Aquela noite mudou tudo

Aquela noite em que vi meu pai comendo minha namorada foi uma ruptura na minha vida toda e na da Lu e do meu pai também. Foi uma ruptura porque, no meu caso, quando via a Lu comendo com outro, ficava entre a excitação e o tesão da situação e a raiva e o ciúme de ver a Lu se entregar a outros. Nunca conseguia aproveitar de verdade. De um lado, a excitação e o tesão eram gigantescos, e do outro, o ciúme e a raiva. E a vergonha de continuar mantendo meu papel de macho e não parecer o corno que curte ver a namorada sendo comida. Na situação com meu pai, inclusive, como nunca tinha acontecido antes, interagi com a Lu pedindo pra ela fazer coisas. Coisa que antes a Lu fazia e eu mostrava uma certa raiva, pedindo pra parar, mas sem fazer nada pra impedir de verdade. Por outro lado, a Lu também se libertou ao ver que nós dois curtíamos aquela situação, e notei pela primeira vez no relacionamento que ela estava totalmente solta e que não precisava mais mentir nem esconder, como sempre fez, e que, ao contrário, ia me incluir em todas as fantasias dela. Isso fez com que nosso relacionamento ficasse, pela primeira vez, realmente forte. Porque antes, com minhas dúvidas, meus medos, meu ciúme e as mentiras dela, os segredos, as enganações, nossa relação era bem tóxica. E meu pai, que sempre teve suas paradas, também, pudemos descobrir o lado mais sádico dele. Aquela noite, depois de três gozadas, meu pai foi embora e eu e a Lu ficamos conversando até o amanhecer, abraçados, rindo e nos beijando como nunca antes. Pela primeira vez, senti que íamos ter um relacionamento de verdade, sem mentiras, sem enganações, sem desconfianças, etc. A partir daquela noite também, nossa vida sexual deu uma virada. De transar muito pouco, por causa das intermináveis brigas que tínhamos, do ciúme, das mentiras, das desconfianças, passamos a transar pra caralho e fantasiar um monte de coisas juntos. Até os orgasmos da Lu começaram a ser normais. Coisa que comigo ela tinha raramente. Depois daquela noite, com a Lu, a A relação começou a melhorar cada vez mais. Meu pai a gente não viu de novo até sexta-feira, não falei com ele. Isso tinha sido num domingo depois do campo e só voltei a ver ele na sexta. Fui na casa dos meus pais, cumprimentei minha mãe, meu irmão e meu pai. Notei ele totalmente estranho. Me cumprimentou bem, mas meio seco e como se tivesse me evitando. Percebi isso e fui falar com ele sozinho. Ele disse que sentia muita culpa pelo que tinha feito, que sentia vergonha de olhar na cara eu e a Lu, e que sentia uma certa rejeição e raiva de mim por permitir que fizessem isso com minha parceira. Não conseguia entender que eu gostasse daquilo e que a Lu se entregasse pra qualquer um como se nada fosse. Tava preocupado com minha falta de hombridade, de não me impor numa situação dessas e não deixar acontecer. A gente conversou bastante, mas ele não ficou muito convencido com minhas explicações. Cheguei em casa e contei pra Lu.
Eu: "Amor, fui na casa ver meus pais e tive que falar com meu pai porque notei ele estranho, como se quisesse me evitar, e a gente conversou e ele não consegue entender isso que a gente faz, não consegue entender o que ele fez, sente culpa, vergonha, nojo, etc."
Lu: "Amor, calma, em dois minutos eu resolvo."
Eu: "Mano, tô te falando que vi ele mal. Tipo, você sabe a relação que eu tenho com meu pai e sinto que nunca mais vamos ter uma relação assim. Ele me olha com desprezo e culpa."
Lu: "Mano, agora vocês vão se dar melhor do que antes. Eu resolvo, te falei. Liga pra ele agora e se ele atender, levanta o polegar pra mim e desliga."
Eu: "Como você vai fazer?" Enquanto pegava o telefone pra ligar.
Lu: "Quando ele atender, se for ele, desliga e levanta o polegar pra mim."
Eu: "Fechou." Liguei e ele atendeu. Não sabia o que dizer, então perguntei pelo meu irmão, que eu tava ligando e ele não atendia. Levantei o polegar pra Lu e desliguei, dizendo que ia tentar ligar de novo. Vejo a Lu pegar o telefone dela, começar a rir e falar:
Lu: "Dois minutos, te falei que demorava pra resolver, hahaha."
Eu: "Me explica, haha, não entendi."
Lu: "Num seu pai vem te pegar" — ela se aproxima, me dá um beijo e mostra o celular rindo, toda vitoriosa. Mando 4 fotos nua e um vídeo batendo uma e falo: "to te esperando, sogrão, vem. Me ocorreu uma parada que você vai amar".
Eu: "puta que pariu, tu é foda, hein? E essas fotos e esse vídeo? Preparou pra mandar pra ele, sua desgraçada? Kkkk tu é uma filha da puta, kkkk".
Lu: "fácil, te falei que resolvia. Menos de dois minutos, atrasada nada" — sempre com aquela cara de vitoriosa.
Eu: "gênia, minha namorada".
Lu: "gênia pra caralho".
Eu: "mas filha da puta, o que você bolou? O que disse pro meu velho?"
Lu: "até seu pai chegar, não posso contar" — rindo.
Eu: "imagino que eu tô incluído nessa fantasia, né?"
Lu: "imagina bem, sim".
Eu: "vamos jogar um jogo. Eu vou chutando pra ver se adivinho. Cada erro, eu tiro uma peça; cada acerto, você tira uma sua".
Lu: "vamos jogar, dale, kkkk".
Eu: "você vai chamar ele de papai, como se fosse filha dele, e fingir que ele tá comendo a própria filha".
Lu: "a puta mãe, kkkk" — e tira as Crocs.
Eu: "chuva dourada?"
Batem na porta.
Lu: "seu pai chegou, o sino te salvou, kkkk".
Vou abrir a porta, e meu pai me cumprimenta distante de novo. Falo pra ele entrar e fecho. Percebi na hora que ele não gostou de me ver, ficou desconfortável, até com vontade de ir embora.
Eu: "vou comprar umas paradas no chinês pra cozinhar".
Lu: "melhor, amor, dale".
Quando tô saindo, meu pai me para e fala:
Pai: "olha, crianças, a verdade é que eu não queria mais ver vocês. Tô envergonhado do que aconteceu, do que a gente fez. Não entendo o que vocês buscam com isso. Se é que vocês gostam, se fazem de propósito ou que porra é essa, mas sério, não sei. Isso tá me deixando mal, de verdade".
Eu: "a gente gosta de fazer isso, pai. Já te expliquei, não sei qual é o drama. Não vou negar que é loucura, até eu não aceitava direito até outro dia, mas ver vocês transando me excitou pra caralho. Me excitou muito o jeito selvagem que você comeu ela, e até gozou duas vezes, e pelo visto você também tava curtindo todo esse tesão". Lu: "Não precisamos dar explicação nenhuma sobre nada, nem ficar enrolando o assunto. Somos três adultos, que estão fazendo dentro de quatro paredes, sem incomodar ninguém, algo gostoso, só isso. Não tem muito o que explicar nem entender. A gente tá melhor do que nunca com isso e não vamos parar porque é loucura. Loucura era a gente não poder aproveitar como a gente faz agora, porque a sociedade vê isso como degeneração. Tô pouco me lixando pra sociedade. Eu não incomodo ninguém e somos mais felizes assim. Além do mais, não vai me dizer que você não adora isso, sogrão" e se ajoelha e abaixa as calças dele. Papai: "não, para, para. Não levem a mal o que vou dizer. Não tô julgando vocês pelo que sentem ou pelos gostos que têm, mas eu sou uma pessoa mais velha, fui criado na antiga, com outros valores, e me custa, me choca isso, mas não tô julgando. Tudo bem, é uma decisão de vocês como casal viver a sexualidade desse jeito, mas eu não consigo entender o que tem de gostoso e divertido nisso." Eu: "claro que te choca. A gente também se choca, e não é que a gente cague tudo e faça o que quer, sem respeitar nada e sem sentir vergonha, mas o mundo vai mudando e tem um monte de coisa que a gente não gosta e acontece. Mas como a Lu disse, a gente não incomoda ninguém. A gente curte e se permite viver assim. Ninguém tem que nos entender nem aceitar. Quem não gosta, que viva do seu jeito. A gente decidiu viver desse jeito." Lu: "claro, é assim mesmo. Esquece, sogrão, tudo que foi imposto pela sociedade e se permite curtir isso, que eu tenho certeza que também te excita pra caralho" e começa a chupar o pau dele. Papai: "então quer dizer que eu tenho que esquecer tudo e aproveitar?" Eu: "com certeza, papai. Isso é algo nosso e a gente vive com quem topa viver, e com quem não topa, tudo bem, não vamos obrigar ninguém a participar de algo que não gosta." Lu: "papai, acho que já entendeu o recado." Meu pai segurava a buceta dela. cabeça da Lu pra fazer ela engolir tudo. Pai: "garota, sua puta, vem aqui, olha como você tá com essa buceta" meu velho levanta ela e enfia os dedos na buceta e beija ela. Eu: "Qual era sua fantasia? Já foi, pai, pode me contar agora." Minha namorada olha pro meu pai e diz Lu: "quero que você me coma com o Rana." O Rana é um dos melhores amigos do meu pai, que sempre odiei porque quando meu velho me levava pros encontros dele, ele sempre ficava puto porque não iam poder ir transar depois. E sempre tive raiva dele porque minha mãe chorava muito e ficava mal quando meu velho saía com eles, porque sabia que ele ia comer outras. Pai: "quer que eu te coma com o Rana, sua puta? Ela quer que eu coma ela com o Rana, a vagabunda. Você quer ver como a gente come ela com o Rana, hein? Quer isso? Ia gostar disso? Ia gostar que a gente comesse ela com o Rana, hein?" Meu pai já tinha entrado em transe de novo e começou a comer a Lu desesperadamente. Eu: "você quebra todos os valores se fizer isso, porque sabe que aquele idiota de merda eu nunca aturei." Lu: "eu imploro pra você me comer com o Rana aqui, enquanto ele olha, e que o Rana diga 'viu, corno, você não me aturava e agora eu fodo a puta da sua namorada enquanto você bate punheta com esse pintinho de merda'." Pai: "Rana tem um pau enorme, garota, sabe como ele vai deixar sua buceta se pegar você. Tem certeza que quer que eu coma você com ele? Olha que ele tem um pau enorme e é insaciável." Eu: "se você comer aquele idiota, eu te largo, juro, e você não é mais meu pai." Eu tinha ficado puto de tesão com aquela situação, mas o ódio por aquele cara sempre foi maior que qualquer coisa. Lu: "sim, quero que você chame o Rana agora e que ele venha me comer aqui com você. Chama ele e fala pra vir, e vocês dois me comem." Pai: "é, sua puta? Quer que eu chame ele? Quer que eu convide? Chamo ele, quer? Chamo?" Eu chego perto da Lu enquanto meu velho come ela sem parar e falo na cara dela. Eu: "você come aquele Seu idiota e vou te largar" Lu: "você vai amar, meu amor, vai amar, vai ver. Chama ele de sogrinho, fala pra ele vir me foder, vai, chama ele" Papai: "vou encher você de porra, seu filho da puta, vou encher. Ahhh ahhh" Eu: "um murro eu dava nesse idiota" Lu: "ai, meu amor, sim, sim, você tá me enchendo de novo, sogrinho, sim" Papai: "uhhhh, garota, filha da puta, olha. Olha como você me deixa, filha da puta." Eu: "você encheu ela toda de novo, usou a palavra: buceta na minha namorada" Lu: "encheu minha buceta de porra de novo, viu, meu amor, viu" Papai: "vem cá, vem, putinha. Quer que a gente ligue pra ele agora pra ele vir? Quer convidar ele?" Meu pai pega ela de novo, dá um beijo nela e tira o celular Eu: "já te falei, Lucia, se você foder com esse idiota, vou te largar" Lu me pegou pela camiseta enquanto meu pai ainda abraçava ela por trás e me disse Lu: "eu vou foder com quem eu quiser, seu idiota, você não vai me dizer com quem posso ou não foder. Quem escolhe com quem eu vou foder sou eu, não você, ouviu?" fiquei paralisado, sem dizer nada Papai: "já chamamos ele, bebê, já chamamos, sim?

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