Minha mãe e minha irmã, Parte 2

Embora possa parecer que depois de nos masturbarmos eu e minha irmã, o que aconteceu em seguida foi muito rápido, não é porque eu queira escrever rápido ou algo assim, é simplesmente porque foi assim que aconteceu.

Depois de nos masturbarmos eu e minha irmã, fomos tomar banho, e um tempo depois meus pais chegaram. Só posso dizer que não esperava o que aconteceu em seguida.

Minha irmã, quando minha mãe chegou, foi contar pra ela o que tinha acontecido. Parece que entre elas havia muita confiança, até em assuntos de sexo... quem diria. Sério, nunca imaginei que minha irmã falasse de sexo ou algo assim, mas claro, pra saber fazer um boquete como fez em mim e se masturbar como fez, ela tinha que saber e muito.

- ROSA: olha, filha, só posso te dizer que eu também não sou de pedra, e que de ouvir o que você acabou de me contar, estou ficando excitada, e muito.

- EVA: caralho, mãe, ele é meu irmão, e embora eu... bem... tenha aproveitado e muito, ele continua sendo meu irmão.

Minha irmã Eva não podia acreditar que minha mãe tivesse levado tão na boa, mas logo ela saberia o porquê.

- ROSA: olha, já sei o que você quer dizer, mas se for sincera, não acho tão estranho assim. Eu, com o tio Alfonso, também tive uns encontros sexuais. A verdade é que encontros sexuais entre irmãos são algo bem comum, embora, na real, geralmente aconteçam quando são mais novos. O bom é que, se ele não te comeu, também não passou do limite.

Minha irmã continuava ouvindo minha mãe meio alucinada. Ela já tinha falado de muitas coisas sobre sexo com ela, mas naquele momento estavam falando sobre se o filho e a filha dela transavam entre si.

- EVA: a parada, mãe, é que se ele não me comeu, foi porque ele estava prestes a gozar. Ele disse que estava totalmente excitado de me ver me masturbar, e não só isso, mas também de ver você e hmmm

Eva, naquele momento, percebeu que tinha metido os pés pelas mãos. Até então, ela só tinha contado o que tinha rolado entre ela e eu, mas queria compartilhar a responsabilidade, sem me meter em mais confusão, mas ao dizer que eu também ficava excitada de ver minha mãe, isso podia mudar as coisas.

- ROSA; quê?!
- EVA; nada, que de me ver ele ficava excitado
- ROSA; você disse que ele também fica excitado comigo? uma coisa é a irmã da idade dele, outra é a mãe, mesmo sendo jovem, sou a mãe dele....
- EVA; ah, então por eu ter a idade dele, ele pode me masturbar e eu a ele, mas não pode pensar em foder a própria mãe, né?
- ROSA; mas quem tá falando em foder aqui?! ele te disse isso? que se masturba pensando que tá me fodendo?
- EVA; sim! o que você quer que eu diga? sim! como ele mesmo me disse, somos mulheres, somos fêmeas, e ele é um macho, que quando nos vê com pouca roupa, só vê os peitos, a bunda etc, e quando se masturba, pensa em todas nós. Não sei por que você pode achar de boa o que rolou entre ele e eu, e depois fica desse jeito quando você se sente envolvida!.

Essa conversa tava deixando minha mãe a mil, embora ela disfarçasse.

- EVA; bom, como eu tava te dizendo, que se ele não me comeu, foi só porque ele não se sentia capaz de aguentar o contato com a minha buceta sem gozar, senão eu teria ficado ali não só disposta, mas desejando, você não sabe o tesão que eu tava, e tudo estar acontecendo com meu irmão só me deixava ainda mais excitada pelo morbo.

Minha mãe, embora já tivesse tido conversas de sexo com minha irmã, não acreditava no que a filha tava contando. Ela, mesmo conhecendo mais intimidades da minha irmã do que eu, ainda a via de forma angelical (como já disse, era impossível alguém pensar o contrário). Depois de ver como minha irmã tava se abrindo com ela, resolveu se abrir também.

- ROSA; olha Eva, você não deve se sentir mal por isso, aliás, seu irmão, pra resumir, é muito gostoso, e eu te entendo...
- EVA; mãe!, o que você tá dizendo? bom, sim, sim, ele é, mas você é a mãe dele e tá com o papai
- ROSA; olha filha, por isso Sempre te vejo tão inocente, do mesmo jeito que você se abre comigo como antes, sobre coisas tão "milf" (tipo como você tava morrendo de vontade de dar pro seu irmão), e aí, do nada, sua inocência aparece, pensando que só porque sou casada, não consigo ver quando um homem é gostoso ou não.

- EVA; sim, mãe, mas antes você tava me dizendo, tipo, como que era possível meu irmão ter me falado que se masturbava pensando em te comer, sendo que você era mãe dele, etc etc.

- ROSA; olha, tô sendo sincera com você, é normal você ter ficado doida pra dar pro Javier, depois de tudo que você me contou, e agora vou ser bem honesta, mesmo que pareça grossa, mas melhor jeito de explicar não tem..., dessa conversa que a gente tá tendo, tô me sentindo excitada, na verdade muito excitada, tipo, depois disso vou trocar de calcinha! hahaha

- EVA; mas mãe! a gente tá falando do Javier! do seu filho!

- ROSA; olha, como você disse antes, agora tô falando como mulher, e pensando no seu irmão como macho, e só de saber que um macho, e ainda com mais tesão, sabendo que é meu filho, quer me penetrar, isso só me deixa mais excitada. Por isso tô falando pra você não se preocupar com o que aconteceu, é normal você ter querido que ele te pegasse, e como já disse, mesmo que você desejasse, pelo menos não teve penetração, que é o que importa. Isso só pode trazer problema.

- EVA; então você acha de boa se a gente continuar com nossas brincadeiras, desde que não tenha penetração?

- ROSA; olha, vou te contar um segredo, muitas vezes seu pai e eu brincamos de várias coisas enquanto transamos, e entre elas tem o jogo de eu ou ele fingirmos ser nossos filhos.

- EVA; como assim?

- ROSA; então, alguns dias, eu finjo ser você enquanto dou pro seu pai, e outros ele finge ser seu irmão.

- EVA; mas o que você tá dizendo??? eu nunca conseguiria dar pro meu pai, uma coisa é meu irmão, outra é meu pai.

- ROSA; bom, essa é a desvantagem que seu pai tem em relação a mim. hahaha, enquanto isso eu sou muito gostosa, tanto que meu próprio filho quer me comer, já teu pai não é tão bonitão assim hahaha. Bom, como eu te disse algumas vezes, ele se passa por teu irmão, e enquanto me fode, eu falo putarias, como se fosse o Javier, e fechando os olhos, pensando que é meu filho que tá me comendo, eu gozo muito mais fácil, mas isso são só jogos, me foder com meu próprio filho de verdade não é, e olha que eu tomo pílula anticoncepcional enquanto tu nem toma.

- EVA: bom, tu não me respondeu, se não tiver penetração, eu e meu irmão podemos ter encontros sexuais?

- ROSA: olha, não posso te responder essa pergunta agora, não é tão fácil, olha, mesmo não tendo tanta intimidade com teu irmão quanto contigo, se quiser amanhã eu falo pro teu pai que não tô bem e que ele vá sozinho almoçar com teu tio, e aí a gente tem uma conversa eu, tu e o Javier, porque se teu pai descobrir tudo isso, não vai levar tão na boa quanto eu. Agora vou trocar de calcinha como te falei, porque tô encharcada! hahaha

- EVA: mãe, pega outra calcinha pra mim também hahahaha!

No dia seguinte, depois do que aconteceu, ao acordar e lembrar, comecei a sentir meu pau despertando, o que era um saco, porque mesmo já não ligando se minha irmã visse, não podia deixar minha mãe ou meu pai verem.

Como não podia ser diferente, minha irmã tava de novo com outro biquíni, dessa vez de flores, o que destacava ainda mais do que o biquíni preto, a linda cabeleira dela caindo até a cintura, embora os olhos verdes se destacassem menos com tantas cores no biquíni, mas ainda assim, como eu disse, a carinha de gata dela, por causa desses olhos e do cabelo, mesmo com aquele ar de inocência, não tinha biquíni que pudesse ofuscar ela.

Ao passar do lado dela, depois de olhar pros lados pra ver se não tinha mais ninguém, me virei pra ficar bem atrás dela, e me encostei o máximo que pude nela, pra que ela sentisse meu Pau no cu dela, mas aí a reação que ela teve me decepcionou completamente.

- EVA; Javier, não faz isso, o que rolou ontem já passou.

Mesmo falando num tom sério, dava pra perceber um tom de pouca convicção na voz, e depois, com um tom preocupado, ela me disse;

- EVA; Javier, ia esquecendo, depois a mamãe quer falar com nós dois. Ela vai mandar o papai almoçar sozinho pra conversar com a gente sobre o que aconteceu ontem.

- JAVIER; mas cê tá louca!!! O que cê falou pra ela?!, mas dá pra saber o que cê fez??

- EVA; desculpa, Javier, mas eu precisava fazer isso, porque sabia que hoje ia acontecer o que você acabou de fazer comigo e eu tinha que ver o que fazer com isso, e com certeza a mamãe pode resolver tudo isso.

- JAVIER; mas se ontem cê tava até com vontade de eu te comer, praticamente cê me convidou pra isso, de onde vem isso agora?

- EVA; é disso mesmo, não entendo como cheguei naquele estado de choque, tava doida pra você me comer, ainda bem que você não se sentiu capaz, e, bom, a mamãe com certeza vai saber me ajudar.

Mesmo estando puto (só um pouco, porque como já disse, é impossível ficar bravo com uma pessoa tão angelical quanto minha irmã), ouvir o que ela acabou de me falar me deixou louco de tesão, e enquanto me sentia um idiota por não ter comido ela, falei, apontando pro meu pau já completamente duro;

- JAVIER; olha, não sei o que vai rolar depois com a mamãe, mas se posso te dizer uma coisa, tô doido por você, e viu como você deixou meu pau duro só de falar que quer que eu te coma? ... porra.... então a gente se vê depois, tchau.

Depois que meu pai saiu, vi minha irmã entrando no quarto da minha mãe, imaginei que a reunião ia rolar..... tava apavorado com o que minha mãe ia dizer, então esperei lá embaixo até me chamarem.

- EVA; mamãe, já tô aqui, e já falei pro Javier que a gente precisava conversar, e pra piorar, já voltamos à estaca zero, e por isso preciso tanto que você me dê um conselho sobre tudo isso. Essa manhã meu irmão ficou todo excitado. Comigo de novo, me dizendo que tá doido pra me foder, e o pior é que eu teria deixado ele ali mesmo me comer.

- Rosa: olha, minha filha, não se preocupa que é pra isso que a gente vai conversar aqui agora, e para de me falar essas coisas, que não tenho biquínis reserva, haha.

- Eva: mãe!... vou chamar o Javier.

Eu tava lá embaixo esperando, quando minha irmã saiu e me chamou pra subir. Ao entrar no quarto, vi na minha frente um pesadelo... lá ia minha mãe me dar uma bronca pelo que tinha acontecido, e eu só conseguia olhar que minha mãe tava de biquíni. Era um biquíni bem justo, do tipo que ela gosta, e que fazia os peitos saltarem ainda mais do que o maiô normal que minha irmã usava. Minha mãe me mandou sentar, e eu obedeci.

- Rosa: suponho que sua irmã já te disse que me contou o que aconteceu ontem.

- Javier: sim, mãe, mas não fui só eu, eu não forcei ela a nada, nós dois queríamos, e sei que foi uma coisa que nunca devia ter acontecido e não vai acontecer de novo.

- Rosa: não foi isso que sua irmã me disse. Segundo ela, hoje de manhã você ainda tentou levar ela pro mato.

- Javier: Eva! Por que você contou também o de hoje...

Naquele momento, vi que ou eu era sincero, ou ia me meter num problema ainda maior, contando mentira em cima de mentira.

- Javier: olha, mãe, vou ser sincero: desde sempre minha irmã me atraiu pra caralho, é só olhar pra ela!, e ontem, bom, uma coisa levou à outra e aconteceu o que aconteceu. Hoje de manhã, como achei que minha irmã tinha gostado, pensei em propor que a gente fizesse de novo, mas depois de ver que ela realmente não quer, não vou mais insistir.

- Rosa: olha, Javier, não é que ela não queira, na verdade ela gostou sim, e muito, mas é que ela te acha muito avançado, e eu já disse pra ela que penetração é um ponto e à parte.

Depois que minha mãe falou isso, fiquei besta e meu pau disse "aqui estou eu", não sabia como esconder, então mudei de assunto. de posição, porra, minha mãe não só tava me dizendo que minha irmã gosta de mim, e muito, mas também que... bem... ela só dá importância pra penetração, então não via problema no que aconteceu ontem.

- ROSA: é, já vi que você ficou besta depois de pensar no que eu falei. Como já disse pra sua irmã, não acho que o que aconteceu ontem foi tão grave, mesmo que você tenha chupado a buceta dela ou gozado na garganta dela, mas a penetração é outro papo.

Isso já era inacreditável, o mundo tinha enlouquecido??, ontem éramos uma família normal, eu diria até mais normal que a maioria, e de repente ontem, eu masturbei minha irmã e quase comi ela, e hoje minha mãe fala comigo desse jeito que nunca ouvi ela falar.

- ROSA: me desculpa se falo assim, mas é o jeito de deixar as coisas claras sem rodeios.

- JAVIER: então, desde que não tenha penetração, você acha de boa eu e minha irmã nos masturbarmos??, eu sei que penetração pode causar gravidez e tal, e por isso, como você disse, é outro papo.

- ROSA: bom, não é só isso, não é só pela gravidez, é mais... bem, você disse pra sua irmã que às vezes se masturba pensando em me comer, né?

- JAVIER: mas mãe! que porra é essa que você tá falando!, sou seu filho....

- ROSA: olha, como já te falei, qual é o sentido de ficar enrolando quando falar na lata resolve melhor? Além disso, você é meu filho, mas disse pra sua irmã que às vezes pensa em me penetrar, né?

Essa situação era um caos, eu não sabia o que fazer ou dizer, mas minha irmã tinha se encarregado de contar tudo, então não tinha outra escolha....

- JAVIER: sim, mãe, como eu disse pra minha irmã, não sou de pedra, e ver vocês duas andando de sunga e biquíni pela casa me deixa muito excitado, e mesmo você sendo minha mãe, não é uma mãe normal, você me teve muito novo e é uma gostosa, pra falar na lata como você diz.

Foi nesse momento que eu falei isso, notei como minha mãe Tento manter a compostura, embora desse pra ver na cara dela. Não sei como definir, mas não era excitação, era algo parecido. Já disse, não sei explicar direito.

- ROSA: pois é, era aqui que eu queria chegar. Eu tomo anticoncepcional, então você não poderia me engravidar, mas mesmo assim não deixaria você me foder. Não sei explicar, mas é um passo além de uma simples punheta.

Nesse momento, não aguentei mais. A pica tava doendo de tão torta que tava, e tive que me endireitar. Aí o volume no meu sungão ficou bem claro, e vi minha mãe olhando séria pra ele, enquanto minha irmã deu um sorrisinho e também ficou olhando. O que eu disse em seguida, nunca teria dito antes, mas vendo que minha mãe não tava rodeando, pensei: por que não ser direto também? Se ela se irritasse, era só pedir desculpa, dizer que achei que podia falar assim já que ela tava falando do mesmo jeito.

- JAVIER: então, se é a foda que você vê como um passo além, você acharia de boa a gente se masturbar junto, você e eu, igual eu fiz ontem com a minha irmã?

De repente, foi como se uma bomba tivesse explodido no quarto, mas silenciosa. Todo mundo ficou perplexo, até eu mesmo, mas tudo em silêncio.

- EVA: Javier, mas o que você tá dizendo?! Sabe o que acabou de falar?

- ROSA: deixa, EVA. Assim como eu, ele tá usando uma linguagem, como dizer... "direta". Olha, vou responder claro, Javier. Sim, não me importaria se a gente se masturbasse junto.

- EVA: mas o que você tá dizendo, mãe?

- ROSA: o que você ouviu. Não vejo problema em você e seu irmão se masturbarem, até eu inclusa, mas nada de penetração.

O clima tava tenso, mas não no mau sentido. Ninguém ali sabia direito o que podia rolar. Eu já tava excitado e, vendo que ninguém se jogava, e com o papo tão "direto" que tava rolando, simplesmente fui. Depois da conversa que a gente teve, o máximo que podia acontecer era minha mãe dizer não e pronto.

- JAVIER: mãe, posso masturbar vocês agora? Você e minha irmã juntas?
Minha mãe, tão direta quanto sempre, não pensou duas vezes.

- ROSA: por mim tudo bem, aliás, se for pra ser sincera, tô com a parte de baixo do biquíni encharcada kkkk, e você, Eva, o que acha?

- EVA: caralho, mãe, isso que tá rolando é inacreditável, mas claro que vou entrar nessa.

Eu tava em êxtase. De pensar que ia levar uma bronca, de repente ia poder bater uma e ser masturbado pela minha mãe e minha irmã. A única merda de tudo isso é que eu nunca ia poder comer elas, pelo visto, mas já tava de bom tamanho. Tirei a sunga e minha pica ficou toda dura, com seus 19 cm no ar, com resto de porra escorrendo na ponta do pau. De repente vi minha mãe passando a língua nos lábios, mas sem querer, só de reflexo ao ver minha rola.

- EVA: você quer que hoje eu deixe o biquíni como ontem ou tiro ele?

Porra, aquilo soou como música. Minha irmã ali perguntando como eu queria que ela ficasse pra gente bater uma! Não tava acreditando no que tava rolando.

- JAVIER: Evita, tira o biquíni hoje. E mãe, se puder, tira só o top mas deixa a parte de baixo, sou meio fetichista! kkkkk

Não conseguia acreditar. Eu mandando na minha mãe como ela devia se vestir pra me satisfazer sexualmente. Primeiro minha mãe começou a tirar o top. O corpo dela, sem ser tão gostoso quanto o da minha irmãzinha, não ficava atrás. De repente vi minha mãe tirar o top completamente, deixando os peitos dela no ar. Depois de ver os peitos da minha mãe (não era tipo ver por acidente, era ver eles ali na minha frente pra eu aproveitar, porque eu tinha pedido pra ela), comecei a passar a mão na minha pica, que começou a fazer uns barulhos bem sensuais por causa da porra acumulada na ponta do pau.

- JAVIER: olha como vocês me deixam, minhas fêmeas. Aqui tá o macho de vocês, pro que vocês quiserem.

Enquanto falava essas palavras, percebi que não tinha mais volta. Voltando atrás, eu já tinha a posição de macho no quarto, e minha mãe e minha irmã sabiam que, se agora quisessem dar pra trás, iam penar pra se livrar de mim. Então minha irmã começou a tirar o biquíni, o que ia ser uma experiência nova pra mim, já que eu ainda não tinha visto ela completamente pelada. Depois de tirar o biquíni todo, o que posso dizer? O mais perto que consigo achar pra definir ela são aquelas elfos maravilhosas que pintam nos contos de fada. A figura dela era esbelta, tinha uma bunda perfeita, uns peitos maravilhosos, e aquela juba preta até a cintura que deixava ela ainda mais exótica. Não parei de olhar o corpo dela enquanto me masturbava com uma mão, e depois olhei pro rosto dela, que tava vidrada com aqueles olhões no meu pau, com os lábios carnudos abertos. De repente, minha mãe levantou, foi até a mesinha de cabeceira e tirou um vibrador que tinha lá, o que me excitou pra caralho, só de pensar que minha mãe enfiava aquilo na buceta dela.

- ROSA: Javier, não se preocupa com o vibrador, sei que você vai dar conta de nós duas, mas é sempre bom ter uns brinquedinhos aqui, hahaha.

Minha mãe passou o vibrador pra minha irmã enquanto dizia:

- ROSA: Toma, não sei se você já usou um desses, começa você com ele.

Enquanto minha mãe falava isso, se deitou de costas na cama e começou a me olhar com um olhar safado. Não precisei de mais estímulo, então fui direto pra cama. Enquanto me posicionava entre as pernas da minha mãe com a intenção de chupar a boceta dela, minha irmã se deitou do lado da minha mãe, examinando o vibrador.

- JAVIER: Mamãe, vou chupar sua boceta.

Embora todos soubessem o que tava rolando ali, não dava pra evitar que soasse estranho, e muito excitante pra todo mundo o que eu tinha acabado de falar. Isso ficou na cara: minha irmã começou a se esfregar o clitóris, igual tinha feito ontem, só que dessa vez eu conseguia ver tudo mais claro, já que ela não tava de biquíni, e minha mãe também reagiu. ROSA; meu filho, chupa minha buceta, esfrega meu clitóris com sua língua.

Na hora comecei a aproximar minha língua da buceta da minha mãe, separei os lábios vaginais com a própria língua sem usar as mãos, até chegar no clitóris dela.

- ROSA; uuuahhhhh, issooo ééé

Enquanto isso rolava, de repente comecei a ouvir um zumbido do meu lado, era o vibrador. Mesmo estando muito excitado pela minha mãe, não consegui evitar ficar vidrado na minha irmã. O vibrador era grande, mais ou menos do tamanho do meu pau, e mesmo tendo enfiado vários dedos na buceta dela ontem, não era a mesma coisa. Minha irmã ia meter praticamente um pau na vagina dela. Devagarzinho, ela aproximou o vibrador da entrada da buceta e começou a enfiar a ponta, que tinha formato de cabeça de pau de verdade, sendo mais larga que o resto.

- EVA; ohhh, mãe, a cabeçaa é muito grande uhhh

- ROSA; não se preocupa, mesmo queee mmmm mesmo que ahhh você não estivesse molhadinha, daria pra enfiar, mas com o tesão que você tá ahhhh ahhhhh, assim que enfiar a mm mm a cabeça, vai conseguir meter facinho.

Eu não acreditava no que tava vendo. Minha irmã e minha mãe ali, conversando com claras caras e vozes de prazer, e ainda por cima comigo ali chupando a buceta da minha mãe, e com minha irmã sabendo que mais cedo ou mais tarde eu estaria na dela também, e com certeza isso deixava ela ainda mais excitada. Enquanto isso, minha irmã conseguiu enfiar a cabeça do vibrador dentro da vagina e começou a meter e tirar centímetro por centímetro, mas cada vez mais fundo quando enfiava. Tudo isso tava me deixando a mil, eu ali chupando o clitóris da minha mãe enquanto via minha irmã meter um consolo na buceta. Minha irmã já tava totalmente vidrada e excitada, não só pelo que ela mesma tava fazendo, mas por ver tudo que rolava, como ver ali o irmão dela de boca na buceta da mãe enquanto a masturbava.

- EVA; ahhhh ahhhh

Conforme minha irmã Ela foi ficando mais excitada, deu pra ouvir como a intensidade do zumbido mudava, porque a vibração aumentou de velocidade.

Tanto eu quanto minha mãe, mesmo cada um na sua, não conseguíamos evitar ficar mais e mais excitados, vendo minha irmã ali se masturbando com um vibrador. Como eu já disse, minha irmã era angelical, quem iria imaginar, e minha mãe, mesmo tendo muita confiança nela, não conseguia nem imaginar minha irmã fazendo o que estava fazendo. O zumbido aumentou de novo.

- EVA: ahhhhhh sinto uff como o vibrador, chegaaa aaaa ahhh no fundo da minha bucetaaa, sempre usei ahhh ufffff usei meus dedooos ahhhh nuncaaaa chegueiiii ahhh ahhh tão profunnndooo

Eu estava muito à vontade com minha mãe, mas ver aquela ninfa se contorcendo ao meu lado fazia eu desviar muito o olhar pra ela, e minha mãe percebeu.

- ROSA: Evita, me dá o vibrador pra mim, e deixa seu irmão chupar sua buceta.

Minha mãe leu meus pensamentos, mesmo eu estando louco de tesão chupando a buceta dela, minha ninfa estava me chamando. Embora minha irmã estivesse adorando o vibrador, só de pensar no próprio irmão chupando a buceta dela de novo, ela não pensou duas vezes. Eu me coloquei entre as pernas da minha irmã e ali, enquanto minha irmãzinha me olhava com aqueles olhos verdes diretamente nos meus, ela começou a tirar o vibrador, até que no final fez um pequeno som de "chop". Então minha irmã deu o vibrador pra minha mãe e, sem tirar os olhos de mim, mordeu o lábio inferior, como se implorando pra eu começar (eu adorava como minha irmã me olhava, sabia que cada olhar tinha a intenção de me excitar mais e mais). Assim que coloquei minha boca na buceta da minha irmã, ela começou a falar coisas sem parar, de forma entrecortada. Ela parecia ainda mais excitada que ontem, tudo que rolava no quarto mais o vibrador ajudava nisso.

- EVA: ahhhhhh assim, meu meninooo, meu homenzinhooo mmmmmmmm mmmmmmmm chupa minha buceta meu machooo
Minha mãe já tinha o vibrador enfiado até o fundo, porque foi bem fácil pra ela, já que tava toda molhada depois da minha lambida. Quando ouviu minha irmã, teve um puta choque de tesão, vendo que minha irmã tava completamente desesperada pra eu comer ela. Minha mãe colocou o vibrador no máximo desde o começo, tava louca de tesão.

- ROSA; ummmmm ahhhhh ummmmmmmmmmm chupa eleeeee chupa eleeeee. Sabe ahhhhh sabe beeem ummmm a buceta dela?

- JAVIER; siiiiii! mmmm, respondi igual um bicho no cio enquanto voltava a lamber a buceta da minha irmã.

Não só pela minha irmã, com os gemidos e os movimentos dela, mas também pela minha mãe, porra, que tava me incentivando a chupar a buceta da minha irmã. Eu tava muito excitado.

- EVA; chupa euuuu chu chupa euuuu ahhhhh siiiiiihhhh ahhhhhhhhhh meu machooo ahhh meu machooo

Todo mundo ali tava louco de tesão, tudo no talo. O próximo passo foi colocar meus dedos na boca da minha mãe pra ela molhar e enfiar na minha irmã.

- JAVIER; mãe, chupa meus dedos

- Rosa; mmmmm

Minha mãe tava com a boca tão quente quanto a da minha irmã ontem. Todas as nossas temperaturas corporais tavam acima do normal. Assim que meus dedos ficaram ensopados, levei eles pra entrada da buceta da minha irmã.

- EVA; issooo issuuu ufffff siiii uffff issooo ahhhh

Não posso deixar de reforçar como a situação era excitante. Ali tava minha irmãzinha de alma, minha irmã de sempre. Quem diria que eu ia tar chupando a buceta dela enquanto metia os dedos, só dois dias atrás. E pra piorar, como já falei, se já era incrível só por isso, ainda tinha a beleza angelical dela, e ver ela se revirando de prazer sem parar de gemer e falando sem fôlego, tudo causado pelo tesão que o irmão tava dando nela, e ainda por cima minha mãe ali gemendo igual enquanto enfiava o vibrador até o fundo sem parar, com a buceta cheia de... fluxo vaginal igualmente provocado pelo filho dela.

O clima que se respirava no quarto era de sexo puro, todo mundo suando, gemendo, sem ar pra respirar e o cheiro de sexo era avassalador também. Eu me sentia como num sonho hipnótico, sabendo que tava ali, mas ao mesmo tempo flutuando numa nuvem, sentindo a mistura dos perfumes que minha mãe e minha irmã costumam usar, com o cheiro de sexo que se respirava, e tudo isso entre irmãos e mãe ainda deixava mais excitante. Se o clima já tava suficientemente excitante, o que aconteceu depois deixou ainda mais tenso (sempre do ponto de vista positivo, claro).

Enquanto eu continuava chupando minha irmã, minha mãe começou a mexer o vibrador com mais força dentro da buceta dela, ao mesmo tempo que começou a gritar entre gemidos e soluços.

- ROSA: Issooooo uffff sim ufff ahhhhh ahhhhh me fodeee me fodeee me fodeee mais forteeee Javieerrrr, issooo ahhhh enfia teu pauuu até o fundoooo ahhh aa ahhh assimmm!

Mesmo que o que a gente tava ouvindo chocou eu e minha irmã, depois dela ter dito que nada de penetração, também não nos afetou tanto, porque a gente tava muito excitado, ninguém conseguia parar naquele momento, mesmo que pegasse fogo.

- ROSA: Issooo ahhhh me penetraaaaa ahhhhh enfia eleee sim issooo ééé mmmmmm uffff ahhh ahhhh

- EVA: Meu irmãozinho uf irmãozinho aahhhh ahh ahhhh uuahhh minha bucetaaa uahhh ahhh minha bucetaaa já tá preparadaaa de sobraaaa pra você me foder siiii me fodeee

- ROSA: uffff ahhhh não Evaa, Evitaaa ahhh mantém isso na imaginaçããão

- EVA: Desculpaaa ahhhh aaa desculpaaaa mamãe mas eu não tô nem aí proo mmmm uufff que você me disseeee, preciso que meu irmãoooo ahhhh me mmmm meee fodaaa, preciso uff ummm sentir o pau dele no ffff ffff fundo da minha bucetaaa ahhh ahhh ahhh ahhh ahhh ahhh

Ouvir minha irmãzinha falar isso foi como ouvir os sinos do céu, não tinha nada no mundo que Pudia querer mais agora. Enquanto ouvia minha ninfa, parei de masturbá-la e, sem hesitar, comecei os preparativos pra foder minha irmã, sentando nos peitos dela pra que ela pudesse deixar minha rola um pouco molhada com a boca, embora, na real, com a excitação que a gente tava, nem precisava umedecer mais. Minha mãe, sem conseguir parar os gemidos e a fala entrecortada por causa da excitação dela — que, mesmo achando errado o que minha irmã queria, ainda a excitava mais —, começou a falar comigo.

- ROSA; Javierrr uffff Javierrr uffff esperaaa ahh esperaaa

Eu nem olhei pra minha mãe, simplesmente ignorei ela, mas não porque fizesse conscientemente, e sim porque na minha mente a única coisa que eu tinha que fazer naquele momento era satisfazer minha irmã e a mim.

Minha irmã sabia o que eu queria ao sentar nos peitos dela, e no momento em que fiz isso, ela esticou a língua o máximo que pôde pra enfiar minha rola até a garganta dela. Primeiro, comecei a meter devagar, enquanto sentia a língua dela brincando ainda com minha rola. Eu tava a mil por hora, mas dessa vez não podia decepcionar minha irmã de novo, então sabia que não devia ficar na boca dela por muito tempo; queria foder ela o máximo possível (isso ajudou porque no dia anterior, além de gozar na boca da minha irmã, antes de dormir me masturbei de novo, então hoje não tava com a mesma pressa de ontem). Minha irmã continuava brincando com minha glande e então, sem dizer uma palavra, comecei a segurar a cabeça dela por trás, pela cabeluda impressionante dela, e minha irmã naquele momento soube o que fazer: esticou a língua o máximo que pôde pra não atrapalhar a penetração da minha rola na garganta dela, e na hora comecei a pressionar minha rola o máximo que dava dentro da boca dela. Fui apertando devagar, até dar um empurrão forte, com o que minha glande se encaixou completamente dentro da garganta dela. Minha irmã imediatamente começou a engasgar, então aos poucos fui tirando a pica da garganta dela, sentindo a cabeça empurrar as paredes da garganta na saída, até que minha pica ficou completamente pra fora, toda encharcada de saliva e quando digo toda é toda, essa é a vantagem de enfiar a pica até o fundo da garganta.

- EVA; ahhhh ahhhhh mmmm slurppp ahhh ahhhh

Minha irmã respirava bem ofegante, porque quando a cabeça da pica tá lá no fundo, tapa toda a entrada de ar pela garganta, mas mesmo assim, não passaram 4 segundos e minha irmã já tinha a língua pra fora o máximo que podia, e de novo comecei a meter a pica até a garganta dela, igual da outra vez, devagarzinho, até que de repente, segurando ela pelo cabelo, empurrei com força até sentir a cabeça da minha pica encaixar dentro da garganta dela, ali dava pra sentir uma umidade enorme na cabeça da minha pica, eu tava muito excitado, então empurrei um pouco mais, minha irmã começou a engasgar de novo e eu comecei a tirar a pica devagar de novo, até sentir a ponta sair da garganta dela, e deixei a pica ali um pouco, dentro da boca dela, pra minha irmã espalhar pela minha pica a quantidade imensa de saliva que ela tinha na boca com a língua.

Finalmente tirei a pica da boca da minha irmã, e olhei diretamente nos olhos dela, ali tinha aquela gostosa na minha frente, ainda respirando meio sufocada, vendo os peitos dela balançando com a respiração, ela me olhou diretamente nos olhos também, e embora como já falei muitas vezes a cara dela era angelical, o olhar que ela tinha nesse momento, era a primeira vez que eu via. Os olhos verdes dela estavam cravados nos meus, os lábios abertos, deixavam ver a dentadura totalmente fechada, dava pra ver que ela tava apertando os dentes pra manter eles fechados, como se tentasse conter a excitação dela que era tanta que podia se chamar de raiva, o olhar dela nesse momento embora lindo, tinha passado de angelical pra um de total excitação, estava fora de controle, tinha o olhar de uma puta no cio. Ali estava ela me olhando, sabendo que o que vinha agora era o que estávamos esperando há tanto tempo.

Minha mãe, embora tivesse parado de usar o vibrador, ainda respirava muito excitada, e ainda mais vendo o que estava acontecendo ao lado dela. Ali estavam seus filhos, realmente se preparando para se foderem mutuamente, a cena que ela acabara de ver a deixou chocada e ao mesmo tempo totalmente excitada, ali o que ela tinha ao lado era um macho e uma mulher, que tinham acabado de dar o último passo para a penetração.

A situação tinha saído do controle, e ela sabia que já não podia fazer nada, por mais que fizesse ou dissesse, seus filhos iam se foder, mesmo que nesse momento o pai deles entrasse no quarto, não conseguiria impedir.

Minha mãe imediatamente pensou em uma última "solução".

- ROSA: olhem para mim, por favor, olhem para mim, vocês venceram, chegou a hora de foder, estou de acordo, mas por favor Eva, deixa seu irmão me foder primeiro, como você, eu também preciso sentir o pau dele, deixa eu gozar e depois ele te fode até você gozar todas as vezes que aguentar enquanto seu irmão segurar.

Minha mãe achava que depois do que aconteceu ontem, ela poderia me fazer gozar, antes de gozar ela mesma, e assim talvez evitar que eu fodesse minha irmã, mas por precaução tomou uma última medida.

- ROSA: olhem, eu tomo pílula anticoncepcional, então não tenho problemas, mas quando eu gozar, vocês têm que parar um momento para o Javier colocar uma camisinha, ok?

- EVA: olha mãe, mm vou conceder seu primeiro desejo, mmmm, ok que você fode ele antes, mas quero que meu irmão me foda no pelo, quero sentir o pau dele carne com carne com minha buceta, quero sentir o calor dele carne com carne e quero sentir o sêmen dele batendo no fundo da minha buceta, quero sentir como consigo que meu macho não aguente mais e tenha que gozar dentro de mim.

- ROSA: mas o que você falando sério, ela pode te engravidar, você não sabe o que tá dizendo.

- EVA; olha, se eu engravidar, foda-se, eu realmente preciso sentir meu irmão me comendo no pelo, eu preciso mesmo, senão eu morro. No pior dos casos, amanhã mesmo eu tomo a pílula do dia seguinte.

- ROSA; mas...

- EVA; ou você aceita ou larga de mão, se não concordar, eu vou dar pro meu irmão agora mesmo e já tô sendo boazinha deixando você comer ele primeiro.

Minha mãe ficou meio perplexa, de como a filha dela, a filha inocente dela, tava falando aquilo, mas o que ela tinha na frente, mais que a filha, era uma mulher completamente no cio, então ela concordou, meio preocupada, mas com toda certeza, completamente excitada de ver como a filha dela tava enfrentando ela por um macho, e ainda mais sendo o próprio irmão dela.

Eu, por minha parte, depois de ouvir tudo isso, já tava pouco me lixando pro que minha mãe dissesse, mesmo se minha irmã decidisse que eu usasse camisinha, eu ia pressionar pra comer ela no pelo, Eva tinha virado minha mulher, minha ninfa, sim, era minha irmã, mas ela tinha me enfeitiçado completamente.

- JAVIER; mãe, deita de barriga pra cima no meio da cama, e Evita, minha menina, deita também de costas em cima da mãe, assim, enquanto eu como ela, você pode continuar se masturbando se esfregando na minha barriga.

Daqui a pouco, lá estavam minha mãe e minha irmã na cama, exatamente como eu tinha mandado, por Deus, a cena era inacreditável, quem diria dois dias atrás, mas ali estava minha mãe ainda com a parte de baixo do biquíni, com as pernas abertas pra deixar o filho comer ela, e em cima, minha linda irmã, com a cabeleira preta no peito e na barriga da minha mãe, também de pernas abertas pra deixar o irmão entrar na buceta dela. Desse jeito, a buceta da minha irmã ficava bem em cima da da minha mãe.

As duas me encaravam fixamente enquanto eu me aproximava delas.

- JAVIER; isso aqui é o paraíso, não tem nada que eu possa desejar mais, primeiro comer minha mãe até ela gozar, e depois, com minha Pau bem lubrificado pelos fluidos vaginais dela, foder minha irmã até a exaustão.

Minhas fêmeas estavam ali, tendo ouvido tudo que eu disse, mas sem fazer careta ou sorrir, elas só queriam que o macho delas desse o que tanto precisavam.

Fui me aproximando aos poucos, e me deitei por cima da minha irmã, porra, era tão excitante, já tinha feito de tudo com ela, mas isso já era coisa séria, isso já eram as preliminares de foder ela e ainda por cima com a superexcitação de meter sem camisinha, sem nenhum tipo de proteção, e sabendo que além de mim, ela também queria aquilo.

Me posicionei por cima da minha irmã, que como já disse, estava de barriga pra cima deitada em cima da minha mãe, que também estava de barriga pra cima na cama. Com essa posição, se eu quisesse, poderia até passar meu pau da buceta da minha mãe pra da minha irmã e vice-versa sem fazer nenhum esforço, e elas sabiam disso, e ali estavam me oferecendo minha mãe e minha irmã com suas bucetas, prontas pra eu fazer o que quisesse. No momento em que me coloquei por cima da minha irmã, meu pau roçou um pouco nos lábios vaginais dela, o que fez com que ela instintivamente empurrasse o quadril contra mim, embora meu pau só tenha aberto um pouquinho os lábios dela, e de raspão, ou seja, nem cheguei na entrada da buceta dela, foi o suficiente pra sentir uma gota dos fluidos dela escorrendo do meio do meu pau até as bolas.

- EVA: ummmm ummmmm

Nesse momento, desci um pouco pra alcançar a buceta da minha mãe, deixando minha barriga (na altura do umbigo) roçando na buceta da minha irmã, enquanto meu pau já sentia os lábios vaginais da minha mãe através do biquíni dela.

Eu tinha o pressentimento de que minha mãe ia fazer de tudo pra não gozar antes de mim, embora depois de toda a excitação que ela tava, eu sabia que ela não ia conseguir.

- JAVIER: mamãe, se prepara que seu filho vai te foder agora.

Peguei com minha mão direita e puxei o biquíni dela pro lado. de lado, mas sem tirar, deixando assim a buceta da minha mãe de fora, enquanto, com a mesma mão que segurava o biquíni dela de lado, comecei a separar os lábios vaginais dela, ao mesmo tempo que comecei a aproximar meu pau da entrada vaginal dela. Olhei para o rosto da minha mãe, que estava bem debaixo do da minha irmã, à direita dela, e vi como ela apertava os lábios com força para depois esticar a língua e molhá-los. Nesse momento, comecei a empurrar às cegas, tentando acertar a entrada vaginal, enquanto encarava minha mãe fixamente. Não demorou muito e logo senti um pouquinho da cabeça do meu pau encontrando a entrada da vagina da minha mãe.

- ROSA; mmmmm ahhhh mmmmm

Aos poucos, comecei a meter o pau dentro da minha mãe, até sentir a cabeça do meu pau entrar completamente dentro dela.

- ROSA; mmmm ahhhhh ahhhhh

Minha mãe, mesmo gemendo porque não aguentava, parecia tentar não se excitar muito, e por isso acho que mantinha os olhos fechados para não olhar na cara do filho enquanto ele a penetrava, evitando assim se excitar ainda mais. Depois de ter a glande dentro da vagina da minha mãe, comecei a sentir o quanto ela estava molhada, mas parei ali, sem continuar empurrando para dentro, para ver quanto tempo minha mãe aguentava assim.

- ROSA; ahhhhhhh ahhhhhhhhh

Depois de uns 20 segundos, minha mãe não aguentou mais e começou a empurrar um pouco em direção ao meu pau, e como estava tão molhada, isso fez com que cerca de um quarto do meu pau, além da glande, ficasse dentro da vagina dela. Então, nesse momento, empurrei um pouco para trás, tirando o pau de novo até só a glande ficar dentro, e depois empurrei para dentro de novo, deixando meu pau mais ou menos um quarto dentro da vagina da minha mãe.

- JAVIER; ufffffff ugggggg

Isso já foi demais para ela. O movimento de vai e vem típico do ato sexual fez com que ela não conseguisse controlar o corpo, e ela começou a pressionar de novo em minha direção, uma e outra vez, até que meu pau ficou completamente dentro dela. Ela sabia que tava muito excitada e que ia gozar antes de mim, então já se entregou, pra tentar aproveitar ao máximo. Minha mãe, ao me ouvir gemer, finalmente começou a abrir seus lindos olhos azuis pra me encarar, ali estávamos nós dois nos olhando fixamente, mãe e filho, enquanto nos fodíamos um ao outro. Minha mãe sabia que eu ia entrar num estado selvagem e sem controle daqui a pouco.

- JAVIER; ahhhhhh porraaaa ahhhh que delícia uhhhhh

- ROSA; ahhhhh uffff ahhhh ufffff ahhhh uffuf

Depois dessa primeira investida, comecei a tirar e meter o pau completamente dentro e fora da minha mãe, sentindo em cada estocada como as paredes da buceta dela se agarravam no meu pau. Não acreditava no que tava rolando, tava tipo numa nuvem, hipnotizado.

Quando já tinha encontrado a sintonia com minha mãe, e a gente empurrava um contra o outro no momento certo, comecei a enfiar minhas mãos entre as costas da minha irmã e os peitos da minha mãe, que comecei a apertar com força enquanto continuava fodendo minha mãe.

Nisso, minha irmã, que tava tentando ficar parada pra não atrapalhar enquanto eu comia minha mãe, sentindo nas costas como minhas mãos estavam apalpando os peitos da minha mãe, e ainda percebendo que eu tava fodendo nossa mãe debaixo dela, não aguentou mais, e instintivamente começou a levantar os quadris pra esfregar a buceta dela na minha barriga, o que causou um choque de forças ali: a que vinha entre eu e minha mãe, pressionando um contra o outro ao mesmo tempo, e a da minha irmã, quebrando o ritmo no meio. Na real, isso não atrapalhou nada, pelo contrário, sentir as forças da natureza se descontrolarem, até além do controle humano, quando se chega no limite da excitação, fazia todo mundo ficar ainda mais excitado.

- EVA; ahhhhh uhhhhhh ahhhhh! AHHHHH!

Minha irmã não parava de gemir enquanto esfregava a buceta na minha barriga igual uma possessa. Enquanto isso, eu podia sentir os lábios da buceta dela subindo e descendo sem parar na minha barriga, deixando um rastro de lubrificação por onde passava. Isso já era demais pra mim, sem parar de foder minha mãe enquanto apalpava os peitos dela, comecei a beijar de língua minha irmã, trocando uma quantidade enorme de fluidos bucais entre nós, como se cada um quisesse mais e mais do outro, de vez em quando a gente nem conseguia continuar beijando porque ficávamos sem ar.

- EVA: uhhhhh meu filhooooo ahhhhhh

- ROSA: Javiertiiinho, ahhhh! começa a me foder mais forteee por favor, sua mãe preciii uf uf precisa que você foda ela forteee agora mesmoooo

- JAVIER: siim, nãoo uff se preocupeee

Conforme comecei a meter com força na minha mãe, ela começou a gemer e ofegar sem parar, a cada estocada que eu dava, ela soltava um grito, o que me deixava a mil.

- JAVIER: você gostaa aahh aaa que seu filho te coma no pelo?? ahh uff ufff

- ROSA: siiiim ahhhhhhhh! siiiim ufff ahhhh!

- JAVIER: quem é ahh ahhh quem éééé o seu macho, eu ou papai ahhhh uffff

- ROSA: a partir uf uf ahhhhhhh! de agoraa você éééé ahhhhhhh! meu homenzinhooo

Tudo isso fez com que minha mãe estivesse prestes a gozar, e ela começou a soltar ar muito quente da boca no pescoço da minha irmã, que ao sentir isso, começou a se esfregar ainda mais forte contra mim. Aos poucos, senti minha mãe começar a empurrar os quadris para cima com uma força descomunal, até o suficiente para levantar eu e minha irmã, logo nossas estocadas começaram a ficar descompassadas, porque minha mãe se contorcia sem controle. Quando minha mãe começou a sentir o orgasmo chegando, ela agarrou minhas nádegas com as mãos e me puxou para dentro dela com muita força, pra que eu não conseguisse me mexer dentro dela, e sentir meu pau inteiro dentro da buceta dela enquanto ela gozava.

- JAVIER: mamãezinhaaahhhh ahhh, você tá vendo que o papai deve estar ahhh ufff saindo chifrãoooo een ahhhggg neessseee momentooo ahhhh ufff
- ROSA; ahhhh ahhhhhgghh ufffff queeeeggghhh queee se fodaammm ahhhh aaa seu paaaai ahhhh, me arrebenta deeee vez ahhhhgggg me faz explodiiir ahhhhh uuuggghhhhh
- JAVIER; sinto ahhh uffff seus espasmossss ahhhh vaginaissss uffff uffff em volta deee ahhh deee minha pirocaaaa ufff ufff
- ROSA; ahhhhhhhhhhh! ahhhhhhhhh! ufu fuf uf uf ahhhh! mmmmmm siiiiiii mmm meeee mmmmm meeeeee vouuu gozaaaar
- JAVIER; ufff ufff ufff ufff uffff uffff uffff uffff
- ROSA; uahhhh uahhhhh! UAHHHHH! AHHHHHHHHHHHHHH!

Minha mãe começou a gritar que nem uma possessa, enquanto gozava, acho que os gritos dava pra ouvir até lá fora do jardim. Ela ainda tava segurando minhas nádegas, apertando meu pau dentro da buceta dela, e ali eu sentia os últimos espasmos descontrolados rolando.

Depois disso, tirei o pau todo melado do fluxo da boceta dela, e encarei minha irmã enquanto ela me olhava fixo, ainda respirando pesado, com a excitação do roçar da boceta dela na minha barriga e depois de sentir minha mãe gozar debaixo dela. A espera tinha deixado ela ainda mais excitada, se é que dava pra ficar mais.

Minha mãe ficou debaixo de nós dois, segurando minha irmã em cima dela imóvel, ainda exausta da gozada e sabendo que nada no mundo ia impedir naquele momento eu foder minha irmã no pelo, sem nenhuma proteção, e verdade seja dita, mesmo não gostando disso, ela ficava muito excitada em ver o desespero que a gente tava, eu e minha irmã, pra nos foder um ao outro.

Sem tirar os olhos da minha irmã, com aqueles olhos verdes lindos me encarando também e a cara dela sem nenhum traço de inocência, só o olhar selvagem que eu tinha visto antes, de uma mulher que precisa ser comida, me posicionei mais pra cima, pra colocar meu pau na altura da boceta dela enquanto punha minhas mãos nas peitos, indicando que faltava pouco pra eu montar nela. Já nada podia nos parar, ali eu tinha minha irmã entregue a mim, com as pernas dela já em volta dos meus glúteos, pronta pra empurrar assim que sentisse meu pau na entrada da buceta dela, e com os peitos dela pressionados contra o meu peito. Sem parar de olhar pra boca dela, pros olhos maravilhosos dela, e pra grande cabeleira se escondendo entre as costas dela e as tetas da minha mãe, comecei a separar com uma mão os lábios da buceta dela. Minha irmã já tava tão excitada que só isso fez ela começar um movimento incontrolável de pressão da buceta dela na minha mão, pra cima e pra baixo sem parar, dificultando ainda mais meu pau acertar a entrada.

- EVA; ahhhhh ufffffff vaaa aaaahh vaaahhhhmooooosss

Finalmente, a cabeça do meu pau encontrou a entrada da buceta dela, afundando só um pouquinho, mas isso durou pouco, porque no momento em que minha irmã sentiu, ela empurrou com força nas minhas coxas com as pernas dela, me empurrando pra dentro dela sem chance de escapar e afundando, quase sem esforço, meu pau até as bolas, que ficaram batendo nos lábios da buceta dela.

- EVA; arrrrrrrrgggggggggghhhhhh! arrrrrrrrghhhhhhhhhhh!

- JAVIER; ooohhhhhh deuuuuusss ahhhhh!

Meu Deus, ao mesmo tempo que meu pau enchia completamente minha irmã, ela começou a soltar uns gemidos, mas não sei como definir, uns gemidos selvagens, uma mistura de gemidos com grunhidos. Ali estava minha irmã, que há dois dias atrás eu achava que nem sabia o que era foder (tô exagerando, claro), e agora tava ali gemendo igual um bicho enquanto o próprio irmão metia nela.

- EVA; arrrrrggggggghhhhh!!!! AAAARRRRRRRGGGGGHHHHHHH!

- JAVIER; finalmente minha fêmeaaa uf uf uf ahhhhh

A cada estocada que eu dava na minha irmã, não conseguia evitar soltar um gemido de prazer, e ela respondia com um desses gemidos/grunhidos que tavam me deixando louco de tesão.

- JAVIER; ahhhh! uffff ahhhhh! ufffff ahhhhh! uffffff ahhhhh!

- EVA; aarrrrrggggghhh! uggg aaarrrrgggggghhhh ugggg aaaarrrrrrgggghhhhh! ugggg! AHHHHRRRGGHH! UGGGG!

- JAVIER; ahhhh! uffff ahhhhh! ufffff ahhhhh! uffffff ahhhhh!

- EVA; aarrrrrggggghhh! uggg aaarrrrgggggghhhh ugggg aaaarrrrrrgggghhhhh! ugggg! AHHHHRRRGGHH! UGGGG!

Eu tava ficando louco de tesão, minha irmã vendo como eu tava excitado, não devia demorar muito pra ela gozar, o que foi um alívio pra mim, porque com os gemidos da minha irmã eu tava perdendo o controle. Dava pra sentir as paredes da buceta da minha irmã me apertando, quando eu fazia o movimento pra fora, parecia que grudavam no meu pau, não deixando sair, e claro, minha irmã sentia a cabeça do meu pau e o resto dele perfurando sem parar.

Minha mãe, enquanto isso, tava se masturbando de novo com a mão (não aguentava o tesão de sentir o filho e a filha se fodendo como possessos), sem se masturbar de novo.

- JAVIER; irmãzinhaaaa ahhhh como eu te sintoogggghh ahhh Evaaaahhhh ahhh você me senteee me senteee dentro de você?

- EVA; ahhhgggg arrrrgghhhhh! sinto seu pau quenteeeehhh batendo no meu interior aargggghhhhhhh AAARRRRGGHHHHH!

De repente, minha irmã me olhou nos olhos fixamente, enquanto eu sentia o peito dela batendo no meu, e a boca dela completamente aberta pra entrar mais ar, eu sabia que algo ia rolar, e foi isso mesmo, de repente minha irmã mudou o ritmo das sentadas totalmente, no começo ficamos descompassados, mas na hora eu me adaptei aos movimentos dela, que começaram a ser rápidos e fortes, cada investida que ela dava no meu pau era descomunal, dava pra sentir o suor escorrendo pelo meu corpo todo enquanto eu pegava minha irmã. Com o novo ritmo, começou a sair mais melado da buceta da minha irmã, e o som que fazia em cada penetração criava um tesão incrível. Com uma mão eu tive que Me agarrei no quadril da minha mãe, que ainda estava debaixo da minha irmãzinha, não só pra fazer mais força na penetração na minha irmã, mas também pra não perder o equilíbrio, porque a minha irmãzinha tava dando umas embestidas brutais em mim. Com a outra mão, agarrei o cabelo dela pela nuca e puxei pra trás, fazendo minha irmã sentir uma dorzinha (embora, com a excitação que a gente tava, ela quase não sentisse nada), e aí comecei a beijar ela de língua, e ela respondeu com uma língua selvagem, sentindo as baforadas de ar quente dela chegando na minha garganta.

O clima sexual que tava no quarto era de cair o cu da bunda, não só pelos gemidos e choramingos, mas por tudo mais — desde o som ritmado que o colchão e até a cama começaram a fazer contra a parede por causa do ritmo do caralho que a gente tava fodendo, até os sons sexuais da própria penetração do meu pau na buceta da minha irmã, ou a batida das minhas bolas nos lábios vaginais dela, que, já bem cheias de porra, faziam um estalo seco na buceta da minha irmã. Isso ela notou claramente, e baixou uma das mãos das minhas costas moídas — cheias de arranhões das unhas dela — até minhas bolas e começou a apalpar elas, enquanto eu continuava metendo.

Aí minha irmã começou a falar comigo, como uma possessa, entre gemidos, de forma entrecortada, e com uma voz meio raivosa (não sei como definir melhor):

- EVA; ahhhhhh ahhhhgggggrrrr suas bolassss ahhhh elas arggghhhh tão mais cheiaaasss ahhhrrrrgggggg uuuurggggg

- JAVIER; siiiiihhhhhh urrgggg uffff uffff, já meee encheuuuu aggghhhhhh

- EVA; uurggggg aahhgggrr querooo ufff queee ehhh você esvazieee dentrooo de miiiiirrhgg arrrghhh quero sentirrr ahh como batem teusss jorrroooosss de porrrraaa arrrrrghhh todaa sua gozadaaa emnn arrggghhhh minha bucetaaahhhh arrrrghhhh JAVIER; Evitaaahhhh, minha Evaaagghhhh, denntrooo bem pouquinho ufff ufff ufff uffff você vai sentir a porraaaa do seu irmãozinho ahhh dentro de você aiiii ufffff ahhhh uffffff

Minha irmã deixou de novo minhas bolas baterem na buceta dela livremente a cada metida e me agarrou de novo com a mão nas costas, pra conseguir empurrar melhor contra meu pau. Conforme minha irmã ia ficando mais e mais excitada, cada vez mais ela cravava as unhas nas minhas costas, tentando me puxar mais pra perto dela, e isso, em vez de doer, me excitava ainda mais.

Minha mãe podia sentir tudo lá de baixo, o que tinha em cima dela não eram só os filhos dela, eram uma mulher e um homem, com um estado de excitação fora de controle. Ela podia sentir como a gente se batia um no outro de forma bestial a cada metida, nossos movimentos depois de um tempo nesse ritmo estavam perfeitos, era como se um ímã do nada se ativasse e nos unisse, e de repente outro se ativasse e nos separasse. Agora, nem 10 homens tentando nos separar conseguiriam.

- JAVIER; Evitaaaa uffff ahhhhh, Evitaaaa você gosta de como seu irmãozinho te come??, como euuu ahhhhhhh euuuu gosto de sentir sua buceta ahhhhh

- EVA; continuaaaaaaa aaaahhhh! continua comendo comendo sua irmãzinha aaaahhhh!

Depois de vários minutos nesse novo ritmo, o ritmo perfeito que a gente tava começou a mudar. Senti no meu pau como a buceta da minha irmã começava a se contorcer um pouco, e a cada contorção da buceta, minha irmã dava um espasmo contra minha barriga. Agora sim eu pude sentir todo o poder da natureza que eu tinha mencionado antes quando minha mãe gozou, porque agora não tinha ninguém entre eu e minha irmã, e eu podia sentir a força imensa que minha irmã fazia em mim a cada espasmo.

- EVA; vou gozaaaar irmãozinho aaaahhhh aaaahhhh aaaahhhh

Assim que senti que minha irmã ia começar a gozar na hora, eu me relaxei na mesma hora, pra tentar gozar também. com ela.

- EVA; to gozandooooooo aaaahhh ahahhh aaarrrrrrgggggghhhaaaaagaaahrrrraahhhhhhhh ARRRRRRRGGGGGGHAGAAAGGGGAARRRAAAAAHHHHHHH!
- EVA; goza dennnntro de miiiim ahhhhhhgggggg, quero sentir como seu pauuuuu aperta o fundo da minha bucetaaaaa aaaagggghhhhhh!, deixa ahhhh ahhhh sua irmãzinhaaaaahhh grávidaaaa aaarrrrrrgggghaaaaagaaaraaaa! AAAHHHHGGGGGAAAAAAAGARAAA!

Essas foram as últimas palavras que ela disse até terminar de gozar, a única coisa que consegui ouvir daquele momento em diante foram seus gemidos/grunhidos, mas de forma constante, quase sem pausa, enquanto eu sentia seus espasmos no meu corpo, e meu pau na buceta dela. O que minha irmã acabara de me dizer me deixou ainda mais selvagem.

- JAVIER; ahhhhhh ahhhhhhh uhhhhhh, irmãzinhaaaaaa ahhhh aqui vai minha porrrrra, ahhhhggg, deixa seu irmãozinhoooo te inseminaaaar, me deixa te engravidaaaar ahhhhgggggg!

Minha irmã tinha as pernas enroladas na minha bunda, me apertando contra ela, queria sentir meu pau completamente dentro dela enquanto gozava como minha mãe tinha feito antes, e isso foi perfeito pra mim, já que minha gozada também vinha, e como já comentei mais de uma vez aqui, a força da natureza, o que ela pedia era meter o pau dentro da buceta da minha irmã até o fundo, e continuar apertando mais e mais até bater no fundo da buceta dela. A natureza é inteligente, e fazendo tanto a mulher quanto o homem apertarem com força sobre-humana, cada um puxando o outro pra si enquanto gozam, faz com que a chance de engravidar a mulher seja maior.

Nesse momento, eu não ligava pra gravidez ou não, simplesmente apertei com força meu pau o máximo que pude até o fundo da buceta da minha irmã, e continuei apertando ainda mais e mais, além da pressão que minha irmã já fazia em mim pra me puxar pra dentro dela. Minhas bolas já estavam apertando com muita força contra a buceta dela, até começaram a doer um pouco, mas isso só me Eu fiquei mais excitado, continuei pressionando mais e mais, sentia como meu pau estava completamente dentro da minha irmã, sentia a base do meu pau pressionando mais e mais na entrada da buceta da minha irmã, enquanto jatos do fluido dela escorriam da buceta dela, descendo pelas minhas bolas, para cair bem em cima da mão da minha mãe que ainda se masturbava debaixo da gente. Minha mãe já estava quase gozando de novo com tudo que estava acontecendo em cima dela.

Finalmente, notei como meu pau bateu como numa parede no fundo, no começo foi difícil alcançar, mas logo foi fácil bater nela, tinha chegado finalmente no fundo da minha irmã, tinha a buceta dela totalmente preenchida pelo meu pau, e parecia que depois de sentir eu batendo uma e outra vez no fundo da buceta dela, o orgasmo dela que estava pela metade, se realimentou, para ter um orgasmo múltiplo.

EVA: aaaaaaaarrrrrrrgggggggggg! aaaaaaaarrrrrrggggg!

JAVIER: vou gozaaaaaaarrrr arrggggggg vou gozaaaaaaarrrrgggghhh

EVA: ARRRRAAAAAAAAARRRRRRGGGGGGGHHHHHHHH! AAAAAAHHHHHGGGGGGGGGGGRRRRAAAAHHHHHHGGGGG!

JAVIER: arrrgggghhhhh! urrrgrgghhhh aarrrrrgghhhhh!

Conforme comecei a gemer igual um possesso enquanto sentia que ia gozar, pressionei o pau até o fundo da buceta da minha irmã, tentando apertar forte nela, embora não precisasse, porque mesmo minha irmã literalmente me levantando com o orgasmo dela, ela continuava me mantendo grudado nela como se tivesse cola entre a gente, graças às pernas dela que me prendiam pelo meu cu, não me deixavam cair.

Logo meus jatos de porra começaram a sair, batendo com muita força no fundo da buceta da minha irmã, mas logo, a batida da minha porra na parede da buceta dela parou, logo percebi que era porque todo o fundo da buceta da minha irmã já estava completamente cheio de porra, ao sentir como em cada disparo de porra dentro da minha irmã, notava como minha própria porra ia rodeando mais e mais meu pau.

Aos poucos comecei a tirar o pau da buceta da minha irmã, mesmo eu tendo gozado lá no fundo da boceta dela, a largura da cabeça do meu pau fez com que parte do sêmen que estava rodeando meu pau vazasse pra fora, e minha irmã, ainda toda excitada me encarando, enquanto respirava ofegante quase sem conseguir respirar, pegou o sêmen que começou a escorrer aos poucos da boceta dela com um dedo e começou a lamber conforme saía.

EVA: ahhh Javier, que delíciaaa, ainda sinto a maior parte da sua gozada lá no fundo da minha boceta, que quente que tá!

CONTINUA

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