Me chamo Patrícia e tenho 40 anos, preciso contar pra alguém o que está acontecendo comigo e não achei lugar melhor do que este. O que vou relatar começou há uns dois meses. Minha vida era bem rotineira, casei com 23 anos, logo depois de terminar a faculdade. Meu marido, Manuel, é advogado e na época trabalhava no escritório do pai dele. O salário dele era bem alto e nunca cheguei a botar em prática o que aprendi na universidade, porque não precisei trabalhar e Manuel nunca quis que eu trabalhasse.
Tenho dois filhos: Manuel, como o pai, tem 16 anos, e Jorge tem 13. Moramos numa das melhores áreas de Santander e hoje meu marido é o chefe do escritório do pai, que deixou tudo na mão dele quando se aposentou há 5 anos. Sempre fui uma mulher bem conservadora e quase não saio de casa sem meu marido e meus filhos. Tenho várias amigas, duas delas divorciadas, que vivem pra lá e pra cá, saindo pra balada e tal, mas sempre achei que meu lugar é com meu marido e meus filhos, e também não acho que tenho mais idade pra essas coisas.
Como nunca trabalhei, comecei a ir pra academia há mais de 10 anos. No começo ia sozinha, mas várias amigas foram se animando e hoje em dia vamos 4 amigas toda manhã. Graças à academia, tô em boa forma e, mesmo sendo feio dizer, acho que aparento menos idade do que tenho. Sou morena de cabelo comprido, tenho 1,70m, 110 de peito. Na verdade, quando era nova, meu peito me incomodava porque era bem grande, mas graças à academia consegui manter ele mais firme do que esperava pra minha idade. Um dia, há 2 meses, tava na academia com minhas amigas quando percebi que elas não paravam de olhar pra uma área da academia, fazendo comentários do tipo:
"Olha só como o guri tá gostoso"
"Eu ia ensinar umas coisinhas pra ele"
Quando me aproximei, vi que estavam olhando pra área de musculação onde naquele horário só tinha um jovem de regata fazendo peso, verdade é que o rapaz era bem gostoso e eu levei um susto do caralho quando o jovem que tava de costas se virou e ficou olhando pra gente, rapidamente todas disfarçamos e olhamos pra outro lado como se estivéssemos fazendo nossos exercícios normais, eu ia subir na bicicleta ergométrica quando ouvi a voz de um cara atrás de mim.
"Patrícia, é você?"
Aquela voz me era familiar e quando me virei fiquei vermelha que nem um pimentão ao perceber que o rapaz que minhas amigas e eu estávamos olhando não era outro senão o Hector, um amigo do meu filho Manuel desde o colégio, ele era meio vagabundo e embora eu o tivesse visto crescer, meu filho tinha perdido contato com ele quando mudamos de bairro, ele era 2 anos mais velho que meu filho e largou os estudos pra trabalhar com o pai dele de pedreiro, então a última vez que o vi foi há mais de um ano e de costas não o reconheci porque, sinceramente, ele tinha mudado bastante, era mais alto do que eu lembrava e o jovem que eu lembrava era um menino igual meu filho, e o que tava na minha frente era um baita de um homem de 18 anos.
"Puxa, Hector, quanto tempo sem te ver" consegui falar
Ele se aproximou pra me dar dois beijos e eu pude sentir o peito forte dele quando me abraçou, ele me contou que tinha começado naquela academia fazia pouco porque a do bairro tinha fechado há 3 meses e, embora essa fosse bem longe da casa dele, era uma das melhores da cidade, fiquei conversando uns 5 minutos com ele até que ele disse que precisava ir tomar banho porque já tava atrasado pro trabalho, nos demos mais dois beijos e assim que ele saiu da sala em direção aos vestiários, minhas amigas vieram falar comigo.
"Você conhece aquele gostosão?"
"Que caladinha você era, hein, que amigos você tem"
"Não fala bobagem, é um amigo do meu filho, conheço ele desde que era um pivete" respondi.
"Pois então às 4 Peitos é exatamente onde eu não parava de olhar, sua tonta."
"Vocês enlouqueceram? Ele é um garoto e eu sou a mãe do amigo dele. O que vocês têm é que estão muito taradas e veem o que não existe."
Tive que aguentar as piadinhas delas a manhã inteira até a gente sair da academia. Esqueci completamente do Hector até o dia seguinte, quando encontrei ele de novo na academia. Fui sozinha porque minhas amigas não puderam ir, e Hector fez vários exercícios comigo. A gente conversou bastante sobre o trabalho dele, meu filho, o tempo que não nos víamos, até que chegou a hora de ir tomar banho pra ir pra casa.
Acabei de sair do chuveiro quando ouvi a voz do Hector:
"Patricia, você tá aí?"
"Tô, o que foi?"
"Esqueci meu xampu em casa, pode me emprestar o seu?"
"Espera aí que já saio."
Me aproximei da porta do vestiário e, ao abri-la, me deparei com o Hector na minha frente. Ele estava só com uma toalha amarrada na cintura, e não pude deixar de reparar que o corpo dele era bem diferente do do meu marido. Além de ser gostoso, tinha um torso perfeito, com uns abdominais definidos e braços fortes. Joguei o xampu pra ele da porta, sem perceber que as mãos dele estavam segurando a toalha. Quando vi o frasco de xampu vindo na direção dele, ele levantou as mãos pra pegar e, no mesmo instante que agarrou, a toalha escorregou até o chão, deixando ele completamente pelado.
De um jeito inconsciente, não consegui evitar de olhar pra anatomia dele e focar no equipamento dele que, mesmo mole, me pareceu bem grande. Hector pegou a toalha e colocou no ombro.
"Desculpa muito", eu disse, "não foi minha intenção..."
"Sem problemas, Patricia. Também não viu nada que já não tivesse visto quando eu era pequeno e ia nadar na piscina de vocês."
"É, mas tá bem maior do que naquela época."
Quando me toquei do que tinha falado, quase morri de vergonha. Senti um calor subindo pelo corpo todo. Eu devia ter ficado mais vermelha que um tomate, sem perceber, fiz um comentário sobre a rola do Hector. Me virei na hora e voltei correndo pro meu vestiário, só ouvindo o Hector me agradecendo pelo shampoo.
Quando saí, pensei em ir pra casa sem encontrar com o Hector, que ficasse com meu shampoo, a última coisa que eu queria naquele momento era dar de cara com ele, tava morrendo de vergonha. Ao sair da academia, encontrei o Hector na porta.
"Tava esperando você pra devolver o shampoo, Patrícia"
"Não, não precisa" respondi
"Te convido pra tomar um refri antes de você ir pra casa"
Eu ia recusar, mas antes de responder, o Hector pegou na minha mão e seguiu em direção à cafeteria em frente da nossa academia. Lá, ele me convidou pra um refri. O Hector tava de óculos escuros e vestindo uma camiseta vermelha justa e uma jeans que marcava o corpo dele. Eu tava com um vestido curto que mostrava minhas pernas e meu decote, e cada minuto que passava eu ficava mais nervosa, principalmente porque, mesmo sem tirar os óculos escuros, eu tinha a impressão de que ele não parava de olhar pro meu decote o tempo todo.
Quando ele levantou pra pagar, se aproximou e disse que o vestido que eu tava usando me caía muito bem, o que me fez confirmar que ele não tinha tirado os olhos do meu corpo durante toda a nossa conversa na cafeteria. Por mais que parecesse impossível, eu tava começando a achar que aquele garoto tava flertando comigo. A gente se despediu na saída da cafeteria e eu fui pra casa. No dia seguinte, não fui na academia e mal me lembrei do Hector.
No dia seguinte era sábado, e nos fins de semana a gente não ia pra academia. Meu marido tava fora da cidade a trabalho, então dei folga pra nossa empregada, porque pensei em comprar umas comidas prontas pra mim e pros meus dois filhos.
Lá pelas 13:00, terminei de tomar banho, me enxuguei e saí do banheiro em direção ao meu quarto sem nada me cobrindo, já que meus filhos estavam no andar de baixo. Eu ia... ao abrir a porta do meu quarto, quando a porta do quarto do meu filho Manuel se abriu, fiquei chocada ao ver o Hector. Ele me viu pelada por uns segundos, até que entrei rapidamente no meu quarto. Pela porta, falei:
"O que você tá fazendo aqui, Hector?"
"O Manu me chamou pra almoçar. Ontem liguei pra ele porque a gente não se via há um tempão, e ele me convidou."
"Ele não tinha me falado nada", respondi, toda nervosa pelo que tinha acontecido.
"Sei lá, tô aqui há uns 15 minutos. Subi no quarto do Manu e peguei um jogo pro videogame."
"Tá bom, já desço", respondi.
Tava no meu quarto, ia me vestir quando me olhei no espelho. Tava vermelha e dava pra ouvir minha própria respiração. Pra minha surpresa, vi que meus bicos tavam duros que nem pedra. Quando toquei num deles, senti um arrepio. Não acreditei: o Hector me ver pelada tinha me deixado com tesão. Passei um dedo na minha buceta e não consegui segurar uma vontade louca de me masturbar, algo que não fazia há anos e que, na real, só tinha praticado umas 3 ou 4 vezes, talvez por causa da minha educação conservadora. Mas daquela vez, não consegui resistir à vontade de me tocar, e enquanto fazia isso, não parei de pensar no corpo do amigo do meu filho, completamente nu.
Quando desci, meus dois filhos e o Hector tavam jogando videogame. O Manuel me contou que tinha chamado o Hector pra almoçar e que tinha esquecido de me avisar. Falei pra ele ligar na pizzaria e pedir 3 pizzas pro almoço, enquanto eu ia arrumar a mesa na cozinha.
Tava arrumando a mesa quando o Hector entrou na cozinha.
"Vim te ajudar, gostosa."
O Hector começou a colocar os talheres na mesa quando soltou um comentário que me deixou gelada.
"O vestido que você vestiu é bonito, mas você tava melhor do jeito que eu vi lá em cima."
Senti que fiquei vermelha de novo e não falei nada, tentando agir normal enquanto continuava. arrumando a mesa, estava colocando os copos quando notei o Hector atrás de mim, ele colou na minha bunda enquanto eu deixava uma jarra de água na mesa, me virei toda nervosa e, quando fiz isso, fiquei a centímetros do Hector, ele chegou ainda mais perto de mim e me deu um beijo na boca, atônita, empurrei ele e perguntei se ele tinha ficado maluco.
"Não se faz de sonsa, Patrícia, vi como você e suas amigas me olharam outro dia na academia, como você ficou besta olhando pra minha pica quando me viu pelado na porta do vestiário, sei que você gostou"
"Não fala besteira, você é só um moleque metido" respondi
"Um moleque com uma pica boa, como você mesma disse outro dia"
Eu só fiquei parada contra a mesa sem saber o que fazer, e o Hector aproveitou pra baixar a calça até o tornozelo.
"Me fala o que você acha da minha pica, outro dia você não viu ela no auge"
Sem querer, não consegui evitar de olhar pra pica do Hector, que dessa vez estava dura igual uma barra de ferro, apontando direto pra mim. Eu só tinha visto a pica do meu marido dura, e a do Hector era bem maior, além de ter uns ovos enormes e sem nenhum pelo.
"Sobe essa calça, Hector, meus filhos estão na sala, você ficou maluco? Sou a mãe do seu amigo"
Hector não disse nada, só chegou perto de mim, me agarrou pela cintura, abriu minhas pernas e se apertou contra mim, me sentando na mesa da cozinha. Eu tentei empurrar ele, mas o Hector era muito mais forte que eu, tentei convencer ele de que era loucura, que meus filhos podiam nos ver a qualquer momento, mas aquele moleque estava fora de si e começou a acariciar meus peitos por cima do vestido. Eu, claro, tentava afastar ele sem sucesso, até pensei em gritar pra meus filhos virem pra cozinha, mas não sabia como iam reagir ao ver o amigo pelado com os peitos da mãe na mão. Começou a me beijar nos lábios, eu não abria a boca, mas no final o Hector conseguiu enfiar a língua e enrolar na minha. Começou a beijar meu pescoço enquanto ia desabotoando meu vestido até que meus peitos pularam pra fora, porque eu não tava de sutiã, e ele foi descendo a cabeça até eles, agarrando com força e enfiando o rosto no meio. Eu achava que tava sonhando, e seria ridículo negar que tava adorando o que aquele moleque de 18 anos tava fazendo comigo. Ele puxou as alças do meu vestido e enrolou ele na altura da minha cintura, foi descendo a cabeça até chegar na minha calcinha. Tentou puxar pra baixo, mas eu segurei dos dois lados e juntei forças pra pedir pra ele parar.
Hector me olhou e, com um sorriso no canto da boca, gritou:
"Manuel, vem aqui na cozinha um instante que sua mãe e eu não achamos as Cocas"
Aquilo me deixou chocada, aquele pivete tava brincando comigo do jeito que queria, e a simples ideia do meu filho me ver naquela situação me fez soltar a calcinha. Aí o Hector sussurrou no meu ouvido: "Assim é bem melhor", e depois gritou de novo: "MANU, deixa pra lá, sua mãe e eu já achamos"
Meu filho só respondeu: "Beleza, parceiro, e se apressa que quero te ganhar de novo antes do almoço"
Hector puxou minha calcinha de uma vez só e deixou jogada no chão da cozinha.
"Tua buceta tá meio peludinha, da próxima vez quero ela sem um fio de pelo"
Antes que eu respondesse, ele enfiou a cara entre minhas pernas e começou a devorar minha buceta de verdade. Aquilo era novo pra mim, meu marido era ainda mais conservador que eu e nunca tinha me chupado. Na real, algumas amigas minhas viviam tirando sarro, dizendo que eu não sabia o que tava perdendo, e naquele dia eu entendi que elas tinham razão. Sem conseguir evitar, o tesão que o Hector tava me dando foi aumentando e eu fiquei solta, abrindo as pernas sem perceber pra ele alcançar cada cantinho melhor. do meu sexo.
Eu estava me dando um prazer fora do normal, os lábios dele brincavam com a minha buceta e as mãos dele beliscavam meus mamilos. Ele se levantou de novo e colocou o pau dele na frente da minha xereca, passando ele pra cima e pra baixo na minha frestinha, tentando ir enfiando, mas com a pouca força de vontade que me restava, tentei mais uma vez afastá-lo de mim.
"Chega, Hector, eu te imploro, não faz isso"
Ele continuava na dele, aproximando o pau o máximo que podia da minha buceta, enquanto eu não parava de tentar afastá-lo.
"Isso é uma loucura, me deixa em paz, Hector, nem pense em enfiar ou eu vou gritar"
Naquele instante, ele venceu minhas defesas e enfiou de uma vez quase metade do pau dele, enquanto me dizia:
"Vai, grita agora se quiser, deixa seus filhos virem e te verem em cima da mesa da cozinha, empalada pelo meu pau"
Aquele filho da puta continuava no jogo dele, e eu não conseguia pará-lo. Ele voltou pra trás, tirando quase todo o pau enorme dele, até enfiar de novo por completo. Ficamos assim por alguns segundos. Senti um prazer incrível quando ele estava totalmente dentro, e olha que parecia que não ia entrar. Hector sorriu pra mim e começou a se mover pra frente e pra trás, metendo com força, até as bolas dele baterem na minha bunda. O membro enorme dele se adaptou melhor do que eu esperava, e aquele filho da puta me fodia muito melhor do que meu santo marido jamais tinha feito. Não consegui evitar e comecei a gemer.
"Sim, siiiim, siiiiiim"
Hector acelerou os movimentos, e pela primeira vez nos meus 40 anos de vida, eu soube o significado da palavra orgasmo. Se não fosse porque Hector, percebendo o que estava rolando, enfiou a língua na minha boca, eu teria gritado de prazer como uma louca. E naquele momento, enrolando minha língua na do amigo do meu filho e tendo um orgasmo maravilhoso, senti um calor inundar minha vagina, sinal inequívoco de que Hector estava gozando dentro de mim.
Hector ficou uns segundos parado, permanecendo dentro de mim, depois se separou e levantou a calça. Calças, desci da mesa como pude e coloquei o vestido, bem naquele instante meu filho Manuel entrou na cozinha.
"Porra, quanto tempo vocês demoram pra pôr a mesa? As pizzas já chegaram"
Aquilo me fez voltar à realidade e respondi que deixasse na mesa e avisasse o irmão pra comer. Assim que Manuel saiu da cozinha, percebi que Hector tinha pegado minha calcinha e, sorrindo pra mim, enfiou no bolso da calça dele.
Durante o almoço, Hector não parou de me olhar e sorrir, embora meus filhos não tenham notado nada. Eu continuava muito nervosa, me sentia terrivelmente suja e culpada pelo que tinha feito, e estava desejando que meu Hector fosse embora de casa. Quando terminamos de comer, Hector e meus filhos foram pra sala jogar videogame de novo, e eu aproveitei pra dizer que estava cansada e que ia pro meu quarto descansar.
Já fazia uns 20 minutos que eu estava no quarto, virando de um lado pro outro sem parar, pensando no que tinha acontecido, quando ouvi a porta do meu quarto se fechar. Abri os olhos e vi Hector no meu quarto.
"Mas, que porra você tá fazendo aqui?" perguntei assustada e surpresa.
"O que você acha, putinha? Vim te foder de novo"
Ele se jogou na minha cama de casal e se aproximou de mim, começando a beijar meu rosto e pescoço. Mais uma vez, tentei me afastar, mas sabia que era impossível porque ele era muito mais forte que eu.
"Me deixa, filho da puta, me deixa em paz, vou te denunciar"
"Nada disso, vadia. Achou que eu ia me contentar em te foder uma vez? Entenda de uma vez: agora você é minha puta. Vou te foder sempre que eu quiser e você vai gozar como nunca gozou na vida", ele disse enquanto abaixava as mãos e agarrava com força minhas nádegas por baixo do vestido.
"Vejo que não vestiu calcinha desde que tirei na cozinha. Tava me esperando, né, vadia?"
Enfiou vários dedos na minha buceta e sentiu como eu me contraía. Quando os tirou molhados, riu e mostrou pra mim.
"Olha só, putinha Fingindo que é difícil, mas você tá bem molhadinha..."
Ele começou a passar a língua por todo o meu rosto, tentava me beijar, mas eu mantinha a boca fechada até que ele enfiou os dedos de novo e conseguiu me fazer gemer. Nessa hora, aproveitou pra enfiar a língua até a campainha, igual tinha feito na cozinha antes de comer. Eu cada vez resistia menos. Ele parou de me beijar, tirou os dedos da minha buceta de novo e, dessa vez, baixou as alças do meu vestido e começou a tirá-lo por baixo. Não se contentou em só arregaçar na minha cintura, não: tirou ele inteiro e me deixou completamente pelada na cama, bem na frente dos olhos dele.
Ele jogou a cabeça nos meus peitos e começou a chupar e mordiscar com gula. Ao mesmo tempo, com as mãos, baixou um pouco a calça dele. Eu senti o pau dele duro contra minhas coxas. Ele tirou a cabeça de entre meus peitos, me olhou fixo e, enquanto sorria, guiou a mão direita até minha gruta e enfiou de uma vez até o talo. Nessa altura, eu já me deixava fazer. Levei minhas mãos até a bunda do Hector e apertei ele contra mim. Aquele moleque era forte que nem um touro. Ele mexia o quadril pra cima e pra baixo, me penetrando por completo. Me beijava com paixão, como se fôssemos dois jovens amantes.
"Fala que você quer que eu te coma sempre que eu quiser", ele disse.
Eu me recusei a responder. Já me sentia humilhada o bastante por deixar o amigo do meu filho me foder na minha própria cama de casal, a poucos metros dos meus filhos. Ele repetiu, e eu neguei de novo. Nessa hora, o Hector parou. Ficou de pé, me agarrou pela cintura e me levantou no colo. Eu só consegui me agarrar no pescoço dele. Nessa posição, ele enfiou de novo e foi andando em direção à porta do meu quarto.
"O que você tá fazendo?", perguntei.
"Vou te foder assim, na frente dos seus filhos."
Ele abriu a porta do quarto e foi em direção às escadas. Eu tentei descer, mas ele me segurava com muita força. Me levou até o começo da escada, com... a pica deleite dentro de mim, tava prestes a baixar as calcinhas quando falei o que ele queria ouvir, tava quase chorando que nem uma criança e sussurrei no ouvido dele
"Tá bom, quero que me foda sempre que quiser"
"Muito bem, assim que eu gosto, mas por não ter feito antes vou te foder aqui mesmo"
Desci pro chão e ele me obrigou a apoiar as mãos no corrimão da escada, de onde a gente tava dava pra ver meus 2 filhos de costas pra nós no andar de baixo jogando videogame.
Hector ficou atrás de mim e, segurando na minha cintura, enfiou o pau de novo de uma vez só, eu tentei abafar meus gemidos e se não fosse porque meus filhos tavam com a TV bem alta, eles teriam me ouvido, ali mesmo a poucos metros dos meus filhos, quase na frente deles Hector começou a me foder de novo.
"Parece que seus filhos tão se divertindo, né? Mas a gente se diverte muito mais"
Hector continuava bombando atrás de mim quando a gente ouviu meu filho Manuel gritar
"HECTORRRRR"
Hector respondeu sem se abalar lá de cima e sem parar de me foder
"QUEEEEE"
"PQ CÊ TÁ DEMORANDO TANTO PRA PEGAR O JOGO, PORRA"
"É QUE SUA MÃE ME PEDIU PRA AJUDAR ELA COM UMA COISA"
"PORRA MÃE, PARA DE ENROLAR O HECTOR"
"Responde pra ele" — Hector me ordenou
"SIM FILHO, CALMA QUE A GENTE JÁ TERMINOU" — gritei pro meu filho sentindo o pau de Hector entrando e saindo sem parar da minha buceta
"Eu tenho muito fôlego, Patri, se cê quer que a gente termine logo, vai ter que fazer alguma coisa pra eu gozar"
Eu sabia o que aquele porco tava pensando, queria que eu chupasse o pau dele pra terminar, mas não ia fazer, só tinha chupado umas duas vezes pro meu marido e não gostei, mas tinha que fazer alguma coisa ou meu filho não demoraria a subir pra buscar o Hector.
Tirei o pau de Hector da minha buceta e me virei pra ele, me ajoelhei e vi Hector sorrindo achando que tinha conseguido mais uma vitória, mas ele se surpreendeu ao ver que não era minha boca que tocava o pau dele, sabendo que eu tinha umas armas Prendi o pau do Hector entre meus peitos e comecei a bater uma punheta pra ele com eles.
Hector me olhou sorrindo.
"Tava pensando na sua boca, mas não vou reclamar de você bater uma com essas tetonas."
Não demorou muito, ele mesmo, sabendo que ia gozar, começou a se masturbar furiosamente. Eu ia me levantar, mas ele segurou minha cabeça e me manteve de joelhos na frente dele.
"Devagar, que vou regar essas tetas pra você."
Não tinha terminado a frase quando começou a gozar em cima dos meus peitos. Umas quatro jorradas de porra acertaram minhas tetas. Quando terminou, Hector me deu um beijo na testa, subiu as calças, foi pro quarto do meu filho, pegou um jogo e desceu as escadas como se nada tivesse acontecido, enquanto eu ia pro meu quarto nua e com os peitos cheios de porra dele.
Me limpei e tomei um banho. Tava ficando completamente louca. Tinha traído meu marido pela primeira vez na vida, e ainda por cima na minha própria casa, com meus filhos lá dentro, e com um amigo do meu filho, só uns dois anos mais velho que ele. Passei o resto da tarde no meu quarto, nem sequer ousava sair pra não dar de cara com o Hector. Lá pelas 19:00, ouvi baterem no meu quarto. Achei que fosse o Hector, mas a voz do meu filho Manuel do outro lado da porta me acalmou.
"Mãe, posso entrar?"
"Pode, querido."
"Oi, mãe, queria te falar que a gente vai dar uma volta."
"Tudo bem, filho."
Pensei que finalmente ia me livrar do Hector, mas me enganei.
"E também falei pro Hector que ele pode ficar o fim de semana com a gente, mãe. Faz tempo que não vejo ele e a gente tem um monte de coisa pra conversar. Você não se importa, né?"
Não sei quanto tempo demorei pra responder, mas aqueles segundos pareceram uma eternidade. E pra minha surpresa, não consegui inventar um motivo convincente pra dizer pro meu filho que não, então falei que ele podia ficar sem problema nenhum.
Quando Hector e meus filhos saíram, eu saí do quarto e de um banho, sem saber o que ainda me esperava naquele fim de semana.
Tenho dois filhos: Manuel, como o pai, tem 16 anos, e Jorge tem 13. Moramos numa das melhores áreas de Santander e hoje meu marido é o chefe do escritório do pai, que deixou tudo na mão dele quando se aposentou há 5 anos. Sempre fui uma mulher bem conservadora e quase não saio de casa sem meu marido e meus filhos. Tenho várias amigas, duas delas divorciadas, que vivem pra lá e pra cá, saindo pra balada e tal, mas sempre achei que meu lugar é com meu marido e meus filhos, e também não acho que tenho mais idade pra essas coisas.
Como nunca trabalhei, comecei a ir pra academia há mais de 10 anos. No começo ia sozinha, mas várias amigas foram se animando e hoje em dia vamos 4 amigas toda manhã. Graças à academia, tô em boa forma e, mesmo sendo feio dizer, acho que aparento menos idade do que tenho. Sou morena de cabelo comprido, tenho 1,70m, 110 de peito. Na verdade, quando era nova, meu peito me incomodava porque era bem grande, mas graças à academia consegui manter ele mais firme do que esperava pra minha idade. Um dia, há 2 meses, tava na academia com minhas amigas quando percebi que elas não paravam de olhar pra uma área da academia, fazendo comentários do tipo:
"Olha só como o guri tá gostoso"
"Eu ia ensinar umas coisinhas pra ele"
Quando me aproximei, vi que estavam olhando pra área de musculação onde naquele horário só tinha um jovem de regata fazendo peso, verdade é que o rapaz era bem gostoso e eu levei um susto do caralho quando o jovem que tava de costas se virou e ficou olhando pra gente, rapidamente todas disfarçamos e olhamos pra outro lado como se estivéssemos fazendo nossos exercícios normais, eu ia subir na bicicleta ergométrica quando ouvi a voz de um cara atrás de mim.
"Patrícia, é você?"
Aquela voz me era familiar e quando me virei fiquei vermelha que nem um pimentão ao perceber que o rapaz que minhas amigas e eu estávamos olhando não era outro senão o Hector, um amigo do meu filho Manuel desde o colégio, ele era meio vagabundo e embora eu o tivesse visto crescer, meu filho tinha perdido contato com ele quando mudamos de bairro, ele era 2 anos mais velho que meu filho e largou os estudos pra trabalhar com o pai dele de pedreiro, então a última vez que o vi foi há mais de um ano e de costas não o reconheci porque, sinceramente, ele tinha mudado bastante, era mais alto do que eu lembrava e o jovem que eu lembrava era um menino igual meu filho, e o que tava na minha frente era um baita de um homem de 18 anos.
"Puxa, Hector, quanto tempo sem te ver" consegui falar
Ele se aproximou pra me dar dois beijos e eu pude sentir o peito forte dele quando me abraçou, ele me contou que tinha começado naquela academia fazia pouco porque a do bairro tinha fechado há 3 meses e, embora essa fosse bem longe da casa dele, era uma das melhores da cidade, fiquei conversando uns 5 minutos com ele até que ele disse que precisava ir tomar banho porque já tava atrasado pro trabalho, nos demos mais dois beijos e assim que ele saiu da sala em direção aos vestiários, minhas amigas vieram falar comigo.
"Você conhece aquele gostosão?"
"Que caladinha você era, hein, que amigos você tem"
"Não fala bobagem, é um amigo do meu filho, conheço ele desde que era um pivete" respondi.
"Pois então às 4 Peitos é exatamente onde eu não parava de olhar, sua tonta."
"Vocês enlouqueceram? Ele é um garoto e eu sou a mãe do amigo dele. O que vocês têm é que estão muito taradas e veem o que não existe."
Tive que aguentar as piadinhas delas a manhã inteira até a gente sair da academia. Esqueci completamente do Hector até o dia seguinte, quando encontrei ele de novo na academia. Fui sozinha porque minhas amigas não puderam ir, e Hector fez vários exercícios comigo. A gente conversou bastante sobre o trabalho dele, meu filho, o tempo que não nos víamos, até que chegou a hora de ir tomar banho pra ir pra casa.
Acabei de sair do chuveiro quando ouvi a voz do Hector:
"Patricia, você tá aí?"
"Tô, o que foi?"
"Esqueci meu xampu em casa, pode me emprestar o seu?"
"Espera aí que já saio."
Me aproximei da porta do vestiário e, ao abri-la, me deparei com o Hector na minha frente. Ele estava só com uma toalha amarrada na cintura, e não pude deixar de reparar que o corpo dele era bem diferente do do meu marido. Além de ser gostoso, tinha um torso perfeito, com uns abdominais definidos e braços fortes. Joguei o xampu pra ele da porta, sem perceber que as mãos dele estavam segurando a toalha. Quando vi o frasco de xampu vindo na direção dele, ele levantou as mãos pra pegar e, no mesmo instante que agarrou, a toalha escorregou até o chão, deixando ele completamente pelado.
De um jeito inconsciente, não consegui evitar de olhar pra anatomia dele e focar no equipamento dele que, mesmo mole, me pareceu bem grande. Hector pegou a toalha e colocou no ombro.
"Desculpa muito", eu disse, "não foi minha intenção..."
"Sem problemas, Patricia. Também não viu nada que já não tivesse visto quando eu era pequeno e ia nadar na piscina de vocês."
"É, mas tá bem maior do que naquela época."
Quando me toquei do que tinha falado, quase morri de vergonha. Senti um calor subindo pelo corpo todo. Eu devia ter ficado mais vermelha que um tomate, sem perceber, fiz um comentário sobre a rola do Hector. Me virei na hora e voltei correndo pro meu vestiário, só ouvindo o Hector me agradecendo pelo shampoo.
Quando saí, pensei em ir pra casa sem encontrar com o Hector, que ficasse com meu shampoo, a última coisa que eu queria naquele momento era dar de cara com ele, tava morrendo de vergonha. Ao sair da academia, encontrei o Hector na porta.
"Tava esperando você pra devolver o shampoo, Patrícia"
"Não, não precisa" respondi
"Te convido pra tomar um refri antes de você ir pra casa"
Eu ia recusar, mas antes de responder, o Hector pegou na minha mão e seguiu em direção à cafeteria em frente da nossa academia. Lá, ele me convidou pra um refri. O Hector tava de óculos escuros e vestindo uma camiseta vermelha justa e uma jeans que marcava o corpo dele. Eu tava com um vestido curto que mostrava minhas pernas e meu decote, e cada minuto que passava eu ficava mais nervosa, principalmente porque, mesmo sem tirar os óculos escuros, eu tinha a impressão de que ele não parava de olhar pro meu decote o tempo todo.
Quando ele levantou pra pagar, se aproximou e disse que o vestido que eu tava usando me caía muito bem, o que me fez confirmar que ele não tinha tirado os olhos do meu corpo durante toda a nossa conversa na cafeteria. Por mais que parecesse impossível, eu tava começando a achar que aquele garoto tava flertando comigo. A gente se despediu na saída da cafeteria e eu fui pra casa. No dia seguinte, não fui na academia e mal me lembrei do Hector.
No dia seguinte era sábado, e nos fins de semana a gente não ia pra academia. Meu marido tava fora da cidade a trabalho, então dei folga pra nossa empregada, porque pensei em comprar umas comidas prontas pra mim e pros meus dois filhos.
Lá pelas 13:00, terminei de tomar banho, me enxuguei e saí do banheiro em direção ao meu quarto sem nada me cobrindo, já que meus filhos estavam no andar de baixo. Eu ia... ao abrir a porta do meu quarto, quando a porta do quarto do meu filho Manuel se abriu, fiquei chocada ao ver o Hector. Ele me viu pelada por uns segundos, até que entrei rapidamente no meu quarto. Pela porta, falei:
"O que você tá fazendo aqui, Hector?"
"O Manu me chamou pra almoçar. Ontem liguei pra ele porque a gente não se via há um tempão, e ele me convidou."
"Ele não tinha me falado nada", respondi, toda nervosa pelo que tinha acontecido.
"Sei lá, tô aqui há uns 15 minutos. Subi no quarto do Manu e peguei um jogo pro videogame."
"Tá bom, já desço", respondi.
Tava no meu quarto, ia me vestir quando me olhei no espelho. Tava vermelha e dava pra ouvir minha própria respiração. Pra minha surpresa, vi que meus bicos tavam duros que nem pedra. Quando toquei num deles, senti um arrepio. Não acreditei: o Hector me ver pelada tinha me deixado com tesão. Passei um dedo na minha buceta e não consegui segurar uma vontade louca de me masturbar, algo que não fazia há anos e que, na real, só tinha praticado umas 3 ou 4 vezes, talvez por causa da minha educação conservadora. Mas daquela vez, não consegui resistir à vontade de me tocar, e enquanto fazia isso, não parei de pensar no corpo do amigo do meu filho, completamente nu.
Quando desci, meus dois filhos e o Hector tavam jogando videogame. O Manuel me contou que tinha chamado o Hector pra almoçar e que tinha esquecido de me avisar. Falei pra ele ligar na pizzaria e pedir 3 pizzas pro almoço, enquanto eu ia arrumar a mesa na cozinha.
Tava arrumando a mesa quando o Hector entrou na cozinha.
"Vim te ajudar, gostosa."
O Hector começou a colocar os talheres na mesa quando soltou um comentário que me deixou gelada.
"O vestido que você vestiu é bonito, mas você tava melhor do jeito que eu vi lá em cima."
Senti que fiquei vermelha de novo e não falei nada, tentando agir normal enquanto continuava. arrumando a mesa, estava colocando os copos quando notei o Hector atrás de mim, ele colou na minha bunda enquanto eu deixava uma jarra de água na mesa, me virei toda nervosa e, quando fiz isso, fiquei a centímetros do Hector, ele chegou ainda mais perto de mim e me deu um beijo na boca, atônita, empurrei ele e perguntei se ele tinha ficado maluco.
"Não se faz de sonsa, Patrícia, vi como você e suas amigas me olharam outro dia na academia, como você ficou besta olhando pra minha pica quando me viu pelado na porta do vestiário, sei que você gostou"
"Não fala besteira, você é só um moleque metido" respondi
"Um moleque com uma pica boa, como você mesma disse outro dia"
Eu só fiquei parada contra a mesa sem saber o que fazer, e o Hector aproveitou pra baixar a calça até o tornozelo.
"Me fala o que você acha da minha pica, outro dia você não viu ela no auge"
Sem querer, não consegui evitar de olhar pra pica do Hector, que dessa vez estava dura igual uma barra de ferro, apontando direto pra mim. Eu só tinha visto a pica do meu marido dura, e a do Hector era bem maior, além de ter uns ovos enormes e sem nenhum pelo.
"Sobe essa calça, Hector, meus filhos estão na sala, você ficou maluco? Sou a mãe do seu amigo"
Hector não disse nada, só chegou perto de mim, me agarrou pela cintura, abriu minhas pernas e se apertou contra mim, me sentando na mesa da cozinha. Eu tentei empurrar ele, mas o Hector era muito mais forte que eu, tentei convencer ele de que era loucura, que meus filhos podiam nos ver a qualquer momento, mas aquele moleque estava fora de si e começou a acariciar meus peitos por cima do vestido. Eu, claro, tentava afastar ele sem sucesso, até pensei em gritar pra meus filhos virem pra cozinha, mas não sabia como iam reagir ao ver o amigo pelado com os peitos da mãe na mão. Começou a me beijar nos lábios, eu não abria a boca, mas no final o Hector conseguiu enfiar a língua e enrolar na minha. Começou a beijar meu pescoço enquanto ia desabotoando meu vestido até que meus peitos pularam pra fora, porque eu não tava de sutiã, e ele foi descendo a cabeça até eles, agarrando com força e enfiando o rosto no meio. Eu achava que tava sonhando, e seria ridículo negar que tava adorando o que aquele moleque de 18 anos tava fazendo comigo. Ele puxou as alças do meu vestido e enrolou ele na altura da minha cintura, foi descendo a cabeça até chegar na minha calcinha. Tentou puxar pra baixo, mas eu segurei dos dois lados e juntei forças pra pedir pra ele parar.
Hector me olhou e, com um sorriso no canto da boca, gritou:
"Manuel, vem aqui na cozinha um instante que sua mãe e eu não achamos as Cocas"
Aquilo me deixou chocada, aquele pivete tava brincando comigo do jeito que queria, e a simples ideia do meu filho me ver naquela situação me fez soltar a calcinha. Aí o Hector sussurrou no meu ouvido: "Assim é bem melhor", e depois gritou de novo: "MANU, deixa pra lá, sua mãe e eu já achamos"
Meu filho só respondeu: "Beleza, parceiro, e se apressa que quero te ganhar de novo antes do almoço"
Hector puxou minha calcinha de uma vez só e deixou jogada no chão da cozinha.
"Tua buceta tá meio peludinha, da próxima vez quero ela sem um fio de pelo"
Antes que eu respondesse, ele enfiou a cara entre minhas pernas e começou a devorar minha buceta de verdade. Aquilo era novo pra mim, meu marido era ainda mais conservador que eu e nunca tinha me chupado. Na real, algumas amigas minhas viviam tirando sarro, dizendo que eu não sabia o que tava perdendo, e naquele dia eu entendi que elas tinham razão. Sem conseguir evitar, o tesão que o Hector tava me dando foi aumentando e eu fiquei solta, abrindo as pernas sem perceber pra ele alcançar cada cantinho melhor. do meu sexo.
Eu estava me dando um prazer fora do normal, os lábios dele brincavam com a minha buceta e as mãos dele beliscavam meus mamilos. Ele se levantou de novo e colocou o pau dele na frente da minha xereca, passando ele pra cima e pra baixo na minha frestinha, tentando ir enfiando, mas com a pouca força de vontade que me restava, tentei mais uma vez afastá-lo de mim.
"Chega, Hector, eu te imploro, não faz isso"
Ele continuava na dele, aproximando o pau o máximo que podia da minha buceta, enquanto eu não parava de tentar afastá-lo.
"Isso é uma loucura, me deixa em paz, Hector, nem pense em enfiar ou eu vou gritar"
Naquele instante, ele venceu minhas defesas e enfiou de uma vez quase metade do pau dele, enquanto me dizia:
"Vai, grita agora se quiser, deixa seus filhos virem e te verem em cima da mesa da cozinha, empalada pelo meu pau"
Aquele filho da puta continuava no jogo dele, e eu não conseguia pará-lo. Ele voltou pra trás, tirando quase todo o pau enorme dele, até enfiar de novo por completo. Ficamos assim por alguns segundos. Senti um prazer incrível quando ele estava totalmente dentro, e olha que parecia que não ia entrar. Hector sorriu pra mim e começou a se mover pra frente e pra trás, metendo com força, até as bolas dele baterem na minha bunda. O membro enorme dele se adaptou melhor do que eu esperava, e aquele filho da puta me fodia muito melhor do que meu santo marido jamais tinha feito. Não consegui evitar e comecei a gemer.
"Sim, siiiim, siiiiiim"
Hector acelerou os movimentos, e pela primeira vez nos meus 40 anos de vida, eu soube o significado da palavra orgasmo. Se não fosse porque Hector, percebendo o que estava rolando, enfiou a língua na minha boca, eu teria gritado de prazer como uma louca. E naquele momento, enrolando minha língua na do amigo do meu filho e tendo um orgasmo maravilhoso, senti um calor inundar minha vagina, sinal inequívoco de que Hector estava gozando dentro de mim.
Hector ficou uns segundos parado, permanecendo dentro de mim, depois se separou e levantou a calça. Calças, desci da mesa como pude e coloquei o vestido, bem naquele instante meu filho Manuel entrou na cozinha.
"Porra, quanto tempo vocês demoram pra pôr a mesa? As pizzas já chegaram"
Aquilo me fez voltar à realidade e respondi que deixasse na mesa e avisasse o irmão pra comer. Assim que Manuel saiu da cozinha, percebi que Hector tinha pegado minha calcinha e, sorrindo pra mim, enfiou no bolso da calça dele.
Durante o almoço, Hector não parou de me olhar e sorrir, embora meus filhos não tenham notado nada. Eu continuava muito nervosa, me sentia terrivelmente suja e culpada pelo que tinha feito, e estava desejando que meu Hector fosse embora de casa. Quando terminamos de comer, Hector e meus filhos foram pra sala jogar videogame de novo, e eu aproveitei pra dizer que estava cansada e que ia pro meu quarto descansar.
Já fazia uns 20 minutos que eu estava no quarto, virando de um lado pro outro sem parar, pensando no que tinha acontecido, quando ouvi a porta do meu quarto se fechar. Abri os olhos e vi Hector no meu quarto.
"Mas, que porra você tá fazendo aqui?" perguntei assustada e surpresa.
"O que você acha, putinha? Vim te foder de novo"
Ele se jogou na minha cama de casal e se aproximou de mim, começando a beijar meu rosto e pescoço. Mais uma vez, tentei me afastar, mas sabia que era impossível porque ele era muito mais forte que eu.
"Me deixa, filho da puta, me deixa em paz, vou te denunciar"
"Nada disso, vadia. Achou que eu ia me contentar em te foder uma vez? Entenda de uma vez: agora você é minha puta. Vou te foder sempre que eu quiser e você vai gozar como nunca gozou na vida", ele disse enquanto abaixava as mãos e agarrava com força minhas nádegas por baixo do vestido.
"Vejo que não vestiu calcinha desde que tirei na cozinha. Tava me esperando, né, vadia?"
Enfiou vários dedos na minha buceta e sentiu como eu me contraía. Quando os tirou molhados, riu e mostrou pra mim.
"Olha só, putinha Fingindo que é difícil, mas você tá bem molhadinha..."
Ele começou a passar a língua por todo o meu rosto, tentava me beijar, mas eu mantinha a boca fechada até que ele enfiou os dedos de novo e conseguiu me fazer gemer. Nessa hora, aproveitou pra enfiar a língua até a campainha, igual tinha feito na cozinha antes de comer. Eu cada vez resistia menos. Ele parou de me beijar, tirou os dedos da minha buceta de novo e, dessa vez, baixou as alças do meu vestido e começou a tirá-lo por baixo. Não se contentou em só arregaçar na minha cintura, não: tirou ele inteiro e me deixou completamente pelada na cama, bem na frente dos olhos dele.
Ele jogou a cabeça nos meus peitos e começou a chupar e mordiscar com gula. Ao mesmo tempo, com as mãos, baixou um pouco a calça dele. Eu senti o pau dele duro contra minhas coxas. Ele tirou a cabeça de entre meus peitos, me olhou fixo e, enquanto sorria, guiou a mão direita até minha gruta e enfiou de uma vez até o talo. Nessa altura, eu já me deixava fazer. Levei minhas mãos até a bunda do Hector e apertei ele contra mim. Aquele moleque era forte que nem um touro. Ele mexia o quadril pra cima e pra baixo, me penetrando por completo. Me beijava com paixão, como se fôssemos dois jovens amantes.
"Fala que você quer que eu te coma sempre que eu quiser", ele disse.
Eu me recusei a responder. Já me sentia humilhada o bastante por deixar o amigo do meu filho me foder na minha própria cama de casal, a poucos metros dos meus filhos. Ele repetiu, e eu neguei de novo. Nessa hora, o Hector parou. Ficou de pé, me agarrou pela cintura e me levantou no colo. Eu só consegui me agarrar no pescoço dele. Nessa posição, ele enfiou de novo e foi andando em direção à porta do meu quarto.
"O que você tá fazendo?", perguntei.
"Vou te foder assim, na frente dos seus filhos."
Ele abriu a porta do quarto e foi em direção às escadas. Eu tentei descer, mas ele me segurava com muita força. Me levou até o começo da escada, com... a pica deleite dentro de mim, tava prestes a baixar as calcinhas quando falei o que ele queria ouvir, tava quase chorando que nem uma criança e sussurrei no ouvido dele
"Tá bom, quero que me foda sempre que quiser"
"Muito bem, assim que eu gosto, mas por não ter feito antes vou te foder aqui mesmo"
Desci pro chão e ele me obrigou a apoiar as mãos no corrimão da escada, de onde a gente tava dava pra ver meus 2 filhos de costas pra nós no andar de baixo jogando videogame.
Hector ficou atrás de mim e, segurando na minha cintura, enfiou o pau de novo de uma vez só, eu tentei abafar meus gemidos e se não fosse porque meus filhos tavam com a TV bem alta, eles teriam me ouvido, ali mesmo a poucos metros dos meus filhos, quase na frente deles Hector começou a me foder de novo.
"Parece que seus filhos tão se divertindo, né? Mas a gente se diverte muito mais"
Hector continuava bombando atrás de mim quando a gente ouviu meu filho Manuel gritar
"HECTORRRRR"
Hector respondeu sem se abalar lá de cima e sem parar de me foder
"QUEEEEE"
"PQ CÊ TÁ DEMORANDO TANTO PRA PEGAR O JOGO, PORRA"
"É QUE SUA MÃE ME PEDIU PRA AJUDAR ELA COM UMA COISA"
"PORRA MÃE, PARA DE ENROLAR O HECTOR"
"Responde pra ele" — Hector me ordenou
"SIM FILHO, CALMA QUE A GENTE JÁ TERMINOU" — gritei pro meu filho sentindo o pau de Hector entrando e saindo sem parar da minha buceta
"Eu tenho muito fôlego, Patri, se cê quer que a gente termine logo, vai ter que fazer alguma coisa pra eu gozar"
Eu sabia o que aquele porco tava pensando, queria que eu chupasse o pau dele pra terminar, mas não ia fazer, só tinha chupado umas duas vezes pro meu marido e não gostei, mas tinha que fazer alguma coisa ou meu filho não demoraria a subir pra buscar o Hector.
Tirei o pau de Hector da minha buceta e me virei pra ele, me ajoelhei e vi Hector sorrindo achando que tinha conseguido mais uma vitória, mas ele se surpreendeu ao ver que não era minha boca que tocava o pau dele, sabendo que eu tinha umas armas Prendi o pau do Hector entre meus peitos e comecei a bater uma punheta pra ele com eles.
Hector me olhou sorrindo.
"Tava pensando na sua boca, mas não vou reclamar de você bater uma com essas tetonas."
Não demorou muito, ele mesmo, sabendo que ia gozar, começou a se masturbar furiosamente. Eu ia me levantar, mas ele segurou minha cabeça e me manteve de joelhos na frente dele.
"Devagar, que vou regar essas tetas pra você."
Não tinha terminado a frase quando começou a gozar em cima dos meus peitos. Umas quatro jorradas de porra acertaram minhas tetas. Quando terminou, Hector me deu um beijo na testa, subiu as calças, foi pro quarto do meu filho, pegou um jogo e desceu as escadas como se nada tivesse acontecido, enquanto eu ia pro meu quarto nua e com os peitos cheios de porra dele.
Me limpei e tomei um banho. Tava ficando completamente louca. Tinha traído meu marido pela primeira vez na vida, e ainda por cima na minha própria casa, com meus filhos lá dentro, e com um amigo do meu filho, só uns dois anos mais velho que ele. Passei o resto da tarde no meu quarto, nem sequer ousava sair pra não dar de cara com o Hector. Lá pelas 19:00, ouvi baterem no meu quarto. Achei que fosse o Hector, mas a voz do meu filho Manuel do outro lado da porta me acalmou.
"Mãe, posso entrar?"
"Pode, querido."
"Oi, mãe, queria te falar que a gente vai dar uma volta."
"Tudo bem, filho."
Pensei que finalmente ia me livrar do Hector, mas me enganei.
"E também falei pro Hector que ele pode ficar o fim de semana com a gente, mãe. Faz tempo que não vejo ele e a gente tem um monte de coisa pra conversar. Você não se importa, né?"
Não sei quanto tempo demorei pra responder, mas aqueles segundos pareceram uma eternidade. E pra minha surpresa, não consegui inventar um motivo convincente pra dizer pro meu filho que não, então falei que ele podia ficar sem problema nenhum.
Quando Hector e meus filhos saíram, eu saí do quarto e de um banho, sem saber o que ainda me esperava naquele fim de semana.
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