Sua mãe é uma gostosa do caralho

Durante meus tempos de escola, eu sempre andava com um amigo, o Luis, que era um cara atraente pros olhos das meninas. Eu via ele como um cara com traços femininos, mas enfim, as garotas só de olhar pra ele já se declaravam da forma mais surreal que você pode imaginar. Já tinha se tornado super normal pra mim que, enquanto a gente caminhava até o ponto de ônibus, alguma mina que estivesse por perto ficasse encarando ele, ou até se aproximasse e dissesse que gostava dele e perguntasse se podia passar o número. Numa ocasião, até uma garota que parecia ser da faculdade estava em pé enquanto a gente tava sentado, ela se aproximou e eu pensei que ia pedir pra gente levantar pra dar o lugar pra alguma senhora, e não, quando ela chegou perto, a primeira coisa que fez foi tirar um papel e um lápis, escreveu o número dela e deixou pra ele, do nada. Sendo sincero, que puta inveja que eu sentia vendo qualquer mina jovem e gostosa dar ou pedir o número dele só de olhar. Ao mesmo tempo, achava engraçado porque ele tinha uma namorada que, na minha opinião, não era nada atraente comparada com as outras garotas que eu via se aproximando dele, mas era o gosto dele. A mina chegou a trair ele umas três vezes, e ele só chorava e queria voltar com ela. Na minha visão, ele queria ser corno. A parada é que num desses dias em que ele tava reclamando, chorando e se lamentando por essa garota ter traído ele, ele me pediu um favor: que eu fosse com ele até a casa da mãe dele, que era divorciada do pai e morava perto da escola, pra pegar uma coisa. Eu falei "beleza, que diferença faz", era sexta-feira e eu não tava a fim de chegar rápido em casa, então fui com ele. A gente caminhou da escola até a casa da mãe (o Luis morava com o pai), chegamos lá e quando ele bateu na porta, eu já imaginava como era a mãe, porque ele já tinha me mostrado a família por parte de mãe uma vez. E sim. Não só a mãe era uma gostosa, como a tia e as primas, além de serem tipo fotocópias umas das outras. mas todas pareciam incrivelmente lindas e gostosas, mesmo com a idade de algumas, e a mãe dele não foi exceção. Ela abriu a porta vestindo seu pijama, um short curto que deixava ver as pernas e as coxas, junto com um pequeno pedaço da bunda aparecendo, e uma blusa de alças decotada que deixava ver até a alma. Os peitos dela não eram muito grandes, mas pareciam perfeitos, com os mamilos marcando a blusa do pijama. Luis nos apresentou, e eu já estava começando a imaginar aquela mulherão pelada ou gemendo enquanto eu comia ela. E que diferença fazia se eu era um adolescente diante de uma mulher que deixa a pica dura em qualquer um? Meu amigo disse pra mãe dele que precisava de algo, ele entrou e me deixou sozinho na sala com ela. Ela e eu começamos a conversar sobre o filho dela, sobre mim e sobre como ela morava com a irmã e a sobrinha, ou seja, com duas das putinhas gostosas que faziam parte da família do Luis. E, caralho, o que eu comecei a imaginar por causa do que ela acabou de me contar. Ela não era só linda pra caralho, mas também tinha uma voz doce que te esquenta só de ouvir. Meu amigo voltou, e ainda bem, porque o tempo todo fiquei imaginando aquela bunda enorme da mãe dele quicando nas minhas bolas. Antes de irmos embora, do nada a mãe do Luis se despediu de mim com um abraço e um beijo, e juro que senti ela esfregar a barriga dela na minha pica. Porque eu era um adolescente, mas sempre fui um cara grande, e nem ela nem o filho dela eram especialmente altos, então facilmente ela chegava só no meu ombro, e o filho dela mal batia na mesma altura que ela. Quando ela parou de me abraçar e se afastou, sorriu pra mim e disse pra nós dois que a gente fosse visitá-la mais vezes, que ela ia dar almoço pra gente. E, bom, eu amo duas coisas na vida: 1 é mulher, e 2 é comida. Então na segunda, quando saímos, falei pro Luis a gente ir na casa da mãe dele, aproveitando o que ela tinha dito. Ele ficou surpreso comigo. propus, mas ela aceitou e fomos pra casa da mãe dela. Quando chegamos e entramos, ela tava igual, de pijama, só que agora reparei numa coisa. Ela foi se pentear e quando saiu, o short e a blusa estavam um pouco mais curtos, e dava pra ver o umbigo dela e a separação das pernas, com o pano do short apertando a bunda. Meu amigo cumprimentou ela normal, ela voltou e me cumprimentou com beijo e abraço, enquanto no filho dela só deu um beijo na bochecha. A gente sentou pra esperar o almoço e ela foi servir a comida. Quando trouxe os pratos, pediu pro Luis ir na venda comprar um refrigerante. E tipo, o bairro não era muito movimentado, e a venda ficava quase perto do colégio, fácil gastava 10 minutos pra ir e mais 10 pra voltar. Claro, meu amigo falou pra gente ir junto pra não me deixar sozinho com a mãe dele, e ela, do jeito mais autoritário que já vi uma mãe alheia falar com o filho, gritou com ele e mandou ele ir sozinho e não encher o saco da visita. Luis foi depois do esporro. Quando ficamos sozinhos, a mãe dele sentou na minha frente e cruzou as pernas de um jeito sedutor. Me olhou e perguntou se eu já tinha reparado em alguma professora. Resumindo, contei que sim, que uma vez tive uma história com minha professora de matemática, e ela começou a rir e falou que pra ser tão novo eu era muito avançado, e começou a soltar umas como "certeza que você é popular com as meninas". E eu só pensando "senhora, quem é popular é seu filho", mas enfim, ela tava mais que gostosa e resolvi arriscar, dizendo que ela tava muito bonita. Ela respondeu na hora e perguntou se eu realmente achava ela tão bonita a ponto de reparar nela. Isso me desconcertou por um instante, mas respondi que ela era muito mais gostosa que isso. Ela se aproximou e simplesmente começou a me beijar, eu acompanhei pra gente se beijar, e a safada meteu a mão na minha pica, começou a pegar na minha pica por cima da calça e com vontade. Não me surpreende que mulheres assim De impressionantes, simplesmente pegam o que querem e pronto. O filho dela bateu na porta e ela parou de me beijar, mesmo tendo feito devagar. Ela se levantou, foi abrir a porta e deu outra bronca no Luis por demorar tanto. Ele sentou do meu lado, e ela foi pra cozinha servir o refrigerante. Serviu pra nós dois e, depois de comer, ajudei ela a levar os pratos pra cozinha. Ela falou baixinho que, quando eu quisesse vê-la, já sabia onde ela morava, e pegou na minha rola de novo, de um jeito que me fez sentir como se eu fosse a puta, e disse: "não esquece de vir preparado". Depois disso, Luis e eu fomos embora. Ele me perguntou o que eu tinha conversado tanto com a mãe dele e que parecia que eu tinha caído nas graças dela. Eu só dei uma explicação básica, sem contar a verdade, e fomos cada um pra nossa casa.

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