Mamãe voltou a obedecer. Até aquele momento, os negros me davam nojo, enquanto eu considerava minha mãe uma pobre vítima. Mas desde o instante em que vi minha mãe ofegando com aquele garoto três anos mais novo que seu filho em cima dela, quando vi como ela o apertou entre as pernas e o beijou por vontade própria, e como depois masturbou o pai dele olhando nos olhos dele como uma puta, eu senti nojo dela também.
"Quero que faça um bom espanhol com esses peitões que você tem, senhora."
Mamãe agarrou os peitos e começou a esfregar o pau daquele negão entre eles. Mamãe tinha os peitos grandes, mas o pau daquele cara aparecia pela ponta entre os peitos dela, e ele aproveitou para rir de mim de novo.
"Vem cá, garoto, e olha como eu bato com a ponta do pau no queixo da sua mãe, haha. Vou tirar umas fotos com seu celular, porque quero essa imagem como plano de fundo do computador. Senhora, segure meu pau entre seus peitos e coloque a língua na ponta dele, olhando para a câmera enquanto eu tiro umas fotos. Estou adorando, senhora. Diga para seu garoto o que estou fazendo com você."
"Este homem está fodendo meus peitos" foram as palavras que saíram da boca da minha mãe, dirigidas a mim.
"Isso mesmo, senhora, estou fodendo seus peitos e estou adorando, haha!"
"Agora engula um pouco dessa carne em barra, senhora. Enquanto a via chupando meu garoto, não conseguia parar de lembrar da outra vez, quando sua boquinha engolia meu pau pouquinho a pouquinho."
Mamãe ainda estava de costas para mim, mas pude ver como ela se recostou no púbis do negro e começou a chupá-lo como havia feito com o filho dele. Em um certo momento, pude ver mamãe segurando o pau do negro com a mão, apoiando-o contra a barriga enquanto chupava suas bolas. Com certeza, minha mãe já não mostrava os impedimentos que havia mostrado na primeira vez que aquele porco nos atacou. E, para minha desgraça, depois de testemunhar o que aconteceu com o filho dele, comecei a duvidar se... minha mãe obedecia por medo de ver o vídeo dela na internet, ou aquele desgraçado tinha razão e tinham despertado algo nela.
Pude ver como o negro agarrou o cabelo da mamãe e manuseava sua cabeça à vontade, fazendo com que o boquete seguisse o ritmo que ele marcava com sua mãozona sobre a cabeça dela.
O negro agarrou seu pau e bateu nas bochechas da minha mãe com ele, ao mesmo tempo que me dizia:
"Já fodi os peitos dela, já fodi a boca dela, acho que você sabe o que vem agora, né, moleque?"
Eu não respondi, então o negro perguntou à minha mãe:
"Seu filho tá meio lento hoje, senhora. Vai, diga pra ele o que vem agora."
"Foder minha buceta", respondeu mamãe.
"Muito bem, senhora, você tá bem atenta. Agora sobe aqui, senhora, que você vai ver as estrelas", disse o negro à minha mãe enquanto agarrava seu pau duro com a mão direita e balançava ele na frente do rosto dela.
Mamãe obedeceu como uma puta submissa sem reclamar de nada. Levantou do chão, virou de costas para ele, abrindo as pernas o máximo que pôde, agarrou a ponta do membro dele com os dedos e guiou até seu grelinho. Primeiro passou de cima a baixo pelos lábios vaginais, e me pareceu que o corpo da mamãe estremeceu. De uma vez, sentou naquele negro, sentindo o pau dele entrando centímetro a centímetro dentro dela. Dessa vez o negro não empurrou, deixou que fosse minha mãe quem, sozinha, fosse enfiando aquele pistão dentro dela até o mais profundo de suas entranhas.
"Ahhhhh", gemeu minha mãe ao chegar lá embaixo e sentir como aquele mastro tinha desaparecido completamente dentro dela. Sem que ninguém dissesse nada, começou a cavalgar sobre o membro do negro, vendo-o desaparecer dentro da boceta da mamãe. Parecia incrível que aquilo entrasse com tanta facilidade, mas mesmo eu tentando me convencer de que minha mãe fazia tudo aquilo só por medo de ver o vídeo dela na rede, cada vez havia mais provas do contrário. E aquele pau não entraria... com minha mãe com aquela facilidade se ela não estivesse molhada.
O negro agarrava os peitos da minha mãe por trás e os apertava com força enquanto era ela mesma que subia e descia sem ajuda, ao mesmo tempo que o negro gritava
"TOMA, TOMA, TOMA PIIIIIIICA"
O filho do negro havia começado a se masturbar na frente da minha mãe enquanto seu pai continuava a comê-la, e aproveitava para acariciar o corpo nu da minha mãe, algo contra o que ela não protestava de forma alguma.
"Come ela direito, pai, que ela tá precisada, haha"
Incentivado pelo filho, o negro agarrou minha mãe pelos quadris e agora ela subia e descia com mais força, enfiando até o fundo aquela pica, a ponto de minha mãe deveria sentir as bolas inchadas daquele cara contra suas nádegas quando ela descia sobre a pica dele.
"Olha, garoto, olha como minha pica entra toda na buceta da sua mãe, ela não deixa nada pra fora, que buceta gulosa que sua mãe tem"
O negro levantou minha mãe, libertando-a de sua pica, e deitou no tapete, fazendo com que minha mãe ficasse de frente para mim.
"Vamos, senhora, não demore e continue cavalgando, é que eu tô meio velho e prefiro ficar deitado"
O negro, com uma mão, direcionou a cabeça do pau para a entrada da minha mãe, que se posicionou de cavalinho sobre ele, enfiando a ponta do membro em sua buceta enquanto voltava a inserir aquela pica pouco a pouco até ficar sentada novamente sobre ela. Aquele negro devia sentir como os lábios vaginais da minha mãe iam descendo lentamente e como a buceta da mamãe ia apertando sua pica. Quando ela estava completamente dentro dela, o negro agarrou as nádegas da mamãe e começou a movê-la, fazendo-a cavalgar em cima dele. Mamãe começou a gemer novamente enquanto o filho do negro se divertia tirando fotos da minha mãe cavalgando na pica do pai.
Minha mãe subia e descia cada vez com mais força e mais rápido, e seus peitos se moviam no ritmo das investidas do negro, que havia movido suas mãos até agarrar minha mãe pela cintura, os gemidos da mamãe começavam a ser difíceis de disfarçar, o que o garoto aproveitou para nos humilhar de novo.
"Você gosta do pau do meu pai, né, senhora?"
Mamãe me deixou desconcertada de novo ao responder quase na hora:
"Sim, gosto muito do pau do seu pai."
"Então continua cavalgando, senhora, continua até ordenhar meu pai como você me ordenhou."
A força da foda era tanta que dava pra ver minha mãe começando a suar com o exercício físico que ela tava fazendo, subindo e descendo na velocidade da luz no pau daquele filho da puta, quando, num instante, tudo acabou. O negro ficou parado, apertando os peitos da minha mãe enquanto gritava:
"AÍÍÍIII TÁÁÁÁ SUA LECHEEE RECÉM-ORDENHADA, SENHORA, E TODA PRA VOCÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!"
Como o filho dele tinha feito só 15 minutos antes, aquele bastardo tinha gozado dentro da minha mãe. Ela nem reclamou, e o negro não deixou ela se levantar, fazendo ela ficar sentada nele com o pau enfiado na buceta até ele terminar de gozar e o pau começar a amolecer.
"Anima essa cara, moleque, que talvez meu pai ou eu te demos um irmãozinho moreno, hehe" aquele pirralho me disse.
"É provável, moleque, porque a gente meteu muita porra na sua mãe. Olha, olha como tá escorrendo porque não cabe mais no depósito, hehe."
Era verdade: quando minha mãe se levantou, deu pra ver fios de porra descendo pelas pernas dela, da buceta até os joelhos.
"Deita no tapete, senhora, que a gente vai brincar um jogo. Seu garoto, traz a calcinha da sua mãe pra tampar os olhos dela enquanto eu me recupero."
Dessa vez eu obedeci também, sabendo que não adiantaria nada me recusar.
"Mas vocês já não tiveram o suficiente? O que mais querem de mim?" minha mãe disse.
"Você já sabe, senhora, que eu gosto de aproveitar o tempo. E como da outra vez, ainda falta muito tempo pro corno do seu marido voltar, então ainda tem diversão pela frente, mas não se... Se apresse, porque quando seu marido voltar, não vai encontrá-la com nossos paus nos seus buracos. Já teremos ido embora, a menos que queira que a gente fique para ensinar seu esposo a comê-la como deve ser. Além disso, não finja que não está gozando que nem uma porca."
"Como você se atreve, seu filho da puta", respondeu minha mãe, embora dessa vez tenha falado bem baixinho, quase como se não sentisse o que dizia.
Mamãe se limitou a deitar no tapete de costas, enquanto eu, a pedido do filho, me encarreguei de cobrir os olhos dela com a calcinha.
"Olha só, senhora, vamos comer sua boca e sua buceta, e quero que adivinhe de quem é cada pica, pra depois não dizer que não se diverte com a gente e ver que somos originais."
"Ei, moleque, você está muito quieto, não fala mais nada?", me disse o filho do negro.
"Vai se foder, seu preto do caralho", respondi.
"Hahaha, que pirralho, ainda não aprendeu a lição. Pois agora, por esperto, quero que você peça pra gente enfiar nossos paus na sua mãe pela boca e pela buceta."
Eu não disse nada, e dessa vez o cara se aproximou de mim e colocou o pau perto da minha cara.
"Fala, ou eu como sua boca, seu viadinho."
"Tá bom, tá bom, enfiem os paus na boca e na buceta da minha mãe."
"Hahaha, não foi preciso muito pra te convencer, vejo que cuida da sua mãe, é um valente, hahaha. Viu, senhora, seu filho aguenta muito bem a tortura, haha. Mas peça direito, por favor, moleque."
"Comam a boca e a buceta da minha mãe, por favor."
"Muito bem, você está aprendendo, garoto."
Eu tinha me comportado como um verdadeiro covarde, e minha mãe não tinha dito uma única palavra. Primeiro foi o rapaz que se posicionou sobre a cabeça da minha mãe, que permanecia de boca aberta. O negro foi descendo como se fosse fazer uma flexão e enfiou o pau na boca dela aos poucos, até que ela praticamente começou a ter ânsia e ele teve que subir um pouco. Deixou que, nessa posição, minha mãe começasse a chupar aquele pau como se estivesse saboreando, até que o rapaz tirou o pau de a boca e deu lugar ao seu pai, que realizou a mesma operação que o filho, mantendo pouco menos da metade do membro na boca da minha mãe enquanto ela percorria o pedaço de carne com a língua. Depois, o negro começou a fazer flexões enquanto seu pau entrava e saía da boca da mamãe.
"Olha, garoto, pra você ver que eu tô em forma."
Em seguida, o pai se posicionou na altura da buceta da minha mãe, e ela, ao notar a presença do homem, abriu as pernas instintivamente, permitindo que aquele pau atravessasse sua buceta e desse várias investidas.
Depois, o filho ocupou o lugar do pai na buceta da mamãe. Seu pau negro saía e entrava bem lubrificado das entranhas da minha mãe. Os quadris do negro se moviam, dando embestidas selvagens, até que ele saiu de dentro dela. Tiraram a calcinha dos olhos dela e a fizeram ficar de pé ao lado deles.
"E então, de quem foi o primeiro pau que entrou na sua boca?"
"Do seu filho", respondeu minha mãe imediatamente.
"E de quem foi o primeiro pau que entrou na sua buceta?"
"O seu", respondeu minha mãe em seguida.
"Caralho, a senhora tirou 10, hein? Como buceta você soube?"
"Porque seu filho é depilado e você não. Os pelos das suas bolas roçavam no meu queixo quando você enfiava na minha boca. E quanto à buceta, seu filho é maior e mete com muito mais energia."
Eu não conseguia acreditar na forma como minha mãe respondeu. Parecia um desafio para aquele cara, que aceitou na hora.
"Ah é? Então ele tem mais energia que eu e é maior? Vamos ver se você continua pensando isso depois que eu te der no cu. Eu ia deixar meu filho ser o primeiro por ser aniversário dele, mas já que você me desafiou, vai ver o que é bom."
Mamãe, ao saber que aquele cara planejava comê-la pelo cu de novo e que ia deixar o filho fazer o mesmo, tentou falar, mas eu, que a observava fixamente, pude ver como ela reconsiderou. Assim que abriu a boca, fechou de novo sem dizer uma palavra.
"Garoto, Fui até a cozinha pegar algo para preparar o cu da mamãe.
"Não precisa, tenho óleo corporal no banheiro, acho que serve", disse minha mãe.
"Hahaha, como assim? Nossa senhora, depila a buceta, compra óleo corporal, será que estava esperando nossa visita?"
Mamãe não respondeu e foi ela mesma, a pedido do negro, que foi buscar o óleo corporal no banheiro. Nem esperou que dissessem nada, ficou de quatro no tapete e esperou.
"Já vejo que sabe o que tem que fazer, senhora. Com você a lição da outra vez ficou bem clara."
O negro despejou um bom jato de óleo corporal no ânus da mamãe e depois enfiou um dedo no seu cu, depois dois e depois três, que deixou por alguns segundos dentro dela. O filho pegou uma cadeira e sentou-se ao meu lado com o celular nas mãos.
"Não se importa que eu sente com você para ver o espetáculo, né? Acho que o filme de hoje se chama 'Enrabar a putinha', hehe."
Em seguida, o pai colocou a glande entre as nádegas da mamãe e começou a forçar a entrada suavemente, até que a cabeça de seu membro enorme entrou por completo. Mamãe soltava pequenos gritinhos. A dor devia ser aguda, mas aos poucos seu esfíncter foi relaxando. Ele continuou metendo só a ponta enquanto a segurava pelos quadris.
Eu continuei imóvel, sentado ao lado do filho do homem que ia arrombar o cu da minha mãe de novo na nossa própria casa, enquanto ele continuava apertando para que, centímetro a centímetro, fosse entrando.
"Senhora, agora diga ao seu filho o que ele está prestes a ver com os próprios olhos."
Mamãe não respondeu, então o negro deu um tapa na sua bunda e ela respondeu:
"Você vai ver como esse negro vai arrombar o cu da sua mãe pela segunda vez."
O negro disse a ela:
"Muito bem, senhora. Agora se prepare, porque vou enfiar tudo nesse cu lindo."
Ele agarrou seu cabelo com força, puxou para si e, de uma vez, enfiou todo seu pau na sua bunda. Mamãe gritou alto quando seu cu Fico completamente colado contra o púbis do negro.
"O que me diz agora, senhora? Tá sentindo os pelos das minhas bolas na sua bunda? Porque meus ovos são a única coisa que ainda não enfiei no seu cu, haha"
O negro começou a comer o cu da minha mãe, não parava de bombear enquanto puxava o cabelo dela. Depois de um instante parado, começou a enfiar com fúria, tirando quase toda a pica para depois enfiar ela inteira no cu dela numa velocidade de doido.
O filho dele, enquanto isso, tinha voltado a se masturbar com uma mão enquanto com a outra tirava fotos com o celular.
"Se bate uma punheta se quiser, moleque, vendo meu pai foder a bunda da sua mamãe, hehe"
O pauzão do negro entrava cada vez mais fácil no cu da minha mãe, que gritava como uma porca.
"Peça mais pro meu pai, senhora, peça mais"
Mamãe não dizia nada, então o negro deu outro tapa nela e minha mãe, que continuava gritando com as investidas do negro, começou a pedir mais e mais alto.
As tetas da minha mãe balançavam com muita força com as investidas do negro, que puxava o cabelo dela com tanta raiva que a obrigava a recuar até bater na sua pelve, fazendo a penetração mais profunda e violenta. Com a mão que estava livre, ele dava palmadas nas suas sofridas cadeiras.
"Vou te partir em dois, quero te ouvir gritar de prazer. Não queria uma foda com energia? Pois tome energia, pra ver que tenho tanto ímpeto quanto meu garoto, haha"
Suas investidas eram cada vez mais brutais e os gemidos da minha mãe mais audíveis.
"Diga que gosta, senhora, diga pra mim"
"Eu gosto, gosto que me coma o cu"
Mais uma vez, eu tinha dúvidas sobre as palavras da minha mãe, se eram forçadas ou de prazer. Cada vez tinha mais dúvidas sérias sobre o que pensar dela.
"Agora quero ver sua cara enquanto fodo seu cu", disse o negro, que a fez deitar de costas no tapete e, pegando-a pelas pernas, a posicionou na frente do seu membro.
Aberta e com as... pernas dobradas, o pau do negro voltava a entrar e sair do cu da minha mãe, aproveitando essa posição o filho do negro se aproximou da minha mãe e começou a apertar seus mamilos enquanto colocava seu pau ereto sobre o rosto da mamãe cobrindo quase tudo, agora os gemidos da mamãe ficavam abafados ao ter as bolas do moleque sobre sua boca.
Nessa posição o negro começou a ir mais devagar, tirava seu pau da bunda da minha mãe e me encarando fixamente nos olhos foi se inclinando para frente para enterrá-lo de novo dentro do cu da mamãe enquanto me dedicava um sorriso.
"Vamos pai, enche o cu dela de porra"
"Nada disso, se eu gozar de novo não vou estar pronto para o final da festa, a senhora tem parte de razão e não tenho tanta energia como antes mas acho que ficou claro que ainda tenho energia para comê-la como merece, agora é sua vez filho".
"Já chega filhos da puta" gritei para eles
"Tá bom, pai segura o moleque e põe ele de quatro que vou enfiar no cu dele"
O pai se aproximou e eu gritei
"O que é isso, me solta, não se aproxima"
"O que prefere, pirralho, que meu filho te dê no cu ou que dê no cu da sua mãe?"
Não respondi então o negro deu mais uns passos na minha direção
"Tá bom, tá bom, que dê no cu da minha mãe"
"Hahaha, então fala pro meu garoto"
"Dá no cu da minha mãe"
"Tá feito moleque, se quer que eu enfie na sua mãe pelo cu eu te faço o favor, haha, vemos que não hesitou na sua decisão igual antes, vamos senhora, fique de quatro que já ouviu como seu filho quer que eu dê no seu cu"
Mamãe ainda ofegante pela enrabada que levou antes se colocou novamente de quatro e me lançou um olhar de ódio puro.
"Caralho pai, você deixou a bunda dela toda aberta"
"Melhor, assim não precisa passar óleo"
"Me passa o celular pra tirar umas fotinhas desse buraco negro, hehe"
Depois devolveu o celular pro pai que se sentou no mesmo lugar que seu filho havia ocupado ao meu lado enquanto era ele quem comia minha mãe.
Com cuidado, o garoto posicionou seu pau na entrada do cu da minha mãe e, como o pai havia feito, foi pressionando a glande até que ela desapareceu no ânus da minha mãe, arrancando um novo suspiro dela enquanto ele avançava pelo túnel com seu pau como se fosse uma perfuradora. A cada suspiro da minha mãe, o garoto dava um tapa na sua bunda.
Ele agarrou os quadris da mamãe e começou a investir com mais força a cada vez, até que seu pau entrou até o fundo da minha mãe.
"Caralho, os peitos da sua mãe parecem ter vida própria, olha como voam de um lado pro outro", me disse o pai.
De fato, os peitos da mamãe se mexiam sem parar cada vez que o pau do garoto entrava no seu cu.
O rapaz tirou o pau do cu da mamãe e deixou apontando pra ela, mas sem enfiar.
"Agora você sozinha, senhora, enfie meu pau na sua bunda na frente do seu filho."
Minha mãe obedeceu e foi recuando cuidadosamente, permitindo a entrada daquele pau. Ela foi se jogando pra trás com os olhos fechados e mordiscando os lábios, até que sem perceber chegou ao fundo. Mesmo assim, ela continuou recuando.
"Calma, senhora, já bateu no fundo, não cabe mais, haha. A não ser que você queira que eu enfie as bolas também no seu cu. Já que vejo que tá com vontade de mais, vou te dar com força. Mas antes, diga pro seu filho se ele tá satisfeito. Afinal, tô fazendo o que ele me pediu."
Minha mãe abriu os olhos e, me encarando fixamente, disse:
"Você tá satisfeito? Esse garoto tá me comendo pelo cu como você pediu."
"Muito bem, senhora. Agora me peça pra arrombar seu cu."
Mamãe ficou em silêncio, então o negro começou a dar tapas nela um atrás do outro, deixando a bunda da mamãe vermelha até que ela não aguentou mais e gritou:
"ARROMBA MEU CU, ARROMBA MEU CU!"
"Seus desejos são ordens, senhora."
O negro começou a violentar com paixão a bunda da minha mãe, que tinha... o rosto desfigurado pela dor, mamãe gritava com força e o rapaz não parava de enfiá-la pelo cu sem parar nem por um momento.
"Senhora, diga pro meu filho que ele é um garanhão e que você quer que ele monte em você como na sua sexy girl"
"Meu garanhão, monta em mim, monta em mim, sou sua sexy girl" respondeu minha mãe enquanto o garoto não parava de meter no seu cu.
"Filho, nunca pude te dar um pônei, mas agora que você é adulto, eu te dei uma sexy girl selvagem que você tem que domar"
O rapaz agarrou dessa vez o cabelo da minha mãe como o pai dele tinha feito e mergulhou na enrabada mais brutal que eu jamais poderia imaginar. Os dois estavam suando que nem porcos e minha mãe não parava de gritar enquanto o garoto dizia pra ela:
"Vou te domar, éguinha, vou te domar de uma vez por todas"
O pai dele começou a tirar fotos do filho e da minha mãe.
"Muito bem, assim mesmo, monta no seu cavalinho, haha, essas fotos da enrabada na sua mãe são dignas da Penthouse, garoto. Acho que é hora de mais um pouco de música, essa enrabada precisa de ritmo."
O negro voltou a ligar o aparelho de som e selecionou outra música do disco que tinha colocado. A música dizia:
"Dale, vaqueira, que chegou seu peão
Por minha causa se formou a bagunça
E se a tribo quiser te dar wateque
(Tira e mete!)
Dale, vaqueira, que chegou seu peão
Por minha causa se formou a bagunça
E se a tribo quiser te dar wateque
(Tira e mete!)
Amarre as botas, vaqueira
E traga sua carteira
Que essa noite não largo o peão"
Depois baixou o volume e disse:
"Bom, senhora, sua parte você já deve ter imaginado qual é, né? Agora cante com meu filho como antes."
"Dale, vaqueira, que chegou seu peão
Por minha causa se formou a bagunça
E se a tribo quiser te dar wateque"
Cantava o rapaz enquanto soltava o cabelo da minha mãe e se jogou pra frente, cobrindo com seu corpo o dela. Ela era bem menor que ele e ficou quase coberta pelo garoto enquanto ela continuava com sua parte da canção.
"Saca y mete, saca y mete" continuava mamãe
O rapaz se segurava agarrando os peitos da minha mãe e esperava a parte em que ela cantava para se mover dentro dela, puxando e enfiando no seu cu como ela dizia.
"Amarrate las botas, vaquera
Y tráete tu cartera
Que esta noche no suelto el jinete"
O pai dançava de forma ridícula com seu pau mole balançando enquanto ele se mexia como um idiota sem parar de tirar fotos
"Meu garotão está cobrindo sua mãe como um cachorro cobrindo uma puta"
"Saca y mete, saca y mete" continuava minha mãe com sua parte da música
A cara da minha mãe era um poema diante das investidas daquele rapaz, seu pai me deu o celular e se aproximou de onde seu filho estava comendo minha mãe, mamãe gritava no ritmo dos estalos em suas nádegas e o rapaz gozava como um louco enrabando minha mãe na minha frente, seu pai se ajoelhou diante de mamãe, agarrou seu cabelo e levantou sua cabeça, com a outra mão pegou seu pau e o direcionou à boca da minha mãe que abriu sua boca e deixou aquele pau atravessar seus lábios.
O pai agarrou a cabeça da minha mãe com ambas as mãos para se certificar de que ela mantinha seu pau dentro da boca, logo percebeu que não era necessário pois viu que ao soltar sua cabeça minha mãe continuava chupando aquele pau enquanto outro pau entrava em seu cu, o pai tocava os mamilos da minha mãe graças à sua posição, além disso seu pau não podia abandonar a boca da minha mãe graças ao seu filho já que quando seu filho investia no cu da minha mãe fazia com que ela rebatesse em sua direção e enfiasse o pau até o fundo de sua garganta, em algumas investidas minha mãe ia tão para frente que se engasgava com o pau ao sentir seu queixo praticamente roçar nos ovos daquele porco e como a ponta de seu pau passava por sua campainha.
A imagem era dantesca, minha mãe de quatro sobre o tapete no meio da sala com os paus de pai e filho a atravessando uma e outra vez pela boca e pelo cu, 2 negros sujos estuprando minha mãe na minha frente.
"Garoto, como a gente tá ocupado, você tem que tirar as fotos da gente com sua mãe, vamos levanta e tira as fotos e nos diz o que tá vendo na tela do celular"
"Que porra vocês querem que eu diga, filhos da puta"
"Vai tomar no cu, moleque, faz uma boa cobertura fotográfica e comenta a jogada com capricho ou você vai se cagar todo"
Me levantei da cadeira e comecei a tirar fotos enquanto ia dizendo o que estava fotografando
"O pau do seu filho entrando e saindo do cu da minha mãe, os peitos da mamãe nas suas mãos, puxando os mamilos, seu pau dentro da boca da minha mãe, é isso que você quer não, seu cabrão?"
"Exatamente, garoto, assim mesmo e você, senhora, quero que continue incentivando meu filho como antes"
Mamãe tentou tirar o pau da boca pra dizer algo, mas o homem não deixou
"Sem falar, senhora, seja original"
Mamãe entendeu e esticou uma mão pra trás, até tocar na coxa do rapaz, que começou a dar tapas como se estivesse esporeando um cavalo pra trotar mais rápido. O rapaz obedeceu e continuou perfurando o cu da mamãe com força.
"Agora, filho, levanta ela e fode aquele bucetão branco mais uma vez"
O pai tirou o pau da boca da minha mãe e o filho tirou do cu, agarrou minha mãe nos braços e a levantou no ar com sua força. Minha própria mãe, da posição nos braços do rapaz, agarrou o pau e guiou até sua buceta. Pouco a pouco, o garoto foi abaixando os braços, fazendo o corpo da minha mãe descer também.
O pai tirou a câmera de mim e disse:
"Vou te ensinar a narrar um jogo e lembre-se: num jogo, o mais importante sempre é saber onde estão as bolas, haha"
Começou a tirar fotos enquanto ia me contando o que fotografava, como tinha me ordenado fazer antes.
"Sua mãe tá fechando os olhos e apertando os dentes, o pau do meu filho tá entrando de novo na bucetinha da sua mãe centímetro por centímetro... centímetro, meu filho dá uma socada de quadril e enfia a espada dele na buceta da sua mãe como uma faca quente entra num pote de manteiga, sua mãe goza como uma puta, mas você já ouviu o grito, né? O pau todo do meu filho está preso na buceta da sua mamãe, meu filho roda sua mãe em círculos sem tirar o pau da buceta.
"Que grande, porra!"
"Bom, isso foi sua mãe quem disse, caso você não tenha sacado, garoto, ela está se referindo ao tamanho do pau que ela tem na buceta."
"O cuzinho dela, por outro lado, é apertadinho, senhora, delicioso."
"Agora é meu filho que está elogiando a bocetinha da sua mãe enquanto continua segurando ela pelos quadris e agora enfia a cabeça entre os peitos da sua mãe, está enchendo eles de babas, está chupando os peitos da sua mãe como você fazia quando era bebê, hehe, meu filho está comendo sua mãe com força enquanto sua mãe cavalga como uma verdadeira amazona no pau do meu filho, sua mãe adora enfiar o mastro até o fundo, está pingando suor e o cabelo comprido da sua mãe gruda nos peitos dela, meu filho parou a foda com o pau lá no fundo da sua mãe, aproveitando a buceta quente e molhada dela."
"Tá vendo? É assim que você tem que fazer, boceta" ele me disse enquanto me devolvia o celular e posicionava o filho dele com minha mãe em cima dele no centro da sala.
"Agora continua e não perde detalhe nenhum, garoto."
O negro se apertou contra minha mãe e o filho dele, mamãe estava praticamente cara a cara com o garoto, com a buceta dela cheia do pau daquele menino, o pai começou a esfregar o pau dele por baixo da minha mãe e ela virou a cabeça.
"Não, por favor, isso…"
Ela não conseguiu terminar a frase porque o pai virou a cabeça da minha mãe e o filho aproveitou para enfiar a língua na minha mãe até a garganta.
"Bom, garoto, acho que sua mãe está pronta para a porção dupla de salsichas, lá vaiii."
O negro se inclinou para frente num movimento estranho e colocou as mãos nos ombros da minha mãe, minha mãe… fiquei entre aqueles dois negros como se fosse uma fatia de presunto num sanduíche, o negro passou as mãos até as nádegas da minha mãe enquanto o filho mantinha as dele nos quadris dela e começou um movimento lento.
"E aí, moleque, não aprendeu a narrar ou que porra? Deita no chão pra ver melhor porque acho que você não entendeu o que tá rolando, vai logo, caralho!"
Deitei no chão mas não abri a boca até minha mãe gritar comigo:
"FAZ ISSO, OBEDECE, CONTA PRA GENTE O QUE TÁ ACONTECENDO!"
Levantei a câmera pra cima, bem debaixo da minha mãe, e o que vi me assustou tanto que fiquei mudo.
"Seu filho é burro ou o que, senhora?"
"CONTA O QUE VOCÊ TÁ VENDO" minha mãe gritou de novo.
"Eles tão te comendo ao mesmo tempo, tão metendo no seu cu e na sua buceta juntos."
"As bolas, moleque, o que eu falei das bolas, lembra?"
Minha mãe respondeu: "Que o importante é prestar atenção nas bolas."
"As bolas são a única coisa que ficou pra fora, as bolas deles dois tão quase se encostando porque enfiaram as picas no seu cu e na buceta até o fundo, não cabe mais nada, por isso só as bolas tão de fora."
"Muito bem, moleque, isso aí."
O rapaz desceu as mãos até as nádegas da minha mãe junto com as do pai, e os dois começaram a levantar e descer minha mãe ao mesmo tempo, de novo e de novo, cada vez mais rápido e com mais força.
"Vamos, filho, vamos no ritmo juntos, pica dentro, pica fora, pica dentro, pica fora."
Do chão eu via como eles tinham sincronizado graças às palavras do pai, e cada vez que ele dizia "Pica dentro", as picas daqueles dois animais entravam até o fundo das entranhas da mamãe, até que as bolas do pai e do filho batiam uma na outra, e no grito de "Pica fora", os dois buracos íntimos da minha mãe eram desentupidos ao mesmo tempo.
"Porra, porra, chega, eu vou gozar," disse minha mãe.
Mamãe não conseguiu evitar um orgasmo barulhento que Encho todo o salão ao sentir como aqueles 2 paus enormes estavam dentro dela separados apenas por uma fina membrana de pele.
"Garoto, sua mãe tem mais recheio por dentro que o peru de ação de graças, hahaha"
"Bem pai, vamos terminar que está ficando tarde e não é plano que o marido dessa senhora volte e nos veja aqui na casa dele com os paus dentro da sua esposa"
"Tem razão filho, você sempre pensando nos outros"
Baixaram a mãe que ficou exausta de joelhos no chão.
"Você continua fazendo fotos, menino"
"Por falar nisso garoto, vamos deixar você escolher de novo, onde quer que a gente goze? Na sua cara ou na da mãe?"
Eu estava meio levantado no chão depois de ter ficado deitado fazendo fotos da dupla penetração que fizeram na minha mãe aqueles bastardos quando me perguntaram aquilo, não respondo então eles viraram para mim enquanto continuavam se masturbando e outra vez conseguiram o que queriam.
"Na minha mãe, gozem na cara da minha mãe filhos da puta"
"Muito bem garoto, mas agora transmite sem falhas ou te damos de porrada antes de ir embora"
"Não se preocupem que com o valente que ele é, certeza que agora que vocês disseram que dão de porrada ele faz direito" disse minha mãe, aquelas palavras foram como uma facada para mim.
"Pai e filho, um de cada lado, estão se mexendo os paus na cara da minha mãe, seu filho segura o pau com a mão direita, aponta o pau para a boca da minha mãe enquanto continua mexendo ele com força, está soltando jatos de porra sobre a cara da minha mãe, está enchendo o queixo e os lábios dela de porra e agora mete o pau na boca da minha mãe enquanto termina de gozar"
"Muito bem garoto, agora vou eu, continua"
"Se vê como você mete o pau na boca da minha mãe e para de se masturbar dado que agora é ela que está te chupando, minha mãe está chupando seu pau e agora se joga para trás, parece que recebeu um jato de porra direto no céu da boca, você Você está gozando na boca da minha mãe"
"Pufffff, como sua mãe engoliu, cara, você fez muito bem, uma grande transmissão da nossa gozada na cara e boca da sua mãe, sua mamãe deixou nossos sacos vazios"
O filho segurando seu pau bate na minha mãe nos ombros e na cabeça enquanto dizia.
"Pelo poder que me foi concedido, eu a nomeio a Rainha das Engolidoras, haha"
"Algumas fotos para terminar, não importa mais algumas fotos, né senhora?"
"Não, como vocês querem?" disse minha mãe
Eles posicionaram como o garoto queria e me pediram para dizer novamente o que se via na tela do celular.
"Responda aos senhores" disse minha mãe
"PUTAAAAAA" gritei para minha mãe entre soluços, morto de nojo, raiva e ódio.
Diante do olhar atônito dos negros, minha mãe se levantou e me deu um forte tapa
"Se eu sou uma puta, você é filho de puta, estou farta de você e do seu pai, vocês são iguais, uns machistas, xenófobos e covardes, tudo isso é culpa sua, foi da primeira vez quando por sua soberba e arrogância esse homem me estuprou em casa e aqui mais uma vez você demonstrou sua covardia, primeiro queria ir embora de casa e me deixar aqui largada com eles, não enfrentou eles, pediu a esses dois que me comessem, que me dessem pelo cu e que gozassem na minha cara porque criei um maldito covarde como seu pai, um pau mole que durante 22 anos só me toca aos sábados e por 2 minutos porque é ejaculador precoce, esses dois são muito mais homens do que você e seu pai jamais serão, esses dois paus me mostraram como eu estava enganada, então você vai calar a boca e vai terminar de fazer o que mandam se não quiser que eu conte ao seu pai como você permitiu que 2 negros me estupassem em casa na sua frente e não fez nada para evitar"
"Já viu que sua mãe explicou tudo como deve ser, já era hora de deixarem as coisas claras para você, moleque covarde" me disse o garoto enquanto dava um tapinha no cu da minha mãe quando ela passava ao meu lado, agarrando o pau dela e o do pai dela, e voltava a se ajoelhar diante delas, agora sem que ninguém tivesse que dizer absolutamente nada.
Quando minha mãe terminou de vomitar tudo aquilo sobre mim e sobre meu pai, percebi que havia perdido minha mãe para sempre. Aquela mulher já não era minha mãe. Aqueles dois bastardos tinham despertado nela uma mulher completamente diferente, e por mais que doesse, eu via em seu olhar que ela era capaz de contar tudo ao meu pai e a quem fosse necessário para me humilhar e me fazer saber o quanto eu era covarde. Então não me restou outra opção senão obedecer. Mamãe voltou à cena que havia representado, e agora foi ela quem me ordenou que dissesse o que se via na tela do celular.
"Se vê minha mãe com o rosto coberto de porra e um pau em cada mão. Minha mãe está piscando um olho enquanto aproxima os dois paus e enfia as cabeças de ambos na boca. Os caras fazem o sinal da vitória com as mãos."
"Agora sim você aprendeu a lição", disse o negro.
"Quero que faça um bom espanhol com esses peitões que você tem, senhora."
Mamãe agarrou os peitos e começou a esfregar o pau daquele negão entre eles. Mamãe tinha os peitos grandes, mas o pau daquele cara aparecia pela ponta entre os peitos dela, e ele aproveitou para rir de mim de novo.
"Vem cá, garoto, e olha como eu bato com a ponta do pau no queixo da sua mãe, haha. Vou tirar umas fotos com seu celular, porque quero essa imagem como plano de fundo do computador. Senhora, segure meu pau entre seus peitos e coloque a língua na ponta dele, olhando para a câmera enquanto eu tiro umas fotos. Estou adorando, senhora. Diga para seu garoto o que estou fazendo com você."
"Este homem está fodendo meus peitos" foram as palavras que saíram da boca da minha mãe, dirigidas a mim.
"Isso mesmo, senhora, estou fodendo seus peitos e estou adorando, haha!"
"Agora engula um pouco dessa carne em barra, senhora. Enquanto a via chupando meu garoto, não conseguia parar de lembrar da outra vez, quando sua boquinha engolia meu pau pouquinho a pouquinho."
Mamãe ainda estava de costas para mim, mas pude ver como ela se recostou no púbis do negro e começou a chupá-lo como havia feito com o filho dele. Em um certo momento, pude ver mamãe segurando o pau do negro com a mão, apoiando-o contra a barriga enquanto chupava suas bolas. Com certeza, minha mãe já não mostrava os impedimentos que havia mostrado na primeira vez que aquele porco nos atacou. E, para minha desgraça, depois de testemunhar o que aconteceu com o filho dele, comecei a duvidar se... minha mãe obedecia por medo de ver o vídeo dela na internet, ou aquele desgraçado tinha razão e tinham despertado algo nela.
Pude ver como o negro agarrou o cabelo da mamãe e manuseava sua cabeça à vontade, fazendo com que o boquete seguisse o ritmo que ele marcava com sua mãozona sobre a cabeça dela.
O negro agarrou seu pau e bateu nas bochechas da minha mãe com ele, ao mesmo tempo que me dizia:
"Já fodi os peitos dela, já fodi a boca dela, acho que você sabe o que vem agora, né, moleque?"
Eu não respondi, então o negro perguntou à minha mãe:
"Seu filho tá meio lento hoje, senhora. Vai, diga pra ele o que vem agora."
"Foder minha buceta", respondeu mamãe.
"Muito bem, senhora, você tá bem atenta. Agora sobe aqui, senhora, que você vai ver as estrelas", disse o negro à minha mãe enquanto agarrava seu pau duro com a mão direita e balançava ele na frente do rosto dela.
Mamãe obedeceu como uma puta submissa sem reclamar de nada. Levantou do chão, virou de costas para ele, abrindo as pernas o máximo que pôde, agarrou a ponta do membro dele com os dedos e guiou até seu grelinho. Primeiro passou de cima a baixo pelos lábios vaginais, e me pareceu que o corpo da mamãe estremeceu. De uma vez, sentou naquele negro, sentindo o pau dele entrando centímetro a centímetro dentro dela. Dessa vez o negro não empurrou, deixou que fosse minha mãe quem, sozinha, fosse enfiando aquele pistão dentro dela até o mais profundo de suas entranhas.
"Ahhhhh", gemeu minha mãe ao chegar lá embaixo e sentir como aquele mastro tinha desaparecido completamente dentro dela. Sem que ninguém dissesse nada, começou a cavalgar sobre o membro do negro, vendo-o desaparecer dentro da boceta da mamãe. Parecia incrível que aquilo entrasse com tanta facilidade, mas mesmo eu tentando me convencer de que minha mãe fazia tudo aquilo só por medo de ver o vídeo dela na rede, cada vez havia mais provas do contrário. E aquele pau não entraria... com minha mãe com aquela facilidade se ela não estivesse molhada.
O negro agarrava os peitos da minha mãe por trás e os apertava com força enquanto era ela mesma que subia e descia sem ajuda, ao mesmo tempo que o negro gritava
"TOMA, TOMA, TOMA PIIIIIIICA"
O filho do negro havia começado a se masturbar na frente da minha mãe enquanto seu pai continuava a comê-la, e aproveitava para acariciar o corpo nu da minha mãe, algo contra o que ela não protestava de forma alguma.
"Come ela direito, pai, que ela tá precisada, haha"
Incentivado pelo filho, o negro agarrou minha mãe pelos quadris e agora ela subia e descia com mais força, enfiando até o fundo aquela pica, a ponto de minha mãe deveria sentir as bolas inchadas daquele cara contra suas nádegas quando ela descia sobre a pica dele.
"Olha, garoto, olha como minha pica entra toda na buceta da sua mãe, ela não deixa nada pra fora, que buceta gulosa que sua mãe tem"
O negro levantou minha mãe, libertando-a de sua pica, e deitou no tapete, fazendo com que minha mãe ficasse de frente para mim.
"Vamos, senhora, não demore e continue cavalgando, é que eu tô meio velho e prefiro ficar deitado"
O negro, com uma mão, direcionou a cabeça do pau para a entrada da minha mãe, que se posicionou de cavalinho sobre ele, enfiando a ponta do membro em sua buceta enquanto voltava a inserir aquela pica pouco a pouco até ficar sentada novamente sobre ela. Aquele negro devia sentir como os lábios vaginais da minha mãe iam descendo lentamente e como a buceta da mamãe ia apertando sua pica. Quando ela estava completamente dentro dela, o negro agarrou as nádegas da mamãe e começou a movê-la, fazendo-a cavalgar em cima dele. Mamãe começou a gemer novamente enquanto o filho do negro se divertia tirando fotos da minha mãe cavalgando na pica do pai.
Minha mãe subia e descia cada vez com mais força e mais rápido, e seus peitos se moviam no ritmo das investidas do negro, que havia movido suas mãos até agarrar minha mãe pela cintura, os gemidos da mamãe começavam a ser difíceis de disfarçar, o que o garoto aproveitou para nos humilhar de novo.
"Você gosta do pau do meu pai, né, senhora?"
Mamãe me deixou desconcertada de novo ao responder quase na hora:
"Sim, gosto muito do pau do seu pai."
"Então continua cavalgando, senhora, continua até ordenhar meu pai como você me ordenhou."
A força da foda era tanta que dava pra ver minha mãe começando a suar com o exercício físico que ela tava fazendo, subindo e descendo na velocidade da luz no pau daquele filho da puta, quando, num instante, tudo acabou. O negro ficou parado, apertando os peitos da minha mãe enquanto gritava:
"AÍÍÍIII TÁÁÁÁ SUA LECHEEE RECÉM-ORDENHADA, SENHORA, E TODA PRA VOCÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!"
Como o filho dele tinha feito só 15 minutos antes, aquele bastardo tinha gozado dentro da minha mãe. Ela nem reclamou, e o negro não deixou ela se levantar, fazendo ela ficar sentada nele com o pau enfiado na buceta até ele terminar de gozar e o pau começar a amolecer.
"Anima essa cara, moleque, que talvez meu pai ou eu te demos um irmãozinho moreno, hehe" aquele pirralho me disse.
"É provável, moleque, porque a gente meteu muita porra na sua mãe. Olha, olha como tá escorrendo porque não cabe mais no depósito, hehe."
Era verdade: quando minha mãe se levantou, deu pra ver fios de porra descendo pelas pernas dela, da buceta até os joelhos.
"Deita no tapete, senhora, que a gente vai brincar um jogo. Seu garoto, traz a calcinha da sua mãe pra tampar os olhos dela enquanto eu me recupero."
Dessa vez eu obedeci também, sabendo que não adiantaria nada me recusar.
"Mas vocês já não tiveram o suficiente? O que mais querem de mim?" minha mãe disse.
"Você já sabe, senhora, que eu gosto de aproveitar o tempo. E como da outra vez, ainda falta muito tempo pro corno do seu marido voltar, então ainda tem diversão pela frente, mas não se... Se apresse, porque quando seu marido voltar, não vai encontrá-la com nossos paus nos seus buracos. Já teremos ido embora, a menos que queira que a gente fique para ensinar seu esposo a comê-la como deve ser. Além disso, não finja que não está gozando que nem uma porca."
"Como você se atreve, seu filho da puta", respondeu minha mãe, embora dessa vez tenha falado bem baixinho, quase como se não sentisse o que dizia.
Mamãe se limitou a deitar no tapete de costas, enquanto eu, a pedido do filho, me encarreguei de cobrir os olhos dela com a calcinha.
"Olha só, senhora, vamos comer sua boca e sua buceta, e quero que adivinhe de quem é cada pica, pra depois não dizer que não se diverte com a gente e ver que somos originais."
"Ei, moleque, você está muito quieto, não fala mais nada?", me disse o filho do negro.
"Vai se foder, seu preto do caralho", respondi.
"Hahaha, que pirralho, ainda não aprendeu a lição. Pois agora, por esperto, quero que você peça pra gente enfiar nossos paus na sua mãe pela boca e pela buceta."
Eu não disse nada, e dessa vez o cara se aproximou de mim e colocou o pau perto da minha cara.
"Fala, ou eu como sua boca, seu viadinho."
"Tá bom, tá bom, enfiem os paus na boca e na buceta da minha mãe."
"Hahaha, não foi preciso muito pra te convencer, vejo que cuida da sua mãe, é um valente, hahaha. Viu, senhora, seu filho aguenta muito bem a tortura, haha. Mas peça direito, por favor, moleque."
"Comam a boca e a buceta da minha mãe, por favor."
"Muito bem, você está aprendendo, garoto."
Eu tinha me comportado como um verdadeiro covarde, e minha mãe não tinha dito uma única palavra. Primeiro foi o rapaz que se posicionou sobre a cabeça da minha mãe, que permanecia de boca aberta. O negro foi descendo como se fosse fazer uma flexão e enfiou o pau na boca dela aos poucos, até que ela praticamente começou a ter ânsia e ele teve que subir um pouco. Deixou que, nessa posição, minha mãe começasse a chupar aquele pau como se estivesse saboreando, até que o rapaz tirou o pau de a boca e deu lugar ao seu pai, que realizou a mesma operação que o filho, mantendo pouco menos da metade do membro na boca da minha mãe enquanto ela percorria o pedaço de carne com a língua. Depois, o negro começou a fazer flexões enquanto seu pau entrava e saía da boca da mamãe.
"Olha, garoto, pra você ver que eu tô em forma."
Em seguida, o pai se posicionou na altura da buceta da minha mãe, e ela, ao notar a presença do homem, abriu as pernas instintivamente, permitindo que aquele pau atravessasse sua buceta e desse várias investidas.
Depois, o filho ocupou o lugar do pai na buceta da mamãe. Seu pau negro saía e entrava bem lubrificado das entranhas da minha mãe. Os quadris do negro se moviam, dando embestidas selvagens, até que ele saiu de dentro dela. Tiraram a calcinha dos olhos dela e a fizeram ficar de pé ao lado deles.
"E então, de quem foi o primeiro pau que entrou na sua boca?"
"Do seu filho", respondeu minha mãe imediatamente.
"E de quem foi o primeiro pau que entrou na sua buceta?"
"O seu", respondeu minha mãe em seguida.
"Caralho, a senhora tirou 10, hein? Como buceta você soube?"
"Porque seu filho é depilado e você não. Os pelos das suas bolas roçavam no meu queixo quando você enfiava na minha boca. E quanto à buceta, seu filho é maior e mete com muito mais energia."
Eu não conseguia acreditar na forma como minha mãe respondeu. Parecia um desafio para aquele cara, que aceitou na hora.
"Ah é? Então ele tem mais energia que eu e é maior? Vamos ver se você continua pensando isso depois que eu te der no cu. Eu ia deixar meu filho ser o primeiro por ser aniversário dele, mas já que você me desafiou, vai ver o que é bom."
Mamãe, ao saber que aquele cara planejava comê-la pelo cu de novo e que ia deixar o filho fazer o mesmo, tentou falar, mas eu, que a observava fixamente, pude ver como ela reconsiderou. Assim que abriu a boca, fechou de novo sem dizer uma palavra.
"Garoto, Fui até a cozinha pegar algo para preparar o cu da mamãe.
"Não precisa, tenho óleo corporal no banheiro, acho que serve", disse minha mãe.
"Hahaha, como assim? Nossa senhora, depila a buceta, compra óleo corporal, será que estava esperando nossa visita?"
Mamãe não respondeu e foi ela mesma, a pedido do negro, que foi buscar o óleo corporal no banheiro. Nem esperou que dissessem nada, ficou de quatro no tapete e esperou.
"Já vejo que sabe o que tem que fazer, senhora. Com você a lição da outra vez ficou bem clara."
O negro despejou um bom jato de óleo corporal no ânus da mamãe e depois enfiou um dedo no seu cu, depois dois e depois três, que deixou por alguns segundos dentro dela. O filho pegou uma cadeira e sentou-se ao meu lado com o celular nas mãos.
"Não se importa que eu sente com você para ver o espetáculo, né? Acho que o filme de hoje se chama 'Enrabar a putinha', hehe."
Em seguida, o pai colocou a glande entre as nádegas da mamãe e começou a forçar a entrada suavemente, até que a cabeça de seu membro enorme entrou por completo. Mamãe soltava pequenos gritinhos. A dor devia ser aguda, mas aos poucos seu esfíncter foi relaxando. Ele continuou metendo só a ponta enquanto a segurava pelos quadris.
Eu continuei imóvel, sentado ao lado do filho do homem que ia arrombar o cu da minha mãe de novo na nossa própria casa, enquanto ele continuava apertando para que, centímetro a centímetro, fosse entrando.
"Senhora, agora diga ao seu filho o que ele está prestes a ver com os próprios olhos."
Mamãe não respondeu, então o negro deu um tapa na sua bunda e ela respondeu:
"Você vai ver como esse negro vai arrombar o cu da sua mãe pela segunda vez."
O negro disse a ela:
"Muito bem, senhora. Agora se prepare, porque vou enfiar tudo nesse cu lindo."
Ele agarrou seu cabelo com força, puxou para si e, de uma vez, enfiou todo seu pau na sua bunda. Mamãe gritou alto quando seu cu Fico completamente colado contra o púbis do negro.
"O que me diz agora, senhora? Tá sentindo os pelos das minhas bolas na sua bunda? Porque meus ovos são a única coisa que ainda não enfiei no seu cu, haha"
O negro começou a comer o cu da minha mãe, não parava de bombear enquanto puxava o cabelo dela. Depois de um instante parado, começou a enfiar com fúria, tirando quase toda a pica para depois enfiar ela inteira no cu dela numa velocidade de doido.
O filho dele, enquanto isso, tinha voltado a se masturbar com uma mão enquanto com a outra tirava fotos com o celular.
"Se bate uma punheta se quiser, moleque, vendo meu pai foder a bunda da sua mamãe, hehe"
O pauzão do negro entrava cada vez mais fácil no cu da minha mãe, que gritava como uma porca.
"Peça mais pro meu pai, senhora, peça mais"
Mamãe não dizia nada, então o negro deu outro tapa nela e minha mãe, que continuava gritando com as investidas do negro, começou a pedir mais e mais alto.
As tetas da minha mãe balançavam com muita força com as investidas do negro, que puxava o cabelo dela com tanta raiva que a obrigava a recuar até bater na sua pelve, fazendo a penetração mais profunda e violenta. Com a mão que estava livre, ele dava palmadas nas suas sofridas cadeiras.
"Vou te partir em dois, quero te ouvir gritar de prazer. Não queria uma foda com energia? Pois tome energia, pra ver que tenho tanto ímpeto quanto meu garoto, haha"
Suas investidas eram cada vez mais brutais e os gemidos da minha mãe mais audíveis.
"Diga que gosta, senhora, diga pra mim"
"Eu gosto, gosto que me coma o cu"
Mais uma vez, eu tinha dúvidas sobre as palavras da minha mãe, se eram forçadas ou de prazer. Cada vez tinha mais dúvidas sérias sobre o que pensar dela.
"Agora quero ver sua cara enquanto fodo seu cu", disse o negro, que a fez deitar de costas no tapete e, pegando-a pelas pernas, a posicionou na frente do seu membro.
Aberta e com as... pernas dobradas, o pau do negro voltava a entrar e sair do cu da minha mãe, aproveitando essa posição o filho do negro se aproximou da minha mãe e começou a apertar seus mamilos enquanto colocava seu pau ereto sobre o rosto da mamãe cobrindo quase tudo, agora os gemidos da mamãe ficavam abafados ao ter as bolas do moleque sobre sua boca.
Nessa posição o negro começou a ir mais devagar, tirava seu pau da bunda da minha mãe e me encarando fixamente nos olhos foi se inclinando para frente para enterrá-lo de novo dentro do cu da mamãe enquanto me dedicava um sorriso.
"Vamos pai, enche o cu dela de porra"
"Nada disso, se eu gozar de novo não vou estar pronto para o final da festa, a senhora tem parte de razão e não tenho tanta energia como antes mas acho que ficou claro que ainda tenho energia para comê-la como merece, agora é sua vez filho".
"Já chega filhos da puta" gritei para eles
"Tá bom, pai segura o moleque e põe ele de quatro que vou enfiar no cu dele"
O pai se aproximou e eu gritei
"O que é isso, me solta, não se aproxima"
"O que prefere, pirralho, que meu filho te dê no cu ou que dê no cu da sua mãe?"
Não respondi então o negro deu mais uns passos na minha direção
"Tá bom, tá bom, que dê no cu da minha mãe"
"Hahaha, então fala pro meu garoto"
"Dá no cu da minha mãe"
"Tá feito moleque, se quer que eu enfie na sua mãe pelo cu eu te faço o favor, haha, vemos que não hesitou na sua decisão igual antes, vamos senhora, fique de quatro que já ouviu como seu filho quer que eu dê no seu cu"
Mamãe ainda ofegante pela enrabada que levou antes se colocou novamente de quatro e me lançou um olhar de ódio puro.
"Caralho pai, você deixou a bunda dela toda aberta"
"Melhor, assim não precisa passar óleo"
"Me passa o celular pra tirar umas fotinhas desse buraco negro, hehe"
Depois devolveu o celular pro pai que se sentou no mesmo lugar que seu filho havia ocupado ao meu lado enquanto era ele quem comia minha mãe.
Com cuidado, o garoto posicionou seu pau na entrada do cu da minha mãe e, como o pai havia feito, foi pressionando a glande até que ela desapareceu no ânus da minha mãe, arrancando um novo suspiro dela enquanto ele avançava pelo túnel com seu pau como se fosse uma perfuradora. A cada suspiro da minha mãe, o garoto dava um tapa na sua bunda.
Ele agarrou os quadris da mamãe e começou a investir com mais força a cada vez, até que seu pau entrou até o fundo da minha mãe.
"Caralho, os peitos da sua mãe parecem ter vida própria, olha como voam de um lado pro outro", me disse o pai.
De fato, os peitos da mamãe se mexiam sem parar cada vez que o pau do garoto entrava no seu cu.
O rapaz tirou o pau do cu da mamãe e deixou apontando pra ela, mas sem enfiar.
"Agora você sozinha, senhora, enfie meu pau na sua bunda na frente do seu filho."
Minha mãe obedeceu e foi recuando cuidadosamente, permitindo a entrada daquele pau. Ela foi se jogando pra trás com os olhos fechados e mordiscando os lábios, até que sem perceber chegou ao fundo. Mesmo assim, ela continuou recuando.
"Calma, senhora, já bateu no fundo, não cabe mais, haha. A não ser que você queira que eu enfie as bolas também no seu cu. Já que vejo que tá com vontade de mais, vou te dar com força. Mas antes, diga pro seu filho se ele tá satisfeito. Afinal, tô fazendo o que ele me pediu."
Minha mãe abriu os olhos e, me encarando fixamente, disse:
"Você tá satisfeito? Esse garoto tá me comendo pelo cu como você pediu."
"Muito bem, senhora. Agora me peça pra arrombar seu cu."
Mamãe ficou em silêncio, então o negro começou a dar tapas nela um atrás do outro, deixando a bunda da mamãe vermelha até que ela não aguentou mais e gritou:
"ARROMBA MEU CU, ARROMBA MEU CU!"
"Seus desejos são ordens, senhora."
O negro começou a violentar com paixão a bunda da minha mãe, que tinha... o rosto desfigurado pela dor, mamãe gritava com força e o rapaz não parava de enfiá-la pelo cu sem parar nem por um momento.
"Senhora, diga pro meu filho que ele é um garanhão e que você quer que ele monte em você como na sua sexy girl"
"Meu garanhão, monta em mim, monta em mim, sou sua sexy girl" respondeu minha mãe enquanto o garoto não parava de meter no seu cu.
"Filho, nunca pude te dar um pônei, mas agora que você é adulto, eu te dei uma sexy girl selvagem que você tem que domar"
O rapaz agarrou dessa vez o cabelo da minha mãe como o pai dele tinha feito e mergulhou na enrabada mais brutal que eu jamais poderia imaginar. Os dois estavam suando que nem porcos e minha mãe não parava de gritar enquanto o garoto dizia pra ela:
"Vou te domar, éguinha, vou te domar de uma vez por todas"
O pai dele começou a tirar fotos do filho e da minha mãe.
"Muito bem, assim mesmo, monta no seu cavalinho, haha, essas fotos da enrabada na sua mãe são dignas da Penthouse, garoto. Acho que é hora de mais um pouco de música, essa enrabada precisa de ritmo."
O negro voltou a ligar o aparelho de som e selecionou outra música do disco que tinha colocado. A música dizia:
"Dale, vaqueira, que chegou seu peão
Por minha causa se formou a bagunça
E se a tribo quiser te dar wateque
(Tira e mete!)
Dale, vaqueira, que chegou seu peão
Por minha causa se formou a bagunça
E se a tribo quiser te dar wateque
(Tira e mete!)
Amarre as botas, vaqueira
E traga sua carteira
Que essa noite não largo o peão"
Depois baixou o volume e disse:
"Bom, senhora, sua parte você já deve ter imaginado qual é, né? Agora cante com meu filho como antes."
"Dale, vaqueira, que chegou seu peão
Por minha causa se formou a bagunça
E se a tribo quiser te dar wateque"
Cantava o rapaz enquanto soltava o cabelo da minha mãe e se jogou pra frente, cobrindo com seu corpo o dela. Ela era bem menor que ele e ficou quase coberta pelo garoto enquanto ela continuava com sua parte da canção.
"Saca y mete, saca y mete" continuava mamãe
O rapaz se segurava agarrando os peitos da minha mãe e esperava a parte em que ela cantava para se mover dentro dela, puxando e enfiando no seu cu como ela dizia.
"Amarrate las botas, vaquera
Y tráete tu cartera
Que esta noche no suelto el jinete"
O pai dançava de forma ridícula com seu pau mole balançando enquanto ele se mexia como um idiota sem parar de tirar fotos
"Meu garotão está cobrindo sua mãe como um cachorro cobrindo uma puta"
"Saca y mete, saca y mete" continuava minha mãe com sua parte da música
A cara da minha mãe era um poema diante das investidas daquele rapaz, seu pai me deu o celular e se aproximou de onde seu filho estava comendo minha mãe, mamãe gritava no ritmo dos estalos em suas nádegas e o rapaz gozava como um louco enrabando minha mãe na minha frente, seu pai se ajoelhou diante de mamãe, agarrou seu cabelo e levantou sua cabeça, com a outra mão pegou seu pau e o direcionou à boca da minha mãe que abriu sua boca e deixou aquele pau atravessar seus lábios.
O pai agarrou a cabeça da minha mãe com ambas as mãos para se certificar de que ela mantinha seu pau dentro da boca, logo percebeu que não era necessário pois viu que ao soltar sua cabeça minha mãe continuava chupando aquele pau enquanto outro pau entrava em seu cu, o pai tocava os mamilos da minha mãe graças à sua posição, além disso seu pau não podia abandonar a boca da minha mãe graças ao seu filho já que quando seu filho investia no cu da minha mãe fazia com que ela rebatesse em sua direção e enfiasse o pau até o fundo de sua garganta, em algumas investidas minha mãe ia tão para frente que se engasgava com o pau ao sentir seu queixo praticamente roçar nos ovos daquele porco e como a ponta de seu pau passava por sua campainha.
A imagem era dantesca, minha mãe de quatro sobre o tapete no meio da sala com os paus de pai e filho a atravessando uma e outra vez pela boca e pelo cu, 2 negros sujos estuprando minha mãe na minha frente.
"Garoto, como a gente tá ocupado, você tem que tirar as fotos da gente com sua mãe, vamos levanta e tira as fotos e nos diz o que tá vendo na tela do celular"
"Que porra vocês querem que eu diga, filhos da puta"
"Vai tomar no cu, moleque, faz uma boa cobertura fotográfica e comenta a jogada com capricho ou você vai se cagar todo"
Me levantei da cadeira e comecei a tirar fotos enquanto ia dizendo o que estava fotografando
"O pau do seu filho entrando e saindo do cu da minha mãe, os peitos da mamãe nas suas mãos, puxando os mamilos, seu pau dentro da boca da minha mãe, é isso que você quer não, seu cabrão?"
"Exatamente, garoto, assim mesmo e você, senhora, quero que continue incentivando meu filho como antes"
Mamãe tentou tirar o pau da boca pra dizer algo, mas o homem não deixou
"Sem falar, senhora, seja original"
Mamãe entendeu e esticou uma mão pra trás, até tocar na coxa do rapaz, que começou a dar tapas como se estivesse esporeando um cavalo pra trotar mais rápido. O rapaz obedeceu e continuou perfurando o cu da mamãe com força.
"Agora, filho, levanta ela e fode aquele bucetão branco mais uma vez"
O pai tirou o pau da boca da minha mãe e o filho tirou do cu, agarrou minha mãe nos braços e a levantou no ar com sua força. Minha própria mãe, da posição nos braços do rapaz, agarrou o pau e guiou até sua buceta. Pouco a pouco, o garoto foi abaixando os braços, fazendo o corpo da minha mãe descer também.
O pai tirou a câmera de mim e disse:
"Vou te ensinar a narrar um jogo e lembre-se: num jogo, o mais importante sempre é saber onde estão as bolas, haha"
Começou a tirar fotos enquanto ia me contando o que fotografava, como tinha me ordenado fazer antes.
"Sua mãe tá fechando os olhos e apertando os dentes, o pau do meu filho tá entrando de novo na bucetinha da sua mãe centímetro por centímetro... centímetro, meu filho dá uma socada de quadril e enfia a espada dele na buceta da sua mãe como uma faca quente entra num pote de manteiga, sua mãe goza como uma puta, mas você já ouviu o grito, né? O pau todo do meu filho está preso na buceta da sua mamãe, meu filho roda sua mãe em círculos sem tirar o pau da buceta.
"Que grande, porra!"
"Bom, isso foi sua mãe quem disse, caso você não tenha sacado, garoto, ela está se referindo ao tamanho do pau que ela tem na buceta."
"O cuzinho dela, por outro lado, é apertadinho, senhora, delicioso."
"Agora é meu filho que está elogiando a bocetinha da sua mãe enquanto continua segurando ela pelos quadris e agora enfia a cabeça entre os peitos da sua mãe, está enchendo eles de babas, está chupando os peitos da sua mãe como você fazia quando era bebê, hehe, meu filho está comendo sua mãe com força enquanto sua mãe cavalga como uma verdadeira amazona no pau do meu filho, sua mãe adora enfiar o mastro até o fundo, está pingando suor e o cabelo comprido da sua mãe gruda nos peitos dela, meu filho parou a foda com o pau lá no fundo da sua mãe, aproveitando a buceta quente e molhada dela."
"Tá vendo? É assim que você tem que fazer, boceta" ele me disse enquanto me devolvia o celular e posicionava o filho dele com minha mãe em cima dele no centro da sala.
"Agora continua e não perde detalhe nenhum, garoto."
O negro se apertou contra minha mãe e o filho dele, mamãe estava praticamente cara a cara com o garoto, com a buceta dela cheia do pau daquele menino, o pai começou a esfregar o pau dele por baixo da minha mãe e ela virou a cabeça.
"Não, por favor, isso…"
Ela não conseguiu terminar a frase porque o pai virou a cabeça da minha mãe e o filho aproveitou para enfiar a língua na minha mãe até a garganta.
"Bom, garoto, acho que sua mãe está pronta para a porção dupla de salsichas, lá vaiii."
O negro se inclinou para frente num movimento estranho e colocou as mãos nos ombros da minha mãe, minha mãe… fiquei entre aqueles dois negros como se fosse uma fatia de presunto num sanduíche, o negro passou as mãos até as nádegas da minha mãe enquanto o filho mantinha as dele nos quadris dela e começou um movimento lento.
"E aí, moleque, não aprendeu a narrar ou que porra? Deita no chão pra ver melhor porque acho que você não entendeu o que tá rolando, vai logo, caralho!"
Deitei no chão mas não abri a boca até minha mãe gritar comigo:
"FAZ ISSO, OBEDECE, CONTA PRA GENTE O QUE TÁ ACONTECENDO!"
Levantei a câmera pra cima, bem debaixo da minha mãe, e o que vi me assustou tanto que fiquei mudo.
"Seu filho é burro ou o que, senhora?"
"CONTA O QUE VOCÊ TÁ VENDO" minha mãe gritou de novo.
"Eles tão te comendo ao mesmo tempo, tão metendo no seu cu e na sua buceta juntos."
"As bolas, moleque, o que eu falei das bolas, lembra?"
Minha mãe respondeu: "Que o importante é prestar atenção nas bolas."
"As bolas são a única coisa que ficou pra fora, as bolas deles dois tão quase se encostando porque enfiaram as picas no seu cu e na buceta até o fundo, não cabe mais nada, por isso só as bolas tão de fora."
"Muito bem, moleque, isso aí."
O rapaz desceu as mãos até as nádegas da minha mãe junto com as do pai, e os dois começaram a levantar e descer minha mãe ao mesmo tempo, de novo e de novo, cada vez mais rápido e com mais força.
"Vamos, filho, vamos no ritmo juntos, pica dentro, pica fora, pica dentro, pica fora."
Do chão eu via como eles tinham sincronizado graças às palavras do pai, e cada vez que ele dizia "Pica dentro", as picas daqueles dois animais entravam até o fundo das entranhas da mamãe, até que as bolas do pai e do filho batiam uma na outra, e no grito de "Pica fora", os dois buracos íntimos da minha mãe eram desentupidos ao mesmo tempo.
"Porra, porra, chega, eu vou gozar," disse minha mãe.
Mamãe não conseguiu evitar um orgasmo barulhento que Encho todo o salão ao sentir como aqueles 2 paus enormes estavam dentro dela separados apenas por uma fina membrana de pele.
"Garoto, sua mãe tem mais recheio por dentro que o peru de ação de graças, hahaha"
"Bem pai, vamos terminar que está ficando tarde e não é plano que o marido dessa senhora volte e nos veja aqui na casa dele com os paus dentro da sua esposa"
"Tem razão filho, você sempre pensando nos outros"
Baixaram a mãe que ficou exausta de joelhos no chão.
"Você continua fazendo fotos, menino"
"Por falar nisso garoto, vamos deixar você escolher de novo, onde quer que a gente goze? Na sua cara ou na da mãe?"
Eu estava meio levantado no chão depois de ter ficado deitado fazendo fotos da dupla penetração que fizeram na minha mãe aqueles bastardos quando me perguntaram aquilo, não respondo então eles viraram para mim enquanto continuavam se masturbando e outra vez conseguiram o que queriam.
"Na minha mãe, gozem na cara da minha mãe filhos da puta"
"Muito bem garoto, mas agora transmite sem falhas ou te damos de porrada antes de ir embora"
"Não se preocupem que com o valente que ele é, certeza que agora que vocês disseram que dão de porrada ele faz direito" disse minha mãe, aquelas palavras foram como uma facada para mim.
"Pai e filho, um de cada lado, estão se mexendo os paus na cara da minha mãe, seu filho segura o pau com a mão direita, aponta o pau para a boca da minha mãe enquanto continua mexendo ele com força, está soltando jatos de porra sobre a cara da minha mãe, está enchendo o queixo e os lábios dela de porra e agora mete o pau na boca da minha mãe enquanto termina de gozar"
"Muito bem garoto, agora vou eu, continua"
"Se vê como você mete o pau na boca da minha mãe e para de se masturbar dado que agora é ela que está te chupando, minha mãe está chupando seu pau e agora se joga para trás, parece que recebeu um jato de porra direto no céu da boca, você Você está gozando na boca da minha mãe"
"Pufffff, como sua mãe engoliu, cara, você fez muito bem, uma grande transmissão da nossa gozada na cara e boca da sua mãe, sua mamãe deixou nossos sacos vazios"
O filho segurando seu pau bate na minha mãe nos ombros e na cabeça enquanto dizia.
"Pelo poder que me foi concedido, eu a nomeio a Rainha das Engolidoras, haha"
"Algumas fotos para terminar, não importa mais algumas fotos, né senhora?"
"Não, como vocês querem?" disse minha mãe
Eles posicionaram como o garoto queria e me pediram para dizer novamente o que se via na tela do celular.
"Responda aos senhores" disse minha mãe
"PUTAAAAAA" gritei para minha mãe entre soluços, morto de nojo, raiva e ódio.
Diante do olhar atônito dos negros, minha mãe se levantou e me deu um forte tapa
"Se eu sou uma puta, você é filho de puta, estou farta de você e do seu pai, vocês são iguais, uns machistas, xenófobos e covardes, tudo isso é culpa sua, foi da primeira vez quando por sua soberba e arrogância esse homem me estuprou em casa e aqui mais uma vez você demonstrou sua covardia, primeiro queria ir embora de casa e me deixar aqui largada com eles, não enfrentou eles, pediu a esses dois que me comessem, que me dessem pelo cu e que gozassem na minha cara porque criei um maldito covarde como seu pai, um pau mole que durante 22 anos só me toca aos sábados e por 2 minutos porque é ejaculador precoce, esses dois são muito mais homens do que você e seu pai jamais serão, esses dois paus me mostraram como eu estava enganada, então você vai calar a boca e vai terminar de fazer o que mandam se não quiser que eu conte ao seu pai como você permitiu que 2 negros me estupassem em casa na sua frente e não fez nada para evitar"
"Já viu que sua mãe explicou tudo como deve ser, já era hora de deixarem as coisas claras para você, moleque covarde" me disse o garoto enquanto dava um tapinha no cu da minha mãe quando ela passava ao meu lado, agarrando o pau dela e o do pai dela, e voltava a se ajoelhar diante delas, agora sem que ninguém tivesse que dizer absolutamente nada.
Quando minha mãe terminou de vomitar tudo aquilo sobre mim e sobre meu pai, percebi que havia perdido minha mãe para sempre. Aquela mulher já não era minha mãe. Aqueles dois bastardos tinham despertado nela uma mulher completamente diferente, e por mais que doesse, eu via em seu olhar que ela era capaz de contar tudo ao meu pai e a quem fosse necessário para me humilhar e me fazer saber o quanto eu era covarde. Então não me restou outra opção senão obedecer. Mamãe voltou à cena que havia representado, e agora foi ela quem me ordenou que dissesse o que se via na tela do celular.
"Se vê minha mãe com o rosto coberto de porra e um pau em cada mão. Minha mãe está piscando um olho enquanto aproxima os dois paus e enfia as cabeças de ambos na boca. Os caras fazem o sinal da vitória com as mãos."
"Agora sim você aprendeu a lição", disse o negro.
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