As Aventuras de Lupita, capítulo 17—Vai tomar um banho e depois vem tomar uns drinks, eu convenci ela disso… mas não me peça mais nada, agora o resto vai depender só do senhor. Mas nem pense em forçar ela a fazer algo que não queira, e muito menos em faltar com respeito, porque sou capaz de te expulsar da minha casa na base do chute… me ouviu?
—Do jeito que você quiser, gostosa — disse o velhote enquanto se aproximava do corpo volumoso da potável e loira colegial, para segurá-la pela cintura e puxá-la contra o peito. — Já te falei que não vou forçar ninguém. No fim das contas, se ela não quiser, a gente tem um trato, e lembra que há pouco tempo deixamos um assunto pendente. Então, se a coisa não rolar, deixamos ela dormindo no seu quarto e a gente vai pro quarto dos seus pais. O que acha, princesa? Fechamos o trato?
—A gente vê o que acontece, rsrs. Agora me solta que ela pode chegar a qualquer momento, rsrs — dizia uma Claudia toda animada, que só de lembrar da potente foda que tinha levado de Dom Túlio antes de Lupe chegar, já fazia as coxas tremerem.
Lupita já estava quase pronta. A única coisa que a incomodava era que o vestido que a amiga emprestou era um pouco mais curto que o que ela tinha usado antes, mas pelo menos estava limpo. Por nada nesse mundo ela vestiria de novo a roupa que usou quando foi estuprada. Mas o pior era se sentir desprotegida sem calcinha. Tinha muita vergonha de pedir algo emprestado pra Claudia — que explicação daria? Então, se conformando como estava, saiu pra sala onde estavam esperando por ela com uma bandeja cheia de limões, tequilas e música pra animar o ambiente.
Ela viu que o mestre Túlio estava sentado bem colado no corpo da amiga, que conversava com ele sorrindo de forma provocante. Já tinham virado uns dois copos de bebida. O velhote, ao ver Lupe sair com um vestido curtíssimo de jeans tipo jardineira, daqueles com bolsinhos dos lados… quase os olhos saltaram das bolsas inchadas que ele tinha como pálpebras, ele se levantou apressado pra ir cumprimentar a jovem que já estava quase prestes a se tornar sua mulher, de acordo com seus planos sujos.
— Oi, Lupe, hehehe, você nos deixou muito preocupados, onde é que você se meteu que não dava notícias…
— A verdade, professor, é que não quero falar sobre isso, — dizia a doce colegial, tentando não mostrar o ódio imenso que sentia por ele ter brincado com seus sonhos e tirado proveito pessoal às custas disso. O velhote estampou um beijo babado na bochecha dela, e até se atreveu a colocar uma pequena ponta da língua pra sentir a frescura do rosto dela. Lupita, ao notar, bem disfarçadamente limpou a bochecha…
— Um golpezinho? — ele ofereceu, apontando pra bandeja cheia de copos servidos com Tequila…
A festa começou, centrada num reggaeton animado e uma série de doses de Tequila que o próprio professor se encarregava de bater na mesa e oferecer pras duas gatinhas, que nem perceberam que ele praticamente não tava bebendo nada. Elas conversavam sobre histórias divertidas da escola, Claudia falava enquanto dançava com o amigo imaginário dela. Em poucos minutos, Lupita já tava mais relaxada, até cantando karaokê, já nem lembrava mais do Dom Pedro e daquela sala sinistra com cama onde tinha sido estuprada. Também percebeu que o professor Tulio não era tão aproveitador quanto ela pensava, já que tavam bebendo há um tempão e se divertindo, e ele não tinha se comportado de forma errada com nenhuma das duas. Até achava ele mais simpático agora, porque ele contava várias histórias das experiências pessoais dele. E claro, o velhote, como já foi dito antes, tinha uma lábia dos deuses.
Agora era a Claudia quem servia os copos com a bebida mística, que Dom Tulio queria que fizesse efeito o mais rápido possível. E foi o que aconteceu. A primeira a cair… Claudia ficou grogue, e no concurso de karaokê ela esquecia todas as músicas, então tinha que virar um copo cheio de tequila de uma vez. Os três estavam morrendo de rir quando, de repente, Claudia simplesmente desabou.
— Hehehe, que porra que essa mina tem? — o velhote se fez de desentendido, já que era exatamente isso que ele estava esperando: se livrar da Claudia pra poder fazer o que já tinha planejado há um tempão.
— Acho que ela exagerou na bebida — respondeu a Lupe, sorrindo. — Acho que a gente devia levar ela pro quarto. Me ajuda?
— Sai daí, meu amor… eu levo ela.
Lupe nem ligou pro apelido carinhoso que o professor Tulio usou pela primeira vez na noite pra se referir a ela. Talvez o álcool na cabeça dela tivesse feito baixar a guarda.
Depois que o professor deixou Claudia no quarto, ele voltou pra sala e convidou Lupita pra mais um drink. Ela, toda confiante, aceitou tomar mais um gole com o profe.
— Tá bom, professor Tulio, vou tomar o último gole e aí vou pro quarto dos pais da Clau… já são quase cinco da manhã… o que o senhor vai fazer?
O velhote pensou que já era hora de agir. Não tinha nada impedindo ele de pegar o corpo que ele tanto desejava há tanto tempo. Então, tirou a máscara de santinho e partiu pra ação.
— Então, eu vou ficar aqui com você, meu amorzinho. Ou você achou que eu já tinha esquecido de você? Lembra que você já me chupou uma vez, e essa não vai ser exceção, hehehe. Além disso, quero experimentar os outros buraquinhos gostosos do seu corpo, hehehe…
— Como?!… O que o senhor tá dizendo?! — Lupita percebeu na hora que o professor tarado e degenerado tinha planejado tudo pra ficar sozinho com ela.
O velhote foi rápido e não deu tempo pra reação da garota. Como um urso caçando a presa, ele se jogou em cima dela, derrubando-a no sofá e montando no corpo dela. A pobre colegial ficou sem fôlego. O velho era muito pesado pra ela, viu de perto as pálpebras inchadas dela e como começava a lamber o rosto dela com dedicação desesperada.
Lupe esperneava pra todos os lados, na mente dela chegaram de repente as imagens do que tinha acontecido só algumas horas antes: tinham estuprado ela anal e vaginalmente, e agora era o próprio professor dela que pretendia fazer o mesmo com ela.
Por causa dos movimentos bruscos que a jovem e apavorada garota fazia, o professor Túlio tinha dificuldade em apalpar ela à vontade. O vestido da Lupita já tinha subido até a cintura dela por causa dos movimentos bruscos que ela fazia pra se proteger, até que o professor, perdendo a paciência, segurou ela com uma das mãos e deu um tapa certeiro na cara dela, quase deixando ela atordoada emocionalmente. Era a segunda vez na noite que um homem ousava bater nela.
— Toma!! — disse o velho Túlio, e — Splashhhh!!! — ecoou o tapa no rosto. — Agora fica quietinha, sua puta maldita, ou cê acha que eu não sei que você já se esfregou com o foda da escola, sua vagabunda de merda!!!
— Pelo amor de Deus, seu Túlio, não faz isso comigo?... Me solta!!... — pedia ela, enquanto com as mãozinhas tentava inutilmente tirar ele de cima...
— Fica quietinha, vagabunda!! — dizia ele com a mão fechada e levantada, pra depois abraçar ela mais firme contra ele. — Hoje você vai ser minha, seu pedaço de gostosa, e é melhor não fazer nenhuma besteira.
O professor aproximou a boca nojenta dos lábios doces e vermelhos da colegial. Ela tentava desviar, mas o velhote, igual tinha feito com a Cláudia, apertou o rosto dela com uma das mãos enormes e começou a beijar ela na boca. Depois de uns segundos babados de beijo forçado, disse:
— Por que a gente não começa a tirar a roupa, minha vida? Será que você não quer fazer isso comigo também? — Agarrou ela pelo pescoço e pegou o vestido dela com a outra mão pra começar a puxar pra baixo. A primeira coisa que fez foi baixar as duas alças do... ombros, liberando aquelas preciosas tetinhas de adolescente que tanta admiração causavam aos olhos dos homens. O que o velho Túlio via era espetacular. Conseguiu ir abaixando devagar, via sua pele apetitosa nua e pensava que estava num sonho. Continuou descendo o vestido, já chegava na altura dos quadris, e num último esforço terminou de tirar tudo de um puxão só. O que viu quase fez ele perder a razão: Lupe estava sem roupa íntima. O velhote ainda não acreditava.
— Você é pior que uma puta vulgar de rua, mamacita!!! Quem diria que você gostava de andar com a pussy pelada, kkk!!! — O obeso professor de ensino médio não se cansava de olhar para ela com luxúria. Aquele corpo feminino curvilíneo parecia feito pelas mãos do melhor escultor da época do Renascimento. As formas e curvas que se destacavam na cintura e nos quadris eram hipnotizantes. O velho engolia litros de saliva, estava realmente chocado. — Você tá realmente gostosa pra caralho, meu amorrr — dizia ele, percorrendo com seus olhos de tarado todas as infernais curvas de carne jovem que estavam a centímetros do seu olhar reptiliano.
Lupe sabia o que o velhote queria. Com os olhinhos cheios de lágrimas, implorou:
— Professor… eu peço pelo amor de Deus, não me estupra, snifff… se o senhor quiser, eu chupo até o senhor se cansar, mas não faz isso comigo, snifff…
— Claro que você vai chupar, coisinha gostosa… mas também vamos foder, kkk. Hoje foi meu dia de sorte. Acabei de arrebentar o cu da puta que tá dormindo bêbada, e agora é sua vez… o que você acha, lindinha?
A pobre garota estava tão assustada e tão cansada que já nem conseguia se mexer. Sua respiração estava ofegante. O velhote aproveitou para apalpar ela à vontade, adorava massagear os peitos dela. A colegial tentou se soltar de novo, mas seu Túlio a deixou quase imobilizada. Não gostou que a jovem continuasse resistindo, e para acalmá-la e fazê-la entender que não tinha escapatória… Le acerto mais duas porradas na cara, —Plafff —plafff!!!, as palmadas ecoaram pela sala, e depois ele quase gritou na cara vermelha dela:
—Parece que você não entendeu, puta… não tenta fazer nenhuma das suas safadezas porque sou capaz de desfigurar sua cara na porrada… entendeu, gostosa fogosa?
Lupe, com o rosto em brasa de tanto tapa que tinha levado, só balançou a cabeça, a carinha já vermelha de tanto apanhar. Olhou como pôde para o quarto da Cláudia, na esperança de que ela viesse socorrê-la. Até pensou que talvez o mecânico da feira pudesse voltar e salvá-la das garras daquele professor maluco que já estava pronto pra estuprá-la. Chegou a cogitar ir morar de boa com o seu Pedro e fazer tudo o que ele tinha proposto, contanto que a livrasse da tortura sexual que parecia inevitável.
—O professor Túlio, convencido de que já tinha domado aquela potranca, largou ela jogada no sofá. Lupe já não tinha mais vontade de arrumar problema. Olhou pra ele com nojo profundo enquanto ele se despia na frente do olhar verde dela. O velho era muito gordo e feio, e ela ficou três vezes mais horrorizada quando viu o velho tirar da roupa um vidrinho e derramar na mesa de centro uma quantidade pequena de pó branco. Aí ela entendeu: o miserável estava se drogando. E viu ele mandar mais uma porção de droga, sem se importar que ela estivesse vendo tudo.
O velho Túlio continuava se drogando pra, segundo ele, se sentir ainda mais estimulado na hora de meter.
Lupita chorava deitada no sofá, soluçava bem baixinho, até que o professor, já ajoelhado ao lado do corpo nu dela, aproximou a cara de cunt da dela. A colegial sentiu ele respirar pesado quase no rosto dela. Sentiu um nojo profundo. Depois, sentiu quando ele enfiou a mão entre as coxas dela, pegando a bucetinha quase lisinha, e sussurrou no ouvido dela:
—Mas que bucetinha mais gostosa. o que temos aqui embaixo…e como você aperta ele!! Vou comer ele inteirinho! Vou devorar ele todinho!! Vou chupar você até eu me cansar!!!
—Dom Túlio…Snifff…não me machuque, por favor…snifff….sniffff!!
Lupita estava aterrorizada, nunca imaginou que o professor, além de ser safado e aproveitador, também era viciado em drogas. Ficou parada, imóvel de puro terror.
O velho a pegou pelo braço e a fez levantar,
—Já chega, putinha, agora vamos pra lua de mel no quarto de casal, hehehe…
Lupe começou a chorar e implorar de novo, enquanto praticamente a arrastavam nua para o quarto dos pais da Cláudia,
—Professor, pelo amor de Deus… não quero, sniffff… quero ir pra casa… me solta!
—Para de frescura, sua rabuda nojenta! Olha que a gente vai se divertir pra caralho, bem gostoso… já vai ver!!
Quando entraram no quarto, Lupita ficou olhando a cama apavorada. Seria ali que iam estuprar ela de novo. O velho a pegou por trás, agarrando os peitos dela, e encostou o pau meio duro nas nádegas duras e frias da garota assustada. O velho se colou nas costas dela, passando a língua atrás da orelha, enquanto a apalpava como um desesperado. Adorava passar as mãos nas curvas marcadas do quadril dela, depois subir de novo, descer dos peitos, passar pela cintura e chegar na bucetinha dela, enfeitada com poucos pelinhos pretos e brilhantes. Ele tateava, percorria tudo, passava de novo pelos quadris largos e bem formados. A figura bem desenhada dela quase o deixava louco de tesão.
—Por favor… professor Túlio, chega!! — pedia ela, quase desmaiando de medo.
O velho, querendo o melhor espetáculo da vida dele, acendeu a luz do quarto. Depois, pegou ela de novo pelos cabelos, obrigando-a a ficar de quatro. Lupe obedeceu, meio dolorida.
—Mexe essa bunda pra mim. Mamasotaaaa!!
—Quee?
—Que mexe essa bunda, putaaa!!!… quero ver como ela se mexe quando você engatinha de quatro pelo quarto inteiro, quero passar a mão nela enquanto você vai rastejando.
Lupe, toda assustada e nervosa, começou a mexer o corpo. Conforme avançava no engatinhar, dava vontade de agarrar ela e meter do jeito que tava, a imagem da menina inocente de quatro e pelada engatinhando era de enlouquecer, e ela fazia isso de um jeito delicioso, cada movimento pra frente e cada rebolado que dava com qualquer uma das coxas era uma maravilha só pra reis, parecia uma verdadeira mulher amazônica caçando a presa.
—Valha-me Deussss!! Mas que corpo é esse que você tem, piranhaaaa!!!, dizia o professor Túlio, enquanto acendia um cigarro pra curtir o espetáculo erótico que Lupita tava dando.
O velho continuava fumando o cigarro, observando tudo e apalpando ela enquanto a jovem amazona avançava no percurso. Depois de alguns minutos de passeio de quatro, a safadeza imunda e nojenta de passar a mão na carne continuava.
—Continua engatinhando, vagabunda, não sabe o tesão que você fica pelada e de quatro. Faz uns três anos que eu bato uma punheta na sua honra, gostosa, e essa noite finalmente vou te provar. A humilhada colegial só fechava os olhos, não queria ver a cara drogada e degenerada daquele professor horroroso.
Quando o mestre Túlio terminou o cigarro e se cansou de passar a mão nela, se ajoelhou do lado daquele corpo nu, poderoso e feminino, pra começar a lamber ela como se fosse um cachorro. Não sobrou nenhuma parte do corpo de Lupita que escapou das lambidas, e ele ficou nisso por uns bons minutos. Tinha horas que o velho parecia notar que a menina ficava com arrepios, e quando isso acontecia, a jovem fazia uns movimentos musculares estranhos, mas ele continuava na tarefa de lamber.
A inocente colegial só ficava parada e engolia saliva como podia, sabia que um homem sob efeito de drogas era capaz de fazer qualquer coisa com ela, só tremia, deixando que o velho a lambesse onde quisesse. Nessa altura, mesmo sem querer, o corpo dela já estava sendo atacado por arrepios gostosos, principalmente quando o velho passava a língua pelas bundona dela, e quanto mais perto ele passava do buraquinho traseiro, mais intensos e deliciosos os arrepios ficavam, mas ela não queria sentir aquilo, aquele velho miserável tinha embriagado a amiga dela para poder se aproveitar dela à vontade, e ainda por cima estava drogado, mas o corpo poderoso e gostoso dele não dava trégua para a pobrezinha da menina, os arrepios aos poucos iam se transformando em choques elétricos que percorriam ela toda.
Quando o professor degenerado parou de lamber ela, Lupe soube que já estava quase perdida, o velho ia meter nela, e ficou ainda mais claro quando ele finalmente falou:
— Agora você vai ser bem obediente, slutty yummy, e fazer tudo que eu pedir para não ter que te bater!
A colegial continuava tremendo de medo, engoliu saliva enquanto balançava a cabeça afirmativamente, se sentia totalmente desamparada naquela casa, ainda pensava que se pelo menos o dom Pedro estivesse lá para defendê-la, de repente caiu na real: por que pensava tanto no dom Pedro se aquele velho tarado também tinha estuprado e batido nela? Ela deveria pensar no Rodrigo, o namorado dela, era ele quem ela amava. Enquanto estava nessas divagações, a voz grave do professor a trouxe de volta à triste realidade:
— Slut, agora você vai subir na cama e abrir bem as pernas, quero ver seu corpo nu e aberto só para mim, você vai fazer isso, não é mesmo, coisinha yummy?
Lupita foi subindo devagar na cama, deitou de costas, fechou seus lindos olhos verdes e foi abrindo as pernas como o velho tinha pedido. Ele, por sua vez... Deitou-se, apoiando a cabeça no meio das coxas dela, com a única intenção de olhar pra buceta dela até se fartar. Acendeu outro cigarro pra curtir a vista. Tocava nela com delicadeza, os dedos grossos brincando com os poucos pelinhos da jovem estudante, acariciava a barriga dela, a pélvis, as coxas abertas, até que resolveu dar uma incrementada na coisa. Foi colocar o pau bem na cara da adolescente nervosa, enfiou a rola na frente dos olhos dela pra que ela visse as pulsações rápidas que ele tava dando.
A colegial percorria a barriga peluda do professor, foi descendo o olhar até o pau do seu Túlio, agora observava com calma. Embora já tivesse chupado ele uma vez, naquela ocasião não tinha reparado em certos detalhes que agora via claramente. O pau parecia extremamente grosso, dava a impressão de ser esponjoso, pensou consigo mesma. A cabeça era azulada e ela não sabia por que olhava com tanta atenção o formato dela, e os fios fininhos de líquido que saíam da ponta e caíam nos peitos dela. Instintivamente, passou a língua no lábio superior, depois mordeu o lábio inferior. A respiração e a pressão sanguínea dela aceleravam cada vez mais. O velhote, totalmente alheio ao que tava rolando com a Lupe, via bestificado da posição dele as lindas pernas abertas da jovem ninfa, onde também dava pra ver a racha de carne gostosa que se formava no meio delas. Grandes quantidades de baba caíam sobre a cabeleira preta da garota, mas nenhum dos dois percebia isso, já que ambos estavam concentrados no que faziam.
O velho tarado saiu daquela abstração paradisíaca em que estava e, de repente, agarrou ela pelos cabelos e a forçou a ficar de joelhos… ver ela nua e submissa ajoelhada na frente dele o deixou louco de tesão. — Chupa minhas bolas — ordenou ele.
— O quê…?
— Chupa meus testículos, sua puta!!… não entendeu? — junto com isso, levantou o punho como se fosse bater nela de novo.
Lupe, muito assustada, começou a lamber os testículos desesperadamente, não porque quisesse, mas porque não queria que o velho deixasse marcas no rosto dela. As lambidas soavam molhadas, a colegial passava a língua alternando entre um testículo e outro, inconscientemente pegou a pica dele e levantou para poder lamber por baixo das bolas peludas do velho, que estava no sétimo céu.
Depois de alguns minutos, o professor, sem aviso nenhum, agarrou a pica dele e enfiou de uma vez na boca dela, empurrou com força até a faringe da garota, que quase vomitou. O membro dele fedorento pra caralho, a pobre nem lembrava que ele mesmo tinha dito que tinha metido no cu da Clau. Nem preciso dizer que o velho nem tinha se lavado depois do sexo anal e vaginal que tinha feito com a loira. E não era que a Claudia não se cuidava, longe disso, a parada é que o velho com cara de buceta era porco, fedorento e imundo por natureza. A pobre estudante não teve escolha a não ser continuar chupando pica por vários minutos, enquanto o velho segurava a cabeça dela, empurrando pra frente e pra trás, obrigando ela a seguir o ritmo que ele achava necessário pra se satisfazer.
Assim que o velho se saciou do gostoso que a boca da Lupita fazia ele sentir, a forçou a ficar de quatro de novo, com a bunda apontada pra ele.
A jovem fechou os olhos como se estivesse implorando, sentiu ele tentando separar as nádegas duras e firmes dela, enquanto se ajeitava. O pau dele na entrada anal da menininha assustada, até que ela sentiu ele começando a empurrar pra dentro, tavam enfiando no cu dela. CONTINUA…
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