Meu pai falou na frente de toda a família antes de me entregar um presente especial, com o Ezequiel também presente. Pai: - Bom, Eze querido... vem, vem... agora sim... - fomos nós três para a sala onde estavam minha irmã, minha mãe, meus três avós e minhas tias - chegou a hora de dar à minha filha, minha menina mais velha, um presente muito especial, que é como uma retribuição por tudo que ela tem sido para mim, a grande companheira e minha ajudante no trabalho, o quanto é dedicada e responsável nos estudos, a pessoa boa e maravilhosa com a família e os mais velhos, a grande mulher em que você se tornou... sua avó lá em cima estaria orgulhosa de quem você se tornou e... - meu pai já estava chorando de emoção e se quebrou - tomara que você goste e curta muito esse presente! - ele me entregou uma caixa. Ao abrir, era uma chave com um laço e o chaveiro de uma marca muito conhecida de carro. Junto com fotos minhas com meus avós, minhas tias, meus pais, minha irmã e com o Eze! Muito emocionada, abracei todo mundo e eles me deram beijos e parabéns. Saímos todos para ver o carro, minha tia Dolores, como de costume, foi quem tirou fotos minhas assim que vi o carro, quando subi e quando sentei para testar. Eu estava muito feliz. Minha mãe levou meus avós (os pais dela), minha irmã e o Eze no carro dela. Enquanto meu pai levou o Nonno, minhas tias e eu. Chegamos muito emocionados por esse momento que eu estava vivendo e via o sorriso de toda a minha família. Eles foram guiados para seus lugares e eu fui junto com a Jazmín e a Lauchi, que chegamos quase juntos. Ao nos vermos, eu e minhas amigas nos abraçamos. Nati: - Ai, Frambu... você tá linda, gata... Eu: - Valeu... você também... Jazmín: - Amei seu vestido, Nati... Emma: - Parecemos umas deusas gregas. Rosario: - Eu me sinto uma freira de vestido longo! Só falta aquela parada na cabeça e pronto. Ingrid: - Você?? Freira?? - riu - freiras não transam, sua burra... Rosario: - Ai, fala sério... mas coitadinhas das bucetinhas delas... Todas nós caímos na risada. De tanto rir, os caras foram se aproximando e eu não via o Rodrigo pra falar com ele antes de tudo começar. Quando virei pra olhar a fila, vi ele chegando e sorri aliviada. Ele vinha com uma rosa na mão. Quando me viu, se surpreendeu e ficou parado.
Eu: - Oi, Ro!
Rodri: - Ehhh... oi... oi, linda Fran... você tá maravilhosa e isso é pra você — me dando a rosa.
Eu: - Valeu... — ele se aproximou, me deu um beijo na bochecha e sussurrou no meu ouvido.
Rodri: - Que sorte tem o seu uruguaio... — eu sorri pra ele, e umas organizadoras, nossas professoras, foram nos guiando porque a reitora do nosso colégio ia dar umas palavras antes de começar. Foram passando a bunda dos nossos colegas, dos mais baixos pros mais altos; eu e Rodrigo estávamos quase no final.
Conforme a gente avançava, ele me pegou pelo braço e caminhamos no ritmo devagar que todo mundo tava. Ao passar pelo meio do salão, eu olhava curiosa pra ver se não via minha família, porque tinha perdido eles de vista. Quando chegamos na frente, tinha um fotógrafo e ele tirou nossa foto; nós dois sorrimos e, quando fizeram sinal pra seguir, continuamos caminhando pro nosso setor. A reitora fez um discurso muito emocionante, acho que todo mundo tava chorando de emoção porque a gente tinha se formado sem ficar com matérias pendentes e por ter sido um grupo de alunos de bom comportamento.
No final, todo mundo aplaudiu de pé. Aproveitei e continuei procurando minha família; encontrei eles do lado oposto de onde nosso grupo tava. Eu acenei pra eles por baixo, e todos responderam balançando as mãos; meu pai e meu avô mandaram um beijo. O Ezequiel só sorria pra mim e fazia um gesto que eu não entendia, e eu sorri de volta.
No final, cada família foi passando com cada formando pra tirar uma foto de família antes de começar o jantar e depois a dança. Quando chegou minha vez, minha mãe tava toda emocionada de novo.
Mãe: - Ai, meu amor... não acredito que esse momento chegou... passou tão rápido, minha pequena...
Eu: - Te amo, mami... - ele me acariciou. Minha tia Dolores e Samanta se aproximaram junto com meu nonno. Dolores:
- Estou e estamos muito orgulhosas de você, linda... você é o grande farol das nossas vidas, afilhada...
Eu:
- Obrigada, tia e madrinha Loli...
Samanta:
- Não acredito no quanto chorei... estou igual a Loli, muito orgulhosa de você, Franchu... você tá linda, muito gostosa... que lindo seu namorado, menina...
Eu:
- Obrigada, tia Sami...
Nonno:
- Ai, meu Deus, minha filha... parabéns... como seu pai disse, sua avó estaria muito orgulhosa de você, minha filha. Eu estou e sempre estarei feliz por você. Te amo, minha princesinha...
Eu:
- Te amo, vô... - meu avô me abraçava e chorava emocionado. Meu pai se aproximou pra acalmá-lo, pra gente poder posar junto e tirar a foto.
Ele tirou várias e num momento só ficamos eu e Ezequiel, o fotógrafo tirou uma foto enquanto Eze me abraçava e eu sorria pra ele, olhando nos olhos dele.
Indo pro meu lugar, enquanto minha família ia pro deles, Ezequiel me acompanhou e falou:
Eze:
- Entendeu o que eu te disse?
Eu:
- Não, não entendi... estávamos muito longe.
Eze:
- Te amo e você é o amor da minha vida.
Parei e abracei ele. Ele me acariciava e me dava beijos no ombro. A gente se separou, ele foi com minha família e eu fui pra onde estava com meus colegas.
No final das fotos em família, a reitora foi chamando um por um pra entrega dos diplomas e boletins.
Quando chegou minha vez, como eu tava sentada do lado do Rodrigo, ele foi o primeiro a me cumprimentar.
Rodri:
- Parabéns, gostosa.
Eu:
- Obrigada... já vão te chamar também...
E enquanto eu ia andando, a reitora dizia:
Reitora:
- A verdade é que esta aluna, junto com dois de seus colegas, conseguiu uma das médias mais altas da nossa instituição e é uma honra ter tido esta senhorita, também o cavalheiro Rodrigo... e a senhorita Jazmín... entre os três melhores desempenhos e carregando a bandeira de cerimônia. Muito merecido por essa grande conquista, galera.
Todas as nossas famílias aplaudiam, enquanto traziam e entregavam a bandeira e as faixas pra gente. Rodrigo na frente, Jasmim como primeira escolta e eu como segunda. O fotógrafo chegou, tirou umas fotos e a reitora continuou com o discurso de praxe, entregando prêmios pros alunos do 5º ano que tiveram as médias mais altas, pra eles começarem a usar o uniforme no ano que vem. Quando acabou, fomos pros nossos lugares e as famílias foram saindo aos poucos pro setor onde iam servir o jantar, e a gente foi no final pra tirar uma foto com os diretores. Aos poucos, quando terminou, a gente se despediu de todo mundo e foi andando pra onde as famílias estavam, e o Rodrigo se aproxima de mim.
Rodri: — Fran... Fran... espera...
Eu: — O que foi, Ro?
Rodri: — Preciso falar com você...
Eu: — Tá bom, fala.
Rodri: — Queria te pedir desculpas pela mensagem e por ter sido tão escroto com você. Eu te amo, e te amo de verdade, girl... não posso ficar assim com alguém que você já escolheu como parceiro, que talvez em alguns dias já seja seu marido — a gente riu junto — não quero perder sua amizade, muito menos que você fique puta e não queira me ver nunca mais. Não quero ser igual aquele cara, o ex da sua mãe...
Eu: — É... te entendo e aceito suas desculpas. E te admiro pra caralho, porque você sempre foi uma mão na roda pra mim em tudo.
Rodri: — Tomara que eu sempre seja. E vou estudar direito, caso você precise de um advogado de confiança pra sua empresa, bom, a empresa do seu pai. Daqui uns anos, quero ser eu quem cuide dos seus interesses e do seu trampo.
Eu: — Valeu... — tava super emocionada.
Rodri: — Te amo, girl... minha girl divina e chorona — me abraçou forte.
Quando me soltou, ele me olhou e sorriu. Eu sorri de volta — mas nunca vou esquecer aquela noite no bar...
Eu: — Eu também não... mas valeu. Te amo, idiota!
Rodri: — E eu te amo, girl! — a gente continuou andando pras nossas mesas.
Quando cheguei perto da mesa onde as famílias estavam, vi o Eze se levantar e me olhar com um sorrisão.
Eze: — Boa noite, senhorita! Seu lugar tá te esperando — eu sorri pra ele e ele puxou a cadeira pra mim. Eu: — Valeu, amor... — ela me beijou a mão.
Samanta: — Mano, o que cê tá fazendo em cima da Fran?
Pai: — Por que você tá falando isso, Sam?
Samanta: — Troca o lugar com o garoto e senta aí onde ele tá, deixa eles se sentarem juntos.
Eu: — Não, não precisa, tia... fica tranquila.
Samanta: — Como não precisa? Ela já passou dezessete anos sempre do lado dele, uma noite que ele divida com ela não vai fazer mal nenhum...
Dolores: — É verdade, Martincho... você já não é mais o amor da vida da Fran...
Eu: — Eu já falei pro papai que, mesmo que eu cresça e vá embora ou fique e tenha meus namorados ou parceiros, ele pra sempre vai ser o homem mais importante da minha vida — olhei pro meu pai — te amo, pai!
Pai: — Ah, meu coelhinho... vai me fazer chorar... — acariciou minhas bochechas — mas suas tias têm razão... nosso amor de pai e filha nunca vai mudar e fico feliz em saber que esse homem que você também ama é o Ezequiel. Te amo, meu anjo! — me deu um beijo na testa e trocou de lugar, ficando do lado da minha irmã e de uma das minhas tias, a Dolores. Quando o Ezequiel se levantou, meu pai apertou a mão dele e deu uns tapinhas nas costas.
Ezequiel sentou do meu lado, pegou minha mão e ficou acariciando, apoiando na minha perna, a gente brincava com os dedos e ele sorria pra mim.
Serviram o jantar pra todo mundo, fomos comendo. Tinha conversas variadas, falando de vários assuntos sobre comida, viagens, economia, carros, enfim, como qualquer jantar em família.
Trouxeram sobremesas e mais bebidas e na hora do brinde com champanhe, o Eze se levanta e bate de leve no copo pra minha família prestar atenção.
Eze: — Boa noite... acho que todo mundo já me conhece, sou o Ezequiel, a verdade é que foi um prazer ter compartilhado com vocês esse momento maravilhoso na vida da minha namorada, perdão, na vida da Fran, e espero que vocês saibam que minhas intenções com ela são de respeito, amor e carinho. Porque conheci muito bem essa garota linda, sempre foi transparente, sincera e pura. Obrigado por me deixarem estar aqui e fazer parte disso. Muito obrigado. obrigada... Papai:- Bem-vindo à família, querido Eze! Saúde!! - começamos a brindar com todo mundo e eu levantei pra me aproximar do meu nonno e dos meus avós, que estavam um pouco mais longe. Começou a tocar uma música e os caras da minha turma e da outra começaram a gritar e a falar em uníssono: Todo mundo:- Coloca a brunette... coloca a brunette... E o DJ, obedecendo, colocou a música, e os caras se levantaram e começaram a procurar par pra dançar. Alguns pais e adultos também se levantaram pra dançar. Eu tava sentada e o Ezequiel se levantou, me pegou pela mão e fomos pra pista. Foi uma noite linda, de muita dança, bebida, canto, pulo e diversão com meus colegas e amigas da escola. Trouxeram um pouco de cotilhão pra entreter os mais novos e os mais velhos. O Rodrigo passou do meu lado enquanto eu tava com as meninas e soprou o espanta-sogra perto de mim. Me virei brava e vi que era ele. Eu:- Ai, mas que idio... Rodri:- Epaaaa... Eu:- Era você... Rodri:- Parabéns, garota... Eu:- Parabéns, bobão... Ele me deu um abraço e as meninas nos abraçaram. Fizemos uma roda e começamos a pular no ritmo dos Piojos. Minhas tias com meu nonno foram embora perto das duas da madrugada. Minha irmã ficou entretida com umas irmãs dos meus colegas e amigas que andam com ela. Meus pais dançaram e ficaram bebendo juntos, rindo e se divertindo. Meus outros avós foram embora um pouco depois das duas e meia. Até perto das seis da manhã ficamos dançando, bebendo e curtindo. Dancei com o Ezequiel umas músicas animadas e grudadas. Ele não parava de me olhar e de se mexer ou me mexer. A gente se divertiu pra caralho. O Ezequiel foi no banheiro antes de irmos embora, e eu fui dar tchau pras minhas amigas. Quando ele saiu, tava com uma cara diferente, e quando fiz sinal, vejo que o Rodrigo sai atrás dele. Eu:- Love... cê tá bem? Eze:- Sim, sim... fica tranquila... Eu:- Meu colega falou alguma merda? Eze:- Só entendi que ele me parabenizava por você e que não te deixasse ir porque você é uma Mulher encantadora e... sei lá mais o quê, porque não dava pra entender. Parecia que ele tava muito bêbado ou muito chapado.
Eu: - Ah... ok... vamos nessa?
Eze: - Sim, meu amor...
Fomos pro carro com meus pais e minha irmã. Ao subir, sentei atrás no meio, coloquei o cinto e me apoiei no peito do Ezequiel, fechei os olhos, sentindo o perfume dele e o coração batendo suave enquanto ele me abraçava.
Papai, como tinha bebido, foi dirigindo devagar no caminho pra casa. Por sorte era uma noite linda, limpa, sem uma nuvem, dando pra ver a lua e milhares de estrelas no céu.
Ao chegar em casa, papai brincava:
Papai: - Aaayyy... aaamooorr... - cantava desafinado - fecho meus olhos e pulo no vaziiioooooo - e andava com as pernas tortas.
Mamãe: - Ai Martin, pelo amor de Deus, amor... você bebeu tanto assim? - meu pai se endireitou e ficou retinho.
Papai: - Mas não, amor... olha... tô bem ereto! Sou uma estátua, faço o quatro! E não caio... - os dois riam enquanto meu pai fazia aquela pose.
Minha irmã abriu a porta e entramos, meu pai levava o paletó e a gravata no braço, igual ao Ezequiel. Os dois com os colarinhos da camisa desabotoados nos dois primeiros botões. Nos despedimos dos meus pais e eles foram pro quarto deles, minha irmã pro dela, e com o Ezequiel fomos pro meu.
Ao fechar a porta, ele colou em mim e foi me acariciando devagar enquanto gemia:
Eze: - Mmmmmmmmmmmmmm... uffff... que beleza de anatomia que eu tô tocando... é tão macia, você é tão linda, tão gostosa... - foi descendo a mão pela minha cintura e a outra mão tava apoiada na porta - esse decote me chamou a noite inteira pra meter a mão e já não aguento mais, preciso fazer isso...
Eu: - Mas amor... shhh... meus pais e minha irmã tão aqui.
Eze: - Eu não faço barulho nenhum, o único som que pode se ouvir é o dos seus gemidos por como eu te esquento e como te excita eu estar assim, te tocando - enfiou uns dedos no meu decote e apertou a auréola do meu peito, e eu gemia, tapando a boca pra abafar. Gemidos... "Assim... você gosta, meu amor???" — eu assenti com a cabeça. "Vou continuar..." A boca dele beijava devagar meu pescoço enquanto ele desabotoava a camisa. Eu coloquei minha boca no peito dele, lambendo e dando pequenas mordidinhas, enquanto abaixava o zíper do meu vestido e deixava ele cair, ficando quase nua, só de calcinha fio dental, minhas tetas de fora. Ele olhou pra elas, acariciou devagar e começou a lamber, apertando, juntando bem uma com a mão enquanto a boca dele estava ali. A outra mão foi pra minha buceta, primeiro tocando os lábios, depois mais e mais pra dentro. Ele me tocava desesperado, e eu não aguentava tanta calentura — gemi sem conseguir segurar, várias vezes com a mão na boca, mas tentava ser suave. Ezequiel, sentindo minha umidade crescendo, me guiou até minha cama e me deitou, com minhas pernas dobradas pro chão, e o corpo dele se jogou por cima de mim. Me beijava igual um louco. Os dois estavam muito quentes, e ele tirou toda a roupa: "Quero te comer, meu amor..." Eu: "Ufffff... cê tá com calor??" Eze: "Sabe que você me excita, seu corpo, sua boca... tudo em você... me deixa muito louco. Sente... sente como eu tô de pau duro por você!" — ele roçava devagar na entrada da minha buceta, que tinha desviado um pouco minha calcinha pro lado. Eu: "Ufff... pelo amor, amor... mas... sabe... já sabe que... como eu quero" Eze: "Siiim... eu sei..." — na mão que ele apoiava na cama, tinha uma camisinha, e como pôde, se endireitou rápido, abriu e colocou. "Viu? Sempre vou cuidar de você, minha vida... você é meu único amor e quero cuidar e te amar pra sempre..." Eu: "Te amo!" — ele se jogou na minha boca enquanto a gente se beijava, e ele introduzia devagar o pau na minha buceta molhada. A gente se mexia devagar, tentando não fazer muito barulho por causa dos meus pais e da minha irmã, que os três estariam dormindo. Afogávamos nossos gemidos com beijos apaixonados, ele beijava meu pescoço e se prendia a uma das minhas tetas quando tava perto de gozar. Me virou, me deixando por cima dele, demorando um pouco... Pouco mais do orgasmo dela pra gente se sentir e poder aproveitar mais tempo. Me endireitei e cavalgava devagar em cima dele, mas quando minhas tetas roçavam no peito dele, que tinha tanto pelo, me dava tanta excitação que eu me mexia mais, e ele acariciava devagar minhas coxas e minha cintura. Eu: — Mmmmmmmmmmm... não aguento mais... vou gozar... Eze: — Vai, meu amor... vai... Eu: — Mmmmmmmmm — mordia forte o travesseiro, me deitei contra o peito dele e tinha tremores de tanto espasmo pela saída do meu orgasmo — aaaaggh... mmmmmmm... Eze: — Uiii, meu amor... eu... eu também vou gozar, minha vida.... mmmmmmmmmmmm... Gozamos juntos e caí no peito dele, rendida e ofegante pra caralho. Me levantei de cima dele, ele tirou a camisinha, vestiu a cueca e um short e foi pro banheiro. Eu fiquei na minha cama deitada, relaxada, depois de tudo de gostoso que a gente tinha passado... CONTINUA... (Já tá chegando o fim)
Eu: - Oi, Ro!
Rodri: - Ehhh... oi... oi, linda Fran... você tá maravilhosa e isso é pra você — me dando a rosa.
Eu: - Valeu... — ele se aproximou, me deu um beijo na bochecha e sussurrou no meu ouvido.
Rodri: - Que sorte tem o seu uruguaio... — eu sorri pra ele, e umas organizadoras, nossas professoras, foram nos guiando porque a reitora do nosso colégio ia dar umas palavras antes de começar. Foram passando a bunda dos nossos colegas, dos mais baixos pros mais altos; eu e Rodrigo estávamos quase no final.
Conforme a gente avançava, ele me pegou pelo braço e caminhamos no ritmo devagar que todo mundo tava. Ao passar pelo meio do salão, eu olhava curiosa pra ver se não via minha família, porque tinha perdido eles de vista. Quando chegamos na frente, tinha um fotógrafo e ele tirou nossa foto; nós dois sorrimos e, quando fizeram sinal pra seguir, continuamos caminhando pro nosso setor. A reitora fez um discurso muito emocionante, acho que todo mundo tava chorando de emoção porque a gente tinha se formado sem ficar com matérias pendentes e por ter sido um grupo de alunos de bom comportamento.
No final, todo mundo aplaudiu de pé. Aproveitei e continuei procurando minha família; encontrei eles do lado oposto de onde nosso grupo tava. Eu acenei pra eles por baixo, e todos responderam balançando as mãos; meu pai e meu avô mandaram um beijo. O Ezequiel só sorria pra mim e fazia um gesto que eu não entendia, e eu sorri de volta.
No final, cada família foi passando com cada formando pra tirar uma foto de família antes de começar o jantar e depois a dança. Quando chegou minha vez, minha mãe tava toda emocionada de novo.
Mãe: - Ai, meu amor... não acredito que esse momento chegou... passou tão rápido, minha pequena...
Eu: - Te amo, mami... - ele me acariciou. Minha tia Dolores e Samanta se aproximaram junto com meu nonno. Dolores:
- Estou e estamos muito orgulhosas de você, linda... você é o grande farol das nossas vidas, afilhada...
Eu:
- Obrigada, tia e madrinha Loli...
Samanta:
- Não acredito no quanto chorei... estou igual a Loli, muito orgulhosa de você, Franchu... você tá linda, muito gostosa... que lindo seu namorado, menina...
Eu:
- Obrigada, tia Sami...
Nonno:
- Ai, meu Deus, minha filha... parabéns... como seu pai disse, sua avó estaria muito orgulhosa de você, minha filha. Eu estou e sempre estarei feliz por você. Te amo, minha princesinha...
Eu:
- Te amo, vô... - meu avô me abraçava e chorava emocionado. Meu pai se aproximou pra acalmá-lo, pra gente poder posar junto e tirar a foto.
Ele tirou várias e num momento só ficamos eu e Ezequiel, o fotógrafo tirou uma foto enquanto Eze me abraçava e eu sorria pra ele, olhando nos olhos dele.
Indo pro meu lugar, enquanto minha família ia pro deles, Ezequiel me acompanhou e falou:
Eze:
- Entendeu o que eu te disse?
Eu:
- Não, não entendi... estávamos muito longe.
Eze:
- Te amo e você é o amor da minha vida.
Parei e abracei ele. Ele me acariciava e me dava beijos no ombro. A gente se separou, ele foi com minha família e eu fui pra onde estava com meus colegas.
No final das fotos em família, a reitora foi chamando um por um pra entrega dos diplomas e boletins.
Quando chegou minha vez, como eu tava sentada do lado do Rodrigo, ele foi o primeiro a me cumprimentar.
Rodri:
- Parabéns, gostosa.
Eu:
- Obrigada... já vão te chamar também...
E enquanto eu ia andando, a reitora dizia:
Reitora:
- A verdade é que esta aluna, junto com dois de seus colegas, conseguiu uma das médias mais altas da nossa instituição e é uma honra ter tido esta senhorita, também o cavalheiro Rodrigo... e a senhorita Jazmín... entre os três melhores desempenhos e carregando a bandeira de cerimônia. Muito merecido por essa grande conquista, galera.
Todas as nossas famílias aplaudiam, enquanto traziam e entregavam a bandeira e as faixas pra gente. Rodrigo na frente, Jasmim como primeira escolta e eu como segunda. O fotógrafo chegou, tirou umas fotos e a reitora continuou com o discurso de praxe, entregando prêmios pros alunos do 5º ano que tiveram as médias mais altas, pra eles começarem a usar o uniforme no ano que vem. Quando acabou, fomos pros nossos lugares e as famílias foram saindo aos poucos pro setor onde iam servir o jantar, e a gente foi no final pra tirar uma foto com os diretores. Aos poucos, quando terminou, a gente se despediu de todo mundo e foi andando pra onde as famílias estavam, e o Rodrigo se aproxima de mim.
Rodri: — Fran... Fran... espera...
Eu: — O que foi, Ro?
Rodri: — Preciso falar com você...
Eu: — Tá bom, fala.
Rodri: — Queria te pedir desculpas pela mensagem e por ter sido tão escroto com você. Eu te amo, e te amo de verdade, girl... não posso ficar assim com alguém que você já escolheu como parceiro, que talvez em alguns dias já seja seu marido — a gente riu junto — não quero perder sua amizade, muito menos que você fique puta e não queira me ver nunca mais. Não quero ser igual aquele cara, o ex da sua mãe...
Eu: — É... te entendo e aceito suas desculpas. E te admiro pra caralho, porque você sempre foi uma mão na roda pra mim em tudo.
Rodri: — Tomara que eu sempre seja. E vou estudar direito, caso você precise de um advogado de confiança pra sua empresa, bom, a empresa do seu pai. Daqui uns anos, quero ser eu quem cuide dos seus interesses e do seu trampo.
Eu: — Valeu... — tava super emocionada.
Rodri: — Te amo, girl... minha girl divina e chorona — me abraçou forte.
Quando me soltou, ele me olhou e sorriu. Eu sorri de volta — mas nunca vou esquecer aquela noite no bar...
Eu: — Eu também não... mas valeu. Te amo, idiota!
Rodri: — E eu te amo, girl! — a gente continuou andando pras nossas mesas.
Quando cheguei perto da mesa onde as famílias estavam, vi o Eze se levantar e me olhar com um sorrisão.
Eze: — Boa noite, senhorita! Seu lugar tá te esperando — eu sorri pra ele e ele puxou a cadeira pra mim. Eu: — Valeu, amor... — ela me beijou a mão.
Samanta: — Mano, o que cê tá fazendo em cima da Fran?
Pai: — Por que você tá falando isso, Sam?
Samanta: — Troca o lugar com o garoto e senta aí onde ele tá, deixa eles se sentarem juntos.
Eu: — Não, não precisa, tia... fica tranquila.
Samanta: — Como não precisa? Ela já passou dezessete anos sempre do lado dele, uma noite que ele divida com ela não vai fazer mal nenhum...
Dolores: — É verdade, Martincho... você já não é mais o amor da vida da Fran...
Eu: — Eu já falei pro papai que, mesmo que eu cresça e vá embora ou fique e tenha meus namorados ou parceiros, ele pra sempre vai ser o homem mais importante da minha vida — olhei pro meu pai — te amo, pai!
Pai: — Ah, meu coelhinho... vai me fazer chorar... — acariciou minhas bochechas — mas suas tias têm razão... nosso amor de pai e filha nunca vai mudar e fico feliz em saber que esse homem que você também ama é o Ezequiel. Te amo, meu anjo! — me deu um beijo na testa e trocou de lugar, ficando do lado da minha irmã e de uma das minhas tias, a Dolores. Quando o Ezequiel se levantou, meu pai apertou a mão dele e deu uns tapinhas nas costas.
Ezequiel sentou do meu lado, pegou minha mão e ficou acariciando, apoiando na minha perna, a gente brincava com os dedos e ele sorria pra mim.
Serviram o jantar pra todo mundo, fomos comendo. Tinha conversas variadas, falando de vários assuntos sobre comida, viagens, economia, carros, enfim, como qualquer jantar em família.
Trouxeram sobremesas e mais bebidas e na hora do brinde com champanhe, o Eze se levanta e bate de leve no copo pra minha família prestar atenção.
Eze: — Boa noite... acho que todo mundo já me conhece, sou o Ezequiel, a verdade é que foi um prazer ter compartilhado com vocês esse momento maravilhoso na vida da minha namorada, perdão, na vida da Fran, e espero que vocês saibam que minhas intenções com ela são de respeito, amor e carinho. Porque conheci muito bem essa garota linda, sempre foi transparente, sincera e pura. Obrigado por me deixarem estar aqui e fazer parte disso. Muito obrigado. obrigada... Papai:- Bem-vindo à família, querido Eze! Saúde!! - começamos a brindar com todo mundo e eu levantei pra me aproximar do meu nonno e dos meus avós, que estavam um pouco mais longe. Começou a tocar uma música e os caras da minha turma e da outra começaram a gritar e a falar em uníssono: Todo mundo:- Coloca a brunette... coloca a brunette... E o DJ, obedecendo, colocou a música, e os caras se levantaram e começaram a procurar par pra dançar. Alguns pais e adultos também se levantaram pra dançar. Eu tava sentada e o Ezequiel se levantou, me pegou pela mão e fomos pra pista. Foi uma noite linda, de muita dança, bebida, canto, pulo e diversão com meus colegas e amigas da escola. Trouxeram um pouco de cotilhão pra entreter os mais novos e os mais velhos. O Rodrigo passou do meu lado enquanto eu tava com as meninas e soprou o espanta-sogra perto de mim. Me virei brava e vi que era ele. Eu:- Ai, mas que idio... Rodri:- Epaaaa... Eu:- Era você... Rodri:- Parabéns, garota... Eu:- Parabéns, bobão... Ele me deu um abraço e as meninas nos abraçaram. Fizemos uma roda e começamos a pular no ritmo dos Piojos. Minhas tias com meu nonno foram embora perto das duas da madrugada. Minha irmã ficou entretida com umas irmãs dos meus colegas e amigas que andam com ela. Meus pais dançaram e ficaram bebendo juntos, rindo e se divertindo. Meus outros avós foram embora um pouco depois das duas e meia. Até perto das seis da manhã ficamos dançando, bebendo e curtindo. Dancei com o Ezequiel umas músicas animadas e grudadas. Ele não parava de me olhar e de se mexer ou me mexer. A gente se divertiu pra caralho. O Ezequiel foi no banheiro antes de irmos embora, e eu fui dar tchau pras minhas amigas. Quando ele saiu, tava com uma cara diferente, e quando fiz sinal, vejo que o Rodrigo sai atrás dele. Eu:- Love... cê tá bem? Eze:- Sim, sim... fica tranquila... Eu:- Meu colega falou alguma merda? Eze:- Só entendi que ele me parabenizava por você e que não te deixasse ir porque você é uma Mulher encantadora e... sei lá mais o quê, porque não dava pra entender. Parecia que ele tava muito bêbado ou muito chapado.
Eu: - Ah... ok... vamos nessa?
Eze: - Sim, meu amor...
Fomos pro carro com meus pais e minha irmã. Ao subir, sentei atrás no meio, coloquei o cinto e me apoiei no peito do Ezequiel, fechei os olhos, sentindo o perfume dele e o coração batendo suave enquanto ele me abraçava.
Papai, como tinha bebido, foi dirigindo devagar no caminho pra casa. Por sorte era uma noite linda, limpa, sem uma nuvem, dando pra ver a lua e milhares de estrelas no céu.
Ao chegar em casa, papai brincava:
Papai: - Aaayyy... aaamooorr... - cantava desafinado - fecho meus olhos e pulo no vaziiioooooo - e andava com as pernas tortas.
Mamãe: - Ai Martin, pelo amor de Deus, amor... você bebeu tanto assim? - meu pai se endireitou e ficou retinho.
Papai: - Mas não, amor... olha... tô bem ereto! Sou uma estátua, faço o quatro! E não caio... - os dois riam enquanto meu pai fazia aquela pose.
Minha irmã abriu a porta e entramos, meu pai levava o paletó e a gravata no braço, igual ao Ezequiel. Os dois com os colarinhos da camisa desabotoados nos dois primeiros botões. Nos despedimos dos meus pais e eles foram pro quarto deles, minha irmã pro dela, e com o Ezequiel fomos pro meu.
Ao fechar a porta, ele colou em mim e foi me acariciando devagar enquanto gemia:
Eze: - Mmmmmmmmmmmmmm... uffff... que beleza de anatomia que eu tô tocando... é tão macia, você é tão linda, tão gostosa... - foi descendo a mão pela minha cintura e a outra mão tava apoiada na porta - esse decote me chamou a noite inteira pra meter a mão e já não aguento mais, preciso fazer isso...
Eu: - Mas amor... shhh... meus pais e minha irmã tão aqui.
Eze: - Eu não faço barulho nenhum, o único som que pode se ouvir é o dos seus gemidos por como eu te esquento e como te excita eu estar assim, te tocando - enfiou uns dedos no meu decote e apertou a auréola do meu peito, e eu gemia, tapando a boca pra abafar. Gemidos... "Assim... você gosta, meu amor???" — eu assenti com a cabeça. "Vou continuar..." A boca dele beijava devagar meu pescoço enquanto ele desabotoava a camisa. Eu coloquei minha boca no peito dele, lambendo e dando pequenas mordidinhas, enquanto abaixava o zíper do meu vestido e deixava ele cair, ficando quase nua, só de calcinha fio dental, minhas tetas de fora. Ele olhou pra elas, acariciou devagar e começou a lamber, apertando, juntando bem uma com a mão enquanto a boca dele estava ali. A outra mão foi pra minha buceta, primeiro tocando os lábios, depois mais e mais pra dentro. Ele me tocava desesperado, e eu não aguentava tanta calentura — gemi sem conseguir segurar, várias vezes com a mão na boca, mas tentava ser suave. Ezequiel, sentindo minha umidade crescendo, me guiou até minha cama e me deitou, com minhas pernas dobradas pro chão, e o corpo dele se jogou por cima de mim. Me beijava igual um louco. Os dois estavam muito quentes, e ele tirou toda a roupa: "Quero te comer, meu amor..." Eu: "Ufffff... cê tá com calor??" Eze: "Sabe que você me excita, seu corpo, sua boca... tudo em você... me deixa muito louco. Sente... sente como eu tô de pau duro por você!" — ele roçava devagar na entrada da minha buceta, que tinha desviado um pouco minha calcinha pro lado. Eu: "Ufff... pelo amor, amor... mas... sabe... já sabe que... como eu quero" Eze: "Siiim... eu sei..." — na mão que ele apoiava na cama, tinha uma camisinha, e como pôde, se endireitou rápido, abriu e colocou. "Viu? Sempre vou cuidar de você, minha vida... você é meu único amor e quero cuidar e te amar pra sempre..." Eu: "Te amo!" — ele se jogou na minha boca enquanto a gente se beijava, e ele introduzia devagar o pau na minha buceta molhada. A gente se mexia devagar, tentando não fazer muito barulho por causa dos meus pais e da minha irmã, que os três estariam dormindo. Afogávamos nossos gemidos com beijos apaixonados, ele beijava meu pescoço e se prendia a uma das minhas tetas quando tava perto de gozar. Me virou, me deixando por cima dele, demorando um pouco... Pouco mais do orgasmo dela pra gente se sentir e poder aproveitar mais tempo. Me endireitei e cavalgava devagar em cima dele, mas quando minhas tetas roçavam no peito dele, que tinha tanto pelo, me dava tanta excitação que eu me mexia mais, e ele acariciava devagar minhas coxas e minha cintura. Eu: — Mmmmmmmmmmm... não aguento mais... vou gozar... Eze: — Vai, meu amor... vai... Eu: — Mmmmmmmmm — mordia forte o travesseiro, me deitei contra o peito dele e tinha tremores de tanto espasmo pela saída do meu orgasmo — aaaaggh... mmmmmmm... Eze: — Uiii, meu amor... eu... eu também vou gozar, minha vida.... mmmmmmmmmmmm... Gozamos juntos e caí no peito dele, rendida e ofegante pra caralho. Me levantei de cima dele, ele tirou a camisinha, vestiu a cueca e um short e foi pro banheiro. Eu fiquei na minha cama deitada, relaxada, depois de tudo de gostoso que a gente tinha passado... CONTINUA... (Já tá chegando o fim)
1 comentários - Frambu e seu coquetel de vida XXI