Oi, já não sei mais o que fazer, o porco do meu vizinho fez de novo. Depois das vezes que contei pra vocês e de uns assaltos no depósito, ele tinha me deixado em paz. Eu tinha ameaçado contar tudo e que não tava nem aí pro que ele dissesse. Iam levar ele preso, porque eu ainda não tenho 18 anos.
Nesse Natal, fui comer com minhas amigas, porque por causa das restrições eu tinha que estar em casa às 10. Na real, cheguei umas 9, bem bebida e meio doida, porque minhas amigas curtem speed e cetamina. Podia fazer isso, porque tava sozinha em casa, já que meus pais tinham ido pra roça passar a noite. Entrei no prédio quando o porco do meu vizinho entrou atrás de mim.
— Oi, Pedro
— Oi, Teresa, que gostosa você tá!!! Porra, se você me deixasse, ia saber o que é bom
— Seu porco do caralho!!! (falei, olhando ele de cima a baixo) Já te falei pra me deixar em paz, ou vou te denunciar, nojento.
O filho da puta tava rindo, quando falei isso. Ele cheirava a vinho, dava nojo, barba de 4 dias, calça suja e mijada (dava pra sentir o cheiro) e tava bem bêbado.
O elevador chegou e ele disse:
— Se não quer nada comigo, mas liga se eu subir com você? No fim, a gente já compartilhou tanta coisa (falou enquanto se tocava no pacote, que tava cada vez maior)
Tenho que admitir que beber e me drogar me faz perder a linha. E a real é que, inexplicavelmente, eu tava ficando com tesão. Me sentir desejada, olhada, me deixa muito putinha.
Eu tava de legging com salto alto, uma blusa branca e um casaco longo que só deixava ver do joelho pra baixo. Mas era justo no corpo e eu tenho um 95, então imagina como ficava.
A questão é que, sem saber como, falei que ele podia subir comigo...
Ele entrou no elevador e, assim que entrou, agarrou meus peitos e só falou, com aquele hálito nojento:
— Teresa, você sabe que deseja minha pica e que adora como eu te como, no fundo você quer essa pica de velho.
— Seu porco nojento, me larga. Em paz.
Empurrei ele e percebi o volume que ele tinha, caralho, como eu queria aquela pica no meu bucetinho.
Chegamos no andar, e quando fui entrar em casa ele disse:
— É que talvez não te tratei como a puta que você é. Fuck you, 100 euros se você entrar aqui e me deixar te foder do meu jeito.
Nem pensei duas vezes, tava com um tesão danado, e caralho, eram 100€... E eu tenho 18 anos e não tenho um puto euro.
Entrei na casa dele, me despi na porta enquanto ele se sentava num sofá imundo e me dizia:
— Vem, neném, fica de joelhos e me mostra como você chupa.
Me aproximei dele só de calcinha fio dental e sutiã, fiquei de joelhos e de repente senti aquele cheiro nojento que a pica dele exalava. Pica enorme, grande, grossa, cheia de veias pulsando. Então falei:
— Você é um porco nojento do caralho, me dá o dinheiro ou não encosto nessa pica, asqueroso.
Ele tirou 100 euros amassados do bolso, deixou em cima da mesa e disse:
— As putas cobram no final, mocinha. Então ganhe eles como uma boa slut.
Eu respondi, com voz de menina boazinha:
— Tá bom, como você quiser, papai. Vou ser sua melhor putinha.
Enfiei a pica na boca e comecei a chupar com muito nojo no começo, mas depois cada vez mais eu curtia. Passava a língua na cabeça enorme dele, enquanto olhava nos olhos dele.
Ele só falava obscenidades que me deixavam com mais tesão.
Tava com tanto tesão que falei:
— Mas me fode, pelo amor de Deus, quero que você arrebente meu bucetinho e sinta essa pica. Porco.
Ele se levantou, me deu um tapa, me puxou pelo cabelo, me colocou de pé e só disse:
— Você é puta demais pra ser tratada bem. Você é igual à sua mãe vagabunda. (Isso eu conto mais tarde, porque me deixou sem chão).
Ele me colocou de quatro no sofá que ele tinha, cuspiu no meu cu e enfiou aquela pica enorme no meu cu. CARALHO, QUE PRAZER. Cada estocada me fazia sentir mais puta, só queria foder, ser partida ao meio, que ele fizesse tudo que quisesse. quisesse. Aí o nojento do velho fala pra mim:
- Olha a puta dessa, como ela curte. Cê gosta de como eu te como, Teresa? Cê gosta da pica desse velho, hein, vagabunda?
- Cala a boca e goza, porco de merda!!! Goza no cu da sua puta.
Ele ofegava e suava que nem um porco, mas puta merda!!! Que rabo ele tinha.
- Tira do meu cu e mete na minha bucetinha, vamos, porco, me fode e goza na minha boca, porco filho da puta.
Ele tirou a pica do meu cu e meteu na minha buceta duas vezes, tirou de novo, me pegou pelo cabelo, me deitou de costas e meteu a pica. Porra, que tesão que eu tava, eu olhava pra ele, a cara de porco que ele fazia enquanto me comia, como as mãos sujas dele tocavam meus peitos, enquanto cada estocada dele me dava mais e mais prazer.
- Vamos, Porco, eu sou sua puta, me fode, porco, me fode, me fode, papai
E eu gozei, gozei tão forte e saiu tanto líquido que deixei o sofá encharcado, ele me colocou de joelhos enquanto batia uma punheta na minha cara, eu olhava nos olhos dele e só falava:
- Cê vai me dar seu leite, cê vai encher essa boquinha, por favor, por favor, me dá seu leite, porco de merda
De repente, ele enfiou a cabecinha na minha boca e explodiu numa gozada que se eu não engolisse, me afogava.
Fiquei de joelhos com a porra escorrendo pelos meus lábios, meio em êxtase, e o nojento falou pra mim:
- Teresa, vem aqui e limpa minha pica direito
De quatro, me aproximei dele, que tinha sentado na poltrona, e limpei toda a pica dele (que ainda tava dura que nem pedra) com lambidas. De repente, e nem sei por que fiz isso, pulei em cima dele e montei na pica dele que tava duríssima, enquanto ele só falava:
- Viu, Teresinha, já te falei que a pica desse velho ia te agradar, porra, você é tão vagabunda quanto a puta da sua mãe.
Gozei como nunca tinha gozado, tanto que quando me levantei, Pedro me pegou pela mão, me puxou completamente nua pra escada, jogou minha roupa e falou:
- Tchau, puta, e fica claro: você é minha puta. No dia seguinte, me sentia uma puta, mas tenho que confessar que toda vez que pensava naquela pica, eu me molhava. E tive que me dedar várias vezes.
Nesse Natal, fui comer com minhas amigas, porque por causa das restrições eu tinha que estar em casa às 10. Na real, cheguei umas 9, bem bebida e meio doida, porque minhas amigas curtem speed e cetamina. Podia fazer isso, porque tava sozinha em casa, já que meus pais tinham ido pra roça passar a noite. Entrei no prédio quando o porco do meu vizinho entrou atrás de mim.
— Oi, Pedro
— Oi, Teresa, que gostosa você tá!!! Porra, se você me deixasse, ia saber o que é bom
— Seu porco do caralho!!! (falei, olhando ele de cima a baixo) Já te falei pra me deixar em paz, ou vou te denunciar, nojento.
O filho da puta tava rindo, quando falei isso. Ele cheirava a vinho, dava nojo, barba de 4 dias, calça suja e mijada (dava pra sentir o cheiro) e tava bem bêbado.
O elevador chegou e ele disse:
— Se não quer nada comigo, mas liga se eu subir com você? No fim, a gente já compartilhou tanta coisa (falou enquanto se tocava no pacote, que tava cada vez maior)
Tenho que admitir que beber e me drogar me faz perder a linha. E a real é que, inexplicavelmente, eu tava ficando com tesão. Me sentir desejada, olhada, me deixa muito putinha.
Eu tava de legging com salto alto, uma blusa branca e um casaco longo que só deixava ver do joelho pra baixo. Mas era justo no corpo e eu tenho um 95, então imagina como ficava.
A questão é que, sem saber como, falei que ele podia subir comigo...
Ele entrou no elevador e, assim que entrou, agarrou meus peitos e só falou, com aquele hálito nojento:
— Teresa, você sabe que deseja minha pica e que adora como eu te como, no fundo você quer essa pica de velho.
— Seu porco nojento, me larga. Em paz.
Empurrei ele e percebi o volume que ele tinha, caralho, como eu queria aquela pica no meu bucetinho.
Chegamos no andar, e quando fui entrar em casa ele disse:
— É que talvez não te tratei como a puta que você é. Fuck you, 100 euros se você entrar aqui e me deixar te foder do meu jeito.
Nem pensei duas vezes, tava com um tesão danado, e caralho, eram 100€... E eu tenho 18 anos e não tenho um puto euro.
Entrei na casa dele, me despi na porta enquanto ele se sentava num sofá imundo e me dizia:
— Vem, neném, fica de joelhos e me mostra como você chupa.
Me aproximei dele só de calcinha fio dental e sutiã, fiquei de joelhos e de repente senti aquele cheiro nojento que a pica dele exalava. Pica enorme, grande, grossa, cheia de veias pulsando. Então falei:
— Você é um porco nojento do caralho, me dá o dinheiro ou não encosto nessa pica, asqueroso.
Ele tirou 100 euros amassados do bolso, deixou em cima da mesa e disse:
— As putas cobram no final, mocinha. Então ganhe eles como uma boa slut.
Eu respondi, com voz de menina boazinha:
— Tá bom, como você quiser, papai. Vou ser sua melhor putinha.
Enfiei a pica na boca e comecei a chupar com muito nojo no começo, mas depois cada vez mais eu curtia. Passava a língua na cabeça enorme dele, enquanto olhava nos olhos dele.
Ele só falava obscenidades que me deixavam com mais tesão.
Tava com tanto tesão que falei:
— Mas me fode, pelo amor de Deus, quero que você arrebente meu bucetinho e sinta essa pica. Porco.
Ele se levantou, me deu um tapa, me puxou pelo cabelo, me colocou de pé e só disse:
— Você é puta demais pra ser tratada bem. Você é igual à sua mãe vagabunda. (Isso eu conto mais tarde, porque me deixou sem chão).
Ele me colocou de quatro no sofá que ele tinha, cuspiu no meu cu e enfiou aquela pica enorme no meu cu. CARALHO, QUE PRAZER. Cada estocada me fazia sentir mais puta, só queria foder, ser partida ao meio, que ele fizesse tudo que quisesse. quisesse. Aí o nojento do velho fala pra mim:
- Olha a puta dessa, como ela curte. Cê gosta de como eu te como, Teresa? Cê gosta da pica desse velho, hein, vagabunda?
- Cala a boca e goza, porco de merda!!! Goza no cu da sua puta.
Ele ofegava e suava que nem um porco, mas puta merda!!! Que rabo ele tinha.
- Tira do meu cu e mete na minha bucetinha, vamos, porco, me fode e goza na minha boca, porco filho da puta.
Ele tirou a pica do meu cu e meteu na minha buceta duas vezes, tirou de novo, me pegou pelo cabelo, me deitou de costas e meteu a pica. Porra, que tesão que eu tava, eu olhava pra ele, a cara de porco que ele fazia enquanto me comia, como as mãos sujas dele tocavam meus peitos, enquanto cada estocada dele me dava mais e mais prazer.
- Vamos, Porco, eu sou sua puta, me fode, porco, me fode, me fode, papai
E eu gozei, gozei tão forte e saiu tanto líquido que deixei o sofá encharcado, ele me colocou de joelhos enquanto batia uma punheta na minha cara, eu olhava nos olhos dele e só falava:
- Cê vai me dar seu leite, cê vai encher essa boquinha, por favor, por favor, me dá seu leite, porco de merda
De repente, ele enfiou a cabecinha na minha boca e explodiu numa gozada que se eu não engolisse, me afogava.
Fiquei de joelhos com a porra escorrendo pelos meus lábios, meio em êxtase, e o nojento falou pra mim:
- Teresa, vem aqui e limpa minha pica direito
De quatro, me aproximei dele, que tinha sentado na poltrona, e limpei toda a pica dele (que ainda tava dura que nem pedra) com lambidas. De repente, e nem sei por que fiz isso, pulei em cima dele e montei na pica dele que tava duríssima, enquanto ele só falava:
- Viu, Teresinha, já te falei que a pica desse velho ia te agradar, porra, você é tão vagabunda quanto a puta da sua mãe.
Gozei como nunca tinha gozado, tanto que quando me levantei, Pedro me pegou pela mão, me puxou completamente nua pra escada, jogou minha roupa e falou:
- Tchau, puta, e fica claro: você é minha puta. No dia seguinte, me sentia uma puta, mas tenho que confessar que toda vez que pensava naquela pica, eu me molhava. E tive que me dedar várias vezes.
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