Secretária Safada

Me chamo Andrés, tenho 23 anos, sou baixinho com 1,62m, magrinho, não tenho barba nem pelos no corpo, cabelo castanho longo até a metade das costas. Costumam me confundir com uma garota às vezes. Comecei a fazer estágio aos 19 anos em uns escritórios, como administrativo, num prédio no 12º andar onde era tudo escritório. Éramos só 4: a chefe, duas garotas e eu. Ao terminar o estágio, me contrataram e comecei a trabalhar das 8 da manhã às 5 da tarde. Seis meses depois, passei a fazer o trabalho de uma das garotas, a Raquel, que às quintas-feiras depois das 5 ficava sozinha até as 8 para terminar tarefas atrasadas, e essa função foi delegada a mim.

Era a quinta quinta-feira que eu ficava quando fui ao banheiro. Na entrada, tínhamos um armário compartilhado onde deixávamos jaqueta, bolsas etc. E vi uma saia preta que uma das garotas tinha deixado lá. Me veio à mente algo que há muito tempo eu não fazia: me vestir de garota com as roupas das minhas irmãs. Achava que tinha esquecido isso, desde que fui morar sozinho nunca mais tinha feito, acho que porque também não tinha roupa pra isso. Peguei a saia e coloquei por cima, chegava na metade da coxa. Passou pela minha cabeça vestir, mas recuei, deixei ela lá e voltei pra minha mesa pra continuar trabalhando. Mas não saía da minha cabeça. Um tempo depois, voltei, tirei a calça, coloquei a saia e fui pra minha mesa com ela vestida. Fiquei meia hora trabalhando de saia, não tinha perigo porque nunca vinha ninguém.

A partir daquele dia, não parava de pensar em como tinha sido excitante trabalhar de saia, igual uma secretária. Duas quintas-feiras depois, fiquei olhando se tinham deixado alguma saia, mas sem sorte. Na sexta, ao terminar meu turno e chegar em casa, comecei a procurar roupas online e acabei comprando: 2 saias curtinhas, um top, uma blusa branca, um pack de 5 calcinhas, um par de sutiãs, duas meias-calças pretas e uns sapatos de salto. Demorou uma semana pra chegar, e comecei a me vestir em casa. Eu colocava umas meias no peito, mas tive a ideia de comprar uns seios de silicone e uma semana depois já os tinha. A cada semana eu comprava algo e fui aumentando meu guarda-roupa feminino. Me vestia e me divertia lendo histórias e vendo vídeos. Um dia, li um conto sobre uma secretária que satisfazia o chefe no escritório e comecei a ver vídeos pornô de secretárias com seus chefes. Eu me imaginava naquela situação, o que me dava muito tesão — algo que eu não entendia, porque homens nunca me atraíram. Começou a passar pela minha cabeça a ideia de me vestir no trabalho, e numa quinta-feira coloquei roupas na mochila e levei. Quando as meninas foram embora, esperei um pouco e fui ao banheiro. Comecei a me vestir: calcinha preta de renda primeiro, depois o sutiã com meus dois peitos, meia-calça preta, minissaia preta, blusa branca e os sapatos de salto. Fui para minha mesa trabalhar e acabei vendo vídeos de secretárias. Isso começou a se repetir toda quinta-feira. Eu me ajoelhava na frente da cadeira, me apoiava na mesa oferecendo a bunda, imitando elas.

Passaram alguns meses. Eu estava no banheiro terminando de me vestir e, ao sair, encontrei minha chefe parada na porta. Ao vê-la, corri para dentro e ela entrou atrás de mim.

— Que surpresa, né, Andreíta?

Eu, totalmente envergonhado, não sabia o que dizer e pensei rápido.

— Desculpa, Sara, é que tenho que ir a uma festa à fantasia e me sortearam ir de garota.

— Tudo bem, vem comigo.

— Eu me troco e já vou.

— De jeito nenhum, vem assim.

Ela me levou até o escritório dela e ligou o PC.

— Olha isso, Andreíta.

Fiquei perplexo ao ver que era uma gravação minha no escritório, vestida, trabalhando e fazendo as poses.

— Surpreso, né? Você não sabia que tem câmeras escondidas e eu sei o tempo todo o que vocês fazem.

— Perdão, chefa.

— Não tem que perdoar, não tenho reclamações. Você fez seu trabalho como uma boa secretária. Agora vou te mostrar mais uma coisa.

No PC, ela colocou um dos vídeos que eu via. Naquele momento, eu desejava que a terra me engolisse. a terra. - Tenho acesso de casa a todos os computadores e vejo o que vocês fazem. - Sinto muito, não vou fazer de novo. - Calma, não fique nervosa, é bom ter fantasias e pelo que vi a sua é essa: ser uma secretária um pouco putinha e eu vou te ajudar a realizá-la. - Já disse que sinto muito. - Relaxa, você vai realizar sua fantasia, mas falta um pouco de maquiagem. Sente-se aqui que eu arrumo num instante. - Sério, me desculpe, deixe-me ir me trocar e faço meu trabalho depois. - Sente-se, eu disse, a menos que queira que eu te denuncie por assédio. - Não pode fazer isso comigo. - Pois então já sabe: sentadinha e calada enquanto eu te maquio. Primeiro pintei minhas unhas de vermelho, das mãos e dos pés, depois retoquei minhas sobrancelhas, passei base, depois fiz meus olhos e por último meus lábios num vermelho paixão, e pentei meu cabelo. - Agora sim você é uma secretária gostosa. Vá para sua mesa e comece a fazer seu trabalho. Envergonhada, fui para minha mesa e comecei a trabalhar. Uns 20 minutos depois, minha chefe saía do escritório. - Andrea, me acompanhe ao banheiro. Fui com ela, ela trancou a porta. - Espere aqui enquanto faço xixi. Demorou quase 5 minutos para sair, quando saiu. - Me acompanhe ao meu escritório. Segui-a e ao entrar vi um homem sentado em sua mesa e fiquei parada. - Entra, Andrea, não fique aí. Te apresento Miguel, um bom amigo meu, gay, que vai te ajudar a realizar sua fantasia. - O que é isso, não quero realizar nada. - Você vai fazer o que eu mandar, senão te denuncio e você fica sem trabalho. - Já disse que sinto muito, não pode fazer isso comigo. - Claro que posso. Miguel, esta é Andrea, sua secretária. - Eu não sou secretária de ninguém e além disso não sou gay. - Andreíta, ninguém disse que você é gay. Vestida assim, você é toda uma mulherzinha e vai se comportar como tal. - Não, por favor. - Tudo bem, de acordo, você está demitida e agora mesmo chamo a polícia. - Não pode fazer isso comigo. - Então faça o que eu mando e nada acontece. - Está bem, o que devo fazer? - Primeiro, vá para seu posto de trabalho e espere. ordens do Miguel, seu chefe. Sentei na frente do PC e continuei meu trabalho. Dois minutos depois, meu telefone tocou.
- Sim.
- Andrea, me traz um café.
- Vou.
Preparei um café e levei para o escritório.
- Traga aqui.
Fazendo um sinal para que eu o colocasse pelo lado esquerdo, deixei o café na frente dele. Minha chefe estava sentada numa cadeira mais atrás, com o celular, seguindo meus passos – imaginei que estivesse gravando.
- Obrigado, Andrea. Organiza um pouco esses papéis aqui.
Sobre a mesa havia papéis desorganizados. Comecei a arrumá-los e, de repente, senti uma mão em uma das minhas pernas. Afastei-me num pulo.
- Volta aqui e continua com o que estava fazendo.
Voltei ao lado dele e, de novo, a mão em uma perna, subindo até começar a tocar minha bunda. Minha chefe se posicionou ao lado, em pé, gravando a cena.
- Sabe que sempre gostei dessa sua bunda e que você adora quando eu toco, né, Andrea?
- Sim, senhor.
Ele se levantou da cadeira e ficou atrás de mim, tocando minha bunda e levantando minha saia, deixando minha calcinha à vista, com uma mão sobre ela. De repente, me virou e com a outra mão tocou meus peitos. Olhou-me na cara.
- Sabe o que mais gosto na minha secretária? É quando ela me chupa.
Olhei surpresa.
- Não, isso não. Não penso em fazer.
Apoiou uma mão no meu ombro.
- Ah, vai fazer sim, ou já sabe as consequências.
- Não, por favor.
Disse isso já ajoelhando e fiquei olhando para frente, vendo a virilha dele na altura do meu rosto.
- Vamos, o que está esperando? Desabotoa minha calça e começa.
Desabotoei, a calça caiu no chão e abaixei a cueca. Apareceu diante dos meus olhos um pau semiduro. Olhei para ele, implorando por clemência.
- Vamos, putinha, tá esperando o quê?
Peguei com uma mão e me aproximei lentamente, chupando com nojo a ponta. Ele pôs uma mão na minha cabeça e empurrou um pouco, entrando mais um pouco. Comecei a chupar, e ele me guiava com a mão, empurrando minha cabeça para fazer entrar mais e soltando para que... saiu um pouco, mas sem tirar totalmente da minha boca. — Assim, muito bem. No dia que te contratei, sabia que você ia cumprir sendo minha putinha. Enquanto eu chupava, ele ia falando coisas e, de repente, nem percebi, ele gozou e encheu minha boca de porra, apertou minha cabeça pra eu não conseguir tirar. Parei de chupar, mas ele então começou a foder minha boca até descarregar tudo dentro. — Você é uma putinha muito gulosa. Ele me pegou pelo pescoço e me fez levantar. Vi do lado a minha chefe sorrindo e filmando. Ele me virou, me apoiou contra a mesa, deu uma palmada forte na minha bunda e começou a esfregar minha bunda. Ele puxou minha calcinha um pouco pra baixo e me deu tapas com o pau. Eu sabia o que ia acontecer. — Não, isso não, por favor, chefe, já chupei ele. — Caladinha e deixa seu macho fazer. Hoje à noite você vai voltar pra casa feita uma verdadeira mulherzinha. — Eu não quero. Miguel tirou minha calcinha. — A putinha diz que não gosta e tá com a calcinha toda molhada. Em seguida, ele enfiou minha calcinha na minha boca. — Assim você fica quieta. Continuou me esfregando e parou um momento, e logo senti uma pressão na bunda, abrindo caminho. Queria gritar de dor, mas não podia, com a calcinha na boca. Ele continuou apertando e o pau entrando cada vez mais fundo. — Já entrou todo. Começou a me foder devagar. A dor foi virando prazer e, em pouco tempo, eu estava gemendo como uma mulher. Ele tirou a calcinha da minha boca. Minha chefe se posicionou na frente, filmando meu rosto. — Não queria, a safadinha, e olha como ela geme agora. Miguel foi aumentando o ritmo da foda aos poucos, e o prazer que eu sentia fazia meus gemidos ficarem cada vez mais intensos. Não sei quanto tempo tinha passado quando ele deu três ou quatro enfiadas bem duras e depois diminuiu o ritmo. — Que gozada boa que eu dei com essa putinha. Quando ele tirou, se jogou pro lado e eu percebi de relance que, pra minha sorte, ele tinha colocado uma camisinha. Eu fiquei exatamente como estava, deitada na mesa, sem forças pra levantar e com as pernas tremendo. — Obrigada, Miguel, por se dispor. Vou dar uma lição na minha secretária que ela nunca vai esquecer, e assim vai aprender que aqui a gente vem pra trabalhar e não pra dar mole. - Foi um prazer, Sara, então vou indo. - Obrigada, Miguel, até mais. - Tchau, Andrea, foi um prazer realizar sua fantasia. Ele foi embora e ficamos só eu e minha chefe. - Foi bom, né, Andrea? Levanta e põe a calcinha, que agora até entendo por que você usa... com essa coisinha tão pequena que você tem entre as pernas, é melhor usar calcinha mesmo. Se tivesse nascido uma hora antes, teria uma buceta. Totalmente envergonhada, coloquei a calcinha, ajustei a saia e fiquei de pé sem dizer nada, com minha chefe na minha frente. - Vem, vamos ver como ficou o vídeo. Ela sentou na poltrona e me fez ficar de pé ao lado dela, conectou o celular no computador e colocou o vídeo, que assistimos em silêncio até acabar. No vídeo, o rosto do Miguel nunca apareceu. - Bom, ficou um vídeo bem sexy, não fica devendo nada pra aqueles que você assiste, não acha, Andreíta? - Sim, chefe. - Dava pra subir num daqueles sites pornô que você vê. - Não, isso não. - Se não quer que eu suba, vai fazer tudo o que eu quiser a partir de hoje. - Farei qualquer coisa. - Pra começar, vamos pra sua casa agora. - Minha casa? Pra quê? - Você vai ver com o tempo, então vamos. - Tá bom, vou trocar de roupa rapidinho e a gente vai. - Trocar nada, você vai assim mesmo. - Não posso ir assim, os vizinhos podem me ver. Embora eu quase não tenha contato com meus vizinhos, mal me conhecem de nos cruzarmos às vezes. - Isso não é problema, vamos. Descemos até o estacionamento, entramos no carro dela e ela foi em direção ao meu apartamento. Eu estava séria e cabisbaixa. - Anime esse rosto, Andrea, você devia estar feliz de voltar pra casa depois de foder com um cara e se sentir toda mulher. - Se você diz. Ela estacionou em frente e subimos. Por sorte, não encontramos ninguém. - Pronto, chegamos. O que a gente faz aqui? - Me mostra suas roupas de garota. Levei ela pro meu quarto, peguei a caixa do armário onde guardava uma parte e a... Coloquei em cima da cama e depois duas blusas e um vestido preto que estavam pendurados em cabides. - Senta aí enquanto eu olho o que você tem. Primeiro olhei as blusas e o vestido, depois abriu a caixa e tirou dois pares de salto alto que estavam por cima, uns brancos e outros rosas, foi olhando com atenção. - Belos sapatos. Depois foi tirando as saias, camisetas, e por último a roupa íntima que foi olhando uma por uma. - Na verdade você tem bom gosto comprando calcinhas, todas de renda. Tinha tudo arrumado em cima da cama e observava todas as peças com cuidado, pegou uma minissaia rosa e colocou separada, depois uma blusa rosa e colocou em cima da saia, os saltos rosas e por último uma calcinha e sutiã rosas. - Pronto, amanhã às 7 da manhã venho te buscar, me espere vestida com essa roupa que separei. - Às 7 pra quê? - Vou ter que te maquiar para ir trabalhar e chegarmos antes da Raquel e da Inma. - Não posso ir trabalhar assim. - Claro que pode, você já fez isso mais de uma vez, trabalhar de saia. - Sim, mas estava sozinha. - Agora vai estar acompanhada, vou embora, às 7 estou aqui. Tomei um banho quando ela foi embora, fiz um jantar leve e fui dormir cedo, quase não preguei o olho a noite toda, às 7 em ponto estava minha chefe batendo na minha porta, abri já vestida, ela entrou com uma maleta na mão e uma bolsa. - Vamos pro seu quarto, não temos tempo a perder. Segui ela. - Você está muito gata, Andrea, o rosa cai bem em você e gostei muito da minissaia, levanta a saia que eu vejo se está usando a calcinha. Levantei a saia, ela me fez dar uma volta. - Senta que vou te maquiar. Sentei e primeiro com uma pinça começou a tirar pelos das minhas sobrancelhas, depois me maquiou com tons suaves e os lábios de um rosa brilhante, no final me disse que podia me olhar no espelho, a imagem que refletia era de uma garota muito feminina, ao reparar nas sobrancelhas ela as tinha deixado bem finas. - Bom, pronto, vamos embora, que sejamos nós a chegar primeiro. Peguei minha bolsa com a documentação e as chaves e saímos em direção ao carro. - Você vai ter que comprar uma bolsa para levar suas coisinhas, ao sair do trabalho vamos comprar umas e algumas coisas que você precisa. Saímos com o carro dele para o escritório e chegamos faltando 15 minutos para as 8 e ele me levou direto para o escritório dele, quando minhas colegas chegaram ele me fez entrar em uma sala com arquivos que tem no escritório dele e chamou as meninas. - Bom dia, sentem-se que tenho que explicar uma pequena mudança. - Bom dia. - Vocês sabem que ultimamente está na ordem do dia o tema da igualdade de gênero. - Sim, Sara. - No escritório somos 3 meninas e um menino, a partir de hoje para fomentar a igualdade haverá um código de vestimenta para os quatro, já conversei com Andrés e ele concorda. - Explique-se chefe porque não entendo. - É muito fácil todos vamos vestir o mesmo tipo de roupa tanto interior quanto exterior, não quer dizer que tenhamos que vestir igual. - Não entendemos nada. - Agora vocês vão entender, já pode vir. Abri a porta e saí da sala e as meninas ficaram paralisadas me olhando. - Apresento a vocês sua colega Andrea. - Ainda não entendo nada, porque o Andrés está vestido assim. - Pois é, Andrés agora é Andrea, às quintas-feiras à tarde ao ficar sozinho aqui ele se travestia e fantasiava sendo uma secretária, via vídeos pornô de secretárias putinhas que eram fodidas pelo chefe, e eu peguei ele e como ele gosta tanto a partir de hoje está obrigada a vir sempre com saia, com sua calcinha por baixo e bem maquiada. - Isso deve ser uma brincadeira né. - Agora vocês vão ver os vídeos, venham ao meu lado. Ela começou a mostrar os vídeos meus vestida e trabalhando. - Não acredito, é verdade hahaha. - E agora vem o melhor vídeo, ontem fiz ele realizar sua fantasia de secretária putinha. Ela colocou o vídeo com Miguel e elas não paravam de se surpreender e de rir, eu me sentia totalmente humilhada, mas essa humilhação me excitou. - Pois é, já viram tudo, e acho que poderíamos começar nosso trabalho. Minhas colegas ficavam me observando da mesa delas com curiosidade, mas não falavam nada e eu também não conversei com elas em nenhum momento. As 3 da tarde chegaram rápido, às sextas saímos nesse horário. - Andrea, agora vamos comer juntas e fazer algumas compras que você precisa. Depois de comer num restaurante que ela fez eu pagar, me levou a um shopping. A primeira parada foi numa loja de maquiagem, onde me fez comprar de tudo: batons, cremes e um kit de maquiagem completo. - agora vamos comprar alguma bolsa. No caminho da loja, ela parou na frente de uma vitrine de roupas e ficou olhando. - eu adoro esse vestido vermelho pra você, vamos pegar. Entramos na loja, ela falou com a vendedora que me olhou e entregou dois tamanhos, me fez experimentar. Era de manga longa, na metade da coxa e bem justo. - fica ideal em você, amanhã você vai estrear. Agora vamos buscar um conjunto bonito de lingerie vermelha por baixo. - Sara, eu já tenho alguns em casa. - eu sei, mas me dá vontade de comprar um pra você, até vou te presentear. Entramos na Intimissimi e ela me comprou um conjunto de renda, meia-calça e cinta-liga. - você vai ficar gostosa e sexy com isso, agora vamos procurar as bolsas. Estávamos procurando a loja quando passamos na frente de uma que faz as unhas. - não tinha pensado nisso, você teria que arrumar essas unhas um pouco. - não, chefe, vai acabar com a minha vida. - eu não, só quero te ajudar. - é que você não está me ajudando. - eu sei, mas você que procurou e, como castigo, por um tempo você vai ser minha fantasia de secretária sexy. Você está nas minhas mãos. Ela me fez entrar, falou com uma das garotas sem que eu pudesse ouvir. - te dejo aqui, Andrea, eu enquanto isso vou terminar de comprar o que falta. A garota com quem ela falou se dirigiu a mim. - vem, senta aqui e tira os sapatos. Começou a trabalhar nas unhas dos meus pés e, um bom tempo depois, elas estavam pintadas de vermelho. Me deixou alguns minutos ali. - já estão secas. Calce e sente aqui. Começou com as mãos, uns 40 minutos depois minha chefe voltou, quando terminou uma hora e pouco mais tarde, eu estava com unhas vermelhas e longas.
— Você está divina, Andrea, agora sim você exibe mãos bonitas com essas unhas longas e vermelhas, o que acha?
— Se a senhora diz.
— Bom, vamos indo que temos muito trabalho pela frente, aliás o que comprei vou descontar do seu próximo pagamento como se fosse um adiantamento.

Saímos de lá e ela me levou direto para a casa dela.
— Hoje e amanhã vou te ensinar a se maquiar, não vou fazer isso sempre.

Ao chegar na casa dela, ela me mostrou 3 bolsas que tinha comprado para mim: vermelha, preta e rosa, uma saia plissada cinza com uma blusa branca.
— Essa saia você vai usar na segunda-feira no trabalho.
— Até quando você vai me atormentar?
— Até eu me cansar, e eu tenho muito fôlego. Quanto mais você reclamar, pior.

Depois, uns saltos altos vermelhos e por último um camisola rosa.
— O camisola você estreia hoje à noite, vai dormir aqui pra não perdermos tempo. Vamos pro meu quarto e começamos as aulas.

Ela me levou ao quarto, me sentou na frente do espelho e primeiro me ensinou a remover a maquiagem. Ela ia indicando e eu fazendo. As unhas tão longas dificultavam pegar as coisas. Depois, ela começou a me ensinar os passos para me maquiar.
— Os lábios não ficaram mal, os olhos, horríveis.

Repetimos várias vezes e eu fui melhorando. Eram perto das 9 da noite.
— Andrea, teríamos que preparar algo para jantar.

Fomos para a cozinha e ela me deu 2 batatas para descascar. Foi difícil descascá-las por causa das unhas. Ela fez peito de frango com as batatas e uma salada. Durante o jantar, fui percebendo que tinha que pegar tudo de forma diferente devido às unhas longas, meus movimentos estavam mais afeminados. Depois do jantar, foi minha vez de lavar a louça e ela ligou a TV. Ficamos até a meia-noite sentadas no sofá. Na hora de dormir, ela me mostrou meu quarto, me deu o camisola e ficou até eu vestir. Ele chegava até meus joelhos. Ficou ótimo em você, descanse. De manhã, ela me acordou às 9 e, depois do café da manhã, só às 2 da tarde, ainda de camisola, começaram minhas aulas de maquiagem até a hora do almoço, que ela pediu para ser trazido em casa. Depois de almoçar e relaxarmos um pouco, ela me mandou tomar banho. "Quando terminar, me avise que vou preparando sua roupa para hoje." Saí do banho, avisei e ela me levou ao quarto dela. Em cima da cama estava o vestido vermelho, com todo o conjunto de lingerie. A primeira coisa que ela me entregou foi a liga, que tive que perguntar como colocá-la e ela me ajudou, depois as meias, calcinha, sutiã, o vestido e por último os saltos. "Você está divina, mas depois de pentear e maquiar, você vai ficar imponente. Vou fazer eu mesma, porque depois vem o Miguel jantar, ele quer te conhecer um pouco mais, gostou de você." "Porra, não." Ela me sentou e começou a pentear meu cabelo, com um babyliss modelou e depois me maquiou. "Agora sim você está um tesão, o Miguel vai adorar." Às 8 da noite chegou o Miguel com sacolas do jantar. Enquanto o Miguel tomava uma cerveja que eu servi, minha chefe e eu organizamos a janta. Depois de jantar e ficarmos um tempo sentados no sofá. "Estou cansada e gostaria de ir dormir, Andrea, o Miguel te leva para casa." Peguei meu celular e documentação na mão. "Esqueci uma coisa, me dá sua carteira." Entreguei a ela, ela pegou a bolsa vermelha, tirou uma carteira de mulher e colocou meus documentos lá, meteu o celular e as chaves da minha casa e me entregou a bolsa. "Agora sim você está bem." Ela me entregou as sacolas com o que tinha comprado para mim e ao Miguel uma bolsinha preta. "Eu levo, Andrea." E o Miguel tirou elas das minhas mãos. Saímos de lá, subimos no carro e dei meu endereço. Ao chegar. "Pode me deixar aqui, é aquela portaria." "Espera, vou estacionar e te ajudo a subir as coisas." "Não precisa, eu consigo sozinha." "Preciso ir ao banheiro, não aguento." "Tá bom." Ele estacionou o carro, não me deixou levar nenhuma sacola e, ao entrar, mostrei onde era o banheiro. Ele deixou todas as... bolsas menos a preta e fique de pé na sala de jantar e quando ele saiu. - obrigada Andrea não aguentava mais, já que estamos aqui você poderia me convidar pra tomar alguma coisa. - não sei se ainda tem alguma cerveja na geladeira. - olha só. Passei por ele para ir até a cozinha e ele me deu um tapa na bunda que me fez pular, só tinha uma cerveja e limonada, levei pra ele junto com um copo de limonada pra mim, ele estava sentado no sofá esperando, dei a cerveja e fiquei em pé ao lado da mesa. - vem senta aqui não fica aí. Meu sofá é de dois lugares e deixei uns vinte centímetros entre nós, ele começou a perguntar como foram esses 3 dias, e coisas sobre mim, do nada ele colocou uma mão na minha perna, que eu afastei e ele colocou de novo na hora. - relaxa não tem medo. Começou a acariciar minha perna. - não por favor, não quero. - calma olha pra mim, você só precisa ser obediente e submissa, me dá um beijo na boca. - não não não quero, por favor. Ele deu um tapa na minha perna. - se não quer que virem uns tapas na bunda obedece, me beija. - não por favor. Me agarrou com força e me colocou de bruços em cima dele. - tá bom eu faço. Ele me deu uma palmada forte e me sentou de novo. - agora você vai me beijar né. - sim sim. Me aproximei e dei um beijo nos lábios dele, ele agarrou minha cabeça e começou a me beijar metendo a língua na minha boca, enquanto a outra mão subia minha virilha, parou de me beijar. - agora você vai ser uma boa menina e vai pro seu quarto e põe isso pra mim e volta aqui. Ele me deu a bolsa preta e eu obedeci sem dizer nada, ao chegar no quarto tirei o que tinha na bolsa era um camisolão curto vermelho totalmente transparente, tirei o vestido e coloquei, hesitei um pouco e saí do quarto em direção à sala de jantar. - para aí que eu quero ver bem, se vira, você tá muito sexy gostosa, já tá pronta pra ser minha putinha né? - sim. Ele se levantou e começou a percorrer meu corpo com as mãos. - quero que você me diga que é minha putinha olhando nos meus olhos. - Eu sou sua putinha.
- Sei, e uma putinha submissa como deve estar diante do seu macho.
- De joelhos.
- Você é uma putinha esperta, que agora vai ocupar seu lugar para chupar o pau do seu macho.

Submissamente, me ajoelhei e comecei a desabotoar a calça dele, puxei para baixo junto com a cueca e agarrei o pau com uma mão.
- Espera, tira minha calça toda, não quero que caia.

Tirei os sapatos primeiro, depois a calça e a cueca, e voltei a pegar no pau, levando-o à minha boca. Ele tirou a camisa e ficou totalmente nu, colocou uma mão na minha cabeça.
- Você é uma putinha obediente e boa, continue assim, aproveite o pau do seu macho.

Enquanto chupava, percebi que estava gostando, que estava adorando. Ele levou quase 15 minutos para gozar, inundando minha boca de porra.
- Levanta e vamos para a cama.

Ele pegou apenas um frasco de lubrificante. Ao entrar no quarto, começou a me apalpar toda, ali em pé, ele totalmente nu e eu só de lingerie vermelha. Sentia as mãos dele apertando minha bunda.
- Sobe na cama e fica de quatro na beirada.

Ele se posicionou atrás de mim e me deu uma palmada forte, com boas agarradas na bunda combinadas com mais palmadas. Afastou minha calcinha para o lado e começou a me lubrificar enquanto enfiava um dedo, depois dois, até colocar a ponta do pau no meu buraco e enfiar devagar, mas sem voltar atrás, até o fundo. Agarrou meus quadris e começou a me foder sem compaixão, me fazendo gritar e gemer de prazer em poucos segundos. Ele não levou mais do que 5 minutos para gozar, tirou a camisinha, jogou no chão e saiu do quarto.

Depois de recuperar o fôlego por alguns minutos, saí e o encontrei já calçando os sapatos, sentado no sofá. Fiquei olhando para ele, ele se levantou.
- Foi um prazer, putinha. Adeus.

Fiquei olhando enquanto ele ia embora sem dizer nada. Foi aí que percebi que tinha sido usada e senti raiva. Dei um gole no copo de limonada, relaxei um pouco e fui tomar banho. Coloquei uma calcinha limpa e meu camisola e... Fui dormir, às 9 da manhã meu celular tocou, era minha chefe.
- Bom dia, Andrea.
- Bom dia.
- Vai se aprontando que às 10 estou na sua casa pra continuar praticando.
- Hoje também? Preciso descansar.
- Cansada de não fazer nada, né? Num instante a gente se vê.

Me levantei, tomei um café e coloquei uma minissaia jeans e uma camiseta preta. Pouco depois, Sara chegou.
- Oi, vamos pro seu quarto sem perder tempo, você tem muito que praticar.

Comecei a me maquiar como ela tinha me ensinado, depois tirar a maquiagem, que eu já sabia fazer bem. Repeti isso algumas vezes durante a manhã. Às 1h ela pediu comida pronta, que trouxeram em casa. Depois de comer e descansar um pouco, de novo tirar a maquiagem e maquiar, mas só uma vez.
- Você está indo muito bem, gostei desse. Deixa eu te pentear e a gente sai pra passear.

Ela começou a me pentear.
- Você tem um cabelo longo e bonito, devia fazer um corte mais feminino.
- Eu acho que tá bom assim.
- Mas não faria mal um retoque. Amanhã peço horário na minha cabeleireira.
- Você não vai parar, né?
- Não.

Saímos de casa e, com o carro dela, fomos pro centro da cidade. Demos uma volta e tomamos algo numa esplanada, depois ela me levou pra casa.
- Amanhã passo pra te buscar às 7 e meia. Lembra de colocar a saia plissada cinza e a blusa.

Fui pra casa e, pela primeira vez, encontrei uma vizinha esperando o elevador. Ela ficou me encarando, me cumprimentou, eu cumprimentei e decidi subir de escada.

Na manhã seguinte, quando Sara passou pra me buscar, eu já estava vestida e maquiada.
- Bom dia, Andrea.
- Bom dia.
- Você se maquiou muito bem, então já podemos ir.

Às 8h, quando minhas colegas chegaram, me cumprimentaram e ficaram me observando um momento, surpresas, principalmente ao ver minhas unhas. Com elas conversei só o necessário durante a manhã. Minha chefe, além de fazer meu trabalho, me fez servir alguns cafés pra ela. Na hora de ir embora, esperei minha chefe me levar pra casa, mas ela pegou direção pra casa dela e entrou com o carro no estacionamento. e saímos para a rua em uns 10 minutos, ela me fez entrar num salão de beleza. - Oi Vanessa, trouxe a Andrea aqui pra você fazer um corte bonito, o que você recomenda? Ela ficou olhando meu cabelo. - Acho que sei o que vai ficar bom nela, senta no lavatório. Sentei lá, ela lavou meu cabelo com vários produtos e colocou uma touca na minha cabeça, me deixou esperando cerca de meia hora enquanto as duas conversavam, me olhou. - Pronto, mais uma lavagem. Depois me fez sentar e ao me ver no espelho meu cabelo agora era loiro claro, ela começou a dar tesouradas e no final meu cabelo estava totalmente liso e a parte de trás chegava na metade das costas. - Você gostou de como ficou, Sara? - Sim, adorei, e você Andrea? - Bom. Isso foi a última coisa que ela fez, os dias passaram rápido, no escritório com minhas colegas comecei a ter cada vez mais contato, minha chefe parece que foi me esquecendo, na semana seguinte já não vinha me buscar e levar pra casa, na terceira semana ela disse que na sexta me levaria pra retocar minhas unhas, eu enquanto isso continuei comprando roupa online, já tinha um closet bem amplo. Mais ou menos um mês depois, um dia vendo vídeos de feminização, lembrei do Miguel e que não tinha mais visto ele e me ocorreu criar uma conta num site de contatos gays, me cadastrei como Andrea e como travesti, nos primeiros dias só olhava perfis e não respondia nenhuma mensagem que recebia, um dia decidi responder uma de um cara de 28 anos e depois de conversar alguns dias marquei com ele, ele passou pra me pegar de carro umas ruas depois do meu prédio, me levou pra periferia da cidade e lá transamos no carro, o cara era bonito mas não gostei do tratamento que recebi e não marquei mais com ele, na sexta seguinte marquei com outro e também não foi legal, uns dias depois numa sexta recebi uma mensagem do José, um cara de 30 anos, moreno e muito gato, diferente dos outros, todos até agora a primeira mensagem sempre era, oi Andrea, como você está? Mas esse me chamou a atenção.
- Oi putinha, quero te adotar.
- Oi gato, é mesmo? E por quê?
- Porque quero ser dono de uma putinha como você.
- Mmm, parece interessante.
- Então quer ser minha putinha?
- Poderia ser.

Depois de conversar um pouco, descobri que ele morava a 3 quarteirões do meu prédio. Fiquei de encontrá-lo na minha rua, mas 2 quarteirões mais pra baixo. Coloquei um vestido preto justo e curto. Ele veio a pé, não tinha carro. Era um palmo mais alto que eu e parecia forte. Quando nos apresentamos, ele já me agarrou pela bunda, me puxou contra ele e me beijou na boca, enfiando a língua fundo. Ao ser tratada assim, me senti frágil, submissa e delicada em seus braços.

- Vamos dar uma volta, putinha.
- Sim, vamos.

Ele já me agarrou pela bunda e assim começamos a caminhar e conversar, nos conhecendo um pouco. Ele disse que procurava uma putinha como eu para educar do jeito dele, que fosse submissa, obediente e uma verdadeira putinha. Isso estava me excitando ao ponto de, entre o que ele falava e a mão dele na minha bunda – que ele enfiava por baixo do vestido me tocando por cima da calcinha, que já estava encharcada –, ele me levou a um parque até a parte de trás, que era escura atrás de uns arbustos. Lá ele parou, me virou pra ele e me beijou com força de novo por alguns segundos, depois me olhou nos olhos.

- Se aceita ser minha putinha, ajoelhe e me chupa.
- Você tem camisinha?
- Não se preocupa, sou um homem saudável.

Olhei pra ele e, toda submissa, me ajoelhei e comecei a chupá-lo. Ele pôs uma mão na minha cabeça e de repente iluminou meu rosto com uma pequena lanterna que vi na outra mão.

- Olha pra mim, quero ver seu rosto enquanto me chupa. Sabia que não estava errado sobre você. Você vai ser uma boa putinha, vejo no seu olhar de puta que você tem agora. Vai adorar meu pau, vai desejá-lo, putinha minha.

Ouvir o que ele dizia me fazia sentir uma verdadeira puta e fazia eu chupá-lo com mais ímpeto.

- Isso, putinha, continua assim que estou quase gozando.

Acelerei um pouco, enfiando ele todo na minha boca, e de repente ele esvaziou uma primeira... gozada na minha boca e fui engolindo. - Muito bem, engole, saboreia meu leite, continua que vem outra, muito bom, gosto que você seja tão promíscua, isso aí, deixa bem limpinha e continua até deixar ele duro de novo. Quando estava bem durão, ele me fez levantar. - Apoia na árvore e me oferece sua bucetinha apertada. Ouvir ele dizer "minha bucetinha" me deixou ainda mais excitada, vi quando ele colocou uma camisinha. - Toma lubrificante. Ele pegou, me lubrificou rapidinho e, agarrando meus quadris com o vestido levantado, a calcinha um pouco abaixada, começou a me comer em pé, não demorou para eu começar a gemer de prazer. - Isso, aproveita, que putinha safada você é. - Mmm, que gostoso, ahhh, sim, sou sua putinha, sua putinha, o que você quiser, continua, não para, pelo amor de Deus, que gostoso. - É, você é minha putinha safada, uffff, vou gozar. Ele gozou, tirou e eu fiquei apoiada na árvore com as pernas tremendo, respirei fundo, me levantei e arrumei a calcinha e o vestido. - Há tempo não transava assim com uma putinha, foi brutal. - É, nunca tinham me comido assim. - Vou dar uma mijada e a gente vai. - Eu também, tô com vontade de fazer xixi. Ele começou a mijar do meu lado e eu me preparei para fazer o mesmo, dando as costas. - O que você vai fazer? - Mijar. - De pé não, assim os homens mijam, as cachorrinhas se agacham para mijar. - Mas eu... - Mas você nada, agachadinha, vamos. Ele estava de frente para mim, me olhando nos olhos enquanto falava, ainda com o pau na mão depois de mijar, levantei o vestido, abaixei a calcinha até os joelhos e me agachei para fazer xixi. - Assim sim, como uma boa putinha. Ele se aproximou, agarrou minha cabeça e colocou o pau na minha boca. - Chupa, tô com vontade de outra chupada da minha putinha. Comecei a chupar ele ainda agachada e com a calcinha nos joelhos, a situação me excitou tanto que gozei na hora, ele não aguentou mais que uns minutos e também gozou. - Já tá bom, putinha, vamos embora. Ele agarrou minha bunda de novo e me levou assim o caminho todo de volta, não não sei o que esse cara tinha, mas o jeito que ele me tratava me fazia sentir submissa, frágil, uma mulherzinha delicada. Eu tava tão distraída e tão à vontade com ele que, quando percebi, estávamos na porta do meu prédio.
- Eu moro aqui.
- Já sei onde você mora, me convida pra subir.
- Eu convidaria, mas moro com duas amigas e elas não gostam que a gente leve homens pra casa.
- Tá bom, a gente se vê de novo, putinha.
- Acho que sim.
- Me dá seu número que eu te faço uma perdida, aí fica mais fácil de conversar.

A gente trocou o número e eu fui dar um beijo na boca pra me despedir, mas ele virou o rosto e a gente se beijou na bochecha.
- Nunca beijo minhas cachorrinhas depois que me chupam.
- Ahhh, desculpa, bom, vou subir, tchau José.
- Tchau, putinha.

Jantei uma salada, tomei um banho e fui dormir sem conseguir tirar o José da cabeça. Que idiota eu tinha sido, podia ter convidado ele pra subir. Demorei um bom tempo pra pegar no sono. Acordei às 8, café da manhã e fiz uma limpeza em casa. Por volta do meio-dia já tinha acabado e sentei no sofá pra relaxar, mas não conseguia tirar o José da cabeça. Pensei em mandar uma mensagem, mas apaguei várias vezes até que enviei.
- Bom dia, José, como você tá?

Não chegou a um minuto.
- Bom dia, putinha, eu tô bem, e você?
- Bem, sozinha e entediada em casa.
- E suas colegas de apartamento?
- Ontem eu menti, moro sozinha.
- Você é uma putinha mentirosa.
- Entende, era o primeiro dia e eu não te conhecia nada.
- Te entendo.
- Obrigada, tá afim de vir? Te convido pra almoçar.
- Sim, tô afim.
- Já sabe a portaria, moro no 3º andar, apto 1.
- Em uma hora tô aí.
- Tá bom, te espero.

Fui correndo pro meu quarto, olhei que roupa vestir e peguei uma minissaia vermelha bem de puta, que mal cobre a bunda – só uso ela quando fico vendo vídeos –, um top preto, calcinha e sutiã de renda, cinta-liga, meia-calça e salto alto tudo vermelho. Queria que ele me visse o mais puta possível. Me vesti, me maquiei e, nervosa e excitada, esperei ele chegar. Vinte minutos depois, o interfone tocou. Lá embaixo, abri a porta e esperei na entrada até ele subir no elevador. Quando chegou, ele entrou e eu fechei a porta.
- Oi, José.
- Oi, que putinha gostosa você está.
Ele já me agarrou pela bunda, me puxou contra ele e começou a me beijar de um jeito que me deixou toda molhada na calcinha. Quando me soltou:
- Vamos lá dentro. O que você quer tomar? Cerveja, vermute?
Passei na frente e ele deu uma palmada na minha bunda.
- Cerveja. Adoro essa sua bunda de putinha.
- Senta aí, já te trago.
Servi a cerveja e fui me sentar ao lado dele.
- Não senta aí, vem aqui na minha frente e dá uma voltinha pra eu ver bem como você ficou toda putinha pra mim.
- Gostou?
- Muito. Acho que não se vestiu assim só pra me oferecer uma cerveja.
- O que você acha?
- Acho que você tá morrendo de vontade de se ajoelhar e ficar entre as minhas pernas. Não tô errado, né?
- Você é muito esperto.
Me ajoelhei e me posicionei entre as pernas dele, olhando pra sua cara.
- E agora me diz, o que você vai fazer comigo, sua putinha?
- Não sei.
- Eu muito esperto e você uma loirinha burra.
Enquanto dizia isso, já estava desabotoando a calça dele e segurando o pau com uma mão, olhando pra ele.
- Acha que sou burra?
- Sim, burra, mas muito putinha.
O que ele falava me deixava com mais tesão ainda. Pisquei o olho, baixei a cabeça e comecei a chupar. Primeiro provei bem a cabecinha, depois fui enfiando tudo na minha boca. Ele começou a acariciar minha cabeça, sentir a mão dele ali me excitava, e ele falava umas coisinhas que me deixavam bem quente.
- Que delícia, como você mama, putinha. Isso, mmmm... já tô quase pra te dar meu leite, sua safada.
De repente, veio o primeiro jato, que escorreu pelos cantos da minha boca, mas continuei chupando. Mais duas descargas encheram minha boca, e ele já estava ficando mole, mas continuei até deixar bem limpinho. Levantei a cabeça e olhei nos olhos dele.
- Gosto desse seu olhar de viciada agora, você tá muito putinha. Mas são duas da tarde, você me convidou pra almoçar e tô com fome. Quero ver como você cozinha.
- Agora vou preparar um macarrão com bechamel. já estão cozidos. - parece bom, primeiro me traz outra cerveja. Ao me virar, ele deu um tapa na minha bunda, levei a cerveja dele e comecei a preparar a comida. Enquanto assava, arrumei a mesa e, quando ficaram prontos, servi. Comemos conversando sobre a vida de cada um, depois limpei os talheres e nos sentamos para ver filmes, e assim chegamos às 9 da noite. - já viu que horas são, putinha? Você devia preparar algo para o jantar. Não esperava que ele ficasse a tarde toda, pensei que fosse embora antes. Procurei na cozinha, tinha merluza empanada e, com isso e uma salada, preparei o jantar. Depois de jantar, nos sentamos de novo no sofá e ele começou a acariciar minhas pernas, que eu abri um pouco para facilitar as carícias. - adoro ver a putinha só de lingerie, assim como você está. Tira a saia e o top. - espera um pouco, já volto. Fui ao meu quarto, tirei o que ele pediu e coloquei a lingerie vermelha transparente da Picardias. Voltei e fiquei na frente dele. - assim você gosta? - adoro, chega mais perto. Me aproximei, ele começou a subir as mãos pelas minhas pernas até a bunda, colocando as mãos por baixo da calcinha. - você ficaria melhor de fio dental. - não tenho, não gosto, fico desconfortável com eles. - isso pra mim tanto faz, quero que a partir de amanhã você use fio dental. - vou usar o que você quiser. - assim que eu gosto, que seja uma boa menina. Senta nas minhas pernas. Sentei nas pernas dele, abrindo as minhas, e ficamos um de frente pro outro. - me beija. Comecei a beijá-lo na boca enquanto ele percorria meu corpo com as mãos. Eu acariciava seu peito por cima da camiseta, meti uma mão por baixo e a levantei até tirá-la. Agora acariciava seu peito nu. Vi minhas mãos ali, com minhas unhas longas e vermelhas. A excitação que sentia ao me ver assim me deixou muito tesuda e fez com que eu gozasse, molhando minha calcinha. Voltamos a nos beijar por um tempo. - e se formos pra cama, putinha? - vamos. Nos levantamos e o levei para minha cama. Deitamos e começamos a nos beijar, ele agarrou minha... Caralho, eu estava massageando, desci uma mão pelo peito dele até abrir a calça e enfiar a mão procurando pelo pau dele para começar a masturbar. Rapidamente ele ficou duro na minha mão, mas a calça estava atrapalhando, então tirei ela junto com a cueca, deixando ele totalmente pelado. Continuei com meu trabalho manual, fazendo o José soltar pequenos gemidos de prazer.
— Vai, putinha, me chupa que eu tô quase gozando.
Desci para chupar, mas comecei devagar, não queria que ele gozasse tão rápido, queria fazer ele aproveitar, gostava de ouvir ele gemer. Mesmo tentando atrasar um pouco, ele estava tão excitado que não demorou muito para gozar. Continuei chupando até deixar bem limpinho, subi e tive vontade de beijá-lo, mas já sabia que depois de chupar ele não gostava. Fiquei olhando nos olhos dele enquanto brincava com uma mão no pau dele. Então ele se levantou da cama e ficou em pé ao lado.
— Fica de quatro, putinha.
Fiquei de quatro e ele começou a massagear minha bunda, puxou a calcinha de lado, pegou o lubrificante que eu tinha na mesinha e começou a me lubrificar. Em seguida, deu uns tapas com o pau na bunda, abaixou, tirou uma camisinha do bolso da calça, colocou, me deu uma palmada e posicionou a ponta do pau no meu cuzinho. Ele enfiou em duas investidas e começou a me foder já bem forte, fazendo eu soltar pequenos gritos e gemidos contidos, me deixando louca. Ele gozou bem rápido e deitou de novo ao meu lado. Virei de lado e coloquei um braço sobre o peito dele, os dois em silêncio relaxando. Quando percebi, ele tinha adormecido. Não quis acordá-lo, fui ao banho, me lavei um pouco e voltei para a cama, me preparei para dormir também. Era a primeira vez que ia dormir com um homem, e ainda totalmente pelado e eu de lingerie. Dormi a noite toda, quando acordei o José ainda dormia. Fui ao banheiro e, ao voltar e me deitar na cama, ele acordou.
— Bom dia, putinha.
— Bom dia.
Ele pegou o pau com uma mão, e eu... Seu olhar se desviou para ela, que estava totalmente dura. - Não acha que isso vai ter que ser acalmado? - Caralho, como você acordou. - Para de fazer de surpresa e me chupa. Obedeci e desci para chupá-la. - Assim que eu gosto, uma vadia obediente. Depois de dar uma boa chupada nele, ele me fez deitar na cama, me lubrificou e entrou entre minhas pernas me fodendo de missionário, olhar para o rosto dele enquanto ele me comia me deixava muito excitada, ele gozou, se retirou e sentou na cama. - Tô com fome, você vai ter que preparar algo para o almoço. - Sim, vou. Depois de almoçar tranquilamente. - José, vou tomar um banho. - Não demora, porque agora vamos comprar calcinhas fio-dental para você. - É domingo, tudo está fechado. - Eu sei, mas tem uma feira semanal em Sabadell. - Mas é longe. - De trem, 30 minutos, se apressa e não leva roupa no banho, agora eu escolho o que você vai vestir. Olhei para ele com cara de surpresa, mas concordei. - Tá bom. Quando saí do banho, em cima da cama havia um conjunto de lingerie preta de renda e meu vestido preto curto e justo, me vesti, me maquiei e saímos de casa, primeiro o metrô, depois o trem e ao chegar um ônibus até a feira. - Primeiro vamos dar uma volta para ver todas as barracas de fio-dental que tem e assim poder escolher, tá, cachorrinha? - Tá. Depois de percorrer toda a feira, que era muito grande, e agarrada na bunda por ele o tempo todo, ele me levou até uma das barracas. - Começa a olhar e vai me mostrando, eu escolho os que você vai comprar. Comecei a pegar fio-dental e mostrar para ele, dali saí com 4, e assim em mais 3 barracas até conseguir 16. - Com isso você tem mais que suficiente por enquanto, vamos tomar alguma coisa naquele bar. Chegamos ao bar, nos sentamos em uma mesa e ao pedir a bebida, ele olhou dentro da bolsa onde estavam os fio-dental, meteu a mão e tirou um preto. - Toma, vai ao banheiro e coloca. Fui ao banheiro e troquei a calcinha pelo fio-dental, depois de tomar algo voltamos para o meu apartamento. - Levanta esse vestido pra eu ver você de calcinha fio dental, dá uma voltinha, assim que eu gosto, com as nádegas à mostra. Ele me deu um tapa na bunda. - Pronto, agora me traz uma cerveja e começa a preparar a comida. Preparei um arroz com frango, depois de comer assistimos um filme e no final ele me fez chupar ele e depois disso foi embora. No dia seguinte começou uma nova semana de trabalho, no escritório eu já era mais uma, minha chefe não me chamava mais pra nada além de coisas do trabalho, não implicava comigo, José veio algumas tardes pra extravasar sexualmente comigo, na sexta ele chegou com uma sacola. - Oi, putinha, vim passar o fim de semana com você. E assim foi se repetindo todo fim de semana, ele vinha com roupas pra trocar que aos poucos foi deixando no meu apartamento pra que eu lavasse, eu sempre obedecia ao que ele pedia, nos dias que estava comigo ele escolhia a roupa que eu tinha que vestir, ele chegava, sentava pra ver TV e eu fazia tudo sem me opor a nada, passado um mês e meio, ele já tinha uma mesinha no meu quarto com as cuecas dele e uma parte no armário com roupas dele, naquela sexta ele chegou com uma mala. - Oi, putinha, vou morar com você pra você não ficar sozinha, o que acha? - Acho bom. - Vem aqui e se ajoelha que vou te explicar algumas regras que você deve seguir. Me ajoelhei na frente dele e ele começou a acariciar minha cabeça. - Assim que eu gosto, boa menina, a partir de hoje vamos ter uma vida de casal, mas quem manda sou eu. Enquanto falava, com a outra mão ele tirou o pau e me deu uns tapas com ele nas bochechas e esfregou nos meus lábios, abri a boca pra chupar. - Calma, gulosa, não te pedi pra chupar, primeiro, como homem da casa, eu cuido das finanças, você tem que me dar seu cartão de crédito e quando formos fazer compras eu que pago, comida, coisas pra casa, roupa, seja o que for, as roupas que você tiver que comprar eu escolho, assim como as que vai usar no dia a dia. Enquanto isso, ele continuava me dando tapinhas com o pau no rosto e passando pelos meus lábios. As tarefas de casa são exclusivamente sua obrigação, sei que nós dois trabalhamos, mas você trabalha sentada e eu na construção e chego mais cansado. Até aqui suas obrigações como mulher, você concorda? - Sim, o que você quiser. - Continuo, como homem ativo que sou, tenho necessidades sexuais. Pode começar a me chupar agora, mas sem tirar os olhos do meu rosto. Você deve estar sempre preparada para me satisfazer sexualmente a qualquer momento, como minha putinha que é. Acene com a cabeça sem parar de chupar se entendeu. - Mmmm, mmmmm. - Terceiro, vamos marcar hora num endócrino. Quero que seus peitos cresçam e você terá que começar a tomar hormônios. Não quero forçar, você decide se continuamos. Se sua resposta for não, pego a porta e vou embora, e não nos veremos mais. Fuck you, o fim de semana para pensar. Parei de chupá-lo por um momento e olhando nos seus olhos. - Não preciso pensar, farei o que você pedir. Não sabia porquê, mas não era capaz de negar nada a ele. Desde aquele dia minha vida mudou completamente. Eu vivia para trabalhar, servir e agradar o José. Em 2 semanas estava com uma endócrina e em um mês já estava tomando hormônios e fazendo processos para mudar meu nome para Andrea. Quase 3 meses depois, no trabalho, numa sexta-feira. - Andrea, venha ao meu escritório. - Vou, chefe. - Sente-se, preciso falar com você. Foram meses divertidos te vindo trabalhar travestida. Você se comportou muito bem e não causou problemas, não voltou a assistir vídeos no horário de trabalho e por isso vou dar por encerrada minha punição. A partir de segunda-feira, o Andrés pode voltar ao trabalho. Mas se voltar a ver vídeos no horário de trabalho, farei a Andrea voltar. Agora volte à sua mesa e ao trabalho. - Tudo bem, obrigada. Ela não sabia nada da minha relação com o José. Passou o fim de semana e na segunda-feira me apresentei no trabalho vestida com minissaia preta e blusa branca. Ao chegar, minha chefe me chamou ao escritório. - Bom dia, esperava ver o Andrés hoje, não a Andrea. Como é isso? - Vou continuar como Andrea, gostaria de contar uma coisa se você tiver tempo.
- Explica.
- Faz 3 meses que moro com um cara como mulher.
- Puta merda, isso sim é uma surpresa, não esperava por isso. Um momento, vou chamar as meninas para você explicar para as três e elas saberem que Andrea fica para sempre.
Minhas duas colegas chegaram e eu expliquei tudo: meu relacionamento, que estava em transição.
- E é isso.
- Ficamos felizes, né meninas, que você seja feliz e esteja dando esse passo tão importante na sua vida.
- Obrigada.
Minha chefe se levantou, me deu um abraço e logo em seguida minhas colegas.
Minha vida mudou completamente, agora eu era uma garota submissa, obediente e puta, totalmente entregue ao meu homem. Ele me controlava totalmente, eu não podia sair sozinha na rua, sempre com ele, só ia sozinha para o trabalho, mas eu gosto de viver assim.
Fim.

1 comentários - Secretária Safada

Excelente relato muy excitante me gustaría una segunda parte.
saludos