Eu e meus amigos temos uma banda de música há 4 anos, claro que é mais um grupo amador do que outra coisa, porque apesar de tentarmos, só conseguimos alguns shows em bares da cidade e tocar no ano passado na festa da cidade. Mesmo assim, continuamos tentando, apesar do heavy metal não ser um gênero muito popular no nosso país, e aqui poucas bandas desse estilo realmente conseguiram sucesso.
A banda é formada por Hector, que é o vocalista, Javier, o guitarrista, Jorge no baixo e eu, que me chamo Marcos, na bateria. Normalmente ensaiávamos num estúdio alugado, mas como o sucesso da banda não era o que esperávamos, decidimos mudar pra garagem da minha casa, onde moro com meus pais e onde tínhamos espaço suficiente, além de ser de graça.
Nós quatro tínhamos entre 19 e 21 anos, e embora a banda não desse quase nenhum lucro, a gente tinha descoberto um filão: ajudava a gente a se enturmar com as minas e, principalmente, a pegar mais gente, principalmente eu, que antes de começar a banda não comia ninguém.
Essa história aconteceu num sábado de manhã, que era, junto com o domingo, o dia em que a gente podia se encontrar pra ensaiar. A gente já estava tocando uns 40 minutos quando minha mãe entrou na garagem com uns copos de limonada e uns biscoitos. Minha mãe sempre fazia a mesma coisa e sempre me tirava do sério, me tratava como se eu tivesse 11 anos e interromper o ensaio pra trazer limonada e biscoitos era típico dela. Essa era uma das razões pelas quais eu era a favor de continuar pagando o estúdio de ensaio em vez de ter mudado pra minha casa. Eu sabia que minha mãe ia ficar por ali enchendo o saco a todo momento, e embora isso me irritasse, não parecia incomodar meus amigos, que até acharam engraçado ela trazer limonada e não perderam a chance de zoar comigo. um pouco sobre o assunto.
"Tem que ver como sua mãe se preocupa com você, hein Marcos"
"É, olha como ela trouxe o almoço pra você não passar fome"
Minha mãe disse que esperava não ter atrapalhado e que achou que era um bom momento pra fazer uma pausa e recarregar as energias. Meus amigos acharam a ideia ótima e decidiram pegar a limonada e os biscoitos. Minha mãe começou a perguntar como eles estavam, se iam bem nos estudos e aquele tipo de pergunta besta que uma mãe faz pros amigos do filho.
Minha mãe disse pra eles que quando era mais nova sempre quis ter uma banda, mas que apesar de saber tocar bateria nunca tinha se arriscado a formar uma. Além disso, ela falava que naquela época era outra história e não tinha muitos grupos formados por mulheres. A verdade é que, mesmo minha mãe não parecendo, já tinha seus bons 45 anos. E se digo que não parecia, é porque, graças ao trabalho do meu pai, ela sempre conseguiu levar uma vida tranquila e parou de trabalhar pouco depois de se casar, exatamente quando engravidou de mim. Meu pai é piloto comercial de uma companhia aérea famosa do país, e o salário dele era mais que suficiente pra nós três vivermos muito bem, então minha mãe, depois de largar o emprego por causa da minha gravidez, nunca mais voltou a trabalhar.
Por isso, ela tinha tempo de sobra pra se dedicar a si mesma: ir pra academia todo dia, passar creme no corpo inteiro e até tinha feito uma lipoaspiração uns 5 anos atrás e um implante de peito há apenas 2 anos. Isso sempre me pareceu uma puta besteira, porque eu não via sentido numa mulher da idade dela, casada há mais de 20 anos, colocar umas tetas de silicone mais próprias de uma gostosa de 25. Mas minha mãe sempre dizia que gostava de se sentir bonita e desejada, embora naquela época eu não fizesse ideia do quanto ela gostava de ser desejada.
Então, graças à vida que ela levou, era uma mulher tipicamente espanhola, morena de cabelo comprido, media pouco mais de 1,65 mas com um corpo mais típico de uma mulher de trinta e poucos, conquistado na base do suor e da grana.
Quando o Hector ouviu que minha mãe sabia tocar bateria, não teve outra ideia senão pedir pra eu deixar ela tocar uma música com eles pra ver como ela se saía. Eu falei pra ele parar com essa merda, que já tínhamos perdido muito tempo fazendo palhaçada e que estávamos ali pra ensaiar, mas o resto apoiou a brilhante ideia do Hector. E, embora minha mãe tenha ficado meio relutante no começo, bastou um pouco de incentivo do Hector pra ela arrancar as baquetas da minha mão e sentar na bateria pra mostrar pra todos do que era capaz.
Meu pai começou a tocar e o grupo seguiu enquanto eu observava como eles faziam. Tenho que admitir que minha mãe não ia mal, e me surpreendeu pra caralho, porque, embora eu soubesse que ela gostava de música, não fazia ideia de que ela sabia tocar bateria. Minha mãe estava vestida com uma saia meio curta e um top de alcinhas, que iam escorregando pelos ombros dela cada vez que ela batia nos pratos da bateria. Aos poucos, vi as alças da minha mãe deslizarem até cair completamente, deixando os peitos dela quase totalmente expostos, já que ela não usava sutiã. Minha mãe pareceu não perceber, mas meus amigos sim, e, surpresos mas sem parar de tocar, os filhos da puta não falaram nada. Só que não tiravam os olhos das tetas da minha mãe, até que eu gritei bem alto:
"MÃE, PQP, LEVANTA ESSE TOP"
Todo mundo parou de tocar na hora, e minha mãe, percebendo o que estava rolando, levantou o top com uma risadinha.
"Poxa, filho, não precisa gritar, homem. Você interrompeu a música."
"Se quiser, eu deixo você continuar tocando com as tetas de fora, porra", respondi.
"Olha como você é mal-educado. Também não é pra tanto, acho que seus amigos não vão se assustar."
"Claro que não, cara, já Foi sem querer, vamos recomeçar" — apressou-se a dizer o espertinho do Hector.
"Qual é, cara, já encheram o saco pra caralho, agora é ensaiar de verdade" — falei pra eles.
"Porra, mano, como você é chato, deixa sua mãe tocar mais um pouco, pô" — disse o Hector de novo, sendo apoiado por todos os outros.
"Então vão tomar no cu, vou pra minha sala, amanhã se quiserem ensaiar em vez de fazer merda, venham me ver."
Falei isso, virei as costas e vazei da garagem. Tava de saco cheio, sempre a mesma merda, minha mãe enchendo o saco. Tava há 10 minutos no meu quarto quando olhei pela janela e vi que as motos dos meus amigos ainda estavam na porta. Estranhei eles continuarem perdendo tempo com a minha mãe, então desci as escadas e fui pro pátio. De lá, tinha umas janelas que davam pra garagem, de onde dava pra ver o que rolava lá dentro, embora a luz de dentro fizesse com que de fora só se visse o reflexo na janela.
Quando espiei, vi que eles ainda estavam tocando e que minha mãe tinha as tetas quase pra fora do top de novo, porque as alças tinham escorregado pelos ombros dela. Mas dessa vez o Hector tava com o microfone bem perto dela e, enquanto cantava, não parava de olhar pras tetas da minha mãe, que parecia não perceber que elas estavam prestes a pular pra fora do top de vez.
Quando a música acabou, minha mãe pareceu notar o top e arrumou ele de novo, bem na hora que o Hector disse:
"Dona Júlia, posso fazer uma pergunta?"
"Claro que pode, querido, o que foi?"
"É que é meio delicada."
"Te conheço desde que você tinha 6 anos, Hector, pode perguntar o que quiser, homem."
"Tá bom, eu tava pensando se os peitos da senhora são de silicone."
Quase caí de bunda quando ouvi essa pergunta. Que cara de pau, perguntar isso pra minha mãe. Eu nunca tinha falado nada pros meus amigos sobre as... operações da minha mãe, mas esse tipo de pergunta me parecia fora de lugar.
"Sim, sim, são sim. O que foi? Não gostou delas?"
"Sim, sim... é... são lindas, só estava me perguntando se eram naturais."
"Você já apalpou muitos peitos?" — a da minha mãe também não ficava atrás, que tipo de pergunta era aquela pra fazer a um amigo do seu filho?
"Bem, pra ser sincero, alguns" — lá estava a habitual arrogância do meu amigo Hector.
"Puxa, então se quiser pode apalpar os meus pra ver se você já tocou nuns iguais" — a da minha mãe já passava dos limites, eu sabia o que estava por vir, Hector era um sem-vergonha e, diante do olhar incrédulo de Jorge e Javier, se aproximou da minha mãe e agarrou um peito dela com a mão direita.
"Pra ser sincero, nunca apalpei uns assim, são bem duras, sem dúvida estão muito bem colocadas."
Assim que terminou a frase, minha mãe abaixou o top até a cintura, deixando os peitos completamente à vista dos meus amigos, cujos olhos quase saltaram das órbitas.
"Assim você pode apalpar melhor e me dizer o que achou."
Hector não se fez de rogado e esticou as duas mãos, pegando os dois peitos da minha mãe.
Enquanto Hector amassava os peitos da minha mãe, ela fez um sinal para Jorge e Javier se aproximarem e disse:
"Vocês também podem apalpar se quiserem."
Eles largaram os instrumentos e, antes que eu piscasse de novo, agora eram seis mãos amassando os peitos da minha mãe. A imagem me pareceu eterna, embora não deva ter durado mais de dois minutos. Depois, ela se afastou deles e levantou o top novamente. Eu pensei que aquela palhaçada tinha acabado e que minha mãe ia embora, mas nada mais longe da intenção dela.
"Bem, garotos, o que acharam?"
"Geniais."
"Uns peitos incríveis."
"Os melhores peitos que já apalpei na vida."
Minha mãe levantou o top de novo e disse aos meus amigos:
"Fico feliz que tenham gostado. Meu marido sempre diz que gosta, mas eu queria a opinião de outro homem, e claro, não era plano de mostrar pra ele, meu filho"
"Não se preocupe, dona Júlia, é normal que quisesse uma segunda opinião sobre o trabalho do cirurgião"
Sim, claro, eu pensava, minha mãe não quer me mostrar os peitos dela pra perguntar o que achei da operação, mas mostra pros meus melhores amigos e não só isso, deixa eles apalparem à vontade, tipo, a coisa mais normal do mundo.
Eu achava que tinha acabado e ia pro meu quarto, mas antes de me afastar da janelinha da garagem, ouvi o Hector falar pra minha mãe
"Na real, eu também queria fazer uma pergunta, nunca tive coragem de pedir pras minas que eu peguei, então, já que a gente tem intimidade, eu queria..."
"O que você quer, Hector?"
"Bom... queria... que você me dissesse o que acha do meu pau"
Filho da puta do caralho, pensei comigo, como aquele arrombado tinha coragem de insinuar pra minha mãe que queria que ela opinasse sobre o pau dele, mas mais do que isso, o que me fez cair de bunda no chão foi a resposta da minha mãe
"Claro que sim, homem, não se preocupa, você e seus amigos podem mostrar pra mim, não vou me assustar não"
Hector sorriu e começou a desabotoar a calça, Jorge e Javier estavam meio sem graça de novo, mas mais uma vez a decisão do Hector fez meus outros dois amigos seguirem ele e também desabotoarem as calças, que segundos depois estavam na altura dos tornozelos junto com as cuecas.
Rapidamente os paus deles apontaram eretos pra minha mãe, que ficou de boca aberta admirando a ferramenta do Hector, o filho da puta do caralho, eu tinha acabado de cair, ele já tinha contado várias vezes a estratégia dele pra foder, tinha um pau de mais de 20 cm e dizia que quando as minas viam, não conseguiam resistir a provar, por mais frescas que fossem, não acreditava, mas tava com a impressão de que ele queria comer minha mãe, os paus do Jorge e do Javier eram bem mais normais.
"Na real, vocês três têm Umas rolas bem interessantes, embora eu tenha que admitir que a sua, Hector, é um canhão e tanto."
"Muito obrigado, dona Julia, fico feliz que tenha gostado."
"Posso tocar nelas?"
Minha mãe definitivamente tinha se transformado, eu não podia acreditar, mas nem tive tempo de reagir. Ouviu um rápido e firme "Sim" dos meus 3 amigos, e no tempo que eu levei pra piscar, minha mãe já tinha as rolas do Jorge e do Hector nas mãos.
"Tão bem durinhas, faz anos que meu marido não consegue uma ereção igual às de vocês."
Esse elogio foi o suficiente pro desgraçado do Hector se jogar de cabeça na presa dele. Arrancou o top da minha mãe de uma puxada só e, se aproximando dela, começou a lamber os peitos dela. Mamãe tentou timidamente afastá-lo.
"Hector, o que você tá fazendo, isso não..."
Não conseguiu terminar a frase porque o Hector enfiou a língua até a garganta dela, momento que o Javier e o Jorge aproveitaram pra se jogar nos peitos da minha mãe. Sentaram ela no sofá, o Javier sentou do lado esquerdo e o Jorge do direito, enquanto continuavam chupando os respectivos peitos dela. Minha mãe não reagia, e muito menos quando o Hector se ajoelhou na frente dela, puxou a saia e a calcinha pra baixo, tirando pelos tornozelos e jogando tudo no chão da garagem, deixando minha mãe completamente pelada e à disposição deles. Mamãe tentou se levantar, mas o Hector enfiou a cabeça entre as pernas dela e começou a lamber a buceta dela como um cachorrinho sedento bebendo água do pote.
Um gemido escapou da mamãe ao sentir o primeiro contato da língua do meu amigo na buceta dela, e se em algum momento ela teve intenção de parar aquilo, tudo foi esquecido.
"Isso, comam meus peitos, gostosos."
Animados pela minha mãe, o Jorge e o Javier chuparam com ainda mais desespero os peitos dela, como se fossem dois bebês esperando a ração de leite materno. Mamãe apoiou a mão direita na cabeça do Hector e apertou ela contra a buceta dele. A comida que o Hector tava fazendo nela devia ser de Escândalo, ela começou a gemer igual uma louca até gozar entre convulsões.
Hector levantou a cabeça da buceta da minha mãe, o rosto dele estava todo melado dos sucos dela e, sorrindo, disse:
"Isso estava muito mais gostoso que limonada."
Quando minha mãe se recuperou do orgasmo, levantou do sofá e tentou pegar a roupa dela no chão, mas meus 3 amigos aproveitaram para se despir completamente e sentar no sofá.
"Agora é sua vez, Julia."
Claramente, a intimidade tinha aumentado e Hector já não tratava minha mãe como senhora; comer a buceta dela tinha dado confiança suficiente, sem dúvida.
"Tá bom, garotos, vou chupar as picas de vocês, mas temos que tomar cuidado pra meu filho não nos pegar."
Cada frase que saía da boca da minha mãe era como uma facada no meu coração. Como ela podia ser tão puta? Minha mãe largou a roupa no chão de novo e se aproximou do sofá onde meus amigos estavam esperando com as picas apontadas pro céu. Ela se ajoelhou na frente do Hector, que estava no meio, e enfiou o pau dele na boca sem dizer uma palavra.
"Ummmmm, isso aí, Julia, come o teu almoço."
Ao mesmo tempo, ela pegou as picas do Jorge e do Javier e começou a bater uma pra eles devagar. A imagem da janela era grotesca: minha mãe nua e de joelhos com o pau do meu amigo Hector na boca, enquanto batia uma pros outros dois amigos. Da minha posição, dava pra ver perfeitamente como as mãos dela subiam e desciam em volta das picas do Jorge e do Javier, mas não a do Hector. A única coisa que eu via era a cabeça da minha mãe subindo e descendo, suponho que no ritmo que o pau do Hector entrava e saía da boca dela. Além disso, pelos comentários, ela devia estar fazendo o boquete da vida dele.
"Porra, Julia, como você chupa bem, é inacreditável. Se você gosta de braço de gitano recheado de creme, se prepara que aqui tem tudo que você quiser."
Hector falava com minha mãe como se ela fosse uma puta vulgar, e pelo que eu via, era exatamente isso que ela era. mulher decente que eu imaginava não passava de uma puta suja, faminta de pica, sem nenhum pudor em foder meus amigos sabendo que o próprio filho estava em casa.
Meus amigos diziam que ela era uma gostosa, e mamãe sorria enquanto mantinha toda a pica dentro da boca dela.
Mamãe pegou então a pica do Jorge, começou a brincar com ela, segurou pela base com a mão e com a língua subia e descia pela parte externa, ele fechava os olhos e mamãe sorria pra ele enquanto chupava a pica do meu amigo.
Mamãe continuou brincando uma e outra vez com a pica ereta dele até que Jorge implorou pra ela colocar na boca, mamãe não o fez sofrer muito mais e começou a fazer um boquete monumental, aquele instrumento desaparecia dentro da boca da minha mãe até chegar na garganta, e a cabeça de mamãe subia e descia uma e outra vez... de vez em quando tirava da boca pra olhar pra ele e dar um sorriso malicioso.
"Continua, foxy, continua... que você adora chupar ela... como você faz bem..." meu amigo Jorge já tinha perdido toda a vergonha também e mostrava isso pra minha mãe.
"Assim que tinham que ser todos os ensaios, porra, primeiro ensaiar, depois uma limonada e depois um boquete da dona Julia" disse o porco do Hector, e todos riram.
"Eu adoraria, garotos" disse minha mãe tirando a pica do Jorge da boca por um instante, "mas não acho que meu filho ia gostar muito, olha como ele ficou só porque trouxe limonada pra vocês, imagina se eu descer pra chupar as picas de vocês, hahaha"
Maldita foxy, a puta estava se divertindo pra caralho até com a ideia de eu ver ela chupando a pica dos meus amigos, que puta filha da puta eu tinha por mãe.
Continuou um tempão, sem parar, comendo a pica do Jorge, depois veio a vez do Javi, mamãe estava ajoelhada diante da pica do meu amigo, estava ajoelhada na frente da pica dele... olhou pra ela, olhou pra ele... e Javier disparou:
"Chupa ela até o talo."
Mamãe pegou com uma mão e enfiou Pele pra trás, beijo a cabecinha devagar enquanto acaricio ela de cima pra baixo bem devagarinho, masturbando ele, com a outra mão pego nos ovos dele e começo a brincar com eles, suavemente, acariciando também, rodeio a base da cabecinha com dois dedos, estico a língua e passo ela bem devagar pela cabecinha.
A língua da mamãe começou a deslizar pela pica dele, devagarinho, suave mas firme ao mesmo tempo, saboreando ela.
Primeiro de cima pra baixo, os lábios dela roçam a pica do meu amigo, a língua acaricia por baixo e eu vejo a pica do Rodrigo passar entre os lábios da mamãe. A mamãe tá chupando ele desde a cabecinha até os ovos, saboreando tudo.
Ela enfia os ovos do meu amigo Javi na boca, primeiro um, depois o outro, os sons guturais de sucção chegam até meus ouvidos quando a pica do Javier volta a entrar na boca da mamãe, Javier se levantou ao mesmo tempo que segurava a cabeça da minha mãe pra fazer força contra a pica dele, a mamãe nem se importa em se afastar, muito pelo contrário, a puta segura a bunda do meu amigo com força e enfia a pica inteira até a garganta, a mamãe beija a cabecinha dele e eu vejo a pica entrando e saindo da boca da minha mãe.
Javier começa a mover a cabeça da minha mãe pra frente e pra trás com força, ele tava fodendo a boca da minha mãe e naquele exato momento eu ouvi um gemido, som claro de que Javier tava gozando na boca da minha mãe, 2 jatos de um esperma grosso bateram na garganta da minha mãe, outro jato acertou a testa dela.
Hector e Jorge que tavam se punhetando enquanto viam minha mãe chupar a pica do Javi não aguentaram mais e vendo minha mãe engolir o esperma do Javier descarregaram as bolas deles em cima da minha mãe, os peitos dela, a boca, o cabelo ficou coberto de porra, o que entrou na boca dela foi direto pra dentro, a mamãe não fez nenhum nojo de engolir todo o esperma dos meus amigos, aliás, ela fez isso com prazer e gosto enquanto engolia não parava de fazer comentários.
"Delicioso, essa porra é de primeira qualidade"
"Toma, toma, que você vai ver como assim você cresce forte e saudável" disse o idiota do Javier
Os 3 ficaram exaustos e sentaram no sofá enquanto minha mãe, ajoelhada na frente deles, tinha o rosto e o corpo cheios de porra dos meus amigos. Mamãe pegou o top e limpou o rosto com ele.
Então mamãe sorriu, eu não entendia por que até ver o que ela observava: meus amigos estavam no sofá com os paus duros de novo, prontos pra guerra.
"Juventude, divino tesouro" disse minha mãe
"Agora vem a melhor parte, Julia, antes de irmos comer, vamos foder ela bem gostoso"
"Não vai sobrar um buraco sem encher"
"Sobe aqui e você vai ver o que é ter uma rola bem dentro" disse o Hector, enquanto segurava o próprio pau e pedia pros meus amigos abrirem espaço no sofá.
"Olha que você é um safado, Hector, mas uma fodida rápida, que meu filho pode estranhar vocês não terem ido embora e descer"
"Esquece o seu filho, certeza que ele tá batendo uma no computador ou jogando Space Invaders enquanto a gente fode a mãe dele. Não é à toa que ele pega tão pouca mulher, é mais travado que maionese" disse o filho da puta do Hector
"Bem diferente de vocês, pelo que vejo" disse minha mãe, virando de costas e abrindo as pernas o máximo que podia. Ela pegou a ponta do pau dele com os dedos e orientou pra dentro da buceta dela, primeiro passou pra cima e pra baixo nos lábios vaginais, e o corpo de mamãe tremia com aquela sensação gostosa que ela não conseguia parar. De uma vez, ela sentou em cima do Hector, sentindo o pau dele entrar centímetro por centímetro dentro dela.
"Aaaaaaah, Deus, que delícia" gemeu mamãe.
Ela começou a cavalgar no pau do meu amigo, vendo ele desaparecer dentro da bucetinha de mamãe. Parecia incrível que aquilo entrasse com tanta facilidade, mas mamãe estava tão tesuda e tão molhada que entrava tudo. Hector apertava os peitos dela enquanto a pélvis dele se movia pra trás e depois apertava, tentando atravessar mamãe com o pau. furadeira.
"Toma, toma, toma, até o fundo e além, hahaha" – repetia sem parar o Héctor enquanto metia na minha mãe.
Jorge e Javier torciam sem parar e se masturbavam na frente da minha mãe, o Héctor continuava fodendo com maestria, mostrando que o que ele tinha dito não era blefe, sem dúvida ele já tinha visto muitos peitos e comido um monte de mulher, o corpo todo dele se arqueava, ele se jogava pra trás pra enfiar de novo com força na minha mãe.
"Siim, siim, me fode, me fode" – gritava a puta da minha mãe sem se importar que eu pudesse ouvir.
Mamãe não aguentou mais e, com uns resmungos fortes, gozou no meio de gemidos e suspiros.
"Uffffff, uffffff, uauuuu, você é um garanhão mesmo, Hectitor" – resmungava mamãe enquanto meu amigo enfiava até as entranhas dela.
Eu olhava do jardim e via o pau do meu amigo sumir dentro da buceta da minha mãe.
"Porra, como você fode bem, Júlia, é incrível, que puta mãe o seu filho tem em casa"
Héctor pediu pra ela parar porque naquele ritmo ele ia gozar de novo, mamãe, que estava quicando sem parar no pau do Héctor, parou e, olhando pro Jorge e pro Javier, disse:
"Quem é o próximo?"
A putinha queria comer todos eles, e Jorge e Javier brigavam pra ver quem seria o próximo a encher a buceta da minha mãe com o pau, como se fosse um peru de Natal.
Héctor falou: "Não briguem, putaria, que a Júlia tem de sobra pra todo mundo"
Sem perder tempo, Jorge sentou no sofá e, igual tinha feito com o Héctor, mamãe enfiou de uma só vez o pau do meu amigo até o fundo da alma dela.
"Não para, não para, que ela não se satisfaz" – repetia o Héctor pro Jorge, que estava debaixo da minha mãe metendo toda a mangueira de carne dele.
Javier tirou o pau da minha mãe e deixou o lugar pro Jorge, o único que ainda não tinha enfiado o pau na buceta dela.
Ele também meteu até o fundo da buceta, os sucos dela permitiram a passagem da bunda dela sem a menor dificuldade.
Jorge jogou a mamãe no sofá, se deitou sobre ela e enfiou a língua na boca dela enquanto brincava com os peitos dela e metia dentro da buceta dela uma e outra vez.
O segundo orgasmo foi incontrolável. Os gemidos dela pareciam deixá-lo ainda mais tarado, então cada vez que a mamãe gritava de prazer, Jorge acelerava os quadris e enfiava na buceta da mamãe como um verdadeiro touro de briga.
Jorge então apontou a vara dele na xota da mamãe, ajudado pelas mãos, e enfiou de novo. A mamãe devia sentir as bolas inchadas dele nas nádegas dela. Naquela posição, a penetração era mais funda, e ela devia sentir a vara dele preenchendo ela por completo.
Ela cavalgou um pouco em cima do Jorge, depois se levantou, deixando ele de pau duro, e ficou de quatro no chão da sala, em cima de um tapete que a gente tem. Virou a cabeça e, olhando pros meus 3 amigos, disse:
"Tão esperando o quê pra foder a sua putinha?"
O Héctor não fez ela esperar e se ajoelhou atrás da minha mãe, mas quando disse:
"Fica tranquila que vou meter no teu cu até te encher com o leite das minhas bolas"
A mamãe pareceu se assustar, pelo visto não era isso que ela queria, e disse pra ele meter na buceta de novo, mas o Héctor não tava disposto a perder a chance de foder minha mãe em todos os buracos. Mesmo a mamãe dizendo que meu pai só tinha dado o cu pra ela uma vez, o filho da puta do Héctor achou que já era hora do cu dela provar uma pica nova.
A putinha acabou aceitando que meu amigo Héctor enfiasse no cu dela como a puta que era. O Héctor primeiro enfiou um dedo, depois dois e até três, o que fez o cu da mamãe dilatar rapidinho.
Depois, colocou a cabeça da pica entre as nádegas dela e começou a forçar a entrada devagar, até que a cabeça do membro enorme dele entrou por completo.
A mamãe gritava, a dor devia ser aguda, mas aos poucos o esfíncter dela foi relaxando, até se transformar Essa dor era um prazer que só aumentava, Hécto continuou enfiando só a ponta enquanto segurava ela pela cintura.
Eu continuava parado na janela, sem acreditar no que via. Meus amigos não só estavam comendo ela, mas agora iam comer o cu da minha mãe. Em poucas horas, minha mãe tinha passado de servir limonada e biscoitos pros amigos do filho a dar a buceta e o cu pra eles. Hécto continuava apertando pra que, centímetro por centímetro, o pau dele fosse entrando no cu da minha mãe.
Hécto mandou:
"Bem, Julia, agora você vai ver como entra tudo nesse rabo"
Ele agarrou ela forte pelo cabelo, puxou pra trás e, de uma vez, enfiou o pau todo no cu dela. As costas dela se arqueavam e os quadris se mexiam no ritmo pra receber aquela vara atrás.
Mamãe parecia fora de si e repetia:
"Continua, filho da puta, continua, arrebenta meu cu, parte ele no meio, fode meu cu o quanto você quiser"
Ele seguia as instruções da mamãe e não parava de bombar enquanto puxava o cabelo dela.
"Se você é uma puta, tem que se comportar como tal, então começa a latir, putinha"
O filho da puta não se contentava em comer o cu da mãe, também queria humilhar ela, deixar ela à disposição dele, e o pior é que ela aceitou de boa.
"Au, au" — começou a latir minha mãe, como se fosse uma puta montada pelo macho dela.
"Mais alto, putinha, mais alto, hahaha, late enquanto sente meu pau entrando no seu cu"
Hécto apertava os peitos da minha mãe enquanto metia uma e outra vez no cu dela, cada vez com mais força. Da minha posição na janela, dava pra ver as bolas do meu amigo batendo na buceta dela toda vez que ele enfiava a vara até o fundo das entranhas dela. A posição foi aproveitada pelo Javier, que se colocou na frente da minha mãe na mesma posição que Hécto, mas, diferente dele, o pau duro dele não apontava pro cu dela, e sim pra boca dela.
Hécto segurou com uma mão enquanto chupava uma teta, com a outra mão começava a dar tapas fortes na bunda dela, enquanto dizia:
"Vai, vagabunda, come o teu osso"
Mais uma vez, mamãe obedeceu como uma puta e se jogou na pica do Javier, que, graças às investidas que o Hector dava no cu da minha mãe, ela era obrigada a enfiar a pica do Javier na boca. Assim, cada vez que o Hector metia no cu dela, a pica do Javier sumia dentro da boca da minha mãe, devia chegar até a campainha, porque várias vezes o nariz dela bateu no pelo pubiano do meu amigo e as bolas dele batiam no queixo dela.
A cena era dantesca, mamãe estava de quatro, com uma pica no cu e outra na boca, enquanto meu amigo Jorge se masturbava vendo a cena. As tetas de silicone da minha mãe, que tinham causado toda aquela situação, continuavam firmes, sem se mexer, apesar das investidas que ela estava sofrendo por parte dos meus amigos.
Jorge e Javier, para não ficarem por baixo, quiseram provar daquela iguaria e, um por um, acabaram de destruir o cu dela com suas picas.
Mais uma vez, e diretamente na minha frente, Jorge comeu minha mãe, enquanto ela se lambia de prazer com a enrabada que estava levando, e a porca não tirava os olhos dos olhos do Hector e do Javier, que olhavam enquanto Javier enterrava todos os centímetros da pica dele no cu dela.
Mamãe pediu para Javier se aproximar, e ele fez isso de bom grado. Mamãe se deitou sobre o púbis do Javier e começou a chupar a pica dele de novo. A puta só tirava a pica da boca para dizer ao meu amigo o que achava do membro dele. Ela disse que ele tinha uma pica linda, que as três eram muito maiores que a do meu pai, que as bolas dele eram grandes e muito duras.
Mamãe segurou a pica dele com uma das mãos e lambeu os ovos dele por baixo.
Ela enfiou as bolas do meu amigo na boca e começou a chupá-las e lambê-las com vontade, como se fossem umas bolas de sorvete suculentas. tratava, mas não era sorvete, eram as bolas de um amigo do filho dela, embora pra ela tanto fazia.
Javier se arrepiava de prazer. Depois a ponta da língua começou a brincar com o freio e a glande dele. Em seguida, mamãe enfiava ele inteiro na boca, acomodando a cabecinha na garganta.
Mamãe estava chupando a pica do Javier por completo, todo o tronco, a glande, a cabecinha, lambia a pica dele com toda a vontade. Minha mãe olhou pro Hector enquanto continuava com a pica do Jorge e a do Javier no cu e disse pra ele se deitar debaixo dela.
Hector pareceu não entender, então minha mãe explicou tudo do jeito mais claro que sabia, a puta.
"É sim, entra debaixo de mim e mete no meu xereca enquanto eu continuo mamando o Javi e o Jorge enfia no meu cu. Só fiz dupla penetração duas vezes e faz muitos anos, mas com certeza ainda dou conta, hahaha"
Minha mãe puta não só estava adorando que meus amigos comiam ela em todos os buracos, como também acabava de admitir que já tinha fodido com vários caras outra vez, isso considerando que ela sempre se gabava de ter chegado virgem ao casamento era outra grande surpresa pra mim sobre a verdadeira mulher que eu tinha como mãe.
Hector não se fez de rogado e se posicionou debaixo da minha mãe, Jorge tirou a pica do cu dela pra facilitar a manobra pro Hector, mamãe montou em cima do Hector e então tomou as rédeas, cavalgou em cima do meu amigo como uma puta desenfreada, tirava e enfiava a pica do Hector sem precisar ajeitar com a mão, pude ver como Jorge colocou as mãos nas costas dela e jogou mamãe pra frente, mamãe levantou um pouco pra pica do Hector ficar só com a cabeça pra dentro e Jorge começou a enfiar a cabeça da dele, fizeram uma pausa e, como um movimento ensaiado, os dois foram enfiando os paus dentro da minha mãe, que devia sentir cada centímetro entrando até que pararam.
Os dois já estavam completamente dentro, vi o rosto deles e por um momento me pareceu que tanto Jorge quanto Héctar estavam me olhando, embora eu soubesse que era impossível me verem da posição deles. Sorriram e começaram a meter, viraram umas feras selvagens, metiam com tudo e batiam na bunda dela enquanto a penetravam.
Fodiam minha mãe com tanta força que ela mal conseguia manter a pica do Javier na boca, que escapava a toda hora, o que irritava Javier.
"Porra, mete mais devagar nela, senão não tem como ela me chupar direito"
O ritmo diminuiu de intensidade e de novo Javier colocou a glande bem na altura dos olhos da mamãe, abaixou até encostar nos lábios dela, num sinal claro pra minha mãe fazer um bom boquete enquanto ele esperava a vez de enfiar a pica na buceta dela. Mamãe lambeu, passando a língua por baixo, depois pegou com os lábios, meteu na boca chupando a glande como se fosse um doce.
Ficaram assim uns dois minutos até que, pelos gemidos, tanto eu quanto minha mãe entendemos o que estava por vir, mas parecia que mamãe não queria que gozassem dentro dela e disse:
"Vocês não podem gozar dentro, não tomo pílula e, mesmo tendo uma certa idade, pode acontecer alguma coisa e não ia dar um irmãozinho pro filho de vocês, né, hahaha"... a putinha estava se divertindo pra caralho com meus amigos.
Os três saíram dos buracos da minha mãe, obedecendo, e sentaram de novo no sofá. Minha mãe se aproximou, pegou os membros deles com as mãos e chupou, depois meteu na boca, lambendo as glandes como se fossem pirulitos.
"Vocês não podem gozar dentro da bucetinha, mas por aqui sim"... disse safada, enquanto enfiava um dedo na boca e lambia de forma provocante, deixando claro pros meus amigos que tinham permissão pra descarregar a porra das bolas na boca dela. da mãe.
Jorge e Javier começaram a agitar suas pirocas com fúria, apontando pra boca da mãe, mas Heitor, que como sempre não conseguia ficar de boca fechada, também falou:
"Se prepare pra tomar uma boa tigela de porra, dona Júlia"... e também começou a se punhetar rapidamente. Tudo terminou em menos de um minuto.
As glandes deles começaram a cuspir porra na garganta da minha mãe, os jatos de sêmen eram grossos e muito abundantes. Enquanto a porra saía, mamãe ia engolindo com gosto, exceto os dois últimos jatos — não menos volumosos — que ela saboreou um pouco antes de engolir, olhando nos olhos deles de forma lasciva e apertando os ovos dos meus amigos com as mãos, pra ordenhar até as últimas gotas do elixir branco deles.
Ela mostrou a gozada dentro da boca e engoliu tudo de uma vez. Mamãe disse que tinha sido um prazer se tornar uma das groupies deles. Heitor contou que, na verdade, ela era a primeira tia que eles comiam juntos, o grupo todo — obviamente, eu não estava incluído.
"Puxa, que legal, fico feliz em ser a primeira. Com certeza podemos repetir mais vezes. Serei a groupie de honra de vocês, hahaha."
Eu vazei do jardim e entrei em casa em estado de choque. Não queria ver aqueles filhos da puta saindo da minha casa, mas eles não saíram pela garagem, e sim por cima. Então, quando entraram na sala, me viram sentado no sofá, imóvel e pálido. Os filhos da puta vieram como se nada tivesse acontecido, e minha mãe atrás deles, com a roupa amassada.
"Bom, mano, a gente já vai. Sua mãe nos deu uma lição e tanto. Ela é uma expert com as 'baquetas'."
"É, cara, ela é nossa maior 'fã'. E você tinha que ver como ela manuseia os pratos com as mãos."
"Amanhã a gente se vê de novo pro ensaio. Não enche o saco e deixa sua mãe vir com a gente sempre que ela quiser. É um prazer pra nós 'tocar' com ela."
Os filhos da puta ainda se achavam engraçados e falavam com segundas intenções. E a puta da minha mãe não ficava atrás. Filho, você devia ter me avisado como seus amigos são bem "dotados" pra música, são uns campeões, podia passar o dia inteiro "ensaiando" com eles".
Pouco depois eles vazaram e me deixaram sozinho em casa com a minha mãe, eu subi pro meu quarto sem conseguir olhar nos olhos dela, pra minha desgraça aquilo tinha sido só o começo da descoberta da minha verdadeira mãe, a música amansa as feras mas nesse caso meu grupo de música tinha despertado uma autêntica fera, uma autêntica puta.
A banda é formada por Hector, que é o vocalista, Javier, o guitarrista, Jorge no baixo e eu, que me chamo Marcos, na bateria. Normalmente ensaiávamos num estúdio alugado, mas como o sucesso da banda não era o que esperávamos, decidimos mudar pra garagem da minha casa, onde moro com meus pais e onde tínhamos espaço suficiente, além de ser de graça.
Nós quatro tínhamos entre 19 e 21 anos, e embora a banda não desse quase nenhum lucro, a gente tinha descoberto um filão: ajudava a gente a se enturmar com as minas e, principalmente, a pegar mais gente, principalmente eu, que antes de começar a banda não comia ninguém.
Essa história aconteceu num sábado de manhã, que era, junto com o domingo, o dia em que a gente podia se encontrar pra ensaiar. A gente já estava tocando uns 40 minutos quando minha mãe entrou na garagem com uns copos de limonada e uns biscoitos. Minha mãe sempre fazia a mesma coisa e sempre me tirava do sério, me tratava como se eu tivesse 11 anos e interromper o ensaio pra trazer limonada e biscoitos era típico dela. Essa era uma das razões pelas quais eu era a favor de continuar pagando o estúdio de ensaio em vez de ter mudado pra minha casa. Eu sabia que minha mãe ia ficar por ali enchendo o saco a todo momento, e embora isso me irritasse, não parecia incomodar meus amigos, que até acharam engraçado ela trazer limonada e não perderam a chance de zoar comigo. um pouco sobre o assunto.
"Tem que ver como sua mãe se preocupa com você, hein Marcos"
"É, olha como ela trouxe o almoço pra você não passar fome"
Minha mãe disse que esperava não ter atrapalhado e que achou que era um bom momento pra fazer uma pausa e recarregar as energias. Meus amigos acharam a ideia ótima e decidiram pegar a limonada e os biscoitos. Minha mãe começou a perguntar como eles estavam, se iam bem nos estudos e aquele tipo de pergunta besta que uma mãe faz pros amigos do filho.
Minha mãe disse pra eles que quando era mais nova sempre quis ter uma banda, mas que apesar de saber tocar bateria nunca tinha se arriscado a formar uma. Além disso, ela falava que naquela época era outra história e não tinha muitos grupos formados por mulheres. A verdade é que, mesmo minha mãe não parecendo, já tinha seus bons 45 anos. E se digo que não parecia, é porque, graças ao trabalho do meu pai, ela sempre conseguiu levar uma vida tranquila e parou de trabalhar pouco depois de se casar, exatamente quando engravidou de mim. Meu pai é piloto comercial de uma companhia aérea famosa do país, e o salário dele era mais que suficiente pra nós três vivermos muito bem, então minha mãe, depois de largar o emprego por causa da minha gravidez, nunca mais voltou a trabalhar.
Por isso, ela tinha tempo de sobra pra se dedicar a si mesma: ir pra academia todo dia, passar creme no corpo inteiro e até tinha feito uma lipoaspiração uns 5 anos atrás e um implante de peito há apenas 2 anos. Isso sempre me pareceu uma puta besteira, porque eu não via sentido numa mulher da idade dela, casada há mais de 20 anos, colocar umas tetas de silicone mais próprias de uma gostosa de 25. Mas minha mãe sempre dizia que gostava de se sentir bonita e desejada, embora naquela época eu não fizesse ideia do quanto ela gostava de ser desejada.
Então, graças à vida que ela levou, era uma mulher tipicamente espanhola, morena de cabelo comprido, media pouco mais de 1,65 mas com um corpo mais típico de uma mulher de trinta e poucos, conquistado na base do suor e da grana.
Quando o Hector ouviu que minha mãe sabia tocar bateria, não teve outra ideia senão pedir pra eu deixar ela tocar uma música com eles pra ver como ela se saía. Eu falei pra ele parar com essa merda, que já tínhamos perdido muito tempo fazendo palhaçada e que estávamos ali pra ensaiar, mas o resto apoiou a brilhante ideia do Hector. E, embora minha mãe tenha ficado meio relutante no começo, bastou um pouco de incentivo do Hector pra ela arrancar as baquetas da minha mão e sentar na bateria pra mostrar pra todos do que era capaz.
Meu pai começou a tocar e o grupo seguiu enquanto eu observava como eles faziam. Tenho que admitir que minha mãe não ia mal, e me surpreendeu pra caralho, porque, embora eu soubesse que ela gostava de música, não fazia ideia de que ela sabia tocar bateria. Minha mãe estava vestida com uma saia meio curta e um top de alcinhas, que iam escorregando pelos ombros dela cada vez que ela batia nos pratos da bateria. Aos poucos, vi as alças da minha mãe deslizarem até cair completamente, deixando os peitos dela quase totalmente expostos, já que ela não usava sutiã. Minha mãe pareceu não perceber, mas meus amigos sim, e, surpresos mas sem parar de tocar, os filhos da puta não falaram nada. Só que não tiravam os olhos das tetas da minha mãe, até que eu gritei bem alto:
"MÃE, PQP, LEVANTA ESSE TOP"
Todo mundo parou de tocar na hora, e minha mãe, percebendo o que estava rolando, levantou o top com uma risadinha.
"Poxa, filho, não precisa gritar, homem. Você interrompeu a música."
"Se quiser, eu deixo você continuar tocando com as tetas de fora, porra", respondi.
"Olha como você é mal-educado. Também não é pra tanto, acho que seus amigos não vão se assustar."
"Claro que não, cara, já Foi sem querer, vamos recomeçar" — apressou-se a dizer o espertinho do Hector.
"Qual é, cara, já encheram o saco pra caralho, agora é ensaiar de verdade" — falei pra eles.
"Porra, mano, como você é chato, deixa sua mãe tocar mais um pouco, pô" — disse o Hector de novo, sendo apoiado por todos os outros.
"Então vão tomar no cu, vou pra minha sala, amanhã se quiserem ensaiar em vez de fazer merda, venham me ver."
Falei isso, virei as costas e vazei da garagem. Tava de saco cheio, sempre a mesma merda, minha mãe enchendo o saco. Tava há 10 minutos no meu quarto quando olhei pela janela e vi que as motos dos meus amigos ainda estavam na porta. Estranhei eles continuarem perdendo tempo com a minha mãe, então desci as escadas e fui pro pátio. De lá, tinha umas janelas que davam pra garagem, de onde dava pra ver o que rolava lá dentro, embora a luz de dentro fizesse com que de fora só se visse o reflexo na janela.
Quando espiei, vi que eles ainda estavam tocando e que minha mãe tinha as tetas quase pra fora do top de novo, porque as alças tinham escorregado pelos ombros dela. Mas dessa vez o Hector tava com o microfone bem perto dela e, enquanto cantava, não parava de olhar pras tetas da minha mãe, que parecia não perceber que elas estavam prestes a pular pra fora do top de vez.
Quando a música acabou, minha mãe pareceu notar o top e arrumou ele de novo, bem na hora que o Hector disse:
"Dona Júlia, posso fazer uma pergunta?"
"Claro que pode, querido, o que foi?"
"É que é meio delicada."
"Te conheço desde que você tinha 6 anos, Hector, pode perguntar o que quiser, homem."
"Tá bom, eu tava pensando se os peitos da senhora são de silicone."
Quase caí de bunda quando ouvi essa pergunta. Que cara de pau, perguntar isso pra minha mãe. Eu nunca tinha falado nada pros meus amigos sobre as... operações da minha mãe, mas esse tipo de pergunta me parecia fora de lugar.
"Sim, sim, são sim. O que foi? Não gostou delas?"
"Sim, sim... é... são lindas, só estava me perguntando se eram naturais."
"Você já apalpou muitos peitos?" — a da minha mãe também não ficava atrás, que tipo de pergunta era aquela pra fazer a um amigo do seu filho?
"Bem, pra ser sincero, alguns" — lá estava a habitual arrogância do meu amigo Hector.
"Puxa, então se quiser pode apalpar os meus pra ver se você já tocou nuns iguais" — a da minha mãe já passava dos limites, eu sabia o que estava por vir, Hector era um sem-vergonha e, diante do olhar incrédulo de Jorge e Javier, se aproximou da minha mãe e agarrou um peito dela com a mão direita.
"Pra ser sincero, nunca apalpei uns assim, são bem duras, sem dúvida estão muito bem colocadas."
Assim que terminou a frase, minha mãe abaixou o top até a cintura, deixando os peitos completamente à vista dos meus amigos, cujos olhos quase saltaram das órbitas.
"Assim você pode apalpar melhor e me dizer o que achou."
Hector não se fez de rogado e esticou as duas mãos, pegando os dois peitos da minha mãe.
Enquanto Hector amassava os peitos da minha mãe, ela fez um sinal para Jorge e Javier se aproximarem e disse:
"Vocês também podem apalpar se quiserem."
Eles largaram os instrumentos e, antes que eu piscasse de novo, agora eram seis mãos amassando os peitos da minha mãe. A imagem me pareceu eterna, embora não deva ter durado mais de dois minutos. Depois, ela se afastou deles e levantou o top novamente. Eu pensei que aquela palhaçada tinha acabado e que minha mãe ia embora, mas nada mais longe da intenção dela.
"Bem, garotos, o que acharam?"
"Geniais."
"Uns peitos incríveis."
"Os melhores peitos que já apalpei na vida."
Minha mãe levantou o top de novo e disse aos meus amigos:
"Fico feliz que tenham gostado. Meu marido sempre diz que gosta, mas eu queria a opinião de outro homem, e claro, não era plano de mostrar pra ele, meu filho"
"Não se preocupe, dona Júlia, é normal que quisesse uma segunda opinião sobre o trabalho do cirurgião"
Sim, claro, eu pensava, minha mãe não quer me mostrar os peitos dela pra perguntar o que achei da operação, mas mostra pros meus melhores amigos e não só isso, deixa eles apalparem à vontade, tipo, a coisa mais normal do mundo.
Eu achava que tinha acabado e ia pro meu quarto, mas antes de me afastar da janelinha da garagem, ouvi o Hector falar pra minha mãe
"Na real, eu também queria fazer uma pergunta, nunca tive coragem de pedir pras minas que eu peguei, então, já que a gente tem intimidade, eu queria..."
"O que você quer, Hector?"
"Bom... queria... que você me dissesse o que acha do meu pau"
Filho da puta do caralho, pensei comigo, como aquele arrombado tinha coragem de insinuar pra minha mãe que queria que ela opinasse sobre o pau dele, mas mais do que isso, o que me fez cair de bunda no chão foi a resposta da minha mãe
"Claro que sim, homem, não se preocupa, você e seus amigos podem mostrar pra mim, não vou me assustar não"
Hector sorriu e começou a desabotoar a calça, Jorge e Javier estavam meio sem graça de novo, mas mais uma vez a decisão do Hector fez meus outros dois amigos seguirem ele e também desabotoarem as calças, que segundos depois estavam na altura dos tornozelos junto com as cuecas.
Rapidamente os paus deles apontaram eretos pra minha mãe, que ficou de boca aberta admirando a ferramenta do Hector, o filho da puta do caralho, eu tinha acabado de cair, ele já tinha contado várias vezes a estratégia dele pra foder, tinha um pau de mais de 20 cm e dizia que quando as minas viam, não conseguiam resistir a provar, por mais frescas que fossem, não acreditava, mas tava com a impressão de que ele queria comer minha mãe, os paus do Jorge e do Javier eram bem mais normais.
"Na real, vocês três têm Umas rolas bem interessantes, embora eu tenha que admitir que a sua, Hector, é um canhão e tanto."
"Muito obrigado, dona Julia, fico feliz que tenha gostado."
"Posso tocar nelas?"
Minha mãe definitivamente tinha se transformado, eu não podia acreditar, mas nem tive tempo de reagir. Ouviu um rápido e firme "Sim" dos meus 3 amigos, e no tempo que eu levei pra piscar, minha mãe já tinha as rolas do Jorge e do Hector nas mãos.
"Tão bem durinhas, faz anos que meu marido não consegue uma ereção igual às de vocês."
Esse elogio foi o suficiente pro desgraçado do Hector se jogar de cabeça na presa dele. Arrancou o top da minha mãe de uma puxada só e, se aproximando dela, começou a lamber os peitos dela. Mamãe tentou timidamente afastá-lo.
"Hector, o que você tá fazendo, isso não..."
Não conseguiu terminar a frase porque o Hector enfiou a língua até a garganta dela, momento que o Javier e o Jorge aproveitaram pra se jogar nos peitos da minha mãe. Sentaram ela no sofá, o Javier sentou do lado esquerdo e o Jorge do direito, enquanto continuavam chupando os respectivos peitos dela. Minha mãe não reagia, e muito menos quando o Hector se ajoelhou na frente dela, puxou a saia e a calcinha pra baixo, tirando pelos tornozelos e jogando tudo no chão da garagem, deixando minha mãe completamente pelada e à disposição deles. Mamãe tentou se levantar, mas o Hector enfiou a cabeça entre as pernas dela e começou a lamber a buceta dela como um cachorrinho sedento bebendo água do pote.
Um gemido escapou da mamãe ao sentir o primeiro contato da língua do meu amigo na buceta dela, e se em algum momento ela teve intenção de parar aquilo, tudo foi esquecido.
"Isso, comam meus peitos, gostosos."
Animados pela minha mãe, o Jorge e o Javier chuparam com ainda mais desespero os peitos dela, como se fossem dois bebês esperando a ração de leite materno. Mamãe apoiou a mão direita na cabeça do Hector e apertou ela contra a buceta dele. A comida que o Hector tava fazendo nela devia ser de Escândalo, ela começou a gemer igual uma louca até gozar entre convulsões.
Hector levantou a cabeça da buceta da minha mãe, o rosto dele estava todo melado dos sucos dela e, sorrindo, disse:
"Isso estava muito mais gostoso que limonada."
Quando minha mãe se recuperou do orgasmo, levantou do sofá e tentou pegar a roupa dela no chão, mas meus 3 amigos aproveitaram para se despir completamente e sentar no sofá.
"Agora é sua vez, Julia."
Claramente, a intimidade tinha aumentado e Hector já não tratava minha mãe como senhora; comer a buceta dela tinha dado confiança suficiente, sem dúvida.
"Tá bom, garotos, vou chupar as picas de vocês, mas temos que tomar cuidado pra meu filho não nos pegar."
Cada frase que saía da boca da minha mãe era como uma facada no meu coração. Como ela podia ser tão puta? Minha mãe largou a roupa no chão de novo e se aproximou do sofá onde meus amigos estavam esperando com as picas apontadas pro céu. Ela se ajoelhou na frente do Hector, que estava no meio, e enfiou o pau dele na boca sem dizer uma palavra.
"Ummmmm, isso aí, Julia, come o teu almoço."
Ao mesmo tempo, ela pegou as picas do Jorge e do Javier e começou a bater uma pra eles devagar. A imagem da janela era grotesca: minha mãe nua e de joelhos com o pau do meu amigo Hector na boca, enquanto batia uma pros outros dois amigos. Da minha posição, dava pra ver perfeitamente como as mãos dela subiam e desciam em volta das picas do Jorge e do Javier, mas não a do Hector. A única coisa que eu via era a cabeça da minha mãe subindo e descendo, suponho que no ritmo que o pau do Hector entrava e saía da boca dela. Além disso, pelos comentários, ela devia estar fazendo o boquete da vida dele.
"Porra, Julia, como você chupa bem, é inacreditável. Se você gosta de braço de gitano recheado de creme, se prepara que aqui tem tudo que você quiser."
Hector falava com minha mãe como se ela fosse uma puta vulgar, e pelo que eu via, era exatamente isso que ela era. mulher decente que eu imaginava não passava de uma puta suja, faminta de pica, sem nenhum pudor em foder meus amigos sabendo que o próprio filho estava em casa.
Meus amigos diziam que ela era uma gostosa, e mamãe sorria enquanto mantinha toda a pica dentro da boca dela.
Mamãe pegou então a pica do Jorge, começou a brincar com ela, segurou pela base com a mão e com a língua subia e descia pela parte externa, ele fechava os olhos e mamãe sorria pra ele enquanto chupava a pica do meu amigo.
Mamãe continuou brincando uma e outra vez com a pica ereta dele até que Jorge implorou pra ela colocar na boca, mamãe não o fez sofrer muito mais e começou a fazer um boquete monumental, aquele instrumento desaparecia dentro da boca da minha mãe até chegar na garganta, e a cabeça de mamãe subia e descia uma e outra vez... de vez em quando tirava da boca pra olhar pra ele e dar um sorriso malicioso.
"Continua, foxy, continua... que você adora chupar ela... como você faz bem..." meu amigo Jorge já tinha perdido toda a vergonha também e mostrava isso pra minha mãe.
"Assim que tinham que ser todos os ensaios, porra, primeiro ensaiar, depois uma limonada e depois um boquete da dona Julia" disse o porco do Hector, e todos riram.
"Eu adoraria, garotos" disse minha mãe tirando a pica do Jorge da boca por um instante, "mas não acho que meu filho ia gostar muito, olha como ele ficou só porque trouxe limonada pra vocês, imagina se eu descer pra chupar as picas de vocês, hahaha"
Maldita foxy, a puta estava se divertindo pra caralho até com a ideia de eu ver ela chupando a pica dos meus amigos, que puta filha da puta eu tinha por mãe.
Continuou um tempão, sem parar, comendo a pica do Jorge, depois veio a vez do Javi, mamãe estava ajoelhada diante da pica do meu amigo, estava ajoelhada na frente da pica dele... olhou pra ela, olhou pra ele... e Javier disparou:
"Chupa ela até o talo."
Mamãe pegou com uma mão e enfiou Pele pra trás, beijo a cabecinha devagar enquanto acaricio ela de cima pra baixo bem devagarinho, masturbando ele, com a outra mão pego nos ovos dele e começo a brincar com eles, suavemente, acariciando também, rodeio a base da cabecinha com dois dedos, estico a língua e passo ela bem devagar pela cabecinha.
A língua da mamãe começou a deslizar pela pica dele, devagarinho, suave mas firme ao mesmo tempo, saboreando ela.
Primeiro de cima pra baixo, os lábios dela roçam a pica do meu amigo, a língua acaricia por baixo e eu vejo a pica do Rodrigo passar entre os lábios da mamãe. A mamãe tá chupando ele desde a cabecinha até os ovos, saboreando tudo.
Ela enfia os ovos do meu amigo Javi na boca, primeiro um, depois o outro, os sons guturais de sucção chegam até meus ouvidos quando a pica do Javier volta a entrar na boca da mamãe, Javier se levantou ao mesmo tempo que segurava a cabeça da minha mãe pra fazer força contra a pica dele, a mamãe nem se importa em se afastar, muito pelo contrário, a puta segura a bunda do meu amigo com força e enfia a pica inteira até a garganta, a mamãe beija a cabecinha dele e eu vejo a pica entrando e saindo da boca da minha mãe.
Javier começa a mover a cabeça da minha mãe pra frente e pra trás com força, ele tava fodendo a boca da minha mãe e naquele exato momento eu ouvi um gemido, som claro de que Javier tava gozando na boca da minha mãe, 2 jatos de um esperma grosso bateram na garganta da minha mãe, outro jato acertou a testa dela.
Hector e Jorge que tavam se punhetando enquanto viam minha mãe chupar a pica do Javi não aguentaram mais e vendo minha mãe engolir o esperma do Javier descarregaram as bolas deles em cima da minha mãe, os peitos dela, a boca, o cabelo ficou coberto de porra, o que entrou na boca dela foi direto pra dentro, a mamãe não fez nenhum nojo de engolir todo o esperma dos meus amigos, aliás, ela fez isso com prazer e gosto enquanto engolia não parava de fazer comentários.
"Delicioso, essa porra é de primeira qualidade"
"Toma, toma, que você vai ver como assim você cresce forte e saudável" disse o idiota do Javier
Os 3 ficaram exaustos e sentaram no sofá enquanto minha mãe, ajoelhada na frente deles, tinha o rosto e o corpo cheios de porra dos meus amigos. Mamãe pegou o top e limpou o rosto com ele.
Então mamãe sorriu, eu não entendia por que até ver o que ela observava: meus amigos estavam no sofá com os paus duros de novo, prontos pra guerra.
"Juventude, divino tesouro" disse minha mãe
"Agora vem a melhor parte, Julia, antes de irmos comer, vamos foder ela bem gostoso"
"Não vai sobrar um buraco sem encher"
"Sobe aqui e você vai ver o que é ter uma rola bem dentro" disse o Hector, enquanto segurava o próprio pau e pedia pros meus amigos abrirem espaço no sofá.
"Olha que você é um safado, Hector, mas uma fodida rápida, que meu filho pode estranhar vocês não terem ido embora e descer"
"Esquece o seu filho, certeza que ele tá batendo uma no computador ou jogando Space Invaders enquanto a gente fode a mãe dele. Não é à toa que ele pega tão pouca mulher, é mais travado que maionese" disse o filho da puta do Hector
"Bem diferente de vocês, pelo que vejo" disse minha mãe, virando de costas e abrindo as pernas o máximo que podia. Ela pegou a ponta do pau dele com os dedos e orientou pra dentro da buceta dela, primeiro passou pra cima e pra baixo nos lábios vaginais, e o corpo de mamãe tremia com aquela sensação gostosa que ela não conseguia parar. De uma vez, ela sentou em cima do Hector, sentindo o pau dele entrar centímetro por centímetro dentro dela.
"Aaaaaaah, Deus, que delícia" gemeu mamãe.
Ela começou a cavalgar no pau do meu amigo, vendo ele desaparecer dentro da bucetinha de mamãe. Parecia incrível que aquilo entrasse com tanta facilidade, mas mamãe estava tão tesuda e tão molhada que entrava tudo. Hector apertava os peitos dela enquanto a pélvis dele se movia pra trás e depois apertava, tentando atravessar mamãe com o pau. furadeira.
"Toma, toma, toma, até o fundo e além, hahaha" – repetia sem parar o Héctor enquanto metia na minha mãe.
Jorge e Javier torciam sem parar e se masturbavam na frente da minha mãe, o Héctor continuava fodendo com maestria, mostrando que o que ele tinha dito não era blefe, sem dúvida ele já tinha visto muitos peitos e comido um monte de mulher, o corpo todo dele se arqueava, ele se jogava pra trás pra enfiar de novo com força na minha mãe.
"Siim, siim, me fode, me fode" – gritava a puta da minha mãe sem se importar que eu pudesse ouvir.
Mamãe não aguentou mais e, com uns resmungos fortes, gozou no meio de gemidos e suspiros.
"Uffffff, uffffff, uauuuu, você é um garanhão mesmo, Hectitor" – resmungava mamãe enquanto meu amigo enfiava até as entranhas dela.
Eu olhava do jardim e via o pau do meu amigo sumir dentro da buceta da minha mãe.
"Porra, como você fode bem, Júlia, é incrível, que puta mãe o seu filho tem em casa"
Héctor pediu pra ela parar porque naquele ritmo ele ia gozar de novo, mamãe, que estava quicando sem parar no pau do Héctor, parou e, olhando pro Jorge e pro Javier, disse:
"Quem é o próximo?"
A putinha queria comer todos eles, e Jorge e Javier brigavam pra ver quem seria o próximo a encher a buceta da minha mãe com o pau, como se fosse um peru de Natal.
Héctor falou: "Não briguem, putaria, que a Júlia tem de sobra pra todo mundo"
Sem perder tempo, Jorge sentou no sofá e, igual tinha feito com o Héctor, mamãe enfiou de uma só vez o pau do meu amigo até o fundo da alma dela.
"Não para, não para, que ela não se satisfaz" – repetia o Héctor pro Jorge, que estava debaixo da minha mãe metendo toda a mangueira de carne dele.
Javier tirou o pau da minha mãe e deixou o lugar pro Jorge, o único que ainda não tinha enfiado o pau na buceta dela.
Ele também meteu até o fundo da buceta, os sucos dela permitiram a passagem da bunda dela sem a menor dificuldade.
Jorge jogou a mamãe no sofá, se deitou sobre ela e enfiou a língua na boca dela enquanto brincava com os peitos dela e metia dentro da buceta dela uma e outra vez.
O segundo orgasmo foi incontrolável. Os gemidos dela pareciam deixá-lo ainda mais tarado, então cada vez que a mamãe gritava de prazer, Jorge acelerava os quadris e enfiava na buceta da mamãe como um verdadeiro touro de briga.
Jorge então apontou a vara dele na xota da mamãe, ajudado pelas mãos, e enfiou de novo. A mamãe devia sentir as bolas inchadas dele nas nádegas dela. Naquela posição, a penetração era mais funda, e ela devia sentir a vara dele preenchendo ela por completo.
Ela cavalgou um pouco em cima do Jorge, depois se levantou, deixando ele de pau duro, e ficou de quatro no chão da sala, em cima de um tapete que a gente tem. Virou a cabeça e, olhando pros meus 3 amigos, disse:
"Tão esperando o quê pra foder a sua putinha?"
O Héctor não fez ela esperar e se ajoelhou atrás da minha mãe, mas quando disse:
"Fica tranquila que vou meter no teu cu até te encher com o leite das minhas bolas"
A mamãe pareceu se assustar, pelo visto não era isso que ela queria, e disse pra ele meter na buceta de novo, mas o Héctor não tava disposto a perder a chance de foder minha mãe em todos os buracos. Mesmo a mamãe dizendo que meu pai só tinha dado o cu pra ela uma vez, o filho da puta do Héctor achou que já era hora do cu dela provar uma pica nova.
A putinha acabou aceitando que meu amigo Héctor enfiasse no cu dela como a puta que era. O Héctor primeiro enfiou um dedo, depois dois e até três, o que fez o cu da mamãe dilatar rapidinho.
Depois, colocou a cabeça da pica entre as nádegas dela e começou a forçar a entrada devagar, até que a cabeça do membro enorme dele entrou por completo.
A mamãe gritava, a dor devia ser aguda, mas aos poucos o esfíncter dela foi relaxando, até se transformar Essa dor era um prazer que só aumentava, Hécto continuou enfiando só a ponta enquanto segurava ela pela cintura.
Eu continuava parado na janela, sem acreditar no que via. Meus amigos não só estavam comendo ela, mas agora iam comer o cu da minha mãe. Em poucas horas, minha mãe tinha passado de servir limonada e biscoitos pros amigos do filho a dar a buceta e o cu pra eles. Hécto continuava apertando pra que, centímetro por centímetro, o pau dele fosse entrando no cu da minha mãe.
Hécto mandou:
"Bem, Julia, agora você vai ver como entra tudo nesse rabo"
Ele agarrou ela forte pelo cabelo, puxou pra trás e, de uma vez, enfiou o pau todo no cu dela. As costas dela se arqueavam e os quadris se mexiam no ritmo pra receber aquela vara atrás.
Mamãe parecia fora de si e repetia:
"Continua, filho da puta, continua, arrebenta meu cu, parte ele no meio, fode meu cu o quanto você quiser"
Ele seguia as instruções da mamãe e não parava de bombar enquanto puxava o cabelo dela.
"Se você é uma puta, tem que se comportar como tal, então começa a latir, putinha"
O filho da puta não se contentava em comer o cu da mãe, também queria humilhar ela, deixar ela à disposição dele, e o pior é que ela aceitou de boa.
"Au, au" — começou a latir minha mãe, como se fosse uma puta montada pelo macho dela.
"Mais alto, putinha, mais alto, hahaha, late enquanto sente meu pau entrando no seu cu"
Hécto apertava os peitos da minha mãe enquanto metia uma e outra vez no cu dela, cada vez com mais força. Da minha posição na janela, dava pra ver as bolas do meu amigo batendo na buceta dela toda vez que ele enfiava a vara até o fundo das entranhas dela. A posição foi aproveitada pelo Javier, que se colocou na frente da minha mãe na mesma posição que Hécto, mas, diferente dele, o pau duro dele não apontava pro cu dela, e sim pra boca dela.
Hécto segurou com uma mão enquanto chupava uma teta, com a outra mão começava a dar tapas fortes na bunda dela, enquanto dizia:
"Vai, vagabunda, come o teu osso"
Mais uma vez, mamãe obedeceu como uma puta e se jogou na pica do Javier, que, graças às investidas que o Hector dava no cu da minha mãe, ela era obrigada a enfiar a pica do Javier na boca. Assim, cada vez que o Hector metia no cu dela, a pica do Javier sumia dentro da boca da minha mãe, devia chegar até a campainha, porque várias vezes o nariz dela bateu no pelo pubiano do meu amigo e as bolas dele batiam no queixo dela.
A cena era dantesca, mamãe estava de quatro, com uma pica no cu e outra na boca, enquanto meu amigo Jorge se masturbava vendo a cena. As tetas de silicone da minha mãe, que tinham causado toda aquela situação, continuavam firmes, sem se mexer, apesar das investidas que ela estava sofrendo por parte dos meus amigos.
Jorge e Javier, para não ficarem por baixo, quiseram provar daquela iguaria e, um por um, acabaram de destruir o cu dela com suas picas.
Mais uma vez, e diretamente na minha frente, Jorge comeu minha mãe, enquanto ela se lambia de prazer com a enrabada que estava levando, e a porca não tirava os olhos dos olhos do Hector e do Javier, que olhavam enquanto Javier enterrava todos os centímetros da pica dele no cu dela.
Mamãe pediu para Javier se aproximar, e ele fez isso de bom grado. Mamãe se deitou sobre o púbis do Javier e começou a chupar a pica dele de novo. A puta só tirava a pica da boca para dizer ao meu amigo o que achava do membro dele. Ela disse que ele tinha uma pica linda, que as três eram muito maiores que a do meu pai, que as bolas dele eram grandes e muito duras.
Mamãe segurou a pica dele com uma das mãos e lambeu os ovos dele por baixo.
Ela enfiou as bolas do meu amigo na boca e começou a chupá-las e lambê-las com vontade, como se fossem umas bolas de sorvete suculentas. tratava, mas não era sorvete, eram as bolas de um amigo do filho dela, embora pra ela tanto fazia.
Javier se arrepiava de prazer. Depois a ponta da língua começou a brincar com o freio e a glande dele. Em seguida, mamãe enfiava ele inteiro na boca, acomodando a cabecinha na garganta.
Mamãe estava chupando a pica do Javier por completo, todo o tronco, a glande, a cabecinha, lambia a pica dele com toda a vontade. Minha mãe olhou pro Hector enquanto continuava com a pica do Jorge e a do Javier no cu e disse pra ele se deitar debaixo dela.
Hector pareceu não entender, então minha mãe explicou tudo do jeito mais claro que sabia, a puta.
"É sim, entra debaixo de mim e mete no meu xereca enquanto eu continuo mamando o Javi e o Jorge enfia no meu cu. Só fiz dupla penetração duas vezes e faz muitos anos, mas com certeza ainda dou conta, hahaha"
Minha mãe puta não só estava adorando que meus amigos comiam ela em todos os buracos, como também acabava de admitir que já tinha fodido com vários caras outra vez, isso considerando que ela sempre se gabava de ter chegado virgem ao casamento era outra grande surpresa pra mim sobre a verdadeira mulher que eu tinha como mãe.
Hector não se fez de rogado e se posicionou debaixo da minha mãe, Jorge tirou a pica do cu dela pra facilitar a manobra pro Hector, mamãe montou em cima do Hector e então tomou as rédeas, cavalgou em cima do meu amigo como uma puta desenfreada, tirava e enfiava a pica do Hector sem precisar ajeitar com a mão, pude ver como Jorge colocou as mãos nas costas dela e jogou mamãe pra frente, mamãe levantou um pouco pra pica do Hector ficar só com a cabeça pra dentro e Jorge começou a enfiar a cabeça da dele, fizeram uma pausa e, como um movimento ensaiado, os dois foram enfiando os paus dentro da minha mãe, que devia sentir cada centímetro entrando até que pararam.
Os dois já estavam completamente dentro, vi o rosto deles e por um momento me pareceu que tanto Jorge quanto Héctar estavam me olhando, embora eu soubesse que era impossível me verem da posição deles. Sorriram e começaram a meter, viraram umas feras selvagens, metiam com tudo e batiam na bunda dela enquanto a penetravam.
Fodiam minha mãe com tanta força que ela mal conseguia manter a pica do Javier na boca, que escapava a toda hora, o que irritava Javier.
"Porra, mete mais devagar nela, senão não tem como ela me chupar direito"
O ritmo diminuiu de intensidade e de novo Javier colocou a glande bem na altura dos olhos da mamãe, abaixou até encostar nos lábios dela, num sinal claro pra minha mãe fazer um bom boquete enquanto ele esperava a vez de enfiar a pica na buceta dela. Mamãe lambeu, passando a língua por baixo, depois pegou com os lábios, meteu na boca chupando a glande como se fosse um doce.
Ficaram assim uns dois minutos até que, pelos gemidos, tanto eu quanto minha mãe entendemos o que estava por vir, mas parecia que mamãe não queria que gozassem dentro dela e disse:
"Vocês não podem gozar dentro, não tomo pílula e, mesmo tendo uma certa idade, pode acontecer alguma coisa e não ia dar um irmãozinho pro filho de vocês, né, hahaha"... a putinha estava se divertindo pra caralho com meus amigos.
Os três saíram dos buracos da minha mãe, obedecendo, e sentaram de novo no sofá. Minha mãe se aproximou, pegou os membros deles com as mãos e chupou, depois meteu na boca, lambendo as glandes como se fossem pirulitos.
"Vocês não podem gozar dentro da bucetinha, mas por aqui sim"... disse safada, enquanto enfiava um dedo na boca e lambia de forma provocante, deixando claro pros meus amigos que tinham permissão pra descarregar a porra das bolas na boca dela. da mãe.
Jorge e Javier começaram a agitar suas pirocas com fúria, apontando pra boca da mãe, mas Heitor, que como sempre não conseguia ficar de boca fechada, também falou:
"Se prepare pra tomar uma boa tigela de porra, dona Júlia"... e também começou a se punhetar rapidamente. Tudo terminou em menos de um minuto.
As glandes deles começaram a cuspir porra na garganta da minha mãe, os jatos de sêmen eram grossos e muito abundantes. Enquanto a porra saía, mamãe ia engolindo com gosto, exceto os dois últimos jatos — não menos volumosos — que ela saboreou um pouco antes de engolir, olhando nos olhos deles de forma lasciva e apertando os ovos dos meus amigos com as mãos, pra ordenhar até as últimas gotas do elixir branco deles.
Ela mostrou a gozada dentro da boca e engoliu tudo de uma vez. Mamãe disse que tinha sido um prazer se tornar uma das groupies deles. Heitor contou que, na verdade, ela era a primeira tia que eles comiam juntos, o grupo todo — obviamente, eu não estava incluído.
"Puxa, que legal, fico feliz em ser a primeira. Com certeza podemos repetir mais vezes. Serei a groupie de honra de vocês, hahaha."
Eu vazei do jardim e entrei em casa em estado de choque. Não queria ver aqueles filhos da puta saindo da minha casa, mas eles não saíram pela garagem, e sim por cima. Então, quando entraram na sala, me viram sentado no sofá, imóvel e pálido. Os filhos da puta vieram como se nada tivesse acontecido, e minha mãe atrás deles, com a roupa amassada.
"Bom, mano, a gente já vai. Sua mãe nos deu uma lição e tanto. Ela é uma expert com as 'baquetas'."
"É, cara, ela é nossa maior 'fã'. E você tinha que ver como ela manuseia os pratos com as mãos."
"Amanhã a gente se vê de novo pro ensaio. Não enche o saco e deixa sua mãe vir com a gente sempre que ela quiser. É um prazer pra nós 'tocar' com ela."
Os filhos da puta ainda se achavam engraçados e falavam com segundas intenções. E a puta da minha mãe não ficava atrás. Filho, você devia ter me avisado como seus amigos são bem "dotados" pra música, são uns campeões, podia passar o dia inteiro "ensaiando" com eles".
Pouco depois eles vazaram e me deixaram sozinho em casa com a minha mãe, eu subi pro meu quarto sem conseguir olhar nos olhos dela, pra minha desgraça aquilo tinha sido só o começo da descoberta da minha verdadeira mãe, a música amansa as feras mas nesse caso meu grupo de música tinha despertado uma autêntica fera, uma autêntica puta.
0 comentários - Minha mãe comeu meu grupo de amigos