer. Nesse ponto, eu já tava muito excitado e queria levar ela pra um motel que ficava umas três quadras dali. Eu sabia que era minha chance, porque a dona Ingrid não tava resistindo, então continuei abraçando ela por trás, tentando forçar um pouco, e sem soltar, falava que ela tinha um cheiro gostoso e que agradecia tudo que ela tinha feito por mim, e ela só me olhava e sorria falsamente. Aí eu, já sem me segurar, falei se a gente não podia ir pra outro lugar conversar, e ela respondeu que não dava, que tava chovendo — coisa que eu nem tinha notado de tão tarado que tava. Então a gente ficou ali mais um tempão, e depois de uns 30 ou 40 minutos a chuva deu uma acalmada e a gente conseguiu sair, embora eu percebesse o quão estranha tava sendo a caminhada até o ponto de ônibus. E é bom explicar que o ponto de ônibus pra onde ela ia ficava umas seis quadras, e entre essas seis, umas duas quadras tinha o armazém, e umas três quadras ficava o motel, depois desse pequeno esclarecimento. Depois disso, a gente continuou andando e começou a chover mais forte, e sem ter o que fazer, ela toda apressada falou pra gente voltar pro armazém, mas eu disse pra gente continuar e, ignorando ela, segui em direção ao ponto de ônibus. Ela me seguiu depois de alguns passos, e já tava no motel, aí eu parei na frente esperando a chuva passar, e ela também chegou perto. No começo, eu falei que se ela quisesse a gente podia entrar, mas ela disse que não, que queria esperar lá fora. que o cara que atendia o motel gritou pra gente falando que se a gente não entrasse, não podia ficar parado do lado de fora. Aí, sem escolha, a dona Ingrid finalmente decidiu entrar. O cara nos deu um quarto e, mesmo a dona se recusando a entrar num desses quartos, o cara falou que ela não podia ficar no corredor e que tinha que entrar. E, mesmo toda puta da vida, ela entrou no quarto. Eu paguei o cara por duas horas. Depois disso, fui entrando no quarto também. Obviamente, eu sabia o que queria e não dava pra esconder: tava com um volume na calça que, quando entrei, a dona Ingrid viu na hora. Depois de deixar as coisas dela numa mesinha, eu me deitei na cama enquanto a dona ficava parada num canto, falando que não devia estar ali e que queria ir embora. Aí, vendo minha chance, levantei e fui abraçar ela por trás, dizendo que nada ia acontecer com ela. E sem me segurar mais, fui roçando todo o meu pau nela. Depois disso, ela tentou andar, e eu, sem aguentar mais, joguei todo o meu peso em cima dela. Os dois caíram na cama, eu por cima dela, e sem pensar duas vezes, tentei levantar o vestido dela, mas ela não deixou e se levantou rápido, falando que aquilo era errado e que não ia permitir. Depois disso, levantei e me aproximei dela, dizendo que ninguém ia saber, além de que já era estranho ela ter entrado num motel, e que se já tava ali, devia aproveitar. No começo, ela se recusou, falando que não ia fazer aquilo e tentando ir embora, mas consegui abraçar ela de novo por trás e, pressionando ela contra a porta, finalmente consegui levantar o vestido dela. Tentando enfiar os dedos, senti que ela tava usando uma espécie de meia-calça por baixo. Mesmo sem saber o que era, pelo tesão que tava, só rasguei aquilo. E, mesmo ela dizendo que não, que era errado, não consegui me segurar e decidi enfiar dois dedos. Senti como a buceta dela era macia e quente. Incrivelmente, isso fez a dona Ingrid gemer, e eu, sem conseguir esperar mais, empurrei ela pra cama. e abaixando minhas calças, fui atrás da minha ex-professora e, embora totalmente surpreso, eu podia ver como minha ex-professora levantava o vestido. A tia Ingrid, a mesma que uma vez me ensinou estatística e para que serviam, estava levantando o vestido e, sem dizer nada, parti pra meter sem camisinha, sem nada, já que não pensei que chegaria tão longe. Ela tava de quatro, eu só conseguia pensar em enfiar ela na cama, não parava de me mexer enquanto ela gemia cada vez que eu penetrava. Ela gemia e se contorcia na cama, e num momento escapou, e ela mesma pegou de novo e enfiou de volta, e eu, sem aguentar mais, tive que gozar dentro dela e, soltando todo o meu peso, abracei ela bem forte por trás e meti tudo lá dentro. Só ouvi ela gritar e falar que não era pra gozar dentro, mas ignorei e tirei depois de ter gozado, mandando ela tirar o vestido todo porque a gente tinha sujado. Ela só conseguiu dizer que eu não podia contar pra ninguém o que a gente tava fazendo, e eu só concordei com a cabeça. Ainda com tesão, decidi subir nela de novo, e sem nenhuma oposição, ela abriu as pernas e guiou meu pau pro lugar certo. Sem pensar muito, continuei me mexendo enquanto ela gemia e me beijava. Num momento, ela apertou minhas pernas com muita força e começou a se mexer até que ficou tremendo. Sem esperar mais, ela montou em mim pela primeira vez. Eu via uma coroa com uma bunda incrível me montando com tanta vontade que parecia que queria arrancar meu pau. Ela se mexia muito bem, parecia que nunca tinha levado pica. Eu queria ficar ali enquanto ela sussurrava pra eu não contar pra ninguém, e depois de um tempo, ela começou a gritar que tava errado enquanto se mexia mais e mais rápido, falando por último que tava muito errado e me fazendo gozar dentro dela de novo. Ficamos abraçados por um momento enquanto ela me olhava e segurava meu pau entre as mãos. Continuo depois. Amanhã, porque já é muito tarde. Só quero saber o que vocês acham, cês acham que eu fiz certo em ter transado com minha professora de estatística? Ou será que eu forcei ela a fazer algo que ela não queria? Me contem o que pensam. Boa noite 🤗 Lembranças da minha ex-professora
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